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quarta-feira, 12 de junho de 2019

ADAC GT Masters: The BMW M6 GT3 wins at the Red Bull Ring. First victory of the season for the BMW M6 GT3 in the ADAC GT Masters – BMW M4 GT4 wins in ADAC GT4 Germany.

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Victory for the BMW M6 GT3 at the Red Bull Ring: Jens Klingmann (GER) and Nicolai Sylvest (DAN) won the Saturday race in the ADAC GT Masters. The duo in the #14 car, run by the MRS GT-Racing team, crossed the finish line first after 40 laps of racing. 

This was the first success of the season for the BMW M6 GT3 in the ADAC GT Masters. In qualifying, Sylvest had secured pole position for the BMW M6 GT3 with a time of 1:28.539 minutes. 

The lead changed hands several times during the event but, with roughly ten minutes remaining, the Danish driver set a lap time that was simply too good for the opposition. 

Klingmann and Sylvest were also unbeatable in the race itself, leading from start to finish. On Sunday, Klingmann/Sylvest qualified fifth for the second race of the weekend. They then gained one position to finish the race in fourth place. The next two races in the ADAC GT Masters will take place on 10thand 11thAugust at Zandvoort (NED).

ADAC GT4 Germany: Victory for the BMW M4 GT4.
The Red Bull Ring (AUT) also proved to be a happy hunting ground for the BMW M4 GT4. Michael Schrey (GER) and Thomas Jäger (AUT) won Saturday’s race at the Austrian circuit. 

After 37 laps, they took the chequered flag in the #2 BMW M4 GT4, run by the Hofor Racing by Bonk Motorsport team. In total, four BMW M4 GT4s finished in the top five. Stephan Grotstollen and Georg Braun (both GER, MRS Besagroup Racing Team) finished third to claim a spot on the podium. Fourth and fifth places also went the way of the BMW M4 GT4. 

Claudia Hürtgen (GER) and Michael Fischer (AUT, Hofor Racing by Bonk Motorsport) came home ahead of Marius Zug (GER) and Gabriele Piana (ITA, RN Vision STS Racing Team). Both pairs of drivers had to start from the back of the field. 

The BMW M4 GT4 had taken full advantage of its strengths in qualifying. Three of the first four places on the grid were occupied by BMW race cars. 

The duo of Thomas Tekaat (GER) and Franjo Kovac (CRO) were very unlucky; they started from pole position in the MRS Besagroup Racing BMW M4 GT4, but dropped back during the race and eventually had to settle for 13thplace. 

The BMW M4 GT4 finished on the podium again in race two at Spielberg (AUT). The best-placed BMW drivers were Hürtgen and Fischer in second. They were followed in fourth place by Piana and Zug. Sixth place went to Grotstollen and Braun. The next ADAC GT4 Germany event takes place from 9thto 11thAugust at Circuit Zandvoort (NED).

Blancpain GT World Challenge America: BMW Power at Sonoma.
Fans at Sonoma (USA) were treated to a feast of racing action this weekend. The GT4 America Sprint, GT4 American SprintX, GT4 West, and TC America series each held two races on the support programme for the Blancpain GT World Challenge America. BMW Customer Racing teams enjoyed great success. 

Eleven BMW cars took the start in TC America and pulled off a sensational top-ten lock-out. Steve Streimer (USA, Rooster Hall Racing) in the #81 BMW M240i Racing was joined on the podium by Toby Grahovec (USA, Classic BMW) in the #26 car and Robert Nimkoff (USA, Auto Technic Racing) in the #20 BMW M240i Racing.

The opening race in the GT4 SprintX series saw Sean Quinlan and Gregory Liefooghe (both USA) take victory in both the Pro-Am class and the overall classification in the #19 BMW M4 GT4 run by the Stephen Cameron Racing team. In the Am class, Kris Wilson and John Allen (both USA, Auto Technic Racing) finished runner-up in the #16 car. The fastest laps in both classes also went to the two BMW duos. 

Jon Miller and Harry Gottsacker (both USA) also celebrated a second place. They finished runner-up in the Pro-Am category in GT4 West at the wheel of the #28 BMW M4 GT4, run by ST Racing. In the GT4 Sprint series, a total of four top-ten finishes went to BMW. 

In the Pro class, Toby Grahovec (USA) finished eighth in race one in the #26 BMW M4 GT4. In the Am class, Henry Schmitt (USA, Stephen Cameron Racing), Dmitri Novikov (RUS, Rearden Racing) and Marko Radisic (USA, Precision Driving Tech) came home seventh, ninth and tenth.

In the Pro-Am category of the Blancpain GT World Challenge America, Schmitt and his team-mate Liefooghe again finished seventh. The duo alternated at the wheel of the #87 Stephen Cameron Racing BMW M6 GT3. The Sunday races in all five series had not been completed by the editorial deadline.


W Series: Visser on the podium as runner-up at Misano.
Beitske Visser (NED) put on another impressive display in the third race of this season’s W Series, which was held on the same bill as the DTM at Misano (ITA). 

After her victory at Zolder (BEL) three weeks ago, the BMW Motorsport Junior finished runner-up after a hard-fought battle with eventual winner Jamie Chadwick (GBR). In doing so, she strengthened her grip on second place in the overall standings. 

Visser now has 55 points to her name, 20 more than the third-placed driver and 13 points behind championship leader Chadwick. The fourth race of the season will take place at the Norisring (GER) on 6thJuly. 

British GT Championship: Tough weekend in Silverstone.
The Century Motorsport team endured a difficult race weekend in the British GT Championship at the ‘Home of British Motor Racing’ – the iconic Silverstone (GBR) circuit. In the GT4S class, Angus Fender and Andrew Gordon-Colebrooke (both GBR) finished fourth in the #43 BMW M4 GT4, narrowly missing out on a place on the podium. 

The #42 car came home tenth. The two BMW M6 GT3s, also run by Century Motorsport, failed to finish the race on Sunday. 

terça-feira, 11 de junho de 2019

Coluna Mecânica Online mostra carro elétrico carregado a hidrogênio. Fusão da FCA com a Renault furou

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Coluna
Mecânica Online

Tarcício Dias

11 de julho de 2019



Andamos com o Nexo, veículo 
elétrico de célula de combustível


Muito tem se falado sobre o futuro do automóvel. Qual será a fonte de energia que vai predominar? O futuro dos veículos a gasolina, diesel ou etanol está com os dias contados? O que se sabe é que a indústria automotiva continua investindo seus estudos e apresentando produtos para tornar o automóvel mais eficiente e principalmente reduzir sua emissão de poluentes.

Atendendo convite da Hyundai Motor Brasil fui até Seul, na Coreia do Sul, visitar o centro de desenvolvimento de células de combustível da marca, oportunidade para uma atualização dos mais recentes avanços e rápida volta com o modelo de série NEXO, primeiro veículo originalmente concebido para propulsão por hidrogênio, resultado de 20 anos de desenvolvimento.

O modelo é a última geração de modelos de célula de combustível (FCEV - Fuel Cell Eletric Vehicle) que utilizam hidrogênio para gerar energia elétrica e mover o veículo.


O Hyundai Nexo é um veículo elétrico. A grande diferença, no entanto, está no modo como a energia é gerada. Em vez de carregar o carro na tomada, para ter uma nova carga na bateria, há um tanque de hidrogênio, que, após um processo químico, se transforma em energia para o motor elétrico.

E o resultado desta "queima", é água, que sai pelo escapamento, em vez de gases nocivos como nos motores a combustão.

A potência máxima do motor elétrico é de 163 cavalos de potência e torque de 349 Nm. Em apenas 9,5 segundos o modelo acelera de 0 a 100 km/h. A autonomia é de 595 quilômetros com três cilindros de hidrogênio, cuja capacidade é de 156,6 litros, que pode ser abastecido em até cinco minutos. O conjunto de célula de combustível e tanque de hidrogênio pesa 200 kg.

"Considerando uma frota de 100 mil veículos a célula de hidrogênio rodando por duas horas, teríamos a limpeza de todo o ar que os 8 milhões de habitantes de Seul consomem em uma hora", afirmou Zayong Koo, um dos engenheiros responsáveis pelo projeto.


Dentre as tecnologias presentes, o Nexo conta com diversos recursos autônomos, como o monitor de pontos cegos por meio de câmeras (que exibe numa tela imagens da traseira e das laterais, durante mudanças de faixa), o assistente de manutenção em faixa (em velocidades de até 145 km/h, o carro é capaz de se manter dentro de uma faixa sem o auxílio do motorista), piloto automático adaptativo (que ajusta a velocidade conforme o carro à frente) e sistema de estacionamento autônomo.

O comportamento do modelo é silencioso, com potência e torque disponível desde o primeiro momento, devido sua característica elétrica.

Num circuito simples, de duas retas, foi possível acelerar e observar o comportamento dos freios regenerativos. É possível visualizar a origem da energia através de um painel indicativo, mostrando as reações que estão acontecendo em tempo real.

Para 2019, a Hyundai espera vender menos de 10 mil unidades do Nexo. O modelo custa US$ 70 mil, próximo de R$ 280 mil em nosso Brasil, o que torna ainda caro não apenas aqui, mas também no mercado sul coreano.

Cidades como Seul e Ulsan possuem inventivos que reduzem o valor do modelo pela metade. A garantia é de 160 mil quilômetros ou 10 anos, período em que os componentes da reação interna do hidrogênio funcionam na melhor eficiência, que começa a ser menor após esse tempo.


Como funciona um carro a hidrogênio? O carro a hidrogênio é basicamente elétrico. A grande diferença, no entanto, está no modo como a energia é produzida.
Em vez de carregar o carro na tomada, para ter uma nova carga na bateria, há um tanque de hidrogênio, que, após um processo químico, se transforma em energia para o motor elétrico.
O resultado desta "queima", é água, que sai pelo escapamento, em vez de gases nocivos como nos motores a combustão.
Honda e Toyota também possuem veículos a hidrogênio, o Clarity Fuel Cell e o Mirai, respectivamente.

Assista o vídeo:


Hyundai Nexo
Motor: elétrico (magnético permanente), 135 kW, alimentado por célula de hidrogênio
Potência: 163 cv
Torque: 40,27 kgfm
0-100 km/h: 9,2 s
Velocidade máxima: 179 km/h
Autonomia: 570 - 610 km
Dimensões: 4,67 m (comprimento), 2,79 m (entre eixos)
Porta-malas: 461 litros
Peso: 1.873 kg
Preço: US$ 70 mil.

Mecânica Online

Velocidade - Para se ter uma ideia do quanto é inútil arriscar a vida no trânsito exagerando na velocidade, transitar a 120 km/h numa rodovia cujo limite máximo é de 100 km/h faz com que se ganhem apenas 5 minutos num trajeto de 50 km.

Volkswagen - A nomenclatura GLI nasceu nos anos 80, nos Estados Unidos, como parte da estratégia de esportivos da Volks no mundo, e se refere aos modelos de topo de gama, trazendo todo o apelo dos modelos GTI à classe refinada dos sedãs. Daí a origem do nome Gran Luxury Injection (GLI). É a primeira vez que a Volkswagen oferece no Brasil o Jetta GLI.

Riscos - Estudo recente revela que os acidentes são atribuídos à falta de atenção ao dirigir (41%), imprudência do motorista (35%), uso de bebidas alcóolicas (8%) e uso do celular (6%). A maioria destas ocorrências acontecem nos finais de semana. Segunda-feira, no geral, é o dia com menor incidência de acidentes.

Conectados - A Scania acaba de atingir 20 mil veículos conectados no Brasil, desde o lançamento do serviço em janeiro de 2017. São cerca de 18.800 caminhões e 1.200 ônibus ativos. Ao redor do planeta, a fabricante possui 400 mil veículos comerciais conectados que geram dados usados para melhorias nas operações de transporte dos clientes.

Autônomos - A FCA US e a Aurora anunciaram a assinatura de um acordo para estabelecer as bases de uma parceria poderosa com o objetivo de desenvolver e implantar veículos comerciais de condução autônoma.

Mais autônomos - O Aurora Driver é a plataforma de direção autônoma da Aurora, que compreende o hardware, o software e os serviços de dados que orientam os veículos movidos por ela com segurança em todo o mundo. Oferecendo autonomia de nível 4, o sistema é composto por tecnologia capaz de sentir o ambiente e navegar por ele sem intervenção humana.

Paraíso - A Renault entregou os primeiros carros 100% elétricos para a Administração de Fernando de Noronha. Os seis veículos – 3 Zoe, 2 Twizy e 1 Kangoo Z.E. – e os quatro carregadores foram cedidos para uso oficial da Administração local em regime de comodato. Apesar da perspectiva de energia limpa, Noronha tem a maior parcela de sua energia originada da queima do óleo diesel em geradores.

Elétricos - A Toyota Motor Corporation e a Subaru Corporation (Subaru) divulgaram, no Japão, que irão desenvolver conjuntamente uma plataforma dedicada a veículos elétricos a bateria (BEVs) de médio e grande porte e um SUV BEV para venda sob a marca própria de cada empresa.

Fiat Mobi - Cerca de três anos após seu lançamento, o modelo já ultrapassou a marca de 150 mil unidades vendidas.

Nada de fusão - O Conselho de Administração da Fiat Chrysler Automobiles decidiu pela retirada com efeito imediato da proposta de fusão feita ao Groupe Renault.

Rota da Baleia Franca: um dos maiores espetáculos de Santa Catarina Temporada de vai de julho a novembro e reúne roteiros turísticos dos municípios de Laguna, Imbituba e Garopaba




O litoral sul de Santa Catarina reserva atrativos turísticos únicos no Brasil. Inserida numa Área de Proteção Ambiental, a Rota da Baleia Franca é o único berçário de Baleias Franca do País, que reúne roteiros turísticos dos municípios de Laguna, Imbituba e Garopaba. 

Integrando a região turística denominada Encantos do Sul, a Rota da Baleia Franca é um destino de ecoturismo que engloba a observação de baleias, a Pesca com Auxílio dos Botos – que acontece o ano todo e que é única no Brasil e intitulada Patrimônio Imaterial e Cultural de Santa Catarina, belezas naturais e praias intocadas, Patrimônio Histórico tombado pelo IPHAN, engenhos de farinha, comunidade quilombola, pousadas reconhecidas internacionalmente e gastronomia rica em frutos do mar.

Composta por uma diversidade de produtos, serviços e atrativos integrados, a Rota se destaca também por ter Garopaba como a Capital Catarinense do Surfe, com diversas praias ideais para a prática. Já em Laguna, além do centro histórico tombado pelo IPHAN, há diversas praias, como a do Cardoso, que se destaca no cenário internacional pelo surfe. 


Imbituba também tem diversas praias, como a charmosa e bela Praia do Rosa, e a cidade é considerada um dos melhores locais do mundo para a prática do kitesurf. Somado a isso, a rota reúne diversas competições esportivas de corrida, bike, surf e também de kitesurf.

Próximos a Rota estão outros destinos bem interessantes do estado: a capital Florianópolis, com suas belas praias, gastronomia, história, cultura e vida noturna badalada; Urussanga e seus típicos Vinhos Goethe, que a exemplo de outros vinhos do Brasil e do mundo tem Indicação Geográfica; Tubarão com o Museu Ferroviário, que reúne raros trens a vapor; os Cânions do Sul, com suas belas paisagens; a Serra Catarinense, com sua “cesta” de produtos típicos, como o queijo serrano, carne frescal, maçã da região de São Joaquim, mel de melato de bracatinga, e os renomados vinhos de altitude de Santa Catarina, que harmonizam perfeitamente com o frio e a paisagem local.

Como você pode observar as Baleias Francas?A Rota da Baleia Franca é um dos únicos lugares do mundo que você pode ver as baleias e seus filhotes de perto, em algumas trilhas, costões e até em praias da região, pois a espécie tem comportamento costeiro, e fica muito próxima as praias. 

A temporada vai de julho a novembro, época em que elas migram da Antártida em busca de águas mais quentes e calmas, para se reproduzir, parir e amamentar seus filhotes em SC. Na temporada de 2018, foi registrado o número recorde de 230 baleias.

Roteiros para observar baleias:
Em safáris realizados por nas agências de turismo e receptivo da região, que levam os turistas até os principais berçários da baleia, além de trilhas guiadas e visita aos institutos de preservação locais.


Hotéis e pousadas:
Os três municípios possuem opções de hotéis e pousadas para todos os gostos e bolsos. A vantagem nesta época é que além do avistamento de baleias, há grande disponibilidade de hospedagens, além do melhor tarifário, com ótimas condições de negociação com agências e operadoras de todo país.

Próximo de aeroportos e capitais
Por via terrestre, pela BR-101 (a uma distância de 400 km de Curitiba, pelo norte, e 400 km de Porto Alegre, pelo sul); e por via aérea, os portões de entrada são Jaguaruna (a 70 km) e Florianópolis (a 
100 km). 

Na região também são vistos botos pescadores

Saiba mais sobre a RBF:
Rota da Baleia Franca é fruto de um projeto do Sebrae e do Governo no Estado de Santa Catarina, com apoio da Encantos do Sul, dos municípios de Laguna, Imbituba e Garopaba e ICMBio. Hoje o projeto é coordenado pelos Empresários, através da Federação das Associações Empresariais de SC - FACISC, prefeituras e instituições.

Mais informações e contatos no site da Rota da Baleia Franca http://rotabaleiafranca.com.br/receptivos/

A mais importante feira de negócios do setor de turismo da América Latina será já em Novembro. Acontecerá em Gramado e todos os profissionais da área de turismo podem se inscrever. Para agentes de viagens a inscrição é gratuita




www.festurisgramado.com
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Avaliação - Harley Davidson FXFB FAT BOB 2019



Fotos: Eduardo Motoca (http://vivocommoto.com.br/

Seu nome completo é Harley Davidson FXFB FAT BOB ou poderia ser chamada também de moto do apocalipse Zombie, ela pertence à família Softail (Street Bob, Softail Slim, Fat Bob, FatBoy, Breakout, Deluxe e Heritage Classic). Seu visual agressivo, rebelde e seu porte impõe respeito e mostram logo sua personalidade. 


Apresentada no Salão Duas Rodas em 2017 (eu estava lá) despertou paixões, mas também percebi que torceu alguns narizes dos mais conservadores. Além do bonito o farol de led que lembra um robô de desenho animado e ilumina muito bem, outros itens também chamam atenção, os para-lamas curtos, seu bonito escapamento 2-1-2 com curvas douradas e as ponteiras em aço escovado, seus enormes pneus montados em rodas de liga de alumínio, o motor em preto fosco com detalhes cromados na medida certa sem exageros, os para-lamas curtos e o suporte de placa preso pela suspensão dão o toque de exclusividade. 



A moto disponibilizada gentilmente pela Harley Davidson do Brasil ao VivoComMoto e Carpoint News é modelo 2019 equipada com o “motorzão” Milwaukee Eight 107 (1075cc) V-Twin com ângulo de 45 graus entre os cilindros, novo cabeçote com 4 válvulas por cilindro, duas de admissão e duas de escape por cilindro. 

São 14.9 kgfm de torque a 3.000 rpm, dá impressão de conseguir puxar um barco amarrado, mas isso não a deixa bruta na condução. O nome do motor vem de Milwaukee (sede da Harley) e Eight (quatro válvulas por cilindro). 

O motor conta com sistema EITMS (Engine Idle Temperature Management System) sistema este que gerencia a temperatura do motor em marcha lenta, quando a moto está parada sem aceleração (marcha lenta a menos de 1.200 rpm) velocidade menor que 2 Km/h ou atinge mais de 140 graus, o sistema para de injetar combustível no cilindro traseiro que então faz o papel de “bomba de ar” auxiliando sua refrigeração, assim que o acelerador é acionado ele volta à sua normalidade. 


Em nossa medição durante o teste (cidade e estrada) a moto fez em média 25,3 km/litro, respeitando sempre o limite de velocidade da via rodamos 887 Km o que é uma média excelente pelo seu porte e proposta. 



Após regular os retrovisores que acompanham o design e são bastante funcionais, não vibram atrapalhando a visão, acordei o “motorzão” somente com um toque no botão de start, sem chave, pois ela conta com sistema “keyless” e que delicia de som. O sorriso tomou conta do meu rosto, me ajeitei em seu banco que é muito confortável e fui para rua saindo direto na marginal Pinheiros no horário de pico com muito trânsito o que é normal aqui em sampa. 



Pensei logo que iria sofrer um pouco com uma moto de mais de 300 kg com seu guidão largo, mas para minha enorme surpresa ela fica extremamente leve e ágil, andando bem no meio dos carros, ela não é de forma alguma agressiva e seu motor entrega a potência de forma linear progressiva, ou seja é possível andar em primeira marcha sem solavancos, é claro que ela não esterça muito como uma urbana mas dá conta do recado, e se o corredor for bem fechado ela não passa, aí é só esperar atrás dos carros, mas nada que tire o prazer de pilotar esse “mamute”.

Sim, ela esquenta ainda mais no anda e para, mas é uma característica desse tipo de motorização, o calor que emana do motor, que não é assimétrico em relação ao quadro ficando mais saliente do lado direito pode até incomodar, principalmente quando se fica “preso” no trânsito, mas na estrada com ela em movimento constante não incomoda. 




Estranhei um pouco a posição de pilotagem com os pés bem à frente (estou acostumado com nakeds) mas depois de pouco tempo, esta posição lhe dá um conforto que mesmo andando muito, no fim do dia não sente dores nas costas e braços. O assento está a 710 mm do chão o que deixa o piloto de estatura baixa com os pés bem apoiados dando mais segurança nas manobras, claro que exige uma certa força nas pernas.

O chassi foi melhorado em relação ao modelo anterior e está 15 Kg mais leve além de ter melhorado cerca de 65% sua rigidez. Um detalhe bem legal, no quadro da moto existe uma porta USB que pode ser utilizada para carregar seu celular com a moto parada, um mimo muito útil.

As suspensões são firmes e dão conta do recado, mesmo passando por ondulações e buracos, não chegaram ao fim do curso e não senti em nenhum momento aquela porrada na coluna. Na dianteira são invertidas Showa Dual Bending Valve (SDBV) do tipo cartucho com 43 mm e na traseira mono-amortecida com amortecedor escondido sob o banco que pode ser regulada em 5 posições num prático manipulo. Testei nas posições 3 (médio) 5 (mais dura) e 1 (mais mole) e a que mais me agradou foi a 3 mesmo, pois me deu conforto e firmeza na pilotagem. 




Como sempre tivemos o privilégio de pilotar na chuva, digo privilegio pois conseguimos avaliar a moto sob todas as condições, com a pista bem molhada me senti seguro, os pneus de perfil alto medidas 150/80-16,71 dianteiro e traseiro 180/70B16,77 da marca Dunlop são bons e não passei por nenhum susto, mesmo quando fui “fechado” na avenida 23 de maio, tive que mudar de trajetória rápido, enfim…isso acontece. 



Os freios ótimos e que atuam de forma progressiva tem ABS de série, sendo dois discos de 4 pistões na dianteira e disco simples de 2 pistões flutuantes na traseira. O painel é minimalista, contém o necessário (Tacômetro analógico de 4 polegadas com velocímetro, indicador de marcha, odômetro, nível de combustível, indicador de consumo de combustível e odômetro parcial digitais), confesso que apesar de muito bonito e com excelente acabamento achei ruim o fato de ter que olhar para baixo toda vez que se quer ler as informações, principalmente se o sol estiver batendo diretamente. Toda a fiação e cabos estão escondidos dentro do guidão, mantendo um visual limpo e espartano. 



No fim de semana coloquei a Fat Bob na estrada que é “sua praia”, uma moto incrível, a tocada é gostosa demais, suas suspensões passam segurança e nas curvas tem que se tomar um certo cuidado pois com os grandes pneus ela as vezes teima em não inclinar mas percebi que é coisa de costume, depois de algum tempo você já se sente à vontade, tome cuidado para não deitar muito pois ela vai raspar a pedaleira com certeza. 

O destino inicial era a cidade de Monteiro Lobato distante 129km da capital, na qual o escritor de mesmo nome era proprietário de uma fazenda que aparece em seus livros, rodando pela SP 50 são quase 70 km de curvas torneando a serra, hora com arvores cobrindo o caminho, hora um rio ao lado, a moto desfilava e deslizava no asfalto com maestria. Fique muito esperto e tenha atenção com a vegetação que cai na pista pois, você pode escorregar em um galho, por exemplo. 



Segui em frente e acabei indo até São Francisco Xavier que é outra cidade muito agradável, cheia de cachoeiras e atrativos de aventura. Vale a pena almoçar na padaria e restaurante Vale Verde, comida caseira gostosa e barata. Após um passeio pelas pacatas ruas da cidade, retornei a sampa pilotando mais 170km até em casa, mesmo com esse dia cheio não me senti cansado, pelo contrário muito feliz e animado, pronto para outra aventura. 



Resumo
A moto é excelente para viagens, tem uma autonomia de cerca de 320km (respeitando o limite das vias) que casa muito bem com um descanso a cada 2 horas e meia por exemplo, dando conta de uma viagem muito maior sem sentir o peso no corpo, o assento confortável e a posição ajudam muito. Na cidade ela tem a dificuldade de uma moto de seu porte, vai bem nos lugares mais abertos e sofre no trânsito travado, mas em resumo é um “motão”.

É comercializada nas concessionárias da marca com valores a partir de R$ 65.900,00 na versão 107 com motor 1.745 cm³ nas cores (Vivid Black, Black Denim, Red Iron Denim e Bonneville Salt Denim) e R$ R$ 72.900,00 na versão 114 com motor 1.868cm³ nas cores Vivid Black, Black Denim, Red Iron Denim, Bonneville Salt Denim e Industrial Gray Denim).



BMW Group e Jaguar Land Rover anunciam colaboração para a próxima geração de tecnologia eletrificada.  A tecnologia BMW “Gen 5”, a quinta geração do sistema BMW eDrive, atenderá às futuras colaborações com a Jaguar Land Rover;  Ambas empresas compartilham a mesma visão sobre tecnologias de mobilidade direcionadas para o futuro




À medida que desenvolve os seus projetos para a mobilidade premium do futuro, o BMW Group está cada vez mais focado em parcerias para ajudar a disseminar a próxima geração de tecnologias de eletrificação até o início da próxima década. 

A cooperação entre os fabricantes de automóveis para compartilhar expertise e recursos é importante, pois a indústria automotiva enfrenta desafios tecnológicos significativos envolvendo condução autônoma, conectividade, eletrificação e serviços compartilhados (ACES).

Passados três anos desde o lançamento da Estratégia NUMBER ONE> NEXT, o BMW Group segue firme no caminho correto, tendo estabelecido uma posição sólida como um dos maiores provedores de mobilidade eletrificada do mundo. O BMW Group está liderando o mercado premium global com o maior portfólio de veículos eletrificados e a maior participação de mercado entre os tradicionais concorrentes do segmento de luxo.


Motorização elétrica altamente integrada
O BMW Group e a Jaguar Land Rover confirmaram que estão unindo forças para desenvolver a próxima geração de unidades motrizes elétricas em um movimento de apoio ao avanço das tecnologias de eletrificação necessárias para a consolidação de um futuro em que o ACES esteja cada vez mais presente.

O BMW Group e a Jaguar Land Rover compartilham a mesma visão estratégica de tecnologias de motorização elétrica, sustentável e voltada para o futuro. O BMW Group possui longa experiência de desenvolvimento e produção de várias gerações de unidades de motrizes elétricas desde que lançou o pioneiro BMW i3, em 2013. A Jaguar Land Rover demonstrou sua capacidade com essa tecnologia por meio do lançamento do Jaguar I-Pace e de seus modelos híbridos plug-in.

A tecnologia do BMW Group, considerada a mais sofisticada da atualidade, agrega motor elétrico, transmissão e gerenciamento eletrônico em um único compartimento. E esta tecnologia não utiliza as chamadas ‘terras raras’ – um conjunto de 17 elementos químicos não raros, mas de processamento complexo –, permitindo que o BMW Group reduza a sua dependência de disponibilidade à medida que continua ampliando sistematicamente sua gama de modelos eletrificados.

A partir do próximo ano, o BMW Group apresentará esta unidade motriz elétrica, a quinta geração (“Gen 5”) de sua tecnologia eDrive, no BMW iX3 Sports Activity Vehicle. A unidade elétrica Gen 5 será o sistema de propulsão no qual as gerações subsequentes lançadas em conjunto com a Jaguar Land Rover serão baseadas.

A parceria permitirá que o BMW Group e a Jaguar Land Rover aproveitem o uso eficiente dos recursos para o desenvolvimento compartilhado de futuras tecnologias e de planejamento de produção, bem como proporcionará economia de escala em compras conjuntas.

Uma equipe de especialistas do BMW Group e da Jaguar Land Rover, sediada em Munique, na Alemanha, terá a tarefa de desenvolver ainda mais unidades de geração Gen 5, com a produção das transmissões elétricas por cada parceiro em suas próprias instalações de fabricação. Ambas as empresas procurarão adequá-las aos seus próprios projetos específicos.

Abertura de tecnologia
O desenvolvimento de tecnologias novas é necessário para que a empresa atenda aos requisitos de clientes e normas regulatórias em todo o mundo, que geralmente variam de acordo com o mercado. Isso significa que o BMW Group continuará a aprimorar seus motores de combustão, ao mesmo tempo em que impulsiona a estratégia de mobilidade com veículos elétricos a bateria e híbridos plug-in e investindo em novas tecnologias, como motorizações para células de combustível.

Para mais informações sobre a BMW Brasil acesse: 
www.bmw.com.br

BMW oferece condições especiais de vendas em junho


A BMW do Brasil está com condições especiais de vendas no mês de junho. A linha completa de veículos da marca está com taxa zero de juros, em financiamentos para pessoa física, com entrada de 60% mais 24 parcelas mensais. 



A taxa é oferecida pela BMW Serviços Financeiros e é válida somente para financiamento dos veículos em sua configuração original. As condições são válidas por todo o mês de junho, ou enquanto durarem os estoques. 


A campanha é válida para todos os modelos da fabricante (modelo 2019), à exceção dos modelos BMW 330i M Sport e BMW X1 nas versões Plus.  


"Este ano vem sendo muito importante para a BMW, que é a líder de vendas do segmento de luxo em 2019 com ampla vantagem sobre a concorrência. Queremos agradecer aos clientes por esses resultados e, para isso, estamos oferecendo condições ainda mais vantajosas em junho para conquistar o seu BMW", avalia Mário Janssen, CEO do BMW Group Serviços Financeiros.
















Scania comemora marca de 20 mil veículos conectados no Brasil, mais de 400 mil no mundo. Lançados em 2017, Serviços Conectados oferecem duas opções de pacotes e fazem a diferença na nova gestão dos clientes do transporte de cargas



São Paulo, 10 de junho de 2019 – A Scania acaba de atingir 20 mil veículos conectados no Brasil, desde o lançamento do serviço em janeiro de 2017. São cerca de 18.800 caminhões e 1.200 ônibus ativos. A projeção da fabricante é atingir 28 mil até o fim de 2019. Ao redor do planeta, a Scania possui 400 mil veículos comerciais conectados que geram dados usados para melhorias nas operações de transporte dos clientes.

“Toda esta inteligência de dados nos proporcionam resultados práticos fantásticos. Conseguimos ir bem no detalhe da operação do cliente para economizar combustível e diminuir emissões de poluentes, aumentar a rentabilidade e disponibilidade da frota, além de ajudar a melhorar a condução do motorista e diminuir os acidentes”, afirma Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil. “A conectividade criou uma nova gestão para quem atua no setor de transportes e a sobrevivência no mercado passa por tirar o máximo de proveito da análise qualitativa dos dados da viagem.”


Nos Serviços Conectados Scania os dados são enviados por um módulo (Communicator), instalado nos veículos desde maio de 2016; para veículos a partir de 2012 é possível também instalar, mas com um custo. São duas opções de pacotes (Análise e Desempenho). O Análise, gratuito por 10 anos, gera relatórios semanais e mensais. O Desempenho, de custo muito competitivo, permite um acompanhamento em tempo real do veículo e do motorista, individualmente, e tem o retorno imediato do investimento.

“Estamos comemorando bastante esta marca de 20 mil veículos conectados no Brasil. Não se trata apenas de um número, mas do quanto estamos interferindo positivamente na redução de custos dos clientes, sejam pequenos, médios ou grandes clientes”, diz Fábio Souza, diretor de Serviços da Scania no Brasil. 



“O mais interessante é que são 7 mil veículos com o pacote Desempenho, que representam cerca de 35% dos 20 mil. Ou seja, o cliente está investindo porque enxerga um benefício. Ele vê na prática o quanto pode diminuir de custos com diesel, desgaste de pneus e lonas, manutenção e, desta forma, aumentar a vida últil da composição”, completa Souza. 

De acordo com o diretor, os 7 mil veículos com o pacote Desempenho colocam a Scania Brasil em quarto lugar no ranking mundial entre todos os mais de 100 países onde a fabricante atua. Dos 7 mil, são 6.700 caminhões e 300 ônibus. Em junho de 2018, eram menos de 10 mil conectados e apenas 766 veículos com o pacote mais completo. 


“A opção do Desempenho pulou de 8% do total para os 35% deste momento. É um sucesso absoluto. A rede de concessionárias Scania pode demonstrar ao cliente todas as vantagens dos Serviços Conectados, inclusive com projeções reais com base no dia a dia de rodagem da frota.”

Tendência
A Scania lançou no Brasil, em outubro de 2018, sua Nova Geração de caminhões, que elevou ainda mais os benefícios da conectividade por meio dos serviços. “Para quem tem o veículo da geração anterior e está adquirindo o lançamento estamos comprovando a importância da continuidade. Por outro lado, os novos clientes da marca já percebem claramente o salto de rentabilidade. A tendência de conectar o caminhão com o serviço pago só aumenta. Quanto mais tecnologia tiver o produto mais a conectivade irá contribuir. É a nova gestão sustentável do negócio”, salienta Souza.

A tendência se comprova pelos números. Dos quase 1.900 caminhões conectados da Nova Geração, cerca de 1.100 já têm o pacote Desempenho. São quase 60% do total. “A curva vai continuar subindo”, prevê Souza.


Conectividade“Nenhum outro concorrente revolucionou tanto o mercado com soluções de serviços nos últimos anos como a Scania. Desde o Driver Services (treinamento), o Programa de Manutenção com Planos Flexíveis (16% na redução de custos e aumento de até 20% de disponibilidade), até a novidade mais recente, o PMS Fleet Care (para cada cliente é designado um gestor de frota para cuidar dos veículos). Tudo o que envolve produto e serviços na Nova Geração passa pela conectividade”, conclui Souza.

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