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domingo, 31 de março de 2019

A BMW movimentou as concessionárias da marca no Brasil com o lançamento do Serie 3 330i M Sport e o X5xDrive30d M Sport. No Rio de Janeiro cerca de 300 pessoas passaram pela Autokraft e se deliciaram com os novos modelos




A Autokraft, que vende no Rio de Janeiro automóveis e motos BMW e MINI, apresentou ao público os novos BMW Serie 3 330i M Sport e o SUV X5 30 Diesel, durante uma festa que levou à concessionária, na Av. das Américas, 1.690, na Barra da Tijuca, cerca de 300 pessoas para conhecer esses modelos de ponta da marca alemã.


Mário Ferreira, CEO da AutoKraft, considerou a festa um sucesso, o que atribuiu à qualidade, alto padrão e interesse que os carros BMW, marca líder de vendas do segmento premium no Rio de Janeiro, despertam. O lançamento foi realizado em oníssono em toda a rede nacional oficial BMW.


Os modelos foram alvo do interesse dos convidados que exploraram os mínimos detalhes dos carros, sentindo o conforto, a pegada do volante o espaço na frente e no banco traseiro, esmiuçando cada pedacinho dos carros.


O gerente Comercial da AutoKraft, Geraldo Castro, em breve conversa, ao comentar as dificuldades que o segmento premium, principalmente, no Rio de Janeiro, enfrentou em 2018, em função da violência, do efeito da prisão dos ex-governadores do Estado, considerou que, pelos resultados experimentados desde janeiro, 2019 cresceremos de 15 a 20%. 


O 330i M Sport, é um sedan esportivo de alta performance que não podemos dizer que só falta falar. Ele fala com o motorista, acredite. Ainda importado de Munique, o modelo passa a ser produzido na fábrica da BMW em Araquari (SC) no segundo semestre deste ano. 


Veio maior do que o modelo anterior: mais 7,6 cm no comprimento (4,71 m), 1,6 cm na largura (1,83 m) e o espaço entre eixos maior 4,1 cm (2,85 m) ampliando o espaço para os passageiros.


O carro é equipado com Assistente Pessoal Inteligente (Intelligent Personal Assistant), faróis a Laser que iluminam a uma distância de 530 m — são até 10 vezes mais potentes do que fontes de luz convencional —, Parking Assistant Plus e o sistema Driving Assistant Professional, que inclui Remote 3D View e o Reversing Assistant, que refaz, em marcha a ré, os últimos 50 metros percorridos pelo veículo.


Vem com motor 2.0 biturbo de 258 cv com 40,8 kgfm de torque, que levam de 0 a 100 km/h em 5,8 s e a 250 km/h de velocidade máxima. Tudo isso em meio a um ambiente de extremo luxo e confortabilidade. Custa R$ 269.950,00.

X5 um SUV 4x4 perfeito


X5 xDrive30d M Sport ganhou novo visual, sistemas de assistência à condução semiautônoma e um espaço interno formidável, na quarta geração está maior, mais sofisticado e inovador em relação ao predecessor.


Internamente, a cabine exala elegância, ergonomia e modernidade, com duas grandes telas de 12,3 polegadas, que integram o conceito de BMW Live Cockpit, e sistemas como o BMW Gesture Control, que permite a motorista e passageiro dianteiro controlarem as funções do veículo com gestos.


É movido por um motor diesel 3.0 de seis cilindros com 265 cv que o leva de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos e a 230 km/h de velocidade máxima. É importado da fábrica do BMW Group em Spartanburg, nos Estados Unidos. Custa R$ 479.450,00.










sábado, 30 de março de 2019

Governo Federal, por ordem expressa do presidente da República, volta a comprar passagens para deslocações dos funcionários do governo diretamente das companhias aéreas. A economia prevista é de R$ 15 milhões no ano


   Foto: Michael Mello/Metrópoles
Desde a última terça-feira (26), os órgãos e entidades do governo federal voltaram a comprar passagens aéreas diretamente das companhias que operam os voos domésticos. De acordo com o Ministério da Economia, com o fim da intermediação das agências de viagens, a economia pode chegar a R$ 15 milhões ao ano.
O presidente Jair Bolsonaro destacou a medida, no dia 28, em publicação em sua conta no Twitter. “Isso representa redução de cerca de 18% de economia [em relação ao modelo de agências de viagens. A pesquisa de preços será feita pelos órgãos do Executivo, com a escolha do bilhete de menor preço”, escreveu.
De acordo com o Ministério da Economia, o governo estava impedido de fazer essa operação devido ao fim do prazo que dispensava a retenção na fonte dos tributos sobre passagens compradas, por meio de Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF). Assim, os órgãos públicos tinham de comprar por intermédio de agências de viagem.
A dispensa do recolhimento dos tributos esteve em vigor de 2014 até dezembro de 2017 (Lei 13.043/14) e depois foi prorrogada até junho de 2018. Agora, com a publicação da Medida Provisória Nº 877/19, o governo federal deixa novamente de reter na fonte os tributos sobre as passagens compradas com o CPGF, também conhecido como cartão corporativo.
As empresas credenciadas para fornecimento de passagens diretamente ao setor público federal são Avianca, Azul, Gol, LATAM e MAP Linhas Aéreas.

Pesquisa de preçosA pesquisa de preços será feita pelos órgãos e entidades do Executivo Federal, com a escolha do bilhete de menor preço e aplicação automática dos percentuais de desconto estabelecidos pelas empresas aéreas.

De acordo com a Economia, na prática, é como se os órgãos realizassem uma licitação a cada bilhete comprado. Todas as pesquisas e escolhas de viagens ficam armazenadas no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP) para posterior consulta, auditoria e verificação pelos gestores.
O cidadão pode acessar as informações sobre viagens realizadas a serviço por empregados públicos, servidores, militares e colaboradores do governo federal por meio da ferramenta Painel de Viagens.

Por Guilherme Waltenberg
Fonte: Metropoles

Abracorp esclarece. Governo Federal excluiu agências da rota da compra de passagens aéreas e opta pela compra direta nas companhias aéreas para poupar. Abracorp discorda que vá haver economia


Recentemente, fomos surpreendidos com mensagem do presidente Jair Bolsonaro em suas mídias sociais, fazendo referência a uma esperada redução de custos oriundos da proposta da MP 877. Nela notamos uma afirmação que merece reparo. 
As agências de viagens seriam responsáveis pelo custo de R$ 15 milhões pela compra de passagens aéreas nacionais e que, com a implementação da compra direta, esse custo seria debelado.
Pois bem, enviamos manifestação à Presidência, primeiramente discordando dessa afirmação e solicitando um canal de comunicação para entender e discutir, com o Governo, tais decisões. 
Questionamos o porquê de as agências de viagens estarem sendo excluídas do processo, como se o Governo não tivesse qualquer custo administrativo e operacional para gerir essas compras.
Dentro do ambiente pregado pelo Governo, da transparência, esperamos essa abertura.
Na visão da Abracorp, o Governo estima essa economia baseado, simplesmente, nas discussões da compra direta com as companhias aéreas, via benefícios puramente comerciais. 
Quanto custará para gerir isso não sabemos e foi o motivo de nosso pedido para essa audiência, havendo até, questionamento orçamentário similar por parte do Senado Federal, em nota técnica encaminhada pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle em 27 de março último.
Por hora, continuamos firmes no propósito de apoiar a decisão da liberação dos vistos para cidadãos australianos, canadenses, japoneses e norte-americanos, o que é uma tremenda oportunidade de crescimento do turismo no Brasil e na expectativa de podermos, como entidade, atuar firmemente na melhoria dos processos de compras em quaisquer níveis e da inserção da agência de viagens como elo produtivo da cadeia.

Os Citroën C3 não tiveram moleza na Córsega, no Tour de Corse



As duplas Sébastien Ogier - Julien Ingrassia e Esapekka Lappi - Janne Ferm da equipe Citroën Total World Rally Team não puderam expressar todo o seu potencial hoje, quando lutaram com uma configuração menos que ideal em estradas predominantemente desconhecidas. No entanto, com quase dois terços do Tour de Corse deste ano ainda por disputar, ambas as equipes estão a uma distância impressionante dos cinco primeiros.

Realizada entre Porto-Vecchio e Propriano, a etapa de abertura de hoje era incomum, pois não havia serviço de meia-etapa. Apenas uma zona de montagem dos pneus estava programada no intervalo entre as voltas da manhã e da tarde, o que se tornou crucial para obter o set-up ideal ou então acabar lutando o dia inteiro.
Infelizmente, o Citroën Total World Rally Team sofreu ao longo do primeiro dia. Reduzidos no início por um giro no SS1 e uma configuração menos que ideal, Sébastien Ogier e Julien Ingrassia terminaram o primeiro loop na oitava posição. 

Enquanto isso, Esapekka Lappi e Janne Ferm fizeram um melhor começo, ficando em quinto no geral antes de também sofrerem um giro (SS3), o que resultou na queda de dois lugares.

Apesar de não terem conseguido fazer todas as alterações de configuração que gostariam de fazer na zona de montagem dos pneus, os pilotos - os únicos membros da equipe autorizados a trabalhar no carro - melhoraram um certo número de definições no C3 WRC com orientação da equipe técnica. 

O objetivo foi claramente aproveitar melhor seu potencial no segundo loop. Mostrando um espírito de luta considerável, Sébastien e Julien conseguiram subir para o sexto lugar geral, apenas 10,2s atrás do quarto lugar, enquanto Esapekka e Janne terminaram a primeira fase de abertura logo atrás dos seus companheiros de equipe.

Cobrindo apenas 35% da distância total, o primeiro dia do Tour de Corse deste ano foi pouco mais que um aperitivo comparado ao prato principal de amanhã, quando o rali segue para o norte da ilha do Mediterrâneo.

Quase cento e setenta e cinco quilômetros de estágios cronometrados aguardam as tripulações, incluindo duas corridas no novo teste de 47,18 km na região central de Castigniccia. Com suas estradas estreitas e sinuosas, onde é muito fácil errar o ritmo, pode haver muitas reviravoltas para vir ainda…

O QUE ELES DISSERAM...

Pierre Budar, Diretor da Citroën Racing Team

“É evidente que estávamos esperando por coisas melhores nesta etapa de abertura, mas sofremos por nossa configuração não estar completamente correta. Nossas equipes só puderam fazer pequenas mudanças e tiveram que fazer o melhor possível até o final do dia. Eles, no entanto, dirigiram bem, considerando que este é o seu primeiro evento totalmente asfáltico com o C3 WRC. Agora vamos tentar aproveitar ao máximo o serviço desta noite para acertar as coisas e capacitá-los a competir no seu nível normal amanhã ”.

Sébastien Ogier, piloto Citroën Total
“Foi um dia difícil, em que lutamos com a subviragem. Fizemos alguns ajustes menores e isso nos ajudou a limitar o tempo perdido no período da tarde, mas não foi o suficiente. Temos algumas ideias sobre como alterar a configuração para resolver os problemas, por isso tenho grandes esperanças de que podemos avançar na direção certa amanhã. Nós certamente faremos tudo que pudermos para voltar à classificação”.

Esapekka Lappi, piloto Citroën Total
"Acelerei com força as seções largas e rápidas dos estágios de hoje, mas tive os mesmos problemas nos cantos que o Seb. E nós também tivemos um giro, o que não ajudou em nada. Eu tenho fé na equipe para acertar as coisas e, obviamente, do meu lado, vou dar tudo o que puder. "

CLASSIFICAÇÃO DEPOIS DO 1º DIA
  1. Evans / Martin (Ford Fiesta WRC) 1: 09: 39.6
  2. Tänak / Järveoja (Toyota Yaris WRC) +4.5
  3. Neuville / Gilsoul (Hyundai i20 WRC) +9,8
  4. Sordo / Del Barrio (Hyundai i20 WRC) +26.1
  5. Suninen / Salminen (Ford Fiesta WRC) + 30,9
  6. Ogier / Ingrassia (Citroën C3 WRC) +36.3
  7. Lappi / Ferm (Citroën C3 WRC) +46.3
  8. Loeb / Elena (Hyundai i20 WRC) +2: 27,9
  9. Camilli / Buresi (VW Polo R5) +2: 46.4
  10. Bonato / Boulloud (Citroën C3 R5) +3: 06.4
VÍDEOS DE MELHORES MOMENTOS
Instagram: @CitroenRacing
YouTube: youtube.com/user/citroenwrt

Território Motorsport disputará o Rally RN1500 com três duplas de UTVs. Edu Piano/Solon Mendes, Rodrigo Luppi/Maykel Justo e Roberto Keller/Marcelo Ritter vão acelerar pelo interior e litoral do Rio Grande do Norte de 4 a 7/abril. Equipe saiu nesta sexta-feira de Tatuí/SP




Uma das provas mais aguardadas do calendário nacional de Rally Cross Country acontecerá na próxima semana, no Rio Grande do Norte, com um percurso de aproximadamente 880 quilômetros, dos quais 554 de trechos cronometrados (Especiais), divididos em quatro dias. 

O Rally RN1500 será de 4 a 7 de abril, com largada em São Miguel do Gostoso (100 km de Natal) e chegada em Currais Novos (150 km de Natal). E a Território Motorsport participará da 21ª edição com três duplas na categoria UTVs: Edu Piano/Solon Mendes, Rodrigo Luppi /Maykel Justo e, pela primeira vez na equipe, os gaúchos Roberto Keller/ Marcelo Ritter.


“A expectativa é muito boa, porque é sempre bom correr no Nordeste, pois tenho muito boas lembranças das provas que corremos lá. No ano passado o RN foi bem legal pela variedade de pisos e Especiais técnicas e este ano acredito que teremos mais desafios porque uma prova nunca é igual a outra”, afirma o piloto Rodrigo Luppi que fará dupla pela primeira vez com o experiente navegador Maykel Justo. Justo estará substituindo Fausto Dallape que se machucou e não poderá participar da prova potiguar.

Já, o paulista Piano e o cearense Mendes disputarão pela primeira vez juntos o RN 1500, apesar da parceria de 12 anos e alguns títulos contabilizados, como os sete no Rally dos Sertões. “Sempre quis fazer o RN e nunca dava certo, mas após vários anos Solon e eu vamos disputar essa prova cujo roteiro tanto nos agrada. Estou bem animado e vamos lutar para trazer um bom resultado para equipe”, explica Piano que além de piloto é chefe de equipe e trabalha há três no desenvolvimento dos UTVs Can-Am Maverick X3 Território Motorsport.


“No RN1500 e no Rally Baja Jalapão, o Roberto e o Marcelo estarão competindo com os nossos UTVs e são muito bem-vindos à equipe. Daqui a alguns dias todos nos encontraremos em São Miguel do Gostoso”, ressalta Piano, referindo-se aos pilotos e navegadores que chegarão ao Rio Grande do Norte na próxima quarta-feira, quando se encontrarão com os demais integrantes.

A equipe com o caminhão oficina, as picapes de apoio e os três carros saíram nesta sexta-feira (29) da sede em Tatuí/SP. São aproximadamente 3.140 quilômetros até o Parque de Apoio da prova, localizado à avenida dos Arrecifes, n° 1120, em São Miguel do Gostoso. Estarão em disputa as categorias motos, quadriciclos, UTVs e carros, sendo que a prova é válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country .

A Território Motorsport conta com o patrocínio da Top Line Cabine Dupla e apoio da SFI CHIPS.
Acompanhe a equipe no site e nas redes sociais:
Facebook: @territoriomotorsport
Instagram: @territoriomotorsport
Twitter @territorio4x4 


Programação 21º Rally RN1500 (Rio Grande do Norte) 

Quinta 04/04 - Especial 01
9h - 1ª etapa - São Miguel do Gostoso/Açu (RN)
Total do dia - 248,93km / Trecho cronometrado - 168,25km

Sexta 05/04 - Especial 02
9h - 2ª etapa - Açu/Açu (RN)
Total do dia - 211,21 Km / Trecho cronometrado - 131,61 Km

Sábado 06/04 - Especial 03
8h - 3ª etapa - Açu/Currais Novos (RN)
Total do dia - 230,80 Km / Trecho cronometrado - 150,09 Km 

Domingo 7/04 - Especial 04
8h - 4ª etapa - Currais Novos/Currais Novos (RN)
Total do dia - 185,77  Km / Trecho cronometrado - 104,69 Km
15h - Divulgação de resultados, premiação e coletiva de imprensa

Master de Kart: Alberto Otazú alcança 100ª vitória no kartismo. Piloto larga da pole, faz a volta mais rápida e vence de ponta a ponta para ir em busca do tricampeonato


O piloto Alberto Otazú (Alpie Escola de Pilotagem/AVSP/Rolley Ball/Baterias Tudor) alcançou a expressiva marca de 100 vitórias no kartismo. E foi de forma avassaladora, largando da pole position, estabelecendo a volta mais rápida e liderando de ponta a ponta a terceira etapa do Campeonato Master de Kart, realizada no último final de semana (29/3) no Kartódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

“Para mim foi uma surpresa alcançar esta marca em apenas três anos no kartismo, e um dia após eu ter comemorado a 10ª vitória no ano. Foi uma noite de coincidências, pois foi neste campeonato do Chico Reis em que fiz a minha primeira corrida de kart, foi nele em que conquistei o meu primeiro pódio e primeira pole, volta mais rápida e vitória”, comemorou Alberto Otazú, que agora começa a sua caminhada em busca do tricampeonato do Master de Kart.

Alberto Otazú foi o mais rápido na tomada de tempos, garantindo a primeira posição no grid de 24 pilotos com a marca de 1min08s218, 0s445 mais rápido do que o garoto Anthony Peperone.

Na corrida ele foi aumentando a sua vantagem com muita constância, para estabelecer a volta mais rápida (1min07s887) na última passagem e receber a bandeira com 4s289 de vantagem sobre Galvane Ruivo.

Em terceiro terminou Anthony Peperone, seguido de Anderson Cadelo, Luciano Yoshikawa e Gustavo Pincelli completando o pódio.

Neste ano Alberto Otazú já subiu no pódio em 19 das 21 corridas em que participou, sendo 11 vezes como vencedor. E estas vitórias vieram em oito certames diferentes em que ele disputou ao menos uma etapa, e é o líder em oito categorias.


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Alberto Cesar Otazú tem o apoio de Alpie Escola de Pilotagem, Autódromo Virtual de São Paulo (AVSP), Rolley Ball/Baterias Tudor. O jovem apoia as ações da Associação Cruz Verde e Direção para a Vida.

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McLaren Senna feito com 500 mil peças de LEGO em tamanho real tem volante e bancos de verdade. Primeiro modelo interativo pode ser “ligado” e simular ronco do motor; projetistas levaram 5 mil horas para montar a réplica



Quando duas marcas icônicas se unem, o resultado promete surpreender fãs e o público em geral. Da parceria entre McLaren e Lego surgiu a versão do McLaren Senna construído em tamanho real com meio milhão de peças.

O carro é a versão mais realista e ambiciosa da McLaren já feita pela LEGO – e foi construído em segredo por projetistas, que levaram quase 5 mil horas para montar o veículo, trabalhando 24 horas por dia. Com 467.854 peças, o carro pesa 1.700 kg – 500 a mais que a McLaren Senna real.


O modelo de verdade feito para rodar em ruas e estradas vale cerca de R$ 8 milhões e no Brasil foi apresentado oficialmente no estande da marca SENNA, no último Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, no início de novembro do ano passado. 

As 500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas. Com motor V8 4.0 biturbo, com 800 cavalos de potência, atinge velocidade máxima de 340 km/h e acelera de 0 a 200 km/h em apenas 6,8 segundos. Seu maior destaque é a aerodinâmica semelhante à de um carro de F-1.


Mas a versão LEGO também oferece emoção: os fãs podem entrar no modelo, sentar atrás do volante, apertar o botão “Start” no teto e ouvir até uma simulação do ronco do motor do superesportivo em alta velocidade.
   
Além disso, é possível ligar os faróis, acender o pisca-alerta e acessar o sistema de informação e entretenimento no painel. Para os fãs das marcas uma experiência envolvente, interativa e, acima de tudo, divertida, que deverá ser apresentada em eventos ao redor do mundo.


A parceria entre McLaren e a fabricante de brinquedos dinamarquesa LEGO já havia rendido frutos em 2017, com a contrução de um 720S em escala real. A diferença é que nesta nova construção foram utilizados 467.854 blocos individuais, quase 200 mil blocos a mais do que foram usados para concluir o modelo anterior.

 Com equipes de até 10 projetistas, foram necessárias 2.725 horas para juntar todas as peças de LEGO do McLaren Senna, nove vezes mais do que se leva para produzir um Senna de verdade, meticulosamente montado a mão – são 300 horas!
  
 Incluindo o design e o desenvolvimento do projeto, foram 4.935 horas para criar o modelo, envolvendo pelo menos 42 pessoas da equipe de construção da LEGO.
  


O McLaren Senna é o primeiro modelo McLaren LEGO a incorporar peças internas de um carro real, destacando a sua autenticidade. A cabine do motorista é em fibra de carbono leve e os bancos, volante e pedais são originais do McLaren Senna de rua, assim como os emblemas. A versão é montada com rodas e pneus Pirelli com as especificações reais. 
  
 As portas diédricas são feitas com os bloquinhos e são removíveis para permitir o acesso das pessoas à cabine. O modelo de LEGO foi feito com peças na cor cinza Victory com detalhes contrastantes em laranja. Apesar de o modelo em tamanho real não estar à venda, a LEGO oferece réplicas de 15 cm que custam aproximadamente R$ 100 em lojas brasileiras.


Fernando Calmon garante "Exportar é crucial"




Fernando Calmon         

Nº 1.038 — 30/3/19




EXPORTAR É CRUCIAL

Como o Brasil poderá se inserir no contexto de abertura de mercado que vem sendo prometida pelo ministro da Economia Paulo Guedes? Este foi um dos temas mais debatidos no Congresso Latino-Americano da Indústria Automobilística, que acaba de ser realizado pela Editora Autodata. Há duas frentes imediatas em discussão em relação aos veículos: comércio sem barreiras tarifárias com União Europeia e com o México.

Pelas regras do Mercosul, só o bloco de quatro países (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) pode negociar. Um acordo esteve próximo no ano passado e a transição seria longa, de 10 a 15 anos, até o Imposto de Importação sobre veículos passar a ter alíquota zero. 

Para aumentar as incertezas, o novo governo brasileiro estuda alternativas, entre elas um acerto direto com os europeus. Seria um sério revés para o Mercosul que, depois de 24 anos, nem ao menos conseguiu se estabelecer como zona de livre comércio.

No entanto, o Brasil se entendeu, há pouco mais de uma semana, com o México. Ao contrário do regime vigente no Mercosul (para cada dólar importado por um país, 1,5 dólar pode ser exportado para o outro), passou a vigorar o livre comércio, sem cotas ou impostos alfandegários. 


Os mexicanos hoje produzem mais que o Brasil e ainda receberam grandes investimentos de marcas europeias e asiáticas. Significa que vários modelos, inclusive de marcas premium,  poderiam chegar aos portos por preços bastante competitivos, pois os custos de fabricação no México são de 20% a 25% menores que os daqui.

Pablo Di Si, presidente da Volkswagen no Brasil, lembrou durante o congresso um ponto importante. O nível de componentes realmente produzidos no México é baixo. Para exportar, agora livremente para cá, pelo menos 40% das peças precisariam ser de origem mexicana. 

E isso está difícil de comprovar, pois eles se beneficiam de componentes bem mais baratos, importados em altos volumes de vários países, em especial dos EUA. Aqui, ao contrário, a indústria de autopeças tem forte presença, mas enfrenta o penoso custo Brasil.

O presidente da GM América do Sul, Carlos Zarlenga, apontou as distorções ao comparar preços. Excluídos os impostos, aqui e no exterior, o Brasil apresenta valores menores. 

Seríamos, então, competitivos para exportar, mas isso deixa de ocorrer porque não há desoneração total quando se vende ao exterior, como outros países o fazem. Com exportações maiores, escala de produção subiria e cairiam custos internos. Isso o México faz muito melhor que o Brasil.

Um programa sério de exportação teria de começar com a total retirada de tributos, sem gerar créditos que se acumulam, como os do ICMS. Só no Estado de São Paulo as fabricantes têm entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões a receber. 

Também seria necessário aumentar o conteúdo tecnológico (comprando e vendendo, de e para o exterior, isento de impostos), a produtividade nas fábricas e, claro, investir muito, mas muito mesmo, em infraestrutura.

O País precisa abrir sua economia. Mas sem um processo ordenado e simultâneo de aumento de competitividade da indústria e do setor de serviços, isso não será possível.

ALTA RODA

ONIX passa a ser nome mundial em compactos da GM, inclusive na China. Haverá cinco silhuetas: hatch, sedã, SUV (Tracker), monovolume (Spin) e picape (Montana). Prisma poderá se chamar Onix sedã, vai crescer e ocupar o lugar do Cobalt. Coluna antecipa início de produção em Gravataí (RS): setembro e novembro deste ano, sedã e hatch, respectivamente. No mercado, 30 dias depois.

OITAVA geração do Porsche 911 chega em maio ao Brasil. Carrera S, R$ 679.000 e 4S (tração 4x4), R$ 719.000. Potência (450 cv) e torque (54 kgfm) subiram. Em dirigibilidade surpreende: ainda melhor em curvas. Apesar de mais largo e usar rodas de 20 pol. de diâmetro na frente e 21 pol. atrás, massa diminuiu 24 kg. Eletroassistência melhorou resposta do pedal de freio.

PRIMAZIA mundial do novo 911, detecção de pista molhada por meio de microfones nas caixas de rodas reprograma parâmetros de desempenho. Linhas estão ainda mais harmônicas: teto em angulação pronunciada, maçanetas das portas embutidas, desenho do defletor atrás e fina faixa luminosa unindo as lanternas traseiras. Interior, foi todo renovado.

JEEP Renegade Limited recebeu retoques frontais com inspiração moderna no utilitário original dos anos 1940. Boa evolução foi o para-choque dianteiro igual ao da versão 4x4 a fim de aumentar o ângulo de entrada, agora compatível à proposta do modelo. Antes raspava facilmente em lombadas e valetas. Nova tela multimídia ficou bem melhor que a anterior.

BURACOS de todos os tipos e tamanhos em ruas e até em estradas infernizam a vida dos brasileiros. Depois das fortes chuvas de verão, situação piorou. A ponto de a Dunlop relembrar que, desde 2015, oferece garantia de reposição de pneus danificados de forma irreversível, quando vendidos na sua rede autorizada. Verdadeiro seguro contra irresponsabilidade dos governos.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sexta-feira, 29 de março de 2019

T-Cross em três versões, o novo SUV da Volkswagen, lançado no Rio de Janeiro, vem aumentar a temperatura nesse mercado pelo bom padrão de qualidade, desempenho, economia e conforto. O mais barato com motor 1.0 turbo custa R$ 84.990 e o mais carro 1.4 turbo R$ 117.490. Assista o vídeo de Regis Narazaki falando do carro


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

A Volkswagen lançou, nesta quinta-feira (28), no Rio de Janeiro um novo SUV compacto que vai incendiar ainda mais o já escaldante mercado do segmento com o T-Cross 2019, 1.0 em três versões: 200 TSI manual, e 200 TSI  e 200 TSI Conforline, automáticas, que se juntam ao já lançado T-Cross TSI 1.4, 150 cv., todas turbinadas.



Ao andar no carro, no trecho entre o Rio de Janeiro e Mangaratiba, tive a nítida sensação de que a VW investiu no padrão de qualidade do T-Cross que apresenta acabamento premium, excelente desempenho garantido pelo motor TSI, economia, baixo ruído no habitáculo e conforto, graças a uma suspensão e um bom isolamento acústico.



Assista o vídeo:
https://youtu.be/bbMFGWNnSo4

O T-Cross entra no mercado para concorrer com SUVs já conhecidos, como o Jeep Renegade, líder de vendas, Honda HR-V, Hyunday Creta, Nissan Kicks e ainda pode fazer sombra a seu primo rico Audi Q3. Em acabamento, desempenho, não fica atrás de nenhum dos concorrentes.



Tive a sorte de poder avaliar na  ida o T-Cross 200 TSI Confortline 1.0 e na volta o 250 TSI 1.4, em diversos panoramas: trânsito urbano intenso, pisos irregulares e estrada. Sob chuva torrencial, no regresso de Mangaratiba, tive a certeza do alto nível de segurança do carro.



A VW ressaltou no T-Cross o nível máximo de 5 estrelas de segurança veicular e de pedestres reconhecido pelo Instituto Latincap. 



O carro, além de elementos estruturais em aço de alto desempenho, mais eficientes no caso de acidentes, inclusive de proteção em eventuais atropelamentos, tem seis air bags frontais, laterais e de cortina, já na versão de entrada, sistema blocante que impede, após um choque o carro continue andando, evitando batidas sequentes. 



Durante o breefing explicativo pelos responsáveis dos setores envolvidos na produção do T-Cross, foi entregue o certificado à VW o certificado do Latincap atestando o nível máximo de segurança do carro.



O novo T-Cross é o primeiro SUV da marca feito no Brasil, tem três anos de garantia, não possui mais o tradicional Manual, que o proprietário passa a consultar na internet, baixando o respectivo aplicativo, inclui no preço as três primeiras revisões gratuitas e a VW garante que tem o menor custo de reparos do mercado.




A linha 2019 tem mais 9 cm de comprimento e 11 mm de altura do que o modelo anterior, e o espaço para os passageiros é generoso, inclusive no do banco traseiro.



O porta-malas de quase 400 litros. 



No volante, coberto de couro, há o controle automático de velocidade (vulgo piloto automático), do som, ligação de celular, comandos do som, viva voz e atrás as borboletas para troca manual das marchas (paddle shift).



No painel de instrumentos, com uma tela de 8" e funções de condução, navegação e assistência, dividindo conta-giros, do velocímetro é analógico na versão 200 TSI Confortline, mas na 250 TSI é de cristal líquido, mas ambos têm indicador digital de velocidade. 



A diferença entre o 250 e o 200 está também nas rodas de liga leve, no primeiro de 17" e pneus 205/55, que no 200 de 16" e pneus 205/60. 



A motorização do T-Cross é flex e torna o carro atraente pelo desempenho proporcionado pelo turbo. A versão Confortline  que testei vem com motor 1.0 tem 128 cv a 5.500 rpm e 20,4 kgfm de torque a partir das 2.000 rpm. 



O 250 TSI possui motor 1.4 de 150 cv e o torque máximo de 25,5 kgfm começa nas 1.500 rpm, ambos com câmbio automático de seis velocidades Triptonic.



Com essa motorização, segundo a VW, o 200 TSI faz 7,5 km/l na área urbana e 9,2 km, na estrada, abastecido com etanol e 11 km/l na cidade e 13 km/l na estrada e 13 km/l, com gasolina. Já no 250, o consumo na cidade, com etanol, é de 7,4 km/l e na estrada 9 km/l,  e com gasolina o consumo sobe para 10, 5 km/l na cidade e 13 km/l, na estrada.


Em termos de desempenho, a turbina faz a diferença no 200 TSI 1.0 automático, levando o carro de 0 a 100 km/h - de acordo com a VW - em 10,5 s e a 185 km/h. Enquanto o 250 TSI 1.4 bastam 9 s para chegar ao 100 km/h (5 s menos do que o Audi A3 Sportback 1.4 turbo de 125 cv). e vai ao máximo de 190 km/h.


No painel coberto de plástico endurecido - o carro merecia um painel emborrachado - reside a central de mídia com um monitor de 12,5" sensível ao toque (touch) onde pode ser feito todo o controle de som, mídia, navegação, ligações telefônicas, etc. 


O Confortline e o 250 têm teto solar, no segundo, panorâmico duplo, luz diurna em LED, faróis e lanternas de neblina e faróis. 


O carro possui Park Assist 3.0 que estaciona o carro em vagas paralelas e transversais semi autonomamente e freio de manobra. Assista o vídeo:



Os preços do T-Cross começam em:
R$ 84.990 pelo 200 TSI Câmbio Manual; 
R$ 94.490 pelo 200 TSI câmbio automático; 
R$ 99.990 pelo 200 Comfortline TSI câmbio automático;
R$ 109.990 pelo 250 TSI Highline câmbio automático e
R$ 117.490 pelo 250 TSI First Edition 250 TSI câmbio automático.



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