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quarta-feira, 27 de junho de 2012

ESTACIONADO, NA RUA DO CATETE, NO RIO DE JANEIRO, NO DOMINGO PASSADO, ESSA RELÍQUIA MARAVILHOSA - UM FORD MAVERICK EM PERFEITÍSSIMO ESTADO FOI FLAGRADO PELO EDITOR DO BLOG QUE NÃO HESITOU EM USAR SEU CELULAR PARA REGISTRAR O MOMENTO. SE NÃO CONHECER A HISTÓRIA DO MAVERICK CONHEÇA-A NO TEXTO ABAIXO


No domingo, de tarde, caminhando pela rua do Catete, perto do Largo do Machado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, deparei-me com essa relíquia da foto, um Ford Maverick, acho 1985, muito bem conservado, que fotografei com meu celular. No volante a antiga trava anti-roubo.


Aprecie o carango que hoje é considerado um dos mais valiosos carros antigos brasileiros.



História do Maverick
O Maverick foi criado pela  americana no fim dos anos 60, antes da crise do petróleo da década seguinte. A Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico - pelo menos para os padrões do país - que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. Afinal, o modelo compacto que a Ford tinha até então, o  Falcon, não era tão compacto assim e já estava obsoleto, ainda mais depois que a própria fábrica lançou o moderno e bem-sucedido Mustang em 1964.

Em 1967 a Ford, que tinha operações ainda pequenas no Brasil, adquiriu o controle acionário da fábrica da Willys Overland. Após extensas modificações, Ford finalizou o projeto que a Willys vinha fazendo em parceria com a fábrica francesa Renault para substituir o Gordini --- e lançou o bem-sucedido Corcel, como opção para a faixa de carro popular da Ford Brasil. Além do novo compacto, foram mantidos em fabricação, como opção de carros médios, os modelos já existentes Aero Willys 2600 e sua versão de luxo Itamaraty.



Porém, os modelos da Willys, que haviam sido remodelados em 1962 mas ainda eram originários do pós-guerra, já estavam bastante defasados no início da década de 1970. O Galaxie já vinha sendo fabricado desde 1967 mas era demasiadamente luxuoso e caro, com acessórios como direção hidráulica, ar condicionado e câmbio automático. E a General Motors do Brasil, com a marca Chevrolet, lançou em 1968, para abocanhar a faixa de mercado dos carros médios de luxo, o Opala, baseado no modelo europeu Opel Rekord e no modelo americano Chevrolet Impala. A Ford, então, precisava de um carro com estilo e, para os padrões brasileiros, de médio-grande porte.


A fábrica fez um evento secreto com 1.300 consumidores em que diferentes veículos foram apresentados sem distintivos e logomarcas que permitissem a identificação --- entre eles, estavam o modelo da Ford alemã Taunus, o Cortina da Ford inglesa, o Maverick e até mesmo um Chevrolet Opala, cedido pela própria Chevrolet do Brasil. Essa pesquisa de opinião indicou o moderno Taunus como o carro favorito dos consumidores brasileiros, que sempre tiveram preferência pelo padrão de carro Europeu.

Mas a produção do Taunus no Brasil se mostrou financeiramente inviável, especialmente pela tecnologia da suspensão traseira independente e pelo motor pequeno e muito moderno para a época. Preocupada em não perder mais tempo, com o Salão do Automóvel de São Paulo se aproximando, a Ford preferiu o Maverick, que, por ter originalmente motor de seis cilindros, tinha espaço suficiente no capô para abrigar o motor já fabricado para os modelos Willys, e a sua suspensão traseira de molas semi-elípticas era simples e já disponível. Apesar do motor Willys ter sido concebido originalmente na década de 1930, esse foi o meio que a Ford encontrou para economizar em torno de US$ 70 milhões em investimentos para a produção do Taunus. Esse procedimento, que mais tarde chegaria ao conhecimento público, acabou manchando a imagem do Maverick antes mesmo do seu lançamento.

O velho motor Willys de seis cilindros ainda era grande demais para o capô do Maverick, e por isso a Ford precisou fazer um redesenho do coletor de exaustão, e nos testes isso causou constantemente a queima da junta do cabeçote. Para amenizar o problema, foi criada uma galeria externa de refrigeração específica para o cilindro mais distante da frente, com uma mangueira específica só para ele. A primeira modificação no motor 184 (3 litros), como era conhecido na Engenharia de Produtos da Ford, foi a redução da taxa de compressão para 7,7:1. Esse motor, que em pouco tempo se tornou o maior vilão da história do Maverick no Brasil, seria o básico da linha, pois a fábrica já previa o lançamento do modelo com o famoso motor 302 V8, importado do México, como opcional. Dados coletados pelos jornalistas informavam que a Ford gastou 18 meses e 3 milhões de cruzeiros em engenharia, e mais 12 milhões de cruzeiros em manufatura, para modernizar o velho motor 184.


A Ford organizou uma pré-apresentação do Maverick com o motor 184 a cerca de 40 jornalistas no dia 14 de maio de 1973 no prédio do seu Centro de Pesquisas. No dia seguinte à apresentação, o Jornal da Tarde, de São Paulo publicou uma reportagem intitulada "O Primeiro Passeio no Maverick --- o repórter Luis Carlos Secco dirigiu o Maverick na pista de teste da Ford, em São Bernardo do Campo". Os comentários foram de que o carro era silencioso, confortável e ágil.

O primeiro Maverick nacional de produção deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

A apresentação oficial à imprensa ocorreu no dia 20 de junho de 1973, no Rio de Janeiro. Como parte da campanha de publicidade do novo carro, o primeiro exemplar foi sorteado. No Autódromo Internacional do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, foi realizado um test-drive, onde os jornalistas convidados puderam dirigir nove Mavericks, seis deles com motor de 6 cilindros e três com o V8 302, importado.

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã (quatro portas - lançado alguns meses após o lançamento do Maverick) como cupê (duas portas), sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção. Já o Maverick GT era o top de linha. Com produção limitada, ele se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente, um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 178 hp (potência bruta, 135 hp líquido), e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho. O Maverick equipado com motor V8 podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

Porém, após sucessivos testes realizados por revistas especializadas, os defeitos do novo carro da Ford foram se evidenciando. As revistas criticavam a falta de espaço traseiro nos bancos, bem como a má visibilidade traseira, devido ao formato Fastback do carro. A versão de quatro portas não tinha nenhum desses dois problemas, mas o público brasileiro, à época, tinha preferência por carros de duas portas e o modelo com quatro portas não foi bem aceito. Mas a principal fonte de críticas do Maverick no Brasil foi o motor de seis cilindros herdado do Willys / Itamaraty. Pouco potente, ele acelerava de 0 a 100 km/h em mais de 20 segundos e seu consumo era injustificavelmente elevado, o que deu ao Maverick a fama de 'beberrão' que muito pesou nos anos da crise do petróleo. Era um motor que "andava como um quatro cilindros e bebia como um oito",como afirmava a opinião pública na época. Na verdade esse motor, em algumas faixas de velocidade, consumia até mais do que o motor de oito cilindros.


Em 1975, com a conclusão da fábrica de motores da Ford em Taubaté, São Paulo, ele foi abandonado e substituído por um moderno motor de 2,3 litros e quatro cilindros em linha, com comando de válvulas no cabeçote e correia dentada. Era o famoso propulsor Georgia 2.3 OHC. Esse motor, que deu ao veículo um desempenho mais satisfatório, tinha uma aceleração melhor do que o antigo 6 cilindros (0 - 100 Km/h em pouco mais de 16 segundos) e um consumo bem menos elevado (média de 7,5 km por litro de gasolina). Infelizmente o motor 4 cilindros, injustamente, herdou parte da má fama do seis cilindros, pois muitos se perguntavam: se o motor de seis cilindros é tão fraco como pode a Ford oferecer um motor ainda menor? As críticas, ainda que infundadas se tratando do novo motor, e somadas ao fato de o modelo 4 cilindros ter potência alegada de 99 cv brutos,(80 cv líquidos) devido a uma estratégia da Ford para pagar menos taxas na fabricação (para o 6 cilindros a Ford declarava 112 cv brutos), contribuiu para o rápido declínio do Ford Maverick.

Ainda no ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas na extinta Divisão I (leia mais abaixo), a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8cc cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome "Quadrijet"), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º (mais brabo) e Taxa de Compressão do motor elevada para 8:5:1 (a dos motores normais era de 7:3:1), aumentando a potência do carro de 135 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações, de acordo com o teste realizado pela Revista Auto Esporte de setembro de 1974, o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em incríveis 6,5 segundos e atingiu a Velicidade Máxima de 205 km/h. Mas devido ao alto custo, na época, das peças de preparação importadas que compunham o Kit Quadrijet (que também podia ser comprado nas revendedoras autorizadas Ford e instalado no motor), pouquíssimos Mavericks saíram de fábrica com essa especificação.

No final de 1976, já como modelo 77, foi apresentada a denominada Fase 2 do Maverick. Além de algumas alterações estéticas, como um novo interior, grade dianteira e novas lanternas traseiras, maiores, também trazia algumas melhorias mecânicas como sistema de freios mais eficiente, eixo traseiro com bitola mais larga (melhorando o espaço no banco traseiro, que também foi redesenhado) e suspensão revista para o uso de pneus radiais.

Nesta fase foi introduzida a versão LDO ("luxuosa decoração opcional"), que passou a ser a versão mais cara do Maverick, com acabamento mais refinado e interior monocromático combinando tonalidades de marrom (a maioria) ou azul. Para essa versão foi lançado, como equipamento opcional, um câmbio automático de 4 marchas com acionamento no assoalho, somente para os Mavericks LDO's equipados com o motor 2,3 litros. As versões Super e Super Luxo continuaram a ser produzidas, todas com o motor 2.3 OHC de série.

O modelo GT foi o modelo que sofreu as alterações mais drásticas. Em nome de uma maior economia, com a desaprovação de muitos, passou a ser oferecido com o motor 2.3 OHC de série, tendo o 302-V8 se tornado opcional para todos os modelos. Houve mudanças também nas faixas laterais, no grafismo traseiro e o capô ganhou duas falsas entradas de ar.


O Ford Maverick nacional teve sua produção encerrada em 1979, após 108.106 unidades produzidas.

Durante as décadas de 80 e 90, com a inflação e a alta constante dos preços de combustível, o Ford Maverick foi relegado ao posto de carro ultrapassado, obsoleto e beberrão e, durante esse período, a grande maioria deles foi parar nos subúrbios das grandes cidades ou nos ferros-velhos. Mas essa triste realidade começou a mudar no início do século XXI. Atualmente, em uma época onde reinam os pequenos e frágeis carros feitos quase inteiramente de plástico e chapas de aço finíssimas, o Maverick chama a atenção por onde passa, sendo considerado um dos poucos verdadeiros Muscle Car brasileiros (apesar de ter nascido como um Pony Car).

O Maverick com motor V8 é na atualidade um objeto de desejo dos admiradores de carros antigos nacionais. Um modelo GT ou LDO (este raríssimo com motor V8) bem conservado e com as características originais é item de coleção.

O Maverick com motor 4 cilindros atualmente é o mais comum dentre os apreciadores, devido ao maior número produzido (com relação ao modelo V8),e seu baixo custo, apesar da dificuldade de reposição de peças, sua durabilidade e as grandes possibilidades de preparação ainda o tornam um item de desejo.

Sucesso nas pistas
Os Maverick equipados com o potente motor V8 fizeram algum sucesso nas pistas brasileiras, de 1973 a 1977 das quais participou, como o Campeonato Brasileiro de Turismo, provas de Endurance e a antiga Divisão 3.

Devido à grande capacidade cúbica do motor 302 V8, alguns Maverick 8 cilindros receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT-40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Segundo relatos, com esta modificação o motor atingiu a potência de 350cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

No Campeonato Brasileiro de Turismo o maior rival do Maverick era o Chevrolet Opala, um carro bastante potente, um pouco mais leve e econômico com seu motor de 6 cilindros e 4,1 litros. Tal disputa durou até a retirada do apoio oficial da Ford do Brasil a esta competição, por causa dos resultados pouco expressivos do Maverick nas pistas o que acabou originando o Campeonato Brasileiro de Stock Car, uma categoria que por anos foi monomarca e só teve Opalas.

Grandes pilotos tiveram o Maverick sob seu comando nas competições, entre eles José Carlos Pace, Bob Sharp, Edgar Mello Filho e Paulo Gomes, o "Paulão" e o argentino Luís Ruben Di Palma.


OS MODELOS FORD EDGE E FUSION PASSAM A CONTAR COM COMANDOS DE VOZ EM PORTUGUÊS E GPS COM MAPAS DO BRASIL, A PARTIR DESTE MÊS

A notícia é do assessor de Imprensa da Ford do Brasil, Célio Galvão, e dá conta da decisão da companhia de fazer, a partir deste mês, a atualização do sistema SYNC para versões específicas dos modelos Edge e Fusion que não contavam com a opção de comandos de voz em português e GPS com mapas do Brasil.

A atualização será gratuita para todos os proprietários dos seguintes modelos: Fusion V6 (2010, 2011 e 2012), Fusion Hybrid (2011 e 2012), Edge SEL 2009, Edge Limited 2010 e Edge Limited 2011. 

A ação consiste na alteração da opção do idioma francês pelo português do Brasil e na disponibilização de mapas do Brasil nas versões equipadas originalmente com GPS.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A CHRYSLER ANUNCIOU HOJE A REALIZAÇÃO DE UM RECALL NO SEU MODELO TOWN & COUNTRY AO CONSTATAR UM DEFEITO NO DRENO DO RADIADOR DO AR CONDICIONADO QUE ALÉM DE VAZAR NO CARPETE DO CARRO PODE ACIONAR INESPERADAMENTE O AIR BAG


Depois de constatar que o dreno do radiador de água do sistema do ar-condicionado (HVAC) do modelo Town & Country, 2008, pode vazar água no carpete do lado do passageiro e/ou sobre o módulo de Retenção Complementar do Passageiro (ORC), contaminando o módulo de controle de ocupação de assento e até acionar inesperadamente o air bag, a Chrysler Group do Brasil convocou, hoje, terça-feira, 26 de junho, os proprietários do carro a comparecerem às concessionárias da marca para proceder ao conserto.

De acordo com a Chrysler, a avaria pode causar uma mensagem de advertência no painel  de instrumentos, acendendo a luz do air bag e mesmo provocar o acionamento inesperado equipamento.

Os proprietário dos Chrysler Town & Country devem entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800 703 7130 ou por meio do site: www.chrysler.com.br e informar o número do chassi e assim verificar se o seu carro consta da relação dos arrolados para passar pelo devido conserto, que não acarretará nenhuma despesa para o dono do carro.

O tempo estimado para a realização do serviço é de aproximadamente 1,30 h. No Brasil, a ação envolve um total de 292 veículos. 
O Town & Country é um dos modelos mais confortáveis do mercado
O que diz a lei
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 10º, estabelece que: “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.

§ 1º O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários".

Outra questão importante, que deve ser observada pelos consumidores, refere-se à exigência do comprovante de que o serviço foi efetuado, documento que para sua segurança deverá ser conservado e repassado adiante, em caso de venda. Caso tenha sido comercializado mais de uma vez, o atual proprietário terá o mesmo direito ao reparo gratuito.

Conforme determina a Portaria Conjunta nº 69 de 15/12/2010, da Secretaria de Direito Econômico e do Diretor do Departamento Nacional de Trânsito, o veículo que não for reparado/inspecionado em até 12 meses, após o início da campanha de recall, terá a informação lançada no campo 'observações' do próximo CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) emitido pela autoridade de trânsito.

Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos.


ATENÇÃO OFICINAS MECÂNICAS: O PORTAL DO REPARADOR FIAT INOVA E FACILITA O PEDIDO O DE PEÇAS. BASTA SE CADASTRAR E FAZER O PEDIDO PELA INTERNET

Sempre visando o aprimoramento de suas ferramentas e a aproximação com o público reparador, a Fiat Automóveis acaba de criar o “Peça sua Peça”. 

Esta é mais uma nova ferramenta do Portal Reparador (www.reparadorfiat.com.br), que foi desenvolvida especialmente para deixar ainda mais prático e cômodo a compra de Peças Genuínas.

Com o “Peça sua Peça”, o reparador consegue realizar o pedido via online. Após inserir os dados da peça que pretende comprar e enviar sua intenção de compra, o reparador aguarda o contato da Fiat para fechamento da compra das peças solicitadas e posterior recebimento.

A ferramenta auxilia a realização dos negócios entre a rede de concessionárias e os reparadores, além de permitir o acompanhamento das solicitações por parte da Fiat, entendendo ainda mais a necessidade dos nossos clientes.

Por meio do endereço www.reparadorfiat.com.br, o profissional de oficina pode se cadastrar gratuitamente e, logo depois, acessar diversas informações do fabricante, como catálogo de peças, manutenção fácil, dicas, entre outros serviços.

QUANDO A CHEVROLET REGISTRA MAIS DE 1,5 MILHÃO DE CELTAS VENDIDOS NO BRASIL, ALUGUEI A VERSÃO LS NA RECENTE VIAGEM A SÃO LUÍS DO MARANHÃO E PASSO AQUI AS IMPRESSÕES DO "TEST-DRIVE": O CELTA É UM CARRO CONFIÁVEL E MUITO VALENTE



No momento em que a Chevrolet comemora a produção, no Complexo Industrial Automotivo de Gravataí, de mais de 1,5 milhão do seu modelo Celta vendidos, colocando-o entre os carros mais vendidos pela GM no mundo, aproveito para lembrar as qualidades desse pequeno carro que se mostrou  valente e rápido, mesmo com o ar condicionado sempre ligado. 

Na minha viagem a São Luís, participando do Congresso Nacional do SKÅL Internacional do Brasil - uma entidade que congrega executivos e dirigentes de empresas do trade turístico mundial - e aluguei, na capital do Maranhão exatamente um Celta 1.0 Flex, com 4.109 km rodados, e tenho que confessar que fiquei admirado com o seu desempenho. Não obstante, o consumo que considero alto para um motor de 1l, de 77 cv, o Celta é um carro confiável.


A Chevrolet no release que enviou ao Blog afirma que o Celta nasceu para ser referência no segmento e agora também é histórico e ressalta exatamente o que senti durante o período de uma semana em que o usei: eficiência de desempenho, economia de combustível (considero não ser exatamente um carro econômico) e robustez, além de baixo custo de manutenção e alto valor de revenda - que não posso atestar porque nunca possui um Celta, mas que acredito ser verídico perlo que se ouve falar -, são alguns dos fatores que garantem vida longa ao compacto da Chevrolet, best seller do portfólio da marca no País.



E o vice-presidente da GM do Brasil, Marcos Munhoz, não se acanha em firmar que o Celta possui características únicas que vão ao encontro de necessidades fundamentais do consumidor brasileiro que busca um carro compacto, ágil e de confiança. É um veículo que entrou na vida de muitos brasileiros e as vendas demonstram isso. 

No release para a Imprensa, ele destaca que o Celta, líder de vendas da marca, passou por importantes atualizações ao longo dos anos, com modificações externas, internas e de conteúdo que o deixaram ainda mais competitivo no segmento dos compactos: "Trata-se de um produto que cumpre um papel importantíssimo em nosso portfólio e que permanecerá atendendo aos consumidores por muito tempo ainda”.


Compacto com desempenho e diferenciais
O quer posso dizer é que o Celta de 1.0 l, com 78 cv enfrentou muito bem as subidas, algumas íngremes, nas saídas das praias, como a de Araçagy, bastava encher no motor e ele galgava a subida firme, como "gente grande".


Posso e devo dizer que o Celta agradou a minha mulher que disse ter ficado "admirada" com o desempenho e o considerado bem confortável para um popular. A opinião das mulheres é sempre muito bem vinda e respeitável.


Concordo com a afirmação da Chevrolet de que o Celta tem "boa pegada” ao dirigir e motorização com desempenho acima da média" que considera duas características que destacam o Celta e caem no gosto do consumidor. O motor 1.0 Flexpower VHCE é o mais potente da categoria dos compactos, desenvolvendo, com gasolina, 77 cavalos de potência e oferece 9,5 kgfm de torque. Com etanol entrega 78 cavalos de potência e 9,7 kgfm de torque.



No item economia, tenho de dizer que não considerei o Celta exatamente um carro econômico. Rodei 237 km, sempre com o ar condicionado ligado, para suportar o calor de São Luís, e o Celta consumiu  31,79 l de etanol. Ou seja, o carro fez 7,4 km/l. É importante lembrar que é público e sabido que os carros brasileiros não são econômicos.


Acho importante fazer um paralelo neste ponto. Tenho um Honda New Civic 2010, com 22 mil km, que nunca se mostrou um carro econômico. Rodando com ar condicionado ligado e usando gasolina, o Civic nunca fez mais de 8 Km/l e com etanol, esse consumo cai para o máximo 7 km/l. A questão é que estamos falando de dois carros totalmente diferentes, mas com consumos não tão diferentes.

A fábrica frisa que quando o assunto é economia, o Celta também é destaque: abastecido com gasolina, sua autonomia pode chegar a 900 quilômetros, quesito fundamental para os consumidores que querem um veículo econômico e com mais comodidade para o dia-a-dia. Com toda a certeza, a Chevrolet indica esse valor de 900 km, na estrada e sem o ar condicionado ligado e mantendo uma velocidade média de 80/90 km/h.


Essa questão deveria ser alvo de uma apurada avaliação por todas as montadoras brasileiras. Hoje, existem carros com consumo baixíssimo de combustível, como o Ford Fusion Híbrido, que durante o test-drive que fiz para o Blog, em 450 km rodados consumiu R$ 50 de gasolina.

Segundo o diretor-geral de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da General Motors do Brasil, Santiago Chamorro, “temos grande foco na melhoria contínua dos nossos produtos, como o Celta, de modo a garantir não apenas a excelência em qualidade, como também a adequação do produto para garantir os requisitos legais futuros. Temos satisfação e orgulho em atingir a marca de 1,5 milhão de unidades. Agora, nosso objetivo é chegar aos 2 milhões em 2015”.


Vendido em duas versões – LS, disponível com carroceria de duas e quatro portas; e LT, a mais completa da linha, com quatro portas -, o compacto oferece uma ampla gama de acessórios que atende aos consumidores que desejam personalizar o modelo: são nada menos que 80 itens de acessórios para personalizar o modelo, entre componentes de segurança, aparência, conforto e conveniência, e sistema de som. 

Um porta-malas para uma mala grande e uma média

Acessórios
Alguns deles são: spoiler dianteiro e traseiro, aerofólio, farol de neblina, saias laterais, adesivos de coluna, rack de teto, alarme antifurto, direção hidráulica, ar-condicionado, navegador com GPS, geladeira, cabide, películas para escurecer os vidros e diversos equipamentos de som com vários recursos de entretenimento.


Chevrolet Gaúcho e com história
Primeiro veículo oriundo do projeto “Blue Macaw” (Arara Azul), o Celta nasceu junto à criação da fábrica da GM de Gravataí. Baseado no conceito da empresa em oferecer ao mercado automotivo brasileiro um veículo moderno e de pequeno porte, o Celta já teve mais de 1,5 milhão de unidades montadas.



Juntamente com o sedã Prisma (foto acima), o Celta será responsável pelo atingimento da expressiva marca de 1,9 milhão de veículos produzidos em Gravataí no próximo mês de Julho, abrindo, assim, contagem regressiva para o número histórico de dois milhões de unidades.


General Motors Company e seus parceiros produzem veículos em 30 países e a empresa ocupa posição de liderança no maior mercado automotivo do mundo, além de ser o que mais rápido cresce. As marcas da GM incluem Chevrolet e Cadillac, além de Baojun, Buick, GMC, Holden, Isuzu, Jiefang, Opel, Vauxhall e Wuling. Mais informações a respeito da empresa e suas subsidiárias, incluindo OnStar, um líder global em segurança veicular, proteção e serviços de informação, podem ser encontradas em http://www.gm.com.



Complexos em vários RS e SP
No Brasil, além do Celta, a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 87 anos. Em 2011 a Chevrolet vendeu no país 632.219 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul e em São José dos Campos, ambos em São Paulo, além de Gravataí (RS) (foto abaixo). 



Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul (SP), com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. 


A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura.









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segunda-feira, 25 de junho de 2012

EXECUTIVO DA ALIANÇA RENAULT-NISSAN PEDE COOPERAÇÃO DE SETORES PÚBLICOS E PRIVADOS PARA IMPULSIONAR CARROS


Rio de Janeiro, 25 de junho de 2012 – Em sua palestra na conferência de mobilidade elétrica da Rio+20, Toshiaki Otani, diretor geral da Divisão de Baterias da Aliança Renault-Nissan, pediu aos setores públicos e privados para trabalharem juntos pelo sucesso dos veículos elétricos em todo o mundo.


O executivo foi um dos palestrantes do “Fórum Global de Mobilidade Elétrica: tornando os transportes ‘verdes’ para o desenvolvimento sustentável”. Em sua apresentação, Otani, que também é vice-presidente sênior das unidades globais de Emissão Zero e de Baterias da Nissan Motor Co., frisou que a era da mobilidade pelo veículo elétrico apenas começou, mas que “governantes podem ajudar a acelerar essa tendência e levar a uma adoção muito maior desse tipo de veículo.”

“Os países mais respeitados por suas iniciativas ‘verdes’ encorajam ativamente o uso de carros elétricos fornecendo incentivos ao consumidor final. Permite que carros elétricos usem pistas exclusivas e tenham estacionamento gratuitos”, disse o executivo. “Vamos continuar essa conversa e usá-la como uma chance de caminhar na direção de uma sociedade sustentável”, adicionou.


O “Fórum Global de Mobilidade Elétrica” foi organizado numa parceria entre o departamento de Economia e Assuntos Sociais das Nações Unidas; a Associação Brasileira de Veículos Elétricos, a Eletrobrás Furnas, entre outros grupos, dentro da Rio+20, conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada entre 13 e 22 de junho. A maior cúpula sobre o meio ambiente do mundo reuniu mais de 50 mil delegados de todo o mundo para a discussão e adoção de políticas sustentáveis para reduzir a pobreza, criar empregos e promover políticas de incentivo às energias sustentáveis.

Para assistir a entrevista de Toshiaki Otani sobre o tema, acesse: http://blog.alliance-renault-nissan.com/blog/one-day-toshiaki-otani-alliance-ev-battery-executive


LEANDRO RADOMILE ASSUME DIA 2 DE JULHO AS OPERAÇÕES DA AUDI NO BRASIL


A Audi Brasil informa que a partir do próximo dia 02 de julho, as operações da marca no País estarão sob responsabilidade do seu diretor de Marketing e Vendas, Leandro Radomile. 

Esta alteração deve-se à saída de Paulo Sérgio Kakinoff, que se desliga do grupo Audi para assumir um novo desafio profissional fora do setor automobilístico.

domingo, 24 de junho de 2012

FORD RACING TRUCKS/TERRITÓRIO MOTORSPORT É VICE-CAMPEÃ DO RALLY CUESTA OFF-ROAD, EM BOTUCATU, NA CATEGORIA DE CAMINHÕES LEVES, EM QUE VENCERAM RAFAEL CONDE, LEANDRO SILVA E JOSÉ P.NETO, COM O TEMPO DE 3H54MIN38S


Neste domingo (24), segundo dia de disputa do Rally Cuesta Off-Road, em Botucatu,  Rafael Conde, Leandro Silva e José P. Neto, venceram a prova com 03h54min38s e Carlos Policarpo e Rômulo Seccomandi da Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport mantiveram a regularidade e chegaram em segundo lugar nos Caminhões Leves, em 1h58min07s. A bordo do F350 4x4, a dupla foi vice-campeã da 5ª edição do rali, no acumulado, com o tempo de 3h58m57s.

Foram dois dias positivos para a dupla, recém-chegada à equipe, que testou novas modificações no caminhão e melhorou o desempenho. O percurso foi o mesmo de sábado, 108 quilômetros com as mesmas características, no entanto, a Especial ganhou vários facões e o trajeto estava mais complicado que o dia anterior e exigiu cautela em alguns trechos.

"Foi um fim de semana muito gratificante para nós, apesar de a pista estar mais castigada que ontem (23), o caminhão respondeu bem às exigências do percurso. Acredito que fizemos um ótimo teste para o Rally dos Sertões", afirma Policarpo, referindo-se a próxima disputa que será em agosto.


Quem também ficou satisfeito com o resultado foi o navegador. "Achei o percurso mais pesado hoje (24) e exigiu bastante do equipamento. Foi interessante porque melhoramos nosso desempenho a cada quilômetro, já nos adaptamos bem ao equipamento e estamos animados para o que nos espera em agosto", diz Seccomandi.

Bom resultado com o teste - Edu Piano, Solon Mendes e Antônio Carlos Salles participaram do rali apenas com um objetivo, testar o novo caminhão da equipe. E voltaram para a sede da equipe em Tatuí (SP) satisfeitos com a performance do equipamento. Como o caminhão está bem competitivo conquistou o primeiro lugar nos Caminhões Pesados, no sábado, e neste domingo, ficou em segundo. Objetivo cumprido e informações preciosas colhidas durante o fim de semana.

Participaram do 5º Rally Cuesta Off-Road 27 Carros, 6 Caminhões e 53 Motos, Quadriciclos e UTV´s. A prova foi válida pelas 8ª e 9ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country, para Carros e Caminhões.


A equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport conta com patrocínio da Ford Caminhões, Termicom, Garrett, Truckvan e Cummins.

Resultados - Domingo (24) - Caminhões
Caminhões Leves
1º Rafael Conde, Leandro Silva e José P. Neto, 03h54min38s
2º Carlos Policarpo e Romulo Seccomandi, 03h58min57s
3º Fernando Birchal e Leonardo Telles, 05h26min47s

Caminhões Pesados
1º Guido Salvini, Flávio Bisi e Fernando Chwaigert, 04h08min10s
2º Edu Piano, Solon Mendes e Carlos de Salles, 06h42min37s

Resultado final - acumulado dos dois dias de rali
Caminhões Leves
1º Rafael Conde, Leandro Silva e José P.Neto, 01h57min47s
2º Carlos Policarpo e Romulo Seccomandi, 01h58min07s
3º Fernando Birchal e Leonardo Telles, 03h00min00

Caminhões Pesados
1º Guido Salvini, Flávio Bisi e Fernando Chwaigert, 02h05min19s
2º Edu Piano, Solon Mendes e Carlos de Salles, 04h40min00s



DEPOIS DE MUITA LUTA E MANOBRAS ESPETACULARES, NUM MAR AZUL À BEIRA DA MATA ATLÂNTICA, O VELEIRO PATAGONIA VENCE A 1ª ETAPA DA MITSUBISHI SAILING CUP, NA CLASSE S40. NA CLASSE S30, O VENCEDOR FOI O VELEIRO LOYAL NAS SETE REGATAS DISPUTADAS E NA CLASSE HPE 25 VENCE O ATIK


A última regata da primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup foi, sem dúvida, a mais emocionante da temporada 2012 até agora. A batalha na classe S40 entre os irmãos Mariano "Cole" Parada, do argentino Patagonia (foto acima), e Guillermo Parada, do chileno Pisco Sour, durou até os metros finais da regata na Ponta das Canas, em Ilhabela (SP).


Sob o céu azul da cidade litorânea, que neste domingo contou com ventos leste entre 9 e 12 nós, o Patagonia e o Pisco Sour tiveram uma luta muito acirrada durante quase toda a regata barla-sota. Na metade da segunda perna, no entanto, o veleiro argentino teve um problema e acabou caindo para a 12ª colocação, lugar que o faria perder o título. 

Nos últimos metros antes da linha de chegada, uma manobra bastante ousada da tripulação fez com que o barco ganhasse duas posições, conquistando assim o título com 24 pontos perdidos, um a menos que o Pisco Sour, que terminou com 25 pontos perdidos.

"Fizemos uma prova pensando na regra. No entanto, tivemos um problema com outro barco e o Pisco Sour conseguiu sair de nossa marcação. Nesse momento, eles ficaram muito perto de nos derrotar, mas, por sorte, conseguimos recuperar. Estamos muito felizes e é muito importante para nós conseguir essa vitória já que estamos trabalhando há muito tempo juntos", exalta o tático do Patagonia e hexacampeão mundial de vela, Mariano "Cole" Parada.


Segundo colocado na classificação Geral, o comandante do Pisco Sour, Guillermo Parada, conta que, apesar de não terem conseguido a vitória, o resultado ainda os mantém na primeira colocação do Campeonato Sul-americano de Soto 40, circuito no qual a Mitsubishi Sailing Cup faz parte.

"Foi uma ótima briga com o Patagonia. Mantivemos um ritmo muito bom durante toda a regata, mas, no final, faltou um pouco de velocidade no segundo barla-vento para conseguirmos ultrapassar o Movistar e o Mitsubishi Motors. Mesmo assim, dou meus parabéns a eles e fico feliz porque o nosso resultado nos mantém líderes do Campeonato Sul-Americano", lembra Guillermo.


Neste sábado, o grande destaque da regata foi o veleiro Lancer Evo, que liderou durante as quatro pernas da disputa. "A vitória na regata de hoje foi o resultado do conhecimento e da experiência da nossa equipe em competições. Na largada, escolhemos uma estratégia diferente, velejando em direção à costa de Ilhabela, ao invés de irmos para a esquerda, já que acreditamos que o vento seria mais favorável. Ficamos felizes com o resultado", afirma Eduardo de Souza Ramos, comandante do veleiro e idealizador da Mitsubishi Sailing Cup.

Com os resultados do último dia, considerando um descarte, o argentino Patagonia completou as 8 regatas com 24 pontos perdidos, um a menos que o chileno Pisco Sour, com 25 pontos perdidos. Já o espanhol Iberdrola, que marcou a volta de um veleiro europeu em competições nacionais após mais de duas décadas, ficou em terceiro, com 32 pontos perdidos.

"A Mitsubishi Sailing Cup foi ótima. Conhecemos o circuito pela tradição que o mesmo tem e que foi levada pelos vários velejadores internacionais que correm aqui e também na Europa. O nível da prova é altíssimo", conta José María Torcida, comandante do veleiro espanhol.

Melhor brasileiro na Mitsubishi Sailing Cup, o Crioula conseguiu um ótimo segundo lugar na regata deste domingo e somou 36 pontos perdidos no geral. "Estar entre os cinco primeiros nesse nível de competição é muito bom. Nós ainda estamos oscilando entre bons e maus resultados e nosso objetivo é ter uma boa média. Agora, treinaremos e velejaremos mais para estar mais atentos e preparados para a segunda etapa em Búzios", explica Samuel Albrecht, comandante do veleiro brasileiro.




Na classe C30 (foto acima), o veleiro Loyal dominou toda a Mitsubishi Sailing Cup, vencendo as sete regatas disputadas. Contando com uma equipe bastante experiente comandada por Marcelo Massa, o veleiro terminou a competição com apenas 6 pontos perdidos. A segunda colocação ficou com o Barracuda, de Humberto Diniz, com 14 pontos, seguido pelo Kaikias, de Tarcisio Mattos, com 16 pontos perdidos.

"É bom começar ganhando. Foi nossa primeira vez na Mitsubishi Sailing Cup e apenas a segunda velejando com o barco C30. Mas ainda temos muito o que melhorar e conhecer no barco. O que fez a diferença foi nossa experiência de longo prazo como tripulação. Estamos animados para a segunda etapa", afirma o comandante Marcelo Massa.

Os veleiros monotipo C30 foram as grandes novidades da terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup. Para o presidente da classe, Tarcísio Mattos, participar da competição foi uma ótima forma de incentivar o crescimento dos C30.

"Foi uma maravilha participar da competição. Sem dúvida foi a melhor oportunidade que nós tivemos, principalmente para conhecer melhor os barcos. Foi uma vitrine para a classe. A tendência, a partir de agora, é crescer. Esperamos contar com seis ou sete veleiros em Búzios", conta Tarcísio, que também é comandante do Kaikias.


Classe HPE 25
Na classe HPE 25 (foto acima), um duelo mais do que parelho marcou a primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup. Em seis regatas disputadas, os veleiros Atik, comandado por Henrique Haddad, e o Relaxa Next, de Roberto Albernaz, somaram exatamente os mesmos pontos, com os mesmo números de conquistas: três vitórias, dois segundos lugares e um terceiro lugar.

No desempate, o Atik ficou na frente por ter conseguido uma melhor colocação na última regata. "Competir na HPE foi muito divertido. A classe é muito animada e vencer, para nós, foi uma grande satisfação, já que nós não sabíamos se iriamos andar entre os primeiros, já que andamos juntos em um HPE pela primeira vez dois dias antes da Mitsubishi Sailing Cup. Com certeza estaremos em Búzios", afirma Henrique Haddad, vice campeão mundial de Match Race.

Apesar da segunda colocação, Roberto Albernaz comemora o resultado. "Nós andamos exatamente igual o campeonato inteiro, então isso é um motivo de orgulho muito grande para nós, porque eles tem uma equipe com velejadores muito mais treinados e experientes que nós. Foi mais do que positivo", exalta o comandante.

Ao final de seis regatas, com um descarte, o Atik fechou a Mitsubishi Sailing Cup com sete pontos perdidos, mesma pontuação do Relaxa Next. A terceira posição ficou com o Repeteco I, de Fernando Haaland, com 18 pontos perdidos, seguido pelo Ginga, de Breno Chvaicer, com 23 pontos perdidos.

A Mitsubishi Sailing Cup veleja até Búzios (RJ) para a segunda etapa entre os dias 09 e 12 de agosto. As classes S40, C30 e HPE 25 voltam às raias para a decisão da temporada 2012.

Resultados finais com um descarte:


Classe S40
1. Patagonia (ARG) - 24 Pontos Perdidos (foto acima)
2. Pisco Sour (CHI) - 25 pp
3. Iberdrola (ESP) - 32 pp
4. Crioula (BRA) - 36 pp
5. Mitsubishi Motors (CHI) - 36 pp
6. Lancer Evo (BRA) - 37 pp
7. Movistar (CHI) - 42 pp
8. Claro (CHI) - 45 pp
9. Carioca (BRA) - 47 pp
10. Santander (CHI) - 50 pp
11. Entel (CHI) - 53 pp
12. Mitsubishi / Energisa (BRA) - 62 pp
13. Pajero / Gol - 89 pp


Classe C30
1. Loyal (BRA) - 7 Pontos Perdidos (foto acima)
2. Barracuda (BRA) - 14 pp
3. Kaikias (BRA) - 16 pp


HPE 25
1. Atik (BRA) - 7 Pontos Perdidos (foto acima)
2. Relaxa Next (BRA) - 7 pp
3. Repeteco I (BRA) - 18 pp
4. Ginga (BRA) - 23 pp
5. Bixiga (BRA) - 25 pp
6. Fit to Fly (BRA) - 25 pp
7. Ser Glass Eternity (BRA) - 40 pp
8. Corum (BRA) - 42 pp
9. Takra (BRA) - 42 pp
10. Safo 1 (BRA) - 53 pp
11. Iansa (BRA) - 54 pp
12. Vesper III (BRA) - 56 pp
13 Ser Glass 10 Anos (BRA) - 61 pp
14. BSS (BRA) - 61 pp
15. Zoom (BRA) - 71 pp
16. Rex (BRA) - 75 pp
17. Atrevido (BRA) - 77 pp
18. Laranja (BRA) - 84 pp
19. Twister (BRA) - 85 pp
20. Xereta (BRA) - 88 pp
21. Aventura (BRA) - 110 pp

Classificação do Campeonato Sul-americano de Soto 40
1. Pisco Sour (CHI) - 67 Pontos Perdidos
2. Lancer Evo (BRA) - 104 pp
3. Patagonia (ARG) - 105 pp
4. Claro (CHI) - 111 pp
5. Movistar (CHI) - 122 pp
6. Crioula (BRA) - 126 pp
7. Mitsubishi Motors (CHI) - 129 pp
8. Entel (CHI) - 137 pp
9. Santander (CHI) - 143 pp
10. BCI (CHI) - 192 pp
11. I-ZOD (CHI) - 195 pp
12. VTR (CHI) - 200 pp
13. Iberdrola (ESP) - 228 pp
14. Carioca (BRA) - 243 pp
15. Mitsubishi / Energisa (BRA) - 258 pp
16. Pajero / Gol - 285 pp

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sábado, 23 de junho de 2012

EQUIPE FORD RALLY CUESTA OFF-ROAD FORD RACING TRUCKS/TERRITÓRIO MOTORSPORT CHEGA EM 2º NOS CAMINHÕES LEVES NA PROVA DESTE SÁBADO, EM BOTUCATU


O piloto Carlos Policarpo e o navegador Rômulo Seccomandi, novos integrantes da Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport conquistaram o segundo lugar nos Caminhões Leves, neste sábado (23), em Botucatu, a bordo da F350 4x4. A dupla completou o trecho cronometrado de 108 quilômetros com o tempo de 2h00m49s.

Erosões, muitos saltos e curvas, subidas e descidas, piso de areia, cascalho, travessias de rio, retas e, se não bastasse, alguns trechos escorregadios devido as chuvas da última semana. Este foi o cenário de muita adrenalina que fez a festa dos competidores no primeiro dia do Rally Cuesta Off-Road, que está sendo disputado, neste fim de semana, no interior de São Paulo.


A largada para a Especial foi a partir das 13h40 e os desafios foram muitos. Até um trecho do percurso foi cortado pela organização da prova, em cerca de seis quilômetros, por estar crítico para Carros e Caminhões, mas da dupla da Ford Racing Trucks/Território Motorsport se deu bem.

"A prova foi excelente, pois o conjunto piloto/navegador/ equipamento foi muito bem hoje, não tivemos surpresas que comprometessem nosso resultado. Encaramos um percurso técnico que exigiu habilidade, mas ficamos bem satisfeitos com o nosso desempenho", explicou o piloto Policarpo.

Muito trabalho também tiveram os navegadores que não puderam vacilar em nenhum momento. "A navegação foi exigente haviam várias referências próximas, pegadinhas e dezenas de lombas. Nesta segunda prova com o caminhão pegamos areia e serra e foi um bom teste para as alterações realizadas na suspensão e câmbio", diz Seccomandi.

Teste com vitória

Os tetracampeões do Rally dos Sertões pela Equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport Edu Piano e Solon Mendes, acompanhados do co-piloto Antônio Carlos Salles, foram para Botucatu apenas para testar as mudanças no novo caminhão Ford Cargo 1933 e acabaram vencendo a prova nos Caminhões Pesados. Com o tempo de 2h02m37s, o trio foi o mais rápido da categoria e chegou 12 segundos do segundo colocado. Piano achou o desempenho muito satisfatório, uma vez que o caminhão mostrou-se bastante competitivo com os novos ajustes realizados.

Participaram 27 Carros, 6 Caminhões e 53 Motos, Quadriciclos e UTV´s. A prova soma pontos para as 8ª e 9ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country para Carros e Caminhões. O parque de apoio é o Ginásio de Esportes Mário Covas, à Rua Maria Joana Félix Diniz, nº 1585- V.Leopoldina, Botucatu.

A equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport conta com patrocínio da Ford Caminhões, Termicom, Garrett, Truckvan e Cummins.


Resultado Caminhões
Rally Cuesta Off-Road (Sábado 23)

Caminhões Leves
1º Rafael Conde, Leandro Silva e José P. Neto, 1h56m50s
2º Carlos Policarpo e Romulo Seccomandi, 2h00m49s
3º Fernando Birchal e Leonardo Telles, 2h26m47s
Amable Barrasa, César Loureiro, Raphael Betoni (não completaram)

Caminhões Pesados
1º Edu Piano, Solon Mendes e Carlos Salles, 2h02m37s
2º Guido Salvini, Flávio Bisi e Fernando Chwaigert, 2h02m50s

Programação - 5º Rally Cuesta Off-Road

24/06 - Domingo
08h: largada motos, quadriciclos e UVTs
10h30: largada - carros e caminhões
13h30: previsão de chegada
15h: premiação

ILHABELA VAI SER PALCO, AMANHÃ, SÁBADO, DIA 24 DE JUNHO, DE ACIRRADA DISPUTA NA PROVA DA CLASSE 40 DA MITSUBISHI SALING CUP. VEJA BELAS IMAGENS DOS BARCOS EM PLENA PROVA


O último dia de disputas da classe S40 na Mitsubishi Sailing Cup promete grandes emoções entre os veleiros dos irmãos Parada. Neste sábado (23), duas regatas agitaram o litoral de Ilhabela (SP) e fizeram com que a diferença na liderança do barco argentino Patagonia, comandado do Mariano "Cole" Parada, e o chileno Pisco Sour, do tático Guillermo Parada, caísse para apenas quatro pontos.

"A batalha entre mim e meu irmão vem de anos e é muito legal porque sempre estamos muito próximos em termos de pontuação. Mas é uma briga que fica só dentro do mar", afirma o hexacampeão mundial de vela, Mariano "Cole" Parada. "Hoje não tivemos um bom dia, mas também não foi uma catástrofe. Estamos felizes por chegar no último dia do campeonato com quatro pontos de vantagem e, se levarmos em consideração que temos vantagem no desempate, são cinco pontos. Vamos ver como serão as coisas amanhã", completa.


Apesar da vantagem do Patagonia, Guillermo afirma que a equipe lutará até o último instante da regata única de amanhã. "Com apenas uma faltando, fica difícil recuperar, mas não impossível. Hoje foi um ótimo dia para nós, já que conseguimos não só colocar um pouco de pressão sobre o Patagonia, mas também nos distanciar do terceiro colocado. No último dia, tentaremos nos aproveitar de algum erro deles e velejaremos até o fim buscando a vitória", comenta.

O dia na Ponta das Canas, no extremo norte de Ilhabela, começou com pouco vento o que acabou atrasando a largada em mais de uma hora. Ao longo do dia, no entanto, as condições foram se alterando e o vento Sul variou entre 8 e 15 nós. Na classe S40, foram realizadas duas regatas, sendo a primeira com quatro pernas e a segunda com seis pernas, ambas barla-sota.


Na primeira regata do dia, destaque para o espanhol Iberdrola, que voltou a vencer. "Fomos muito bem no começo. Toda a equipe fez um grande trabalho, principalmente na largada, quando conseguimos sair muito bem e conseguir certa vantagem. Durante a velejada, escolhemos o lado direito e acabamos acertando", conta José María Torcida, comandante da embarcação campeã da Med Cup 2011 na classe S40.

Já na segunda regata do dia, quem surpreendeu foi o veleiro Movistar, comandado por Ramón Eluchans, que liderou durante as seis pernas. "Conseguimos largar em uma boa linha e, durante a regata, percebemos que estávamos com uma boa vantagem em relação aos outros barcos. Por isso, tivemos calma durante todo o trajeto, apenas nos atentando para marcar os outros veleiros", explica o trimmer do veleiro chileno, Felipe Robles.

Ao final do terceiro dia de disputas, o argentino Patagonia lidera com 14 pontos perdidos, quatro a menos que o chileno Pisco Sour, com 18 pontos perdidos. O espanhol Iberdrola é o terceiro colocado, com 29 pontos perdidos, seguido pelo chileno Mitsubishi Motors, com 32 pontos perdidos. O melhor brasileiro é o Crioula, na quinta colocação, com 34 pontos perdidos.


Classe C30
Na classe C30, o veleiro Loyal continua arrasador e mais uma vez venceu as duas regatas do dia. Desta forma, a embarcação do comandante Marcelo Massa dispara na liderança com apenas cinco pontos perdidos. Na segunda colocação está o Barracuda, de Humberto Diniz, com 12, e o Kaikias, de Tarcisio Mattos, com 13.

"Os resultados aparecerem, mesmo sendo apenas nossa segunda competição na classe C30. O barco é sensacional e o desempenho da equipe me deixa muito contente, já que mostra que estamos no caminho certo. A cada dia estamos conhecendo melhor o veleiro. Sem dúvida, a experiência tem feito a diferença nesses dias", afirma Marcelo Massa, comandante do Loyal.


HPE 25
A classe HPE 25, considerada um fenômeno da vela brasileira pela quantidade de barcos, fez sua estreia na terceira edição da Mitsubishi Sailing Cup neste sábado. Ao todo, foram 21 veleiros participantes, que correram três regatas ao longo da tarde.

Assim como na classe C30, a HPE 25 também contou com o domínio de um barco: o Atik, comandado pelo vice-campeão mundial de Match Race Felipe Haddad. O veleiro venceu duas das três regatas realizadas na Ponta das Canas.

"O resultado foi surpreendente. Acho que ninguém acreditava que iria ser como foi e, por isso, foi um resultado melhor ainda. A tripulação toda velejou muito bem e mostrou que está bem entrosada. Foi tudo ótimo", exalta Henrique Haddad, timoneiro do Atik.


Cobertura online
Para acompanhar de perto a Mitsubishi Sailing Cup, acesse a cobertura online das regatas no Twitter (www.twitter.com/mitsailingcup) e tenha todas as novidades e curiosidades da prova no Facebook (www.facebook.com/nacao4x4). Para mais informações: www.mitsubishisailingcup.com.br.

Resultados acumulados após cinco regatas e um descarte:
Classe S40
1. Patagonia (ARG) - 14 Pontos Perdidos
2. Pisco Sour (CHI) - 18 pp
3. Iberdrola (ESP) - 29 pp
4. Mitsubishi Motors (CHI) - 32 pp
5. Crioula (BRA) - 34 pp
6. Claro (CHI) - 34 pp
7. Lancer Evo (BRA) - 36 pp
8. Movistar (CHI) - 37 pp
9. Carioca (BRA) - 38 pp
10. Santander (CHI) - 40 pp
11. Entel (CHI) - 47 pp
12. Mitsubishi / Energisa (BRA) - 54 pp
13. Pajero / Gol (BRA) - 76 pp

Classe C30
1. Loyal (BRA) - 5 Pontos Perdidos
2. Barracuda (BRA) - 12 pp
3. Kaikias (BRA) - 13 pp

HPE 25
1. Atik (BRA) - 4 Pontos Perdidos
2. Relaxa Next (BRA) - 5 pp
3. Bixiga (BRA) - 13 pp
4. Ginga (BRA) - 16 pp
5. Fit to Fly (BRA) - 16 pp
6. Repeteco I (BRA) - 16 pp
7. Ser Glass 10 Anos (BRA) - 25 pp
8. Takra (BRA) - 28 pp
9. Corum (BRA) - 28 pp
10. Iansa (BRA) - 32 pp
11. Vesper III (BRA) - 33 pp
12. Atrevido (BRA) - 33 pp
13. Ser Glass Eternity (BRA) - 35 pp
14. BSS (BRA) - 44 pp
15. Xereta (BRA) - 44 pp
16. Zoom (BRA) - 45 pp
17. Safo 1 (BRA) - 47 pp
18. Twister (BRA) - 54 pp
19. Laranja (BRA) - 56 pp
20. Rex (BRA) - 58 pp
21. Aventura (BRA) - 66 pp

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UM MILHÃO DE PESSOAS RESPONDERAM A UM PROJETO DA NISSAN QUE VISAVA SABER O INTERESSE DAS PESSOAS PELOS CARROS ELÉTRICOS, PELA INTERNET. UM MILHÃO DE INTERESSADOS ATENDEU À INICIATIVA NO PRAZO DE 85 DIAS, MENOS 15 DO QUE OS 100 PREVISTOS. O PROJETO THE BIG TURN ON DEMONSTRA QUE O MUNDO ESTÁ INTERESSADO NOS CARROS ELÉTRICOS

A ambiciosa iniciativa pan-europeia da Nissan “The Big Turn On” (http://www.the-big-turn-on.com/), focada na conscientização das pessoas sobre os carros elétricos, antecipou sua meta em 15 dias. 


Ontem, 85º dia da campanha, a Nissan contabilizou um milhão de ‘seguidores’ de carros elétricos, objetivo previsto ser atingido apenas no 100º, e último, dia da ação.

Paul Willcox, vice-presidente Sênior de Vendas e Marketing da Nissan na Europa, afirmou que o resultado deixa a marca muito feliz e otimista. “Isso mostra que as pessoas enxergam e consideram carros elétricos como o Nissan LEAF uma alternativa real, viável. Ainda que a Nissan tenha atingido o objetivo antes do tempo, a ‘The Big Turn On’ continuará a espalhar o conceito 100% elétrico do LEAF”, disse.

No fim da campanha, a cidade com o maior número de seguidores da campanha receberá 30 pontos de carregamento rápido instalados pela Nissan. E o ‘seguidor’ que mais motivar pessoas para curtir a campanha receberá um Nissan LEAF novo como prêmio.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.