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quarta-feira, 24 de abril de 2013

NOVO SAVEIRO CHEGA COM ALTERAÇÕES ESTÁTICAS E TECNOLÓGICAS E UMA VERSÃO DE CABINE SIMPLES POR R$ 33,5MIL A R$ 48,5 MIL E O NOVO FIESTA HATCH QUE PASSA A SER PRODUZIDO NO BRASIL SÃO, JUNTO NOVIDADES SOBRE O SALÃO DE XANGAI, AS PRETENSÕES DA JAC MOTORS ENTRE OUTROS TEMAS MUITO INTERESSANTES SÃO TRATADOS PELO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER




 Coluna nº 1713 de 24  de Abril de 2013


Atualizado em linhas e 
eletricidade, o novo Saveiro
Chegou a vez do Saveiro no processo de atualização estética e tecnológica aplicados pela VW a esta família.


Iniciando pelo Gol e logo seguida, as mudanças são em estética, ganhos industriais, e nova rede elétrica, permitindo aplicar confortos e equipamentos de segurança, e Bluetooth, computador de bordo, espelho externo direito que baixa a cada engate da marcha a ré, permitindo ver o meio fio.

O visual se alinha aos demais produtos, está mais elegante, menos pesado que a série anterior. 


Não é um Voyage ou Parati cortados após a Coluna B, mas apresenta componentes personalizados, como o para choques frontal, capô, para lamas e grade específicos para esta versão, realçando a aparência de robustez. 

Mecânica conhecida, motor dianteiro, transversal, 1.6 comando simples, 8V, Totalflex, na cilindrada o menos potente à venda no país, em fim de vida industrial. Transmissão conhecida, cinco velocidades, tração dianteira.

Versões
A VW reconhece a verdade do mercado de picapes: pouco trabalho, muito lazer. Assim a única versão apresentada em cabine simples é a Básica, para trabalho. 


Pode ser melhorada em aparência, harmonização de cor de carroceria, maçanetas, com opcional pacote Trend. 

Versões superiores, Trooper – nome já utilizado pela japonesa Isuzu – e Cross, tem cabine estendida e refinamentos em conforto. 

Apenas estas possuem equipamentos de segurança, como almofadas de ar e ABS nos freios. 

Dado interessante, é o primeiro picape utilizando tecido com fios desenvolvidos a partir de garrafas PET.

Construtivamente o Saveiro melhorou com aplicação de aço em diversas espessuras e especial atenção à resistência e rigidez estrutural.

Outros dados
Suspensão traseira com amortecedores mudados de posição e caixa interna dos para lamas com espaço para receber um pallet - iniciativa do picape Peugeot.

De preços, mudanças minudenciais – coisa pouca. De R$ 33.500 a R$ 48.500.

Dos mistérios cabalísticos de usos e costumes automobilísticos no Brasil, está a diferença de preços entre a versão mais básica e a mais luxuosa – sempre em torno de 50%, independentemente de marca, tipo ou lógica aritmética.

Novo Saveiro. Revisto, melhorado, atualizado.

O novo Fiesta hatch, 
agora paulista de São Bernardo
A Ford interrompeu importações do Fiesta hatch mexicano e passando a produzi-lo em São Bernardo do Campo, SP, mais antiga das usinas paulistas de automóveis.

O hatch muito se diferencia do conceito de carro nacional no limite do equilíbrio do uso de acessórios populares. Agora é Premium. 


Carroceria em quatro portas e com motorizações regendo a incorporação de acessórios, confortos, itens de segurança. 

Máquinas quase atualizadas – para sê-lo faltam injeção direta e turbo. Mas portam bloco, cárter  cabeçote em alumínio; variador de abertura de válvulas no 1.6, e declaração de respeito ao consumidor: suprime o tanquinho de gasolina para partida em motores operando com álcool – (creio, se engenheiro brasileiro for procurar emprego no exterior, e colocar no curriculum ter participado de flexibilização de motores utilizando o maldito depósito, não conseguirá a vaga. Suas associações de classe deveriam protestar contra o uso deste traste anti-tecnológico.)

O pacote inclui pintura brilhante, aparentando profundidade, boa sonorização, integração entre sistemas, conforto e segurança – as versões de menor preço tem dois air bags e ABS. A mais completa, sete almofadas de ar.

Motores
Como a Coluna antecipou, em 2012, o inesperado motor 1.5, duplo comando em 16V, produz 111/107 cv com etanol e gasálcool. 


O 1.6, de idêntica configuração, tem comandos para abertura variável das válvulas, faz 130 /125 cv. 

Está na Classe A em consumo, emprega transmissão Power Shift, 6 V, duas embreagens. 

A versão mais cara tem controle de estabilidade e Hill Holder - para partida em rampa, chave programável MyKey.

Diz a Ford, o estilo é o Kinetic, sugerindo movimento através de planos, cortes, e marca-se pela grade frontal. 


O projeto conta com jeitosa mão de designers locais, mas as cores nada referem a nosso colorido País: Azul Califórnia  Vermelhos Arizona e Vermont, Branco Ártico  Preto Bristol, Prata Dublin.

Preços
Abrem em R$ 39 mil para o 1.5 S, completo em confortos e o mínimo de segurança com ABS e dois air bags. 


Depois, versão SE a R$ 42.500. 1.6 SE agrega controle eletrônico de estabilidade, de tração, Hill holder, comando de voz, rodas em alumínio. 

Transmissão de cinco velocidades, R$ 45.500. Power Shift 6 V, R$ 49.000. Titanium, topo de linha, completa, R$ 55 mil.

Ou, reafirmando a Tabela Brasil, quase 50% mais do que a versão inicial.

Informação industrial, a geração anterior do Fiesta continua em produção, em Camaçari, Bahia, e utiliza motores da série anterior Rocam. A versão sedan do novo Fiesta continuará trazida do México. 



Novo Fiesta hatch, agora made in São Bernardo 


Roda-a-Roda 

Novidade – Salão de Shangai, em curso, mostra incalculadas novidades pela centena de fabricantes de automóveis na China. Da JAC, associada localmente e construindo fábrica na Bahia, cinco lançamentos e três conceitos.

Pretensão – Medida da pretensão da JAC é o lançamento de motor diesel. Atualizado, informação não cita origem, desloca 1.5 litro e, valente, produz 177 cv. Irá ao mundo, não ao Brasil. Aqui o produto será o J2. Dentre as novidades, o J4 substituto do pequeno sedã J3 Turin.

Presença – O que pode vir à produção local é o Mercedes GLA. G indica produtos com habilidades extra asfalto. No caso, pequeno utilitário esportivo sobre a base do novo Classe A, aqui ora vendido em versão hatch.

Provável – Um dos maiores mercados do mundo, em expansão, marca forte, sedimentada, sólida rede revendedora, o Brasil terá o sedan Classe A, o CLA, como a Coluna antecipou, mundialmente. 


Tais condições acicatarão decidir entre o possível e o provável, e fazer a família sobre a plataforma comum. O GLA tem motorização mais forte, 2.0, 211 cv, injeção direta, turbo.

Sim – Parcela nesta conta é o projeto do renovado mandato do presidente da Mercedes mundial, fazer a marca vender mais, resgatando a liderança de vendas de carros Premium entre as alemãs. 


O Classe A lidera o segmento neste ano. A mesmos clientes concorrente BMW fará utilitário esportivo em Santa Catarina.
Mercedes GLA. SUV charmoso


Gente fina – Para comemorar 100 anos, a Maserati fez projeto de longo prazo com a marca de moda e também italiana Ermenegildo Zegna. 


Inicia em versão especial ao centenário, com tecidos sugeridos e produzidos no Lanificio Zegna. Em 2016 a Zegna fornecerá design, produção de tecidos e decoração interna.

Porque – Não é novidade a junção de etiquetas de classe com automóveis, mas a enzima para a reação italiana foi o acordo entre a coreana Hyundai e a francesa Hermés para idêntica colaboração no sedã Equus.

Sim – Citroën confirmou o substituto do C4 no Salão de Buenos Aires, junho. Mas esclarece, o Loundge, nome para o mercado brasileiro, não é o C4L, modelo chinês, como especulado. Há peculiaridades.

Curinga – Para não fazer a quarta nomeação em três anos de presidente da General Motors do Brasil, Jaime Ardilla, CEO para a América do Sul, deu jeito simples: avocou a gestão da empresa.

Carreira – Ardilla é um dos agentes salvadores da quase quebra da matriz. Vultosas exportações de numerário auxiliaram a sobrevivência, e a região que comanda produz ótimos lucros relativamente ao investimento.

No ponto – Como negócio, a GMB finalmente atualizou a linha de produtos, porém sem resultados em 2012 em vendas e participação de mercado em relação a Fiat e VW, líderes. 


Como carreira, se ampliar lucros e mercado, estará na rampa de lançamento a lugar no board da Corporação.

Balcão – No que interessa ao mercado, para vender a GM lançar-se-á em variadas formas de varejo para vender. Promoções, séries especiais ... 


Etanol – Governo baixou outro pacote de incentivo à produção de etanol. A sociedade pagará pela redução de impostos e pelos financiamentos incentivados, mas dificilmente verá o preço baixar. 


O pacote busca reduzir o consumo de gasolina, que não produzimos bastante para o consumo. 

A marcha a ré tecnológica e o aumento da frota causaram exponencial gasto em importação. 

Daí também aumentar a adição de álcool à gasolina para 25% - para fomentar o consumo de álcool e reduzir o de gasolina.

? – Porque o etanol não é consumido? No compatibilizar combustíveis tão diferentes, os motores flex gastam mais em gasolina e em álcool. 


Não seria melhor impor, como nos EUA e na Europa, médias para reduzir consumo? No projeto oficial, o Inovar Auto as metas de economia apenas recuperam a longo prazo o aumento pelos flex. Gastam mais à vista, demoram para zerar a prazo.

Sociologia – É apenas outra edição do exercício nacional de remendar os remendos em lugar de arranjar um cobertor novo e competente.

União – Uma corrente tem a força de seu elo mais fraco. Sabedoria antiga, no Mercosul mede o poder do grupo, concluindo pela necessidade de fortalecer os estados membros com menor atividade industrial, Uruguai e Paraguai.

Ação – Projeto de Adensamento e Complementação Automotiva, executado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABDI, cofinanciado pelo Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul, (Focem Auto), visa aprimorar operações e competitividade entre pequenos e médios fornecedores de autopeças.

Oriental – Patrícia Vicentini, diretora, lembra, o trabalho se iniciou em 2010 e há compromisso das empresas. 


Ideia é, em 24 meses, ter a ponta do continente integrada e competitiva, reduzindo pobreza, melhorando empregos, formando e capacitando profissionais. De empresas, 44 daqui, 26 argentinas, 10 paraguaias, 9 do Uruguai.

Desdobramento – Em seu patrocínio ao Flamengo, a Peugeot decorou um sedã para servir ao presidente do time, Eduardo Bandeira de Mello.

Curiosidades – No tema, automóvel não é mercosulino 408, mas francês 508; o acordo é com o Flamengo, mas a empresa é fluminense, de Porto Real, RJ.

Produção – Cores do time: exterior preto; fosco nas rodas e, num orifício, borda vermelho brilhante. Interior preto e vermelho, emblemas no teto e laterais.

Decisão – Pensou-se fazê-lo vermelho. Mas aí, com os emblemas externos pareceria carro de over comandante do Corpo de Bombeiros.

De volta – Japonesa Dunlop volta ao Brasil. Não a Campinas, onde operou e é homenageada por sua mais extensa avenida. 


Vai-se à Fazenda Rio Grande, PR, e produzirá a partir de outubro pneus para automóveis, SUVs e Vans. 

Rede com 50 lojas, será instalada ainda neste ano. Está na hora de rever o batismo. 

Personalidade – Maior empresa brasileira de acessórios, a Keko reviu estribos e santantônio para picapes. Novo perfil, encaixes perfeitos, ponteiras na cor do veículo. 


Para o arco de proteção, sobre capas em plástico em 36 cores. A picapes médios – Ford Ranger, Nissan Frontier, Chevrolet S 10, VW Amarok, Mitsubishi. 

Passeio – Espírito esportivo, diversão e camaradagem no III Encontro Internacional de Fords A, reunindo colecionadores argentinos, uruguaios, chilenos, paraguaios, colombianos. No Brasil é liderado pelo Clube do Fordinho.


Ir - Os Fords Modelo A, produzidos entre 1928 e 1932, sairão de S. Paulo a Curitiba, PR. Lá, com adesão paranaense, mirarão os cromados radiadores para Foz do Iguaçu. A fim? Não precisa ser sócio, apenas ter Ford A e espírito. Com Nelson Fidelis – cinefoto@importecnica.com.br

Ecologia – O Smart será o primeiro elétrico vendido na China. Feito na França, parte elétrica alemã, é bem vindo pelo governo por conta do trânsito exigindo veículos menores, apesar do deslumbramento de consumo com os grandões, e pela falta de emissões, presente a um país desgovernado em poluição.
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Fiat Spazio é antigo premiado na Argentina

Ao inovar no mercado brasileiro com o Fiat 147, motor transversal, estepe ao seu lado, ótima relação entre tamanho e espaço interno, a Fiat apresentou-se ao Brasil.

Em versões e modelos, em 1982 chegou ao Spazio, criação nacional e primeira mudança de estilo. 


Um 147 de luxo, frente mudada, e espessas lanternas traseiras para sugerir maior volume, atrativa diferença com o 147, fazendo ponte até a chegada do vitorioso Uno em 1984. 

Aí saiu de produção após 13.678 unidades, passando a solução estilística ao 147, mantido até 1987.

O desenho foi levado para a Argentina e lá, onde o Uno não foi produzido, manteve-se em linha até 1994.


Seria apenas referência distante, mas recebeu reconhecimento formal de importância histórica ao ser escolhido por júris popular e especializado como o vencedor do IV Auto Argentino, a exposição de antigos no vizinho país que, como o pioneiro nacional Carro do Brasil, faz encontro exclusivo de veículos que contam a história do país. 


No caso, unidade 1994, perfeita, não restaurada, com 59 mil km rodados e, à data, com 19 anos, 3 meses e 7 dias de produção.
Fiat Spazio. Criação brasileira, premiação argentina



AO COMEMORAR A PRODUÇÃO DE 7 MILHÕES DO MODELO FIESTA PELA FÁBRICA DE COLÔNIA, A FORD FAZ SUCESSO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE XANGAI COM 23 MODELOS DE CARROS EM QUE SE DESTACA O NOVO FIESTA ST E O NOVO MONDEO. FORD ESTÁ DE OLHO NO MERCADO CHINÊS, HOJE O MAIS DISPUTADO DO MUNDO.

O novo Fiesta ST faz sucesso no Salão de Xangai, na China.
No momento em que faz sucesso com seus carros mundiais, principalmente os modelos Fiesta ST e Mondeo - lançado no Brasil como Novo Fusion -, no, hoje, importantíssimo Salão do Automóvel de Xangai, a Ford comemora a produção de sete milhões das mais variadas versões do Fiesta na sua fábrica de Colônia, na Alemanha.


A Ford tem em Xangai, no salão que vai até o dia 29, expostos 23 modelos e um esportivo que preparou especialmente para disputar o Campeonato de Turismo da China. 

"Estamos muito animados em poder mostrar no Salão de Xangai os grandes produtos e tecnologias que estamos trazendo para os clientes na China", frisou Dave Schoch, presidente da Ford Ásia Pacífico.

O executivo confessou-se satisfeito, ao revelar que "com o Novo Mondeo e o Fiesta ST, estamos cumprindo a nossa promessa de lançar 15 novos modelos na China até 2015".


A Ford desenvolve um esforço, justificável, para dobrar a participação da marca nos próximos três anos, no mercado automotivo da China, o mais disputado do mundo motivo "Até 2015, esperamos ter conquistado uma fatia de 6% do mercado chinês", ressaltou Dave Schoch.

O Ford Fiesta hatch 2014 ficou mais bonito com as alterações promovidas no design. A frente recebeu novo visual com significativas e visíveis modificações no capô, na grade, para-choques e faróis que focaram mais alongados contrastando perfeitamente com  as novas grades frontais, conferindo ao carro um ar mais esportivo do que a edição anterior.


O interior do Novo Fiesta ST também recebeu novo visual: o painel foi totalmente modificado e recebeu acabamento de material black piano, que conferiu ao habitáculo um ambiente mais moderno e ao mesmo tempo sóbrio.

As áreas menos alteradas foram as laterais e a traseira, que pode se dizer acomodou as lanternas de uma forma mais equilibrada e que oferecem, agora, maior visibilidade. A equipe de design está também de parabéns pela melhoria nas rodas de liga leve, que chama a atenção.


O Fiesta que já está na sua sétima geração e a cada ano cativa mais consumidores que encontram no carro conforto, desempenho e tecnologia eletrônica e de segurança embarcadas, muito semelhantes à de carros premium, mais caros, é o compacto mais vendido na Europa e foi, em 2012, o segundo mais vendido entre todos os modelos e marcas que disputam o mercado europeu.

A unidade da Ford em Colônia-Niehl, Alemanha, que produz 1.650 unidades por dia e já fabricou sete milhões do modelo Fiesta, iniciou a produção em 1979, abastece o mercado europeu, e exporta cerca de 90% da produção  para mais de 60 países, incluindo Austrália, Nova Zelândia e Taiti.


Interatividade e tecnologia exclusiva Ford
Outro interessante ponto do salão oferecido no salão é a perfeita interatividade com os visitantes em que eles participam ativamente das tecnologias inteligentes e de segurança mostradas com destaque para o sistema de conectividade SYNC com MyFord Touch com comandos de voz no idioma mandarim, que permite fazer chamadas do celular, acessar mensagens de texto por áudio e ouvir músicas.

No tocante à segurança veicular, uma das atrações é o cinto de segurança traseiro inflável. A tecnologia pioneira, desenvolvida pela Ford, tem uma capacidade de absorção de impacto cinco vezes maior que a dos cintos de segurança convencionais, 
reduzindo a pressão sobre o peito, além de ajudar a controlar a cabeça e os movimentos do pescoço. Esse sistema já é usado no Explorer e em breve estará disponível no Novo Mondeo.

Motores mais modernos 
A Ford apresentou ainda, no Salão de Xangai, a linha de motores EcoBoost, incluindo a versão 1.0 EcoBoost, o menor bloco da família, como exemplo do desenvolvimento contínuo para oferecer soluções mais econômicas e sustentáveis no uso de energia.

terça-feira, 23 de abril de 2013

MAIS PERTO A DATA DA ESCALADA DO PIKS PEAK, DIA 30 DE JUNHO. PEUGEOT CONTINUA APERFEIÇOANDO O MODELO 208 COM QUE COM OUTRAS MARCAS QUE TENTARÁ VENCER ESSA DURA E PERIGOSA COMPETIÇÃO. A PROVA COMEÇA A 2.865 M DE ALTURA ATÉ O CUME A 4.301 M


875 cavalos para 875 quilos, tração nas quatro rodas, aerodinâmica extrema… Não restam dúvidas: os engenheiros da Peugeot Sport não pouparam esforços para entregar a Sébastien Loeb uma poderosa “máquina”. 

É ao volante deste veículo que o piloto que dominou as competições de rali na última década vai partir para a “conquista das nuvens” e tentará, no próximo dia 30 de junho, tornar-se “O Rei de Pikes Peak”.



Altura e forma da carroceria, cilindrada, posição do motor… acatar as inúmeras exigências impostas pelos regulamentos de provas automobilísticas é, sem dúvida, o grande desafio dos engenheiros que trabalham na preparação dos carros de competição.

Entretanto, existe uma corrida que permite aos engenheiros a possibilidade de dar asas à imaginação: Pikes Peak, principalmente quando se trata da categoria “Ilimitada”. 


De acordo com Jean-Christophe Pallier, chefe de projeto do 208 T16 Pikes Peak, a única limitação imposta no desenvolvimento deste veículo foi o curto tempo.

Com suas altitudes vertiginosas, Pikes Peak apresenta um desafio técnico único no mundo: a oxigenação dos motores. “É preciso calcular uma perda de potência de 1% por cada cem metros de altitude para um motor atmosférico”, explica Bruno Famin, diretor da Peugeot Sport. 




Esse dado é fundamental para compreender plenamente essa corrida, cuja largada é dada a 2.865 metros de altitude, enquanto a linha de chegada fica a 4.301 metros.

Antes mesmo da largada, alguns elementos mecânicos já perderam 30% de sua potência. Portanto, o trabalho realizado em torno do 208 T16 Pikes Peak levou em conta muita cautela a fim de garantir a potência necessária para as mãos de Sébastien Loeb. 


Por essa razão, a Peugeot Sport não hesitou em preparar um motor de 875 cavalos de potência, um propulsor V6 dotado de duplo turbo inspirado nas provas de resistência. 

Assim, o 208 T16 Pikes Peak ficará mais potente do que um F1 e será, de certo, o carro mais potente já conduzido pelo campeão mundial de rali. 

Rumo a uma experiência extrema, principalmente quando se tem conhecimento de que no lugar das barreiras de segurança, Pikes Peak só oferece precipícios.

Para partir à “conquista das nuvens”, a Peugeot Sport definiu que o carro dirigido por Sébastien Loeb deveria ser leve: “Conseguimos reduzir o peso a 875 quilos, alcançando, assim, a mágica relação peso-potência de 1 cavalo por quilo”, afirma Jean-Christophe Pallier. 


“Evidentemente, para tornar o carro tão ágil quanto possível, a repartição do peso ao redor do chassi tubular foi aperfeiçoada e o motor foi posicionado em posição central traseira, como os famosos Grupos B dos anos 80 ou os protótipos das corridas de resistência”, completa.


O 208 T16 Pikes Peak tem um verdadeiro parentesco com o 908 que ganhou as 24 Horas de Le Mans. 

Desde o ano passado, o percurso de Pikes Peak está totalmente asfaltado, então a Peugeot Sport praticamente desenvolveu um protótipo de Le Mans. 

Assim, a direção esportiva da marca inspirou-se no 908 para desenvolver o conjunto de suspensões, os freios e, ainda, alguns elementos aerodinâmicos, como a tomada de ar que alimenta o motor ou o impressionante aerofólio de dois metros, emprestado do primeiro 908 HDi FAP.

Assim como em Le Mans, a questão da aerodinâmica foi especialmente estudada: “Pensamos que é isto que faz toda a diferença em relação a nossos concorrentes. No percurso de Pikes Peak as velocidades variam entre 50 e 240 km/h e a aerodinâmica é um critério essencial a partir de 100 km/h, afirma Jean-Christophe Pallier”. 




O aerofólio e a lâmina dianteira conferem ao 208 T16 Pikes Peak um visual feroz e uma eficácia extraordinária. Praticamente invisível, a parte inferior do carro produz quase a metade do apoio aerodinâmico do veículo.

Equipado com pneus Michelin especiais, que conferem uma preciosa aderência às quatro rodas motrizes, o Peugeot 208 T16 Pikes Peak chega para assustar os adversários. 


Sébastien Loeb, o piloto mais premiado dos ralis, terá nas mãos um dos carros mais extremos já vistos numa corrida para percorrer 18 curvas em U e outras 156 curvas que o separam do lendário Pikes Peak.




FICHA TÉCNICA


MOTOR
Tipo
V6 bi-turbo
Cilindrada
3,2 l
Número de válvulas
24
Localização
Central traseira
Número de cilindros
6 em V a 60°
Potência
875 cv
Torque
90 mkgf
Regime máximo
7.800 rpm
Velocidade máxima
240 km/h
0 a 100 km/h
1’’8
0 a 200 km/h
4’’8
0 a 240 km/h
7’’
TRANSMISSÃO
Modo
T4 rodas motrizes
Câmbio
Longitudinal de seis marchas com comando sequencial no volante
CHASSI
Estrutura
Tubular em aço
Carroceria
Carbono
SUSPENSÕES / FREIOS / DIREÇÃO
Suspensão
Triângulos duplos /basculante nos 4 cantos
Molas
Barras de torsão
Amortecedores
Pressurizados
Barres de estabilização
Na dianteira e na traseira
Direção
Direta com assistência hidráulica
Freios
Duplo circuito hidráulico, pinças monobloco de liga leve
Discos
Em carbono, dianteiro/traseiro ventilados

Discos dianteiros: 380 mm

Discos  traseiros : 355 mm
Rodas
18x13 / Específicas, em magnésio, inspiradas na tecnologia  F1
Pneus
Michelin 31/71/18
DIMENSÕES
Comprimento
4.500 mm
Largura
2.000 mm
Altura
1.300 mm
Balanço dianteiro
1.690 mm
Balanço traseiro
1.690 mm
Entre eixos
2.695 mm
Aerofólio
2.000 mm
Capacidade do tanque
40 litros
Peso
875 kg

DAYCO LANÇA LINHA DE VELAS DE IGNIÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO COM NOVA TECNOLOGIA QUE REDUZ A PERDA DE FAÍSCA QUE PASSA AO REDOR DA LATERAL DOS ELETRODOS, ALÉM DE CONTRIBUIR PARA A REDUÇÃO DA EMISSÃO DE CO2

A Dayco Power Transmission, líder mundial em componentes de transmissão de força, como correias automotivas e tensionadores para os mercados OEM e Aftermarket, lançou, na Automec 2013, sua linha de velas de ignição. 

A ação faz parte da estratégia do grupo para aumentar a sua participação na região, além de permitir a ampliação e complementação da linha de produtos da empresa e a continuidade no crescimento que vem obtendo desde o ano 2000.

De acordo com Sílvio Alencar, diretor comercial e de aftermarket para a América do Sul da Dayco, a linha cobre praticamente 100% da frota de automóveis e comerciais leves, nacionais e importados em circulação no mercado brasileiro.

“Nosso objetivo é oferecer para os clientes finais, mecânicos e aplicadores, a gama completa de produtos, desde velas convencionais para automóveis antigos e com motores 1.0, até os com a mais avançada tecnologia disponível, como carros importados com propulsores eletrônicos e de elevando desempenho” – salienta o executivo.

As velas de ignição Dayco foram desenvolvidas mediante os mais rigorosos padrões de exigência do mercado mundial e submetidas às mais severas condições de aplicação, o que garante tecnologia de ponta e qualidade.

Segundo Silvio Alencar, “foram necessários seis meses de validação técnica pela equipe de engenharia e Pesquisa e Desenvolvimento da Dayco no Brasil. Em 60 dias, as novas velas Dayco estarão disponíveis nas lojas e distribuidores em todo o território nacional.”

A linha de velas de ignição Dayco inclui o modelo convencional, resistiva e Green Plug. E todas têm como diferencial o eletrodo central com 95% a mais de níquel do que os modelos disponíveis no mercado. Por isto, são mais resistentes à temperaturas elevadas e mais duráveis.

Também a cerâmica empregada é a isostática, material mais avançado tecnologicamente do mercado de velas de ignição. Resultado: proporciona produção constante e homogênea de faíscas, com a diminuição da descarga elétrica e manutenção da tensão constante.

Resistiva
A vela de ignição Dayco resistiva possui um resistor interno entre 1 e 7,5 k, dependendo da aplicação, que tem por função reduzir os ruídos e interferências eletromagnéticas provocadas pelo sistema de ignição (RFI). 

O modelo é indicado para veículos que possuem diversos sistemas eletrônicos, como injeção eletrônica de combustível, câmbio automático com gerenciamento eletrônico, controle eletrônico de tração/estabilidade e airbag, entre outros.

Green Plug
Outro modelo de vela de ignição da Dayco é a Green Plug, que tem como vantagens reduzir a poluição e as interferências eletromagnéticas. 

Ela proporciona redução na emissão dos gases poluentes dos veículos pela maior eficiência do motor, partidas mais rápidas e diminui a possibilidade de carbonização e superaquecimento.

Diferente da vela convencional, na qual a faísca ocorre no centro dos eletrodos, na vela Green Plug a faísca ocorre na lateral dos eletrodos, o que diminui a perda de energia, torna a faísca mais forte e otimiza a queima da mistura ar/combustível.

A Dayco pretende comercializar, no aftermarket, um milhão de unidades de velas de ignição ainda em 2013. De acordo com Silvio Alencar, a empresa tem como objetivo exportar este produto para os demais países da América do Sul, o que deve ser iniciado também até o final do ano.

CORREDORES VIÁRIOS PAULISTANOS RECEBEM ATÉ O FIM DESTE ANO 70 ÔNIBUS MERCEDES-BENZ ARTICULADOS PARA 200 PASSAGEIROS, MAS APENAS 58 SENTADOS. OS PRIMEIROS 30 JÁ ESTÃO CIRCULANDO NAS ZONAS LESTE E SUL DE SÃO PAULO


Ônibus urbanos “Superarticulados” Mercedes-Benz O 500 UDA “low entry”, de piso baixo e alta capacidade de transporte de passageiros, entram em circulação nos corredores da cidade de São Paulo. Uma das coisas ruins nesses ônibus é o pequeno número de assentos, apenas 58, o que revela que o conforto dos passageiros não é a principal preocupação das autoridades de transporte do nosso País.


A VIP Transporte Urbano Ltda. colocou em operação 30 unidades deste modelo para atuar em corredores das Zonas Leste e Sul, como Estrada do M’Boi Mirim e avenidas Santo Amaro, Nove de Julho e Ibirapuera. 

"Nossa intenção é ter um total de 70 veículos ‘Superarticulados’ O 500 UDA da Mercedes-Benz em operação em nossa empresa até o fim desse ano”, informa Carlos de Abreu, presidente do Grupo VIP. 

Os 30 ônibus “Superarticulados” adquiridos pela VIP receberam carroçaria Millenium BRT da Caio. Com 23 metros de comprimento, cada veículo tem capacidade para 58 passageiros sentados e 112 em pé, contando com maior espaço entre os assentos e áreas para cadeiras de rodas e cão guia.

“Estamos muito satisfeitos com o início das operações dos ônibus Mercedes-Benz ‘Superarticulados’ na cidade de São Paulo. Esses veículos contribuem muito para a melhoria do transporte público, conquistando assim a satisfação dos usuários”, afirma Gustavo Nogueira, gerente da área Sistemas de Transporte (BRT) da Mercedes-Benz do Brasil. 

“Eles ainda proporcionam maior conforto e produtividade para os motoristas e garantem a rentabilidade operacional para as empresas”.


Capacidade para mais de 200 passageiros O chassi O 500 UDA “low entry” foi lançado no mercado juntamente com o O 500 MDA de piso normal. 

A grande novidade desses “Superarticulados” são seus quatro eixos, sendo o último eixo na parte traseira direcional, o que possibilita a instalação de carroçarias de até 23 metros, para o transporte de mais de 200 passageiros no modelo O500 MDA, dependendo da configuração interna do ônibus.

Estes veículos trazem novas soluções para o segmento de alta capacidade de transporte de passageiros, como os corredores exclusivos e especialmente o sistema BRT (Bus Rapid Transit), que vem ganhando espaço no Brasil, principalmente nas cidades que sediarão a Copa do Mundo, de 2014 e a Olimpíada, de 2016.

Outro importante diferencial desses veículos é que eles são operacionalmente rentáveis durante todo o período de sua utilização e não apenas nos horários de pico, aumentando assim as vantagens para os operadores, gestores e planejadores dos sistemas de transporte urbano de passageiros.



Mais ônibus articulados 
Com os “Superarticulados”, a Mercedes-Benz amplia o leque de opções para seus clientes. Às já conhecidas versões O 500 MA e UA “low entry”, a marca agrega os modelos O 500 MDA e UDA “low entry”.

Todos os modelos da atual linha O 500 de articulados se destacam pela avançada e exclusiva tecnologia BlueTec 5 e por motores mais econômicos e ecológicos. 

Além de reduzir drasticamente as emissões, o BlueTec 5 proporciona menor custo operacional, com redução no consumo de combustível, maiores intervalos de troca de óleo e de manutenção, excelente desempenho, eficácia e confiabilidade.

Os modelos O 500 UA e UDA (de piso baixo) são indicados para pontos de embarque ao nível da calçada. 

Já os O 500 MA e MDA, com piso normal, são mais adequados para corredores que utilizam plataformas de embarque elevadas. 

Todos os chassis articulados Mercedes-Benz são indicados para BRT e corredores exclusivos, ficando a cargo dos gestores e operadores a escolha do modelo que melhor atenda ao dimensionamento da capacidade do seu sistema de transporte.

Conforto e dirigibilidade
Destaque dos chassis O 500 UDA e O 500 MDA é o último eixo traseiro móvel, com suspensão independente. Instalado atrás do eixo de tração, ele reduz o arraste, melhora as manobras e evita o desgaste dos pneus. 

Com esse eixo direcional, o raio de giro é reduzido. Isso proporciona maior facilidade de operação nas estações e terminais de passageiros, garantindo com isso uma pequena distância entre o veículo e a plataforma em qualquer situação. 

Os planejadores dos Sistemas BRT também são beneficiados com o 4º eixo direcional, pois eles passam a ter mais possibilidades nos projetos de terminais e estações dos sistemas.

A padronização de frota com chassis articulados O 500 da Mercedes-Benz traz mais benefícios para os clientes. Favorece, por exemplo, a intercambiabilidade de peças, os trabalhos de manutenção e o treinamento de motoristas e mecânicos. Com exceção do eixo traseiro direcional, todos os demais componentes do MDA e UDA são os mesmos do MA e UA.




O MUNDO AVANÇA NAS ÁREAS DE COMUNICAÇÃO EM RITMO ACELERADO E EM BREVE A VELOCIDADE DE CONEXÃO VAI SER 100 VEZES MAIS RÁPIDA DO QUE A ATUAL E GARANTE QUE POR EXEMPLO UM DEFEITO NUM BMW QUE CIRCILE NO BRASIL, OU NA AUSTRÁLIA, SEJA EM POUCOS SEGUNDOS COMUNICADO À FÁBRICA NA ALEMANHA. FERNANDO CALMON TRATA DESSA REALIDADE




CONEXÃO PARA TODOS OS FINS


Por Fernando Calmon


Segundo a empresa de consultoria de tecnologia ABI Research, de Nova York (EUA), dentro de quatro anos mais de 60% da frota mundial de veículos terá conexão com a internet para navegar por satélite (GPS) ou trafegar dados. 

Na Europa e EUA o percentual pode chegar a 80%. Inclui até instalação de caixas pretas, semelhantes às de aviões, que ajudarão a esclarecer acidentes de trânsito. 

Desde já se discutem implicações sobre privacidade e mau uso dos dados armazenados ou captados de forma ilegal.

Embora possa parecer estimativa otimista, sem dúvida a tendência é essa. No caso do Brasil, o crescimento acelerado do uso de telefones inteligentes abre espaço para a internet a bordo de veículos. 

Rede celular de quarta geração, que estreia agora com velocidade de conexão 10 vezes maior que a melhor atual, será fundamental para expansão de serviços remotos. Terá abrangência e confiabilidade até 2017? Ninguém garante.

Algumas aplicações estão em campo, como Volvo on Call que aciona socorro de forma automática em caso de acidentes por meio de internet e telefonia celular. 


Outra utilização muito prática e de integração imediata ao dia a dia dos motoristas é o Teleservices, da BMW. 

Trata-se de avisos de manutenção programada ou corretiva via interação pela internet entre automóvel, fábrica e concessionária.

No Brasil o serviço começou, no fim de 2010, para alguns modelos da marca alemã com tela multimídia e bloco de comunicação (Combox). 

Em breve toda a linha estará assim equipada. O Teleservices é opcional e segue um roteiro.
– Veículo apresenta manutenção em atraso, item com desgaste ou problema iminente.

Rede CAN-Bus interna detecta as falhas e automaticamente cria chamada de reparo, por meio da conexão Bluetooth e internet, de qualquer celular a bordo.

– Chamada chega à BMW, na Alemanha.
– Fábrica verifica componentes necessários e avisa, por meio da rede de dados ISPA, a concessionária brasileira vinculada ao veículo.
– Concessionária, após separar peças aplicáveis ao carro, entra em contato com o cliente por telefone ou SMS.
– Se o cliente aceitar o orçamento, basta agendar dia e hora para manutenção.

Esse esquema é previamente acertado com o dono do carro, que concorda em pagar pelo custo da chamada de dados móveis, mais barata que ligação telefônica. 

Em pouco tempo a Combox terá chip próprio de celular e funcionará mesmo sem telefone a bordo.

A fábrica eliminará carimbos e anotações em manual de manutenção. Tudo será feito de forma eletrônica e inviolável: por meio de rede Wi-Fi o automóvel, logo ao chegar à recepção da oficina, transmite às telas dos consultores técnicos os serviços a executar.

No fundo, a internet pode até mudar o modelo de negócio das concessionárias. Ao criar vínculo remoto entre carro e fabricante, ficará mais fácil atrair clientes para manutenção na rede autorizada, mesmo após o término da garantia. 

Por enquanto, se adapta melhor às marcas premium, mas o esquema tende a ser adotado por todos os fabricantes em médio prazo.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

DUAS GRANDES COMPANHIAS MUNDIAIS, A FORD E A GM, SE UNEM PARA DESENVOLVER TRANSMISSÕES AUTOMÁTICAS DE 9 E 10 VELOCIDADES. SÃO CÂMBIOS MODERNÍSSIMOS QUE TRARÃO MUITA ECONOMIA DE CONSUMO NOS CARROS QUE OS USAREM

A nova Ford Ranger é um dos apontados 
 para receber a nova transmissão de 10 velocidades, que tornará o carro mecanicamente mais confiável e econômico.


A Ford e a GM anunciaram um acordo de parceria para o desenvolvimento de uma geração totalmente nova e avançada de transmissões automáticas de nove e 10 velocidades para automóveis, crossovers, utilitários esportivos e caminhões. 

A nova transmissão, com aplicação em tração dianteira e traseira, terá como foco a melhora no desempenho dos veículos, aumento da economia de combustível e satisfação do cliente. 

A parceria permitirá às duas empresas projetar, desenvolver, testar e lançar carros com as novas transmissões de maneira mais rápida e com menor custo do que se cada uma trabalhasse de forma independente.


"Os times de engenharia da Ford e GM já começaram o trabalho inicial de design dessas novas trasmissões", diz Jim Lanzon, vice-presidente Global de Engenharia de Transmissões da GM. 


"Nós esperamos que essas novas transmissões aumentem o padrão da tecnologia, desempenho e qualidade para nossos consumidores, além de ajudar a melhorar o consumo de combustível dos próximos produtos de ambas as marcas."


Parceria de sucesso
Este novo acordo representa a terceira colaboração, na última decada, envolvendo a Ford e a GM no desenvolvimento de transmissões. 


Essas parcerias permitiram às duas marcas entregar mais de oito milhões de transmissões de seis velocidades e tração dianteira, com alta qualidade e durabilidade aos consumidores de todo o mundo.


A Ford utilizou essa transmissão de seis velocidades em alguns dos veículos mais vendidos dos Estados Unidos, como o sedã Fusion, o crossover Edge e os utilitários esportivos Escape e Explorer.


A GM aproveitou essa tecnologia em veículos de alto volume, como Chevrolet Malibu, Chevrolet Traverse, Chevrolet Equinox e Chevrolet Cruze. 

A parceria inicial serviu como modelo para este novo acordo. Como antes, cada empresa vai fabricar suas próprias transmissões nas respectivas fábricas, utilizando muitos componentes em comum.

"O objetivo é manter a mesma tecnologia de transmissão na Ford e na GM. Isso aumentará a padronização de peças e dará às duas companhias economia de escala", diz Craig Renneker, engenheiro chefe da Ford. 


"No entanto, cada empresa irá usar seu próprio software de controle para garantir que cada transmissão seja cuidadosamente combinada de maneira individual com o DNA do veículo de cada marca", acrescentou.

"Com a transmissão automática de 6 velocidades que temos em produção hoje, já provamos que os engenheiros de transmissão da Ford e GM trabalham muito bem juntos", diz Joe Bakaj, vice-presidente de Engenharia de Powertrain da Ford. 


"Nossas transmissões de tração dianteira superaram as expectativas e não há razão para acreditar que não teremos o mesmo sucesso com essas novas transmissões."

"Este acordo proporciona enormes benefícios para ambas as empresas e renderá grandes dividendos para os nossos clientes e acionistas", acrescenta Lanzon. 


"Ao compartilhar o desenvolvimento dessas duas novas famílias de transmissões, GM e Ford serão capazes de utilizar com mais eficiência o capital humano para desenvolver futuras transmissões ainda mais avançadas e trazê-las ao mercado mais rapidamente do que se trabalhassem sozinhas."

Detalhes técnicos e informações sobre a utilização das transmissões nos veículos serão divulgados por cada montadora no momento adequado, antes do lançamento.

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