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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

FORD FOCUS FOI ELEITO O "CARRO DO ANO 2013" E " MELHOR CARRO NACIONAL" PELA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA AUTOMOTIVA (ABIAUTO), EM SOLENIDADE REALIZADA, ONTEM À NOITE, EM SÃO PAULO, EM QUE A TRIUMPH TIGER 800 FOI ESCOLHIDA A "MELHOR MOTO 2013" E "MELHOR ESTRADEIRA" E A TRIUMPH DAYTONA 675R RECEBEU O PRÊMIO DE "MELHOR ESPORTIVA". A AUDI CONQUISTOU OS PRÊMIOS NAS DUAS CATEGORIAS DE "MELHORES MOTORES" COM O AUDI 1.8 TSFI E AUDI 4.0 BITURBO FSI. A NOVA PICAPE STRADA DE TRÊS PORTAS GARANTIU À FIAT O PRÉMIO "MELHOR PICAPE" E A FORD AINDA LEVOU COM O FUSION HYBRID O GALARDÃO DE "CARRO VERDE"



A Ford e a Triumph foram os grandes vencedores do 15º Prêmio Imprensa Automotiva, organizado pela ABIAUTO - Associação Brasileira da Imprensa 
Automotiva. 

Os vencedores do Prêmio Imprensa Automotiva 2013 foram:


Célio Galvão, gerente de Comunicação da Ford com o prêmio conquistado pela montadora. à direita, Célia Murgel, presidente da ABIAUTO.
MELHOR CARRO 2013 IMPRENSA AUTOMOTIVA: Ford Focus.

MELHOR NACIONAL: Ford Focus.


MELHOR COMPACTO: Renault Logan.

MELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO: Chevrolet Tracker. 

MELHOR MINIVAN: JAC J6. 

MELHOR IMPORTADO: VW Golf. 


MELHOR PICAPE: Fiat Strada.

CARRO VERDE: Ford Fusion Hybrid.



MELHOR MOTOR 1.000 a 1.400 cc: VW 1.0 3 Cilindros. 

Charles Marzanasco,  supervisor de Imprensa de Produto, à esquerda, e Christian Marxen, gerente de Comunicação da Audi, receberam o prêmio da ABIAUTO pela vitória na categoria de "Melhores Motores"

MELHOR MOTOR 1.401 a 2.500 cc: Audi 1.8 TSFI.

MELHOR MOTOR ACIMA de 2.501 cc: Audi 4.0 Biturbo FSI.


André Senador, diretor de Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa da , recebeu o prêmio ABIAUTO pela Volkswagen do Brasil.

MELHOR MOTOR DIESEL 2.000 a 3.500 cc: VW 2.0 Turbo.

MELHOR MOTO 2013 IMPRENSA AUTOMOTIVA: Triumph Tiger 800.

Célia Murgel e Saulo Moreno, presidente e vice-presidente da ABIAUTO, respectivamente, com Eduardo Sanches, da Assessoria de Imprensa da Triumph recebeu o prêmio em nome da fábrica inglesa.

MELHOR ESTRADEIRA: Triumph Tiger 800. 

MELHOR URBANA/STREET: Honda CB500. 

MELHOR ESPORTIVA: Triumph Daytona 675R.


Representantes das montadoras com os prêmios conquistados no Prêmio ABIAUTO 2013

O resultado apurado e auditado pela HLB Audi Link Auditorias foi anunciado em solenidade na noite de ontem (11/12), em São Paulo (SP), com a presença de centenas de convidados, entre jornalistas de todo o Brasil e os principais dirigentes de montadoras, fabricantes, importadoras, associações de classe e da cadeia automobilística e motociclística nacional.


A presidente da ABIAUTO, Célia Murgel, frisou que o Prêmio ABIAUTO está ganhando força a cada ano que passa. "Já tínhamos a credibilidade e abrangência pela qualidade e grande número de jornalistas especializados que votam, representando todas as regiões geográficas do Brasil e as mídias revistas, jornais, sites, TVs e rádios. E após o resultado deste 15º Prêmio Imprensa Automotiva, acredito ainda mais que esta representatividade é um respeitado selo de qualidade para as montadoras, fabricantes e importadoras", reforçou. 

O júri formado por 67 jornalistas, representantes da Imprensa Especializada. elegeram o Ford Focus o "Melhor Carro 2013 Imprensa Automotiva", e "Melhor Carro Nacional" e a montadora norte-americana ainda levou o Prêmio de "Carro Verde" conquistado pelo Fusion Hybrid. 

"Ganhar o Prêmio Abiauto é a expressão máxima de reconhecimento, pois vem de uma instituição consolidada, com muita representatividade regional e nacional. É um pessoal que realmente entende e reconhece os bons carros. É um dos prêmios mais importantes e respeitados do mercado, e vencer em uma disputa muito apertada aumenta ainda mais o nosso prestígio", garante Célio Galvão, gerente de Imprensa da Ford.

O prêmio de "Melhor Importado" ficou com o Volkswagen Golf, o de "Melhor Compacto" coube ao Renault Logan. 

A Fiat recebeu pelo seu novo modelo Strada o prêmio de "Melhor Picape", enquanto o de "Melhor Utilitário Esportivo" foi para o Chevrolet Tracker. 


Eduardo Pincigher, diretor de Imprensa da JAC Motors, recebeu o prêmio pela conquista do J6 como "Melhor Mini Van de 2013" 

O chinês JAC J6 venceu na categoria de "melhor Mini Van", firmando-se como a primeira marca desse poderoso país asiático a ter um carro premiado no Brasil.

Melhores motores
No segmento de quatro rodas ainda foram premiadas a Audi, com o "Melhor Motor de 1.401 a 2.500 cc", pelo 1.8 Turbo FSI e "Melhor Motor acima de 2.501 cc" com o 4.0 Biturbo FSI. 


A Volkswagen, ficou com prêmio de "Melhor Motor de 1.000 a 1.400 cc", pelo 1.0 3 Cilindros e de "Melhor Motor Diesel de 2.000 a 3.500 cc" pelo 2.0 Biturbo Amarok.

Duas rodas inglesa
A moto Triumph Tiger 800 recebeu dois prêmios, o de "Melhor Moto 2013 Imprensa Automotiva" e de "Melhor Estradeira", e a marca inglesa ainda recebeu o prêmio de "Melhor Esportiva" pela Triumph Daytona 675R

Na categoria de "Melhor Moto Urbana/Street" a vencedora foi a Honda, com a CB 500. O júri deste segmento foi formado por 14 jornalistas da ABIAUTO com direito a voto.

"Foi uma surpresa ganharmos em três categorias. É um reconhecimento do segmento entre tantos produtos bons no mercado. É um orgulho ter conquistado em tão pouco tempo no Brasil estes prêmios concedidos pela Abiauto", confessou Fernando Filie, gerente de Marketing da Triumph.

Homenagem a Wilson Libório
O 15º Prêmio Imprensa Automotiva foi uma homenagem ao jornalista catarinense Wilson Libório de Medeiros, sócio-fundador da entidade, falecido neste ano. 


"Não posso deixar de agradecer ao profissionalismo dos associados que colaboraram para a mais organizada e melhor premiação que já fizemos. E um agradecimento especial aos patrocinadores e apoiadores, que possibilitaram fazermos este evento, notadamente Banco RCI Brasil, Ford Caminhões, Lexus, Magneti Marelli, MAN Latin America, Mercedes-Benz, Fazenda SerrAzul, Polaris, CaraReges Eventos e TSO Brasil", agradeceu Saulo Moreno, presidente do Prêmio ABIAUTO e vice-presidente da entidade de classe.

O Prêmio Abiauto 2013 teve o patrocínio de Ford Caminhões, Magneti Marelli, MAN Latin America, Lexus e Banco RCI Brasil, Co-patrocínio de Mercedes-Benz e Fazenda SerrAzul e apoios de Polaris, CaraReges Eventos e TSO Brasil.

Entidade especializada
A ABIAUTO - Associação Brasileira da Imprensa Automotiva - é uma sociedade com caráter associativo de classe, cultural, social e recreativa, constituída por profissionais de Imprensa Automotiva em atividade na mídia escrita e eletrônica dos meios de comunicação de massa - jornais, revistas, rádios, tvs e sites especializados -, assessorias de Imprensa ligadas ao setor, departamentos de Imprensa das montadoras e importadores de veículos.

Fundada em 1998 por jornalistas especializados da indústria automobilística, a ABIAUTO tem por finalidade a preservação da liberdade de Imprensa; orientação, defesa, assistência social, assistência cultural e união de seus associados; incentivar o estudo dos assuntos automotivos; organizar, promover e patrocinar eventos; manter intercâmbio e cooperação com entidades semelhantes de outros países; promover e organizar concursos.

Em seu quadro de associados a ABIAUTO tem mais de 100 jornalistas de quase todos os Estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará),
 que representam os órgãos de comunicação mais importantes do País.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

ROBERTO NASSER DO ALTO DE SUA EXPERIÊNCIA AUTOMOTIVA ALERTA: ESTA É A HORA DE COMPRAR UM MERCEDES-BENZ CLASSE C E UMA BOA BARGANHA PODE RESULTAR NUM PREÇO EXCELENTE: R$ 110 MIL. APROVEITE! AFINAL, QUANDO TERMINA A NOVELA ALFA? PEDRA FUNDAMENTAL DA FÁBRICA DA BMW NO BRASIL ESTÁ MARCADA PARA DIA 17 DESTE MÊS NATALINO.


Coluna nº 5013 - 11 de Dezembro de 2013
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Quer Mercedes C novo? Corra

Pensando em comprar bom e charmoso Mercedes Classe C, as boas sensações de conduzir com motor turbo, câmbio automático, excelente ajuste mecânico, sua estrela guia conduzindo a noção de status para você, familiares, vizinhos, amigos e quem mais o veja?

Decida-se, ande logo, feche negócio.
Não pense  que os Mercedes C estão no fim, mas, ocorre, a marca desenvolve grande plano mundial para resgatar sua liderança no segmento Premium – dentre as alemãs Audi e BMW vendem mais. 

Amplo, passa por cercar a base do mercado com produtos menores, ampliar a faixa dos usuários da marca, valorizar as séries S, E e C com equipamentos e confortos superiores aos encontrados nos concorrentes. 

O projeto iniciou chegar ao Brasil com o A hatch, recém apresentado, prosseguindo com o novo C, a grosso modo um S pequeno, por seu grau de equipamentos e refino – como acabamento interno em madeiras.

Na Europa e EUA iniciou vender a nova família A. Aqui tem o hatch e em 2014 cobrirá todo o subsegmento: sedã CLA, em fevereiro, e, ao final do ano, o GLA, mini-utilitário esportivo, de produção iniciada nesta semana na Alemanha.

O pequeno sedã A tem feito milagre no mercado exterior. Gera demanda, espera, e trouxe característica especial: baixou em 10 anos a idade do usuário de Mercedes, criando fatia específica a jovens profissionais e chegantes aos Mercedes. 

Como a satisfação de um sonho/vontade, não combina com veículos sem equipamentos, assim, apesar do menor porte, de utilizar motor básico 1.6, ter tração dianteira, o CLA fez-se automóvel bem completo. E custará R$ 140 mil – mais que o C.

Muda
Brasil é mercado prioritário para a Mercedes, apesar de vender pouco, em torno de 10 mil unidades ano. 

Para aumentar vendas e melhor participar de cenário com vendas em expansão, adaptou-se às novas regras setoriais, iniciando construir fábrica exclusiva a automóveis em Iracemápolis, SP. 

De lá tirará dois produtos: o novo Classe C e o utilitário GLA. Este projeto tem organização especial, reportando-se diretamente à operação automóveis na Alemanha, na grande arrancada para recuperar a liderança.

Aqui coordenado pelo grego Dimitris Psillakis, diretor da área de automóveis e Sprint, foca valorizar automóvel e usuário, empurrando o preço do Classe C para cima. 

A postura encontra oportunidade com a mudança do novo C, previsto para chegar ao país no meio do ano – e aqui ser prodNovo produto, maior em comprimento e distância entre eixos graças a nova plataforma, e bem dotado de equipamentos e confortos – ao contrário das atuais versões. Custará, importado, em torno de R$ 160 mil.

Assim, vale o conselho: ante a mudança de linha e conteúdo – e de preço -, se você tiver a fim de um Classe C, negociado com os revendedores até por R$ 110 mil reais, a hora é esta.


Classe C. Novo, mais equipado, subirá – muito – de preço



Alfa no Brasil? Só importada
Adiamento do plano quinquenal do projeto de recuperação da marca Alfa Romeo, atingiu sua chegada ao Brasil, em especial produção em Goiana, Pernambuco, próxima fábrica Fiat. 

A marca, por Sérgio Marchionne, seu nº 1, tem adiado apresentar novo projeto de cinco anos, visando elevar a marca a patamar diferenciativo. 

Mas não o faz, adia, encontra dificuldades. Dá sinais pontuais, fazendo apenas Giulietta, MiTo, isolados, em declínio, e carros em mirradas edições – Alfa 8C, 8C Conversível, 4C. 

Há único novo projeto à vista, utilitário esportivo com motor Maserati. Em fábrica desta marca, navegando em surpreendente crescimento, são produzidos estes distinguidos Alfa.

O projeto de volta é necessário, mas não encontrou seu norte. Na consideração de fatores, o Brasil é o maior mundial mercado da Fiat e produz ótimos lucros. 

A nova fábrica pernambucana, atualizada e mais produtiva, seria berço natural à fornada com plataforma básica, servindo às três marcas principais do grupo: Fiat, Chrysler e Jeep. 

Tal produção incluiria o Fiat Viaggio – substituindo o Linea -; o Dodge Dart; e um Alfa Romeo, mas a Fiat cancelou o projeto e o desenvolvimento da construção de MiTo e Giulietta no Brasil, espécie de versão industrial de Punto e Bravo.

Mudar o projeto instalou a correria. A plataforma a servir a duas ou três marcas será a do Fiat 500 L, e nele o maior trabalho é a criação do novo Jeep Compass, modelo de base da marca. 

Surpresa, os engenheiros da Fiat Brasil, responsáveis pelo criar o veículo, após muito trabalho aferiram, o protótipo brasileiro de Jeep em muito supera em comportamento dinâmico o atual produto estadunidense.

Base
As dificuldades no traçar um caminho para a Alfa, aproveitando sua história, tradição e diferencial tecnológico, estão na base, na falta de entrosamento com a Fiat, num casamento apenas por interesse. 

O governo italiano, através de seu BNDES, era o titular da Alfa e resolveu passá-la adiante. 

A Ford, em ação expansionista, interessou-se mas claudicou na decisão, e a Fiat assumiu-a. 

Nada de patriotismo, italianidade, sinergia para absorver competência tecnológica mas, tão-somente, para impedir a presença da Ford em seu quintal. 

Casamento entre pessoas físicas ou jurídicas é coisa simples. Metade do necessário, por exemplo, para tocar um museu de automóveis antigos, onde são exigidos dois artigos básicos: tesão e talão. 

Ou seja, um permanente interesse emocional, e um orçamento ágil que, em segundos se transforma em pagamentos. 

Casamento se resolve com a metade, com um destes elementos, de acordo com o CPF ou o CNPJ. No caso da união Fiat e Alfa – veja que não grafei Fiat + Alfa – eles inexistem.

E por falta de um caminho para os produtos, e de orçamento curto, o projeto de futuro para os Alfa, transformando-a numa referência tecnológica, como uma espécie de Audi italiana, é sempre adiado.


SUV pode ser próximo e homeopático Alfa/Maserati



Roda-a-Roda

Auto, 8 – Um papel circula na SAE, sociedade de engenheiros automobilísticos, nos EUA. 

Diz, a GM terá no Corvette para 2015 câmbio automático 8 marchas, em lugar do atual 6 velocidades. Mais agilidade, menor consumo, ruídos.

Government Motors – O trocadilho, associando a General Motors ao governo, que a salvou com robustíssimo empréstimo, perder-se-á no tempo. 

O governo Obama não é mais sócio da GM. Vendeu suas ações da empresa, assumidas para evitar sua falência. Povo dos EUA escriturou um prejuízo de US$ 10,5B.

Menos, mais – BMW anunciou versão 316i, primeiro degrau da Série 3, motor menor, 1.6, 16V, injeção direta, dois turbos, 134 cv, câmbio de oito marchas, R$ 115 mil. 

Na prática se mistura ao degrau superior, a 320i, com motor 2.0 e 184 cv. Preço oficial R$ 130 mil, no balcão de R$ 115 mil a 120 mil.

Mercado – Faz parte do projeto da BMW traçado por Herlander Zola, ex-VW e diretor de marketing: focar na faixa de maior demanda, a base da série 3.


Corrida – Pega p’ra valer nas Audis daqui e da matriz no preparar lançamento do A3 sedã fins de janeiro. 

Carro simples e correto, com simbologia e parte prática nas providências para ser campeão de vendas: será produzido pela Audi no Brasil e necessita pavimentar o caminho com unidades vendidas, vistas, assistidas, movimentando a rede de concessionários.

Caminho – Matriz da Kia autorizou sua representante Kia Motors do Brasil, a se adaptar ao projeto Inovar-Auto, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior. 

A importadora não esclareceu como. A inclusão permite cota de 4.800 veículos novos, sem adição de 30 pontos sobre o IPI. Quer vender 1.000 veículos a mais: 30 mil em 2014.

O Ka, lá – O conceito Ka, exibido no Brasil há dias, foi mostrado na Europa. Evento grande, para marcar a substituição do Ka de lá, feito pela Fiat sobre o 500, pelo projeto gestado e esculpido pela Ford Brasil, com base do atual Fiesta.

Cara - Bill Ford, presidente do Conselho Mundial da empresa, destaca-o ”como futuro compacto de cinco portas, tecnologia avançada, design atraente, preço acessível’”. Lá, dizem, coisa para 2015. Aqui, bem antes.

Mercado
– Apesar da retração nas vendas em novembro, no total a produção de autoveículos no Brasil ultrapassou a soma marcada em 2012, com 3,5 milhões de unidades, e devem cravar em torno de 3,8 milhões até o final de dezembro. Estrelas no cenário, máquinas agrícolas devem ultrapassar 100 mil unidades.

E? - Luiz Moan, presidente da Anfavea, associação dos fabricantes, aponta o sucesso, contrariando as previsões pessimistas do início do ano, pelo estímulo à produção pelo Inovar-Auto; pelas exportações quase 30% superiores ao ano anterior, e pela solidez do agronegócio.

Previsão – Executivos da indústria evitam fazer previsões de vendas em 2014. Citam como fator anômalo a soma entre realização da Copa do Mundo e com as eleições. Lembram, o país parará nos dois períodos.

Caboré – Maior prêmio da propaganda brasileira, promovido pela revista Meio e Mensagem, escolheu a Fiat Anunciante do Ano. 

A corajosa e oportuna campanha de levar pessoas às ruas à época das manifestações limpas, superou o rolo compressor da Fri Boi, anunciante novo, gastando R$ 150 milhões, e imagem do ator Toni Ramos. É carimbo de competência da turma da Fiat.

Contingência – Passamento do líder Nelson Mandela fez BMW alterar data para cravar pedra fundamental de sua fábrica em Araquari, SC. Será dia 17.

Treino – Volkswagen inaugurou outro centro de treinamento para vendedores e mecânicos. Em S Paulo, av Washington Luiz, perto do aeroporto de Congonhas, capaz de treinar 52.000 profissionais ao ano. 

Quer oito centros, operacionais, já está em Goiânia, Go, São José do Rio Preto, SP, e Curitiba, Pr.

Legal
– BNDES iniciou financiar caminhões DAF X 105, que diz montar em Ponta Grossa, Pr. 

É Premium, para carga pesada, motores de 13 litros, tração 6x2 ou 6x4. Sucesso comercial em caminhão é financiamento oficial. 

Tem, compete. Não, ‘tá fora do mercado. DAF ex holandesa é do grupo Paccar, EUA.

Se mostra – Dono de enorme patrimônio identificado com design e construção correta, Jonas Hipólito de Assis, presidente do grupo ILP, da Karmann-Ghia, busca ações para manter a identificação da empresa com os registros populares.

Mais
– Fez concurso de design reunindo novos profissionais em projeto de como seria um KG atualizado. 

Agora, desafiou os vencedores Felipe Mazzeo e Rodrigo Scarpetta a criar produto adequado às exigências de mobilidade urbana.

Produto
- Deu em bicicleta com quadro em vários materiais: aço carbono, alumínio, fibra de carbono, plástico injetado. Édson Campos, presidente da KG crê em enorme aceitação pelo mercado.

Barreira
– Apesar das festivas construções de ciclovias – S Paulo promete 400 km – bicicleta no Brasil tem inexplicável taxação. Acredite, 40,5%.

Lava limpo – Smart Wash, novo sistema para lavar automóveis e motos com rapidez ecológica em menores tempo e valor, usa produtos Mr Green. 

Base é o D Limoneno, derivado da casca da laranja, coisa mágica, lava ecologicamente e até faz funcionar motor.

Mais – O Peco System lava tudo, de Smart a Dodge RAM, extremos do mercado, em três minutos. Entre 10’ e 15’ o serviço é dado como pronto, custo de R$ 29 a 39. Para lavar ou representar,
(11) 3934.4460 www.smartwash-auto.com.br

Social – O negócio não é apenas correr, há que participar. Slogan não é este, mas é a consequência. Rallies da Mitsubishi recolheram de seus participantes em 2013 nada menos que 92! toneladas de alimentos, repassados a obras pias. Desde 1994, quando começaram, 900 t. É um fome zero com tração nas 4.

Gente – Mary Barra, engenheira, nova presidente da General Motors Company. 

OOOO Longos 33 anos na empresa, tocou o projeto de renascimento da GM pós crise. 

OOOO Ascensão atende a pedido de saída de Dan Akerson, presidente, cuja mulher teve recente diagnóstico de agressivo câncer. 

OOOO No processo, 10 grandes mudanças na empresa. 

OOOO José Luiz Gandini, 52, empresário, presidente da Kia Brasil, premiado. 

OOOO Honra ao Mérito Empresarial do Latin American Marketing Personality - LAMPA. Também Magazin Luiza, Blue Tree Hotels e Dudalina. OOOO


Novo Mustang. Ícone
Projeto forte, organizado, a Ford expõe sua alma na sexta geração do Mustang. Muda todo o automóvel, a engenharia tradicional, molda-o como bandeira e referência da marca em todo o mundo, para alavancar vendas de seus produtos.

O automóvel não é um novato, ao contrário, exposto em sem número de filmes, livros, matérias, mais curtido no Facebook, ideal à pretensão da Ford em vendê-lo em quatro continentes. 

Para isto, absorveu sinais de mercado em quase todo o mundo, e teve coragem de realizar amplo trabalho de formulação.

Mudou a plataforma para dar mais estabilidade, resposta ao ganho nos motores, para ajustar as sensações de conduzir em freios, direção, controle. 

Substituiu as duas suspensões, aplicando sub chassi dianteiro e sistema Mc Pherson – patente Ford. Atrás, semi eixos articulados e braços de ligação.

Três opções de motor: versão de entrada, V6, 3.700 cm3, 304 cv, 366 Nm de torque. No topo, V8, 4.200 cm3, 420 cv de potência e 537 Nm em torque. 

Estado de arte, diz a Ford, na versão projetadamente mais demandada, motor 4L, 2.3L, de corajosa tecnologia do uso do turbo reduzindo tamanho e peso dos veículos. 

16 válvulas, injeção direta, turbo, 310 cv e 407 Nm de torque. Eletrônica para garantir tração equilibrada e estabilidade direcional.

Embrulha o pacote carroceria com piso e teto mais baixos, bitola e para lamas traseiros mais largos, perfil mais aerodinâmico e elegante, com para brisas e óculo traseiro mais inclinados, lanternas traseiras tri dimensionais, três elementos, lembrando o modelo 1967, do qual se fez releitura da frente identificada como nariz de tubarão.

Dentro, painel rico em relojoaria. Nele, emblema mostra o ponei que deu origem à marca, galopando, fazendo ligação temporal: “Mustang – since 1964”.

Ah, e teve o escapamento retrabalhado para impor-se. Um pouco está aqui: http://www.motorauthority.com/news/1088970_hear-the-2015-ford-mustang-gt-start-rev-video

Mustang, 6ª edição, bandeira para vendas mundiais.
 

KS LANÇOU BRONZINAS DE BIELA PARA MOTORES IVECO FABRICADOS ENTRE 1999 E 2004

A KS lançou bronzinas de biela no mercado nacional de reposição para o motor Iveco 8060.45 dos caminhões Eurocargo 150 E, Eurocargo 160 E, Euro I e Euro II produzidos entre 1999 e 2004; e para os motores 420 e 620 dos tratores e colheitadeiras Valtra-Valmet.

O lançamento da bucha de comando atende o motor Valtra-Valmet 420 abrangendo os modelos: 800, 885, 900, A850, A950, BM 100, BM 110, BM 125 e BM 85 fabricados a partir de 1998, e o motor 620, que se aplica nos modelos 1680, 1880, BC 4500, BH 140, BH 145, BH 160, BH 165, BH 180, BH 185, BH 205 e BM 120 com início de produção em 1996.

TMD/COBREQ COM NOVOS LANÇAMENTOS: PASTILHAS DE FREIO PARA VEÍCULOS FORD, VW, HYUNDAI E KIA

Fabricante de pastilhas e lonas de freio com a marca Cobreq, a TMD Friction do Brasil colocou no mercado de reposição nacional pastilhas de freio para modelos da Ford (picape F-4000 turbo), Volkswagen (caminhão VW Delivery), Hyundai (Sonata) e Kia (Opirus e Soul).

Para o Ford F-4000, as novas pastilhas Cobreq são dos freios dianteiros e traseiros deste veículo produzido entre 1996 e 1998, enquanto que para os Volkswagen Delivery 5.140 e 8.150, fabricados a partir de 2005 (enquadrados na categoria de Veículo Urbano de Carga – VUC), as pastilhas são dianteiras.

Já para o Hyundai Sonata 2.0, o Hyundai Sonata 2.4 16V e o Hyundai Sonata 3.3, todos com produção de 2005 em diante, as pastilhas são para o freio traseiro, assim como dos Kia Opirus 3.5 (09/03), Opirus 3.8 V6 (10/08) e Soul 1.6 16V produzido de 2009 em diante.


MERCADO SEGURADOR AVANÇA 14% ESTE ANO E FATURA R$ 280,6 BILHÕES



Por Denise Bueno

2013 chega ao fim como mais um ano de crescimento do mercado segurador. A previsão é encerrar 2013 com faturamento 14% maior do que o registrado no ano anterior, com R$ 290,6 bilhões em vendas de seguros, previdência, capitalização e saúde. 

O volume chega a representar 6% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual é menor do que os 17% projetados no inicio do ano, revisados em função da previdência privada, que sofreu com a volatilidade dos mercados financeiros durante o ano, afetando o volume de captação de recursos.

“Expansão da classe média, novos consumidores, taxa de desemprego baixa e a expansão do crédito são os fatores que ajudaram que o mercado segurador registrasse esse bom desempenho”, ressaltou Marco Antônio Rossi, presidente da CNseg, confederação das seguradoras, e também da Bradesco Seguros, durante almoço de final de ano com jornalistas, realizado em São Paulo. 

O presidente da CNseg também creditou o crescimento do setor à comunicação das seguradoras, que nos últimos quatro anos tem sido mais “light”, facilitando o entendimento dos produtos pelos clientes, bem como avançado no sentido de popularizar o seguro.

“Várias ações das seguradoras mostram que o seguro é um produto para todos e não vemos mais aquele rótulo de que seguro é coisa para rico”.


Rossi comemorou o crescimento da carteira de investimentos do mercado segurador, que chega a representar 12,9% do PIB, com R$ 559 bilhões até outubro de 2013. 

Desse valor, R$ 456,3 bilhões em reservas técnicas e R$ 103,4 bilhões em patrimônio líquido das empresas.

Entre outros destaques do ano, além do ritmo chinês de crescimento, Rossi citou a posse da nova diretoria da CNseg em maio; o Brasil assumir o comando da Fides, representada por 18 países da América Latina, Estados Unidos e Península Ibérica, tendo como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado segurador; a Escola Nacional de Seguros estar entre as melhores escolas do país; e a abertura do capital da BB Seguridade, um dos maiores IPO do mundo, o que mostra a força do segmento e agrega novos analistas e investidores ao setor.

Para 2014, a aposta é avançar 15,6% em vendas totais, mantendo o percentual de crescimento acima da média de 10% apresentado nos últimos anos. 

Dentro dessas expectativas, seguro gerais deve avançar 12,8% no próximo ano, permanecendo o seguro de carro o líder do segmento, com 50% das vendas; 15% em previdência, com o VGBL na liderança e avanço dos seguros de vida ligados a viagem, prestamista e funeral; 23% em capitalização com aposta dos produtos de incentivo e que substituem o fiador em aluguel; e 16,7% de crescimento na venda de planos de saúde suplementar. 

Microsseguros avança timidamente, mas os seguros considerados pelas seguradoras como populares têm apresentado um crescimento constate, segundo Rossi.


Todas essas previsões tem como base um cenário otimista da economia. O principal temor dos seguradores, assim como dos economistas, investidores e empresários, é de que o Brasil perca o grau de investimento diante da deteriorização de indicadores macroeconômicos. 

“Se isso acontecer, o que não acreditamos, complicará muito a situação da economia brasileira, uma vez que os investimentos ficam restritos, dificultando todo e qualquer esforço de crescimento”, comentou Osvaldo do Nascimento, presidente da Fenaprevi. 

Quanto a inflação, o executivo não aposta em uma alta exagerada. “Pode subir um pouco, mas ficará dentro da meta”, aposta. A questão fiscal também está no radar das seguradoras.

“Como esse é um tema prioritário para a presidente Dilma Rousseff acreditamos que terá uma boa solução”.

A previdência aberta deverá fechar 2013 com alta de 10% no volume das contribuições e de 15% em 2014. 

“Vemos o próximo ano com um ano de oportunidades. Temos na mesa investimentos muito atrativos com prêmio de longo prazo”, ressaltou. Nascimento destacou que a previdência faz parte do cenário econômico. O setor tem hoje R$ 350 bilhões. Se somarmos os fundos fechados, o patrimônio previdenciário é próximo de R$ 1 trilhão. 

”O desafio do setor está ligado ao do país. Manter um crescimento sustentável do PIB e manter um cenário mais estável do que a volatildiade que observamos em 2013 será benéfico para todos, assim como para a previdência”, ressaltou o presidente da Fenaprevi.

Ele acredita que o volume de contribuições voltará a crescer, uma vez que a volatilidade já está mais disseminada entre os investidores brasileiros, bem como ser um momento propício para invesitmentos do longo prazo. 

“Temos títulos do Tesouro pagando 6% ao ano mais IPCA. Isso é um rendimento extremamente confortável no mundo hoje”, comentou. No entanto, lembra, o cenário mundial é volátil.


Paulo Marraccini, presidente da FenSeg, comentou que 2013 foi um ano em que os executivos envolvidos com seguros gerais seguiram a meta de tentar aumentar a penetração de seguros na sociedade brasileira. 

“Temos 15 comissões técnicas trabalhando para isso”, disse, ressaltando o seguro de garantia estendida, um dos que mais foi alvo de críticas por parte dos órgãos reguladores e de consumidores. “Por ser um produto novo sofreu, mas os ajustes já foram feitos para que o produto seja útll para o consumidor”, comentou.

Outra área de destaque dentro da FenSeg, segundo Marraccini, é a de garantias de obras, que em breve deverá ter a aprovação do percentual de participação em contratos de 10% atual para 30% no valor total da obra. 

O presidente da FenSeg também está esperançoso com o seguro popular de automóvel. Segundo ele, a inibiçao dos desmanches ilegais está no radar da federação. 

“Isso ajuda a reduzir o preço e salva o ambiente, com o descarte adequado das peças”, afirmou. 

Os seguros financeiro, marítimo e transporte são outros nichos aprimorados com o trabalho das comissões, tornando o produto mais visivel aos consumidores e, consequentemente, deverão apresentar bons resultados em 2014.


Marcos Barros, presidente da Fenacap, ressaltou que mais importante do que o crescimento de 25,7% nas receitas de vendas até outubro, é o crescimento qualitativo do mercado com a consolidação do entendimento da população em relação ao títulos de capitalização.

“2013 também marca a maturação dos produtos lançados em 2010, como o fiador, que vem ganhando espaço, assim como os produtos ligados a incentivos, usados pelo marketing para alavancar as vendas de seus clientes”, frisou.


José Cechin, diretor da FenaSaúde, que substituiu o presidente Marcio Coriolano que não pode comparecer, afirmou que o grande desafio está em manter o crescimento de 2013 diante dos cenários previstos para a economia em 2014. 

“O setor de saúde suplementar cresce a taxas de 11,2%, para R$ 52,5 bilhões até junho. “Temos problemas na saúde, mas todos estão empenhados em resolver”, afirmou. Em ternos de beneficiários, o ano acumula crescimento de apenas 2%. Em 2014, as projeções são de manutenção do desempenho de 2013, uma vez que os planos de saúde são sensiveis a emprego e renda. “A persistir o desemprego baixo, o setor continua a crescer”, finalizou.

VOLVO ABRIU CONCESSIONÁRIAS NO ESPÍRITO SANTO, SANTA CATARINA E RIO GRANDE DO SUL E FOI ELEITA MONTADORA DE VEÍCULOS COMERCIAIS DO ANO.



A Volvo abriu novas concessionárias no Espírito Santo, em Linhares, com o grupo Luvep, atendendo o corredor de transporte que liga as regiões Sul e Sudeste do Brasil, às regiões Norte e Nordeste, e ainda em Santa Catarina, em Palhoça, e no Rio Grande do Sul, em Portão.


A Volvo foi reconhecida como a Montadora de Veículos Comerciais do Ano no prestigiado Prêmio Autodata 2013, e recebeu o maior número de citações na votação de que participaram assinantes da revista Autodata e da Agência Autodata e participantes do Congresso Autodata Perspectivas 2014. 


BOMBA DE ÓLEO PARA MAIS DE 40 MOTORES MERCEDES-BENZ, PRODUZIDOS ENTRE 1975 E 1990, JÁ ESTÃO À VENDA NO MERCADO DE REPOSIÇÃO.


A KS lançou no mercado nacional de reposição, a bomba de óleo para os motores diesel Mercedes-Benz OM 314 (4 cilindros), OM 352 e OM 352 A (6 cilindros). 

Estes três motores abrangem mais de 40 modelos de caminhões produzidos pela Mercedes-Benz no Brasil entre 1975 e 1990.

Para mais informações sobre as mais de 40 aplicações que abrangem estes motores, consulte o SAKS da KS: 0800 721 7878.

* Os produtos da marca KS são comercializados no mercado brasileiro de reposição pela MS Motor Service Brazil, divisão do Grupo KSPG AG responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o aftermarket.

NOVO LOGAN RECEBE PRÊMIO TOPCAR TV 2013 COMO "CARRO NACIONAL"


O Novo Logan, mais recente lançamento da Renault, foi o vencedor do Prêmio TopCar TV como o melhor carro nacional até R$ 30.990,00.

O resultado do concurso, que está em sua 12ª edição, foi anunciado ontem à noite. A escolha dos vencedores foi realizada por um júri constituído por 26 profissionais, titulares de 14 programas de televisão e 12 sites especializados em automóveis de todo o país.

O Novo Logan mereceu destaque por suas características, como amplo espaço interno, robustez mecânica, baixo custo de manutenção e preço acessível. 

MAIS UM ESPORTIVO À VENDA NO BRASIL: O BMW M6 GRAN COUPÉ. TEM 560 CV, O TETO É DE FIBRA DE CARBONO, MUITO LUXO E CONFORTO INTERNOS, FARÓIS DE LED, CÂMBIO DE SETE MARCHAS E VELOCIDADE MÁXIMA DE 250 KM/H - DE 0 A 100 KM/H EM 4,2 SEGUNDOS, MAS CUSTA R$ 579.950,00



A BMW apresenta no Brasil o novo BMW M6 Gran Coupé. O modelo chega para complementar a Série 6 e tem como principal característica a alta performance, evidenciada pelo motor 4.4 V8 de 560 cv de potência e equipamentos da linha M, divisão esportiva da marca.

Design e conforto
O dinamismo do BMW M6 Gran Coupé é perceptível ao primeiro olhar, devido ao design exclusivo e inovador da carroceria coupé quatro portas. 


Com perfil levemente rebaixado, o veículo traz um capô extenso, grande distância entre-eixos e linhas alongadas nas laterais, conferindo uma aparência sofisticada e elegante. 

Componentes da linha M dão um toque exclusivo, incluindo a grade frontal cromada com aletas duplas, indicadores laterais e rodas de liga leve Double Spoke aro 20”, com pneus 265/35 na dianteira e 295/30 na traseira.

O teto do BMW M6 Gran Coupé é totalmente produzido em fibra de carbono, reduzindo em 50% seu peso com relação ao teto de aço, resultando em um centro de gravidade mais baixo e melhorando significativamente a performance. 

Também são destaques na parte externa o para-choque dianteiro com grandes entradas de ar, faróis de LED e lanternas traseiras com desenho alongado, envolvendo as laterais do coupé.

No interior, o modelo projeta uma ligação harmoniosa entre os bancos dianteiros e a parte traseira, além de combinar perfeitamente os conceitos de elegância e dinâmica. 

Com materiais de altíssima qualidade e refinamento, design sofisticado e acabamento impecável, o BMW M6 Gran Coupé traz revestimento de couro nos assentos e detalhes em black piano no painel. 

Dentro do conceito 4+1 lugares, oferece excelente espaço interno para os passageiros que viajam no banco traseiro. O porta-malas tem capacidade para 460 litros, com possibilidade de ampliação para 1.265 litros, ao rebaixar os encostos do assento.

Para conforto e conveniência dos ocupantes, o BMW M6 Gran Coupé conta com ar-condicionado automático digital de quatro zonas, sistema de abertura e fechamento automático das portas (inclui o porta-malas), bancos dianteiros esportivos M com aquecimento, ajustes elétricos e memória, além de volante esportivo M em couro com teclas multifuncionais e shift paddles.

O sistema multimídia é composto por áudio da Bang & Olufsen com 16 alto-falantes de 1.200 W; pacote de conectividade completo, com internet, BMW Apps, BMW Live, USB, Bluetooth Audio Streaming e interface para smartphone; e navegador profissional 3D com tela de 10,25”. 

Para o motorista, ainda estão disponíveis recursos de última geração que incluem Head-Up Display colorido, uma novidade da BMW, Night Vision, que reconhece pedestres a uma distância de 300 m por meio de sensor infravermelho, e câmera top view, para auxílio em manobras.

Tecologia e alta performance
O motor BMW M TwinPower Turbo 4.4 V8 é referência em esportividade e eficiência. Este propulsor tem potência de 560 cv entre 6.000 e 7.000 rpm e torque de 680 Nm, disponível de 1.500 a 5.750 rpm. 

Associado ao câmbio automático de sete marchas e tração traseira, o motor leva o BMW M6 Gran Coupé de 0 a 100 km/h em apenas 4,2 segundos e à máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente – como opcional, pode chegar a 305 km/h.

Para tornar o funcionamento do motor mais eficiente, neste modelo, estão disponíveis a função Auto Start/Stop e o modo ECO PRO, que pode ser ativado usando o Driving Experience Control, para reduzir o consumo de combustível. 

A regeneração da energia de frenagem é outro recurso de série em prol do meio ambiente. 

Entre os recursos de segurança, o BMW M6 Gran Coupé é equipado com sistema de freios de alta performance M, com discos ventilados nas quatro rodas e ABS, e controles eletrônicos de estabilidade e tração.

O BMW M6 Gran Coupé está disponível no mercado nacional por R$ 579.950.



TÓRIO É UM ELEMENTO SEMELHANTE AO URÂNIO, MAS MUITO MAIS DENSO QUE ELE, E APENAS OITO GRAMAS SÃO SUFICIENTES PARA ALIMENTAR UM CARRO DURANTE MUITO MAIS TEMPO DO QUE SUA VIDA ÚTIL. A EMPRESA AMERICANA LASER POWER SYSTEMS ESTÁ DESENVOLVENDO PESQUISAS E JÁ CONSEGUIU PROVAR QUE UM GRAMA DE TÓRIO PRODUZ MAIS ENERGIA DO QUE 28 MIL LITROS DE GASOLINA.

Novo conceito de combustivel pode alimentar um carro por 100 anos2 Novo conceito de combustível pode alimentar um carro por 100 anos


Novo conceito de combustível pode alimentar um carro por 100 anos sem precisar reabastecê-lo. A Laser Power Systems, uma empresa com sede em Connecticut, nos EUA, está desenvolvendo um método de propulsão automotiva usando o tório, para produzir eletricidade. 


Os resultados superam qualquer coisa que atualmente alimente os automóveis.
Para colocar isso em perspectiva, oito gramas de tório produzem energia suficiente para um carro rodar um milhão milhas.


Tório é semelhante em estrutura ao elemento urânio. Porque é incrivelmente denso, tem o potencial para produzir calor tremendo, e assim a energia.


Charles Stevens, CEO da Laser Power Systems CEO, explica que apenas um grama de tório produz mais energia do que 28.000 litros de gasolina. 


Apenas oito gramas de tório, explica Stevens, produzem mais energia do que o veículo poderia usar em toda a sua vida, sem a necessidade de reabastecimento … nunca.
Stevens explicou numa entrevista com Auto de Ward , que as pequenas peças de tório foram usadas para gerar calor, sendo posicionada para criar um laser tório no veículo. 


O laser aquece a água que produz vapor, o qual por sua vez alimenta uma série de “mini-turbinas.”


O motor inteiro pesa apenas cerca de 500 kg e é leve e compacto o suficiente para caber sob o capô de um veículo convencional.

Stevens e seus 40 funcionários estão agora tentando responder à pergunta: ”Como você pegaria o laser e o colocaria junto a essas coisas em conjunto de forma eficiente?”

A questão não é, no entanto, “se” eles podem fazê-lo funcionar, mas “quando” eles podem faze-lo produzir de forma eficiente. “ ”Quando o fazem, não há petróleo, não há emissões – nada“.

Longe de conceitual, este trabalhou no tório-powered de 2009, Cadillac Mundo Concept combustível de tório, apresentado por Loren Kulesus. 

Além de ajustar 24 pneus deste modelo inovador a cada cinco anos, Kulesus explicou que nada mais precisaria ser acrescentado ao veículo, incluindo combustível durante mais de um século de uso.




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O BRASIL SABERÁ AMANHÃ QUAIS OS MELHORES CARROS, MOTOS E MOTORES DO ANO COMERCIALIZADOS NO PAÍS, COM A REALIZAÇÃO DO 15º PRÊMIO ABIAUTO. JORNALISTAS ESPECIALIZADOS ELEGERÃO, ENTRE 30 SEMIFINALISTAS, JÁ ESCOLHIDOS, OS MELHORES EM SEIS CATEGORIAS DE CARROS E TRÊS DE MOTOS.

Ford Focus concorre na categoria de Melhor Nacional

Uma das mais prestigiadas premiações do setor automotivo, o 15º Prêmio Imprensa
Automotiva elegerá, amanhã, quarta-feira (11/12) os melhores carros, motocicletas e motores comercializados no Brasil, neste ano.

Durante o dia serão realizadas por 67 jornalistas especializados de todo o Brasil as últimas avaliações em pista na Fazenda SerrAzul, em Itupeva (SP), seguida de votação.

O anúncio dos vencedores da premiação organizada pela Associação Brasileira da Imprensa Automotiva - ABIAUTO será em solenidade, à noite, em São Paulo (SP).

Jornalista Célia Murgel é presidente da ABIAUTO
"O Prêmio Imprensa Automotiva realizado pela Abiauto é um mais importantes da indústria automobilística, porque jornalistas de quase todos os estados brasileiros e que representam os veículos de comunicação mais importantes de cada região elegem os melhores carros, motos e motores vendidos no mercado brasileiro. E por isso é um prêmio muito cobiçado pelas montadoras, fabricantes e importadoras", diz a jornalista Célia Murgel, presidente da Abiauto.

A premiação é dividida em seis categorias para os carros, três entre as motos e mais quatro de motores. 

Entre os automóveis, são cinco finalistas nas categorias: 
Melhor Compacto, 
Melhor Nacional, 
Melhor Minivan, 
Melhor Picape, 
Melhor Utilitário Esportivo e 
Melhor Importado.

Nas motocicletas são indicadas três nas categorias:
Melhor Estradeira, 
Melhor Urbana/Street e 
Melhor Esportiva. 

Em virtude de empate na pré-votação, algumas categorias de motos estão com mais concorrentes.

Os jornalistas votarão também "Os melhores Motores" em quatro categorias: 
Melhor Motor 1.000 a 1.400 cc; 
Melhor Motor 1.401 a 2.500 cc, 
Melhor Motor Acima de 2.501 cc, 
Melhor Motor Diesel 2.000 a 3.500 cc.

Júri especializado
O júri composto por 67 jornalistas especializados em automóveis e motocicletas, representando jornais, revistas, sites, blogs, e emissoras de rádio e televisão de todo o Brasil, apontou os 30 veículos finalistas ao Prêmio Abiauto 2013 na Categoria Carros e os 11 finalistas na Categoria Motos, que serão votados nesta quarta-feira para a premiação mais representativa da indústria automotiva nacional, e que elegerão também o Melhor Carro 2013 Imprensa Automotiva e a Melhor Moto 2013 Imprensa Automotiva.

Ford Fiesta concorre a Melhor Compacto e Melhor Nacional.
Finalistas
MELHOR COMPACTO: Chevrolet Onix; Fiat Palio; Ford Fiesta; Renault Logan; VW Fox.

Renault Logan concorre também em duas categorias.

MELHOR NACIONAL: Citroën C4 Lounge; Ford Fiesta; Ford Focus; Peugeot 208; Renault Logan.


MELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO: Chevrolet Tracker; Fiat Freemont; Ford EcoSport; Renault Duster; VW Tiguan. 


MELHOR MINIVAN: Chevrolet Spin; Citroën C3 Picasso; Fiat Idea; Honda Fit; Jac J6. 



MELHOR IMPORTADO: Audi A3; Fiat 500; Ford Fusion; VW Fusca; VW Golf. 

Fiat Strada agora com três portas concorre na categoria de Melhor Picape.
MELHOR PICAPE: Chevrolet S10; Fiat Strada; Ford Ranger; VW Amarok; VW Saveiro.

BMW K 16600 GT é candidata a Melhor Estradeira.

MELHOR ESTRADEIRA: BMW K 1600 GT; Harley Davidson Night Rod Special; Honda VFR1200X crosstourer; Triumph Tiger 800. 

Yamaha YS150 Fazer concorre a Melhor Urbana/Street.

MELHOR URBANA/STREET: Dafra Citycom 300; Honda CB500; Yamaha YS150 Fazer. 

Triumph Daytona 675R

MELHOR ESPORTIVA: Ducati 1199 Panigale; Honda CBR 600 RR; Triumph Daytona 675R; Yamaha YZF R1.

O Prêmio Abiauto 2013 tem o patrocínio de Ford Caminhões, Magneti Marelli, MAN e Banco RCI Brasil, Co-patrocínio de Mercedes-Benz e Fazenda SerrAzul, apoios de CaraReges Eventos e TSO Brasil.

ABIAUTO
A Associação Brasileira da Imprensa Automotiva é uma sociedade com caráter associativo de classe, cultural, social e recreativa, constituída por profissionais de imprensa automotiva em atividade na mídia escrita e eletrônica dos meios de comunicação de massa - jornais, revistas, rádios, tvs e sites especializados -, assessorias de imprensa ligadas ao setor, departamentos de imprensa das montadoras e importadores de veículos.

Fundada em 1998 por jornalistas especializados da indústria automobilística, a ABIAUTO tem por finalidade a preservação da liberdade de Imprensa; orientação, defesa, assistência social, assistência cultural e união de seus associados; incentivar o estudo dos assuntos automotivos; organizar, promover e patrocinar eventos; manter intercâmbio e cooperação com entidades semelhantes de outros países; promover e organizar concursos.

Em seu quadro de associados a ABIAUTO tem mais de 100 jornalistas de quase todos os Estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará), e que representam os órgãos de comunicação mais importantes do País. 

A MERCEDES, COMO OUTRAS MARCAS, NOMEADAMENTE, AS ALEMÃS, FAZEM COM ALGUNS MODELOS, TRANSFORMOU O NOVO CLASSE A NUM VELOZ E COMPETITIVO CARRO, O CLA 45 AMG, MARCA QUE SE DEDICA A TORNAR PACATOS SEDANS EM NERVOSAS E POTENTES MÁQUINAS. O MERCEDES-BENZ CLA 45 AMG HATCH CHEGARÁ AO BRASIL - ONDE ESSES MODELOS SÃO BEM ACEITES - POR R$ 260 MIL


Mercedes-Benz CLA 45 AMG compacto, mas estonteante
Por Fernando Calmon, de Affalterbach, Alemanha

Modificar carros de série para torná-los mais ágeis, potentes e prontos a aguçar as melhores técnicas de guiar é um negócio próspero no mundo. 


Vários fabricantes, inclusive marcas generalistas, oferecem tais opções aos compradores. 

Marcas premium vão longe e o Trio de Ferro alemão se destaca com Audi (linha SR), BMW (M) e Mercedes-Benz (AMG).

No Brasil, chega a surpreender a relativa aceitação desses modelos, todos obviamente bem mais caros que os convencionais. 

Caso à parte e único é o dos AMG, que representam 4% de todas as vendas dos Mercedes-Benz no Brasil e no resto do mundo, apenas 2%.

Fundada em 1967 por dois ex-funcionários da fábrica e adquirida pela empresa alemã em 2005, a AMG prosperou. 

Instalada em Affalterbach, cercanias de Stuttgart, cidade sede da Mercedes-Benz, a antiga preparadora de modelos de série para competição hoje tem 800 colaboradores.

Com o lançamento do novo Classe A, aceitou o desafio de incursionar na seara dos motores de quatro cilindros, que se juntaram aos V-6, V-8 e V-12. 

E não brincou em serviço: o 2-litros turbo entrega nada menos de 360 cv e 45,8 kgf∙m de torque. Trata-se da maior potência específica (180 cv/litro) alcançada por um motor quatro-cilindros feito em série, hoje, no mundo.

A versão hatch chega agora ao Brasil, na faixa dos R$ 260.000. Em meados de 2014 será a vez do sedã CLA 45 AMG, bem perto dos R$ 300.000. 

Foi possível avaliar o mais recente produto da grife, depois de visita às suas instalações na pequena cidade de apenas 4.600 habitantes, em meio a um grande descampado.

Apesar das especificações técnicas impressionantes, o carro prima pela relativa discrição. Claro, é fácil identificá-lo por qualquer ângulo: grade dianteira com frisos duplos cromados, duas amplas aberturas sob os conjuntos óticos, spoiler discreto, saias laterais, rodas pintadas de preto a expor enormes discos de freio (13,8 pol. frontais e 13 pol. traseiros) ventilados/perfurados (pinças em vermelho), saídas de ar nos extremos do para-choque traseiro e ponteiras duplas de escapamento. 

Pneus são largos, de perfil baixo (235/40, aro de 18 pol.) e carcaças dos espelhos, em plástico/fibra de carbono. Nada de defletores ou aerofólios exagerados para conspurcar suas linhas.


Por dentro, além do acabamento de primeiro nível e bancos do tipo concha mais leves, garante toque esportivo por meio de fina costura na cor vermelha sobre o couro dos bancos, apoio de braços central, laterais e de ponta a ponta do painel frontal. 

Curiosamente, utiliza chave de ignição convencional (sem botão de partida) e alavanca seletora do câmbio no console de túnel (na coluna de direção, CLA comum). 

Atrás, sem mudanças, mas pelo formato do teto passageiro com mais de 1,80 m pode raspar a cabeça na forração.

Mecânica refinada: novos braços de suspensões, estas rebaixadas em mais de um centímetro (traseira com subchassi); barras estabilizadoras mais grossas; tração permanente nas quatro rodas de alta eficiência; câmbio automatizado de duas embreagens e sete marchas; sem falar no turbocompressor de dupla voluta e inter-resfriador para motor e câmbio.


Primeira impressão
Banco abraça de verdade o corpo, volante de base reta e pegada perfeita, pedais revestidos de alumínio e sem muitos botões na cabine para atrapalhar. 

É o esperado para arrancar tudo que o CLA 45 AMG dá direito. Pena o dia chuvoso ter atrapalhado a liberação plena de suas virtudes. 

Ainda assim, acelera como gente grande (0 a 100 km/h em estonteantes 4,6 s, dado de fábrica). Mantém sublime atitude em curvas (levíssimo e confiável subesterço), freios que respondem de forma eficiente e progressiva, além de direção precisa e comunicável. Nada de surpresas ao guiar, pois em um automóvel desse desempenho seria perigosamente desagradável.

Para quem sabe de fato o que está fazendo, é possível desligar o controle eletrônico de trajetória que perdoa os excessos e ajuda muito. Mas, volta automaticamente a atuar ao primeiro toque no pedal de freio. 

Em condições normais de uso o carro é suave para dirigir, próximo a um sedã compacto tradicional.

No entanto, ao selecionar a posição “S” no console, tudo se transforma. Nas trocas de marchas, que podem ser feitas a até bastante expressivas (para um motor turbo) 6.700 rpm, há o comemorado estampido no escapamento. 

Em reduções, ocorre aceleração interina antes do engate da marcha inferior. Hastes atrás do volante são ideais para comandar o câmbio e, no limite eletrônico de rotações, o motorista é que decide o momento de selecionar a relação seguinte.

Estava disponível, no carro avaliado, a configuração opcional de suspensão esportiva. Para uso no Brasil, ocupantes precisariam ter rins em ordem tal seu grau de dureza. 

Mesmo nas excelentes estradas alemãs, os solavancos e vibrações são fortes demais. Certamente, ideal para quem deseja dar voltas em autódromos e explorar seus dotes naturais ou assimilados. 

Na Alemanha, circuitos como os de Nürburgring oferecem essa possibilidade a preço módico. 

Para arrematar, a AMG oferece um sistema de escapamento para quem se incomoda com o ronronar típico e limitado de um propulsor de quatro cilindros. Ah, também deixaram o sistema automático de desligar-ligar o motor no trânsito. Difícil é saber exatamente por quê...

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