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quarta-feira, 9 de maio de 2012

ROBERTO NASSER APRESENTA A NOVIDADE DA PEUGEOT, UM PEQUENO SUV BATIZADO DE URBAN QUE CONCORRERÁ COM O RENAULT DUSTER E O CONSAGRADO FORD ECOSPORT E AINDA ABORDA A TRANSFORMAÇÃO DA FÁBRICA DE JUIZ DE FORA DA MERCEDES-BENZ, ENTRE OUTRAS NOVIDADES



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Coluna Nº 1912 - 9 de Maio de 2012 

Urban, breve, o EcoSport da Peugeot
Desde que a Ford criou o conceito há quase uma década, gerentes-gerais e diretores nas sedes das montadoras instaladas no Brasil, metade do mercado da América do Sul, querem saber porque, diabos, afinal, não há concorrentes para o solitário e lucrativo líder. A Renault demorou, mas foi a primeira a reagir com o Duster, disputa liderança, navega em mar de Almirante no patamar de preços inventado pelo Eco.

Curiosamente as outras antigas no mercado não se mexem. VW, GM, Fiat não atendem as exigências que agradam aos compradores.

Como não há bem que sempre dure nem mal que não se acabe, o segmento começará a ser frequentado por outras marcas. Próxima, a Peugeot terá concorrente baseada no conceito Urban, criação para mercados em expansão por designers da marca sediados em Paris, Xangai e S Paulo.

É atrevido, elegante em linhas, sem pretensões de vender imagem de grandes capacidades extra asfalto. Não será para arrancar toco, mas ser charmoso como o foi o Peugeot 206, então sucesso da marca no País.

Há similaridades, o Urban será montado sobre plataforma do 208, próximo lançamento da marca, sucessor do 206/7.

No périplo de sondagens, após Xangai estará no Salão de Paris e no de S. Paulo, em outubro, pavoneando-se, plotando lançamento próximo. Não se espere um veículo grande, portentoso, como o Duster comprido em 4,34m, O Urban será 20 cm menor, assumidamente um urbano simpático, sobre a plataforma da família de base da Peugeot, feito em Porto Real, RJ, e com a proposta de dimensões urbanas, aparentando robustez, com imagem de elegância, e habilidades de compacto para as exigências das cidades. A Peugeot quer o mesmo visual atrativo que conseguiu ao apresentar o 206. 

Urban, o nome diz, tudo na cidade. Final de 2013 
















Mercedes refaz Juiz de Fora, expande importância – e planta dúvidas.
A moderna fábrica da Mercedes em Juiz de Fora, MG, antes dedicada aos automóveis, foi inteiramente reformulada para produzir caminhões. Nova em processos, mais atualizada dentre as plantas da marca, dispensa correntes transportadoras, substituídas por faixas pintadas no solo, transmissoras de energia aos 40 carrinhos – AGVs – portadores dos chassis em montagem.

Produtiva em dois dígitos superior (de 10 a 99%, quem arrisca?) à unidade de São Bernardo do Campo (SBC), graças ao cruzamento de vantagens e problemas de processos, pelo implantar fornecedores que entregam conjuntos prontos na linha de montagem, permite flexibilidade e produtividade, informa orgulhoso o, apesar do nome, brasileiro Ronald Linsmayer, vice-presidente e chefe de operações. 

Tal sistema permite fazer o Actros, o grande e equipado Caminhão-do-Patrão, com peças alemãs, e o Acello, substituto do antigo Mercedinho, com partes feitas em SBC, e deste exporta cabines para equipar o indescritível Unimog, mistura de Jeep com cabrito montês. Inova em ter produtos tão diferentes na mesma linha de montagem. Dois extremos.

A nova unidade amplia a presença da Mercedes na América do Sul, respeito consequente ao fato de o Brasil ser o maior mercado mundial para caminhões e ônibus da marca, formando a maior operação do segmento no Continente. Daí, assume formalmente o controle dos negócios continentais – a produção da linha Sprinter, na Argentina, linha de montagem de ônibus, na Colômbia, importação das muitas marcas sob a frondosa árvore alemã.

Marco interessante no processo é que a Mercedes aproveitou as boas experiências diretas com fornecedores como o Consórcio Modular na VW Caminhões, e os processos Fiat e Ford, mas difere no final, montando diretamente as peças e conjuntos no veículo. Não abre mão de aplicar seu DNA de engenharia na produção, com Maxion, Randon e Seeber, instaladas na planta, fornecendo os componentes na linha de montagem.

Dúvida
Fábricas de veículos têm ponto comum com aeroportos. Quando se instalam há um nada em volta. Logo em seguida, começa a venda de áreas lindeiras e sem controle a vizinhança sufoca o empreendimento pioneiro. Quando a Mercedes se instalou em São Bernardo do Campo, o nome dizia tudo. Uma pequena fazenda, 1.000 m2 abrigou a fábrica. Método antigo, a Mercedes faz quase tudo em casa, incluindo estampar latas, fazer motores, transmissões, montar tudo.

Na imprensada SBC não pode mais se expandir, tanto por não dispor de mais área própria, quanto por não ser permitido pelo zoneamento em proteção aos neo-ocupantes.

A operação em Juiz de Fora faz-se na BR que liga Brasília ao Rio. Quase três vezes maior; metalúrgicos com menor custo; cada um faz mais caminhões que na matriz maior produtividade, dado chave no negócio. A Mercedes não fala, não comenta, poupa-se, mas parece claro, a tendência da balança é pender para o lado mineiro, esvaziando o paulista.

Os números em atividade industrial são como as cartas para os crentes em tarôs e afins: não mentem jamais.

Fábrica da Mercedes em Juiz de Fora
Porque saiu o presidente da Ford?
Marcos de Oliveira, engenheiro, 52, monoemprego na Ford, larga experiência, ex-presidente de Operações, no México, África do Sul e Brasil, deixou a empresa.

Especulações várias da Imprensa – queda de participação no mercado; redução da remessa de lucros à matriz; desentendimento com Elena Ford, herdeira que esteve no País há 15 dias – não se mostraram sedimentadas. Afinal, carreiras de executivos reconhecidos não acabam por motivos fúteis. E razões assim são as citadas. 

A Ford Brasil foi extremamente rentável nos 33 trimestres, incluindo os presididos por Oliveira, com percentual de lucros muito superior à representação do investimento no Brasil relativamente ao valor da companhia. A redução é conjuntural e geral, mas a Ford dá e remete lucros. E foi sob sua gestão o rentável processo de comprar a Troller, mudar a base legal para o Ceará, prolongar os incentivos tributários, desfrutar de invejável diferencial.


O Fico
Segundo fontes acreditadas da empresa no Brasil e EUA, Oliveira, discreto, modesto sem utilizar a autoridade do cargo, manso como um mineiro, saiu por decisão pessoal. Funcionário da matriz, ante ser transferido, na regra de rotação dos executivos - ser trocados a cada três anos, decidiu parar de mudar-se e ficar.

Está no posto há cinco – e há um milhão de unidades produzidas na fábrica de Camaçari, Ba; fez todo o plano de desenvolvimento da empresa; da construção de nova fábrica de motores; mudança total na linha de produtos; no bom projeto de elevar a Ford a bom concorrente no mercado de caminhões.

Muito trabalho, muito lucro, bons resultados pessoais, mas a proposta de transferência não o seduziu após a temporada brasileira, e o convívio. A Ford fez pacote de aposentadoria precoce, valor ignorado. Oliveira não diz o que fará.

A saída tem reflexos internos, iniciando pela redução no espectro geográfico, político e econômico do cargo. Marcos de Oliveira, com ampla vivência intercontinental, presidia a Ford no Brasil e Mercosul. O sucessor, Steven Armstrong, sacado às pressas de uma fábrica de caixas de marchas na Alemanha, se-lo-á apenas para o Brasil, e a gestão Mercosul será exercida a partir de Miami.

Oliveira saiu para ficar

Roda-a-Roda

Negócio – Joint-venture com a estatal Russian Technologies, a Aliança Renault-Nissan terá maioria acionária na AutoVaz, a grande montadora russa. Ou, mandará só. Saem Ladas, chegam Nissans.

Visão - Se a Aliança tiver humildade, mandará aplicar sua tecnologia aos jipes Niva para reeditar o sucesso dos Jeeps Willys, no pós-Guerra, conquistando inúmeros mercados pobres e com estradas ruins. Se fizer xiitismo perderá oportunidade. O Niva é um projeto brilhante, criador dos pequenos SUV.

Solução – Dúvida no Brasil: se a Fiat exumar a marca Alfa, como fica o convívio no mercado? Talvez a Austrália sirva de inspiração. Lá, a filial Chrysler distribui Fiats, Ivecos pequenos e Alfa Romeo. Aqui, como os do meio tem operação própria, as pontas podem se encontrar.

Crescimento – Primeiro trimestre, a Mercedes-Benz bateu recorde mundial de vendas em automóveis: 338.300 unidades, vendas de E 14,B, insufladas nos mercados europeu e norte-americano. Neste, sinal dos tempos: as maiores vendas foram de Classe C.

Fim de ciclo – Aprovado pelo Detran de Nevada, EUA, o primeiro carro auto-dirigido do Google, após testes em cidades e estradas. Câmaras de vídeo, sensores de radar, lasers, banco de dados montados em Toyota Prius; tecnologia pelo VP da Google e professor da Universidade de Stanford Sebastian Thrun. O caminho de reconhecimento está aberto e a razão maior para os carros sem motorista são os desastres por falha humana. Mais?

http://www.autonews.com/article/20120508/OEM04/120509887#ixzz1vnMe7Uls

Mais, menos – No projeto de retomar liderança pelo incremento de venda de todos os seus produtos, a Volkswagen aumentou conteúdo e reduziu preços na linha 2013, em lugar de alterá-los visualmente. A redução, na prática: Polo Hatch, $ 1.300; sedan R$ 1.900; Golf R$ 1.400. Há que se lembrar que a estação está para a caça.

Atacadão – Implantando fábrica, na Bahia, a JAC Motors faz encontro para fornecedores de auto-peças conhecerem necessidades, critérios empresariais, apresentar 3P: produtos, palpites, preços.

Oportunidade – A fim de representar veículo charmoso, performático e que fala por si só?

A Mc Laren procura distribuidor no Brasil. Faz parte do Projeto Great, de expansão de negócios da Inglaterra, surpreendida ao ver que bancos, financeiras e seguros respondem por 77% da economia. Indústria 22,1%, agricultura pífios 0,9%. Negócio calmo, fila de espera de 2 anos.

P’ra cima – Festeja a Renault seu melhor quadrimestre comercial em crescimento de 29,5% frente ao período em 2011. Na prática, chegou a 6,8% entre todas as vendas de veículos leves no mercado doméstico. Os números convergem. As três líderes têm perdido participação para todas as outras.

Hora – Desequilibrou a relação entre produção e vendas de veículos. Assim, estoques grandes, em fábricas e revendedores. Se pretendes, pesquisa, pechincha, pois pequeno preço pinta. Agora é hora de vender.

Mercado – Ocorre o previsto pela Coluna. Soma de prestação, manutenção, IPVA, despesas escolares, há proprietários de veículos financiados que os passam a custo zero, para se livrar dos compromissos.

Cautela – Alguns, práticos, anunciam: passam e pagam a transferência no Detran para não responder pela inadimplência alheia.

Razão – O estudo "Reintegração de Posse e Democratização do Crédito" examinou 17 mil contratos de financiamento feitos por bancos no Brasil, em 2003 e 2005, concluindo, a mudança legal permitindo rápida venda dos carros apreendidos pelas instituições financeiras e seu refinanciamento, foi a alavanca de crescimento do mercado a partir de 2004. Autores, Juliano Assunção e Fernando Silva, da PUC-Rio e Efraim Benmelech, da Universidade de Harvard.

Meio ambiente - O Senado aprovou projeto exigindo que fabricantes e revendedores divulguem informações sobre emissões e consumo. Rito terminativo, vai a Plenário. A exigência valerá também para veículos usados.

Luz – Lâmpadas com tecnologia LED para faróis e cabine lançadas pela Osram, multi do setor. Gastam 80% menos de energia, e nos faróis tem efeito branco brilhante. Boa notícia, desvia os irresponsáveis que adaptavam lâmpadas de xênon em faróis comuns e conseguiam luz azul na moda. porém ofuscando motoristas, procedimento proibido pelo Denatran.

Lei – Vão em faróis comuns, desenvolvidas para trabalhar em base de lâmpadas halógenas – os faróis de iodo. Apenas em 12v e a médios R$ 80.

Oportunidade – Agosto, 13 a 17, curso de aperfeiçoamento em motores na Faculdade de Negócios Adolfo Ibañez, em Miami, EUA. Promove a Miig, com tradução simultânea e acompanhamento de coordenador fluente em português. Objetivo, banho cultural, atualização, entendimento. Mais? www.miig.org

A Jato – Tens muitos US$ 22 milhões e queres aplicar esta UPC? A Hawker oferece seu jato super-midsize por este valor. Refinamentos tecnológicos como fuselagem em fibra de carbono e capacidade de voar de S. Paulo direto a qualquer cidade da América do Sul, ou Europa e EUA com apenas uma escala.

Ecologia – Doze capitais avaliadas pela situação de suas calçadas, nenhuma chegou ao mínimo de conforto, inclinação, nivelamento, aptidão pare receber cadeirantes. Quer ajudar a consertar isto com mais respeito da administração pública pelo contribuinte? Fotografe e mande

www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil/mapa

Gente – Cledorvino Belini, 62, administrador, presidente da Fiat e da Anfavea, premiado. OOOO "Executivo de Valor" pelo jornal Valor Econômico. OOOO Jürgen Ziegler, 56, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, promovido. OOOO CEO para a América Latina em nova divisão de negócios – Daimler América Latina. OOOO Resolve tudo nas marcas da Mercedes – Fuso, Freightliner, Thomas Built Buses, Western Star e Detroit Diesel em 43 países da região, exceto Brasil, Argentina e México. 

COM MAIS DE 50 MIL UNIDADES VENDIDAS, O CHEVROLET CAPTIVA 2012 CHEGA COM NOVOS EQUIPAMENTOS NAS VERSÕES 2.4 ECOTEC E V6 AWD, A PARTIR DE R$ 89.900 E 3 ANOS DE GARANTIA




São Caetano do Sul – Requinte e sofisticação são as palavras que melhor qualificam a versão 2012 do Captiva. Depois de receber interiores renovados e duas novas motorizações na linha 2011, o utilitário ganhou novos equipamentos para as versões 2.4 e V6 AWD, que o deixam ainda mais atraente.

A versão 2.4 Ecotec representa o melhor custo benefício do mercado. Equipada com o sistema SIDI (Spark Ignition Direct Injection) no já consagrado motor 2.4 16V, todo feito em alumínio, desenvolve 185 cv de potência e 23,8 kgfm de torque, traduzidos em performance e forca para o veiculo. Além do motor, o Captiva Ecotec conta com uma transmissão automática/seqüencial de seis marchas que traz mais conforto e muito mais silêncio a bordo.


Em termos de equipamentos, as novidades da linha 2012 são a adoção do sistema de ar-condicionado automático, que permite um melhor controle da temperatura interna, o Remote Start, que permite ao consumidor ligar sua Captiva a distância, mesmo sem destravá-la para que o sistema de ar-condicionado comece a refrigerar o interior do veículo, as regulagens elétricas para o banco do motorista e o aquecimento para os bancos dianteiros, que são revestidos em couro.


Para finalizar, a versão 2.4 Ecotec ganhou ainda iluminação nas sombreiras e os retrovisores externos com desembaçador.



Versão V6 AWD, ainda mais exclusiva
Externamente, as versões V6, se diferenciam da 2.4 Ecotec por terem os pára-choques pintados na cor da carroceria. Mas a novidade para a linha 2012, no entanto, será vista de cima. Ou do interior do carro. Para torná-la ainda mais exclusiva, a Chevrolet passa a oferecer de série o teto solar elétrico na versão AWD (com tração integral).


Desde 2011, o Captiva Sport V6 é equipado com o novíssimo motor de 3.0 litros que tem 268 cavalos – 7 cv a mais que o anterior, de maior cilindrada. O torque é de 30,6 kgfm a 5.100 rpm.


O motor V6 3.0 VVT (Variable Valve Timing) faz parte da nova família global de motores V6, desenvolvida em conjunto pelos centros de desenvolvimento na Austrália, Alemanha, Estados Unidos e Suécia, onde foram aplicadas as mais avançadas tecnologias disponíveis, desde o "estado-da-arte" em processos de fundição e chegando ao rápido processamento de dados e ao gerenciamento do sistema de injeção e ignição baseado no torque requerido, tornando-o um líder no mercado em tecnologia.

Referência nos sistemas de segurança
Com uma extensa lista de equipamentos, o Chevrolet Captiva é um dos utilitários-esportivos mais seguros do mundo, tanto preventiva como passivamente. Desde o seu lançamento, vem equipado com o ESP (Electronic Stability Program), que administra outros sistemas igualmente avançados, tais como o ABS (Anti-lock Braking System) e o TCS (Traction Control System).


O ESP ou controle de estabilidade é o sistema de segurança ativa destinado a gerenciar o desempenho dinâmico do veículo, utilizando os recursos ABS e TCS, para corrigir eventuais perdas de estabilidade, sem a intervenção do motorista.


O Chevrolet Captiva tem seis airbags, dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina (para proteção da cabeça dos ocupantes que vão nos bancos dianteiro e traseiro no caso de impacto lateral), e os cintos de segurança com pré-tensionadores e apoios de cabeça dianteiros ativos que se movimentam para a frente do veículo no caso de colisão traseira, de modo a aliviar o impacto no pescoço dos ocupantes (efeito chicote).


Confira os modelos disponíveis
Captiva Sport 2.4 Ecotec – R$ 89.900
Captiva Sport V6 – R$ 96.600
Captiva Sport V6 AWD – R$ 101.900




MERCEDES-BENZ INAUGURA FÁBRICA NA ÍNDIA PARA PRODUZIR OS CAMINHÕES BHARATBENZ. O INVESTIMENTO FOI DE 700 MILHÕES DE EUROS - CERCA DE R$ 17 BILHÕES E FABRICA 70 MIL UNIDADES/ANO




Após a construção num prazo recorde de aproximadamente 24 meses, a Daimler inaugurou, em abril, em Oragadam-Chennai, na Índia, uma das mais modernas fábricas de caminhões do mundo. A nova planta, da Daimler India Commercial Vehicles (DICV), uma das únicas três fábricas de caminhões Daimler no mundo a combinar a montagem de caminhões e a produção de componentes em um só local, produzirá os caminhões da marca BharatBenz .

Na presença de membros do conselho de administração da Daimler AG e de J Jayalalithaa, ministro-chefe do estado de Tamil Nadu, no Sul da Índia, a DICV realizou uma solenidade de inauguração da fábrica de cerca de 160 hectares, que também abrigará o centro integrado de pesquisa e desenvolvimento e a pista de testes de última geração.

O investimento total da DICV é de 44 bilhões de rúpias indianas (mais de 700 milhões de euros), incluindo as instalações para a fabricação dos veículos, bem como as atividades de pesquisa e desenvolvimento. O início de produção dos caminhões pesados BharatBenz está programado já para o terceiro trimestre de 2012.

Em Chennai, o Dr. Dieter Zetsche, presidente do Conselho de Administração da Daimler AG & responsável pela Divisão de Automóveis, enfatizou: “Nossa nova planta de Oragadam-Chennai compartilha os altos padrões de qualidade da Daimler com suas plantas associadas em todo o mundo e, ao mesmo tempo, é exclusiva.



Trata-se da única planta da Daimler no mundo a abrigar produtos que combinam a engenharia indiana com o DNA alemão e japonês no mesmo local. Desta forma, estamos excelentemente posicionados para um dos mercados de caminhões mais fortes e com crescimento mais rápido do mundo”.

As instalações em Oragadam-Chennai vão produzir a versátil linha de produtos BharatBenz para o mercado indiano de alto volume. Alguns modelos de caminhões têm como base a plataforma do Mercedes-Benz Axor, enquanto outros são construídos sobre a série Fuso Canter. 



A fábrica de Chennai possui uma capacidade inicial de produção de 36.000 unidades ao ano, estando projetada para permitir um aumento para mais de 70.000 veículos comerciais ao ano.

Na inauguração da fábrica indiana, Andreas Renschler, membro do Conselho de Administração da Daimler e responsável pela Divisão de Caminhões e pela de Ônibus, enfatizou: “A DICV é um excelente exemplo da estratégia de Excelência Global da Daimler Trucks. 
Nossa rede de produção mundial e nossos esforços globais de pesquisa e desenvolvimento nos permitem desenvolver, fabricar e vender caminhões na Índia e para a Índia. Executamos tudo isso muito próximo aos nossos clientes e para os nossos clientes”.

Os caminhões da marca BharatBenz são robustos, confiáveis e indicados para o moderno mercado local, cujas demandas são consistentemente crescentes. Atualmente, este segmento é responsável por 4% de todos os caminhões na Índia e a expectativa é que este número aumente para quase 80% até 2020.

Com um portfólio de 17 veículos comerciais BharatBenz até 2014, a DICV está se preparando para o promissor mercado indiano de caminhões, que se posiciona como o terceiro maior do mundo, tendo registrado um volume de mais de 330.000 veículos nos segmentos com peso de 5 a 49 toneladas em 2011.

Durante a cerimônia de inauguração, Marc Llistosella, CEO e diretor administrativo da DICV, declarou: “Com muito orgulho e alegria, dedico a abertura dessa planta aos funcionários da Daimler India Commercial Vehicles. Nossa força de trabalho é principalmente indiana, tendo aumentado consistentemente para mais de 1.400 funcionários”.





terça-feira, 8 de maio de 2012

PRESIDENTE DA FIAT PARA A AMÉRICA LATINA RECEBE PELA SEXTA VEZ O PRÊMIO "EXECUTIVO DE VALOR" 2012. VEJA QUEM FORAM TODOS OS HOMENAGEADOS



O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, recebeu, o prêmio “Executivo de Valor”, concedido pelo jornal Valor Econômico, em sua 12ªedição, na noite desta segunda-feira, em São Paulo, como o executivo de maior destaque no setor de “veículos e peças”. A solenidade reuniu as maiores lideranças empresariais do país. 

Esta foi a sexta vez que o presidente da Fiat foi reconhecido por esta importante premiação. Ao agradecer a homenagem, diante de uma plateia formada por cerca de 300 empresários e profissionais de diferentes setores, Belini compartilhou a conquista com os 25 mil empregados das empresas do Grupo Fiat no Brasil e reafirmou a necessidade do Brasil investir em uma educação de base e de qualidade para que o País possa crescer mais e melhor.

Belini foi homenageado juntamente com outros 23 empresários de diversos setores de atividade. A escolha dos premiados é resultado de uma eleição sigilosa por um seleto grupo de empresas do mercado nacional e internacional de “headhunting” (avaliação e contratação de executivos).

Confira os 24 premiados:

Alessandro Carlucci (Natura) - Higiene e Limpeza

André Esteves (BTG Pactual) - Bancos e serviços financeiros

Carlos Fadigas de Souza (Braskem) - Indústria química e petroquímica

Cledorvino Belini (Fiat) - Veículos e peças

Fabio Schvartsman (Klabin) - Papel, papelão e celulose

Fabio Venturelli (São Martinho) - Açúcar e álcool

Heraldo Marchezini (Sanofi-Aventis) - Indústria farmacêutica e serviços médicos

Jayme Garfynkel (Porto Seguro) - Seguros

João Castro Neves(Ambev) - Bebidas e fumo

José Antonio do Prado Fay (BRF Foods) - Alimentos

José Antonio Grabowsky (PDG Realty) - Indústria da construção

Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza) - Comércio/Varejo e atacado

Marcelo Bertini (Cinemark) - Entretenimento, hotéis, restaurantes

Murilo Ferreira (Vale) -Mineração

Renato Alves Vale (CCR) - Logística e transportes

Wesley Batista (JBS) -Agricultura

Wilson Ferreira Jr. (CPFL) - Energia elétrica


BMW OBTÉM A PRIMEIRA VITÓRIA APÓS SUA VOLTA AO DEUTSCHE TOURENWAGEN MASTER - DTM. CAMPEÃO BRUNO SPLENGLER CONCEDEU ENTREVISTA FALANDO COMO FOI A CORRIDA / Bruno Spengler: “I had to give 100 percent on every lap.”



Bruno Spengler (CA) e BMW Team Schnitzer fez história com a vitória em Lausitzring (Alemanha) e conseguiu a 50ª vitória da BMW, no DTM. Em uma entrevista, Spengler descreve seus sentimentos após a emocionante corrida e o seu 10º triunfo de sua carreira DTM.

Bruno, como é a sensação de ter conseguido a primeira vitória BMW na nova era DTM?
Bruno Spengler: "Quando cruzei a linha de chegada, este fato veio direto à minha mente. É inacreditável: eu sou o primeiro piloto a estar no topo do pódio desde o retorno da BMW para a série após 20 anos. Levantar o troféu foi um momento muito especial para mim, particularmente, porque meus pais e minha namorada estavam na cerimônia de pódio participando daquele momento histórico para a BMW comigo. Ainda sinto um arrepio na espinha quando penso nisso".

Foi difícil a corrida no Lausitzring?
Spengler: "Eu tive de dar 100 por cento em cada volta e não podia me dar ao luxo de fazer mesmo o menor dos erros. Os Mercedes atrás de mim sobre a pressão e não paravam de me atacar. A chave do sucesso foi que a BMW Team Schnitzer escolheu a estratégia de corrida perfeita e os pit stops foram precisos. Os caras fizeram um trabalho fantástico. Você só pode vencer como uma boa equipe na DTM".




Como foram os estágios finais da corrida para você ao volante do seu BMW M3 DTM?
Spengler: "Quando meu engenheiro de corrida veio no rádio para me dizer que eu ainda tinha mais 15 voltas para o final, pensei: "Uau, ainda há muito trabalho duro a ser feito". Na última volta, tentei não arriscar nada para não acabar fora da pista. Felizmente eu consegui evitar cometer erros. Fiquei muito aliviado quando vi a bandeira quadriculada. Então eu queria voltar para a minha equipe o mais rápido possível e agradecer a todos e cada um deles".

Você acha que estaria escalado para o degrau mais alto do pódio, tão cedo?
Spengler: "Desde o início eu tinha muita fé na BMW. Um monte de engenheiros com uma imensa quantidade de know-how trabalhar lá. Eu sempre senti que seria capaz de ficar na frente nesta temporada. Mas, eu nunca imaginei que conseguiria a pole position e obter a minha primeira vitória com a BMW. Essa foi uma grande surpresa para mim. "

O que mais podemos esperar de você em 2012?
Spengler: "É difícil dizer. Nós simplesmente não temos muita experiência com o BMW M3 DTM nos circuitos DTM. Como tal, é quase impossível fazer uma previsão para o resto da estação. Como um piloto de corridas, o meu objetivo pessoal é, obviamente, para conquistar poles, ficar no pódio e ganhar corridas tantas vezes quanto possível. No entanto, eu não posso prever quantas vezes eu vou conseguir ganhar nesta temporada. Por enquanto, estou apenas curtindo minha primeira vitória com a BMW".


Bruno Spengler: “I had to give 100 percent on every lap.”

Bruno Spengler (CA) and BMW Team Schnitzer made history with the victory at the Lausitzring (DE), and claimed BMW’s 50th win in the DTM. In an interview, Spengler describes his feelings after the thrilling race and the tenth triumph of his DTM career.

Bruno, how does it feel to have achieved the first BMW victory of the new DTM era?
Bruno Spengler: “When I crossed the finishing line, this fact came straight to my mind. It is unbelievable: I am the first driver to stand on the top of the podium since BMW’s return to the series after 20 years away. Lifting the trophy was a very special moment for me, particularly as my parents and girlfriend were at the podium ceremony to see what was a historic moment for BMW and me. It still sends a shiver down my spine thinking about it.”

How tough was the race at the Lausitzring?
Spengler: “I had to give 100 percent on every lap and could not afford to make even the slightest of errors. The Mercedes behind me was piling on the pressure and just kept on attacking me. The key to the success was that BMW Team Schnitzer selected the perfect race strategy and the pit stops were spot on. The guys did a fantastic job. You can only succeed as a team in the DTM.”

How were the final stages of the race for you at the wheel of your BMW Bank M3 DTM?
Spengler: “When my race engineer came on the radio to tell me that I still had another 15 laps to go, I thought: ‘Wow, there is still a lot of hard work to be done’. I had to push pretty hard, because I was constantly under pressure. On the last lap I tried not to risk anything and end up off the track. Thankfully I managed to avoid making any mistakes. I was quite relieved when I saw the chequered flag. Then I wanted to get to my team as quickly as possible and thank each and every one of them.”

How have you celebrated your win?
Spengler: “On the Sunday morning I checked out of the hotel as usual. I just wanted to wait and see what the day had in store for me. Then I claimed the 50th victory for BMW in the DTM. I ended up back at the hotel again after the party. First the BMW team put on a big party for me in the hospitality at the Lausitzring. A lot of people from the other manufacturers also stopped by. It was great fun – especially dancing on the table with Charly Lamm. Then the guys had to get back to work at some point. After all, the next race at Brands Hatch is just around the corner.”

Did you think you would be climbing onto the top step of the podium so soon?
Spengler: “Right from the outset I had great faith in BMW. A lot of engineers with an immense amount of know-how work there. I always felt that I would be able to challenge at the front of the field this season. But I would never have dreamt that I would claim pole position and pick up my first win with BMW at just the second race. That was a big surprise to me.”

What else can we expect from you in 2012?
Spengler: “It is hard to say. We simply don't have any experience with the BMW M3 DTM at many DTM circuits. As such, it is almost impossible to make a prediction for the rest of the season. As a racing driver, my own personal goal is obviously to claim pole, stand on the podium and win races as often as possible. However, I cannot predict how often I will achieve these things this season. For the moment, I am just enjoying my first victory with BMW.”


A EQUIPE FORD COMEÇA BEM COM PIANO/MENDES E SALES E VENCE A 1ª ETAPA, EM AVARÉ, DO RALI DOS SERTÕES 2012



A Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport venceu, em Avaré, no interior de São Paulo. Edu Piano, Solon Mendes e Antônio Carlos Salles da Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorport foram os Campeões da primeira etapa do Sertões Series, nos Caminhões Leves. 

A bordo do F4000 Território 4x4, o trio foi o mais rápido nas duas Especiais (trechos cronometrados), de 80 quilômetros cada, e faturou o primeiro lugar no pódio, com o tempo de 2h32m01s, 6m01s na frente do segundo colocado.


O objetivo do time foi mais que cumprido, pois testaram os novos ajustes com sucesso. "A prova estava muito boa, apesar de termos perdido alguns minutos quando seguraram nossa passagem na Especial, mesmo assim, chegamos na frente. E nossa vitória mostrou que as novas configurações de suspensão e motor deram certo, pois o caminhão ficou mais rápido", explica o piloto Piano.

Mas quem tinha mesmo motivos para comemorar foi Mendes, que festejou seu aniversário com vitória. "Chegar em primeiro, no dia do meu aniversário foi um presente e tanto. Não andávamos de caminhão desde que conquistamos o pentacampeonato para equipe no Rally Sertões de 2011, foi muito bom subir ao pódio novamente. O caminhão está mais potente ainda e a prova estava muito prazerosa, do jeito que gosto", afirma o navegador cearense.



A duas Especiais aconteceram em meio a plantações de café e laranja, com trechos travados, lombas, piçarras outros mais escorregadios e exigiu muita pilotagem e navegação, tanto que qualquer vacilo poderia comprometer a prova.

A nova dupla da equipe oficial da Ford Caminhões, que estreou em Avaré, garantiu a quarta colocação nos Caminhões Leves com um F350 4x4. Carlos Policarpo e Rômulo Seccomandi finalizaram o dia com o tempo de 2h44m59s e saíram satisfeitos neste retorno aos grids, pois há dois anos, estavam afastados dos ralis.

De acordo com Policarpo a primeira experiência a bordo de um caminhão foi positiva. "Foi bem diferente de pilotar um carro, mas gostei bastante. A prova estava bem travada, com trial, lombas e referências bem curtas, mas o caminhão se comportou muito bem. Na próxima, certamente mais adaptados, a sensação vai ser melhor ainda", disse o piloto.


"Já na primeira volta fomos nos adaptando e ganhando confiança a cada quilômetro. A Especial foi rigorosa e senti um pouco de diferença porque tenho de cantar a referência antes para ele poder frear, porque nos caminhões é outra coisa. Mas é muito bom estar de volta", completou no navegador Seccomandi.

O Sertões Series soma pontos pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e reuniu neste sábado a elite do off-road nacional. Participaram da disputa Motos, Quadriciclos, UTV’s, Carros e Caminhões.

A Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport, cuja sede está localizada em Tatuí (SP), conta com patrocínio da Ford Caminhões, Termicom e Garrett.


Resultado 1ª etapa Sertões Series: Caminhões Leves
1) 404 Edu Piano/Solon Mendes, Ford F4000, Ford Racing Trucks / Território Motorsport, 02:32:01.7
2) 402 Amable Barrasa/Cesar Botas, Ford F4000, Equipe Autoliner, 02:38:02.9
3) 406 Rafael Conde / José P.Neto, Ford F4000, Equipe Autoliner, 02:42:10.0
4) 403 Carlos Policarpo / Romulo Seccomandi, Ford F-250, Equipe Ford Racing Trucks / Território Motorsport, 02:44:59.8
5) 407 Fernando Birchal / Leonardo Cristino, Ford F4000, FB Racing, 02:46:43.6






UMA MITSUBISHI PAJERO FULL TRANSFORMADA EM OBRA DE ARTE PELO ARTISTA PLÁSTICO MUTI RANDOLPH ESTÁ EXPOSTA NA SP ARTE, NO PARQUE DO IBIRAPUERA ATÉ DIA 13 DE MAIO





A arte, tecnologia e o mundo 4x4 estarão juntos na SP Arte, principal evento do mercado de arte da América Latina. Para comemorar os 30 anos da Pajero Full, um verdadeiro ícone off-road em todo o mundo, sinônimo de tecnologia e espírito 4x4, a Mitsubishi Motors irá expor um obra criada pelo consagrado Muti Randolph, com o veículo feito em led.

"Estamos muito satisfeitos em fazermos parte da SP Arte e trazermos um dos embaixadores da marca, a Pajero Full, para a exposição. A obra criada pelo Muti reflete toda a tecnologia desenvolvida pela Mitsubishi ao longo dos 30 anos de história deste veículo", ressalta Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors.

Criador da obra de arte, Muti Randolph é pioneiro no Brasil na utilização de computadores como ferramenta e suporte para artes visuais. Com a experiência de sincronização de luz e música, ganhou prestígio internacional e já expôs seu trabalho em galerias do Brasil e de várias partes do mundo.

"Foram usados tubos de ferro e cubos de acrílico com led RGB controlados individualmente. Foram feitas animações de linhas se deslocando em velocidades variadas, simulando o movimento do carro, vento, água e a poeira passando por ele", explica Muti, que levou cerca de três meses para finalizar o projeto. "É um trabalho que tem relação tanto conceitual, quanto técnica. As instalações e esculturas que tenho feito costumam propor formas diferentes de experimentar o vídeo", avalia o artista.

SP Arte
A SP Arte é o mais importante evento do mercado de arte da América Latina. Acontece entre os dias 9 e 13 de maio, no Pavilhão do Ibirapuera, em São Paulo. Este ano, a feira reunirá mais de 100 galerias de artistas da América do Norte, América Latina, Ásia e Europa.

Transporte
Para o público que for conferir a SP Arte, a Mitsubishi oferecerá transporte gratuito da Bienal do Ibirapuera para os três museus que fazem parte do evento: MAM, MIS e Pinacoteca. Basta apresentar o ingresso para ter acesso e poder se deslocar com conforto.

Local
Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 2.222
Parque do Ibirapuera, Portão 3 - São Paulo

Datas e horários
09 de maio - 14h às 22h - preview para colecionadores e profissionais
09 de maio - 18h às 22h - abertura para convidados
10 e 11 de maio / 14h às 22h - aberto ao público
12 e 13 de maio / 12h às 20h - aberto ao público

PRODUÇÃO E VENDAS DE VEÍCULOS NO BRASIL QUE JÁ CAÍRAM, EM MARÇO, VOLTAM A REGISTRAR QUEDAS ACENTUADAS EM ABRIL

Cledorvino Beline, presidente da Anfavea

A produção de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) apresentou retração de 15,5% em abril, com 260.825 mil unidades fabricadas, contra 308.494 mil, em março.  As vendas, em abril, também registraram queda: foram licenciados 406.496 mil unidades, contra 483.688 mil em março. A informação da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), atribui os maus resultados à falta de crédito ao consumidor no País, foi divulgada, ontem (7).

Os dados da Anfavea, apresentados pelo presidente da entidade, Cledorvino Belini, mostraram ainda que, se comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram fabricadas 281.960 mil unidades, a produção registrou queda de 7,5%. As vendas em abril, também caíram: foram licenciados 406.496 mil unidades, contra 483.688 mil, em março. 


Já no acumulado do primeiro quadrimestre houve queda de 10,1% sobre o mesmo período de 2011. Foram produzidos, nos primeiros quatro meses do ano, 998.931 mil, contra 1.110.518 mil unidades no ano passado. 

Ao se destacar o desempenho por segmento, as maiores quedas no acumulado são notadas na produção de ônibus (35%) e caminhões (30,3%), respectivamente. Ao todo, saíram das linhas, neste ano, 8.929 unidades de ônibus e 42.902 unidades de caminhões. Em 2011, foram 13.735 ônibus e 61.528 caminhões.

As vendas, em março, já apresentaram queda de 15,93%. Em abril, foram licenciados 406.496 mil unidades, contra 483.688 mil em março. Se comparado com o mesmo período do ano passado, houve queda de 9,95%, quando foram licenciadas 451.399 mil unidades.

Para Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, a contração dos resultados foi liderada pelos veículos comerciais. Ele explicou que o segmento sofreu o impacto do início do Euro 5, ou Proconve P7: "Para se adaptar à nova legislação de emissões, as montadoras incluíram sistemas de pós-tratamento de gases nos caminhões e ônibus que tornaram os modelos mais caros".

Enquanto a produção de veículos leves caiu 8,5% no quadrimestre, para 947,1 mil unidades, a de caminhões ficou 30,3% menor do que a do ano passado, com 42,9 mil unidades. A queda na fabricação de ônibus foi ainda mais expressiva, de 35%, para 8,9 mil chassis", considerou.

Outro agravante, segundo Belini, é o nível de estoques, que está alto desde o fim de 2011 e chegou a 43 dias no mês passado, contra 35 dias em março. Para ele, apesar de a diferença parecer grande, ela não é tão expressiva quando considerado o número de unidades. O aumento, ponderou, é de cerca de 17 mil veículos.

Belini previu que a quantidade de carros nos pátios vai diminuir nos próximos meses à medida que as vendas avançarem. “O cenário de queda dos juros e expectativa de aquecimento da economia nos faz acreditar que teremos crescimento mesmo depois dos resultados do primeiro quadrimestre”, ressaltou. Entretanto, de janeiro a abril deste ano o licenciamento de veículos novos caiu 3,4%, para 1,07 milhão de veículos

Já as exportações, lembrou Belini, registraram aumento em abril, na comparação com março. No mês passado foram vendidos ao exterior 48.692 mil veículos, com isso o crescimento foi de 15,3% sobre as exportações do mês de março (42.225 mil). 


Se comparado ao mesmo período de 2011, quando foram exportados 48.928 mil, houve queda de 0,5%. O acumulado do primeiro trimestre também registrou queda de 4,9%. Em 2011, foram exportados 168.727 mil veículos fabricados no País, no mesmo período deste ano, as exportações ficaram em 160.453 mil unidades.

De acordo com a Anfavea, as projeções de crescimento se mantêm em torno de 4% a 5%, ou seja, devem ser comercializados, em 2012, entre 3,7 milhões e 3,8 milhões de automóveis,comerciais leves, caminhões e ônibus. “Acreditamos que as novas medidas adotadas como baixa de juros, crescimento da economia, melhores prazos e as medidas do governo, fortaleçam o mercado que em breve voltará a crescer”, disse Belini. 



Segundo a Anfavea, a produção deve crescer, em média, 2% este ano. Já as exportações devem fechar 2012 com retração de 5,5%.


Belini disse que uma das agravantes para a situação tem sido o alto estoque de carros nos pátios, que, acredita, que baixará nos próximos meses




segunda-feira, 7 de maio de 2012

A BMW ACABA DE PRODUZIR O SEU MAIOR CARRO, O SÉRIE 6 GRAN COUPÊ, QUE INSERE A MARCA ENTRE OS LUXUOSÍSSIMOS DE MAIORES DIMENSÕES, SEM PERDER AS CARACTERÍSTICAS DA ALTA VELOCIDADE, ELEGÂNCIA E AINDA AUMENTANDO O CONFORTO EM GRANDES VIAGENS. VALE A PENA, PELO MENOS, CONHECER



A BMW está presente em um novo segmento automotivo com o seu novíssimo Série 6 Gran Coupê. O terceiro modelo da BMW Série 6, além do Coupê e Cabrio, combina, de maneira particularmente atrativa, estética impecável, esportividade, conforto para longas viagens e equipamentos de luxo.


A elegância atlética de seu design faz com que o cupê de quatro portas surja primeira vez na história da marca BMW  algo muito especial. Motores potentes e chassis de alta tecnologia garantem excepcionais qualidades desportivas. O BMW Série 6 Coupé Gran distingue-se por seu equipamento exclusivo, como o espaço amplo na traseira e funcionalidade excepcional, únicos no segmento superior. 

Os motores da BMW Série 6 Gran Coupê com tecnologia TwinPower Turbo (turbo que gera maior potência com menos consumo) distinguem-se por seu caráter esportivo, de alta eficiência, funcionamento macio e alta eficiência. O 650i Coupé estréia o novo motor V8 de 330 hp kW/450 cv agora, mais forte e mais eficiente. 

Como os motores de seis cilindros do 640i Coupê, 640D e Gran Coupê, este motor também vem de série com um câmbio esportivo de oito velocidades automático de série e com soluções introduzidas pela tecnologia EfficientDynamics BMW. O equipamento de série em todos os modelos inclui, entre outros, o seletor de modo ECO PRO e Auto Start / Stop.

A luxuosa configuração do habitáculo de estilo impecável e equipamento de série extenso inclui faróis de xenônio, controle de temperatura de duas áreas, assentos de couro ajustáveis ​​electricamente com função de memória, além de opcionais, como faróis de LED autoadaptáveis e sistema de som Adaptive estéreo Bang & Olufsen High End Surround Sound System. O kit M estará disponível a partir da data de lançamento para o BMW Série 6 Coupé Gran.

Elegância atlética exclusiva
O BMW Série 6 Gran Coupê, que combina estética e dinamismo e funcionalidade mede 5,007 m de comprimento, 1,894 de largura e 1,392 m de altura e uma longa distância entre eixos de 2,968 m, o que é um novo marco entre os quatro portas num automóvel que flui suavemente para a retaguarda.



Na frente, o carro assume uma expressão específica marcada pela separação galvanizada que separa as entradas de ar e os faróis de nevoeiro. Graças aos faróis bi-xenon duplos, de série, equipados com anéis tridimensionais de luz pode se distinguir, mesmo à noite, de forma inequívoca, que se trata de um modelo BMW. 



O design interior proporciona uma união de sucesso entre a frente e a parte de trás, estabelecendo uma combinação ideal de luxo, elegância e dinamismo. O painel de frente para o motorista, a posição de passageiros rodeado por linhas elegantes superfícies arqueadas, e o grande espaço na parte traseira da cabine garante elevado conforto ao fazer longas viagens de luxo de estilo refinado.


A distância entre eixos é de 113 mm maior do que o BMW Série 6 Coupé, oferecendo aos passageiros do banco traseiro mais espaço para os joelhos. A configuração do interior  do BMW Série 6 Coupé Gran garante que duas pessoas viaja em confortavelmente, mas, oferece um terceiro assento central para viagens mais curtas. O volume do porta-malas com os bancos rebatidos cai de 1.265 l, para 460 l.



Motores silenciosos de alta eficiência
Os motores do BMW Série 6 Coupé Gran com tecnologia TwinPower Turbo têm alta eficiência desportiva. O motor a gasolina de seis cilindros no 640i Coupé BMW Gran tem uma potência de 235 kW/320 hp, enquanto o motor diesel de seis cilindros do Coupé BMW 640D tem 230 kW/313 CV Grande. O 640i leva 5,4 s de 0 a 100 km/h e consome em média 12 km/l. 




Em julho de 2012, começará a produção do BMW 650i Coupé com motor V8 330 kW/450 hp Grande, que também será oferecido com sistema de tração inteligente xDrive. O motor da nova geração de 8-cilindros, BMW TwinPower Tecnologia Turbo inclui duas unidades de turbo, o sistema de injecção direta de gasolina de alta precisão, bem como o sistema de regulagem totalmente variável das válvulas Valvetronic.

O Gran Coupe BMW 650i, que como os dois modelos com motor de seis cilindros tem uma transmissão automática de 8 velocidades, o Auto Start / Stop e modo ECO PRO pode ser ativada com o ajuste da chave personalizada, é capaz de acelerar de 0 a 100 km / h em apenas 4,6 segundos e consome em média entre 8,4 km/l. 


Outro modelo produzido é o 640 D Gran Coupê, atinge de 0 a 100 km/h em 5,4 s e faz 17 km/l, mas não poderá ser vendido no Brasil por ter motor a Diesel. Os três dados de consumo citados foram obtidos de acordo com os métodos do ciclo de testes da UE, levando em conta as dimensões dos pneus, informa a BMW.



Alta tecnologia
Dependendo do modelo, o Gran Coupê possui o sistema de recuperação de energia dos freios, direção eletromecânica, unidades de extensão que são ativados somente quando necessário, ar condicionado compressor Posicionador, uso inteligente de materiais leves, acionamento automático das entradas de ar (controle de ventilação), sistemas de controle da suspensão.



O chassis do Série 6 Gran Coupé tem eixo double wishbone traseiro (suspensão de duplo braço triangular que proporciona uma aderência extraordinária do carro ao pavimento), direcção assistida electromecânica com função servotronic -  oferece um ótimo comportamento de direção em todas as situações. A força dispendida para mover o volante é distribuída em função, da necessidade de assistência e conforme a velocidade com que se está dirigindo. 


A direção é mais precisa e direta quando o veículo circula em altas velocidades e mais assistida e confortável nas manobras de estacionamento e em percursos sinuosos. Também é possível adquirir opcionalmente amortecimento de controle dinâmico do sistema ou do sistema adaptive drive -  neutraliza as forças que geram a inclinação da carroceria que é praticamente eliminada, aumentando muito a estabilidade e a segurança -, e direcção ativa integral - facilita a direção inclusive no estacionamento do carro.



O equipamento de segurança padrão inclui, entre outros, airbags frontais, airbags laterais integrados em encostos dos bancos, airbags de cortina para proteger as cabeças dos ocupantes dos assentos dianteiros e traseiros, cintos de segurança de três pontos de ancoragem todos os assentos, encostos de cabeça ativos, limitadores de segurança e pré-tensores para os bancos dianteiros e âncoras sistema Isofix para cadeiras de criança no fundo.


O peso do carro foi diminuido  com o uso inteligente de materiais leves. As portas e capô e uma boa parte do chassis e de partes do motor, são de alumínio. Os painéis laterais frontais são de material termoplástico e a tampa da mala é de material composto reforçado com fibra de vidro.

Os sistemas de assistência ao condutor e serviços de mobilidade BMW Connected Drive incluem, entre outros, a tela virtual BMW Visor Head-Up de representação gráfica totalmente colorida, com sistema de assistência de estacionamento, vista panorâmica Ver Surround, aviso de colisão e a função de frenagem inicial em combinação com Cruise Control Activo com Stop & Go -  sistema permite circular à velocidade desejada e manter a distância de segurança, em relação ao veículo que o precede, com controle de parada/arranque -, aviso de mudança de pista e de saída de faixa, informação sobre a velocidade limite, alta feixe Night Vision Assistant (assistente de visão noturna) e detecção de pessoas.



O novo BMW Série 6 Gran Coupê é fabricado na unidade da BMW, em Dingolfing, a maior das fábricas da rede de produção global da BMW Group, que produz, além do coupé e uma série 6 conversível, os modelos da Série 5, bem como sedan de luxo Série 7. Será sério concorrente dos  Mercedes-Benz CLS, Audi A7 Sportback e o Porsche Panamera S. Por enquanto, o preço do carro ainda é segredo.

A turma que criou o Série 6 Gran Coupê: Adrian van Hooydonk (Senior Vice President BMW Group Design), Christian Bauer (Interior Designer BMW 6 Series Gran Coupe), Dave Carp (Interieur Designer BMW Automobile), Oliver Heilmer (Interieur Designer BMW Automobile) and Marc Girard (Head of Interior Design BMW Automobiles) 

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