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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

TOYOTA E FORD DISPUTAM A LIDERANÇA DAS VENDAS NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO, ENQUANTO A CHERY CHAMA OS PROPRIETÁRIOS DE SEUS MODELOs CHINESES PARA UM RECALL E A NISSAN VEM EM 2013 COM UM, NOVO SENTRA QUE MOSTRARÁ NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, EM OUTUBRO. ESSES TEMAS E UMA AVALIAÇÃO DO VW TOUAREG ESTÃO NO PAPO COM ROBERTO NASSER


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Coluna n° 3612 de 5 de setembro de 2012


UV grande, alemão, 
Touareg é mais por menos

Como individualizar-se contra marcas identificadas com a impalpável noção de produto Premium? E como faze-lo se, pontos diferenciativos, como a solidez da construção alemã, ou a irresponsabilidade comercial, não servem de comparativo pois os concorrentes são primos, sob o mesmo guarda chuvas?

É a questão da Volkswagen com o Touareg, concorrente com o mundo em utilitários esportivos, e em casa com Q7 e Cayenne feitos pelas associadas Audi e Porsche. Todos utilizam a mesma plataforma.

Durante a entrevista de apresentação, sobre o tema acicatei Henrique Sampaio, gerente de Marketing da Volkswagen. Tratei-o com reverência adicional, pois o camarada trabalhara todo o dia em São Bernardo do Campo, SP, cruzara S. Paulo, dirigira até São Carlos do Pinhal, lindeira a Campos de Jordão – umas 3 horas de volante –, para fazer a apresentação sem direito a jantar, para não subtrair horas de sono, pois, estaria em sua sala em SBC na manhã seguinte, às 8 da manhã. Delicansado Sampaio saiu-se com explicação amena incluindo fidelidade de marca.

Acresci-a ao meu raciocínio. A Volkswagen partiu para o óbvio, dando mais conteúdo, oferecendo maior rede de vendas e assistência. Para diferenciar seu produto, aplica motor em alumínio, V8, 32 válvulas, comandos sobre as bancadas, sadio em 4.1 litros, produzindo 360 cv, robusto por 45,4 m.kgf de torque, preso a transmissão automática, 8 velocidades, com tração nas quatro rodas, sob demanda, da japonesa Aisin. Por preço assemelhado aos R$ 333.700 Audi e Porsche oferecem motor menor, V6.

Outro diferencial de charme mecânico-comportamental, é o fato de ser versão R. Não é um embleminha comercial, mas significa ser um desenvolvimento da R GMBH, empresa da Volkswagen, hábil a isto. Equivale ao charme performático do emblema AMG nos Mercedes, ou M nos BMW.

O pacote R inclui rodas em liga leve, 20 polegadas, bancos e volante esportivos, acabamentos inferiores nas laterais da carroceria. Muito bem composto visualmente, para o tipo de cliente que não precisa chamar atenção, mas sabe estar competentemente sentado.

A harmonia mecânica, o volumoso torque e a transmissão longa, overdrive por 7ª e 8ª velocidade, permitem andar bem e em baixas rotações. A 120 km/h o motor gira a 2.200 rpm. A troca das marchas não é rápida como nas atrevidas transmissões com dupla embreagem, mas, a vitalidade do conjunto supera as exigências dos interessados ao fazer da imobilidade aos 100 km/h em 6,5s, tempo de automóvel vitaminado.

Bom trabalho na suspensão, cujo elemento elástico não é mola em ferro, mas o ar. Está a 30 cm do solo e tem regulagens nas multiplas funções hoje permitidas pela informatização. Consumo sem medir ou sem informação, porém, imagináveis 5 km/l na cidade e entre 7 e 8 km/litro na estrada.

Bem equipado em segurança, em especial pelo controlador automático de velocidade de cruzeiro, item eletrônico apresentado pela Volvo há alguns anos e permedado a todas as marcas sérias. O sistema freia-o automaticamente ao aproximar-se de barreira frontal. Há alerta de sono, úteis retrovisores que indicam proximidade lateral de carros nas faixas próximas.

Se eu compraria? Não. Estes SUVs grandes são trambolhosos para nossas ruas, estradas, entradas de garagens e shoppings. Comprar? Iria com outro VW, o Tiguan, como já dito aqui, a meu ver o melhor da turma.


Touareg, bem composto, V8 com preço de Audi e Porsche V6

Uma boa troca pelos impostos não cobrados ?
Às vésperas de encerrar seu vigor, o Governo Federal renovou o corte ao IPI dos veículos. Medida esperada, usual no Brasil, onde as soluções não planejadas sempre tem sobrevida para medir resultados. O pacote incluiu eletrodomésticos. E até o final de 2013, materiais de construção. Razões iguais.

Aparentemente a decisão da renúncia fiscal temporária troca a base econômica pela política. Trata-se, afinal, de festejar o único dado econômico positivo, em especial quando, no comparativo com os outros BRICS o Brasil teve crescimento vergonhoso, vezes menor que África do Sul, Índia, Rússia e China. E terá PIB rasteiro. 

Crescer as vendas da indústria automobilística, um dos setores de maior reflexo e influência na visão do público, tornou-se imperativo para referenciar crescimento. Período e época justificam pois auxiliarão nos índices econômicos apurados em 2012.

Na prática a argumentação oficial de manter economia crescendo e o nível de empregos pouco vale. O governo sabe mas torce o nariz a reconhecer que nossa carga tributária é brutal, em especial a cadeia sobre os automóveis. Conhece o cálculo oficial entre baixar preços, aumentar empregos, vendas, recolher impostos. 

E seu acordo de proteção à indústria automobilistica aqui instalada, barrando os importados em nome do desenvolvimento de tecnologia nacional para diminuir o índice de nacionalização, passa pelo compromisso da indústria em manter empregos. 

Os números de produção, vendas, estoques, nada disto justificaria a medida e a proteção alfandegária que continua vigindo – e atrapalhando a instalação de novas indústrias: JAC Motors suspendeu investimentos, Land Rover e BMW detiveram planos em nome da, digamos assim, dosimetria, expressão tão empregada para a punição dos os réus do Mensalão, condenados por alcance de dinheiro público. 

Os interessados em instalar-se no Brasil querem saber como será a regra entre investimento em construção x Imposto de Importação x o tijolaço de 30 pontos percentuais aposto sobre o enorme IPI.

E nós, contribuintes, saber, realmente, se vale a pena abrir mão do recolhimento de impostos para fomentar a venda de automóveis em lugar de melhorar o meio ambiente com professor, médico, polícia e transporte.

Roda-a-Roda
Queridinho A Mercedes-Benz arrancou bem em seu projeto de crescer através de mudar todos os produtos. Sem definir se o próximo Smart terá estrela, o novo Classe A lançado mas ainda sem vender, foi eleito por 100 mil leitores da revista Auto Bild como o carro mais atraente da Alemanha.

Novo Classe A, alemães dizem ser o mais bonito do país

Marketing – O projeto de marketing da Ferrari, na gestão Luca di Montezemolo desconhece crise europeia, medo de nova recessão nos EUA, ou desaceleração na China. Vendas em 2012 cresceram 7%. Retrato do alheamento, os modelos V12, mais caros, são 2/3 das vendas. A nova berlinetta F12, 6.2, 740 cv, custará 274.400 euros e dela a Ferrari quer vender 800 unidades, no primeiro ano.

Diversificação – Cansada de exportar apenas petróleo, recurso natural, a Arábia Saudita atrai capitais para diversificar sua economia. Fez joint venture com a Alcoa em produtora de alumínio, provoca a Tata, dona de Land Rover e Jaguar, a montar pioneira linha de produção.

Razão - A energia elétrica barata, gerada por gás natural, é o principal insumo para a produção de alumínio. Como os preços são competitivos mundialmente, a Tata pensa ter fábrica para estampar chapas do alumínio utilizado em seus carros, abastecendo a montagem na Inglaterra. Mudança de eixo econômico.

Quem? - Toyota e Ford requerem o recorde de vendas no primeiro semestre. A Ford diz, vendeu 489.616 Focus. Toyota contesta, ao vender 462.187 Corolla. Mas aumenta a conta em 140.000 com Verso e Matrix, que diz Corolla – embora sem tal identificação.

Movimento No tabuleiro onde peças são movidas para os mercados mais promissores, a Ford fará seu produto mais luxuoso, o Lincoln, na China a partir da metade de 2014. Será o Xing-Lincoln?

Conjuntura  Onde você imagina a Bentley apresentou seu Continental GT Speed? Na Rússia. Os muitos e perdulários novos ricos consomem com vontade e as linhas sóbrias com motorização de 12 cilindros em W, 6.0, 625 cv, devem conquistar muitos clientes.

Recall – A chinesa Chery chama para trocar juntas com amianto colocadas nos coletores de admissão e escapamento dos motores. Gratuito e rápido.

Uma força – Uma olhada no mercado e todas as marcas mudaram, construiram escudo de proteção no segmento do mercado contra as duas novas referências, o Hyundai HB20 e o Toyota Etios. Daí todos os fabricantes se previnem, acertando carros, conteúdo, preços.

Regulagem – No caso da VW com Gol e Voyage, o trabalho, contado aqui, adotou esta fórmula e, no caso do motor, aprimorou-o para reduzir consumo, emissões, melhorando valor e faixa de torque para melhores respostas em baixas rotações. É o motor TEC.

Partida – Ninguém entendeu, mas a Volkswagen em vez de adotar o sistema de partida a frio com pré aquecimento da mistura, já presente na marca, manteve o tal tanquinho, otimizando-o com penduricalhos – até filtro para jato de gasolina.

Conserto – Falta algum alemão tomar decisão política – dar um tapa na mesa, falar um palavrão – e mandar esquecer esta história de tanquinhos para partida a frio em motores a etanol. Tal trapizonga é a vanguarda do atraso.

Redução – Isenção de IPI para carros até 1.0, diminuição nos outros, terrorismo para gastar antes de aumento, deram recorde à Fiat: vendeu mais de 100 mil unidades em agosto, mês recordista em sua história de 36 anos no Brasil.

Negócio - Sabe o Nissan Sentra? Mudou tudo. Modelo 2013 estará no Salão do Automóvel sobre nova plataforma, mais leve 70 kg, mais aerodinâmico, motor 1.8, 16v, 130 cv, substitui o 2.0. A transmissão por polias ficou. Objetiva diminuir consumo – nos EUA anunciado em media de 15 km/litro -, reduzir emissões, dobrar vendas – quer igualar Honda Civic e Toyota Corolla.

… II  A fim do atual modelo ? Negocie.
Salão  Quer dirigir algumas máquinas de sonho expostas no Salão do Automóvel ? Fácil: helicoptero até o circuito da Fazenda Capuava, perto de Campinas: R$ 1.200 – barato pela experiência e pelo muito a contar.

Salão 2 A decisão da Ferrari, Maserati, Lamborghini e Rolls-Royce, representações da mesma empresa, estar fora do Salão do Automóvel de São Paulo em represália aos enormes custos de locação de área, terá exceção. A Volkswagen, dona da marca Lamborghini, terá exemplares em seu stand.

De volta – Em tempos de injeção direta, eletrônica, a Nakata voltou a fazer carburadores para VW a ar. Saudosismo ?Não, constatar, nas inspeções de emissões de poluentes, tais peças, com anos de desgaste, podem condenar os carros.

Número  Sabe qual é a frota projetada com mais de 18 anos de uso? 4 M. A Nakata começou nos VW a ar e pode ampliar os modelos de carburadores. Trocá-los por novos pode dar esperança de não ser barrado no baile oficial.

Complemento  O que, para conter preços. a montadora não aplica, a indústria de acessórios provê. Os Nissan March e Versa tem alarme, faróis de neblina, vidros elétricos desenvolvidos pela Quantum, aprovados pela montadora.

Agência Y&R, maior agência de propaganda do país, foi escolhida pela Peugeot para divulger sua marca e produtos. Buscava uma conta de automóveis. Há tempos teve a VW Caminhões.

Sinergia  A Mitsubishi desenvolveu um aplicativo que permite ao usuário baixar o Manual de Proprietário, ao todo ou em parte, em celulares. Bom entrosamento. Mais? www.aplicativomitmanuais.com.br

Racionalidade Em nove anos, a caixa de câmbio I-Shift da Volvo equipa 91% dos caminhões FH. A consciência das vantagens – economia de combustível, e de manutenção, conforto ao motorista – mudou o quadro. Eram 3% em 2003.
Imprensa  Criador, avalista, mola mestra do bom programa Vrummm do SBT, o jornalista Boris Feldman deu um tempo como malabarista chinês.

Antigos  Maior encontro de automóveis antigos na América Latina, o AutoClasica, em Buenos Aires, Argentina, 5 a 8 de outubro, tem sério candidato a Best of the Show – prêmio máximo: o Bentley Speed Six Gurney Nutting Fixed Head Coupe de 1939, dos ativos colecionadores locais Daniel e Calilo Sielecki. Em 2011, ganhou o Road & Track Trophy, no Pebble Beach Concours d’Elegance.

Bentley Speed Six Gurney Nutting Fixed Head Coupé, 1939, sério candidato na Autoclasica.

Gente - Hilário Soldatelli, 53, mineiro, formado em negócios, marketing e administração de empresas, co-optado.OOOO Trocou a Diretoria de Vendas da Fiat por posto igual na VW. OOOO Negócio longo, o mercado a peso de ouro. OOOO Vincent Rambaud, 10 anos de PSA, deixa a Direção Geral da Peugeot, substituído. OOOO Maxime Picat, ex diretor geral da DongFeng, joint venture Peugeot na China, assumirá. OOOO

VOLKSWAGEN LANÇA A SUV TOUAREG R-LINE NO BRASIL POR UM PREÇO UM POUCO SALGADO, MAS JUSTIFICADO PELA QUANTIDADE DE TECNOLOGIA DE SEGURANÇA E CONFORTO DO CARRO. VAI ENCARAR?


Uma SUV carregada de tecnologia, a Touareg R-Line da Volkswagen, chega ao Brasil, pelo preço de R$ 333.699, não muito diferente de algumas concorrentes, como a Audi Q7 3.0 V6 que é vendida por R$ 332 mil, embora menos potente. Se o comprador optar pelos opcionais muito interessantes e extremamente úteis pagará pelo Touareg R-Line, R$ 359.880.


O Touareg R-Line, tem um motor 4.2 V8, de 360 cv que vai de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos, não obstante os seus 2.075 kg, e chega aos 245 km/h, graças também a um eficiente câmbio automático de oito marchas Tiptronic. 


Com uma clara aparência esportiva, o Touareg R-Line é extremamente silencioso e super confortável graças à sua suspensão a ar que pode tornar-se esportiva ao simples toque de um botão. 

Aliás, as belas rodas de 20 polegadas e pneus 275/45R, têm uma participação importante nesse conforto que numa estrada de boa qualidade dá a sensação de que o carro desliza, quase levitando. Já numa estrada off-road não há como fugir aos solavancos causados pelas irregularidades do terreno.

Um  interessante GPS integrado ao painel, com opção de visualização 3D, tela do tipo “touch screen” com boa resolução que pode ser comandado por voz e armazenar informações em um HD de 60 GB é um item importante de série, assim como o excelente sistema de som de alta-fidelidade, com amplificador digital de 12 canais e 620 watts de potência contribui para uma viagem tranquila e até mesmo fazer o motorista e passageiros um desagradável engarrafamento.

O Touareg R-Line possui ainda um item que os demais carros deveriam ter, principalmente, os de maior porte, um detector de fadiga, que alerta o motorista, se constatar que as suas reações são mais lentas do que o costume, impedindo que dê um perigoso cochilo.


O interior do R-Line é decorado com apliques cinza  combinando com os de alumínio polido espalhados pelo painel e soleiras das portas embora tenha um habitáculo marcado pela sobriedade, contando com volante e a a alavanca de câmbio revestidos de couro. 


Já na traseira, a saída dupla de escapamento faz jus ao robusto motor do SUV, enquanto a grade frontal pintada de preto brilhante e os spoilers dianteiro e traseiro têm a ver com a grandiosidade do modelo. 

A lista de itens de série do R-Line deixa clara a intenção da Volkswagen de vender um carro confortável, confiável e seguro: traz freio de estacionamento elétrico, três ajustes de condução (normal, esportivo ou conforto), bloqueio eletrônico do diferencial (EDS), controle de estabilidade (ESP), seis airbags (frontais, laterais e de cortina), freios ABS com assistência de frenagem (HSA), quatro câmeras externas para visualização dos arredores, abertura elétrica do porta-malas, destravamento das portas sem chave, partida do motor por botão, faróis bi-xenonio direcionais com 15 LEDs diurnos, em cada farol, assistente de subida e de descida, piloto automático, entre outros.


Não se percebe exatamente o motivo por que a Volkswagen num carro de quase R$ 334 mil cobra, por fora, a pintura metálica, R$ 1.635 e pela perolizada, R$ 2.350. Como opcional está também, o Side Assist, que alerta a presença de veículos nos pontos cegos, e custa R$ 3.385, o teto solar panorâmico, por R$ 8.995 e o piloto automático ACC, que funciona com a ajuda de um radar e reduz ou aumenta a velocidade do veículo por conta própria 
 para manter sempre a mesma distância do carro da frente. O sistema ainda aciona um alerta, se o veículo estiver se aproximando muito depressa de outro no trânsito, preparando-se para uma freada de emergência e isso custa R$ 12.160. Se optar por todos os adicionais, preço do Touareg R-Line pula para R$ 359.870. 

Para completar as informações, assista o vídeo e parta para uma concessionária Volkswagen: http://youtu.be/SIYMLviRDrc











FOZ DO IGUAÇU RECEBE DE 1 A 4 DE NOVEMBRO DESTE ANO O 2° MOTORRAD DAYS NO BRASIL. VEJA COMO SE INSCREVER



Entre os dias 1 e 4 de novembro, Foz do Iguaçu, conhecida como a terra das cataratas, será sede do 2º BMW Motorrad Days no Brasil. Cerca de 500 pessoas, dentre clientes, não clientes e amantes da marca deverão participar do encontro, que ocorrerá no luxuoso hotel Mabu Thermas & Resort.

O evento, que acontece há 12 anos em diversas cidades da Europa para amantes do motociclismo, desde o ano passado, ganhou a sua versão local. Dentre a programação para a edição 2012, destacam-se apresentação de Stand Up Comedy, show de Edinho Santa Cruz e Banda, palestras, passeios às Cataratas, à Hidrelétrica de Itaipu e ao Paraguay, test ride nos produtos da marca e performances do já conhecido piloto de streetbike e campeão de freestyle, Chris Pfeiffer. Além das atividades mencionadas, concessionários BMW Motorrad organizarão passeios em grupo a Foz do Iguaçu, os quais podem ser agendados diretamente pela concessionária.

Reservas e inscrições poderão ser realizadas por meio dos telefones (11) 4002-6040 (para SP e RJ) e 0800 417 040 (para demais localidades) ou pelo email grupos@hoteismabu.com.br. Valores das diárias variam entre R$ 583,00 (apto single) e R$ 720,00 (apto double), todas com sistema all inclusive.

Para mais informações sobre a programação e demais detalhes do evento acesse:

ATÉ O PRÓXIMO DIA 9, A VOLKSWAGEN RECEBE INSCRIÇÕES DE ESTUDANTES PARA O PROGRAMA DE ESTÁGIO DA FÁBRICA. O CANDIDATO POE ESCOLHER A UNIDADE ONDE DESEJA FAZER O ESTÁGIO


  • Fábrica de motores de São Carlos também terá vagas disponíveis para estágio
  • As inscrições para o Programa de Estágio da Volkswagen do Brasil terminam no dia 9 de setembro e podem ser realizadas por meio do site "www.vw.com.br/estagio2013". São oferecidas aproximadamente 100 vagas para estudantes de cursos superiores e técnicos. Os estagiários atuarão nas unidades da Volkswagen do Brasil situadas em São Paulo (São Bernardo do Campo, São Carlos, Taubaté e Vinhedo) e no Paraná (São José dos Pinhais). Ao se inscrever, o candidato pode escolher a unidade onde deseja fazer o estágio.
  • Cerca de 2.500 pessoas devem passar pelo estande da Volkswagen que terá informações sobre os programas de estágios 2013. Programa de Estágios visa proporcionar aos jovens a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos na universidade e identificar jovens talentos
Com a proposta de se aproximar ainda mais do público jovem e divulgar seus programas de estágio, a Volkswagen do Brasil participa na próxima quarta-feira (29/8) da Mercado 2012 - Feira das Carreiras da USP, em São Carlos.

Cerca de 2.500 estudantes, entre universitários e alunos de cursos técnicos, devem passar pelo estande da empresa que irá apresentar aos jovens como funciona o programa, que incluiu aspectos como integração corporativa e na área de estágio, avaliações periódicas de desempenho, plano de desenvolvimento individual e de capacitação profissional, e desenvolvimento e implantação do Projeto Aplicativo. As vagas disponíveis em cada unidade da Volkswagen do Brasil, os benefícios e o processo seletivo também serão apresentados.

A participação em feiras universitárias é uma das ações realizada pelo Programa de Estágio da Volkswagen. Por ano, a empresa participa de cerca de vinte feiras no Brasil em locais como São Paulo, São Carlos, Taubaté e Curitiba.
"Ações como esta aproximam a empresa do público jovem ao apresentar seus programas de estágio que oferecem aos universitários a oportunidade de desenvolverem seus talentos na empresa", disse Fernando Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da fábrica de São Carlos.

A área de engenharia é a que desperta mais interesse entre os jovens que visitam o estande da Volkswagen nas feiras. Em sua maioria, eles procuram informações sobre como é o trabalho de um estagiário na empresa e a possibilidade de desenvolver seus conhecimentos na empresa.

Em sua 6ª edição, a Mercado 2012, realizada pela Empresa Junior da USP, EESC Jr., é a terceira maior feira de recrutamento do estado de São Paulo e deve receber cerca de 2.500 estudantes de São Carlos e região na próxima quarta-feira. Mais de trinta empresas de segmentos variados como indústria de máquinas agrícolas, bens de consumo, usinas, construção civil e do setor automobilístico participarão do evento.

De acordo com Heytor Biagiotti, coordenador geral do evento, a feira tem como principal objetivo levar as empresas para dentro da universidade, promovendo a aproximação entre ambos, com a divulgação dos programas de estágios e trainee das empresas.

Além dos estandes, o evento conta com palestras sobre capacitação profissional e apresentação de trajetórias profissionais de sucesso.


Para a unidade de São Carlos há vagas para os cursos superiores de administração, ciências contábeis, ciências econômicas, psicologia e engenharia mecânica, produção e industrial.
Os candidatos que fazem cursos superiores precisam estar cursando, em 2013, o penúltimo ou o último ano. Caso seja aluno de curso técnico, o candidato precisa estar no último ano, em 2013. Entre os benefícios oferecidos pela Volkswagen do Brasil estão bolsa auxílio, transporte fretado, seguro de vida, alimentação subsidiada na fábrica e desconto na compra de veículos zero quilômetro da marca.
Durante o programa, que tem duração de até dois anos, os estagiários selecionados terão um plano de desenvolvimento individual e atuarão no desenvolvimento e implantação de um projeto aplicativo pertinente à sua área. Outro importante objetivo do programa é oferecer a esses jovens uma vivência profissional alinhada às estratégias da empresa, ensinando-os a trabalhar em equipe e a superar desafios.
Em 2012 o Programa de Estágio da Volkswagen do Brasil recebeu mais de 25 mil inscrições de universitários e estudantes de cursos técnicos, com uma relação de 360 candidatos/vaga.

MITSUBISHI MOTORS LANÇA APLICATIVO COM MANUAL DO PROPRIETÁRIO DOS MODELOS DA MARCA PARA CELULARES

Aplicativo está disponível na App Store, para Iphone

Desenvolver produtos tecnológicos, facilitando a vida dos consumidores. É com esse conceito que a Mitsubishi Motors lança, com exclusividade, um aplicativo para celulares em que o cliente tem todas as informações do manual do proprietário à disposição.
 O aplicativo está disponível para duas plataformas: IOS, no Iphone, por meio da App Store; e Android, em celulares como Samsung Galaxy, por meio da Google Play. Também, os clientes que preferirem podem acessar o site: www.aplicativomitmanuais.com.br do próprio aparelho para serem redirecionados para a página de download do gadget.

Agora, o dono de um Mitsubishi pode consultar o Manual do Proprietário pelo celular


Nele, é possível fazer uma busca sobre algum assunto que precise de ajuda, sem a necessidade de carregar os tradicionais manuais impressos. "A ideia da Mitsubishi é tornar o dia a dia dos proprietários da marca mais cômodo. Sabemos que os clientes passam grande parte do seu tempo com seus carros e, neste momento, conhecê-los por completo pode tornar a experiência mais prazerosa", afirma Fernando Julianelli, diretor de Marketing da Mitsubishi Motors.

Aplicativo está disponível na Google Play, para celulares com sistema Android

"O aplicativo da Mitsubishi tem uma interface bastante simples, rápida e intuitiva. Assim que o proprietário entra, ele se depara com uma estante virtual em que pode visualizar o manual de qualquer veículo da linha, além dos valores das revisões. Lembrando que, uma vez baixado, todo o conteúdo fica armazenado na memória do celular, então o cliente pode consultar de onde quiser, a hora que quiser, sem depender de conexão", explica Julianelli.

Para saber mais detalhes sobre o aplicativo, acesse o site:www.aplicativomitmanuais.com.br.

FERNANDO CALMON MOSTRA PORQUE OS CARROS NO BRASIL SÃO TÃO CAROS

  • ALTA RODA

    Nº 697 5/9/2012


    FERNANDO CALMON 

    CARRO É CARO NO BRASIL POR CONTA DO REAL - COMPARAÇÕES BIZARRAS

    Voltar a comentar sobre os preços dos carros no Brasil parece redundância, mas, de tempos em tempos, surgem comentários fora da realidade. Virou até manchete de jornal. Mais do que óbvio, o que se paga aqui é muito alto.
O problema começa ao apontar os vilões por essa diferença, quando se comparam outros países. E aqui, convém ressaltar, a importância da relação cambial entre moedas, em geral, é pouco citada por “analistas”.
No País, o dólar já valeu até menos de um real. Mas, também, beirou os R$ 4. A maior cotação aconteceu em outubro de 2002 e os carros brasileiros ficaram entre os mais baratos do mundo. 
Um jornal citou o fato, num canto de página. Obviamente, os mesmos modelos se alinharam entre os mais caros, mesmos reajustados abaixo da inflação, com o dólar perto de R$ 1,50, em abril de 2011.
Agora, a R$ 2,05, veículos lá fora encareceram 33%, em reais, e ninguém noticiou. Continuou grande a diferença, mas se o dólar subisse, por hipótese, para R$ 3,00 e se retirados todos os impostos, aqui e lá fora, para a comparação correta, nada se falaria. Ainda assim, desvalorização cambial é só consolo e não solução.

CONTA CERTA

O Honda Fit, que na França se chama Jazz, custa lá em torno de R$ 49 mil, quase o mesmo valor cobrado no Brasil.  

Há erros primários em algumas comparações de preços. No Brasil, o frete é único, embutido e extremamente elevado. Além disso, desconsideram os equipamentos, como no caso do Fit (Jazz na França). O equivalente ao vendido aqui custa perto de R$ 49 mil. Retirados frete e diferença de impostos, os valores ficam quase iguais.
Ideais seriam preços divulgados sem impostos e acrescidos na hora da compra, a exemplo de outros países. Nos EUA, um veículo custa 100 e tem preço de 94, sem impostos. Carga fiscal: 100 dividido por 94, igual a 6,3%.
Aqui, custa 100 e preço médio na fábrica, 67. Carga fiscal: 100 dividido por 67, igual a 49%. Automóvel produzido no Brasil sobe quase 50% da fábrica para a loja, fora o frete. Essa conta vale para tudo que se vende aqui, de roupa a alimentos.
MARGEM DE LUCRO
A margem de lucro da Mercedes é em torno de 12%
Sobre os custos de produção nem adianta argumentar. Poucos levam em conta seu peso crucial na formação de preços. Se perguntar a uma pessoa comum quanto é o lucro da fábrica no valor de venda de um carro, muitos responderão 30%. Porém, a margem média mundial, hoje, está em 5%, deprimida pela crise econômica. 
Fabricantes como Toyota ou o trio-de-ferro alemão (Audi, BMW e Mercedes) ganham 12%, ou mais, em tempos normais. Rentabilidade sustentável sobre as vendas é de 8% e as fábricas generalistas convergirão para essa meta, como anunciou a Nissan.
A Fiat é a única que revela balanços de resultados no país; lucro de vendas em 2011 foi de 11%

Só a Fiat publica balanços de seus resultados aqui. O lucro sobre as vendas foi de 11%, em 2011. Muito ou pouco? Muito, se comparado à média (atual) no exterior. Ajudou o fato de o mercado ter dobrado de tamanho em seis anos, embora sujeito a graves depressões, como de 1998 a 2003. E dinheiro atrai dinheiro, ou seja, novos concorrentes.

Os três maiores fabricantes dominam, de fato, cerca de 60% do mercado. Nos EUA, há poucos anos, a proporção era até superior. No Japão e outros países é comum os três principais terem mais de 50% do mercado.

Se o lucro, agora, fosse de 3%, ainda teríamos automóveis muito caros. Para acabar com comparações bizarras e uso de matemática frívola, custos e impostos têm que ser atacados -- e resolvidos -- de verdade.

RODA VIVA

Nissan ainda não anunciou, mas também fabricará motores no complexo que constrói em Resende (RJ). A exemplo da Toyota, há necessidade de novos investimentos para atingir a proporção exigida, no novo regime automobilístico, entre peças importadas e compradas no mercado interno. Resta saber que motores serão produzidos para March e Versa.

Cobalt agora exibe desempenho compatível ao oferecer motor 1.8 de 108 cv. Potência específica é baixa, porém torque aumentou para 17,1 kgfm (etanol) e consumo diminuiu, segundo o fabricante, que está fora do programa de etiquetagem Inmetro. Câmbio automático de seis marchas tem seleção manual no pomo da alavanca: prático, basta acostumar.


Para quem aprecia desempenho, Audi A1 Sport, 185 cv, traz sensações poucas vezes vistas entre compactos premium. Partindo de salgados R$ 109.900, o motor tem respostas impressionantes, mesmo em baixas rotações: combina compressor e turbo. Casa à perfeição com caixa automatizada de duas embreagens, sete marchas. Clique aqui para ler a avaliação.


Volkswagen terá cinco produtos com pacote R Line, todos importados, conjunto de itens de esportividade de bom gosto e discrição. Depois do CC, agora é a vez do Touareg V8, de 360 cv. Por R$ 26.300, inclui teto solar, indicador de ponto cego e controlador ativo de velocidade. Transmite sensação de solidez e é bom no asfalto (principalmente) e na terra.

Editora Alaúde lança o livro do inglês Michael Scarlett, sob título Porsche 911: O esportivo mais respeitado do mundo. Modelo completará 50 anos, em 2013. Com 160 páginas e muitas fotos, original é da inglesa Haynes Publishing. Tradução de Bob Sharp e Daniel Miranda. Preço de pré-venda: R$ 67 (informações, aqui).

Siga o colunista: www.twitter.com/fernandocalmon

terça-feira, 4 de setembro de 2012

DUPLA MATHEUS STAMPF E PATRICK GONÇALVES COLOCARAM CHEGARAM NA FRENTE COM O BMW NÚMERO 11 E SUBIRAM AO DEGRAU MAIS ALTO DO PÓDIUM EM GUARAPORÉ. A PRÓXIMA SETAPA SERÁ EM TURUMÃ, EM OUTUBRO


Uma nova vitória para Matheus Stumpf e Patrick Gonçalves. Desta vez a conquista foi praticamente ‘na casa’ do piloto gaúcho Stumpf, que é natural de Caxias do Sul, uma das cidades próximas a Guaporé. 


Na prova deste domingo, do Gran Turismo Brasil, em Guaraporé, a dupla do BMW M3 número 11 soube aproveitar cada detalhe para alcançar a segunda vitória seguida na competição, comprovando o bom desempenho e repetindo o bom resultado do Rio de Janeiro, realizada no final de julho. Matheus e Patrick ocupam a quinta posição na tabela, com 105 pontos. Próxima etapa ocorrerá nos dias 13 e 14 de outubro em Tarumã.


A dupla formada por Vitor Genz e Leonardo Cordeiro, a bordo do bólido #12, teve excelente resultado, conquistando também um lugar no pódio para o BMW Team Brasil com o terceiro lugar. E por muito pouco não aconteceu uma dobradinha da equipe. Já que William Freire, que corre com Eduardo Oliveira (Ferrari Challenge), conseguiu a ultrapassagem nas últimas voltas.

Para o baiano o clima quente em Guaporé, fez com que ele se sentisse em casa. "Foi uma corrida boa, no sul, mas com cara de nordeste, porque estava muito calor. O carro se comportou bem e consegui andar rápido e forçar bastante. O Matheus pegou o carro e manteve o ritmo e levamos a vitória para casa, resultado de um ótimo trabalho da equipe. O conjunto funcionou bem. E fico feliz por ter sido aqui no sul, uma homenagem para meu companheiro", comemorou Patrick Gonçalves.


Correndo praticamente em casa, Matheus Stumpf, que conquistou sua primeira vitória no automobilismo justamente no circuito de Guaporé, ficou muito feliz pelo resultado. "Minha primeira vitória foi aqui, então voltar a vencer é muito bom e ficam as melhores recordações desta pista", disse.

"É ótimo poder contar com a torcida. Hoje fez muito calor, e dentro do carro era ainda mais quente. Fiz um esforço grande para terminar a prova, devido ao desgaste dos pneus, mas foi maravilhoso. Deu tudo certo e são pontos importantes para o campeonato", declarou o vencedor Stumpf.

Outro representante do Rio Grande do Sul, Vitor Genz, natural de Porto Alegre, comemorou o resultado do fim de semana. "Uma pena não termos feito a dobradinha para a equipe, foi por muito pouco, mas na próxima dá certo. Estamos felizes com o pódio e com mais este resultado".

O paulista Leonardo Cordeiro relatou que voltar ao pódio foi bom, pois agora se aproximou dos líderes. "Estava muito quente e os pneus sofreram um desgaste grande no final. Mas, foi bom para o campeonato voltar ao pódio e essa nova metade da temporada vai ser boa. Tiramos um pouco da diferença dos líderes e isso é sempre importante", analisou Cordeiro, vice-líder da GT4 com 122 pontos.

O BMW Team Brasil tem o patrocínio do Banco BMG e BMW, co-patrocínio das empresas Eurobike, Lenovo e Ser Glass e os apoios: Beta Ferramentas, Salsa Mobion, AutoNeg e Corsa.

Resultado 2ª corrida da GT4
1º) 11 - M.Stumpf/P.Gonçalves (BMW, RS/BA)
2º) 8 - E.Oliveira/W.Freire (FERRARI, SP/SP)
3º) 12 - L.Cordeiro/V.Genz (BMW, SP/RS)
4º) 6 - V.Pinheiro/L.Burti (LOTUS, SP/SP)
5º) 57 - S.Laganá/A.Hellmeister (ASTON MARTIN, SP/SP)

Classificação da GT4 (10 primeiros):
1º) Sergio Laganá e Alan Hellmeister - Aston Martin Vantage, 144
2º) Leonardo Cordeiro - BMW M3, 122
3º) Valter Rossete e Fabio Greco - Ferrari F430 Challenge, 113
4º) William Freire e Eduardo Oliveira - Ferrari Challenge, 107
5º) Matheus Stumpf e Patrick Gonçalves - BMW M3, 105
6º) Valter Pinheiro e Leonardo Burti - Lotus Evora, 96
7º) Vitor Genz - BMW M3, 87
8º) Ricardo Ricca e Cassio H. de Mello - Porsche 997 Cup GT4, 21
9º) William Starostik - BMW M3,20
10º) Marçal Melo e João Gonçalves - Ginetta G50, 13


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AS PESSOAS A CADA DIA PASSAM MAIS TEMPO DENTRO DE SEUS CARROS PRESOS EM ENGARRAFAMENTOS INTERMINÁVEIS DE MANHÃ E À NOITE E ESSA REALIDADE VEM SENSIBILIZANDO OS FABRICANTES DE CARROS A PROPORCIONAREM A MOTORISTAS E PASSAGEIROS MEIOS DE RELAX. QUEM FALA DISSO É O NOSSO COLUNISTA, FERNANDO CALMON. VALE A PENA LER



CONFORTO ENERGIZANTE

Por Fernando Calmon


Cada vez mais pessoas estão gastando mais tempo no interior dos automóveis. Simultaneamente, crescem as despesas com seguros de saúde, cuidados físicos em academias, treinadores particulares e atividades de promoção do bem-estar fundamentais na vida moderna. 

Os fabricantes despertaram para o fato de que o ambiente interno dos carros e até caminhões faz parte desse sentimento positivo, que leva os motoristas não só a guiar com mais segurança, mas também se sentir relaxados e menos cansados ao fim de sua jornada diária ao volante.

Esse conjunto de recursos, quando bem estudados e aplicados, forma o que se chama de segurança preventiva, uma iniciativa que passou a ser bastante desenvolvida nos últimos anos. Inclui programas de exercícios estudados para quem passa horas ao volante e precisa manter a boa forma para atender as demandas diárias em base sustentável.

Criou-se o termo conforto ativo que marcas, como a Mercedes-Benz, vêm cuidando com crescente interesse. Parceiro externo nessa missão, o professor doutor Dietrich Grönemeyer destaca: “Alguém que se sinta relaxado ao volante e disponha de tecnologias inovativas, tem grande chance de tomar decisões corretas em situações de risco. Estresse do motorista também responde por dores nas costas, um mal nacional em vários países, que atinge da mesma forma até os jovens.”

Bem-estar nos veículos é alcançado por meios passivos e ativos. Medidas de movimentação na espinha dorsal, por exemplo, indicam a tensão nas costas do motorista. Nesse caso, especial atenção deve ser dada aos ajustes do banco e até a sua forração. 

Um bom banco pode permitir, em pausa para descanso, aquela soneca reparadora de 20 minutos. Especialistas em sono confirmam a melhora substancial na concentração, no tempo de reação e no desempenho geral ao dirigir.

O conforto energizante, digamos, deriva de uma combinação de fatores. O habitáculo, por exemplo, deve prover espaço para pessoas de diferentes estaturas. Volante e banco precisam se adaptar às necessidades individuais. Boa suspensão e isolamento acústico do motor colocam ruídos e vibrações de fora. Ar-condicionado deixa o motorista de “cabeça fresca”, no bom sentido.

Em carros mais caros há outras soluções: controle por voz de interruptores e comandos; assistência para visão noturna; sistema de iluminação inteligente acompanha o volante em curvas, além de manter profundidade e intensidade variáveis do facho dos faróis; velocidade de cruzeiro adaptativa de forma automática; sensores de chuva, iluminação e estacionamento. 

Numerosas tarefas rotineiras, que antes só cabiam ao motorista lembrar ou comandar, agora são automáticas, como o sensor de saída de faixa de rolagem sem acionamento de sinalização que inclusive reconduz o carro à trajetória correta ao atuar no volante.

Sistemas de detecção de sonolência e advertência (vibratória, auditiva e visual) começam a cair de preço e já são de série até em carros menores. Olfato não foi esquecido, desde materiais de acabamento e forração, à fragrância do perfume de ambiente oferecida por marcas como a Citroën. Sem contar a incrível qualidade dos sistemas de áudio modernos.

RECORDE DE VENDAS E PRODUÇÃO DA FIAT AUTOMÓVEIS NO BRASIL EM AGOSTO

O Freemont é um dos mais confortáveis da Fiat. Custa a partir de R$ 82.500
A Fiat Automóveis bateu seu recorde de produção e vendas em 36 anos de presença no Brasil, ao comercializar no varejo mais de 100 mil automóveis e comerciais leves no mês de agosto, com um resultado de 98,2 mil unidades emplacadas, resultado que lhe deu a liderança do mercado, com 24,2% de participação nas vendas totais no mês. 

O mercado brasileiro absorveu mais de 400 mil automóveis e comerciais leves em agosto, um recorde histórico para a indústria automotiva brasileira. A Fiat aproveitou esse bom momento e conseguiu ampliar seu índice de participação no mercado.



Foram produzidas na fábrica de Betim, Minas Gerais, cerca de 82 mil unidades. A diferença entre o total produzido e comercializado no varejo no mês corresponde a estoques, importações da fábrica Fiat da Argentina e dos modelos Freemont e 500 produzidos no México, além dos modelos Ducato que são produzidos na fábrica da Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais.


A demanda foi recorde no mês de agosto em decorrência de medidas governamentais de estímulo à economia em curso. O governo brasileiro vem adotando uma vigorosa política para combater os efeitos da recessão internacional sobre sua economia. 


O ambiente de baixa demanda global reduziu as pressões inflacionárias e permitiu a adoção de uma consistente redução da taxa básica de juros ao longo dos últimos meses. A taxa recuou de 12,25% em junho de 2011 para 7,5% ao ano em agosto de 2012.


A queda do custo do dinheiro para o consumidor, somado à maior oferta de financiamento, estimulou fortemente o consumo dos famílias. Outro fator importante foi a redução da incidência de impostos federais sobre produtos industrializados estratégicos para a matriz produtiva brasileira. A incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi reduzida para os veículos entre os meses de maio e agosto. Na última semana, as autoridades econômicas anunciaram a extensão deste estímulo por mais dois meses, até 31 de outubro.

Também estão com carga tributária reduzida a linha branca (fogões, geladeiras e lavadoras), móveis, materiais de construção e bens de capital, estes últimos com medidas de estímulo que se estendem até dezembro de 2013. Para os bens de capital – máquinas, equipamentos e caminhões - o governo abriu linhas de financiamento com prazo de dez anos, sendo um de carência.

Este conjunto de medidas transmitiu otimismo ao consumidor brasileiro, que reagiu positivamente, conforme destacou o presidente da Fiat/Chrysler para a América Latina, Cledorvino Belini.


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