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sexta-feira, 13 de março de 2015

AUDI SUPERA DE NOVO META DE VENDAS EM 2014, COM RECEITAS DE MAIS DE 50 BILHÕES DE EUROS. A MARCA CONTRATARÁ ESTE ANO MAIS 6 MIL TRABALHADORES


Com um novo recorde de entregas de mais de 1,74 milhões de automóveis, a Audi pela primeira vez aumentou suas receitas para mais de €53 bilhões, em 2014. 

O lucro operacional somou €5.15 bilhões e o retorno operacional sobre as vendas de 9,6% ficou acima da média da meta estratégica de oito a dez por cento. 

Após considerar o maior resultado financeiro, o lucro antes de impostos aumentou para aproximadamente €6 bilhões.

O retorno sobre as vendas antes de impostos foi de 11,1%. 


Até 2020, a Audi planeja expandir sua linha de produtos para 60 modelos. 

A marca investirá, portanto mais de €24 bilhões em novos produtos e tecnologias até 2019, e está continuamente expandindo sua rede global de produção. 

Globalmente, o Grupo Audi planeja recrutar mais de 6.000 novos funcionários em 2015, para fortalecer sua força de trabalho com especialistas, conforme ela avance na sua trajetória de crescimento estratégico. 

A empresa pretende entregar mais carros premium do que no ano anterior em 2015.

Durante a Conferência Anual de Imprensa realizada na sede da montadora, em Ingolstadt, a AUDI AG apresentou suas principais cifras para o ano financeiro de 2014 e uma perspectiva para 2015. 


O CEO da Audi, Rupert Stadler, declarou que, “Entregamos mais em 2014 do que o prometido. Após um início muito positivo de ano, pretendemos obter um novo recorde para vendas em 2015.” 

Este ano, a empresa irá começar o próximo estágio da sua iniciativa de novos modelos com o novo Audi Q7, o novo Audi R8 e a nova família Audi A4.

A Audi apresentou bons resultados em 2014, apesar de um ambiente de mercado heterogêneo e aumentou suas vendas unitárias em todas as regiões. 


A empresa de Ingolstadt estabeleceu novos recordes de entregas em um total de 50 países. 

Em termos globais, foram vendidos 1.741.129 automóveis da Audi para os seus clientes (2013: 1.575.480), representando um aumento de 10.5% (2013: 8,3%). 

A Audi, portanto superou significativamente sua meta original de vendas de 1.7 milhões de automóveis. 

O Grupo Audi aumentou suas receitas para €53.787 milhões (2013: €49.880 milhões): um crescimento de 7,8% se comparado com o ano anterior.

Apesar das altas despesas antecipadas para a expansão das estruturas de produção internacionais assim como para novo modelos e tecnologias – em particular para cumprir as cada vez mais estritas regulamentações para emissões de CO2 no mundo todo – o Grupo Audi aumentou seu lucro operacional em 2,4 % para €5.150 milhões (2013: €5.030 milhões). 


Ao mesmo tempo, a empresa investiu aproximadamente €4,5 bilhões em 2014, quase €1 bilhão a mais do que em 2013. 



O retorno operacional sobre as vendas foi de 9,6 % (2013: 10.1 %), ficando assim na parte acima da meta estratégica de oito a dez por cento.

As despesas do Grupo Audi com vendas aumentou a uma taxa inferior do que as receitas: mais 5.5% para €4.895 milhões (2013: €4.641 milhões), embora a empresa tenha entregue significativamente mais automóveis para seus clientes e fornecido às suas concessionárias inúmeros novo modelos.

O resultado financeiro de €841 milhões foi significativamente maior do que em 2013 (€293 milhões). 


Ele inclui a participação da Audi no lucro operacional do empreendimento conjunto chinês FAW-VW Automotive Company, que está consolidado no patrimônio líquido. 

De forma geral, o Grupo Audi aumentou seu lucro antes de impostos em cerca de 12,5% para €5.991 milhões (2013: €5.323 milhões). 

O retorno sobre as vendas antes de impostos melhorou de 10,7%, em 2013, para 11.1% no ano passado, provendo maiores indícios da lucratividade da empresa.

O Membro do Conselho Administrativo para Finanças, Axel Strotbek, declarou para aproximadamente 350 jornalistas em Ingolstadt: “Nossos principais resultados financeiros mostram que estamos nos preparando de forma sistemática para o futuro e ainda assim, operando de forma bastante lucrativa”
.

Apesar dos altos níveis de despesas antecipadas, a empresa obteve um retorno operacional sobre as vendas acima da média da meta, estipulada entre oito e dez por cento.

De janeiro a dezembro de 2014, a Audi investiu quase 25% mais do que no ano anterior, estabelecendo um novo recorde com uma quantia de mais de €4,5 bilhões. 


Até 2019, a empresa planeja investir um total de €24 bilhões. 



O foco será as inovações técnicas e novos modelos. 

Além disso, a fabricante de automóveis premium pretende expandir suas estruturas de produção no mundo todo. 



Mais uma vez, todos os investimentos deverão ser financiados a partir do fluxo de caixa das atividades operacionais.

“Tendo em vista o nosso iminente investimento recorde, manteremos nosso foco sistemático na eficiência, porque desejamos obter um fluxo de caixa líquido de mais de €2 bilhões em 2015,” declarou Strotbek. 


Apesar do maior investimento, o fluxo de caixa líquido de €3 bilhões em 2014 foi apenas ligeiramente inferior do que a cifra verificada no ano anterior, de €3,2 bilhões.

No dia 31 de dezembro de 2014, a liquidez do Grupo Audi somou €16,3 bilhões e foi assim €1,6 bilhões superior à cifra de €14,7 bilhões um ano antes.

Até 2020, a Audi pretende expandir sua linha de produtos dos 
atuais 52 para 60 modelos. 



Durante a Conferência Anual de Imprensa, o Membro do Conselho Administrativo para Tecnologia Ulrich Hackenberg explicou que, 

“Os novos modelos Audi Q7, Audi R8 e Audi A4 são os realces da nossa iniciativa para novos modelos em 2015.” 

A empresa continuará a emocionar seus clientes no mundo todo com tecnologias pioneiras e automóveis progressivos com o DNA esportivo da Audi.

No início deste ano, a Audi apresentou o novo Audi Q7 em Detroit; esse SUV é até 325 quilogramas mais leve do que o seu predecessor e cerca de 26% mais eficiente. 


O novo Audi Q7 e-tron quattro debutou durante o Salão do Automóvel de Genebra na semana passada. 

Ele é o primeiro híbrido conectado com um motor diesel e a transmissão quattro. 

Nos próximos anos, a Audi eletrificará sistematicamente as unidades de tração de todo o ser portfolio de modelos.

A Audi é pioneira em direção pilotada

A empresa tem demonstrado continuamente que domina completamente essas complexas tecnologias. 

Em outubro de 2014, um carro conceitual com direção pilotada, o Audi RS 7, deu uma volta na pista de corridas de Grand Prix em Hockenheim – sem motorista e a velocidades de até 240 km/h. 

No início de janeiro, a marca estabeleceu um novo recorde. Jornalistas viajaram aproximadamente 900 km do Vale do Silício, na Califórnia, até a Consumer Eletronics Show de Las Vegas em um Audi no modo de direção pilotada. 

O carro conceitual com direção pilotada, Audi A7 Sportback, apresentou um excepcional desempenho nesse teste de longa distância sob condições reais cotidianas. 

A Audi assim demonstrou mais uma vez que suas tecnologias de direção pilotada estão prontas para a produção em série.

As inovações se baseiam nas 
ideias dos funcionários.


A empresa, portanto fortaleceu suas equipes de especialistas nos campos de construção leve, conectividade e mobilidade elétrica mais uma vez no ano passado: “Recrutamos cerca de 4.500 novos funcionários na Alemanha,” disse Thomas Sigi, Membro do Conselho Administrativo para Recursos Humanos. 

“Com o know-how desses colaboradores, moldaremos a mobilidade do futuro e proveremos um novo ímpeto para a empresa.”

Enquanto isso, mais de 80.000 pessoas trabalham para o 
Grupo Audi no mundo todo. 



A empresa ampliou seu quadro em cerca de 5.732 funcionários em 2014. 

Durante a Conferência Anual de Imprensa, o Conselho Administrativo da Audi agradeceu todos os funcionários pelos seus grandes esforços e compromisso. 

Mais uma vez, a AUDI AG está permitindo que sua força de trabalho participe do sucesso da empresa no ano anterior.


Os funcionários nas unidades na Alemanha pagos de acordo com acordos de negociação coletiva receberão um bônus médio por participação nos lucros de €6.540.

Para fortalecer sua força de trabalho com pessoal qualificado conforme ela avance na sua trajetória de crescimento estratégico, a Audi continuará a recrutar em 2015. 


Apenas na Alemanha, a marca pretende acrescentar 4.000 novos funcionários ao seu quadro de colaboradores este ano; no mundo todo, mais de 6.000 novos funcionários incrementarão o lema da marca “Vorsprung durch Technik.”

A empresa planeja manter seu crescimento em 2015 e entregar significativamente mais automóveis do que em 2014. 



Um fator desafiador a esse respeito é que é difícil prever qual será o ambiente econômico em 2015. 

Ao mesmo tempo, a Audi possui crescentes despesas antecipadas para novas instalações de produção, tecnologias inovadoras e carros atraentes. 

Um outro fator é um aumento significativo na intensidade da concorrência em mercados chave e a mudança tecnológica na indústria automotiva em direção a sistemas de acionamento alternativos, em particular para cumprir as regulamentações para emissões de CO2 cada vez mais estritas no mundo todo.

Juntamente com o crescimento almejado em termos de vendas unitárias, as receitas do Grupo Audi também crescerão, dependendo das condições econômicas de forma geral. 


Mais uma vez, a empresa antecipa um retorno operacional sobre as vendas dentro do corredor da meta estratégica de oito a dez por cento.

Para apoiar a qualidade da sua estratégia de crescimento, a empresa tem ampliado há muitos anos sua eficiência e otimizado seus custos. 


A Audi também trabalha continuamente para melhorar a qualidade das suas receitas.

TMD/COBREQ LANÇA PASTILHAS DE FREIO PARA 170 MODELOS DE MOTOS


Em seu primeiro lançamento de 2015 para o segmento motociclístico, a TMD Friction colocou no mercado nacional de reposição pastilhas de freio Cobreq, dianteiras e traseiras, para os diversos anos de fabricação de 170 motos das marcas BMW, Aprilia, Ducati, Husqvarna, KTM, MV Augusta, Triumph, Honda, Suzuki, Dafra, Kawasaki e Yamaha.

São pastilhas com desempenho para atender motos de qualquer cilindrada, nacionais ou importadas, como a Kawasaki KX 80 ou a Suzuki GSX R600 1300 Hayabusa, passando, entre outras, por BMW S 1000 R, Aprilia RSV 1000 Mile, Ducati R 999, Husqvarna SM 450 R, KTM Duke 690, Honda CRB 1000 RR SP (foto), Dafra Next 250 e Yamaha YZ 125.

REFERÊNCIAS COBREQ DESTE LANÇAMENTO

Referência Cobreq N-1810 – pastilhas dianteiras: BMW 1000 R e RR.

Referência Cobreq N-1811 – pastilhas dianteiras: Aprilia RSV 1000 Mile, Mile Nera e Mile R; BMW G 450 SMR; Ducati 749 S, 749 R, Hypermotard 1000, Monster 999 S4 RS e S4R, R 999 e S 999; Husqvarna SM 450 R, 510 R. 610 ie, 630, STR 650 CRC e TE 630; KTM Duke 690, Duke R 690, SM 950, SMC 950 e 690, Super Duke 990, R 990, SuperMoto R 690, 990, T 990 e F4 1000 R; e MV Augusta F4 1000 R e Triumph 1050 Speed Triple.

Referência Cobreq N-1813 – pastilhas dianteiras: Aprilia RSV 1000 R Touno, RV4 1000, RSV4-R 1000 e S 1000 RR; BMW S1000 RR; Ducati 848 Evo, Desmosedici 990 RR, Diavel 1200, Diavel Strada 1200, Hypermotard 1100 e 1100 Evo, Monster 1200 S, Panigale 1199, R e S 1098 e 1198, Streetfighter S 848, S1098 e Superleggera 1199; Honda CRB 1000 RR SP e Duke R690; KTM RCB 1190, 1190 R, Superbike R, R Track, Super Duke R 1290 e SuperMoto R 990; MV Augusta Brutale 1090 RR, Brutale Corse 1090, F3 800, F4 1000 R, F4 1000 RR e F4 1078 RR; Suzuki GSX-R 1000 e GSX-R 1300, GSX-R 600 e 750; e Triumph 675 Daytona R. Triple.

Referência Cobreq 1819 – pastilhas dianteiras: Dafra Next 250 e Dafra Roadwin 250.

Referência Cobreq N-1828 – pastilhas dianteiras e traseiras: Suzuki 750 Trident; Triumph 750 Trident, 900 Tiger, 900 Trident, 900 Trophy, 900 Speed Triple, 1000 Trophy e 1200 Trophy.

Referência Cobreq N-1828 – pastilhas dianteiras: Yamaha TT-R 230, WR 125, WR 250, YZ 125 e KTZ 750 Super Téneré; Kawasaki KX 80, KX 85 e KX 100.

Já as pastilhas traseiras são para 78 modelos de motos das marcas Dafra, Honda, Kawasaki, Suzuki, Triumph e Yamaha em diversos anos de produção, identificadas pelas referências Cobreq N-1820, N-1824, N-1826 e N-1828.

TMD/COBREQ COM PASTILHAS DE FREIO PARA TODOS OS MODELOS DA SAVEIRO 2015


Com a referência Cobreq N-286, a TMD Friction do Brasil colocou no mercado nacional de reposição pastilhas de freio dianteiro para os sete modelos 2015 da picape Volkswagen Saveiro: Cross Cabine Dupla 1.6L, Cross CE 1.6L, Highline CD cabine dupla l.6L, Starline CS 1.6L, Trendline CE cabine dupla 1.6L, Trendiline CS 1.6L e Trendiline CE 1.6L.

Assim como nos demais produtos já no mercado e com a mesma qualidade dos itens originais fornecidos à indústria automobilística nacional, para este lançamento as pastilhas Cobreq passaram por intensos testes de campo e de laboratório, sob temperaturas extremas, variadas velocidades de uso e, ainda, diversas condições de carga.

RENAULT INAUGURA O MÊS DE ABRIL ALTERANDO COMANDO NA AMÉRICA DO SUL


A partir de 1º de abril de 2015, Olivier Murguet é nomeado vice-presidente Sênior e presidente do Conselho da Região Américas, em substituição a Denis Barbier.

Olivier Murguet passa a ser membro do Comitê de Direção da Renault, reportando-se a Jérôme Stoll, diretor-executivo de Competitividade e vice-presidente Executivo de Vendas & Marketing.

A partir de 1º de abril de 2015, Denis Barbier é nomeado vice-presidente Sênior e vice-presidente Executivo Adjunto da Qualidade e Satisfação Total do Cliente.

Denis Barbier é membro do Comitê de Direção da Renault e se reporta a Christian Vandenhende, vice-presidente Executivo da Qualidade & Satisfação Total do Cliente.

Nascido em 10 de abril de 1959, Denis Barbier formou-se pela Faculdade de Engenharia de Belfort e pela Escola Superior de Soldagem e suas Aplicações. 

Ingressou na Renault, em 1984, no Departamento de Métodos de Carroceria e, de 1989 a 1995, ocupou diversas funções nas fábricas de Flins e Douai, na França. 

Em 1998, foi transferido para o projeto Rússia, em Moscou, como diretor Industrial da Avtoframos. De 1999 a 2005, foi diretor da fábrica de Flins.

Foi nomeado diretor de Performance Industrial, em meados de 2005 e, em 1º de abril de 2008, foi nomeado vice-presidente de Manufatura das Fábricas de Montagem. Tornou-se Vice-Presidente Sênior, presidente do Conselho da Região Américas e membro do Comitê de Direção da Renault (CDR) em novembro de 2009.

Nascido em 7 de março de 1966, Olivier Murguet formou-se pela Escola Superior de Comércio de Paris e pela London Business School. Ingressou na Renault em 1990, na Divisão de Controladoria da Renault Portuguesa e, posteriormente, ocupou diferentes funções gerenciais na área Comercial, na França. Em 1996, foi nomeado Diretor de Vendas da Renault do Brasil e, em 2001, tornou-se Diretor de Vendas e Rede na França.

Olivier Murguet foi nomeado Diretor Geral da Renault PoMudanças no comando da Renault
A partir de 1º de abril de 2015, Olivier Murguet é nomeado Vice-Presidente Sênior e Presidente do Conselho da Região Américas, em substituição a Denis Barbier. 

Olivier Murguet passa a ser membro do Comitê de Direção da Renault, reportando-se a Jérôme Stoll, Diretor Executivo de Competitividade e Vice-Presidente Executivo de Vendas & Marketing. 

A partir de 1º de abril de 2015, Denis Barbier é nomeado Vice-Presidente Sênior e Vice-Presidente Executivo Adjunto da Qualidade e Satisfação Total do Cliente. 

Denis Barbier é membro do Comitê de Direção da Renault e se reporta a Christian Vandenhende, Vice-Presidente Executivo da Qualidade & Satisfação Total do Cliente.  

Nascido em 10 de abril de 1959, Denis Barbier formou-se pela Faculdade de Engenharia de Belfort e pela Escola Superior de Soldagem e suas Aplicações. Ingressou na Renault em 1984, no Departamento de Métodos de Carroceria e, de 1989 a 1995, ocupou diversas funções nas fábricas de Flins e Douai, na França. Em 1998, foi transferido para o projeto Rússia, em Moscou, como Diretor Industrial da Avtoframos. De 1999 a 2005, foi Diretor da fábrica de Flins.

Foi nomeado Diretor de Performance Industrial em meados de 2005 e, em 1º de abril de 2008, foi nomeado Vice-Presidente de Manufatura das Fábricas de Montagem. Tornou-se Vice-Presidente Sênior, Presidente do Conselho da Região Américas e membro do Comitê de Direção da Renault (CDR) em novembro de 2009. 

Nascido em 7 de março de 1966, Olivier Murguet formou-se pela Escola Superior de Comércio de Paris e pela London Business School. 

Ingressou na Renault, em 1990, na Divisão de Controladoria da Renault Portuguesa e, posteriormente, ocupou diferentes funções gerenciais na área Comercial, na França.  

Em 1996, foi nomeado Diretor de Vendas da Renault do Brasil e, em 2001, tornou-se Diretor de Vendas e Rede na França. 

Olivier Murguet foi nomeado diretor-geral da Renault Polônia em 2004 e, em 2008, diretor-geral da Renault México. 

Em 2010, foi nomeado diretor Comercial da Região Américas.

Desde 2012, é presidente da Renault do Brasil. lônia em 2004 e, em 2008, diretor-geral da Renault México. 

Em 2010, foi nomeado diretor Comercial da Região Américas.

Desde 2012, é Presidente da Renault do Brasil.

NISSAN APRIMORA NOS SEUS CARROS ELÉTRICOS. NUMA PARCERIA COM A ESPANHOLA ENDESA, A TECNOLOGIA DAS BATERIAS QUE PODE PASSAR A SER CARREGADAS E DESCARREGADAS, DE ACORDO COM OS INTERESSES DO PROPRIETÁRIO, ISSO PORQUE MUITAS VEZES OS CARROS FICAM PARADOS MUITO TEMPO E A ENERGIA DAS BATERIAS PODERÁ SER USADA EM OUTROS FINS, PRINCIPALMENTE DURANTE A NOITE.


Madri, Espanha – A Nissan e a Endesa, empresa espanhola, que atua na distribuição de gás natural e na geração e distribuição de energia elétrica, oficializaram um acordo para a comercialização do revolucionário sistema de gestão de rede de energia elétrica V2G, que permite que os proprietários dos modelos Nissan e-NV200e LEAF possam vender a energia das baterias dos veículos de volta à rede de distribuição. 

O sistema foi preparado para melhorar a flexibilidade da rede de eletricidade e também aumentar a utilização de energias renováveis.

O novo sistema permite o gerenciamento mais inteligente da energia por meio de um carregador bidirecional, que pode carregar e descarregar a bateria dos carros da Nissan de acordo com a demanda. 

A unidade do V2G pode ser alimentada a partir do fornecimento normal de energia elétrica e de painéis solares ou turbinas eólicas instaladas na propriedade do usuário do veículo.


Graças ao novo sistema, um condutor de um modelo 100% elétrico, como o Nissan LEAF ou e-NV200, este último produzido na fábrica da marca em Barcelona, será capaz, por exemplo, de recarregar seu veículo durante os períodos de baixa demanda, nos quais as tarifas de energia elétrica são mais baratas, e depois vender de volta à rede durante os períodos de pico a um preço mais elevado.

As duas empresas vão trabalhar juntas para tornar comercialmente viável a tecnologia. 

"A Nissan irá cooperar com a Endesa para aumentar ainda mais o apelo dos veículos 100% elétricos na Espanha e em outros países, adicionando ainda mais benefícios aos proprietários. A capacidade de vender energia à rede significará uma vantagem extra aos nossos clientes, que é ganhar dinheiro vendendo a energia. Além disso, ele já economiza ao usar um carro que dispensa o abastecimento com combustível fóssil. A nova tecnologia V2G significa que os elétricos podem ajudar a tornar a oferta de energia elétrica mais inteligente e sustentável", afirma Marco Toro, diretor da Nissan Ibérica.

Os veículos elétricos têm capacidade para armazenar entre 10 e 100 kWh de energia elétrica e, muitas vezes, ficam muito tempo estacionados. 

Sistemas como o V2G podem ter papel central na transformação dos sistemas de energia. 

"Graças a esta tecnologia os veículos elétricos passarão a fazer parte do sistema elétrico, introduzindo uma nova capacidade de armazenamento e demonstrando que a energia contida em um veículo elétrico pode ser usada para outros fins além da mobilidade", diz José Bogas, diretor-presidente da Endesa.


Como a eletricidade é tradicionalmente impossível de se armazenar em larga escala, muito do que é produzido pode se perder caso não haja demanda naquele momento. 

A energia gerada a partir dos parques eólicos, especialmente à noite, por exemplo, nem sempre é necessária para a rede. 

Com a adoção do sistema V2G, a Nissan e a Endesa vão incentivar o uso desta energia durante a noite para equilibrar melhor a rede e aumentar a adoção de energias renováveis.

A gestão de energia é uma das partes mais importantes do desenvolvimento de cidades inteligentes em todo o mundo, com a melhor otimização da produção, distribuição e uso entre produtores e consumidores. 

O acordo da Nissan com a Endesa inclui outras áreas de ação conjunta, como o estudo da possível reutilização de baterias dos veículos elétricos para que, no fim da vida, ela possa continuar a ser utilizada em situações menos intensivas e a concepção e avaliação de ofertas inovadoras de pacotes de energia e mobilidade elétrica, tanto para o segmento residencial (B2C) quanto empresarial (B2B).

HONDA APOSTA NO SEU NOVO HR-V PARA PASSAR A LIDERAR O SEGMENTO DOS JIPES E FEZ COM QUE AS CONCORRENTES DO RAMO DE SUVS FIZESSEM ALTERAÇÕES IMPORTANTES NOS SEUS MODELOS. O JAPONÊS CUSTA DE R$ 69.900 (LX MECÂNICO) E R$ 88.700 (EXL CVT). ENTRETANTO, O ECOSPORT VENDEU MAIS OITO MIL QUE O DUSTER, EM 2014. E A MINI JÁ TEM À VENDA O NOVO MINI DE CINCO PORTAS, QUE CUSTARÁ MAIS DE R$ 100 MIL


Coluna nº 1.115 - 13 de Março de 2015
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Honda HR-V, nada de jipinho

Honda ganhou a surda corrida travada com Fiat, Renault, Ford e Peugeot para apresentar novidade no segmentos dos sport activity vehicles – estes erroneamente chamados jipinhos. 

É o tipo da moda, com vendas crescentes e concorrentes em erupção. 

O solitário EcoSport encontrou o Renault Duster para dividir vendas. Isto motivou outras marcas a criar produtos para entrar na disputa. 

A Jeep fez o Renegade, com maior aptidão de valentia, motor diesel, câmbio de oito marchas nas versões de topo. 

Ford mudará motorização do EcoSport; 

Na Renault pequenos ajustes estéticos frontais, trato interno em qualidade e melhor ajuste dos painéis de plástico no Duster. 

Peugeot criou conceito misto de monovolume com crossover chamando-o 2008. Maio.

Na frente
O HR-V, significando Hi-rider Revolutionary Vehicle chamar-se-ia Tsuya ou Vezel, seu nome europeu. 

A sigla retorna de produto assemelhado, vendido apenas no Japão e na Europa entre 1999 e 2006. 

Não tem a pretensão de parecer jipinho – nome a exibir o desconhecimento de quem o emprega -, como alguns dos frequentadores do mercado intentam sugerir disposição e capacidades inexistentes. 

Muito pelo contrário, assume ser cruzamento de utilitário esportivo com habitáculo, comportamento e linhas traseiras fluidas de coupé. 

A Honda escapou da pretensão e fez um quatro portas, com jeito e andadura de coupé, optando por refiná-lo, por incluir equipamentos ora inexistentes nos concorrentes, como o freio de mão eletrônico acionado quando o HR-V para, o mecanismo para detê-lo em subida, dando tempo ao motorista de acelerar sem trancos. 

É formula de agrado ao uso e ao visual.

A base é a plataforma do Honda City com intervenções de reforço, colocação de nova suspensão traseira específica e, como a Coluna informou em antecipação, o motor 1.8 do Civic produzindo 140 cv. 

Transmissão mecânica de seis velocidades – apenas na versão de entrada – e outra CVT, de polias variáveis. 

Freios a disco nas quatro rodas.

A ideia dos designers foi dar atmosfera de qualidade, perceptível na decoração, no padrão dos materiais, na harmonia de linhas. 

O console central, presente em todas as versões bem pontua a pretensão de oferecer sensação de habitabilidade. 

O isolamento termo acústico dá sensação de automóvel de categoria superior, e a Honda conseguiu levar ao HR-V as mágicas dos arranjos internos do Fit. 

O revestimento do porta malas será argumento de vendas contra o EcoSport, atual líder, descompromissado nesta área, e a incrível capacidade de nivelar todos os bancos, transformando-se em carregador de 1 metro cúbico de bagagem será argumento de sensibilização feminina. Um bom foco. 

Mulheres hoje consomem ou definem a compra em 70% dos casos.

No uso é agradável. 
Direção precisa, estável, motor perdeu as vibrações e a aspereza encontrada no Civic, é disposto e vai aos 6.500 rpm sem questionamento. Freios ótimos. 

Mulheres e homens dissociados da operação motora gostarão muito. 

O restante, os trocadores de marcha, os usuários de freio motor em carros de transmissão automática, nem tanto. 

Motores tocando o câmbio CVT não sobem de giro a cada marcha.

Ao contrário, têm lá suas rotações e comandam o câmbio, trocando marchas sucessivas, como se fosse uma usina independente. 

A ausência das alavanquinhas de trocar marchas – pedantemente chamadas Paddle Shift ... – acentua a carência. 

Não se reduz pela alavanca da transmissão CVT, exceto para a marcha L, equivalente e reduzida como uma primeira de câmbio mecânico. Só a versão de topo tem tais aletas.

Entretanto estes consumidores são poucos e cada vez mais raros neste universo de consumo e pela nova óptica sobre os automóveis. 

Carro de hoje está sendo induzido a ser tablet sobre rodas.


Quantos R$
LX mecânico
69.900
LX CVT
 75.400
EX CVT
80.400
EXL CVT
88.700



E?
Venderá bem. Sérgio Bessa, diretor Comercial, crê em 50 mil unidades em 2015. Número grande. 

Exercício passado o EcoSport vendeu 53 mil contra 47 mil Duster. 

Vender mesmo número em nove meses de ano mostrando retração de Honda projeta versão de entrada apenas 1% do total; mesma LX e transmissão CVT, 11%; EX, 42%: e EXL, líder, 46%. 

Após primeiros meses, haverá freada de arrumação e a versão EX deve assumir a liderança.

Conversei com ágil revendedor. Estava feliz com os preços, sorridente como um gato de desenho animado. Permiti-me interpretar sobre preços nos primeiros meses. 

Honda HR-V. Não é jipinho para enganar-mãe-de-moça


Mini com 5 portas
BMW dispõe à venda o novo Mini cinco portas, conformação nunca vista nas quase seis décadas de existência deste produto. 

Diz a fabricante, o ganho 7,2 cm na distância entre eixos e 16,1 cm em comprimento deu espaço aos passageiros do banco posterior, sem perder a característica de comportamento reativo como a de um kart. 

Versão implementou a segurança e a conectividade.

Maior novidade desta opção é ser uma espécie de avant-première, pois, será montada no Brasil, quando a grande oficina de montagem implantada pela BMW em Araquari, SC, se transformar em fábrica. 

Mesmo critério de antecipação vale para o motor de três cilindros, 1,5 litro, turbo, 136 cv de potência. 

Versão Cooper S emprega o conhecido quatro cilindros, 2,0 litros, turbinado, gerando 192 cv – é a evolução do motor EtorQ 1.6 produzido pela Fiat, no Paraná. 

Ambos quatro válvulas por cilindro, injeção direta, comando de válvulas variável.

Transmissão automatizada com seis velocidades, e o sistema Auto Start/Stop, cortando o motor nas paradas para deter consumo e emissões.

Em segurança, além das obrigatórias bolsas de ar frontais, também as há nas laterais e de cortina, cintos de três pontas e Isofix para cadeirinha infantil no banco traseiro.

Na atual moda de conectividade, sistema apto ao acesso a redes sociais e recursos de entretenimento. 

A versão superior Cooper S porta head up display, - em língua pátria a projeção de informações no parabrisas à frente do motorista.


Quantos R$
Cooper S
105.950
Cooper S Exclusive
122.500
Cooper S Top
139.950


Promotor de vendas
O Mini chega à festa na quinzena das novidades em SUV e SAV, para disputar o mesmo público dos carros-griffe. 

Não cumprem apenas a função de transporte, mas a de oferecer um carimbo de charme a seus usuários. 

São carros de nicho, charme sobre rodas. 

Nesta beirada, dividirá mercado com outras novidades, as versões de preço superior de Honda HR-V, apresentado nesta semana, e Jeep Renegade, a ser mostrado em 15 dias, ambos com as versões superiores a preço menor ao da versão de entrada do Mini 5 portas. 

Mini 5 portas. Charme em medida maior


Roda-a-Roda

Proteção – Um dos maiores mercados mundiais para automóveis blindados, Brasil inicia vender o Mercedes 250 turbo Avantgarde VR4, blindado de fábrica.  

Projeto desenvolvido especialmente, a blindagem é agregada ao 250 na linha de montagem, e suspensão, direção e freios são dimensionados ao veículo, mais pesado pelas adições do material de proteção.

Conjunto – Motor 2.0, 16 válvulas, injeção direta, turbo, faz 211 cv, torque em torno de 30 quilos, vai de 0 a 100 k/h em 8,9s, final de 240 km/h, cortada eletronicamente. 

VR4 indica nível de blindagem, resistente a armas portáteis como Magnum 44. 

Pesa 2.610 kg, quase 1t superior ao não blindado. 

Venda pela rede Mercedes, garantia de 2 anos, R$ 339.900.

Mercedes blindado de fábrica


Negócio – DPCA, joint-venture entre francesa PSA Peugeot Citroën, e chinesa Donfeng, iniciou fazer o sedã médio Fengshen L60, desenvolvido com apoio técnico da PSA. 

China é aposta francesa para internacionalizar, recuperar fluxo de caixa e lucros.

Questão – Chery encomenda montagem parcial de alguns de seus produtos no Uruguai, entre eles Tiggo e Face.

Vende-os no pequeno mercado interno, à Argentina e ao Brasil. 

Travas baixadas pelo governo argentino para não gastar dólares, impõem dificuldades – como carros barrados na fronteira desde dezembro - e, por isto, a montadora Oferol parou a linha de produção dos Chery.

Furca – Questão posta é: se mantiver a produção a Chery pagará pelos carros não vendidos e estocados? A Chery bancará os estoques? 

Ou mudará o projeto industrial no Brasil, aumentando o índice de nacionalização para fazê-los aqui?

Dúvida deve ser incômoda. Consultada, a Chery manteve-se muda.

De novo – Volkswagen apresentará versão Dark Edition do picape Amarok.

Pedindo reformulação, tal edição é apelo às vendas. 

Primeiro do tipo foi apresentado no Salão de Frankfurt, 2013, e bisado no de Genebra, dias passados. 

Marca-se por arco de proteção, para choques traseiros, poleiros laterais, espelhos e maçanetas em cor preta escura. 

Usualmente o faz em contadas 300 unidades. Não deve ser o caso. 

Caminho
– Listadas as vendas de fevereiro e do primeiro bimestre, houve contração de 2,8%, comparados os números de janeiro. 

Em relação a 2014, encolheu 28,9% - quase um terço. 

Mês curto, Carnaval, inflação, e receio quanto ao desgoverno do Governo atrapalharam.

Difícil – Se o mercado para produtos domésticos caiu 2,8% entre janeiro e fevereiro, no caso dos importados o quadro econômico é cinza escuro. 

No mesmo período vendas decresceram 22,9%. No comparativo de bimestre com o ano passado, quedas em 32,5%.

Resultado - Barrar os importados pelo simplório levar o imposto alfandegário ao teto e pelo acrescentar 30 pontos percentuais ao elevado IPI, tem sido a fórmula de dificultar presença no mercado brasileiro, evitando a construtiva comparação com os nacionais. 

Bom para fabricantes locais, péssimo para o País. 

A acomodação deixa os nacionais não competitivos e não exportáveis.

Decolagem – Audi comemora crescimento no bimestre e 10% em relação ao mesmo período em 2014. 

Crê no crescimento do bloco Premium, onde quer liderar.

Bom senso – México foi generoso com o Brasil firmando novo acordo comercial a vigir por quatro anos. 

Nele cada país poderá importar até US$ 1,56 bilhões/ano sem imposto de importação. 

O montante se elevará em 3% em 2016, e prevê livre comércio em 2019.

Gatilho – Volkswagen foi rápida. Sacramentado o acordo anunciou investir no México para fazer o Tiguan sete lugares – sobre plataforma MQB do novo Golf. 

Quer baixar preço para vender mais no Brasil. Hoje traz da Alemanha.

Mão inversa – Mais de 20 anos de operação morna no Brasil, representante da ótima japonesa Subaru percebeu o quanto a marca é querida e admirada por seus proprietários. 

Daí mudou a linha publicitária para absorver opiniões, histórias, através de Conselho Consultivo formado por 15 clientes. 

Quer reunir e ouvir as sugestões de quem está na lida com a marca.

Novidade – Uruguai já licencia veículos com a nova placa Mercosul, padrão aos veículos entre os países membros, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. 

Brasileira terá quatro dígitos numerais e três letras, vigindo, a partir de 2016, para emplacamentos novos, opcional aos usados.

Sinergia – Shell e BMW acordaram sobre os carros da Série M, de maior performance, e os de competição de sua divisão Motorsport na temporada DTM
e USCC. 

Série M utilizará óleos lubrificantes Shell Ultra, e os de competição a gasolina V-Power – diferente da fornecida no Brasil pela ausência do álcool.

Beleza – Fiat aproveitou a descoberta nacional da bem recortada plástica da atriz Paolla de Oliveira, sagrada pela minissérie "Felizes Para Sempre", recém exibida pela Rede Globo, e contratou a moça. 

Apresentará campanha de vendas baseada nos 13 anos de liderança da marca. 

Fará graça oferecendo parcelas reduzidas a R$ 13 nos meses de maior aperto do financiado.

Atriz Paolla Oliveira vende Fiats


Corrida – Rede Jeep, em implantação, corre para operar no dia 4 de abril, o 4x4, início da comercialização do Renegade, volta da Jeep ao Brasil.

 Algumas estão perdendo a corrida para o prazo.

Mais – PPG amplia recente planta industrial em Sumaré, SP, para produzir resinas a ser aplicadas em tintas industriais e automotivas.

Luz – Alemã Osram incrementou suas lâmpadas Super Branca, em até 20% mais luz ante as anteriores. 

Chama-as Cool Blue Intense. Entre R$ 55 e R$ 210.

Costura – Passo de cuidado social, fábrica VW em São José dos Pinhais, PR, mantém projeto Costurando o Futuro, de reaproveitamento de tecidos utilizados na produção. 

90 moradoras de comunidades vizinhas aprenderam corte e costura e aulas de empreendedorismo para criar negócio próprio. 

Em cinco anos aproveitaram e transformaram 72 toneladas de tecidos.

Memória – High Speed TV iniciou o programa Old Races, com corridas clássicas do passado, seus veículos e pilotos. 

À frente, Pedro Rodrigo, João Vasconcelos e Alexandre Röschel. 

No ar, às segundas feiras: https://www.youtube.com/watch?v=zIpAc32afRs

Moto
– Austríaca agora montada pela Dafra, a 1.190 KTM Adventure tem motor V2 produzindo 148 cv e apenas 217 kg. 

Chassi tubular, acelerador eletrônico, suspensões de alto curso, freios Brembo a disco nas duas rodas. R$ 79.900.

KTM, preço de automóvel

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quinta-feira, 12 de março de 2015

O SALÃO DO AUTOMÓVEL DE GENEBRA QUE SE ENCERRA NO PRÓXIMO DOMINGO TEM UMA CARACTERÍSTICA PECULIAR "REVELAR, SEM MOSTRAR TUDO", MAS DESTACA MUITO BEM OS HÍBRIDOS INCENTIVANDO SEU CRESCIMENTO NO MUNDO, MAS DOIS CARROS CHAMAM A ATENÇÃO, O HONDA CIVIC TYPE R DE 310 CV E O FORD FOCUS RS DE 320 CV. E O TUCSON NOVO QUE SUBSTITUIRÁ O ix35, TAMBÉM SURGIU NO SALÃO. ENTRETANTO, NO BRASIL AS VENDAS TOMAM UM TOMBO DE 23% NESTE BIMESTRE. MAU SINAL!



Alta Roda

Nº 827 — 10/3/15
Fernando Calmon



REVELAR, SEM MOSTRAR TUDO



Clima de recuperação econômica na Europa, ainda que bem modesta, reflete-se no Salão do Automóvel de Genebra que continua até o próximo domingo. 

Não há um grande destaque, enquanto o público volta a crescer. 

Os supercarros se exibem sem pudor, mas mesmo nessa categoria o avanço dos híbridos fica evidente. 

Inclusive no Honda NSX (inspirado nos conceitos de Ayrton Senna) que dispõe de dois motores elétricos dianteiros e um traseiro e ainda não tem data de estreia. Certamente chegará ao Brasil mesmo com dólar alto.

Ferrari também aprofunda sua opção pelo turbocompressor no novo 488 GTB (substituto do 458 Italia) visando a baixar consumo e CO2. 

Afinal, concorrentes de preço mais baixo como a estreante segunda geração do Audi R8 (610 cv e 50 kg mais leve) sempre acabam beliscando alguns clientes e ninguém pode ficar parado. 

Enquanto Bugatti Veyron se despede do mercado com a versão La Finale, Bentley EXP 10 Speed 6 mostra o caminho dos cupês de dois lugares da marca inglesa do Grupo VW. 

Esta por sua vez exibe o sucessor do CC (cupê de quatro portas) que batizou de Sport Coupé. 

Ele se baseia na arquitetura superflexível MQB do Golf e também estará nos futuros Polo e Passat.

Nota-se que modelos médios-compactos com potência acima de 300 cv já voltam ao radar dos consumidores. 

Em Genebra, dois chamam atenção: Honda Civic Type R – turbo 2 L, 310 cv – e Ford Focus RS – turbo 2,3 L, 320 cv. 

Ambos têm tração integral com até 70% direcionada para as rodas traseiras, mas o Focus inova com a opção de controle de derrapagem conhecida como “drift” que atrai fãs ao redor do mundo.

Land Rover foi além de simplesmente reestilizar meia geração do Ranger Rover Evoque. 

Apresenta primeira versão conversível de um SUV, no caso o Evoque. 

Mercado é muito restrito, embora traga prestígio em países de alto poder aquisitivo e apreciadores ao máximo dos dias ensolarados. 

Grupo PSA Peugeot Citroën montou um estande separado pela primeira vez para sua marca de prestígio, reafirmando a independência da marca DS.

Renault, com o novo SUV médio-compacto Kadjar, tem ambições internacionais. 

Graças ao euro em forte queda (melhora a competitividade da Eurozona, inclusive da Itália) sua exportação ao Brasil passa a ser viável. 

Duster com leves retoques visuais antecipa em Genebra a versão nacional 2016, no fim deste mês.

Compacto Sway, ainda em forma de carro-conceito, demonstra que a Nissan vira a página em termos de estilo. 

Modelos de baixo apelo visual, como foram Tiida e Livina, não se repetirão. 

No seu estande, portanto, está o futuro Micra (aqui, March, lá para 2017). 

Basta retirar alguns rasgos de ousadia que sempre aparecem para revelar sem mostrar tudo e não entregar cedo demais as linhas definitivas.

Tucson novo, aliás cada vez mais marcante em estilo, sucede o atual ix35 e o nome poderá ser aquele em todo o mundo. 

Grupo Hyundai-CAOA tratou logo de desmentir sua chegada ou fabricação em Anápolis (GO). 

No entanto, condições de concorrência no Brasil são cada vez mais duras e veículos defasados tendem a diminuir de importância, apesar do fator preço.

BMW Série 1 também evoluiu em estilo e quando for produzido aqui, no segundo semestre, vai agradar bastante.




RODA VIVA



TOMBO, realmente, forte nas vendas de fevereiro: primeiro bimestre 23% inferior ao mesmo período de 2014. 

Estoques, pelo novo critério da Anfavea que calcula o número de dias dentro de realidade ampliada, atingiu 50 dias. 

Significa mais de 40% acima do considerado normal (35 dias). 

Em março, a entidade vai rever para baixo previsões para 2015.

PARTE desses números bem negativos deve-se ao Carnaval no início de fevereiro (ano passado, em março). 

Se calculado em número de dias úteis, as vendas em fevereiro deste ano foram piores 14% contra 2014 e não 28% quando se compara diretamente mês a mês. 

Preocupa ainda o nível de emprego 10% menor em relação a fevereiro de 2014.

ALGUMAS regiões do interior de São Paulo começarão a revelar primeiras concessionárias, digamos, “geminadas” do Grupo PSA. 

Em certas cidades um só aglomerado assumirá vendas de Peugeot e Citroën, dependendo de qual marca prepondere. 

Embora oficinas sejam unificadas, salões de exposição continuarão completamente separados, mesmo um ao lado do outro.


LAND ROVER Discovery Sport, ainda importado nos próximos 18 meses, tem preço definido que será referência para modelo idêntico produzido em Itatiaia (RJ). 

Partirá de R$ 179.900, em abril, e ao longo do tempo sofrerá correções. 

SUVs tiveram pequena queda de participação no mercado total este ano, mas será revertida logo com lançamentos

ANTECIPAÇÕES de ano-modelo geram mais distorções. 

Um dos maiores imbróglios está no programa de etiquetagem de consumo de combustível: colabora para confundir o consumidor. 

No mesmo ano-calendário poderão ser vendidos veículos de três anos-modelo. 

Salvo identificação de “novo”, “new”, “plus”, todos terão a mesma etiqueta e os mesmos dados. Absurdo.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

O ESTALEIRO ITALIANO BENETTI VENDE SEU SÉTIMO SUPER IATE CLASSIC SUPREME 132, DE 40 METROS,


Viareggio, Março, 2015
- O sucesso comercial da Classic Supreme 132' da Benetti continua. O estaleiro italiano anunciou recentemente a venda do iate de N° 7 (casco BS007) - como sempre, o modelo líder na faixa de 40m - graças à colaboração com a internacionalmente reconhecida corretora Ocean Independence.

Benetti, o principal produtor mundial de iates de mais de 24 metros, por 15 anos consecutivos - com nove superiates vendidos no período de setembro de 2014 até hoje e com 45 unidades em construção -, continua a dar grandes saltos na comercialização graças à colaboração cada vez mais expressiva com principais corretores náuticos do mundo, que por sua vez têm o orgulho de representar a marca número um no mundo náutico.

Classic Supreme 132' é um iate de 40 m. Stefano Righini é o responsável pelo conceito e os exteriores, enquanto Alessandro Pulina da Pulina DNA junto ao escritório de design do estaleiro foram responsáveis pelos interiores.

Sobre a Benetti
Com a maior taxa de crescimento entre os fabricantes de mundos de super e megaiates, Benetti é um ícone de estilo atemporal e elegância italianos unidos com excelência.

Fundada em 1873, Benetti é o mais antigo estaleiro italiano de luxo.
Cada barco é único, construído de acordo com os desejos de seus proprietários.
Benetti projeta, desenvolve e comercializa duas linhas de produtos: Class - Displacement e Fast Displacement de 93-145 pés; e Custom - em aço e alumínio com mais de 45 metros de comprimento. 

Benetti tem instalações em Viareggio, Fano, Livorno e escritórios em Fort Lauderdale, Dubai e Hong Kong. 

Benetti faz parte do Gruppo Azimut | Benetti, o maior grupo de capital privado do mundo de iates de luxo.

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