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domingo, 21 de junho de 2026

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira




Avenida cultural no centro de BH



Belo Horizonte passa a contar com um novo eixo de integração cultural, turística e patrimonial, a  avenida Cultural transforma a Avenida Afonso Pena em um grande corredor de arte, memória, educação, economia criativa e turismo, conectando equipamentos culturais, patrimônios históricos, espaços de convivência e paisagens urbanas ao longo da principal via da capital.




               Automóvel Clube

A iniciativa é realizada pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), da Fundação Clóvis Salgado (FCS), e do Cine Theatro Brasil e Associação Cine Theatro Brasil. O projeto também integra o Minas Essencial, programa que articula cultura, patrimônio e turismo em uma estratégia de valorização da identidade mineira,  foi lançada no dia 18 de junho, no Cine Theatro Brasil.


Com o lançamento, o Circuito Liberdade amplia sua atuação e incorpora novos espaços à sua rede. Passam a integrar o complexo o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, a Casa Baanko, o Centro de Entretenimento de Arte e Cultura (Ceac), no Edifício Acaiaca, o Automóvel Clube e a Igreja São José.


Palácio das Artes


Esses equipamentos se somam a instituições já presentes na Afonso Pena, como o Cine Theatro Brasil, o Palácio das Artes, a CâmeraSete, o P7 Criativo, o Mercado das Flores, o Museu do Judiciário Mineiro e o Museu dos Brinquedos.


              Museu dos Brinquedos
 

                       CâmeraSete


Museu da Memória do Judiciário Mineiro



              Edifício Acaiaca


              Mercado das  Flores


"A Avenida Cultural traduz o propósito do Minas Essencial: revelar e valorizar aquilo que é único, autêntico e representativo da experiência mineira. Ao integrar espaços culturais, patrimônios, manifestações artísticas e paisagens urbanas ao longo da Afonso Pena.




O projeto transforma a avenida em um convite permanente para descobrir a essência de Belo Horizonte", afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.


Parque Municipal


Igreja São José



A Avenida Cultural contará com programação permanente ao longo do ano. Entre os destaques estão a quinta edição da Festa da Luz, entre os dias 25 e 28 de junho, ocupando a Praça da Estação, o Viaduto Santa Tereza e a Praça Fuad Noman; uma intervenção da Cia. de Dança Palácio das Artes na Rodoviária de Belo Horizonte, em julho; a segunda temporada do projeto Cine em Cena, com atividades culturais durante as férias escolares; o flash mob dos corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado na Praça Sete, em agosto; e o Quarteirão das Artes, entre os dias 25 e 28 de setembro, reunindo música, dança, gastronomia, fotografia e economia criativa.


P7 na praça Sete

A programação inclui ainda ações voltadas às crianças em outubro, com a mostra Cine Brasil de Teatro Infantil e o Dia do Pequeno Artista, promovido pelo Cefart, além de uma apresentação do Coral Lírico de Minas Gerais na Igreja São José, em novembro.


Outro destaque será o projeto Curto-Circuito, iniciativa do Circuito Liberdade que levará ativações artísticas urbanas para diferentes pontos da Avenida Cultural, ampliando o acesso à arte e ocupando espaços que tradicionalmente não recebem programação cultural.


O presidente da Fundação Clóvis Salgado e coordenador-geral do Circuito Liberdade, Yuri Mesquita, ressalta que o projeto fortalece a integração entre cultura e turismo. “Despertamos para a ideia desse grande corredor atentando para a própria matéria-prima que o Circuito Liberdade vem construindo ao longo dos anos.



Há uma enormidade de programação e projetos que movimentam a cidade, principalmente na região central. Agora, unimos tudo nesse grande projeto, deixando a gestão mais horizontalizada. E isso reposiciona o olhar sobre o turismo e a cultura de Belo Horizonte”.


O Cine Theatro Brasil atuará como polo irradiador da programação da Avenida Cultural. Para a diretora-executiva da Associação Cine Theatro Brasil, Eliane Parreiras, o projeto representa uma ampla articulação institucional.



“Raríssimas vezes vi uma união de esforços criar tanta potência para uma cidade. Estar à frente do Cine Theatro Brasil, que por sua vez é ponto de articulação da Avenida Cultural, é uma oportunidade de demonstrar que cultura, turismo e criatividade se fazem, principalmente, com conexões e redes de colaboração”, afirma.

Cine Theatro Brasil completa 90 anos de história em BH | G1



Subsecretária de Cultura MG, Maristela Rangel

A Avenida Cultural também oferecerá percursos temáticos gratuitos reunidos sob o conceito de Travessias Urbanas. A primeira rota, denominada “Povos Indígenas, Art Déco e Cosmologias do Centro”, conecta o Edifício Acaiaca, o Cine Theatro Brasil, a Igreja São José e os murais do projeto CURA, propondo reflexões sobre patrimônio, ancestralidade indígena, arte pública e memória urbana.


Nos 55 anos do Palácio das Artes, Fundação Clóvis Salgado lança livro sobre a história e os marcos do complexo cultural



Publicação é a primeira de uma série de obras celebrando o Palácio e suas artes, e será disponibilizada na Midiateca João Etienne Filho, em escolas e instituições públicas, nos equipamentos do Circuito Liberdade e no site da Fundação.



“A Casa de Papel”! No caso, um “Palácio de Papel”, um livro, onde o palácio é o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Minas Gerais – o maior complexo cultural da América Latina –  que, neste 2026, completa seus primeiros 55 anos, com vasta programação, durante todo o ano. 


Juscelino Kubitschek, Peri Rocha França e Antonio Lunardi, em 28 de novembro de 1970 - Crédito Acervo FCS


Inauguração da Grande Galeria, em 31 de janeiro de 1971, com Peri Rocha França, Israel Pinheiro, Luiz Souza Lima e Martinho Rego - Crédito Acervo FCS


Concerto de Inauguração do Grande Teatro, em 14 de março de 1971 - Crédito Acervo FCS


Croqui Original de Oscar Niemeyer para o Teatro Municipal de Belo Horizonte - Crédito Fundação Oscar Niemeyer


Entre as ações comemorativas está o lançamento de uma coleção de cinco livros registrando não só a história do Palácio das Artes; como também a montagem das 100 óperas de seu repertório, entre clássicos mundiais e produções autorais; os 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG); os 55 anos do Cia de Dança Palácio das Artes (CDPA); e, por fim, um catálogo raisonné, com o acervo de artes plásticas da Fundação Clóvis Salgado (FCS), mantenedora do Palácio das Artes. Um sexto livro vai completar a coleção, com a trajetória do Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG), perto de completar 50 anos, em 2029.


Fachada do Palácio das Artes (foto Paulo Lacerda)


O jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980) - ele mesmo “uma flor de obsessão”, em suas próprias palavras, dizia: “o que não é repetido, continua inédito”, desconhecido. E o que dizer então do que nem foi escrito, registrado ou contado, no caso, em papel? Eis a importância desta iniciativa, até então inédita, o primeiro livro da coleção, “Palácio das Artes: 55 Anos – Ontem. Hoje. Sempre!”, do jornalista e escritor Mauro Werkema e da turismóloga e bacharel em Letras Maria Elisa Ordones de Oliveira.


Incêndio no Grande Teatro, em 7 de abril de 1997 -!Crédito Paulo Lacerda)

“Se, na economia, na política e na cultura, Minas Gerais é uma das locomotivas do Brasil, o Palácio das Artes justifica plenamente seu nome: um trem veloz, que segue pelos trilhos de um futuro cada vez mais promissor, levando em seus muitos e variados vagões todas as artes e os maiores tesouros de Minas, do Brasil e até do mundo”, diz, na apresentação do livro, o governador de Minas Gerais, Mateus Simões.



O livro, que será lançado na próxima semana, terá exemplares para consulta na Midiateca João Etienne Filho (no Palácio das Artes) e será distribuído também em escolas e instituições públicas de Minas Gerais, além de ficar disponível para leitura e pesquisa nos equipamentos do Circuito Liberdade e, em versão digital, no site da Fundação Clóvis Salgado https://fcs.mg.gov.br/ 


A publicação é um marco em 248 páginas, dividido em capítulos e subcapítulos, sobre as origens e a história do complexo cultural; suas múltiplas galerias e demais espaços físicos; seus corpos artísticos; o Cine Humberto Mauro; e o Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), de onde saem mais de 2 mil novos artistas e técnicos por ano.


“Este livro reconstrói, revela, como o Palácio das Artes se tornou uma das instituições culturais mais importantes do Brasil. Não é apenas celebração, nem simples inventário de fatos, salas e realizações. É, no melhor sentido, uma interpretação. Reúne memória institucional, leitura histórica, crítica de arquitetura, testemunho afetivo, reflexão sobre políticas públicas e análise da formação artística de Minas Gerais.


Seu mérito maior está em demonstrar que o Palácio das Artes não se deixa compreender por uma única chave. Ele é, ao mesmo tempo, edifício, instituição e acontecimento urbano. É obra moderna, é organismo vivo, é paisagem moral da cidade”, escreve, também na apresentação, o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira.


A importância, quase urgência de “Palácio das Artes: 55 Anos – Ontem. Hoje. Sempre!”, é relembrar fatos capitais como sua idealização por Juscelino Kubitschek, quando prefeito de Belo Horizonte (1940-1945), com projeto original do arquiteto Oscar Niemeyer – no livro em alguns croquis, gentilmente cedidos pela Fundação Oscar Niemeyer –  e a retomada das obras paralisadas por mais de 20 anos, só concluídas no Governo Israel Pinheiro (1966-1971), com o arquiteto Hélio Ferreira Pinto. Mesmo com a Grande Galeria, hoje, Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, sendo aberta em 1970, a inauguração oficial aconteceu em 14 de março de 1971. Um dia depois assumia o novo governador, Rondon Pacheco (1971-1975).


Presidente Yuri Mello Mesquita (foto Paulo Lacerda)


Para o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Yuri Mello Mesquita, “é uma honra comemorar os 55 anos do Palácio das Artes, um dos mais importantes espaços culturais da América Latina, com o lançamento de uma bela publicação que se debruça sobre a sua história, a trajetória dos corpos artísticos, as curiosidades, os espaços e alguns marcos desse brilhante caminho.


A reflexão sobre a nossa história, bem como os projetos de preservação dos nossos acervos artísticos e documentais, assim como a potência e relevância das nossas companhias artísticas, do Cefart e do nosso corpo técnico, possibilita que comemoremos muitos outros aniversários. Vida longa ao Palácio das Artes!”.


Coral Lírico de Minas Gerais (Foto Paulo Lacerda) 



Maestro André Brant e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais  (foto Paulo Lacerda)

Certamente o grande mérito de “Palácio das Artes: 55 Anos” está na hercúlea recuperação das memórias, dos personagens e registros fotográficos do acervo da FCS, que construíram, ontem, esta longa trajetória, e na exaltação da importância do Palácio das Artes, hoje, enquanto projeta as bases para o amanhã e o sempre. No lado mais humano e dinâmico, estas memórias, ao longo da obra, voltam com uma série de emocionantes depoimentos de artistas e dos mais antigos colaboradores na FCS/Palácio das Artes. 



Com a palavra, o jornalista, ex-presidente da FCS e autor do livro, Mauro Werkema: “o livro, com objetivo histórico e documental,  enfatiza três aspectos que distinguem e  enobrecem a história do Palácio das Artes: sua origem, concepção  e realização  por nomes ilustres, como Juscelino, Niemeyer, Israel Pinheiro, Clóvis Salgado, entre muitos outros; sua excepcional e contínua  performance de realizações artísticas e culturais; e a amplitude de sua atuação - em todos os ramos da criação, produção, exibição artística e cultural e ensino para as carreiras artísticas -, a maior  e mais completa do Brasil e da América Latina. E assim, o Palácio continua merecendo a presença contínua de seu grande público”.


Ópera Matraga  (foto Paulo Lacerda)



Ópera La Traviata
 (foto Paulo Lacerda)

Uma compilação das experiências inaugurais que seguem habitando incontáveis imaginários. A primeira nota de um piano, o primeiro concerto de música clássica, o deslumbramento diante da primeira exposição de artes plásticas, a hipnose do primeiro espetáculo de dança ou da apresentação de um coral, o primeiro filme, a primeira trilha sonora, a primeira ópera – síntese de todas as artes.


Lançamentos de livros, comemorações, encontros, festas. A primeira aula e a primeira turma de formandos nos cursos de artes e tecnologias da cena, assim como os primeiros anos da Escola Guignard, que ali nasceu.


“Palácio das Artes: 55 Anos – Ontem. Hoje. Sempre!” também resgata seus momentos mais críticos, como o incêndio do Grande Teatro, hoje, Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em 1997; o desafiador período da pandemia de Covid-19, com extensa programação on-line, bem como os rituais de despedida de artistas que marcaram nossa história: Gonzaguinha, em 1991; Fernando Brant, em 2015; e, em 2025, Lô Borges e Teuda Bara. 


Por fim, como escreveu, sempre nas apresentações, o ex-presidente da FCS e idealizador da coleção de livros, Sérgio Rodrigo Reis, “Hoje, em sua maturidade, o Palácio das Artes reafirma esse desejo de pertencer ao povo. Afasta-se do modelo de museus antigos e casas de espetáculos concebidos como santuários fechados, imersos em escadarias e sombras.


O Palácio é um segundo lar, uma extensão da Avenida Afonso Pena, no coração da capital de Minas Gerais, Belo Horizonte – um edifício atravessável, uma cidade dentro da cidade, onde a arte exerce plenamente seu papel transformador”. 


Santa Luzia: cidade imperial, do ouro e muitas histórias


Turismo em Minas Gerais


Localizada a apenas 25 Km da capital mineira, a histórica cidade de Santa Luzia, em seus 334 anos, tem muita história. O início  originou-se com aventureiros que em busca de riquezas, descobriram Santa Luzia. Tudo começou, em 1692, durante o ciclo do ouro. Uma expedição dos remanescentes da bandeira de Borba Gato implantou o primeiro núcleo da Vila, as margens do rio das Velhas, no garimpo de ouro de aluvião.


Com a enchente do rio, o pequeno vilarejo mudou-se para o alto da colina, onde, hoje, é o Centro Histórico da cidade. Em 1697, ergueu-se o definitivo povoado, que recebeu o nome de Bom Retiro. Mais de 150 anos depois, em 1856, o povoado foi emancipado e desmembrado de Sabará e a partir de 1924, passou a se chamar Santa Luzia.


Com o fim da exploração do ouro, Santa Luzia tornou-se um importante centro comercial, ponto de parada dos tropeiros que vinham negociar e comprar mercadorias. Na rua do Comércio, no bairro da Ponte, existia um porto para os barcos que navegavam pelo Rio das Velhas, transportando mercadorias comercializadas em Minas Gerais. 


O imperador D. Pedro II, em visita a Santa Luzia em 1881, ficou hospedado no Solar da Baronesa, um centro de referência social e cultural do século XVI, localizado na Rua Direita, no Centro Histórico.


 


A visita foi registrada, pelo imperador, através de desenho de um trecho do centro histórico da cidade. Esse desenho foi a prova histórica que concedeu ao município o título de cidade imperial.


     Santa Luzia a padroeira: Conta a história, que um pescador chamado Leôncio, que tinha problemas na visão, observou um objeto brilhando no rio, enterrado na areia. Quando pegou era a imagem de Santa Luzia, a santa protetora dos olhos, e assim se deu o primeiro milagre da santa, já que na mesma hora ele volta a enxergar.


Santuário de Santa Luzia


A imagem foi levada para a primeira capela do arraial, tornando-se a padroeira do município. O Sargento- Mór Pacheco Ribeiro, que morava em Portugal, ao ficar cego, fez uma promessa a Santa Luzia das Minas Gerais, que se voltasse a enxergar viria para a cidade. Como recebeu o milagre, ele se mudou com suas três filhas para Santa Luzia e construiu o templo, onde hoje está a Igreja Matriz, localizada na Rua Direita, no Centro Histórico. A  obra da igreja foi em  1778. 


Com tantas histórias, o caminho certo é pegar a estrada com familiares e amigos, chegar a Santa Luzia, parar o veículo na rua Direita, centro da cidade , e começar a caminhar, observando os casarões, e viajar pelo tempo, além de ter diversos bares e restaurantes com deliciosa gastronomia mineira.


Alguns dos monumentos que formam o patrimônio de Santa Luzia são a Matriz Santuário de Santa Luzia, uma das mais visitadas, e também o Solar Teixeira da Costa onde hoje funciona o Museu Aurélio Dolabela.


Também são pontos turísticos  o Solar da Baronesa, o Museu Sacro, a Capela do Senhor do Bonfim, a Capela do Hospital São João de Deus, a Igreja do Rosário e o Mosteiro de Macaúbas.


Conheça o artesanato de Santa Luzia. Existem dois locais que podem ser visitados para apreciação e compra de peças artesanais: a Estação Ferroviária de Santa Luzia, onde funciona hoje o Centro de Artesanato, e a Praça Julieta Teixeira de Sales, onde acontece a Feira de Artesanato.


Museu Histórico Aurélio Dolabella – MHAD – Prefeitura Municipal de Santa  Luzia


Museu Sacro


Projeto colorir BH



Já podem ser retirados gratuitamente nos Centros de Atendimento ao Turista (CATs) de Belo Horizonte os novos livros de colorir inspirados em alguns dos principais cartões-postais da capital mineira. A publicação reúne ilustrações de atrativos turísticos e espaços emblemáticos da cidade, convidando crianças, moradores e visitantes a explorarem Belo Horizonte de forma criativa e interativa.



A iniciativa busca aproximar o público do patrimônio cultural, histórico e turístico da capital, despertando o interesse pelos atrativos da cidade por meio da arte e da imaginação. Além de incentivar atividades recreativas e educativas, o material contribui para fortalecer o sentimento de pertencimento e valorizar a identidade belo-horizontina entre diferentes gerações.


O projeto “Pinte BH” foi desenvolvido pela equipe de Comunicação Digital da Prefeitura de Belo Horizonte. Nesta nova etapa, a Belotur viabilizou a impressão de 3 mil exemplares do material, que serão distribuídos gratuitamente nos Centros de Atendimento ao Turista (CATs), ampliando o alcance da ação.

O livro reúne ilustrações de importantes cartões-postais de Belo Horizonte, como a Praça do Papa, a Praça Sete, a Igreja São José, a Feira de Plantas e Flores, o Cristo do Barreiro e a Igrejinha da Pampulha, todos acompanhados por uma capivara, personagem que se tornou um dos símbolos afetivos da capital mineira.


No verso da publicação, os participantes encontram um espaço em branco destinado à criação de um desenho autoral, permitindo que cada pessoa represente BH a partir do próprio olhar e das experiências que vivencia na cidade.


Os desenhos também estão disponíveis para download no portal da PBH.

Os livros podem ser retirados nos três Centros de Atendimento ao Turista (CATs) da cidade: CAT Veveco, na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855 - Bairro São Luiz; no CAT Sede Belotur, na Rua Espírito Santo, 527 - Centro; e no CAT Mercado das Flores, na Avenida Afonso Pena, 1055, também no Centro de Belo Horizonte.

 

Seu Postal Vai Viajar

Além dos livros de colorir, os Centros de Atendimento ao Turista (CATs) de Belo Horizonte disponibilizam diversos materiais de promoção turística, informação, acolhimento e divulgação da cidade. Em abril deste ano, novos cartões-postais passaram a integrar o programa “Seu Postal Vai Viajar”, que permite o envio gratuito de mensagens para qualquer lugar do mundo.


Foram produzidos 16 mil cartões-postais distribuídos em 13 modelos diferentes, que retratam importantes pontos turísticos e atrativos da capital mineira. A ação busca fortalecer a divulgação de Belo Horizonte, incentivando moradores e visitantes a compartilharem as belezas, a cultura e a identidade da cidade com pessoas de diferentes regiões do Brasil e do exterior. Mais informações sobre o projeto estão disponíveis no Portal da Prefeitura de Belo Horizonte.


PIC- PAMPULHA IATE CLUBE EMPOSSA NOVA DIRETORIA EXECUTIVA



O Pampulha Iate Clube (PIC) realizou, no dia 18 de junho, a cerimônia de posse de sua nova Diretoria Executiva para o biênio 2026–2028. 



Na oportunidade, deu posse aos novos membros do Conselho Fiscal e Deliberativo e aos conselheiros que se tornaram Natos. O evento reuniu associados, ex-presidentes, conselheiros, familiares, gestores e colaboradores em uma solenidade marcada pela emoção, pelo reconhecimento da trajetória do Clube e pela celebração de um novo ciclo administrativo.

À frente da nova gestão está Wilson Alvarenga de Oliveira Filho, que retorna à Presidência do PIC após ter comandado a instituição entre 2018 e 2022. Nos últimos quatro anos, exerceu a Presidência do Conselho Deliberativo e integrou o Conselho Consultivo do Clube.



Natural de Barão de Cocais (MG), Wilson Alvarenga é empresário, fazendeiro e administrador de empresas. Casado com Maria Lúcia de Araújo Alvarenga, é associado do PIC desde 1998. Sua história com o Clube, entretanto, teve início há quase quatro décadas, quando atuou nas áreas de Recursos Humanos e Financeira. Posteriormente, assumiu a Vice-Presidência Fiscal e Financeira, tornou-se Conselheiro Nato e consolidou uma trajetória marcada pelo compromisso e pela dedicação à instituição.



Ao assumir novamente a Presidência, Wilson Alvarenga reafirmou seu compromisso com o trabalho desenvolvido, pautado pela responsabilidade administrativa, pela valorização do quadro associativo e pelo fortalecimento da posição do PIC como uma das mais importantes entidades sociais, esportivas e recreativas de Minas Gerais.


Em seu discurso de posse, o presidente emocionou os presentes ao recordar sua trajetória no Clube e destacar a importância dos associados para o futuro da instituição. “Hoje tenho a felicidade e a honra de ser empossado novamente como presidente do Pampulha Iate Clube.


São quase 40 anos de dedicação a esta instituição, que se tornou parte da minha vida e da história da minha família. Ao longo dessa caminhada, tive a oportunidade de servir ao Clube em diferentes funções, desde a área administrativa até a Presidência do Conselho Deliberativo e a Presidência do PIC. Cada experiência me ensinou algo valioso e fortaleceu ainda mais meu compromisso com esta instituição”, enfatizou.



“Retorno à Presidência com a convicção de que a experiência acumulada ao longo desses anos pode contribuir para que o Clube continue crescendo, se modernizando e ampliando sua relevância, sempre preservando os valores que construíram sua história. Acima de tudo - afirmou ele -  volto motivado a trabalhar pelos associados, que são a verdadeira razão de existir do PIC. É por eles que dedicamos nossos esforços, nossos projetos e nossa dedicação diária.


Wilson e sua esposa Maria Lúcia(Lucinha)

Para finalizar, o novo presidente disse que recebe esta missão com muita responsabilidade, entusiasmo e gratidão. “Espero corresponder à confiança que me foi depositada e conduzir uma gestão marcada pelo diálogo, pela união, pela inovação e por importantes conquistas para o nosso Clube.”

                   Fotos: Equipe Túlio Barros



Diretoria Executiva do Pampulha Iate Clube – PIC

Biênio 2026–2028

Presidente
Wilson Alvarenga de Oliveira Filho

Vice-Presidente da Área de Saúde
Jamil Nahass

Vice-Presidente Comercial
João Henrique Franco Garcia

Vice-Presidente de Esportes 1
Pedro Eduardo Pimenta Cortez

Vice-Presidente de Esportes 2
Carlos Augusto Moreira

Vice-Presidente Fiscal e Financeiro
Arnaud Gazzi e Veiga

Vice-Presidente Jurídico, de Secretaria e de Recursos Humanos
Ricardo Scalabrini Naves

Vice-Presidente de Obras
Carlos Roberto Rodrigues Teixeira

Vice-Presidente de Operações
Hudson Venâncio

Vice-Presidente Social
Cláudio Roberto Ferreira Gontijo

Vice-Presidente de Tecnologia da Informação
Marcos Alverni Nannetti



Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63  informações para sergio51moreira@bol.com.br 


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