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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A EXEMPLO DO PEUGEOT 408 HATCHBACK, O MODELO 308 GANHOU CÂMBIO AUTOMÁTICO DE SEIS MARCHAS, MOTOR 2.0L 151 CV E NOVA SUSPENSÃO, NA VERSÃO ALLURE. AS MONTADORAS VÊM CADA VEZ MAIS DISPONIBILIZANDO NOS NOVOS MODELOS AS TRANSMISSÕES AUTOMÁTICAS, CADA VEZ MAIS PROCURADAS PELOS CLIENTES. OS LEITORES QUE GOSTAREM DE CONHECER OS DETALHES MEÂNICOS, DE CONFORTO E TECNOLOGIA DO NOVO MODELO TÊM OS DADOS AO DISPOR NESTA MATÉRIA. O ALLURE 2.0 CUSTA R$ 64.990,00.


Acaba de chegar à rede de concessionários Peugeot de todo o Brasil uma nova versão de acabamento do 308, a Allure 2.0L Automática. 

Sucesso comercial da marca no País, o hatchback recebeu importantes mudanças nos conjuntos mecânico e de suspensão, estendida a toda gama do modelo, que garante ainda mais conforto à condução esportiva característica do veículo.


A exemplo do sedã 408, a Allure 2.0L Automática estreia um novo powertrain formado pela transmissão automática sequencial de seis velocidades, até então disponível nas versões com motorização THP e no motor 2.0L 16V VVT Flex, de 151 cv de potência máxima quando abastecido com etanol. O novo modelo custa R$ 64.990,00


Em termos de segurança e confiabilidade, a caixa de segunda geração produzida pela AISIN, chamada AT6, possui um moderno sistema de trava eletrônica que impede o engate de uma marcha incompatível com a rotação do motor. 

Na prática, o sistema impossibilita o movimento da alavanca para as opções “P” (parking) e “R” (marcha a ré) quando o veículo ultrapassa a velocidade de 6 km/h, preservando a transmissão.

Para otimizar o funcionamento da caixa AT6 com o motor 2.0L foram desenvolvidas novas linhas de admissão de ar e de escape, além de uma calibração específica para o motor, privilegiando o conforto na utilização da função “Drive” e, ainda, proporcionando uma condução mais dinâmica e esportiva no modo “Sport”.



Outro item de destaque da caixa AT6 é o sistema de correção dinâmica, que faz a leitura do relevo pela qual o veículo está trafegando. 

A transmissão “segura” as marchas em descida, acionando o freio motor, e nas subidas trabalha na melhor faixa possível de torque. 

O sistema também retém a marcha quando o motorista tira o pé do acelerador, permitindo, caso ele aborte uma ultrapassagem, refazer a operação, garantindo maior segurança. 

Se o mecanismo não estivesse disponível, com a desaceleração, o carro ganharia velocidade e o motorista precisaria acionar os freios.
Motor 2.0L 16V VVT Flex: 
confiável, robusto e flexível

O propulsor de quatro cilindros e 16 válvulas Flex, com duplo comando de válvulas e cilindrada de 1.997 cm3 (diâmetro 85 mm, curso 88 mm), é compacto e de liga leve. 

O comando de válvulas de admissão, equipado com sistema de distribuição variável e contínuo (VVT), tem uma cartografia que possibilita variar a admissão em função das condições de condução. 

Esta característica proporciona ao motor flexibilidade e torque em baixa rotação.

O motor gera potência máxima de 151 cv a 6.000 rpm quando abastecido a etanol (143 cv a gasolina) e o torque máximo alcança 22 mkgf a 4.000 rpm, também abastecido com o combustível vegetal (20 mkgf a 4.000 rpm no caso da gasolina). 

Com tais números, a relação peso / potência do Peugeot 308 fica abaixo dos 10 kg / cv, garantindo um comportamento dinâmico com bom desempenho e segurança.

Novo conjunto: melhores 
desempenho e nível de consumo

A implantação do câmbio AT6 junto ao motor 2.0L 16V VVT Flex gerou ganhos de performance, tendo como principais destaques acelerações e retomadas, e a redução no consumo de combustível.

Nas acelerações de 0 a 100 km/h, houve uma melhora de 0,8 s comparado ao câmbio de quatro velocidades, pois a caixa AT6 tem relações mais curtas em 1ª e 2ª marchas. 

O mesmo ocorreu quanto às retomadas, principalmente de 80 km/h a 120 km/h, no qual o tempo foi reduzido em 0,5s.

Menos consumo
Com o câmbio AT6, o consumo foi reduzido em todas as situações de uso (cidade ou estrada) e combustível (etanol ou gasolina). 

Nos testes realizados pelo Departamento de Engenharia da PSA Peugeot Citroën, o 308 registrou uma economia de 5% se comparado com sua versão anterior, equipada com a transmissão automática de quatro velocidades.

Nova suspensão: mais 
conforto em favor da dirigibilidade

O 308 2014 recebeu modificações importantes no conjunto de suspensão aplicadas a toda gama do modelo.

No eixo traseiro foram trocadas as buchas de articulação, que agora estão mais macias, e colocado um calço de elastômero no apoio da mola com a carroceria. 

No eixo dianteiro, foi aplicado um novo apoio superior da mola, que também contribui para a melhor filtragem das irregularidades do piso.

Essas evoluções tiveram o objetivo de aumentar o conforto sem perder a estabilidade característica do modelo Peugeot. 

A excelente rigidez à torção do hatch médio também permite um rendimento máximo dos trens de rodagem.

Na dianteira, a suspensão é do tipo pseudo MacPherson invertido com barra estabilizadora desacoplada, cuja tecnologia propicia uma excelente dirigibilidade. 

Contribuem para isso suas articulações flexíveis – coxins de borracha – entre a suspensão e a longarina, com alto conforto acústico no interior do veículo. 

A suspensão traseira é composta por uma travessa deformável e uma barra estabilizadora integrada, que assegura o controle das vibrações e de estabilidade, assim como um elevado nível de conforto para os passageiros do banco traseiro.

O bem-estar a bordo do 308 é também garantido pelo tratamento acústico, que envolve a rigidez da carroceria, juntas de dupla vedação e de vidros laterais com espessura de 4 mm, placas insonorizantes que revestem o capô e a tampa do porta-malas e à aplicação de um para-brisas acústico que filtra os ruídos provenientes do exterior.

Interior com espaço, 
luminosidade e conforto

Por sua arquitetura semi-alta, o painel de instrumentos do 308 proporciona uma ampla visibilidade externa por sua forte inclinação. 

Com dimensão interior generosa, o modelo se converte em um dos mais espaçosos veículos de seu segmento.

O 308 recebeu um tratamento de alta gama no habitáculo, permitindo uma elevada percepção de qualidade. 

Elegante, o painel de instrumentos reserva uma vasta superfície para materiais nobres, tanto no aspecto visual quanto tátil, como o revestimento do tipo slush, macio ao toque. 

Promove também uma ótima integração de seus equipamentos, como módulo de comando da climatização, sistema de som e computador de bordo, entre outros, todos à mão do condutor.

Atrás, os passageiros desfrutam de um habitáculo de grande luminosidade, com muito conforto e espaço, atributos ressaltados pelo teto panorâmico de vidro, agora disponível como opcional na versão de entrada Active 1.6 e item de série no restante da gama. 

O equipamento, de 0,83 m2 de área, aumenta a superfície envidraçada do modelo para 4,86 m2, e proporciona aos ocupantes ótima luminosidade interna. 

É possível regular a entrada de luz no interior do 308 graças ao acionamento elétrico da cortina do teto.

O hatchback da Peugeot mantém ainda estreito compromisso com o conforto. Além da aplicação de um para-brisa acústico que filtra os ruídos provenientes do exterior, desde a versão de entrada o modelo dispõe de ajustes de altura do banco do motorista, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e com comando do rádio, direção com assistência eletro-hidráulica, computador de bordo, rodas de liga leve de 16 polegadas (17 polegadas para as demais versões), volante revestido em couro, retrovisores externos elétricos, vidros elétricos sequenciais com sistema anti-esmagamento e porta-luvas refrigerado e iluminado, entre outros.

Tecnologia a bordo

O 308 dispõe de vasta tecnologia e equipamentos de auxílio à condução de última geração. 

É o caso, em especial, do sistema multimídia com tela retrátil colorida de sete polegadas – opcional nas versões equipadas com o motor 2.0L 16V VVT Flex e de série na Griffe THP, que integra a navegação WIP Nav, as informações do sistema de som, a agenda de contatos do celular e, ainda, apresenta os dados transmitidos pelos sensores de estacionamento.

O sistema de som dispõe de rádio com tocador de CD e leitor de MP3, conexão para USB/iPod, entrada auxiliar e Bluetooth® para chamadas (quando o usuário dispõe de um telefone com esta característica), que transporta o catálogo de endereços do celular para a tela do carro, além da função “audiostreaming”, que permite ao usuário ouvir músicas registradas no celular ou em um aparelho MP3 sem necessidade de cabo.


Um modelo de segurança exemplar

O 308 se beneficia de toda a experiência do Grupo PSA Peugeot Citroën nessa área para proporcionar uma segurança de primeira ordem em todos os níveis:

· Segurança primária (que permite evitar o acidente): a excelente rigidez da estrutura faz com que o conjunto das ligações ao solo (um know-how histórico da Peugeot) e a assistência eletrônica confiram ao 308 um comportamento que é referência em sua categoria;

· Segurança secundária (que limita as consequências do acidente):
a estrutura da carroceria foi amplamente dimensionada para resistir às colisões mais severas, em especial pela tripla via de reforço e absorção de impactos na parte dianteira. 

O emprego de chapas do tipo THLE (de alto limite elástico) e de reforços em diversos pontos da carroceria permitiram aumentar o nível de proteção dos ocupantes, além de controlar o peso global do modelo.

Complementando o trabalho dessa estrutura, o 308 alia eficientes meios de proteção e retenção:

· Seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), dependendo da versão;

· Cinco cintos de segurança com três pontos de fixação (alerta sonoro e visual de afivelamento do cinto do condutor de série; na frente, os cintos têm pré-tensionadores pirotécnicos e bloqueio de folga; atrás, os cintos laterais têm bloqueio de folga);

· Apoios de cabeça dianteiros e traseiros (disponíveis para os três ocupantes).

O Peugeot 308 vem equipado ainda com:

· Luzes diurnas de LED (Day Running Light), que passa a ser opcional na versão de entrada e de série Allure;

· Sistema de frenagem
antitravamento (ABS) de última geração com repartidor eletrônico de frenagem (REF) e auxílio a frenagem de emergência (AFU). 

O acendimento automático do pisca-alerta em caso de forte desaceleração completa este dispositivo;

· Controle de estabilidade (ESP) de última geração, de série na versão topo de gama, detecta e corrige riscos de perda de aderência em situações como curvas fechadas, desvios bruscos e pisos escorregadios, atuando sobre os freios e o acelerador;

· Controle de tração (ASR), também na versão topo de gama. 
Na dianteira, a frenagem é realizada por discos ventilados de 283 mm de diâmetro e 26 mm de espessura. 

As pinças de freio têm um diâmetro de 57 mm para permitir que elas atuem com bom nível de resistência e dosagem na pinçada dos discos. 

Contribuem, assim, para o bom equilíbrio entre a suavidade da pressão do freio e sua firmeza de reação. 

Os freios traseiros estão equipados com dois discos de 249 mm de diâmetro por 9 mm de espessura.


Um porta-malas prático e funcional

As formas retilíneas e os espaços de arrumação do porta-malas facilitam a utilização prática do vasto volume oferecido pelo 308: são 430 litros, acessados pela abertura da tampa a distância (por meio do telecomando das chaves), botão elétrico local ou comando específico no painel de instrumentos.

Espaços laterais permitem acomodar e mesmo fixar demais objetos. Finalmente, para prolongar este espaço até o habitáculo, a funcionalidade dos bancos traseiros rebatíveis de forma fracionada 1/3 - 2/3 permite aumentar ainda mais o volume de carga.

Uma oferta moderna de motorizações


Para a versão de entrada Active 1.6, o Peugeot 308 oferece o moderno motor EC5 (1.6 16V Flex, com 122 CV quando abastecido com etanol, a 5.800 rpm.

Com o mesmo combustível, o propulsor atinge o torque máximo de 16,4 mkgf a 4.000 rpm.

Essa motorização traz uma série de evoluções com o objetivo de reduzir o atrito no motor e, por consequência, o desperdício de energia, que, associada ao aumento na taxa de compressão para 12:5, permite otimização do consumo e ampliação da potência do propulsor.

O propulsor 1.6 Flex conta ainda com o inovador sistema FlexStart, que elimina o reservatório de gasolina situado no compartimento motor, descartando a necessidade de gasolina para realizar a partida a frio. 

Acionado eletronicamente para controlar toda operação e o aquecimento do etanol para a realização da combustão, o sistema de gerenciamento do combustível garante ao 308 uma resposta mais rápida durante a partida, contando com mais conforto e eficácia na aceleração.

As versões intermediárias, Allure Manual e Allure Automática, recebem o 2.0L 16V VVT Flex e, para quem busca ainda mais sofisticação e o que há de mais moderno em tecnologia automotiva, a Peugeot disponibiliza para a versão topo de gama do modelo a opção do motor THP.

Referência mundial em performance e tecnologia, o propulsor fabricado com bloco em alumínio é extremamente leve e foi desenvolvido em cooperação com a BMW. 

Alimentado por um sistema de injeção direta de gasolina, o motor de 1.598 cm3 de cilindrada e cabeçote composto de 16 válvulas com comando de admissão variável e balancins roletados desenvolve 165 CV de potência a 6.000 rpm. 

Com um torque máximo de 24,5 mkgf disponível a 1.400 rpm, oferece ao condutor força e segurança em ultrapassagens e agilidade nas retomadas de velocidade nos deslocamentos urbanos, por exemplo.

Confira a gama 
completa do 308 modelo 2014

308 Active 1.6: R$ 52.990,00

Segurança:

· Dois airbags frontais (condutor e passageiro);

· Freio a disco nas quatro rodas (ventilados na frente) com ABS, AFU e REF;

· Faróis de neblina dianteiros;

· Lanternas indicadoras de direção nos retrovisores;

· Portas traseiras com sistema de trava de segurança;

· Travamento automático das portas e porta-malas em velocidade;

· Luzes diurnas de LED (Day Running Light), como item opcional.

Conforto:

· Direção eletro-hidráulica assistida;

· Ar-condicionado com ajuste manual;

· Banco do motorista com regulagem de altura manual;

· Travamento das portas, porta malas e fechamento dos vidros pelo telecomando da chave;

· Para-brisa acústico;

· Regulagem do volante em altura e profundidade;

· Vidros elétricos com função “um toque” e antiesmagamento nas quatro portas;

· Retrovisores com ajuste elétrico;

· CD Player com leitor de MP3 acoplado ao USB Box com funções Bluetooth (“hands free”);

· Seis alto-falantes e comando de áudio no volante;

· Tela multifunções com computador de bordo;

· Chaves com abertura à distância das portas e tampa do porta-malas;

· Teto panorâmico de vidro (opcional).

Estilo:

· Roda 16 polegadas em liga leve;

· Detalhes cromados nos para-choques dianteiro e traseiro;

· Retrovisores e maçanetas de portas na cor da carroceria;

· Painel de instrumentos soft (“slush”);

· Volante revestido em couro.

308 Allure 2.0L Manual: R$ 60.990,00

Nesta versão foram adicionados os seguintes itens:

Conforto:

· Apoios de braço individuais nos bancos dianteiros;

· Ar-condicionado automático digital Bi-zone com saídas de ar traseiras;

· Limpador de para-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade;
Piloto automático (Regulador de velocidade) & Limitador de velocidade;

· Retrovisor interno eletrocrômico;

· Teto panorâmico de vidro;

· WIP NAV: GPS integrado ao painel com tela colorida multifunções de 7'' rebatível eletricamente (opcional);

Segurança:

· Iluminação ''lead me to the car'' (acendimentos dos faróis por um tempo determinado);

· Luzes diurnas de LED (Day Running Light).

Estilo:

· Grade frontal com frisos cromados;

· Rodas de liga leve de 17 polegadas.

308 Allure 2.0L Automática: R$ 64.990,00

Além do fundo branco no painel de instrumentos, a versão recebeu o câmbio automático sequencial de seis velocidades.

308 Griffe THP: R$ 74.990,00

Segurança:


· Airbag lateral e de cortina;

· Alarme;

· Sensor de estacionamento traseiro.




COM 69 PONTOS DE VANTAGEM A AUDI DISPUTA O FIA WEC, NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA, NO JAPÃO DE ONDE PODE SAIR VENCEDORA A DUAS RODADAS DO FINAL DA COMPETIÇÃO DESTA TEMPORADA. ESSA VITÓRIA É DA MAIS ALTA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA MARCA ALEMÃ NO JAPÃO E OUTROS PAÍSES DA ÁSIA. ANOTE NA AGENDA, A CORRIDA PODE SER VISTA PELA INTERNET.



Ingolstadt, 17 de outubro de 2013 - A Audi se mantém invicta na temporada 2013 de protótipos. 

A equipe, comandada pela Audi Sport Team Joest, venceu todas as cinco corridas realizadas até aqui no FIA World Endurance Championship, além das 12 Horas de Sebring, nos Estados Unidos. 

Na última prova, disputada em Austin, também nos Estados Unidos, a montadora celebrou sua 100ª vitória na categoria geral de uma competição LMP. 

E na etapa de Fuji, no Japão, marcada para o próximo fim de semana, a montadora pode conquistar o título de construtores do FIA WEC com duas provas de antecipação.


Foi um amor à primeira vista. Mesmo o Japão ficando a nove mil quilômetros da sede da Audi, na Alemanha, a forma como o time das quatro argolas foi recebido em Fuji durante a passagem do WEC pelo circuito em 2012 foi inesquecível. 

Uma massa de japoneses entusiastas do automobilismo receberam os pilotos e equipe da Audi como se eles estivessem em casa. 

Pediram autógrafos durante todo o fim de semana e torceram fervorosamente. Na arquibancada principal, um grupo de fãs organizou um espetáculo acústico cujo ritmo e volume mais lembravam uma apresentação de carnaval do que uma corrida de automóveis. O evento recebeu mais de 50 mil espectadores durante aquele fim de semana.

Os pilotos da Audi que passaram parte de suas carreiras no Japão, ou que ainda residem no país, contribuíram para a popularidade da equipe na terra do sol nascente. 

Duval, Kristensen e McNish com o banner que ganharam dos fãs japoneses.
Tom Kristensen pilotou no Japão durante quatro anos e Loïc Duval correu no país até 2006 e ainda mora em Tóquio. 

Os dois, juntos de Allan McNish - que viajava constantemente ao Japão como piloto de testes - lideram a classificação de pilotos do FIA WEC com 33 pontos de vantagem após a terceira vitória do ano, conquistada em Austin.

E seus principais adversários na disputa pelo título são seus próprios companheiros de equipe. 

Fässler, Lotterer e Tréluyer também foram presenteados com um banner.
André Lotterer mora na capital japonesa e está envolvido com o automobilismo no país há 10 anos. 

Seu companheiro na pilotagem do Audi R18 e-tron quattro #1, Benoît Tréluyer, também correu durante 12 anos em terras nipônicas. 

Do time, apenas o suíço Marcel Fässler não tinha nenhuma conexão com o Japão até a etapa de 2012 do FIA WEC em Fuji. 

Mas isso, obviamente, não impediu os fãs de darem a ele, também, as boas-vindas da mesma forma que fizeram com os demais pilotos.


Além de toda a atmosfera que envolve o evento em Fuji, existem fatos concretos indicando que a corrida no Japão será uma das mais importantes da temporada. 

É lá que a Audi pode conquistar, com duas rodadas de antecipação, o título mundial de construtores do WEC. 

A vantagem da marca alemã sobre a Toyota é de 69 pontos e, nas duas provas que restam depois da etapa japonesa, serão apenas 52 em jogo. 

Dessa forma, terminar a corrida é o pré-requisito para garantir o título antecipado. Mas há muito mais em jogo. 

Depois de ser derrotada em Fuji na temporada 2012, a Audi quer que o R18 e-tron quattro cruze a linha de chegada em primeiro neste ano. E terá pela frente o desafio de enfrentar dois carros da Toyota na pista.

Em termos de negócios, a região Ásia-Pacífico é uma das mais importantes para a marca. 

Nos nove primeiros meses deste ano, a Audi aumentou suas vendas na região em até 20,2%. Só no Japão este aumento foi superior a 16,9%, levando o país à lista dos Top-10 mercados da Audi AG.

Tudo que acontece na pista de Fuji durante o próximo fim de semana, pode ser acompanhado diretamente pelo site: www.audi-motorsport.com



Declarações dos chefes de equipe

Dr. Wolfgang Ullrich (Chefe da Audi Motorsport): "Fuji não deve ser uma etapa fácil para nós. Primeiro porque a Toyota terá dois carros nesta corrida, e segundo porque vimos no ano passado que nossos carros não se adaptam facilmente a esta pista. Mas não vamos medir esforços para nos manter invictos na temporada, especialmente nessa prova marcada pelo fascínio do público."

Chris Reinke (Chefe da LMP): "Estamos vivendo uma temporada incrível até aqui. Agora chegou a hora de resolver pendências que deixamos em Fuji no ano passado, mas não vai ser um trabalho fácil, especialmente com a Toyota alinhando dois carros. Vamos trabalhar duro para manter nossa sequência de vitórias."

Ralf Jütntner (Diretor técnico do Audi Sport Team Joest): "No ano passado fomos recebidos de braços abertos por uma torcida realmente fanática. O público na arquibancada principal foi ao delírio em cada pit-stop. Então é ótimo estar de volta a Fuji. Trabalhamos bastante na preparação dos dois carros para essa prova e com cinco vitórias no WEC deste ano, vamos com motivação total para essa etapa."


Fatos e declarações dos pilotos Audi

Marcel Fässler (37/SUI), Audi R18 e-tron quattro #1
• É a segunda vez em sua carreira que corre no Japão
"Estive pela primeira vez no Japão em 2012 e fiquei realmente impressionado com o país e com as pessoas, além de ter gostado muito da pista de Fuji e da torcida. Estou ansioso pela prova. A pista formada basicamente por trechos de média e alta velocidade é bastante desafiadora".

André Lotterer (31/ALE), Audi R18 e-tron quattro #1
• Mora em Tóquio desde 2005
"Já estive em Fuji neste ano, quando venci uma prova de Super Formula. Agora estou ansioso por esta etapa do WEC no Japão, porque tenho certeza que o Audi R18 e-tron quattro estará muito mais forte do que no ano passado. Temos que tornar a vida da Toyota difícil neste fim de semana na disputa pela vitória."

Benoît Tréluyer (36/FRA), Audi R18 e-tron quattro #1
• Autor da melhor volta da corrida do WEC em Austin
• Correu no Japão durante 12 anos de sua carreira
"Mal posso esperar por estar em Fuji. Cheguei um pouco antes ao Japão para reencontrar alguns amigos, fãs e companheiros de equipe do passado. A pista de Fuji me lembra várias ótimas corridas. No ano passado, deixamos a vitória escapar por pouco, então temos que fazer de tudo para estar no topo do pódio este ano."

Loïc Duval (31/FRA), Audi R18 e-tron quattro #2
• Junto de Allan McNish colocou o carro #2 na pole position em Austin
• Faz sua primeira corrida pela Audi no Japão
"Depois de Le Mans, esta é minha segunda corrida 'em casa', porque eu moro no Japão. Em 2012 estive em Fuji como convidado da Audi e agora estou pilotando pela marca aqui, e como líder do campeonato. Espero que minha experiência em Fuji contribua para a equipe."

Tom Kristensen (46/DIN), Audi R18 e-tron quattro #2
• Lidera a temporada do FIA WEC ao lado de Duval e McNish
• Correu no Japão entre 1992 e 1995
"Depois da festa pela 100ª vitória da Audi na LMP, focamos nossos esforços para esta etapa em Fuji. Vamos competir em um país que é absolutamente apaixonado por automobilismo e queremos definir o título de construtores por lá. Competir contra dois carros da Toyota certamente vai deixar essa prova interessante e excitante."

Allan McNish (43/GB), Audi R18 e-tron quattro #2
• Em Austin, comemorou a terceira vitória na temporada 2013 do WEC
"Sempre gostei de viajar ao Japão. Quando saí da Europa pela primeira vez, aos 20 anos, este foi o primeiro país da Ásia que visitei. Depois, voltei várias vezes para testes e corridas de Fórmula 1. As 6 Horas de Fuji do ano passado foram ótimas. A pista é exigente e tem alguns trechos que nos favorecem, mas a parte de trás do circuito se adequa bem ao carro da Toyota. Vai ser uma disputa bastante dura pela vitória."

GRAMADO E CANELA, NA SERRA GAÚCHA, RECEBERAM O ENCONTRO INTERNACIONAL MINI, QUE REUNIU 40 CARROS ANTIGOS E 20 ATUAIS, DO BRASIL, ARGENTINA, URUGUAI, CHILE E PARAGUAI, ENTRE ELES O MINI PERSONALIZADO PARA O ROCK IN RIO.


São Paulo, 17 de outubro de 2013 - A MINI, juntamente com a MINI Serviços Financeiros e sua concessionária Eurobike de Porto Alegre, apoiou pela primeira vez no Brasil o Encontro Internacional MINI, que aconteceu no último fim de semana (entre 11 e 13 de outubro), na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul. 


Mais de 60 de veículos clássicos da marca oriundos de diversas localidades, como Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e aproximadamente 20 veículos atuais participaram do evento e estiveram envolvidos em diversas provas e atividades que movimentaram a cidade. 


No sábado (12) ocorreu o passeio cronometrado, com largada no Condomínio Laje da Pedra, em Canela, e chegada no kartódromo Tomasini, em Gramado, onde os colecionadores participaram de uma prova de habilidade condutiva, seguido de um jantar de premiação no restaurante do hotel, em Canela. 

Já na manhã de domingo (13) ocorreu um passeio por Canela, oferecido pela MINI Brasil e à tarde um almoço de encerramento na Churrascaria Garfo e Bombacha.


O Encontro, que promoveu a sua 7ª edição, também foi marcado pela participação do MINI John Cooper Rocks - o MINI PUNK, como é conhecido - que liderou o comboio do MINI Parede organizado pela concessionária Eurobike com a presença de clientes da região, saindo de Porto Alegre com direção a Canela. 

O veículo personalizado no mais radical estilo rock veio diretamente do Rock in Rio e passou por diversos pontos da cidade em uma ação de guerrilha, atraindo a atenção do público e aproximando verdadeiros amantes da marca. 

Além disso, a MINI Brasil promoveu ainda uma ação fotográfica durante o evento, presenteando os participantes do Encontro com o registro da presença como recordação e possibilitando o compartilhamento da imagem em suas redes sociais.


“Participar do 7° Encontro Internacional MINI é um presente para nós. É uma oportunidade única de conhecer e estar em contato com os verdadeiros amantes da nossa marca, os que apreciam e valorizam a nossa história. Sem dúvida foi uma iniciativa que contribuiu para o fortalecimento do relacionamento com esse público de clientes, além de proporcionar uma experiência incrível aos nossos clientes atuais, que compareceram ao evento e puderam vivenciar de perto o encontro de verdadeiros clássicos com os modelos novos”, comenta Nina Dragone, diretora da MINI Brasil.


As últimas edições do Encontro Internacional MINI foram realizadas em Riviera (2010), Buenos Aires (2011) e Córdoba (2012). Criado na década de 50 para resolver a escassez de combustível da época e a necessidade de se ter carros mais eficientes para cidade, a história do MINI começa quando Leonard Lord, presidente da British Motor Corporation (BMC), decidiu desenvolver um carro pequeno confiável e eficiente para os consumidores. 


Logo a popularidade do modelo passou a ocupar espaço na linha da indústria automobilística e em 1961 um construtor de carros de corrida chamado John Cooper se aproximou da BMC com a intenção de alterar o MINI para transformá-lo em um carro de corrida viável. 

O resultado da parceria foi o primeiro MINI Cooper, um carro que venceu diversas competições automobilísticas, incluindo três vitórias no rali de Monte Carlo. 


Na chancela do BMW Group, que adquiriu a marca britânica em 2000, os veículos MINI surpreendem os motoristas pela sua irreverência, design, esportividade e posicionamento único no mercado de automóveis compactos Premium.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

AUDI LIDERA OS CAMPEONATOS DE CONSTRUTORES E DE EQUIPES NO DTM, CUJA ETAPA FINAL SERÁ NESTE FIM DE SEMANA, NA HOLANDA


Ingolstadt, 16 de outubro de 2013 - Mesmo com o título entre os pilotos do DTM já garantido graças à conquista de Mike Rockenfeller, em Zandvoort, na Holanda, durante a penúltima etapa desta temporada, a equipe da Audi na categoria segue com a motivação inalterada. 


Na rodada que encerra o ano, marcada para o próximo fim de semana (18 a 20/10) em Hockenheim, o objetivo dos pilotos é garantir, também, os títulos de construtores e de equipes para a marca.

Por isso os fãs podem esperar por uma final de campeonato emocionante na Alemanha. Na disputa entre as equipes, a Audi Sport Team Phoenix, do campeão antecipado Mike Rockenfeller, tem apenas três pontos de vantagem para a melhor das equipes BMW, e 10 a mais que o melhor representante da Mercedes-Benz. 


Na classificação dos construtores, a Audi leva sete pontos de vantagem para a BMW e a meta, claro, é fechar o ano do DTM com os três títulos.

Para os pilotos da Audi, Hockenheim tradicionalmente é uma pista favorável. Entre os pilotos do time que disputam essa temporada, Mattias Ektröm, Jamie Green e Timo Scheider já venceram provas do DTM nesta pista. 

Desde que voltou à categoria, em 2000, a marca das quatro argolas obteve cinco vitórias em Hockenheim, além de ter largado na pole position da etapa de abertura deste ano, disputada no mesmo circuito, com Timo Scheider.

O traçado de 4.574 metros de extensão é um dos favoritos dos pilotos do DTM. A razão, além da atmosfera única dessa pista, é o desafio técnico de ter um carro competitivo em um circuito que mescla trechos de curvas rápida com seções de baixa velocidade. 

O trecho que envolve a longa curva Parabólica com o hairpin logo em sequência representa o melhor ponto de ultrapassagem de todo o calendário. 


Essa "quase-reta" permite que os pilotos acionem o sistema de DRS, que no DTM reduz o ângulo de inclinação da asa traseira. 

Além disso, Hockenheim é a única pista na qual as equipes já conhecem o comportamento dos carros com os novos compostos de pneus macios da categoria, pelo fato de a abertura do campeonato ter sido realizada lá.



A corrida que encerra a temporada 2013 do DTM pode ser acompanhada ao vivo pela internet e também pelo canal Bandsports. 

O canal oficial da categoria no YouTube (www.youtube.com/dtmint) transmite ao vivo o treino classificatório - no sábado, a partir das 9h40, no horário de Brasília - e a corrida, no domingo às 10h, também no horário de Brasília.

Declarações dos chefes de equipe
Dieter Gass (Chefe da Audi no DTM): "Depois do título antecipado do Mike (Rockenfeller), vamos motivados para a etapa final. Ainda estamos na disputa pelos títulos de equipes e fabricantes, e nas duas competições estamos em vantagem graças ao trabalho de cada equipe ao longo do ano. Tenho certeza que poderemos ter, nesta etapa, um desempenho ainda mais sólido do que tivemos na abertura do campeonato."

Hans-Jürgen Abt (Diretor técnico da equipe Audi Sport Team Abt Sportsline): "Depois de conquistar o título, é natural que você vá para a última corrida se sentindo mais relaxado. Mas sabemos que ainda temos objetivos a cumprir nesta temporada e queremos provar que podemos fechar o ano com uma vitória."

Ernst Moser (Diretor técnico da equipe Audi Sport Team Phoenix): "Com o título do Mike (Rockenfeller), alcançamos o primeiro estágio de metas para a temporada. Obviamente vamos fazer de tudo para conquistar o título de equipes também. Esse é nosso grande objetivo para esta prova final."

Arno Zensen (Diretor técnico da equipe Audi Sport Team Rosberg): "A Audi venceu o título de pilotos, então podemos ir para Hockenheim um pouco mais relaxados. Mas, para fechar a temporada, gostaria de uma vitória correndo em casa."

Fatos e declarações dos pilotos Audi
Filipe Albuquerque (28/POR), Audi Financial Services RS 5 DTM #6 (Audi Sport Team Rosberg)
• Pontuou nas duas últimas etapas
• Está em seu terceiro ano pelo Team Rosberg
"Eu não pontuei nas duas últimas vezes que corri em Hockenheim. Então minha motivação é para mudar esse retrospecto. Terminar no pódio nesta corrida que é 'de casa' para minha equipe, seria um ótimo encerramento de campeonato."

Mattias Ekström (35/SUE), Red Bull Audi RS 5 DTM #11 (Audi Sport Team Abt Sportsline)
• Já venceu em Hockenheim duas vezes
• É o piloto da Audi com mais vitórias no DTM: 17
"A etapa final em Hockenheim é um evento muito especial para mim todos os anos, e em 2013 o sentimento não é diferente. Meu objetivo é simples: largar na pole position e vencer a corrida."

Jamie Green (31/ING), Red Bull Audi RS 5 DTM #12 (Audi Sport Team Abt Sportsline)
• Venceu o encerramento dos campeonatos de 2007 e 2011 em Hockenheim
• Já foi ao pódio sete vezes nessa pista
"Na minha opinião, Hockenheim é a casa do automobilismo na Alemanha. Todos nós conhecemos muito bem a pista, porque corremos sempre duas vezes por ano nela. Venci a etapa final do DTM duas vezes na minha carreira, e posso dizer que é especial cruzar a linha de chegada e ver os fogos de artifício. Quero vê-los primeiro este ano novamente.

Miguel Molina (24/ESP), Audi RS 5 DTM #20 (Audi Sport Team Phoenix)
• Seu único pódio no DTM foi conquistado em Hockenheim
• Pontuou nas últimas três corridas
"Terminei as últimas três provas no Top-10 e quero manter essa boa fase em Hockenheim."

Edoardo Mortara (26/ITA), Playboy Audi RS 5 DTM #5 (Audi Sport Team Rosberg)
• Dono das duas vitórias da Audi na temporada 2012 do DTM
• Está em seu terceiro ano no Team Rosberg
"Esta é a última corrida de uma temporada muito difícil para mim. Não deixamos de fazer nada do possível para, ao menos, ela terminar com um bom resultado. Gosto da pista e minha única preocupação é sobre como estará o clima neste fim de outubro na Alemanha."

Mike Rockenfeller (29/ALE), Schaeffler Audi RS 5 DTM #19 (Audi Sport Team Phoenix)
• Campeão antecipado do DTM em 2013
• É o único piloto do grid que pontuou nas nove corridas deste ano
"Estou relaxado, mas ao mesmo tempo motivado e focado em fazer uma boa etapa neste fim de semana. Quero vencer a corrida para fechar o ano com chave de ouro. Por isso o trabalho será tão duro e focado quanto nas outras nove corridas que disputamos."

Timo Scheider (34/ALE), AUTO TEST Audi RS 5 DTM #23 (Audi Sport Team Abt)
• Pole position na rodada de abertura da temporada 2013, disputada em Hockenheim
• Conquistou seu primeiro pódio do ano na última etapa, em Zandvoort
"Considerando meu desempenho em Zandvoort e a pole position em Hockenheim no início do ano, posso esperar por uma grande prova no próximo domingo. Mais que isso, acho que todos os pilotos correm essa etapa mais 'soltos' pelo fato de o título estar decidido, e isso pode nos ajudar no campeonato de construtores."

Adrien Tambay (22/FRA), Audi ultra RS 5 DTM #24 (Audi Sport Team Abt)
• Terminou quatro provas consecutivas na zona de pontuação
• É o piloto mais jovem da Audi no DTM, com 19 provas disputadas
"Apesar do Mike (Rockenfeller) já ter garantido o título, acho que todos nós vamos lutar duramente pela vitória na última corrida do ano. Não tenho um retrospecto muito bom em Hockenheim. Nunca terminei uma corrida lá, mas isso é o que me motiva a mostrar meu talento neste fim de semana."

Com nove das dez etapas de 2013 concluídas, as classificações de pilotos, equipes e construtores no DTM estão assim:


Pilotos
1- Mike Rockenfeller (Audi), 142 pontos
2- Augusto Farfus (BMW), 116
3- Christian Vietoris (Mercedes-Benz), 71
4- Robert Wickens (Mercedes-Benz)< 70
5- Bruno Spengler (BMW), 67
6- Gary Paffet (Mercedes-Benz), 67
7- Mattias Ekström (Audi), 56
8- Marco Wittmann (BMW), 49
9- Timo Scheider (Audi), 37
10- Jamie Green (Audi), 35
11- Joey Hand (BMW), 49
12- Adrien Tambay (Audi), 30
13- Dirk Werner (BMW), 26
14- Daniel Juncadella (Mercedes-Benz), 20
15- Filipe Albuquerque (Audi), 16
16- Timo Glock (BMW), 10
17- Martin Tomczyk (BMW), 10
18- Miguel Molina (Audi), 9
19- Roberto Merhi (Mercedes-Benz), 8
20- Edoardo Mortara (Audi), 3
21- Pascal Wehrlein (Mercedes-Benz), 3
22- Andy Priaulx (BMW), 2

Construtores
1- Audi, 325 pontos
2- BMW, 317
3- Mercedes-Benz, 239

Equipes
1- Audi Sport Team Phoenix, 151 pontos
2- BMW Team RBM, 148
3- STIHL/AMG Mercedes, 141
4- BMW Team Schnitzer, 93
5- Audi Sport Team Abt Sportsline, 91
6- EURONICS/THOMAS SABO Mercedes AMG, 75
7- Audi Sport Team Abt, 67
8- BMW Team MTEK, 64
9- stern/AMG Mercedes, 23
10- Audi Sport Team Rosberg, 19
11- BMW Team RMG, 12

NA ARGENTINA, ACONTECEU MAIS UMA AUTOCLASSICA, FEIRA QUE REÚNE BELOS E ANTIGOS AUTOMÓVEIS DE QUE SAÍRAM VENCEDORES UM ROLLS ROYCE. DE 1926 E UMA MOTO BMW, DE 1925. ESPECIALISTA NO ASSUNTO, ROBERTO NASSER MOSTRA A HABILIDADE DE NOSSOS HERMANOS EM FABRICAR MODELOS ANTIGOS PRIMOROSOS QUE TÊM DE SER EXPORTADOS PORQUE NÃO TÊM LICENÇA PARA CIRCULAR POR LÁ E QUE PARA OS BRASILEIROS DEVIDO À DIFERENÇA DE CÂMBIO, ENTRE O PESO E O REAL, FICAM MUITO INTERESSANTES PARA OS BRASILEIROS, ENTRE OUTROS TEMAS


Coluna nº 4213 de 16 de Outubro de 2013 

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Autoclasica. 
Rolls ganha, mas Fiat e Bentley mereciam

Maior encontro sul-americano de veículos antigos, a argentina Autoclasica, realizada no largo – para eles – final de semana, incluindo um feriado segunda-feira, 14, mostrou sua característica principal: reunião renovada de participantes deixando seus esconderijos, expondo-se à luz, acercando-se do evento. Renovação de muita qualidade, inquantificável acervo. 

Quatro dias radiosos, de frio com sol, sem a chuva que volta e meia a referência, tempo e situação de vegetação primaveril, belíssimos plátanos nas alamedas do Hipódromo de San Isidro, a 20 km de Buenos Aires. 

Grande maioria, por raridade ou estado, mereceu tratamento sintético por vogais: ah, eh, ih, oh. Uh, talvez tenha havido, mas terá sido protesto mudo quanto à escolha do Best of Show.

Rolls é Rolls, especialmente nos modelos pré II Guerra, quando automóveis de luxo permitiam receber carroceria especial. 
No caso, o RR Phantom Sedanca de Ville, 1926, vestido por carroceria Baker. 

Vencedor, ao mesmo tempo servia para referenciar Alberto Lichenstein, segundo dono e atual proprietário que, decente, em fervor nacionalista, adquire veículos em chão pátrio, salvando-os de exportação, como aconteceu em quantidade industrial na Argentina e Uruguai em décadas passadas. Brasil também e, pior, continua exportando tesouros de nossa história.

Reúne todas as características para a láurea, mas haviam dois outros exemplares, em condições de levar a escolha maior. 

Um Fiat Tipo 53, de 1911, carroceria belga Van den Plas, chamando Coupé enorme e altíssimo automóvel. 

Outro, britânico Bentley, carroceria especial e peculiar em suas linhas posteriores.

Best of naturalmente indica o melhor exemplar exposto dentre a enorme quantidade de veículos preciosos. 

Na relação de categorias premiadas, moto BMW R32, de 1925.

Eleição interessante, pelos jornalistas presentes ao evento, do melhor esportivo, dando-lhe o Prêmio Germán Sopeña, homenagem a profissional especializado e recém passado. Levou-o a quarta unidade de Lamborghini Countach LP 400, 1974.

Foram 600 automóveis, 300 motos, e barcos, carros de corrida. Crescentes os veículos nacionais, abrindo espaço na premiação, como os curiosos Citroën 3 CV furgão e um Zunder, de fibra de vidro sobre plataforma de Volkswagen. Característica importante, premiação de veículos originais, não restaurados.

Como usual, prestígio a marcas com datas comemorativas: Mercedes SL Pagoda, Lamborghinis, meio século do Porsche 911, século da Bentley com impactante exposição da sóbrio-faceira inglesa. E homenagem a categorias de corridas.


Quantidade exposta diminuiu, mas o público foi recorde apesar do esvaziamento da cidade por conta do feriado. 

As bilheterias indicaram 50 mil visitantes. Em compensação a feira de peças, AutoJumble, como chamam, e a MotoJumble, obviamente dedicada às motos, se expandem com brio, vendendo desde preciosa literatura – Carlito Quintana, da Bi Albero, usual vendedor em Lindóia e em Araxá, conseguiu-me o exemplar 2 da revista Autos de Época, completando a coleção do Museu Nacional do Automóvel! 

E coisas inacreditáveis como um colar de magnetos refeitos para Fords Modelo T – quase 90 anos após ter encerrado a produção; cabeçote para motor V de Justicialista, da meia dúzia produzida; volantes em quantidade industrial; www.tecnopiezas.com.ar vendia peças e reposições para carros ingleses, latas O km, ainda em primer de fábrica, para Jaguar XJ, e aceitava encomendas para reparos de carburador SU, e calços para motor, câmbio, desenvolvimento de peças. 

Outra barraca, El Aleman -sisolancia@ciudad.com.ar - dispunha-se a receber faróis e seus vidros para reparação, coisas impossíveis no mercado de reposição brasileiro.

Habilidades

A Argentina possui habilidade por nós perdida: o trabalho com alumínio. Soma-se a isto enorme coragem e o resultado tem sido o renascimento de veículos primorosos, grande parte exportada. 

Lá, legislação federal acabou com a produção por marcas não registradas – e não há registro. 

Assim, um credenciado fabricante de Lotus 7 não pode fazê-los. Um industrial produz o Pur Sang, cópia do Bugatti T 35. 

Faz tudo: eixos, motor, câmbio, chassis, carroceria ... Inatacáveis como originais. Agora embrenhou-se pelo caminho dos Alfa. Uns US$ 150 mil permitem te-los e usá-los. 

São carros O km com especificações de época, porém metais com tecnologia atual. Nestor Salerno, ex-piloto, mago na recomposição e construção manual de carrocerias, foi empreitado para fazer série do Cisitália, projeto de Piero Duzio que revolucionou o mundo aerodinâmico. Mas nenhum deles pode ser utilizado localmente. Sem licença, são exportados.
Há dificuldade acadêmica-legal para a exportação de peças e serviços. Assim, em lugar de uma orientação argentina de como fomentar vendas, e brasileira de como fazer importações, na prática o que discutia entre interessados eram soluções criativas, digamos genéricas para receber encomendas aqui. 

Fomentar este comércio seria mandatório para o desenvolvimento de pequenos negócios, lá e aqui, mas governos são pouco preocupados com o varejo da realidade, voltados às grandes formulações.... 

Espera-se, o novo governo argentino – eleições no próximo mês – tenha outra visão.

A brasileirada usualmente presente aos milhares era inquantificada, pois a valorização do Real frente ao Peso de uma Argentina em crise, muito reduz custos para a moeda trocada em enorme ágio. 

Parte do clima de desvario econômico que assola o parceiro, o comércio, em especial restaurantes, propõem descontos na nota, desde que à vista ou câmbio paralelo, Reais a $ 4 Pesos ou Dólares a $ 10 Pesos, em pagamento. 

Para nós, baixos preços. Para eles, dinheiro oficialmente inexistente, sem recolher impostos, usado para entesourar os donos, atemorizados com o futuro econômico ante a inflação manipulada, situação onde o tomate custa mais caro que a boa carne local.

Rolls do preservador Lichenstein, Best of Show.




Fiat Coupé par Van Den Plas, merecia



Bentley 



Strada abre frente em sua 
estrada com o três portas

Missão, manter e ampliar a diferença de vendas entre o picape Strada e os demais concorrentes, que somados não o alcançam. 

Caso referencial, situação invulgar, posição a ser mantida, a Fiat evoluiu a versão cabine dupla, aplicando-lhe terceira porta. 

Dissimulada, abre ao contrário, cria enorme espaço para acesso pela inexistência da Coluna central, e se fecha contra a porta dianteira direita. A junção forma um ponto estrutural, como se fosse da Coluna B.

Esforço conjunto de vários setores da Fiat, não apenas serviço de elegante lanternagem, mas o produto mudou, com nova linha de cintura e redesenho da caçamba, bordas elevadas em 8 cm, lanternas traseiras mais elevadas, espraiando-se às laterais. No visual parece maior. 

 A capacidade de carga aumentou em 200 litros para a cabine simples, 120 para a estendida e 100 para a cabine dupla. O volume útil é o maior do segmento.

Seis as versões. Três de Working, carro de frotista e trabalho, com novo para choques frontal, e opções cabines curta, estendida e dupla, motor 1.4 Flex; uma Trekking, cabine dupla, motor E-TorQ 1.6 16V; e duasAdventure, cabines estendida e dupla, motor E-TorqQ 1.8 16V. Opcionais automobilísticos mantém-se listados: Locker, diferencial blocante; câmbio automatizado Dualogic; e 40 opções agora oferecidas sob a marca Mopar – da Chrysler. 11 cores, incluindo uma, tipo declaração de auto imponência, o Vermelho Opulence.


Duas portas, sem coluna, o acesso mais fácil no picape Strada


E o simplório paquímetro 
revoluciona a indústria

Quando Henry Ford desenvolveu seu primeiro automóvel usou os moldes e formas como base para a padronização das peças. 

Era, na nascente atividade, método coerente. Entretanto, por fatores diversos, haviam discrepâncias e nem todas as peças eram rigorosamente iguais.

O sucesso das vendas da marca, no foco de fazer veículos simples, operacionais e resistentes, provocou críticas sobre a qualidade prejudicada pela qualidade. 

Ford era rápido em decisões e soluções, consultando seu braço direito de técnica, o sueco Charles Sorensen. Este sugeriu uso de equipamentos simples. 

No atacado industrial, aferição de medidas e volumes por JoBlocks, sistema criado por Carl Johansen, também sueco, inspetor de qualidade da fábrica estatal de rifles, baseado na junção de blocos metálicos com dimensões padrão. 

E outro, o uso de Caliper Rule – evolução do paquímetro de Vernier, criado três séculos antes -, uma régua e suas variáveis, com duas escalas sobrepostas. 

Com os JoBlocks equipe de metrologia conferia moldes, matrizes, ferramentas. Na linha de produção os montadores, paquímetros nas mãos, conferiam as peças construídas em casa, admitindo-se diferença máxima de 1/100 de polegada – 0,02 mm. 

Simples, porém, uma sub revolução econômico industrial no processo garantindo processo, apuro, pouco refugo e qualidade no produto.

Ford associou-se a Johansen e, maior fabricante do mundo, dinamizou o uso das ferramentas de aferição, gerando hábito industrial. 

Até os concorrentes se tornaram clientes dos JoBlocks e dos paquímetros, micrômetros e ampla lista de ferramentas produzidas pela empresa especialista.

Seu uso permeou para as indústrias menores, ferramentarias, torneiros, oficinas, ampliando a qualidade em todos os setores.


Paquímetro de dobrar, utilizado no controle de qualidade do Modelo T



Medidor de diâmetro de furos CEJ
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Endereço eletrônico: edita@rnasser.com.br 
Fax: 55.61.3225.5511 

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