Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Por um Brasil melhor. O sistema de transporte ferroviário no Brasil

  

 (Texto editado por Carlos Casaes e Carla Maria) 

Por incrível que possa parecer, o Brasil já possuiu uma Rede Ferroviária Federal que esteve integrada pelos seguintes segmentos:

01. Estrada de Ferro Madeira-Mamoré – 10. Estrada de Ferro Bahia-Minas

02. Estrada de Ferro de Bragança     - 11. Estrada de Ferro Leopoldina

03. Ferrovia São Luís/Teresina     - 12. Estr. de Ferro Central do Brasil

04. Estrada de Ferro Central do Piauí – 13. Rede Mineira de Viação

05. Rede de Viação Cearense          - 14.  Estrada de Ferro Goiás

06. Estrada de Ferro Mossoró-Sousa – 15. Estr. Ferro Santos a Jundiaí

07. Estrada de Ferro Sampaio Correia – 16. Estr. Noroeste do Brasil

08. Rede Ferroviária do Nordeste - 17. Rede Via. Paraná-Sta. Catarina

09. Viação Férrea Fed. Leste Brasileiro – 18 Estr. Fer. Teresa Cristina.


Criada em 1957, no governo de Juscelino Kubitschek, a partir da incorporação desses segmentos, tendo incluída em 1959 a Estrada de Ferro de Ilhéus, enquanto que, somente em 1968, incorporou a Estrada de Ferro de Nazaré. Na verdade, havia praticamente uma integração nacional, que privilegiava o transporte pessoal e de cargas, com indiscutível eficiência.

Esse modal ferroviário, mesmo concorrendo com o modal rodoviário, funcionou bem até o início dos anos 70. Por conta do II Plano Nacional de Desenvolvimento, deveria ainda mais acelerar a sua expansão, o que, em verdade e lamentavelmente, não ocorreu.

Durante a ditadura militar, foi extinto o Departamento Nacional de Estradas de Ferro. Na gestão Figueiredo, os investimentos oficiais concentraram-se na manutenção da malha existente. Mas foi ali que 296 km de vias foram eliminadas, restando extensão de 22.848 km. Mas já era delicada a situação da rede àquela altura.

A verdade foi que, nos anos 80, não conseguiu sequer assegurar a manutenção do sistema e foi perdendo qualidade e confiabilidade. Tanto assim que, no início dos anos 90, acabou restringindo-se a uns poucos clientes cativos, produtores de bens de baixo valor agregado, fundamentalmente minérios, derivados de petróleo, cimento e grãos.

E é de se ver que, em 1884, o Brasil contava com nada menos do que 6.116 km de ferrovias, ao lado de 1.650 km em construção. Quando das comemorações do 1º Centenário da Independência do Brasil, já existia no país um sistema com cerca de 29.000 km de extensão, para o que eram utilizadas 2.000 locomotivas a vapor e 30.000 vagões em tráfego.

No entanto, embora a evolução tecnológica de construção, o seu crescimento não chegou a ser expressivo, até mesmo a partir da 2ª Guerra Mundial. É que a concorrência das rodovias conseguia atrair os investimentos governamentais, com o lema radical e equivocado do Presidente Washington Luiz: “Governar é abrir estradas”.

A tração elétrica, destinada a substituir a tração a vapor, foi introduzida no país em 1930. Enquanto em 1939 teve início a substituição da tração a vapor pela diesel-elétrica, processo que se interrompeu durante a Guerra, até cerca de 1950.

Com a criação, em 1942, da Companhia Vale do Rio Doce, esta absorveu a Estrada de Ferro Vitória a Minas, modernizada para suportar o tráfego pesado com o transporte do minério de ferro entre Itabira e Porto de Vitória. Ferrovia que chegou a atingir 37.200 km de linhas até 1960. Estacionando, porém, por muitos anos.

Mas, até 1979, vários trechos foram desativados, por serrem considerados antieconômicos, chegando a 30.550 em 1979. Foi quando o Brasil desceu para o 4º lugar nas Américas, em extensão ferroviária, e 2º na América do Sul. Perdendo a liderança para a Argentina que detinha cerca de 40.000 km de linhas instaladas.

Em 1998 a RFFSA encontrava-se em fase de liquidação e acabou sendo dissolvida entre 1999 e 2004, quando a sua desestatização foi concluída no Governo de Fernando Henrique Cardoso. A RFFSA existiu, portanto, por 50 anos e 76 dias, para ser oficialmente extinta por Medida Provisória em 2007, convertida em Lei já no governo de Lula.

Á época, a privatização foi uma das alternativas para retomar os investimentos no setor ferroviário. No Governo de FHC foram concedidas linhas públicas para a exploração pela iniciativa privada, no que concerne ao transporte de carga. Não houve, no entanto, interesse.

Já em 1994, com dívida de R$3 bilhões, sem vislumbre de possibilidade de equacionamento, e um passivo trabalhista da ordem de 1 bi, chegou-se a conceder à iniciativa privada as malhas regionais.

A verdade foi que, em 1984, os sistemas de transporte de passageiros nas grandes cidades foram transferidos para a recém criada Companhia Brasileira de Trens Urbanos que, por sinal, ficou responsável pelos trens das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza.

Em 1994, a sua receita líquida era de cerca de 0,5% do faturamento total, o que mostrava ser um serviço deficitário, com pouco atrativo para a iniciativa privada.

Na Europa

Em contrapartida à situação brasileira, e para que se tenha em conta a importância do sistema ferroviário no mundo, examinemos o caso da Europa, o mais desenvolvido continente do mundo. São 50 países, totalizando 250 mil km de malha ferroviária. Sua extensão territorial marca 10.180.000 km², para uma população de 710 milhões de habitantes.

Vê-se, nessa dimensão, de que o principal modal destinado ao transporte de carga, na Europa, portanto, vem a ser a ferrovia. A sua malha ferroviária é um dos principais destaques daquele continente. Entenda-se de que são mais de 250 mil km de malha ferroviária ali, a qual promove a ligação entre mais de 20 países, ao lado de ser, igualmente, fundamental para a movimentação interna, bem assim para o transporte de carga.

Essa sua condição de facilidade do transporte ferroviário entre os países é destaque no mundo. Observe-se de que, além de proporcionar uma maior integração entre as nações, as ferrovias promovem, também, uma versatilidade no comércio, elevando os limites do fluxo de mercadorias de exportação entre os diversos países.

Analisando a situação do Brasil, entende-se que necessita de um custo bastante elevado para importar e exportar produtos das e para as principais nações do mundo. Tantas delas, inclusive, encontram-se na própria Europa. A expansão da malha ferroviária na Europa, portanto, permite que essa troca comercial ocorra de modo muito mais prático, bem assim com menores custos logísticos.

Para finalizar essa análise, entenda-se que o sistema ferroviário responsável pela integração dos países europeus, além de tudo, é um excelente atrativo para a atividade do turismo, por conta da extrema facilidade que os seus usuários têm em se deslocar por diversas regiões usando dos meios ferroviários mais facilmente e com custo menor.

 Nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, são 22 mil km de ferrovias, cujo início da sua construção ocorreu em 1827. Em toda a rede estão cerca de 180 mil pessoas trabalhando, sendo que todo o setor é privado, onde atuam cerca de 600 operadoras, das quais as maiores apenas 8, que representam um total de mais de 60% do frete.

As tarifas são estabelecidas pelas próprias empresas, mas reguladas pelo Conselho de Transporte Terrestre. Ao todo são 7 ferrovias transcontinentais que cruzam o território do país de oeste/leste. Mas é baseado no transporte de mercadorias. Embora com significado social importante, não é rentável. As empresas são realizadas pela estatal AMTRAK que opera, pelo menos, 265 trens por dia e é a única empresa especializada em transporte ferroviário de longa distância de passageiros. São 265 trens operados por dia através de 19 empresas.

Na realidade, os bilhetes de trem nos Estados Unidos são caros e não se distanciam muito dos bilhetes de avião. No entanto, preferem os trens as pessoas que não têm pressa e gostam de desfrutar da paisagem. Como os voos para algumas cidades são raros, o trem também é um desaguadouro. Ao lado de que a qualidade dos serviços ferroviários é muito alta. São comuns nas rotas ocidentais do país os “superliners” de dois andares, equipados com vagões-restaurantes, “longes” e outras vantagens.

No Japão


No Japão, o transporte ferroviário é um dos principais meios de locomoção de passageiros, notadamente para viagens em massa em alta velocidade, considerando a ligação entre as principais cidades, bem assim para o transporte de passageiros nas áreas urbanas.

Com respeito ao transporte de mercadorias, é pouco usado, considerando apenas 0,84% do seu movimento de mercadorias. Por outro lado, é altamente eficiente a rede privada que funciona com especial pontualidade. Por sinal, são serviços que são operados por mais de 100 empresas privadas.

Entenda-se, também, que seis empresas regionais do Japan Railways Group (que foram estatais até 1987) são as que fornecem serviços de passageiros para a maioria das partes de Hokkaido, Hinshu, Shikoku e Kyushu. Também,16 grandes empresas regionais fornecem serviços ferroviários como parte de suas operações corporativas. Por outro lado, dezenas de pequenas ferrovias privadas são locais.

Muitas delas estão entre as principais corporações do país. Com a construção de ferrovias, empresas privadas desenvolveram comunidades integradas ao longo das linhas ferroviárias, permitindo alcançar lucratividade e diversificando em imóveis, varejo e inúmeros outros negócios.

Existem 27.268 km de trilhos atravessando o país. Só o JR (grupo de empresas constituído depois da privatização do JNR) controlou 20.135 km de tais linhas em 1996, sendo que os demais 7.133 ficaram sob a responsabilidade de companhias locais privadas.

Essas ferrovias transportaram, no Japão, 7.289 bilhões de passageiros (correspondendo a 260 bilhões de passageiros/km, de 2013 para 2014). Em termos comparativos, a Alemanha possui mais de 40.000 km de ferrovias, transportando tão somente 2,2 bilhões de passageiros/ano. Por conta de toda essa movimentação, o Japão dispõe de 46 das 50 estações ferroviárias mais movimentadas do mundo.

Mas é de se notar de que o uso principal é das linhas urbanas e intermunicipais. Por conta disto, Fukuoka, Kobe, Kyoto, Nagoya, Osaka, Sapporo, Sendai, Tóquio e Yokohama dispõem do metrô. Contrariamente à Europa, por sinal, a grande maioria do tráfego de passageiros ocorre em trens suburbanos, mas que cruzam as áreas metropolitanas. Da mesma sorte como muitas são as cidades que possuem redes de bondes e monotrilhos.

As maiores cidades japonesas são ligadas pioneiramente pelo “shinkansen” de alta velocidade, alcançando até 320km/h. Em contrapartida, na linha convencional ou “zairaisen”, outros trens operam em relativa baixa velocidade, em torno de 160km/h.

Enquanto isto, as ferrovias do Japão foram responsáveis pelo transporte de 31 milhões de toneladas (21 bilhões de toneladas/km) de mercadorias, isto entre 2013 e 2014. Porque a participação das ferrovias na logística nacional está em torno de 6,2%, números de 2010. Por sinal, a mais baixa do G8.

Na China

A história do transporte ferroviário na China está dividida em 3 partes: a dinastia QING (até 1912), durante a República da China (1912 a 1949) e sob a República Popular da China (desde 1949).  Em 1865 os ingleses construíram 600m de ferrovia em Pequim, mas o governo Qing a desmantelou totalmente.

O primeiro trem chinês correu em 1876 em Xangai, na Ferrovia Wusong, de 14 km até Wusong, desmontada um ano depois pelo governo Qing.

O Império Russo traçou, no entanto, a Eastern Chinese Railway na Sibéria e no Nordeste da China Mongólia interior e Heilongiang, iniciando operação em 1901. A partir de 1903 começou a transportar passageiros.

A South Manchurian Railway Company foi fundada no Japão em 1906, depois da Guerra russo-Japonesa de 1905.

Em 1945, após a segunda guerra mundial, a União Soviética libertou Monchoukuo dos japoneses e saqueou a empresa japonesa, assinando um novo acordo com a China.

Entre 1997 e 2017, o Ministério das Ferrovias tomou medidas para aumentar a velocidade dos trens, melhorando a rede nacional. Pontes e túneis, duplicação de single tracks, eletrificação de certas linhas, aumento do raio de certas curvas e instalação de vias dedicadas aos trens de alta velocidade, permitiram aumentar a velocidade média do passageiro chinês em trens de 43 a 135 km/h, triplicando em apenas 20 anos.

A rede de transporte ferroviário na China se tornou a segunda do mundo, com mais de 144.000 km de trilhos em julho de 2020, incluindo quase 39.000 km de vias de alta velocidade, sendo o primeiro em termos de vias eletrificadas com 1.000.000 km de linhas, ou seja, 69,5 de sua rede. Tendo o comprimento da rede aumentado 7 vezes desde 1949.

Em dezembro de 2020, a rede de alta velocidade chinesa está como a primeira do mundo, após investimentos de 2.100 bilhões de dólares desde 1990, bem assim pela importação de tecnologias de alta velocidade da França, Canadá, Suécia, Suíça, Alemanha e Japão.

A China tem a segunda maior rede ferroviária do mundo, compreendendo a maior rede de alta velocidade do mundo, onde todas as divisões provinciais são servidas por linhas convencionais, exceto Macau e linhas de Autonomia da China.  Com o desenvolvimento da rede de alta velocidade, as linhas convencionais mantêm um papel regional no transporte de passageiros, bem assim asseguram a crescente necessidade de transporte de mercadorias.

Desde o início da linha de alta velocidade Pequim-Rianjin, em 2008, a China entrou em nova era de desenvolvimento da rede de linhas de alta velocidade. Em 12 anos essa rede de linha de alta velocidade da China representa 78% do total mundial, com mais de 36.000 km de vias para trens de alta velocidade.

O trem tornou-se, de longe, o principal meio de transporte chinês, com mais de 2.500 estações principais e mais de 132 cidades milionárias atendidas. Só em 2012, foram realizadas mais de 19 milhões de viagens de comboio.

Mas, com o acidente de 2011, a velocidade máxima de 350 km/h de alguns trens foi reduzida para 300 km/h. No entanto, desde junho de 2017 que a velocidade de 350km/h foi autorizada para as linhas principais.

O trem geral é o tipo mais lento, que para em todas as estações. Com o desenvolvimento dos trens de alta velocidade eles vêm sendo substituídos.

Os 15 roteiros mais charmosos do mundo

Sem dúvidas, um dos setores da economia dos países mais beneficiados por um eficiente serviço ferroviário é o TURISMO. A excelência dos serviços, sobretudo o atendimento cada vez mais eficiente, conduz os viajantes em todo o mundo a privilegiar os deslocamentos por trem, nos diversos roteiros.

Mas, no mundo inteiro, pelo menos 15 desses roteiros curiosos são destacados como os mais famosos, que têm a característica de propiciar as viagens mais prazerosas. É esse percurso que vamos proporcionar a partir de agora.

01. The Rocky Mountain – Canadá – Dos mais belos e luxuosos no Canadá, com duração de 2 dias e preço a partir de R$4.425,00.

02. TransAlpina – Nova Zelândia – São 223 quilômetros percorridos através de montanhas cobertas de neve.

03. Trens do Fim-do-Mundo – Argentina – De Buenos Aires à Terra do Fogo. Ida-e-volta: R$125,00.

04. Alaska Railroad – Estados Unidos – Roteiros pelo Alaska, Coastal Classic para adultos, a partir de R$325,00.

05. Transiberiana – Rússia – Uma travessia transiberiana, correspondendo de Moscou até Vladivostok.  Por 9.288 km de extensão em até 8 dias de viagem.

06. Glacier Express – Suíça – É o expresso mais lento do mundo, percorrendo os Alpes Suíços durante 8 horas, pelas quais atravessa 91 túneis e mais de 290 pontes, entre elas, mais de 35 do maior interesse. A partir de R$550,00.

07. Bernina Express – Suíça/Itália - Roteiro passando pela mais antiga cidade da Suíça: Chur, até Davos, ou St. Moritz, na Suíça, a Tirano na Itália. São 25 paradas.

08. Transcantábrica – Espanha – É um trem de luxo, visitando locais de destaque no norte da Espanha, tais Santiago de Compostela, Viveio, Oviedo, Bilbao, San Sebastian, Santander, dentre outros. R$3.700,00.

09. The Royal Scostman – Escócia – Percorrendo as terras altas da Escócia, bem assim suas belas florestas, com paradas até para degustar o “whisky escocês” em algumas destilarias, por cerca de R$11.300,00.

10. Oriente Express – Europa – Seguramente, este é o mais “badalado” dos trens que percorrem trajetos especiais. São vários os seus roteiros, incluindo as mais encantadoras cidades. Destacando-se os seguintes trechos: de Londres a Veneza, de Paris a Veneza, de Istambul a Paris e de Berlim a Paris. Pelo custo de R$12.900.

11. The Ghan – Austrália – São 2.979 km pelos circuitos da Austrália, com duração de 3 a 4 dias, com visita a cidade de Darwin, e paradas em Katherine, Alice Springs, Cooler Pedy, Adelaide, entre outras. Por cerca de R$8.000,00.

12. Mont Blanc Express – França e Suíça – Roteiro entre Martigny e Charmonix, transitando por desfiladeiros, florestas, curiosos vilarejos, além da geleira de Mont Blanc (a mais alta da Europa). Por cerca de R$118,00.

13. Maharaja’s Express – Índia – Esse circuito proporciona 6 opções de trajeto: por Mobaé, Ajanta, Udaipur, Jodpur, Bibauer, Jaipur, entre outros. A partir de USD3.850.

14. Rovos Rail – África – Nesse roteiro encontram-se alguns dos principais destinos da África do Sul, como Pretória à Cidade do Cabo, Pretória a Durban, Pretoria a Victoria Falls, Pretoria a Swakopmundi (Namíbia), entre outros.


15. Serra Verde Express – Brasil – Trecho de Curitiba a Morretes, em mais de 150 km transitando pela Serra do Mar, o que lhe proporciona atravessa 30 pontes e 14 tuneis. Essa ferrovia, por sinal, data de 1885. O custo a partir de R$125,00 por pessoa.

O EUROSTAR

Um dos exemplos mais consagradores do transporte ferroviário no mundo é o EUROSTAR. O famoso túnel que foi construído sob o Canal da Mancha, para ligar, por via ferroviária, a Europa (França) ao Reino Unido. Na realidade, além da França, o Eurostar Liga Londres, também, a Bruxelas e a Amsterdam.

São 18 trens diários, em tempo normal, porquanto, em virtude da crise da pandemia, passou a simplesmente um trem diário. Tal situação levou a um prejuízo para arrecadar menos de 82% do faturamento, desde o início de 2021.

O impressionante é que, no Percurso de Londres a Paris leva apenas menos de 3 horas de viagem. Para que se tenha ideia da sua importância, veja-se que, em 1919, transportou nada menos do que 11 milhões de passageiros, para o que os seus trens alcançam velocidade de 300 km/h.

A sua história, em verdade, remonta a 1802, quando foi imaginado pela primeira vez, mas que se destinaria a um trajeto para o tráfego de carruagens, com uma ilha no meio destinada à troca de animais.

Na realidade, a sua construção foi decidida mesmo desde 1986, quando foi publicado o decreto entre a França e a Inglaterra autorizando a sua realização sob o Canal da Mancha. Já a sua inauguração ocorreu em 9 de maio de 1994, no percurso entre Folkstone (Inglaterra) a Couquelles (França).

A dimensão é do túnel é de 50,5 km de extensão, sendo que 37,9 encontram-se sob o Canal da Mancha. Enquanto o seu ponto mais baixo está a 75m de profundidade. Para a sua construção, foram empregados 13 mil trabalhadores e as obras duraram 6 anos até a sua inauguração.

Em verdade, existem 3 tuneis, dois deles com 7,6m de diâmetro, cada, destinados aos ramais ferroviários. No meio, um terceiro com 4,8m e afastados 15m dos outros dois. Estes são destinados aos serviços de manutenção. Para a construção do túnel, foram empregadas 11 escavadeiras dos dois lados, simultaneamente.

A capacidade de cada trem é de transportar 750 passageiros, sendo a tarifa em torno de R$150. Já os “Le Chuttles”, destinam-se ao transporte de veículos e o valor da tarifa está em torno de R$90.

Momento Atual

Na realidade, todo esse nosso esforço decorre do fato de que não nos conformamos pelo fato do Brasil não possuir um serviço de transporte ferroviário que compatibilize com a sua dimensão. País de proporção continental (8.514.876 km² de extensão), praticamente comportando nada menos do que metade da dimensão da América do Sul (17.819,100 km²), encontra-se, sem dúvidas, entre as maiores nações do mundo. Comparando-o compatibiliza-se, por exemplo: Estados Unidos (9.371.174,871 km²), China (9.596.960 km²), Japão (4.479.388 km²) e até mesmo considerando-se a Europa (10.180.000 km²). Se imaginarmos, por acaso, no seu próprio continente, a Argentina, é uma covardia: 2.791.810 km², representando mais de três vezes o território da nação vizinha.

No entanto, o nosso querido Brasil padece da lamentável – sob todos os aspectos – ausência de um sistema ferroviário que lhe agite a economia. Verdade de que, depois do total abandono ocorrido no século passado, identifica-se um alento com as notícias de que novos projetos de construção de pequenos trechos de ferrovias que estão sendo anunciados perfazem um total de 6.839,69 km.

Um desses exemplos é a denominada de “Ferrovia de Integração Leste-Oeste” (FIOL), cuja construção já foi iniciada desde 2016, com 1.500 km em 3 trechos, a saber\; Ilhéus/Caetité (BA), Caetité/Barreiras (BA) e Barreiras(BA)/Figueirópolis (TO). Esse trecho teria conexão com uma outra linha, a denominada Norte/Sul. Esta, numa extensão de 4.100 km, com ligação entre diversos setores nos Estados de MS, MG, SP, SC, RS, GO, MA e TO.  Como Também se conectaria com a denominada Ferroeste, que transita de Dourados (MS) a Paranaguá/Pontal do Paraná (PR), com 1.370km.

Observe-se de que o objetivo é, exclusivamente, atender ao mercado brasileiro de produção da agricultura, de minerais e da indústria. O turismo – um vetor econômico extremamente afetado e que proporciona uma extraordinária movimentação humana entre os diversos destinos - não está sendo considerado. Mas, tenha-se em consideração todo o deslocamento de pessoas, sejam quais forem os seus objetivos. Deslocamento que, hoje, ocorre preferencialmente por via rodoviária – com as dificuldades naturais, seria extremamente valorizado com a possibilidade das ferrovias, como no resto do mundo.

Os meios oficiais incluem que, em 27 de fevereiro deste ano, mais 5 adesões de setores privados ocorreram, subindo para 27 o total de contratos com o particular, destinados à implantação de novas estradas de ferro, no chamado Marco Legal das Ferrovias.

Asseguram-se terem, até agora, sido alocados recursos privados da ordem de R$133.24 bilhões, destinados à construção de 9.9 mil km, todas voltadas exclusivamente para cargas. São iniciativas que se encontram incluídos no programa federal “pro Trilhos” que estabelece custeio de 100% pela iniciativa privada.

Pois a intenção do Governo volta-se para proporcionar melhor escoamento de toda a produção de cargas minerais, agrícolas, bem assim aquelas através de containers, na extensão do país. Informam-se que, desde setembro passado o “Pro Trilhos” teria recebido nada menos do que 79 requerimentos para construção e operação de ferrovias privadas, que poderão injetar cerca de R$240.82 bilhões em novos investimentos, igualmente privados. No que respeita aos locais, nesses projetos estão considerados 17 Estados e mais o Distrito Federal.

Ao lado disto, 6 grupos foram autorizados à construção e operação de 9 ferrovias, as quais poderão agregar mais 3.506,79 km por diversos trechos. As 9 ferrovias autorizadas são: 1) Lençóis Paulistas (4,29 km), 2) Lençóis Paulistas / Pederneira (19,5 km), 3)  (Ferroeste – Cascavel/PR a Chapecó/SC (286 km), 4) Ferroeste Maracaju/MS a Dourados/MG (76km), 5) Ferroeste Cascavel/PR a Foz do Iguaçu/PR (166 km), 6) Alcântara a Açailândia (MA) (520 km), 7) Macro Desenvolvimento: Pres. Kennedy (ES) a Sete Lagoas (MG) (610 km), 8) Petrocity – Barra de São Francisco (ES) a Brasília (DF) (1.108 km), e 9) Planalto Piauí Participações – Suape (PE) a Curral Novo (PI) (717 km).

O Trem Bala no mundo

Não existe um padrão tradicional para caracterizar o “trem bala”, mas são trens que desenvolvem mais de 200 km/h. O primeiro trem bala conhecido surgiu no Japão, em 1964. Hoje, alguns deles chegam a ultrapassar cerca de 400 km/h.

Oficialmente, só o Japão usa esse termo para caracterizar esse seu trem, enquanto outros países preferem o termo “alta velocidade” = “high-speed rail”.

Eis os países que desenvolvem trens de alta velocidade:

01. Alemanha – linha de 1571 km, com máximo de 300 km/h.

02. Arábia Saudita – 453 km – 300 km/h.

03. Áustria – 352 km – 300 km/h.

04. Bélgica – 354 km – 300 km/h.

05. China – 35.000 km – 431 km/h.

06. Coreia do Sul – 1.104 km – 305 km/h.

07. Dinamarca – 65 km – 250 km/h.

08. Espanha – 3.410 km – 310 km/h.

09. Estados Unidos -  362 km – 260 km/h.

10. Finlândia – 1.079 km – 220 km/h.

11. França – 2.079 km – 220 km/h.

12. Grécia – 700 km – 200 km/h.

13. Holanda – 175 km – 300 km/h.

14. Hong – Kong – 26 km – 200 km/h.

15. Itália – 1.467 km – 300 km/h.

16. Japão – 2.764 km – 320 km/h.

17. Marrocos – 186 km – 320 km/h.

18. Noruega – 103 km – 210 km/h.

19. Polônia - 272 km – 200 km/h.

20. Portugal – 624 km – 200 km/h.

21. Reino Unido – 1.527 km – 300 km/h.

22. Rússia – 845 km – 250/h.

23. Suécia – 1.706 km – 205 km/h.

24. Suíça – 147 km – 250 km/h.

25. Taiwan – 348 km – 315 km/h.

26. Turquia – 621 km – 300 km/h.

27. Uzbequistão – 741 km– 250 km/h.

O mais rápido trem do mundo é o MAGLEV, de Xangai, com velocidade máxima de 430 km/h e média de 251 km/h, funcionando desde 2004, com 30,5 km de extensão. 

O Trem-Bala no Brasil

A ideia de construção do “Trem Bala” no Brasil não é nova. Pelo menos, nasceu, realmente, durante o período de euforia com a futura realização da Copa do Mundo de 2014, seguida dos Jogos Olímpicos de 2016.

Já nos governos Lula/Dilma a ideia foi sustentada. A proposta era de construir a ferrovia no trecho que compreendia Campinas / São Paulo / Rio de Janeiro. No entanto, a ideia nem sequer chegou a ser projetada, o que deveria ocorrer através da estatal EPL.

Posteriormente, por incrível que possa parecer, a mesma ideia retornou com alguma ênfase, já agora durante o próprio governo do Presidente Bolsonaro. Contudo, aqueles que analisam a questão, asseguram de que o interesse pelo Trem de Alta Velocidade é alimentado mesmo é por empresas chinesas, especializadas no particular.

Há, no entanto, um obstáculo que teria que ser transposto”, para o que não se admite muita facilidade. Porquanto se estima de que o custo do Trem-Bala no Brasil, neste caso entre São Paulo e Rio, estaria em torno de US$15 bilhões, o que comportaria, em verdade, “trocado a miúdos”, mais de R$60 bilhões. Valores que serão suficientes para construir mais de 70 km de metrô.

Sugestão:

Gerando emprego e renda

Não é novidade para ninguém de que o Turismo é a atividade econômica que mais gera emprego e renda. No entanto, vê-se que, no “parcimonioso” alento da construção de inúmeros trechos pelo país, só se atende ao transporte de cargas. O transporte de pessoas não está sendo, pelo menos até agora, considerado.

Eu que, praticamente, nasci viajando de trem, pois, embora soteropolitano – como o saudoso Hélio, meu irmão – fomos ambos filhos de pais naturais do interior do Estado (Alagoinhas e Inhambupe). Porquanto, anualmente, habituei-me a visitar aquelas cidades. Ainda na minha infância, por força de atividades profissionais do meu pai, passamos a morar no interior do Estado (Entre Rios e Amargosa). Para onde anualmente nos deslocávamos a Salvador também em trem.

Mas a minha paixão pelas viagens, especialmente em trens, explodiu a partir da primeira vez em que fui à Europa – 1963 – quando vivenciei ainda mais a importância do transporte ferroviário, ao me deslocar de Lisboa a Madri, dali a Paris, seguindo para Roma. Nas inúmeras viagens seguintes pude ainda mais me proporcionar o deslocamento por todos os países da denominada Europa Ocidental (Portugal, Espanha, França, Suíça, Itália, Áustria, Grécia, Turquia, Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra. Nesta última, inclusive, vivenciando a extraordinária experiência de me extasiar pelo “Eurostar”, transitando através do túnel por sob o Canal da Mancha.

Com essa magnífica experiência, não posso deixar de me concentrar na triste ausência, ainda, do transporte ferroviário como um auxiliar fantástico para o desenvolvimento do turismo, atividade econômica que pode, muito bem, ajudar ao Brasil a alcançar em definitivo a sua condição de país desenvolvido.

Portanto, o meu objetivo com estas considerações, é de buscar alentar àqueles que se estão destinados a perseguir o direito de eleição à Presidência da República, como sugestão para que, enfim, “levantem esta bandeira” como um dos seus principais objetivos para o caso de alcançarem a preferência do eleitorado.

Por todo este relato, vê-se que alguns trechos já têm programadas as selecionadas ferrovias já aqui aludidas. Mas o que se impõe, neste país continental é que todas as suas capitais estejam interligadas por esse modal de transporte. De norte a sul, de leste a oeste. Assim, desde Belém, passando por São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracajú, Salvador, Ilhéus, Porto Seguro, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Pelotas.

Mais ainda: de Brasília a Cuiabá e a Campo Grande –podendo subir, inda mais, pelo Acre, Rondônia, Roraima e Amapá, ligando ainda estas cidades a Manaus e a Belém. Com trechos entre Brasília/Palmas/Fortaleza, e mais Brasília/Salvador e Brasília/Belo Horizonte/Rio de Janeiro/São Paulo, ter-se-á fechado o circuito de todas as capitais interligadas.

Se esta “ilusória” sugestão alcançar viabilidade, sem dúvidas, a nação brasileira estará muito bem servida, no particular.

Festival de Cinema de Vassouras marcado por emoção e homenagens




Os equipamentos disponibilizados pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur-RJ) e a TurisRio para promoção do Rio de Janeiro no 1º Festival de Cinema de Vassouras – No Vale do Café foram muito visitados pelo público. O estande, criado em parceria com a Fecomércio, no qual os visitantes podem assistir a um vídeo VR 360 graus com as belezas do Estado, filmadas por drone; e a loja itinerante do artesanato (van do Artesanato), que divulga e vende peças de artesãos cadastrados no Programa do Artesanato Fluminense, despertaram a curiosidade dos visitantes.

Ambos permanecem até o fim do festival, sendo que a loja itinerante estará aberta ao público nos dias 27, 28 e 29/05.

Só no primeiro dia (22/5), a Van do Artesanato recebeu mais de 200 pessoas, locais e de outras regiões, que compraram peças retratando Vassouras e o Vale do Café. São produtos feitos com técnicas tradicionais de relevância para o artesanato, como crochê, renda-macramê e bordado, pensados para suvenir, acessórios e peças decorativas.

Para o subsecretário de Grandes Eventos, da Secretaria de Estado de Turismo (Setur-RJ), Marcelo Monfort, o governo acertou quando optou por uma política pública de incentivo à expansão do turismo para o interior.

“Fiquei feliz por estar na fila. Ver Vassouras lotada, com filas em restaurantes, hotéis e pousadas com vagas esgotadas, pessoas buscando hospedagem em Miguel Pereira me deixa muito contente. Ver a cidade sediando um festival de cinema e vários outros eventos me dá a certeza de que este festival vai virar calendário no estado do Rio de Janeiro, junto com Vassouras”, ressaltou Monfort.

Hoje (23/5), a TurisRio participou do painel “Turismo Cinematográfico”, no Centro Cultural Cazuza. O presidente do órgão, Sérgio Ricardo, destacou o esforço da TurisRio e da Setur-RJ na promoção do Turismo, mesmo durante a pandemia.

“Trabalhamos muito durante a pandemia. Os hotéis não fecharam e nós participamos de todos os eventos possíveis, divulgando o estado e assim seguimos, até hoje, fazendo o mesmo com o interior. Ao divulgarmos uma ação em um município, consequentemente, beneficiamos as cidades vizinhas e os eventos vão surgindo em várias regiões”, avaliou o presidente.

O 2º Encontro de Carros Antigos do Vale do Café abriu as atividades paralelas ao 1º Festival de Cinema de Vassouras – no Vale do Café, ao mesmo tempo em que acontecia a inauguração da exposição "Garoto", na Sala de Exposições Mariana Crioula, na câmara de Vassouras.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Vassouras, Wanderson Farias, o Festival de Cinema de Vassouras veio pra ficar.

“Nós não tínhamos noção da dimensão deste festival, que começou a ser pensado em 2019, parou pela pandemia e hoje está acontecendo com sucesso. São 408 filmes inscritos. E para garantir diversidade e quantidade de público, adotamos a estratégia de agregar eventos menores ao Festival, como o Encontro de Carros antigos, por exemplo, já conhecido na cidade, que garante a divulgação do festival para um público bem específico”, concluiu o secretário.

Momento de forte emoção



A noite de abertura do festival foi marcada por forte emoção, quando o ator Carlos Vereza (foto acima) recebeu o prêmio honorário que leva o nome de um de seus melhores amigos, o talentoso e saudoso Paulo José. O veterano das artes, de 83 anos de idade e 60 de carreira, disse, profundamente emocionado, que nenhum dos prêmios que ganhou ao longo de sua carreira o emocionou tanto quanto aquele.

Ainda como parte da programação do festival, na quarta-feira (25/5), Carlos Vereza vai receber outra homenagem. Dará nome ao auditório da prefeitura de Vassouras, que passará a se chamar Sala Carlos Vereza.

Sobre o Festival



O Festival é uma mostra nacional de cinema, exclusivamente dedicada à exibição e promoção de obras audiovisuais, através da realização de exibições competitivas e não competitivas de filmes de longa-metragem brasileiros; filmes de longa-metragem documentários; filmes de longa-metragem de animação; filmes de curta-metragem brasileiros e regionais. Sua programação reflete a essência da região. Mais de 400 inscrições foram feitas, em diversas categorias. O evento é patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e pela Light.

O 1º Festival de Cinema de Vassouras – No Vale do Café é um evento pioneiro na região turística Vale do Café, idealizado, produzido e dirigido pelo cineasta Bruno Saglia e pela atriz e produtora-executiva Jane Saglia, com o objetivo de aprimorar ainda mais o intercâmbio para a produção audiovisual entre as cidades brasileiras, propor ações culturais, através de palestras e debates, encontros com profissionais do setor, incentivar reflexões sobre os diferentes formatos, discutir estratégias para a distribuição dos filmes representativos no período do evento, sempre aproximando o público destas obras de total relevância para a indústria audiovisual. O evento segue até o dia 29 de maio, no Centro de Convenções General Sombra, no Centro do

LATAM retomará o voo direto Porto Alegre-Lima em julho. Primeira rota internacional a ser reinaugurada pela companhia na capital gaúcha não era operada desde abril de 2020 em função da pandemia de Covid-19





São Paulo, 23 de maio de 2022
– A LATAM decidiu retomar a rota Porto Alegre-Lima a partir de 2 de julho com três voos por semana. Atualmente, a companhia já opera para Lima (Peru) 12 voos semanais a partir de São Paulo/Guarulhos e três voos semanais a partir do Rio de Janeiro/Galeão. Em função da pandemia de Covid-19, o voo direto Porto Alegre-Lima inaugurado em dezembro de 2019 não era operado desde abril de 2020.

“Continuamos atentos a todas as oportunidades para ampliar a nossa operação no Brasil e no exterior. Apesar da recuperação menos acelerada do mercado internacional, a retomada do voo Porto Alegre-Lima é um claro exemplo do nosso compromisso em oferecer mais e melhores opções de viagem e conectividade para os clientes de diversas regiões”, explica Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.

Programação do Porto Alegre-Lima

A rota Porto Alegre-Lima será retomada com aeronaves Airbus A320 com capacidade para até 176 passageiros (8 em classe Premium Economy e 168 em Economy). As passagens aéreas já estão disponíveis em latam.com e demais canais de venda.

De Porto Alegre para Lima, o voo terá 5h15 de duração e decolará às 7h15 (segundas e quintas-feiras) e às 7h45 (sábados). No sentido inverso, o voo de Lima para Porto Alegre terá 4h35 de duração e decolará sempre às 23h30 (quartas-feiras, sextas-feiras e domingos).

LATAM cresce e investe no Rio Grande do Sul

A LATAM permanece recuperando e até ampliando a sua operação no Rio Grande do Sul após os efeitos de dois anos de pandemia e o recente movimento de retorno das viagens domésticas e internacionais em todo o Brasil. Neste mês de maio, a companhia registrou crescimento de 19% na sua oferta de assentos (
ASK: sigla em inglês para Assentos-Quilômetros Oferecidos) no estado na comparação com maio de 2019 (antes da pandemia).

A ampliação da oferta da LATAM no Rio Grande do Sul em maio foi possível graças à ampliação da rota Porto Alegre-São Paulo/Congonhas (de 58 para 67 voos semanais). Além disso, a companhia manteve as rotas de Porto Alegre para Brasília (12 voos semanais), São Paulo/Guarulhos (48 voos semanais) e Rio de Janeiro/Santos Dumont (13 voos semanais).

Em novembro de 2021, vale lembrar, a LATAM instalou o seu Despacho de Bagagem Express de forma pioneira no aeroporto de Porto Alegre, chegando à marca de 10 aeroportos brasileiros com o serviço. A tecnologia possibilita ao cliente despachar sua bagagem de forma autônoma, reduzindo em 50% o tempo de atendimento, se comparado ao processo conduzido no balcão de check-in.


SKÅL Rio retoma atividades e quer protagonismo no trade turístico

   Texto e fotos: Arnaldo Moreira 

O SKÅL Internacional do Rio de Janeiro realizou na tarde do dia 18 sua primeira reunião mensal institucional, após o período de pandemia que paralisou as atividades, sob a batuta da nova presidente Simone Campos. O encontro aconteceu no restaurante-bar-focacceria Trigo & Luz, na Avenida Armando Lombardi, 949 - no Jardim Oceânico, de propriedade de dois skalegas, Fabio da Luz - que não participou por estar viajando - e Gilberto Bocchino. 


     Franci Bussons e Simone Campos         



O encontro foi marcado pelo ingresso da hoteleira Franciane Bussons que recebeu da presidente Simone Campos o pin de associada. Franci, emocionada, agradeceu o convite de Simone Campos. Lembrou seu início no trade turístico aos 19 anos no Hotel Porto do Sol de Guarapari e Vitória. Entre outras atividades ocupou as gerências Comerciais do Royal Rio Palace Hotel e da unidade Best Western Arpoador Fashion Hotel. Desde 2014 é diretora da empresa de representação comercial Franci Bussons Consultoria Comercial  Hoteleira, com sede na Ilha do Governador e representa o B Hotel Brasília.





- Aprendi ali a gostar do turismo e hoje, com 32 anos de vida na hotelaria, tenho a minha empresa Franci Bussons Consultoria Comercial Hoteleira que representa diversos hotéis. Aqui, vejo amigos, alguns meus clientes, como Aimêe Fisch. Quando Simone me convidou eu não sabia o que é o SKÅL e me interessei ao saber o que é a que se destina. Estou muito honrada por fazer parte deste grupo de amigos. Quero contribuir e aprender muito com vocês, salientou Franci.

Viviane Fernandes e Simone Campos

No próximo encontro, que acontecerá no próximo mês de junho, serão registradas as entradas de José Maria de Santucci e Viviane Fernandes, que estão de volta ao clube.



Marcado pela descontração, o encontro teve seu ponto alto de bom humor protagonizado pelo skalega e ex-presidente professor Nylvando de Oliveira (foto acima) que deu uma aula sobre a fonética do termo SKÅL, como deve sua pronúncia correta: "É muito simples. Você tem de pegar o A com aquela bolinha em cima - Å, do alfabeto sueco - e pronunciar as cinco vogais ao mesmo tempo". Nylvando lembrou que o SKÅL está presente em mais de 100 países.

A presidente Simone falou de sua chegada ao SKÅL e pediu o apoio de todos

A presidente Simone Campos, que dirigiu pela primeira vez um encontro do clube, confessou que ao chegar no SKÅL "me senti muito acolhida. O SKÅL é um grande network e eu faço network há 25 anos. Quando me convidaram para entrar no  SKÅL me senti em casa. Foi exatamente o network que favoreceu muito minha decisão de me associar. Sinto que o SKÅL é uma família".

- Aqui, encontrei amigos do turismo, colegas de trabalho, com muitos já trabalhei, já foram meus clientes, no passado trabalhei com eles como CLT e isso facilitou minha aproximação, contou.

SKÅL pertence a uma rede internacional do trade turístico e para que o SKÅL Rio obtenha um lugar de destaque na panorama turístico. Simone acha que há sim condições de o SKÅL Rio ganhar seu espaço no trade carioca. "Sozinha nao conseguirei fazer nada, mas junto com toda a diretoria e todos os associados trabalhando na mesma sintonia conseguiremos fazer o SKÅL voltar a crescer e tomar muito mais vulto que atualmente tem e ganhar mais significado diante das outras instituições do trade", defendeu.

Em pé, Jose Maria de Santucci é aplaudido pela sua volta ao SKÅL

Na opinião da presidente, o Rio é grande, tem um turismo maravilhoso com condições de proporcionar um SKÅL que pode crescer mais do que já é. Simone reconheceu as dificuldades que o Rio de Janeiro está enfrentando no turismo e lembrou que a cidade perdeu muitos eventos, antes mesmo da pandemia, para outros estados, "principalmente para São Paulo que quase levou tudo do nosso mercado de eventos".

Simone deixa muito claro que é preciso trazer de volta esses eventos que aconteceram no Rio durante anos e muitos outros e ensina que para isso é necessário a participação de todo o trade e autoridades estaduais e municipais. "Se conseguirmos esse apoio e a conscientização desses entes privados e oficiais poderemos dar uma guinada no turismo do Rio. O turismo de lazer está voltando, principalmente o doméstico, mas tem muito trabalho a fazer para trazer os eventos de volta", ressaltou a presidente.

SKÅL ao longo dos anos ocupou um espaço importante no trade. O ex-presidente, José Walter Telles (foto ao lado), concorda, mas lembra que o turismo em função da pandemia ficou em banho-maria e o SKÅL foi junto. 

"Acho que como agora o turismo está voltando é a melhor hora da gente alavancar o SKÅL", sugeriu ao frisar que com a Simone, que nos trouxe sangue novo, à frente teremos com certeza um SKÅL mais intenso. "O início dela (Simone) já foi bem promissor e a gente está aqui para ajudar e entrar nesse barco", sublinhou.

Trigo & Luz 

Gilberto Bocchino: No Trigo & Luz recebemos os clientes como em nossa casa
 

A foccaceria Trigo & Luz International Corporation, de propriedade dos skalegas Fabio da Luz Rodrigues, ex-presidente do SKÅL Rio, e de Gilberto Bocchino, agentes de viagens, diretor da European Travel, músico profissional com formação clássica, pianista, guitarrista e baixista, foi palco do encontro do SKÅL Rio. Criada há dois anos por Fabio, a Trigo & Luz se transformou num acolhedor e agradável ponto de encontro para happy hour, além de entregar em domicílio (delivery). Tem uma adega bem fornecida com vinhos portugueses, italianos, argentinos, chilenos e uruguaios e sua especialidade são as foccachias dos mais variados sabores.

A moderna e bem montada cozinha da Trigo & Luz.

- Estamos aqui na Trigo & Luz recebendo os amigos skalegas com o máximo prazer e carinho como se fosse em nossa casa. A Trigo & Luz tem tudo a ver com turismo e já recebemos aqui diversos turistas, revelou.

A partir da esq., Kátia e Lana Carla e Aimêe Fisch e Maria Luíza

Presentes ainda os skalegas Maria Luíza Cosentino, Aimêe Fisch, Sônia Vidinhas, Antônio Jorge Ferreira, George Irmes e Marcos Costa, e as skallaidies Lana Carla Freires e Tania Araújo.

Galeria de fotos


A partir da esq., Aimêe Fisch, Tania Araújo, Sônia Vidinhas, Lana Carla e Viviane Fernandes


Skalegas recebem a nova associada Franci Moussons



Gilberto Bocchino na sua fábrica de focacchias


George Irmes, Gilberto Bocchino e Arnaldo Moreira


Da esq., Marcos Costa, José Maria de Santucci e Antônio Jorge Ferreira.



os


Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais 


Jornalista Sérgio Moreira






Maior Santuário de Santa Rita de Cássia do mundo inaugurado



O novo Santuário ocupa uma área de 180 mil metros quadrados, sendo 100 mil metros quadrados de edificação. Após quase quatro anos de obras, foi inaugurado dia 20 de maio o maior Santuário dedicado à Santa Rita de Cássia do mundo, na cidade de Cássia, no sul de Minas. Com público previsto de mais de 100 mil pessoas, foram três dias de celebrações, que se encerrou dia 22 de maio, dia da padroeira das causas impossíveis. 

O novo Santuário ocupa uma área de 180 mil metros quadrados, sendo 100 mil de edificação. Para receber os devotos, o espaço conta com um centro comercial e até uma réplica da casa de Santa Rita de Cássia. 

A capacidade é para até 5 mil pessoas sentadas, 2 mil em pé, além de um estacionamento para 200 ônibus e até mil carros. Para marcar a inauguração do santuário, serão três dias de celebrações, incluindo missas, procissão e apresentações musicais. “Com muita alegria recebi a missão de estar à frente do novo Santuário de Santa Rita de Cássia. 

A expectativa de todos é grande para a inauguração. Cássia está de portas abertas para todos os fiéis e peregrinos. Serão dias de grandes emoções e bênçãos”, comenta o padre Michel Pires, responsável pela paróquia. O município de Cássia, com 17 mil habitantes, se prepara para receber uma maior movimentação turística a partir da inauguração do santuário. 



Cristina Surram-no, dona de uma pousada no centro da cidade, informa que já está com todos os quartos reservados desde o início do ano. “Agora a gente está tendo que dispensar, até ônibus de excursão a gente dispensou. E o próximo fim de semana também já está lotado. Pessoal está ficando em cidades vizinhas”, detalha. 

A empresária diz que a população já se movimenta para atender o novo fluxo do turismo religioso. Desde o setor alimentício, até o setor imobiliário, a cidade tem a expectativa de crescimento econômico. 

"Estão todos se preparando, meu pai, que também tem um hotel, está investindo, aumentando a área. A nossa proposta aqui também é aumentar, fazer mais apartamentos", comentou. Cristina revelou que o setor imobiliário também está registrando maior procura, com a procura por investimento no turismo. 

“Algumas pessoas estão até querendo sair da própria casa para alugar. Pessoas de outras cidades vindo para cá morar aqui, procurar trabalho, na expectativa de que vai dar tudo certo. Eu acredito que com o passar do tempo as pessoas vão investir mais ainda”, conclui. 

O complexo religioso foi idealizado pelo empresário Paulo Flávio de Melo Carvalho, que considera a conclusão da obra a realização de um sonho. “Estamos finalizando esta grande missão de construir e entregar o maior Santuário do mundo dedicado à Santa Rita de Cássia. 

A expectativa é fortalecer a cidade de Cássia, como um destino de turismo religioso e um local para se viver uma experiência de fé e evangelização. Divulgaremos ainda mais a Santa das causas impossíveis, promovendo o desenvolvimento e trazendo prosperidade para toda a região”, afirma. 

“Foi um longo caminho até chegar aqui. Mas, tudo foi pensado e preparado com muito carinho. Estive em Cássia, na Itália, para pegar todas as referências. A casa de Santa Rita, da qual estamos fazendo uma réplica, é cheia de detalhes. Ela foi construída na época de 1200, 1300, quando viveu Santa Rita de Cássia”, detalha o idealizador do Santuário. 

O empresário, de 73 anos, é um devoto fiel da Santa e também exalta a conquista de idealizar o terceiro maior Santuário do mundo. O primeiro lugar fica no Vaticano, seguido do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. “Me sinto um enviado da Santa para a construção deste Santuário”, finaliza o empresário. O Novo Santuário, tem espaço com 50 lojas voltadas para artigos religiosos e praça de alimentação.

Festival Gastronômico Sabores de Teixeira 2022

O Festival Sabores de Teixeira é um evento bastante aguardado pelos estabelecimentos do setor gastronômico em todo município. Nele participam diversas categorias, do petisco à sobremesa e drinks, o que garante uma festa no paladar de quem se dispõe a experimentar as delícias preparadas em cada edição.


Diversas receitas serão apresentadas no Festival em Teixeiras


Para a 9ª edição em 2022, a proposta é “Gastronomia do Cinema”, onde os restaurantes deverão usar a criatividade para criar ou fazer releitura de pratos que façam referência a filmes e/ou séries, bem como seus personagens, falas clássicas, ambientação, figurino etc., enfim, a união de duas artes em um único prato ou drink. 

Poderá participar do Festival qualquer estabelecimento gastronômico (bares, restaurantes, pizzarias, cafeterias, docerias, padarias e similares) que esteja em dia com o fisco municipal e devidamente regularizado. 

A participação não só garante o potencial incremento na receita durante o período, mas também a participação em ações de publicidade online e off-line, e destaque no circuito gastronômico durante o Festival.

O Festival Sabores de Teixeira é uma realização da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, SEBRAE e CDL e tem a correalização do SENAC. O link para as inscrições e regulamento está disponível na bio do instagram oficial do Festival, @saboresdeteixeira.

CNC mobiliza os setores do para novos projetos

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou várias reuniões plenárias da Agenda Institucional do Sistema Comércio, uma ferramenta que irá nortear a CNC, as Federações e os Sindicatos quanto aos temas prioritários do setor empresarial que precisam ser defendidos junto ao Governo Federal e aos governos estaduais.

Mais de 1,8 mil pessoas, entre empresários e representantes das 26 Federações do Comércio nos Estados e do Distrito Federal, sete Federações nacionais e 1.046 Sindicatos empresariais participam dos debates virtuais, que foram divididos em quatro painéis: Reforma Tributária, Reforma Trabalhista, Legislação Empresarial e Regulação.

As plenárias foram abertas às 10 horas, com uma apresentação inicial conduzida pela jornalista Karina Praça, com a participação da chefe da Divisão de Relações Institucionais (DRI) da CNC, Nara de Deus Vieira, e do especialista técnico Felipe Miranda. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, e a secretária-geral Simone Guimarães, enviaram mensagens de congratulações e de incentivo a participar da construção da Agenda Institucional.

Também houve debates sobre os braços sociais do Sistema Comércio, o Sesc e o Senac, em que serão discutidos temas como modelos de governança, gestão, contribuição social, modelos de financiamento do sistema Sesc e Senac, educação de qualidade como modelo de desenvolvimento, entre outros.

Observação de baleias jubarte



Uma das mais conhecidas e queridas espécies de baleias, a jubarte, pode ser avistada na costa do Brasil entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo a partir do mês de junho até outubro.

Nessa época, esses mamíferos de quase 16 metros de comprimento e de cerca de 40 toneladas aparecem em alto-mar depois de uma viagem de 4 mil quilômetros para se acasalar, parir e amamentar seus filhotes em águas brasileiras. Depois fazem a viagem de volta para se alimentar no verão em mares antárticos.

De acordo com o Instituto Baleia Jubarte, estima-se que a população das jubartes brasileiras seja próxima a 20 mil animais.

Além de levar milhões de pessoas a terem contato direto com a majestosa baleia, uma experiência inesquecível e que transforma muitos em defensores da vida marinha, a observação de jubartes é importante para a conservação da espécie e para a economia, desde que praticada de forma sustentável e seguindo as normas legais.



Conhecido como whale watching, o turismo de observação de baleias é praticado em mais de 100 países e territórios, gerando receitas para as comunidades costeiras, empregos e renda, e movimenta o trade turístico.

Um dos melhores lugares do mundo para avistar a espécie é Prado, no sul da Bahia, na região conhecida como Costa das Baleias, e que inclui ainda Alcobaça, Caravelas, Itamaraju, Itanhém, Nova Viçosa, Mucuri, Teixeira de Freitas. A região é um verdadeiro santuário marítimo-ecológico, refúgio e berçário das jubartes.

A observação das baleias só pode ser feita de barco, cujos passeios são oferecidos pelas agências de turismo local. A embarcação tem ponto de partida em Prado, Cumuruxatiba e Corumbau.

Alguns roteiros oferecem um passeio até o Arquipélago de Abrolhos, que fica a 75 km da costa baiana.

Prado já começa a se organizar para receber os turistas que vêm para a Bahia contemplar as jubartes. O prefeito Gilvan da Silva Santos destaca que a época de observação das baleias é muito importante para a economia local. “Movimenta nosso turismo, nossa rede hoteleira e gastronômica e também a infraestrutura de serviços”, afirma. Completa que a observação de baleias também é instrumento para conservação da espécie, desde que praticada com responsabilidade, conforme legislação vigente.
______________________________________________________________________________________________

 @sergiomoreira63 informações para sergio51moreira@bol.com.br

domingo, 22 de maio de 2022

Renault Group assina acordos de cessão de sua subsidiária Renault Rússia e sua participação na Avtovaz



O Conselho de Administração do Renault Group aprovou por unanimidade a assinatura, nesta data, dos acordos para ceder 100% da participação do Renault Group na Renault Rússia para a cidade de Moscou e sua participação de 67,69% na AVTOVAZ para o NAMI (Instituto Central de Pesquisa e Desenvolvimento de Automóveis e Motores).

O fechamento destas transações não depende de nenhuma condição. Todas as aprovações necessárias a estas duas transações foram obtidas.

O acordo inclui uma opção de recompra pelo Renault Group de sua participação na AVTOVAZ, que poderá ser exercida em períodos determinados no decorrer dos próximos 6 anos.

“Hoje, chegamos a uma deliberação difícil, mas necessária. Estamos tomando uma decisão responsável em relação aos nossos 45 mil funcionários na Rússia, ao mesmo tempo em que protegemos a performance do Grupo e nossa capacidade de voltar ao país no futuro, em um contexto diferente. Tenho confiança na capacidade do Renault Group de acelerar ainda mais sua transformação e superar seus objetivos de médio prazo”, declarou Luca de Meo, CEO do Renault Group.

Conforme anunciado em 23 de março, uma despesa de ajuste não monetária correspondente ao valor consolidado das imobilizações intangíveis, tangíveis e patrimônio da marca (goodwill) do Grupo na Rússia deve ser registrada por ocasião do anúncio dos resultados do primeiro semestre de 2022. Em 31 de dezembro de 2021, este item equivalia a 2.195 milhões de euros. Consequentemente, as operações russas serão desconsolidadas nas demonstrações semestrais do resultado do Renault Group em 30 de junho de 2022 e contabilizadas como operações descontinuadas pela aplicação da regra IFRS 5 da série de Normas Internacionais de Contabilidade.

O Renault Group confirma suas perspectivas financeiras conforme anunciado em 23 de março de 2022.

O Renault Group está antecipando os objetivos de médio prazo de seu plano estratégico “Renaulution” e, durante um Capital Market Day a ser organizado no quarto trimestre de 2022, vai apresentar uma atualização destas perspectivas financeiras e sua estratégia para se posicionar como um player de referência competitivo, tecnológico e sustentável.

sábado, 21 de maio de 2022

Latam Pass atualiza plataforma e unifica bases de dados




Informamos que entre os dias 17 e 23 de maio de 2022 atualizaremos o sistema do programa LATAM Pass para uma plataforma mais moderna e que unificará as bases de dados. Isso trará maior estabilidade e consistência em sua experiência e para tanto algumas funcionalidades do programa estarão indisponíveis neste período.

De 17 a 23 de maio, não estarão disponíveis:

Solicitação de acúmulo de voos retroativo.
Acúmulo de pontos LATAM Pass por utilização dos serviços de nossos parceiros, como bancos, postos de gasolina e outras empresas. Caso estes acúmulos aconteçam dentro deste período, os mesmos serão refletidos a partir do dia 26 de maio em nossos sistemas, quando a atualização do programa for finalizada.


De 21 a 23 de maio, estarão indisponíveis:

Resgates através de todos nossos canais de atendimento incluíndo: Central de atendimento, site e Loja LATAM Travel, site LATAM Pass e site LATAM Airlines.
Consulta de extratos e movimentações da sua conta LATAM Pass.
Alterações nas informações cadastrais da sua conta.
Novos cadastros.
Unificação de contas de diferentes países.
Solicitação de upgrade de cabine com cupons ou com pontos na nossa página.


Se você vai voar entre 21 e 22 de maio, possui categoria Platinum, Gold Plus ou Gold e quer utilizar os seus cupons de Upgrade, recomendamos que faça a postulação com 48 horas de antecedência ou que entre em contato conosco através do Call Center. Se você possui a categoria Black Signature ou Black, a sua postulação será realizada automaticamente.

Se você voa entre 23 e 25 de maio, possui categoria Platinum, Gold Plus ou Gold e quer utilizar os seus cupons de Upgrade, é necessário que entre em contato com o nosso Call Center para que realizem a postulação em nossa central. Se você possui a categoria Black Signature ou Black, a sua postulação será realizada automaticamente.

Se seus pontos LATAM Pass vencem entre os dias 17 e 25 de maio de 2022, recomendamos que você utilize-os antes do início desse período. Caso não seja possível, o sistema os estenderá automaticamente os mesmos até 30 de junho de 2022.

Entendemos o impacto que esta atualização traz. Mas, lembramos que este é um passo importante para oferecermos uma experiência cada vez melhor em nossa plataforma, além de favorecer o acúmulo de Pontos e Trechos Qualificáveis, conforme esclarecemos abaixo.

Como esta atualização favorece o acúmulo retroativo de Pontos/Trechos Qualificáveis?
Atualmente, você pode solicitar o crédito retroativo de Pontos e Trechos Qualificáveis em até um ano após a realização de um voo (caso não tenha sido creditado automaticamente). Os Pontos e Trechos Qualificáveis correspondentes a esse voo, aplicam-se à qualificação do ano em vigor à data do crédito.

Com o novo sistema, esses Pontos e Trechos Qualificáveis passarão a valer para a qualificação do ano em que o voo foi realizado, podendo melhorar sua categoria vigente até um ano depois.

Para mais informações, convidamos você a saber mais aqui. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossa Central de Atendimento. Consulte aqui os termos e condições do programa LATAM Pass.



Para entrar na Europa, em 2023, brasileiros terão obter autorização e pagar taxa de €7




A partir de 2023, os brasileiros que desejarem viajar à Europa terão de solicitar uma autorização para entrar no continente. A Comissão Europeia implementará uma autorização de viagem chamada Etias (sigla em inglês para Sistema Europeu de Informação de Viagem e Autorização) para todos os visitantes que atualmente não precisam de visto para entrar na Europa até o final de 2022. Cidadãos de 60 países estão isentos dessa autorização.

O QUE É A AUTORIZAÇÃO DE VIAGEM ETIAS?

ETIAS é a sigla para Sistema Europeu de Informações e Autorização de Viagem. A União Europeia criou este programa de Autorização de viagem Eletrônica ETIAS para proteger e reforçar suas fronteiras. O principal objetivo do ETIAS para a Europa é identificar possíveis ameaças ou riscos associados a visitantes que viajam para países da Área Schengen. O programa de ETIAS será necessário para entrar em um país que seja membro do Schengen. A partir de 2022, todos visitantes que atualmente não precisam de visto para entrar na Europa precisarão de solicitar a autorização Etias.

O ETIAS para Europa vai garantir aos viajantes a autorização para visitar os países do ETIAS, que são os 26 membros que compõem o Espaço Schengen. Os países que fazem parte dessa região específica aboliram as fronteiras internas com os outros países-membros.

Atualmente, existem 60 países que precisarão solicitar a autorização de viagem ETIAS em visitas ao Espaço Schengen. É provável que o ETIAS seja disponibilizado para outros países no futuro. A ETIAS foi criada para estadias curtas de até 90 dias. Viajantes a turismo e negócios deverão ter o ETIAS aprovado quando viajarem para qualquer um dos países-membros do Schengen.

PAÍSES CUJOS CIDADÃOS PRECISAM DE ETIAS PARA A EUROPA

Até o momento, há 60 países qualificados, que deverão enviar uma aplicação online para o ETIAS. Muitos cidadãos desses países podem atualmente viajar para a Europa sem a necessidade de visto. O ETIAS para Europa é um sistema que vai pré-avaliar os viajantes antes mesmo que eles embarquem no avião. Todas as informações fornecidas na inscrição para o ETIAS serão cautelosamente verificadas e comparadas com os arquivos de segurança.

A Autorização ETIAS será válida para estadas de curto período e para finalidades de negócios e lazer. Aqueles que desejarem estudar ou trabalhar na Europa deverão se inscrever para outro tipo de visto. Ao ser aprovado, um ETIAS pode ser usado por três anos ou até a expiração do passaporte, o que ocorrer primeiro.

A UE decidiu implementar o ETIAS para aprimorar a segurança na região. Ao obter uma autorização de viagem, os viajantes isentos do Autorização de Viagem Eletrônica ainda passarão por uma checagem de segurança preliminar na chegada à UE.

País de origem
Destino na Europa
Países admissíveis no Schengen

PAÍS DE ORIGEM
Albania
Antígua e Barbuda
Argentina
Austrália
Bahamas
Barbados
Bósnia e Herzegovina
Brasil
Brunei
Canadá
Chile
Colômbia
Costa Rica
Dominica
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Estados Unidos da América
Geórgia
Granada
Guatemala
Honduras
Hong Kong
Israel
Japão
Kiribati
Macau
Macedónia do Norte
Malásia
Ilhas Marshall
Ilhas Maurício
México
Micronésia
Moldávia
Montenegro
Nova Zelândia
Nicarágua
Palau
Panamá
Paraguai
Peru
Reino Unido
Saint Kitts e Nevis
Saint Lucia
Saint Vincent
Samoa
Sérvia
Seychelles
Singapura
Ilhas Salomão
Coreia do Sul
Taiwan
Timor Leste
Tonga
Trindade e Tobago
Tuvalu
Ucrânia
Uruguai
Vanuatu
Venezuela

PAÍSES DO ETIAS
Alemanha
Áustria
Bélgica
Bulgária
Chipre
Croacia
Dinamarca
Eslováquia
Eslovênia
Estônia
Espanha
Finlândia
França
Grécia
Hungria
Holanda
Islândia
Itália
Liechtenstein
Letônia
Lituânia
Luxemburgo
Malta
Noruega
Polônia
Portugal
República Checa
Romènia
Suíça
Suécia

Atualmente, há 26 países na Europa que exigirão uma Autorização de Viagem Européia ETIAS como uma medida extra de segurança.

OBSERVAÇÃO: Os países da UE Bulgária, Romênia, Croácia, Chipre e Irlanda, não fazem parte do Espaço Schengen e têm as suas próprias regras para a autorização de vistos.

O ETIAS é uma autorização de viagem com finalidade de negócios ou turismo, e não substituirá os vistos para estudos ou trabalho. Qualquer pessoa natural de outros países que pretenda viver, estudar, trabalhar ou permanecer na Europa por mais de 90 dias consecutivos, terá que aplicar para outro tipo de visto.

Cidadãos da UE não precisam de passaporte e não têm que se submeter a qualquer outro tipo de controle fronteiriço em suas fronteiras mútuas.

ETIAS: COMO FUNCIONA?

O Permisso de Viagem para Europa, ETIAS, estará disponível online para todos os viajantes que desejarem visitar um ou mais países do Espaço Schengen. Para realizarem a inscrição para o ETIAS com sucesso, os viajantes devem cumprir com os requisitos do ETIAS ao preencherem o formulário.

Para se inscrever online o ETIAS, o requerente necessita de um passaporte válido, um endereço de e-mail e um cartão de débito ou crédito para pagar a taxa de inscrição. Estes são os principais requisitos do ETIAS para solicitar uma autorização de viagem para a Europa.

A inscrição no ETIAS apenas exige que o viajante complete as informações biográficas básicas, que incluem o nome completo, a data de nascimento e o país de residência. Ao preencher o formulário para o ETIAS, o solicitante deve fornecer os detalhes de seu passaporte. No final do processo, haverá uma série de perguntas relativas à segurança e saúde.

A maioria das inscrições será processada em minutos. Todas as inscrições são checadas através de diversos arquivos de segurança, tais como SIS, VIS, EUROPOL DATA, Interpol e outros. O ETIAS conta com exclusivas regras de avaliação e uma lista de alerta. Assim que a inscrição for revisada, o solicitante a receberá no endereço de e-mail fornecido.

O ETIAS somente pode ser usado em viagens com finalidade de trânsito, negócios ou turismo. O ETIAS será solicitado por companhias de viagem antes do início da viagem. O fato de não ter um ETIAS pode inferir em sérias consequências, incluindo a recusa de entrada na região. A autorização de viagem será um requisito obrigatório a partir do final de 2022.

QUANDO O ETIAS SERÁ OBRIGATÓRIO NA UNIÃO EUROPEIA?

A Comissão Europeia anunciou oficialmente que o sistema de autorização de viagem ETIAS vai se tornar uma realidade. O Parlamento e a Comissão da UE irão disponibilizar o suporte financeiro necessário para a implementação do ETIAS e o seu desenvolvimento terá início imediato.

Assim que o ETIAS para autorizações de viagens à UE estiver em vigência, todos os cidadãos dos países isentos de visto - mencionados acima - serão obrigados a enviar uma solicitação antes de suas viagens. No entanto, até este momento eles podem continuar viajando pela Europa sem um visto.

Atualmente, os viajantes brasileiros que visitam o continente têm entrada permitida no Espaço Schengen para estadas de até 90 dias, sem a necessidade de nenhum tipo de visto. Isso se deve ao fato de os cidadãos brasileiros estarem isentos de visto para a zona livre do Espaço Schengen.

Agora, com a implementação do Etias, os cidadãos brasileiros precisarão solicitar a autorização de maneira on-line (que ainda não está disponível), a uma taxa de 7 euros, a partir do final de 2022 para poderem entrar nos países da União Europeia. O documento será necessário para brasileiros que viajam à Europa para fins de Turismo, comerciais, de trânsito e médicos.

Todos os portadores de passaporte brasileiro que solicitarem o Etias serão rastreados em bancos de dados de segurança europeus. De acordo com o site oficial, a triagem de segurança é realizada com todos os solicitantes a fim de identificar e prevenir possíveis ameaças aos países do Schengen antes que um viajante tenha sua autorização de viagem e entre nessa área.

REQUISITOS

No momento, os brasileiros estão isentos de apresentar qualquer tipo de documento, além do passaporte, para estadas de até 90 dias nos países da UE. A partir de 2023, será necessário apresentar o Etias e, para obtê-lo, é necessário:

Passaporte brasileiro válido até três meses além da data de estada pretendida;
Cartão de crédito ou débito para pagar a taxa do Etias;
Endereço de e-mail para receber a aprovação do Etias.
Outras informações devem ser obtidas no site do Etias: https://www.etiasvisa.com/br

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.