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domingo, 5 de fevereiro de 2012

NOVA MERCEDES-BENZ SLK 55 AMG CHEGA AO BRASIL, POR US$ 239 MIL, NESTE PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO. É O MAIS POTENTE SLK JÁ FABRICADO


A edição de 2012 da Top Night Mercedes-Benz contará com mais uma grande atração – a apresentação nacional d. Lançada mundialmente no Salão de Frankfurt de 2011, a nova Mercedes-Benz SLK 55 AMG foi apresentada ao público em São Paulo no último dia 2 deste mês de fevereiro. 


O veículo chegará ao Brasil no primeiro semestre deste ano para se juntar ao A Concept como as grandes estrelas da marca no mundo. Custará U$ 239 mil (R$ 430.000,00 - US$ a R$ 1,80).


A nova 55 AMG é a mais potente SLK de todos os tempos produzida pela Mercedes-Benz. Seu novo motor V8 naturalmente aspirado de 5,5 litros com desativação de cilindros combina máximo desempenho com o menor consumo de combustível possível. 

Com potência máxima de 421 cv e torque máximo de 540 Nm, a SLK 55 AMG supera todos os seus concorrentes diretos. As emissões de CO2, de 195 g/km, são 30 por cento inferiores às de sua antecessora.




O alto nível do comportamento dinâmico é garantido pela suspensão esportiva AMG com sistema de direção Direct-Steer, sistema de frenagem seletiva Torque Vectoring Brakes e programa eletrônico de estabilidade (ESP) de três estágios, assim como o sistema de freios AMG de alta performance.

A nova SLK 55 AMG mostra sua individualidade ao primeiro olhar: rodas exclusivas AMG de liga leve de 18”, carroceria com design AMG exclusivo com spoiler diferenciado e duas saídas de escape duplas cromadas na traseira complementam as proporções clássicas deste roadster, acrescentando simultaneamente um toque atlético. O design expressivo da SLK 55 AMG é simultaneamente atraente e inconfundível.

A SLK 55 AMG é a materialização perfeita da nova proposta da marca, "Driving Performance" (Desempenho na Condução): no segmento de Roadsters compactos de alto desempenho não há nada que se compare à sua combinação de sensibilidade dinâmica de condução, esportividade superior, alta tecnologia inigualável e baixo consumo de combustível. A SLK 55 AMG acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente).




Principais dados em resumo:
Cilindrada: 5.461 cm3
Potência: 421 cv a 6.800 rpm
Torque máximo: 540 Nm a 4.500 rpm
Emissões: de CO2 195 g/km
Aceleração: 0 - 100 km/h 4.6 s
Velocidade máxima: 250 km/h - limitada eletronicamente
Comprimento: 4,146 m
Largura: 2,006 m
Altura: 1,3 m

O motor V8 mais eficiente em consumo do mundo combina os mais baixos valores de consumo com a alta potência e a experiência sonora que apenas um V8 de grande cilindrada pode proporcionar.

Alinhada à sua estratégia "AMG Performance 2015", com sua nova unidade V8 a Mercedes-AMG está cumprindo sua promessa de continuar a reduzir tanto o consumo quanto as emissões de seus novos modelos durante os próximos anos, ao mesmo tempo em que alcança novas marcas com o apelo da marca central por "Driving Performance". 


Simultaneamente, a AMG também demonstra responsabilidade social através do M152.
AMG Cylinder Management
O sistema AMG Cylinder Management de desativação de cilindros completamente novo, desenvolvido pela Mercedes-AMG, é responsável por grande parte da eficiência apresentada: os cilindros dois, três, cinco e oito são cortados sob carga parcial, o que reduz o consumo consideravelmente. Esta tecnologia também é usada, de forma semelhante, nos motores V8 de 750 hp da Fórmula 1. 

Como a eficiência também tem um papel-chave na categoria mais alta do automobilismo de competição, dois ou quatro dos oito cilindros são desligados nas curvas de baixa velocidade, nas fases de entrada do Safety Car ou nos pit stops.

A função de desligamento de cilindros está ativada ao longo de uma ampla faixa de rotações, entre 800 e 3.600 rpm, caso o motorista selecione o modo de transmissão "C" - Eficiência Controlada. 

O menu principal da AMG no painel de instrumentos informa ao condutor quando a desativação de cilindros está ativada e quando o motor está funcionando com quatro ou com oito cilindros. 

Mesmo ao utilizar apenas quatro cilindros, o torque disponível permanece em não menos que 230 Nm, o suficiente para garantir aceleração suficiente na maioria das condições de utilização do carro. Assim que o motorista necessitar de mais potência, acima do regime de carga parcial, os cilindros dois, três, cinco e oito são reativados.

A troca entre a operação com quatro e oito cilindros é instantânea e imperceptível, não prejudicando de forma alguma o conforto dos ocupantes. A uma rotação de 3.600 rpm, o processo de ativação não demora mais que 30 milésimos de segundo.

Válvulas fechadas, alimentação de combustível e ignição desativadas
Isto é possível graças à interação inteligente entre o altamente eficiente sistema de gerenciamento do motor, com 16 elementos hidráulicos de compensação, e um complexo sistema de suprimento de óleo no cabeçote. 

Os elementos de compensação são integrados no cabeçote e mantém as válvulas de admissão e escapamento dos cilindros dois, três, cinco e oito fechadas quando o sistema de desativação é acionado.

Ao mesmo tempo, a alimentação de combustível e a ignição dos mesmos é desativada. Isto não apenas permite que as perdas de carga dos quatro cilindros desativados sejam reduzidas, mas também aumenta a eficiência dos quatro cilindros que permanecem em funcionamento. Isto acontece porque o ponto de operação é modificado para a faixa de maior carga. 

Os elementos de compensação são compactos e leves, permitindo uma operação precisa do trem de válvulas e rotações do motor até 7.200 rpm.




Ampla variação: transmissão AMG SPEEDSHIFT PLUS 7G-TRONIC
A força do motor é transferida para as rodas traseiras através da transmissão automática AMG SPEEDSHIFT PLUS 7G-TRONIC, que dispõe de três diferentes modos de operação: "Eficiência Controlada" (C), Sport (S) e Manual (M). A função automática de dupla-debreagem (punta-taco) nas reduções, assim como a breve e precisa interrupção da ignição e injeção durante as acelerações a plena carga, reduz os tempos de trocas de marchas e aumentam o apelo emocional quando o carro é guiado de forma esportiva. 

Um amortecedor torsional duplo tipo turbina, com pêndulo centrífugo, que se adapta à rotação do motor, ajuda a minimizar as vibrações durante a operação em quatro cilindros e reforça a impressão de conforto experimentada pelos ocupantes do veículo.
Três gerações: a SLK feita pela AMG
A nova SLK 55 AMG já é a terceira geração deste exclusivo e dinâmico roadster feito pela AMG. Tudo começou em 2001, com a SLK 32 AMG. O seu motor V6 AMG com compressor, de 3,2 litros, produzia 354 cv e torque máximo de 450 Nm - assim a SLK 32 AMG era o mais potente veículo entre os concorrentes. 

No final de 2004, ele foi seguido pela SLK 55 AMG. Com seu motor AMG V8 5,5 litros, que desenvolvia 360 cv e 510 Nm de torque, ela também assumiu a posição de ponta em seu segmento. Nenhum outro veículo em sua classe oferece um motor de oito cilindros e alta cilindrada. A Mercedes-AMG manteve a coerência com esta filosofia no modelo sucessor.

Lançamento
Como acontece desde a primeira edição, o evento contou com uma exposição de fotos assinada por Luiz Tripolli. Desta vez, o renomado fotógrafo se inspirou na temática da água – remetendo a práticas e tecnologias sustentáveis usadas pela Mercedes-Benz – para clicar onze personalidades ao lado de supermáquinas da marca.

A sexta edição da Top Night Mercedes-Benz aconteceu no último dia 2 de fevereiro, na Casa Fasano, e reforçou, com estilo, a temporada de eventos badalados e de luxo da capital paulista.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

CHERY VENDEU 643 MIL VEÍCULOS NO MUNDO EM 2011 E CRESCE HÁ 11 ANOS CONSECUTIVOS NA CHINA E BATE NOVO RECORDE DE EXPORTAÇÃO



A fábrica chinesa de veículos Chery se consagrou em 2011, pelo 11º ano consecutivo, como a maior fabricante de veículos independente da China. A montadora encerrou o ano com 643 mil unidades  vendidas dentro e fora de seu país. 


No mercado externo, as vendas alcançaram aproximadamente 160.200 unidades, o que representa um aumento anual de 73% e ultrapassa a marca histórica da montadora conquistada em 2008, atingindo um novo recorde da fabricante.

Em 2011, a Chery intensificou seu plano de internacionalização com anúncio de novas plantas, incluindo o Brasil e Venezuela, e adotou modelos de operação de companhias multinacionais, como, por exemplo, a joint venture com a Valeo para produção e fornecimento de produtos voltados à iluminação automotiva.

No ano passado, três modelos Chery foram destaque no mercado externo. O sucesso desses veículos está ligado ao design internacional desenvolvido em parceria com estúdios consagrados mundialmente, como Pininfarina, e a busca constante pela qualidade.






Prova disso, foi o nível de aceitação no mercado internacional do Chery Cielo (foto), batizado de A3 na China, um dos modelos mais exportados pela marca em 2011. O modelo ostenta uma aparência que agrada a todos os públicos do mundo e apresenta padrões internacionais de segurança, além de motor potente e econômico.



Outros dois modelos que ganharam ênfase no mercado internacional foram o Face, batizado de A1 na China, e o Tiggo (foto), ambos comercializados no Brasil, assim como o Cielo. O Face conquistou níveis de popularidade principalmente no mercado da América do Sul. 


Já o Tiggo, que até o momento recebeu 50 certificados MVTA (Motor Vehicle Type Approval – certificado de teste de padrões para a circulação de veículos na Europa), esteve acima dos padrões internacionais em relação à aparência, acabamento, controle e segurança. 

Em 2011, as exportações do Tiggo chegaram ao topo da lista dos modelos da Chery pela primeira vez e fortaleceram a imagem da marca no mercado internacional.

Além das vendas para o mercado interno e externo, algumas áreas da Chery tiveram papel fundamental no desempenho da empresa durante o ano. A área de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa aplicou mais de 6 mil patentes e ganhou mais de 4 mil, desfrutando de uma liderança confortável na indústria automobilística da China.

Sua inovação técnica não ficou presa ao desenvolvimento e ao design de produtos, mas foi estendida também ao campo técnico de testes. No centro de testes automotivos da Chery – o maior e mais funcional centro de tecnologia automotiva da Ásia – existem laboratórios de partes automotivas, conservação de energia e proteção ambiental, testes de estrada, powertrain, segurança passiva, materiais e medida, e uma faixa de teste de controle e estabilidade, que vão ao encontro da necessidade dos 30 novos modelos desenvolvidos e 2 milhões veículos fabricados todo ano.




Seguindo o cenário positivo da fabricante, as vendas dos veículos Chery no Brasil triplicaram em relação a 2010. Foram 21.682 emplacamentos em 2011, o que rendeu à montadora a conquista de duas posições no ranking da Fenabrave. O modelo QQ foi o principal responsável pelo aumento na quantidade de vendas, com 9.923 emplacamentos no acumulado do ano.
Chery Tera que ainda não chegou ao Brasil

FIAT NOVO UNO POR R$ 70,00



A linha Fiat Toys acaba de lançar modelo Novo Uno, por R$ 70,00 para crianças de mais de dois anos. O brinquedo foi produzido pela Grow, que traz produtos inspirados nos automóveis da montadora, lança o Uni Duni Baby.

Todo feito em vinil e decorado com as cores azul, laranja e amarelo, para entreter as crianças, o Uni Duni Baby também emite sons de buzinas, motor de carro e alarme, uma verdadeira diversão para os pequenos que ainda não podem ter um carro de verdade. Possui ainda rodas livres para que a criança possa movimentar o carrinho de um lado para outro.

“O Uni Duni Baby é mais um produto que lançamos com o objetivo de estabelecer uma comunicação lúdica, aproximando a Fiat das famílias e das crianças. O carrinho entretém e leva aos pequenos uma alegria de gente grande”, diz Rosália Andrade, coordenadora do projeto Fiat Toys.

O Uni Duni Baby já está à venda na loja virtual Fiat Fashion (www.fiatfashion.com.br) e em lojas de brinquedos de todo o país.

Preço sugerido: R$ 70,00


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

BMW DO BRASIL PATROCINA O TORNEIO MUNDIAL DE TÉNIS DA RIVIERA


A BMW do Brasil está patrocinando o Torneio Internacional Feminino da Riviera de São Lourenço, que acontece de 4 a 12 de fevereiro, nas quadras da Academia Riviera Tênis. As 13 das 300 melhores tenistas do mundo já garantiram a vaga para disputar na categoria ITF o prêmio de US$ 25 mil, além de pontos para o ranking mundial de profissionais.


Três brasileiras têm vaga garantida na lista de 20 jogadores com ingresso direto: as paulistas Roxane Vaisemberg e Vivian Segnini e a pernambucana Teliana Pereira. Os organizadores reservam quatro convites para outros tenistas nacionais de destaque e as últimas oito vagas serão determinadas pelo qualificatório.

Os fãs do tênis poderão ainda conferir o estande da BMW, onde dois modelos da marca estarão expostos durante o campeonato: o BMW 550i, que tem motor a gasolina de oito cilindros denominado BMW TwinScrollPower Turbo e o qual desenvolve uma potência de 407 hp, e o BMW M3 Fire Orange, o esportivo V8 da marca que oferece 420 hp, 7 marchas e kit performance com rodas aro 19’’ em preto fosco, teto e acabamento interno de fibra de carbono, além da cor predominante e arrojada, o vibrante laranja.

O Torneio Internacional da Rivieira tem entrada franca e conta com apoio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esporte Lazer e Juventude. Recebe patrocínio de BMW do Brasil, Guarani, Inapel, Artefacto Beach & Country, Sobloco Construtora e Sabel, e apoio da CBT/Correiros. A promoção fica por conta do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura.

O BMW Group
O BMW Group é um dos fabricantes mais bem sucedidos de automóveis e motos do mundo com as marcas BMW, MINI e Rolls-Royce. Como uma empresa mundial, o BMW Group opera 25 instalações de montagem e produção em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Durante o ano contábil de 2011, o BMW Group vendeu 1,67 milhões de veículos e mais de 113.000 motos em todo o mundo. O lucro antes dos impostos para 2010 foi de 4,8 bilhões de euros sobre rendimentos equivalentes a 60,5 bilhões de euros. Em 31 de dezembro de 2010, o BMW Group apresentou força de trabalho de aproximadamente 95.500 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi construído através de pensamento duradouro e ações responsáveis. A empresa estabeleceu sustentabilidade ecológica e social em toda a sua cadeia de valor, responsabilidade abrangente de produtos e um claro comprometimento com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia. Como resultado dos seus esforços, o BMW Group foi classificado como líder de indústria pelos Índices de Sustentabilidade Dow Jones (Dow Jones Sustainability Indexes) nos últimos sete anos.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MESMO AMEAÇADO, MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA GANHA GALAXIE LANDAU 1981


Fonte: Correio Braziliense
Rogelio Golfarb (E), diretor de Assuntos Corporativos da Ford, e Roberto Nasser, idealizador e curador do Museu do Automóvel (Ford/Divulgação)
Rogelio Golfarb (E), diretor de Assuntos Corporativos da Ford, e Roberto Nasser, idealizador e curador do Museu do Automóvel


O acervo de 50 veículos históricos do Museu do Automóvel de Brasília acaba de ganhar mais um integrante. A Ford entregou para a instituição um Galaxie Landau 1981 em condições originais.

O Galaxie foi o primeiro automóvel Ford fabricado no Brasil e ficou conhecido por introduzir novidades como ar-condicionado, transmissão automática e direção hidráulica.


A unidade doada foi usada até 2009 no Laboratório de Emissões do Campo de Provas da Ford em Tatuí (SP), para calibração de dinamômetros. Durante 28 anos, seu motor V8 5.0 foi acionado diariamente para aquecer os rolamentos e permitir o cálculo de atrito do equipamento. "Apesar do terrorismo, da insensibilidade e da falta de interesse do poder público, as pessoas continuam acreditando na continuidade do Museu, daí o fluxo de doações", explicou Roberto Nasser, idealizador curador do Museu.

O Landau chega no momento em que o Museu do Automóvel aguarda uma definição sobre seu destino. No fim do ano passado, terminou o prazo dado pela Secretaria de Patrimônio da União para que o Museu deixe o edifício no Setor de Garagens Norte, próximo ao Memorial JK.

No entanto, segundo Nasser, o oficial de Justiça não pode cumprir o mandado, por "falta de condições logísticas". "Ele teve sensibilidade para não jogar na chuva todo o acervo. São livros, revistas, mais de 10 mil documentos. Mais de 2 mil metros quadrados com material histórico. Não há como guardar isso em qualquer lugar", afirma.


Ainda no fim do ano passado, Nasser se encontrou com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que pediu alguns dias para dar um jeito na situação. "Por conta dos estragos provocados pela chuva, que estão tomando muito tempo do ministro, não houve uma resposta. Eu não me recuso a devolver o prédio, mas se for expulso, acabou o Museu. Não é como uma sapataria, na qual basta carregar tudo para outro lugar", disse.

Quanto ao GDF, Nasser afirma que o secretário de Turismo, Luiz Otávio Neves, enviou um ofício se compromentendo a dar uma solução. Vale ressaltar que a lei orgânica do Distrito Federal proíbe o fechamento de museus.

Salve o museu
Um abaixo-assinado, que já conta com mais de 5 mil assinaturas, pode ser preenchido pela internet para ajudar a salvar o museu. Basta entrar no site http://www.museudoautomovel.org.br/e clicar na imagem Vamos salvar o Museu do Automóvel. Apesar dos problemas, o local continua aberto à visitação, exceto a biblioteca, de terça-feira a domingo de 11h às 17h. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).

ROBERTO NASSER - DE CARRO POR AÍ


O jornalista Roberto Nasser, um dos mais brilhantes profissionais da área automotiva do Brasil, e idealizador e curador do Museu do Automóvel de Brasília, escreve a coluna DECARROPORAÍ que passamos a publicar no Blog pela importância das opiniões e informações sempre atualizadas de Nasser no setor automotivo.


DE CARRO POR AÍ - 512/03

edita@rnasser.com.br Fax: 55.61.3225.5511 Coluna 0512 01.fev.2012

Unidos do Telhado, o bloco do adeus
A proximidade do Carnaval, o retorno à atividade econômica, a expansão de negócios, farão presença nos próximos dias com novos lançamentos – e, consequentemente, forçarão o desaparecimento dos produtos a ser substituídos. A parcela legal, exigindo colocação de almofadas de ar e ABS leva ao fim os carros de projetos antigos, incapazes de receber tais equipamentos. Juntos, passeando à beira do perigo, fossem bloco carnavalesco seriam, sem dúvida, os Unidos do Telhado.
Bloco bem fornido e, por ordem alfabética:

Citroën
C3 – Sucessor pronto, ao aguardo da coragem da ordem de entrar no mercado, com a curiosidade concorrer com o modelo mais vendido da linha. O atual deve ser mantido em paralelo;

Chevrolet
Com a linha de produtos mais antiga, adota soluções com produtos montados sobre plataformas superadas, importação de modelos ou de peças para agregá-las aqui. Seu bloco é o maior.
Agile – Não sairá de produção, mas os argentinos trabalham em mudanças para dar-lhe fôlego de fim de vida, em 2014;
Classic – órfão da família Corsa, merecido pelos compradores que o sufragam, quase 20 anos de produção antecipa a saída por razões de espaço industrial e pela falta de futuro sem os itens de segurança;
Meriva – a ser substituído por outro monovolume de produção nacional, o Spin.
Picape S 10 – exaurida, substituída nos próximos dias; utilitário esportivo Blaser;
Zafira – vencida pelos anos e baixas vendas somará seu espaço de mercado com a Meriva em apenas um produto, o projeto PM7 agora chamado Spin.

Fiat
Continua o processo substitutivo da linha de automóveis e comerciais leves sobre a plataforma desenvolvida no Brasil. Desafio é trocar e manter a liderança.
Siena – Sai de produção trocado pela nova linha, maior, diferenciada, saltará o modelo 2012, apresentado, com a urgência do consumo, como modelo 2013;
Siena Fire – velho modelo 2004, também varrido pela reformulação da linha. Março;

Ford
EcoSport - Case da indústria nacional, chegará ao fim do ciclo neste semestre, substituído pelo modelo novo, global, apresentado em janeiro;
Fiesta – idem, substituído pelo recém apresentado Fiesta ST, até o final do ano;
Fusion – Muito melhorado, elegante e equipado relativamente ao modelo atual. Terceiro trimestre;
Picape Ranger – trocado por novo modelo, mostrado mundo afora. Novas versões, motores gasolina e diesel Ford, para concorrer em todas as faixas. Maio;

Nissan
Desfruta o êxito de bom projeto de crescimento de mercado e quer atacar no segmento onde tem pouca exposição, o de picapes. Revitalizará o Frontier, fugindo da degola legal que barrará todos diesel não enquadrados na nova legislação de emissões.
Frontier – nova série, liderada por motor revisto. O 2.5 26V turbo evolui em potência. A versão de entrada salta de 144 para 163 cv, potência da versão superior, e esta pula de 172 a 190 cv.

Peugeot
Único projeto verdadeiramente novo em sua linha, o 308 será apresentado próximos dias. O 408 turbo colocado à venda é versão do bom sedã;

Toyota
Corolla revisto até o final do ano. O preço inexplicavelmente elevado promove venda da linha atual com desconto de R$ 4 mil.

VW
Picape Amarok – Nova edição, mais potente e com rica transmissão automática com oito velocidades. Março;

Na prática é o seguinte. Se for comprar um dos subidos ao telhado, barganhe.

Os argentinos com carro próprio, em Genebra
8 de março, abertura do Salão de Genebra, os argentinos farão surpresa ao mundo: apresentarão o Projeto Cisitalia 2015. Para quem conhece história, design e automobilismo será agradável surpresa. O Cisitalia foi marco de estética e mecânica, liderada pelo multi industrial Piero Dusio, criando o caminho da formulação esportiva básica iniciada no pós Guerra juntando gente criativa como Dante Giacosa na formulação mecânica, Giovanni Savonuzzi como estilista e construtor. Eram da Fiat: engenheiro chefe de automóveis, projetista-chefe de aviões, para serviços em horas ociosas. Piero Taruffi foi o piloto de fábrica.

Engenhoso, multi ativo, fornecedor de fardas ao Exército, fabricante de bicicletas para uma Itália pobre, foi o primeiro a preparar-se para o fim da II Guerra, tendo produto novo, pioneiro, brilhante em mercado onde se retocavam os produtos dos anos ’30.

Projeto maior que o sonho, Duzio ajudou a indenizar a liberação do professor Porsche, preso na França como criminoso de Guerra, e foi o entusiasmo de Dusio querendo o melhor do melhor e o criativo austríaco dando asa aos sonhos, em especial um Fórmula 1 com tração nas quatro rodas, que o levaram à falência. Mudou-se para a Argentina em seu insandecido projeto de implantação de indústria automobilística e lá produziu 172 unidades.

Conta o bom sítio argentino Autoblog.com.ar, a idéia ressurge com Carolina, sua filha mais nova, e o marido, festejado arquiteto Alberto Diaz Lima, adquirentes aos demais herdeiros os direitos e acervo. Projeto iniciado com a contratação de Néstor Salerno, habilidoso reprodutor de esportivos clássicos para fazer inicial e não vendida série de seis unidades; acordo com o milanês IED, Istituto Europeo di Design, e com Leónidas Anadón, artesanal produtor argentino da mais perfeita réplica do mundo, a Pur Sang Bugatti 35. Projetou e construirá os motores e transmissões com lay out antigo, atualizados tecnologicamente para rendimento e segurança.

A fábrica argentina já reuniu o ferramental para fazer, artesanalmente, os componentes específicos.

De acordo com o arquiteto Diaz Lima, a apresentação mostrará produto e projeto, que passa e a instalação de fábrica em Modena, Itália. Neste ano, construção na Argentina de complexo industrial; cultural, com o Museo Cisitalia, único no mundo; e turístico, com hotel boutique. Italianos, cinco modelos. Argentinos, veículos com linhas antigas e de um utilitário esportivo.

Vínculo histórico, consultor do projeto é Sergio Alberto Lugo, o Dottore Cisitalia, maior especialista mundial na marca.
Curioso ou interessado em investir? www.cisitalia.com

Montadoras aumentam exportação de divisas
Dados oficiais do Banco Central indicam ter as montadoras operando no Brasil enviado US$ 5,58B às matrizes em 2011. Valor alto numerica, percentual e relativamente à atividade, 36,1% superior ao mandado em 2010, embora a produção tenha crescido apenas 0,5% - 2010, 3.381.728; 2011, 3.406.150.

Na prática, em 2011, sob rubricas diversas, a indústria automobilística pagou às matrizes, o equivalente a US$ 1.630, aproximados R$ 2.825/veículo. O volume não combina com os produtos, protegidos da concorrência dos estrangeiros através de elevados impostos mais 30% de delta de punição e, por isto, com baixa tecnologia, e retoques locais sobre plataformas antigas.

A remessa ocorre em ano estável para as matrizes das rentabilíssimas empresas locais. Em 2009 havia temor de terem ultrapassado a base legal em tentativa para salvar as controladoras. O exercício 2010 mostrou-as banindo a crise, mais cristalizadas, mas os repasses nacionais foram elevados, incrementados em 2011.

Dados de indústria automobilística no Brasil são de pouca clareza, pois a maioria se transformou em sociedade limitada, dispensando publicizar números de seus resultados. Tradicionalmente a indústria exporta grandes volumes de dinheiro e já enfrentou algumas CPIs e investigações a respeito. Um dos itens, o pagamento de assistência técnica provocou mudança na legislação ante a desconfiança de se tratar de remessa sem corresponder à prestação de serviços pelas matrizes.

Os repasses de 2011 coincidem com as medidas, afagos e proteções baixados pelos Ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia, e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – a criação da barreira adicional e a gestação da permissão de reter parte do imposto sobre produtos industriais pagos pelos compradores e a chegar desfalcado aos cofres oficiais – um presente pago por nós contribuintes.

Consumidor
José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, a associação dos importadores, pratica ativamente o Jus Esperneandi – brincadeira de advogados para o Direito de Espernear. Não perde oportunidade de protestar, buscar bom senso no Governo. Insiste sem resposta, quer informação lógica aos números que apresenta: o muro alfandegário é erigido apenas para os importadores sem fábrica. Os com fábrica no Brasil importam muito mais: 651.047 unidades, 19% do mercado doméstico. Os sem fábrica, 199.366 unidades, ou 5,82% do bolo.

Gandini propôs ao governo uma espécie de cota, conceito nunca admitido, desde que o governo José Sarney -1985-1990- sinalizou para a abertura das importações. Sugere que 200 mil unidades – volume assemelhado às importações em 2011 - possa ser trazido pagando apenas os elevados impostos vigentes até 17 de dezembro, quando se aplicou aos importados o adicional de 30 pontos.

Gandini lembra ao governo que não quer ser lembrado, que a presença dos importados refreia o ânimo dos elevados preços locais sobre carros sem conteúdo – o Fator Habib, nome do empresário que trouxe os chineses JAC equipados e forçou reduções nos concorrentes locais.

Roda-a-Roda
P’ra valer – A Volkswagen marcou para final de março iniciar vender nova edição do picape Amarok, brasileira incoerência de automóvel grande, diesel, transmissão automática. Como a Coluna antecipou nacionalmente, atrativa transmissão automática ZF com 8 velocidades e potência elevada a 180 cv.
Na real – O racionalismo alemão não entendia como alguém compra um veículo destes, diesel, em versão de topo, exigindo transmissão automática. Capitulou. Para enfrentar Nissan, Mitsubishi, Toyota – e proximamente Ford Ranger e Chevrolet S 10 – promoveu casamento entre câmbio e motor, este com adicionais 10% em potência.

Definição – Indústrias como a BMW e a Chrysler tem interesse em fazer veículos no Brasil para enfrentar o adicional do IPI criado pelo governo, dificultando a entrada dos importados e punindo o consumidor, contribuinte, eleitor, condenando-o a carros nunca evoluídos.

Luz - Entretanto o próprio governo federal, criador da barreira, não sabe dar solução à vontade dos investidores. Imagina-se em fevereiro surjam regra e tabela equilibrando imposição de impostos com índice de nacionalização. Tais números definirão produtos de BMW, Land Rover e Chrysler, e dirão como fazer aos apressados JAC, Chery e Hyundai-Piracicaba.

Proteção – A medida protecionista do governo federal não é apenas cortina pesada para esconder e proteger a incapacidade nacional de competir no exterior, condenando o país a ser secundário no mundo. Mais ampla, também reduzirá o IPI sobre os carros nacionais – não repassada ao consumidor.

Mercado – A Fiat tenta aumentar espaço para exportações enviando o picape Strada à Europa. Como aqui, cabines simples, estendida, dupla; decoração Working, Trekking e Adventure. Motorização específica, diesel 1.3 16V 95 cv de potência. Quer transmitir aos europeus a moda brasileira deixando de ver picape como carro de entregas leves e de agricultor. Se conseguir ...

Re-call – Diz a Volkswagen ter percebido em testes de laboratório a possibilidade de trincas nos pontos metálicos de ancoragem dos cintos de bancos traseiros do SpaceFox – Suran, na Argentina. Consertará graciosamente nos revendedores os 6.731 carros com defeito. Dê uma olhada no sítio www.vw.com.br ou tel 0800 019 5775

Melhores – Sorrisos em Itu, sede da importadora da Kia: o pequeno Picanto e o utilitário esportivo Sportage foram premiados na 14ª. Edição dos Melhores Carros promovida pelo com sítio Best Cars. É importante. Quando se fala em coreano a idéia é de Hyundais e, no caso, o Sportage superou o I 35.

Ungidos – Saiu a lista dos fabricantes considerados praticantes do índice de 65% entre peças e gastos nacionais – uma espécie de conceito da Zona Franca de Manaus aplicado nacionalmente.

Negócio – A Renault iniciou entregar as quase 1,3 mil unidades do utilitário Kangoo Express feita aos Correios.

Acompanhante – Vai à praia de carro? Convite o Wurth. O alemão, com sobrenome Cavity Wax, é cera em spray para proteger carroceria de ferrugem. Aplicou, secou, protegeu. Vale para qualquer chapa metálica.

Mais uma – Outra fábrica de pneus no Brasil. Agora a Sumitomo Rubber, com pedra fundamental em Fazenda Rio Grande, na grande Curitiba. Pr.: investimento de R$ 560M; 1.500 empregados; 2.000 pneus para camionete/mês; inauguração 2013.

Deu certo – Crescendo em interesse, o 2o Salão Bike Show realizado no Rio de Janeiro, mostrou acerto em fórmula, local e prazo. Os 48 mil visitantes, importadores e fabricantes presentes, lançamento de produtos como o Scooter Bee 50 Alan e o pneu Michelin Commander II garantiram a próxima edição: última semana janeiro 2013.



FIAT FATURA EM 2011 QUASE R$ 137 BILHÕES. MAIS 66 % DO QUE EM 2010


O Grupo Fiat-Chrysler fechou o ano de 2011 com receitas de 59,6 bilhões de euros (R$ 136.484.000.000,00 - valor obtido ao câmbio de hoje do euro, R$ 2,29)  um crescimento de 66% em relação ao ano de 2010, quando as operações automotivas do grupo não incluíam a Chrysler. O lucro da gestão ordinária foi de 2,4 bilhões de euros (R$ 54,96 bilhões), apesar das  condições atípicas de mercado, que esteve particularmente fraco na Europa no segundo semestre do ano.

 A margem comercial do grupo alcançou 4% e o lucro líquido foi de 1,7 bilhão de euros (cerca de R$ 3,893 bilhões). A dívida industrial líquida foi reduzida para 5,5 bilhões de euros (R$ 12,595 bilhões) e a liquidez total atingiu 20,7 bilhões de euros (R$ 4.740.300.000,00), bem acima da meta. A produção total  das empresas do grupo somaram cerca de 4 milhões de veículos. O comunicado dos resultados foi divulgado hoje na sede do grupo em Turim, na Itália.
 


Receitas por setor
As receitas totais atingiram 59,6 bilhões de euros, com alta de 66% em relação a 2010 e tiveram acréscimo em todos os setores, com destaque para as marcas de luxo e de veículos esportivos. A Fiat Group Automobiles (FGA, que inclui a Fiat Automóveis no Brasil) registrou receitas de aproximadamente 28 bilhões de euros, com vendas de 2.032.900 automóveis e comerciais leves vendidos (-2,4% em comparação com o ano anterior). 

O crescimento de 7,6% na venda de comerciais leves no ano compensou apenas parcialmente a queda de 4,6%  na venda de automóveis, impactada pela contínua fraca demanda na Itália. Registrou-se o volume recorde de 772.700 veículos no Brasil, representando um aumento de 1,5% sobre 2010.

Chrysler contribuiu para o resultado com receitas de 23,6 bilhões de euros  (R$ 54,044 bilhões) nos sete meses entre junho e dezembro, com vendas mundiais de dois milhões de unidades ao longo do ano, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

As marcas de luxo e esportivas (Ferrari e Maserati) registraram crescimento significativo, especialmente a Ferrari, que fechou o ano com receitas de 2,3 bilhões de euros (R$ 5,267 bilhões), um aumento de 17,3% em relação ao ano anterior.


As receitas da Maserati atingiram 588 milhões de euros, resultado alinhado com  2010. • O setor de componentes e sistemas de produção realizou receitas de aproximadamente 12 bilhões de euros, com um aumento de 10,1% em relação a 2010. Todos os negócios apresentaram sólido crescimento, com destaque para Magneti Marelli, com crescimento de 8,5% em suas receitas, que atingiram 5,9 bilhões de euros. Lucro da gestão ordinária por setor.

O lucro da gestão ordinária atingiu 2,392 bilhões de euros, com uma margem de 4%. Excluindo a Chrysler, o lucro da gestão ordinária foi de 1,047 bilhão de euros (1,1 bilhão de euros em 2010), com margem de 2,8% sobre as receitas (3,1% no ano

• Fiat Group Automobiles atingiu um resultado da gestão ordinária de 430 milhões de euros (607 milhões de euros em 2010). A maior eficiência na produção compensou apenas parcialmente o impacto na queda de volumes na Europa , os investimentos em publicidade relacionados aos novos modelos e os maiores custos de Pesquisa & Desenvolvimento para os próximos lançamentos de modelos.

• As marcas de luxo e esportivas foram beneficiadas por maiores volumes. Ferrari registrou lucro de 312 milhões de euros (303 milhões em 2010) enquanto Maseratti cresceu 67% com lucro da gestão ordinária de 40 milhões de euros.

 • O lucro anual da gestão ordinária dos negócios de Componentes e Sistemas de Produção  foi de 348 milhões de euros  (um crescimento de 40% sobre 2010), com Magneti Marelli praticamente dobrando seus resultados com lucro de 181 milhões de euros contra 98 milhões de euros no ano anterior.


Perspectivas para 2012
A Fiat-Chrysler permanece totalmente comprometida com a direção estratégica definida nos planos quinquenais delineados em novembro de 2009 para a Chrysler e abril de 2010 para a Fiat. Tendo revisto as condições econômicas e comerciais nas quatro regiões operacionais que englobam suas atividades, o Grupo Fiat-Chrysler  confirma as expectativas de desempenho na América do Norte, América Latina e Ásia-Pacífico.

Como consequência do nível de incerteza sobre a atividade econômica na Zona do Euro, o Grupo formulou seus objetivos em faixas de desempenho, proporcionais à evolução da situação econômica europeia. Assim, o Grupo projeta receitas acima dos 77 bilhões de euros, lucro da gestão ordinária entre 3,8 e 4,5 bilhões de euros, lucro líquido entre 1,2 e 1,5 bilhão de euros e endividamento líquido entre 5,5 e 6 bilhões de euros.

JAGUAR E LAND ROOVER CONSAGRAM-SE COMO AS GRANDES VITORIOSAS, EM SUAS CATEGORIAS, DO PRÊMIO BEST CAR 2012, DA ALEMANHA



Pelo quarto ano consecutivo, a Jaguar comemora a escolha do seu sedan XF como “Melhor Veículo Importado Médio” por 45,6% dos leitores da revista alemã Motor und Sport Best Car Awards. 20,7% dos leitores elegeram também o novo Range Rover Evoque como o “Melhor Veículo Importado Off-Road” e prestigiaram a marca colocando nos cinco primeiros lugares do prêmio Best Car 2012 modelos da outra marca inglesa.
A premiação leva em conta a opinião dos leitores da revista Auto Motor und Sport, que são convidados todos os anos a votar nos seus veículos preferidos em 10 diferentes categorias. A revista é considerada a mais importante publicação do gênero da Alemanha.

Os organizadores da edição 2012 do Best Car, promovido pela Motor und Sport, convidaram leitores de outros países a votar em mais de 300 diferentes modelos de veículos, o que resultou em mais de 116 mil votos compilados entre 19 diferentes revistas automotivas de 16 países diferentes.

O novo Range Rover Evoque ficou no topo da lista da categoria "Veículos Importados Off Road" ao alcançar 20,7% do total de votos na categoria. Seu design extremamente ousado e sua ampla capaciade off road foram citados como as principais razões que levaram o veículo a conquistar tantos votos.

Os modelos Range Rover Vogue, Range Rover Sport, Defender e Discovery 4 fincaram-se nos segundo, terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente, na mesma categoria "Veículos Importados Off Road".

O Jaguar XF ao alcançar tamanha votação de 45,6% da esmagadora maioria dos leitores obteve resultado foi ainda melhor do que o modelo conquistou nos quatro anos anteriores. O mercado alemão reconheceu as qualidades do Jaguar XF, que foi o importado premium e o Jaguar mais vendido no país, em 2011.
 

NOVO FIAT STRADA FABRICADO NO BRASIL JÁ ESTÁ À VENDA NA EUROPA


O Novo Fiat Strada acaba de chegar aos concessionários europeus. Produzido em Betim, MG, o Novo Fiat Strada avaba de chegar às concessionárias europeias segundo a Assessoria de Imprensa da Fiat "para seguir os passos do veículo de transporte líder na América do Sul, com aproximadamente 127.800 veículos vendidos em todo o mundo".
Na Europa, a picape Strada chega equipada com o motor MultiJet 1.3 16V de 95 cv de potência, a gasolina e diesel. Ela será vendida em três versões (Working, Trekking, Adventure) e com três tipos de cabine (Simples, Estendida, Dupla), totalizando seis versões diferentes. 

Com essa gama bem variada, o modelo atenderá desde profissionais que estão procurando um veículo puramente comercial, a quem deseje um carro de uso misto ou só para lazer.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

GOVERNO ISENTA 18 MARCAS DO AUMENTO DO IPI PARA CARROS IMPORTADOS. HYUNDAI PERDEU LIMINAR QUE A LIVRAVA DO AUMENTO






Está valendo desde o último dia 16 (sexta-feira) o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os carros importados vendidos no Brasil, e, hoje, o Diário Oficial da União publicou a lista das 18 marcas de carros isentas do aumento do IPI em 30 pontos percentuais, criado pelo governo para "proteger a indústria automobilística nacional".

As isentas são: Agrale, Fiat, Ford, GM, Honda, Hyundai, Iveco, MAN, Mitsubishi, Mercedes-Benz, Nissan, Peugeot-Citroën, Renault, Scania, Toyota, Volkswagen, Volvo e International Indústria Automotiva da América do Sul. Estão livres desse aumento também os carros importados sob o sombrero do acordo com o México e o Mercosul.

Essas 18 marcas provaram ao governo que cumprem a exigência de usar pelo menos 65% - realizam seis das 11 etapas da montagem -
 com material nacional e investem o mínimo de 0,5% do faturamento líquido em pesquisa e desenvolvimento. Essas empresas escapam ainda da taxa de importação em função do acordo comercial com o Brasil. 

As montadoras que não
constam da lista serão penalizadas com o aumento, o que tornará os seus carros mais caros, assim que terminarem os estoques dos modelos importados antes da saída do decreto - 15 de Setembro.



TSF suspende liminar que isentava Hyundai
O grupo Caoa, fabricante e importador dos veículos Hyundai que conseguira, no último dia 15, na 
21ª Vara da Seção Judiciária, do Tribunal Regional Federal (TRF), do Distrito Federal, liminar que a livrava do aumento do IPI, teve a medida suspensa no dia 27 (terça-feira). 


A Procuradoria Geral da Fazenda conseguiu no Superior Tribunal Federal (STF) a cassação do privilégio, considerando que "o benefício de isenção destina-se às montadoras que produzem veículos em solo brasileiro, no Mercosul ou no México. Desta forma, os modelos da marca que são importados da Coréia do Sul passarão a ser taxados como qualquer outro que esteja fora desta regra".


Na ação em que pedia a isenção do aumento do imposto, a Caoa alegava que "o decreto viola o Acordo Geral sobre Preço e Tarifa (GATT), do qual o Brasil é signatário, que estabelece a exigência de tratamento tributário isonômico entre os produtos nacionais e importados".

RENAULT VENDE QUASE 1.300 KANGOO EXPRESS PARA OS CORREIOS. P MODELO JÁ ATENDE CORREIOS DE VÁRIOS PAÍSES DA EUROPA



A Renault do Brasil começou a entregar as 1.271 unidades do Kangoo Express 1.6 16V Hi-Flex à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Esses veículos serão utilizados pelos Correios em 37 cidades, de 26 estados e do Distrito Federal. Foi a maior venda deste modelo já realizada pela marca no País, confirmando a capacidade do Kangoo Express de se adaptar e atender aos mais diversos tipo de utilização.

O Kangoo Express atende a serviços de correios na França, Suécia, Irlanda, Holanda, Espanha, Noruega, Suíça, Polônia, Bélgica, Finlândia, México, entre outros. Na Europa, a Renault é líder de vendas de veículos utilitários há 14 anos. 

Os Kangoo Express são equipados com o motor 1.6 16V Hi-Flex, que desenvolve potência de 98,3 cv (etanol) e 95 cv (gasolina), sempre a 5.000 rpm. O torque máximo é de 15,3 kgfm (etanol) e de 15,1 kgfm (gasolina), a 3.750 rpm.

Para os consumidores, o Kangoo Express pode ser adquirido com ou sem porta lateral deslizante e já vem equipado com ar quente, regulagem elétrica dos faróis com comando interno (imprescindível para manter a visibilidade noturna quando o veículo está carregado), terceira luz de freio, retrovisores externos com dupla visão, protetor de cárter e pneus 165/70 R14. Opcionalmente, os consumidores têm à disposição ar-condicionado, direção hidráulica além da porta lateral deslizante.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

MODELOS AUDI A1, A4 E A5 FORAM ELEITOS POR 116 MIL EUROPEUS COMO OS MELHORES CARROS DE 2012


Audi A1
O Audi A1 (foto acima) foi o escolhido por 116 mil leitores da revista alemã Auto Motor und Sport como o Melhor Carro Pequeno de 2012. A vitória bafejou ainda os modelos A4 e A5 que foram eleitos vencedores na categoria de Carros Médios. Os leitores da revista votaram e escolheram "Os Melhores Carros de 2012". Os prêmios foram entregues hoje em Stuttgart.
Audi A4
A Audi ficou ainda com o segundo lugar na categoria de Carros de Luxo com o A8, eleito com 20,1% dos votos, da mesma forma que o A6/A7 na categoria Tamanho Médio Superior com 29,5% dos votos, e o R8 Spyder no segmento de Conversíveis com 11,1%.

Audi A5

Na classe Carros Esportivos, o Audi R8 recebeu a terceira colocação com 12,6%, enquanto o Audi A3 também ficou em terceiro na categoria de Veículos Médios com 13%. 2012 marcou a 36ª edição da pesquisa feita com leitores da Auto Motor and Sports, na qual 116 mil leitores da revista participaram.
Audi A6
Os modelos Audi estão mais uma vez desfrutando de grande popularidade este ano entre os leitores da revista automotiva europeia de maior circulação. Dentre os 311 modelos de todas as marcas que poderam ser votadas, a Audi venceu com dois modelos. Um total de 37,9% dos leitores participantes votaram no A1, e 24,9% votaram no A4 e A5 para primeiro lugar.
Audi R8

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