Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 15 de maio de 2015

DIA DO AUTOMÓVEL NO BRASIL AO MESMO TEMPO EM QUE ACONTECEM FAMOSOS EVENTOS DE CARROS ANTIGOS.



Coluna nº 2015 - 15 de maio de 2015
_________________________________________________________________________


13 de maio, o Dia do Automóvel


É coincidência histórica comemorar no 13 de maio a abolição da escravatura e saber que a mesma data é oficialmente dedicada ao Dia do Automóvel. 

Na prática, duas efemérides dedicadas à liberdade. 

Humana e social, tentando apagar marca em nossa história, e de reconhecimento ao maior ícone do século passado, ferramenta concedendo ao homem poder então desconhecido, o da mobilidade. 

Desnecessário falar, foi também a maior enzima tecnológica do período.

A decisão é de 1926, pelo Decreto 24.224, e serviu para chancelar a inauguração da primeira estrada pavimentada do Brasil, ligando o denominado Pé da Serra, em Xerém, município de Duque de Caxias, à turística cidade de Petrópolis, ambos no Estado do Rio de Janeiro. 

O espírito era reconhecer a importância da via rodoviária, implementada pelos sócios e promoções do Automóvel Club do Brasil. 

A entidade privada reunia os adeptos do automobilismo em época na qual a posse e o usufruto do automóvel e seu significado de poder e status, elevavam socialmente seus proprietários.

À época, o Rio de Janeiro era capital da República, usina de modas, comportamentos e seus regulamentos legais. 

A frota dos mágicos veículos, capazes de unir as vantagens diferenciativas do poder, e as facilidades da locomoção, fomentaram a ideia. 

Petrópolis era, e ainda é, tratada como Cidade Imperial, pois Dom Pedro II lá tinha residência de verão, ou para lá se dirigia quando queria descanso do exercício do poder. 

Entretanto, dificilmente os cariocas se arriscavam a um fim de semana serrano. 

Era um desafio superar os caminhos da baixada fluminense, e mais ainda se aventurar pela estrada carroçável, seus atoleiros, as escorregadias lages de pedra, instando os cariocas de bolso saudável a uma curiosidade modal: iam em automóvel até a estação ferroviária Pedro II, colocavam-no sobre uma plataforma, compravam passagens para o vagão Pullman, o mais confortável, e subiam a serra em trem da Estrada de Ferro Leopoldina.

Os sócios do Automóvel Club, com interesse em mostrar sua diferença social e utilizar seus veículos, tomaram a iniciativa.

A estrada exigiu pontes e obras de arte, de modo a permitir a viagem. 

Seu revestimento é em placas de concreto, então de execução relativamente ao macadame. Um e outro eram importados.

Em 1934, durante as comemorações de entidade de rodoviarismo, Getúlio Vargas, em tempo de ditador, aproveitou a ocasião e agregou à data outra comemoração, o festejar da estrada de rodagem. 

Esta parte perdeu-se no tempo, com construções de baixa qualidade e elevado preço. 

E a do automóvel, agora transformado em commodity, a caminho de se tornar insosso equipamento eletrônico com quatro rodas, segue o caminho da falta de orgulho e do esquecimento.


Rio-Petrópolis, construção pelos sócios do Automóvel Clube


Villa D’Este, refinado 
encontro de automóveis antigos
Não é espetaculoso como os conhecidos eventos norte-americanos para automóveis antigos – Pebble Beach, Amelia Island, Hershey ou Carlisle -, nem segue o caminho do parisiense Rétromobile, da extensa Essen, na Alemanha, da insuspeitadamente atrativa Feira de Pádua, na Itália. 

Mas é aula de elegância em cenário, refinamento em presença e unidades expostas. 

É o Concorso d ‘Eleganza Villa d’Este, realizado no famoso hotel homônimo, Lago de Como, Itália. 86ª edição, de sexta, 22 a domingo 24.

Tema, veículos da década de ’70, decênio assinalador de grandes mudanças sociais e seus reflexos na engenharia automotiva, gerando os conceitos ainda seguidos. 

Pós-Guerra, os automóveis se democratizaram, perderam o charme construtivo e, mais recentemente, sofreram processo de pasteurização, com engenharia e projeto comandados por contadores e economistas, um pessoal pró lucro e anti carro. Por isto, há categorias para outros veículos.

Busca-se, como sempre, atração de raridades, daí premiação luxo pré-Guerra, esportivos antidepressivos, os carros feitos à mão, como os grandes coupés pelos carrozzieri, GTs especiais. 


Segundo tema, Rolls-Royce Phanton, conceito perdurando há nove décadas. 

Destes, exemplar atrativo é unidade de 1954, versão Landaulet, portando pioneiro uso da transmissão automática, encomendado pela Rainha Elizabeth II e presenteado à sua irmã Margaret.

Dentre esportivos, exemplar do Pegaso Z102, espanhol tecnicamente refinado, existente em menos de centena de unidades; Maserati 60/61 conhecida mundialmente como Bird Cage, gaiola, pela profusão de tubos formando sua estrutura; Panther Six, esportivo inglês com seis rodas, inspirado nos Tyrrell P34 de Fórmula 1, tracionado por enorme motor Cadillac 8,2 litros, com dois compressores e 600 cv. 


Atração à parte, quatro BMW decorados nos anos ’70 pelos artistas Alexander Calder, Frank Stella, Roy Lichtenstein e Andy Warhol.

Curiosidade 

Organização de eventos automobilísticos, exceto leilões, são atividades de clubes ou sociedades com fim específico. 

O Villa D’Este é exceção. Quem o organiza é o BMW Group Classic, área de antigos da marca bávara.

Começou como patrocinadora, em 1999, e, em 2005, resolveu botar ordem alemã na organização, assumindo-a. 

Atrações paralelas, ligada à marca, exposição dos Mini dos anos ’70 e leilão pela Casa Sotheby’s de 40 veículos. 

Ingressos baratos: 7 euros (uns R$ 26) no sábado e 10 euros, uns R$ 35 no domingo


Sinal de vida, Alfa 

patrocina Mille Miglia Storica
Com anúncio de novos planos e produtos em junho, a Alfa Romeo assumiu maior cota de patrocínio da italiana Mille Miglia. 


Como dizia Enzo Ferrari, mais famoso chefe de sua equipe de competições, a mais bonita corrida do mundo. 

Partida e chegada em Brescia, após percorrer o neste ano esticado trecho para uma paradinha no circuito de Monza, onde o grupo FCA – também controlador da Alfa – patrocina a Expo 105. 

Ao final, 1.726 km, mais de 200 cidades e sete estados percorridos.

Inscritos há 464 automóveis, com crescente adesão dos museus dos fabricantes. 


Neste ano, a Jaguar confirmou participar e a Mercedes-Benz lidera com seu time com mais de 20 veículos, entre próprios e de clientes vip sob a frondosa árvore de seu patrocínio. 

Lidera-a o vencedor e veteraníssimo Sir Stirling Moss, 86 !

Alfa Romeo retirou dois exemplares de seu Museu: 1900 Sport Spider, de 1954 e 750 Competizione, de 1955, conversíveis de alta performance. 


O 1900 tem a base do motor depois utilizado no FNM JK aqui produzido, e também para o Alfa 2300. 

Fazia 138 hp e atingia 220 km/h. 750 não é cilindrada, mas indicativo do modelo Giulietta. Usava motor 1.500 e 148 hp de potência. A Giulietta mudou a cara da Alfa.

Se tiver competência festeira, marca poderá capitalizar feitos importantes: venceu 11 vezes a Mille Miglia – nenhuma outra a superou, e esta edição registra 80 anos da vitória de Carlo Pintacuda e Della Stufa em um Tipo B “P3” preparado especialmente para a prova, seguido de cinco outros Alfa.


À época era uma corrida alucinada, e hoje o complemento Storico mantém o espírito da elevada disputa, mas a velocidade se transformou num exercício aritmético para perder a menor quantidade de pontos nos 84 lugares de aferição de passagens com velocidade assinalada em casas centesimais.


É um charmoso rallye e seus participantes são reconhecidos mundialmente por usar um cronógrafo Choppard, construído, datado e marcado com o numeral do participante a cada edição.




Mille Miglia é um museu itinerante



Roda-a-Roda


Mercado
– Audi mantém crescimento de vendas e marcou em abril 75% de aumento em emplacamentos comparados com abril de 2014. Modelos mais vendidos, Q3 e A3 Sedan 1.4.


Base – Crescimento da Audi baseia-se em expansão da rede concessionária, investimentos em marketing e pós-vendas, e a reimplantação de fábrica da marca no país.


Não – Volkswagen do Brasil descartou a possibilidade de importar da Índia o novo VW Polo, geração posterior à recentemente encerrada aqui. Operação neste sentido será efetivada pela VW na Argentina.


Tempo - Chery conseguiu se compor com o sindicato dos metalúrgicos do Vale do Paraíba e botar sua fábrica a funcionar. 


Logo após a inauguração em fevereiro, houve greve e aos 6 de maio a produção de automóveis Celer foi reiniciada. 30 veículos/dia, a marcha industrial mais lenta, para compatibilizar com o mercado. As instalações da empresa são para 150 mil u/a.


Ocasião – Seguindo a regra de atrevimento econômico, segundo a qual Crise é Oportunidade, Citroën promove ousada ação, acreditando no desejo do consumidor em levar para casa carro O Km, charmoso e bem equipado. 

Oferece financiamento competitivo, bônus e entradas facilitadas para C3, Aircross, C4 Lounge.

Irmã – Peugeot faz ação assemelhada e com o Desafio Test Drive Peugeot 208, e discurso curto: testou conteúdo, a invejável posição de dirigir, mas comprou concorrente, Ford Fiesta 1.5/1.6, Hyundai HB20 1.6, Honda Fit 1.5, VW Fox 1.6, GM Onix 1.4 ou Fiat Punto 1.4, levará R$ 300,00 da PEUGEOT. 


Vale até 31 de maio. 

Informações: www.peugeot.com.br/ofertas/regulamento.

Festa - BMW comemora o 40º aniversário do lançamento de sua Series 3. 


Lançamento vitorioso, substituindo a série 2000, responsável por sedimentá-la como marca estável no grande funil dos reflexos da 2ª Guerra Mundial.

Caminho – Series 3 foi a base de desenvolvimento das famílias maiores, síntese de qualidades, tornando-se o mais vendido do mundo em sua categoria. 


Hoje, está na sexta geração e registra 14 milhões de unidades produzidas em 10 países.


Corte – No processo de reduzir custos para garantir o futuro, Peugeot Citroën mudará de endereço.

Futuro – Tens jeito para desenhar automóveis? Estudas design, arquitetura, programação visual? 


Volkswagen abriu concurso para novos designers. 

Tema é Meio de Transporte ideal para as diversas regiões do Brasil.

Prêmio? - Um ano de estágio remunerado na área de design, possibilidade de contratação. 


De lá saíram Raul Pires, autor do desenho do Bentley Continental, e Marco Antônio Pavone, do up! 

Mais? 
http://www.vwbr.com.br/design/


Negócio – Embrapa Agroenergia desenvolveu e expõe em feiras especializadas pesquisas para uso de microalgas na produção de biocombustíveis. 

Contatos são para identificar outros materiais em aplicações agroenergéticas e facilitar fabricação por produtores rurais. 

Microalgas podem ser cultivadas em água salgada, salobra, residual.

Solução – Associações como a Anfavea, reunião dos fabricantes de veículos, e Fenabrave, dos concessionários, criaram movimento para agrupar marcas, a Feira do Consórcio. 


Objetivo não é vender cotas, mas convencer, por vantagens adicionais, consorciados já sorteados a retirar seus veículos.

Parte – Acredite se quiser, há 240 mil consorciados aptos a retirar seus veículos, mas hesitam em função do momento atual, ou postergam decisão e escolha. 


Número se aproxima de um mês cheio em vendas de todas as marcas.

Guariba – Termo, no jargão automobilês, indica melhorada geral no estado do carro, com lavagem e polimento, custando entre 400 e 1000 reais. 


Inglês Paul Dalton criou sua Miracle Details, e cobra 7.000 euros – uns R$ 25 mil. 

É a guariba mais cara do mundo. 

Melhores ingredientes do mundo: pano antimicrobiano da Austrália, brasileira, cera de carnaúba, outros não declarados e cuidado e paciência.

Processo – 61 passos, duas semanas. Começa com espuma removedora de sujeira da carroceria; a seguir, quatro lavagens com esponjas adequadas; secagem com panos de micro fibra. 


Após, máscara de argila descontaminando a tinta, e aplicação manual de cera. Diz, efeito dura três anos. 

Maior clientela jogadores de futebol – com carros novos, sem necessidade do serviço

Finame – Caminhões Actros da Mercedes-Benz atingiram índice de nacionalização capaz de habilitá-los ao financiamento do Finame PSI, do BNDES. 


Produtos estão no topo da marca, rico em equipamentos e acessórios.

2 Rodas – Dafra, montadora manauara, inicia disponibilizar sua motoneta Citycom 300. 


Freios a disco, rodas 16”, novos faróis, acabamento acarpetado, painel com iluminação por LEDs. 

Motor monocilíndrico, 4 tempos, comando de válvulas no cabeçote, 263,7 cm3, 23 cv. Transmissão automática, pesa 182 kg.

Retífica RN – Coluna passada informou Miguel Figari, diretor-geral da Peugeot Brasil como mexicano. 


Morou no novo líder latino americano na produção de veículos, mas é chileno.

Gente – Pablo Sanchez, diretor de Comunicação da Peugeot argentina, fora. 


OOOO Avisou ao mercado e saiu. 

OOOO José Carlos Macedo, administrador com MBA em Marketing, mudança. 

OOOO Deixou Diretoria Regional GM para direção de vendas Nissan. 

OOOO José Luiz Vendramini, antes no cargo, é diretor de suporte estratégico. OOOO


Mercedes quer reduzir 

consumo de energia em 12%
Economia de insumos, ganhos de produtividade, otimização dos equipamentos e redução de custos são metas perseguidas empresarialmente, em especial na atividade industrial. 

Recentemente, por causas exógenas, incluindo a preocupação ecológica no poupar recursos naturais, como a água, empresas conscientes tem lançado programas reduzindo consumo de água, seja no uso direto, seja na contenção dos dispêndio de energia elétrica.

A Mercedes-Benz do Brasil está em campanha para obter economia marcante: 12% em energia elétrica no triênio 2012/2015. 


Neste esforço, até ano passado havia economizado 13.100 megawatt-hora - na prática, por índices da Secretaria de Energia do estado de São Paulo, tal montante é o bastante para iluminar durante um ano, 5.000 residências na cidade de São Bernardo do Campo, onde está localizada sua usina principal.

Os cuidados adotados pela empresa se dividem entre os que podem ser adotados na hierarquia superior, como a reforma de imóveis com o uso de cores mais claras nas paredes, forro, piso, mobiliário, e a substituição das lâmpadas fluorecentes por outras de LED. 


A meta, ambiciosa, pretende no atual exercício agregar 4% de redução.

Fundamental a participação dos colaboradores, empresa fixa adesivos em todas as máquinas e equipamentos sugestão de verificação da necessidade de mantê-los funcionando durante espaços não produtivos, como horários de refeições, troca de turno, finais de semana. 


Para implantar a campanha, a Mercedes-Benz realizou um Projeto Piloto durante um ano no prédio da produção de agregados e obteve economia de 30%.

Para implementar, monitores foram treinados, instalados sub comitês e comitês para motivar os operadores das máquinas e criar o hábito da redução de consumo. 


Em paralelo há um sistema de monitoramento on-line do consumo, identificando as áreas com maior ou menor gasto, e onde o consumo pode ser contido. 

A meta, ambiciosa, pretende no atual exercício agregar 4% de redução.
____________________________________

quinta-feira, 14 de maio de 2015

FREIO DE PÉ, UM EQUIPAMENTO SEM FUTURO

Ricardo Caffarelli
Caros amigos leitores internautas e fãs de antigomobilismo, me passou pela cabeça escrever sobre um tema que achei estar em perfeita consonância com a situação que o País vive. 

O freio de mão
Um ítem sem destaque nas manchetes automotivas e com, inclusive, tendência a ser esquecido. 

Basta observarmos os modelos mais sofisticados hoje que possuem freio de mão eletrônico, que luxo. 

Apenas um toque de botão e o freio de estacionamento é acionado.

Mas não foi sempre assim.
Observando uma autentica carruagem de 1800 que possuímos na coleção, o freio de mão está lá, do lado direito, lado onde os cocheiros conduziam as carruagens e daí o motivo pelo qual os automóveis ingleses têm a direção do lado direito. 

Neste modelo, é uma rudimentar maçaneta giratória que, através de um grande eixo rosqueado, aperta um pedaço de ferro junto à roda traseira da carruagem.

Já em automóveis mais “modernos” este ítem foi evoluindo e mudando de posição, embora algumas picapes ainda o usem. 

Nos famosos modelos “T” da Ford, o freio de mão estava associado à manobra e mudança de marcha. 

Nos demais, em geral, um sistema quase sempre mecânico e que acionava as rodas traseiras.

Recordo-me de um aspecto curioso utilizado pela linha Jaguar. 

Em um Jaguar XJ-S 1979 que tivemos o freio de mão ficava localizado do lado esquerdo do banco do motorista e tinha um sistema que após ser acionado, a alavanca descia para a posição de descanso. Um perigo para os mais desavisados. 

Aliás, nos idos de 1992, quando a Jaguar começou a vender no Brasil o remodelado modelo XJ-6 e XJ-12, um renomado ator global cometeu esse equívoco de sair com o carro e esquecer de soltar o freio... como a gíria diz hoje... “deu ruim”.

O freio de pé foi um tipo de freio muito utilizado e que caiu um pouco no esquecimento mas que é muito eficiente, prático.

Ele normalmente é um pedalzinho pequeno que fica lá no canto esquerdo do motorista. Apertou, freiou. 

Para soltar, normalmente uma prosaica alavanca ou como também tivemos num sofisticado Cadillac Seville STS 1993, o “release” era automático, bastava colocar a alavanca em Drive. 

Mas e se o carro morresse ou acabase a bateria, por exemplo.... ah... aconteceu uma vez. 

Eu nem estava presente, mas minha mãe me ligou aflita perguntando como fazer para soltar o carro. Sorte que eu tinha lido o manual. 

Tinha uma alavanca minúscula escondida junto ao pedal para soltar manualmente! Ufa.

Então, qual será o futuro do freio de mão? 

Eu acho que ele vai acabar virando um ítem automático que nossos filhos ou netos nem vão saber explicar o que é. Aliás, alguns modelos mais sofisticados, como os Audis já usam um freio de mão elétrico, colocado no console central entre os bancos da frente.

Só espero que nosso País solte esse freio da economia de vez, pois, como está, “acho que vai dar ruim”...

Um abraço e até a próxima!

Ricardo V. Caffarelli

NA GANGORRA DA ECONOMIA BRASILEIRA, O SETOR AUTOMOTIVO QUE FOI BENEFICIADO COM INCENTIVOS FISCAIS NO ANO PASSADO, ESTÁ VIVENDO UM PERÍODO NADA SAUDÁVEL. AS TRADICIONAIS GM, FORD, VW E FIAT REGISTRARAM QUEDA, ENQUANTO AS JAPONESAS MANTIVERAM CRESCIMENTO DAS VENDAS. AINDA ASSIM, A ANFAVEA APONTOU UM AUMENTO DE 8,2%, EMBORA OS ESTOQUES NAS MONTADORAS JÁ SEJAM DE 50 DIAS.


Alta Roda 

Nº 836 —  14/5/15
Fernando Calmon


NÃO TÃO RUIM PARA TODOS

A queda de vendas em 2015 sobre 2014 é estimada entre 13% e 19%, dependendo do otimismo ou pessimismo da fonte, mas nem todas as marcas foram tão atingidas. 

Há mais inclinação em encolher a procura por modelos de menor preço e dessa forma os quatro fabricantes mais antigos e dominadores por décadas estão sofrendo.

Pela primeira vez desde a chegada de novos entrantes com produção local na segunda metade dos anos 1990, Fiat, GM, VW e Ford juntas ficaram abaixo da barreira simbólica de 60%. 

Para ser mais exato, 59,1% de participação somada no mês passado. 

As marcas orientais tradicionais conquistaram aparentemente uma zona de conforto, sem precisar dar férias coletivas, implantar bancos de hora, suspender contratos de trabalho ou promover programas de demissões voluntárias.

A Hyundai continua a funcionar em três turnos com redução mínima de vendas: 2,4% frente à queda geral acumulada no primeiro quadrimestre de 19,2%. 

Mas as japonesas Honda, Toyota e Nissan foram além. As três cresceram 12,5%, 12,4% e 3,4%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2014.

Há explicações conjunturais, além da tradicional prudência oriental ao fazer investimentos em fábricas. 

Segundo Marcelo Cioffi, da consultoria PWC, “trata-se de marcas de menor volume, com produtos novos ou renovados e, portanto, menos afetadas pelos recuos de mercado”.

No entanto, outros fatores também influenciam. 

A Honda, particularmente, só concluirá a nova fábrica em 2016 e, assim, poderá ter até de sacrificar vendas do Civic e do City para atender a demanda muito boa do HR-V, este ano. 

Se a unidade de Itirapina (SP) já estivesse em produção talvez ficasse mais difícil.

Nissan, ao contrário, tem produtos mais baratos e tende a ficar com capacidade ociosa a exemplo das marcas de maior presença. 

Mas, ao partir de bases comparativas muito baixas, quando dependia de importações controladas do México, tem como crescer um pouco mais este ano. 

Até 10% sobre 2014, estima com otimismo o fabricante.

Também se deve considerar que apenas a Nissan atua de forma significativa na faixa de produtos mais importante e sacrificada em torno de R$ 30,000. 

Hyundai, Toyota e Honda têm tíquete médio de venda superior, em que a queda vem sendo menor. 

Toyota admite que espera repetir os números de 2014, o que seria ótimo resultado em cenário tão recessivo como o atual. 

Exceção é a Mitsubishi cujo tombo acompanhou a média de mercado, em torno de menos 19%.

Quanto às orientais chinesas a situação é bem diferente. 

Aproveitaram o real muito valorizado para oferecer modelos equipados a preços superconvidativos. 

Com o aumento dos impostos do programa Inovar-Auto importadores anunciaram a intenção de construir fábricas.

Mas, ano passado, todas juntas ocupavam menos de 1% do mercado. 

No auge estimavam ter, em conjunto, 5%. Só a Chery inaugurou uma unidade industrial, em 2014. 

Mal funcionava e a produção do Celer parou por greve de um mês que terminou semana passada. 

Assim, o lançamento do QQ nacional sofreu outro adiamento para o final deste ano. 

Quanto à JAC, os planos dependem de linha de financiamento do governo da Bahia.

Sobre as demais chinesas e as fábricas prometidas, não se fala mais nisso.

RODA VIVA

ANFAVEA viu um indicador levemente positivo no mês de abril. Vendas alcançaram 11.240 veículos/dia, aumento de 8,2% sobre março, com mais dias úteis do que o mês passado. 

Estoques totais passaram de 49 para 50 dias (50% acima do normal), apesar da diminuição de produção. Confiança dos compradores continua abalada.

FENABRAVE, por sua vez, contabiliza fechamento de 250 concessionárias, em especial nos grandes centros. 

Ainda não assusta tanto, pois existem mais de 8.000 lojas e a associação congrega, além de fabricantes de veículos leves e pesados, também os de motocicletas e de máquinas agrícolas. 

De qualquer forma, 12.000 funcionários a menos.

LEVE reestilização pegou bem no Duster 2015 para enfrentar, com preço mais em conta, os quatro novos concorrentes. 

SUV compacto da Renault ficou mais silencioso. Motor de 1,6 L melhorou respostas em baixas rotações sem mudanças em torque e potência. 

Já o 2L ganhou 6 cv com etanol (agora 148 cv) e a versão 4x4 não se sai mal em fora de estrada de exigência leve a média.

INDÚSTRIA de autopeças também tem sido obrigada a demissões: a cada emprego perdido numa fábrica de veículos, dois desaparecem nos fornecedores. 

Bosch, a maior do setor, conseguiu administrar a situação, em 2014, quando o sistema ABS se tornou obrigatório. 

Em 2015, confia em alguma recuperação de exportações para América Latina e assim melhorar seus resultados.

MICHELIN se antecipou à onda de crescimento dos SUVs e desenvolveu em grande parte no Brasil, em três anos, a linha LTX Force, de olho também na Índia e China. 

Entre as novidades estão desenho, parcela do composto de borracha vinda dos ralis, banda de rodagem que se estende pelas laterais do pneu e reforços entre blocos de rodagem para maior estabilidade em asfalto.
____________________________________
fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmo

AUDI, QUE LANÇOU NESTA QUINTA-FEIRA (14/5) O NOVO TT COUPÉ, NO RIO DE JANEIRO, ANUNCIA NOVO RECORDE DE VENDAS NO PAÍS, DE CERCA DE 75% PUXADAS PELO Q3 E O A3 SEDAN


São Paulo, 14 de abril de 2015 - A Audi do Brasil está em ritmo de comemoração: lançou, hoje, em São Pedro d'Aldeia, no interior fluminense, o Novo TT Coupé 2.0 TFSI,  fechou o mês de abril com mais um crescimento de vendas, aumentando 75% seus emplacamentos em relação ao mesmo mês de 2014.

Foram 1.573 unidades emplacadas, que garantiram a liderança do segmento premium para a marca no acumulado do ano.

O crescimento dá sequencia à série de bons resultados da marca, que já acumula um crescimento de 35%, apesar de um momento desafiador na economia do país. 


A Audi ainda manteve a liderança do modelo mais vendido no mês com o Audi Q3, no mercado de automóveis premium. No mesmo ranking, o A3 Sedan 1.4 ocupou a segunda colocação.


O mês também foi marcado pelo lançamento de duas novas versões da linha RS. 


Os novos RS6 Avant e o RS7 Sportback, carros com 560 cavalos de potência e com tecnologias testadas em pista, já estão disponíveis para o consumidor brasileiro. 

Dessa forma, a Audi mantem seu o compromisso de disponibilizar para o consumidor brasileiro seu portfólio completo de modelos.

O mês de abril ainda contou com novidades em concessionárias. 

A Audi Center Teresina, a primeira do estado do Piauí, foi inaugurada, completando a presença da Audi em todos os estado do Nordeste. 

A JEEP, FABRICANTE DO RENEGADE, VAI APARECER NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL BRASILEIROS E EM TODOS OS QUE O FLAMENGO JOGAR. A MARCA FECHOU, NESTA QUINTA-FEIRA (14/5), EM SOLENIDADE NO ESTÁDIO DO MARACANÃ, O PATROCÍNIO COM O CLUBE E AINDA COM O JOGO DAS ESTRELAS, QUE ZICO ORGANIZA E TAMBÉM COM O SURFISTA FELIPE TOLEDO


Rio de Janeiro, 14 de maio de 2015 Em evento realizado no melhor palco possível para a ocasião, o mítico estádio do Maracanã, Jeep® e Flamengo anunciaram o início de uma parceria entre as duas marcas. 

O investimento será de R$ 4,5 milhões até o final de 2015. 

A montadora estampará sua marca abaixo do número das camisas do time de rubro-negro.

Com o patrocínio ao clube de maior torcida do Brasil, a Jeep marca sua entrada no mercado futebolístico brasileiro. 

"A Jeep é uma das marcas mais icônicas do setor automotivo, capaz de despertar paixões e reunir fãs em centenas de Jeep Clubes espalhados pelo mundo. Se o futebol é a grande paixão brasileira e o Flamengo é um dos símbolos mais representativos desse sentimento, nada mais natural do que unir essas duas marcas fortes por meio desta parceria", analisa Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler Brasil e da Jeep para a América Latina.


Para o Flamengo, a parceria com a Jeep é motivo de orgulho e um passo importante para os negócios do clube. 

"É um orgulho enorme poder fazer essa parceria com a Jeep, uma marca que, assim com o Flamengo, tem muito prestígio no mundo inteiro. Essa união mostra que o nosso clube recuperou a credibilidade, que somos um exemplo de gestão. A torcida pode ficar tranquila que essa verba da Jeep nos ajudará a anunciar novidades em breve", afirma Eduardo Bandeira de Mello. 

A empresa também patrocina o Jogo das Estrelas, organizado por Zico, maior ídolo da história do Flamengo. 

O eterno craque rubro-negro também esteve presente no evento no Maracanã. 


"Fomos conquistando a Jeep desde o Jogo das Estrelas. Lá eles viram o poder do torcedor do Flamengo e, felizmente, deu tudo certo. Só posso desejar uma parceria longa e de sucesso para os dois. É um prazer fazer parte desta festa com meus ex-companheiros de equipe", comemora Zico.

O evento ainda contou com a presença ilustre de grandes torcedores do clube como a jornalista Glória Maria, que foi a mestre de cerimônia, os atores Fiorella Mattheis e Rômulo Arantes Neto, além dos ex-jogadores Adílio, Júlio Cesar (Uri Geller), Piá e Marquinhos, entre outros.



Jeep também é surfe
Desde 2012 a Jeep é patrocinadora máster do clube italiano Juventus, que conquistou ontem vaga na final da Liga dos Campeões da Europa, mas o leque de esportes apoiados pela marca está se abrindo. 

A Jeep anunciou na semana passada o patrocínio global da Liga Mundial de Surfe (WSL) e do promissor surfista brasileiro Filipe Toledo, mais jovem atleta da elite do tour, com 20 anos, e atual terceiro colocado do circuito mundial, que está com a quarta etapa sendo realizada no Rio de Janeiro.


Marcella Campos, diretora de Marketing da Jeep, ressaltou a ligação da marca com o surfe. 

“A Jeep tem história, tem valores, principalmente, aventura, liberdade, paixão e autenticidade. Quando a gente fala isso, fala em surfe e entende porque mundialmente a Jeep resolveu ser patrocinadora da WSL. E aqui no Brasil, demos um passo à frente, investindo no Filipe Toledo”, disse. 

“É uma grande oportunidade. O surfe está crescendo de uma forma que nem sei descrever e uma empresa como a Jeep patrocinando o surfe, serve de inspiração para a molecada que está começando e vê a gente lá. Fico feliz de ver marcas como a Jeep patrocinando, incentivando”, afirmou Filipinho.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

GRAND SIENA 2016 CHEGA AO MERCADO MAIS COMPLETO E ATRAENTE NAS TRÊS VERSÕES ATTRACTIVE 1.4, POR R$ 45.730,00; TETRAFUEL R$ 55.130,00 E ESSENCE R$ 50.360,00


A linha 2016 do Fiat Grand Siena chega às concessionárias de todo o Brasil com o objetivo de fortalecer a imagem e melhorar a competitividade do modelo frente aos seus concorrentes, oferecendo em sua lista de série novos conteúdos que despertam ainda mais o interesse do consumidor.


O modelo tem um design moderno, elegante, excelente nível de acabamento, vários itens tecnológicos e oferece ainda amplo espaço interno, além de um dos maiores porta-malas da categoria, de 520 litros.


O Grand Siena 2016 chega ao mercado mais completo e mais atraente, com novos itens de série que melhoram o conforto, a praticidade e conectividade. 


Veja abaixo:
• A versão Attractive 1.4 Flex traz agora de série ar condicionado. 

Já a versão Tetrafuel 1.4 Flex ganha faróis de neblina e chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros elétricos e porta-malas.

• A versão Essence 1.6 Flex passa a oferecer toda a tecnologia e a comodidade do Rádio Connect em sua lista de série: Rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, entrada USB, Viva-voz Bluetooth® e função Audio Streaming. 

E ainda vidros elétricos traseiro com one touch e antiesmagamento.

A linha 2016 do Grand Siena também traz novos opcionais, com Kits exclusivos para cada versão. 


Confira:
O Kit Creative 1 para as versões Attractive 1.4 e Tetrafuel 1.4 vem com retrovisores externos elétricos com Tilt Down; 

rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, entrada USB, viva-voz Bluetooth® e função audio streaming

vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento;

volante em couro com comandos do rádio com 6 botões (preço: R$ 2.586,00).


A versão Essence 1.6 ganha dois novos kits. O Creative 1, que é composto por retrovisores externos elétricos com Tilt Down e volante em couro com comandos do rádio com 6 botões (preço: R$ 980,00). 

E o Kit Sublime, que traz volante em couro com comandos do rádio com 6 botões;

retrovisores externos elétricos com Tilt Down; interno exclusivo em marrom/marfim; 

bancos revestidos parcialmente em couro marrom/marfim; 

apoia-braço central no banco do motorista; soleira interna das portas com inscrição Sublime; 

sobretapetes em carpete; faróis de máscara cinza metalizado;

retrovisores externos e grade dianteira na cor cinza metalizado; 

frisos cromados fumê e badge Sublime nas portas dianteiras (preço: R$ 4.100,00).

Sucesso de vendas, a Série Especial Sublime também continua na linha 2016 do Grand Siena. 

Ela oferece requinte e acabamento de alto padrão, enriquecendo tanto o design externo quanto o interno. 

Esta série valoriza o bom gosto e proporciona ao consumidor alto valor agregado. 


Abaixo, o seu diferencial:
• Volante em couro com comandos do rádio;
• Vidros Elétricos traseiros;
• Rodas de liga leve 16” com pintura exclusiva;
• Retrovisores externos elétricos;
• Faróis de Máscara Cinza Metalizado;
• Frisos cromados fumê;
• Badge SUBLIME nas portas dianteiras;
• Retrovisores externos e grade dianteira em cinza metalizado;
• Interno desenvolvido nas cores Marrom e Marfim;
• Bancos parcialmente em couro com apoia-braço p/ o motorista;
• Protetor de Soleira com a escrita Sublime;
• Sobretapetes em carpete cinza.

Vale lembrar ainda que o Grand Siena também oferece muita tecnologia, entre elas, câmbio Dualogic Plus com alavanca de seleção das marchas tipo borboleta no volante, sensor de estacionamento, Tilt Down, Lane Change. 

Ele também é o único modelo do segmento a oferecer teto solar elétrico.


Preços da linha 2016 do Fiat Grand Siena:
Attractive 1.4 Flex – R$ 45.730,00
Tetrafuel  1.4 Flex – R$ 55.130,00
Essence  1.6 Flex – R$ 50.360,00

NISSAN INICIOU HOJE A VENDA, EM TODO O BRASIL, COM CONDIÇÕES ESPECIAIS DE FINANCIAMENTO SEUS MODELOS MARCH E VERSA SEDAN 1.0. É O FESTIVAL NISSAN 1.0 QUE ESTARÁ EM VIGOR ATÉ O DIA 31 DE MAIO.


Rio de Janeiro, 13 de maio de 2015 – A rede de concessionárias da Nissan em todo o Brasil inicia hoje o “Festival Nissan 1.0”, que vai oferecer até o fim de maio o compacto New March e o sedã Novo Versa, equipados com motor 1 litro de três cilindros, com condições especiais financiamento. 

Todas as lojas da marca estarão identificadas com os cartazes da campanha, que vai até o fim de maio. 

Os clientes poderão fazer o test-drive dos modelos para conhecer as vantagens do novo motor tricilíndrico que equipam os modelos.

O New March Conforto, por exemplo, será oferecido no festival com entrada de R$ 21.594 e 30 parcelas de R$ 516,06, com taxa de juro zero – as outras versões 1.0 contam com a mesma condição para o financiamento. 

Equipado com direção elétrica progressiva, computador de bordo, freios ABS e ar-condicionado, o hatch compacto tem preço sugerido de R$ 35.990. 


O sedã Novo Versa, que tem preço sugerido a partir de R$ 41.990, pode ser comprado com entrada de R$ 25.194 e 24 parcelas de R$ 842,32 e juro zero

Assim como o motor tricilíndrico, que desenvolve 77 cavalos de potência, o New March e Novo Versa são produzidos no Complexo Industrial da Nissan de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, com a qualidade japonesa, design moderno, interior bem acabado e lista completa de equipamentos de série desde a primeira opção da linha. 

Entre eles, estão direção elétrica progressiva, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, trava nas portas, retrovisores externos na cor da carroceria, entre outros. 

O New March já acumula mais de 32 mil unidades vendidas desde o início da produção nacional, em abril do ano passado.
                                   

terça-feira, 12 de maio de 2015

PEUGEOT VISION GRAN TURISMO, MAIS VELOZ DO QUE UM FÓRMULA 1, CHEGA DE 0 A 100 KM/H EM MENOS DE DOIS SEGUNDOS 875 CV



Veja clicando aqui:
O VISON GRAN TURISMO VELOZ COMO UM FÓRMULA 1

Com uma relação de peso x potência de 1:1 (875 kg x 875 cavalos de potência) e a condição de ir de 0 a 100 km/h em 1,73 segundo, o novo supercarro da Peugeot promete uma nova experiência de direção para os jogadores do Gran Turismo 6 (GT6), exclusivamente para o PlayStation®3.

Com mais de 15 carros de corrida já presentes no Gran Turismo® 6, a marca do Leão aceitou o desafio de Kazunori Yamauchi, o responsável pelo simulador de corrida, que solicitou às fabricantes de automóveis para conceber modelos específicos em comemoração aos 15 anos do game de pista mais famoso do mundo.


Os projetistas da Peugeot se uniram aos engenheiros da Peugeot Sport para elaborar um supercarro excepcional. 

À primeira vista, o modelo revela uma silhueta esculpida para vencer a resistência do ar. 

Com 104 centímetros de altura, o design da carroceria por si só é suficiente para manter o supercarro grudado no piso.

O motor central V6 turbo de 3.2L, logo atrás do motorista, despeja 875 cavalos de potência. 

O conjunto conta com transmissão manual de seis velocidades e tração permanente nas quatro rodas, de 22 polegadas na dianteira e de 23 polegadas na traseira. 


A direção sensível ajuda a conduzir o modelo nesse incrível desafio. 

A frenagem é igualmente impressionante, com quatro discos de carbono ventilados da Brembo (380 mm na frente e 337 atrás).

Os motoristas virtuais terão a chance de assumir o volante do Peugeot Vision Gran Turismo para uma volta em um dos 40 circuitos com 107 traçados diferentes.

Disponível exclusivamente para o PS3 em seis cores, o bólido da marca será lançado como parte da atualização gratuita para o Gran Turismo 6.

sábado, 9 de maio de 2015

COMEMORAR É O QUE O BRASIL DEVE FAZER COM A INSTALAÇÃO DA NOVA FÁBRICA DA JEEP, EM GOIANA, E AS DEMAIS EM CONSTRUÇÃO NO PAÍS, O QUE OCORRE NUM MOMENTO DE VACAS MAGRAS DA ECONOMIA, MAS NÃO PODE FAZER O MESMO COM A PERDA BILIONÁRIA DE INVESTIMENTOS PARA O MÉXICO: ALEGRIA E TRISTEZA


Alta Roda 

Nº 935 — 9/5/15
  
Fernando Calmon


ALEGRIA E TRISTEZA

A importância da nova fábrica Jeep, em Goiana (PE), transcende os números grandiosos: mais de R$ 7 bilhões de investimentos (incluindo o parque de 16 fornecedores), capacidade de 250.000 unidades/ano em três turnos, 9.000 empregos no polo produtivo (78% de pernambucanos) e 700 robôs nas áreas de funilaria, pintura e montagem. 

Como o projeto levou mais de cinco anos para maturar, aplicaram-se as melhoras práticas industriais, de produtividade, de controles de manufatura e organização.

O tempo prolongado também permitiu treinar mão-de-obra local e implantar importantes ações sociais, bem além do que se fez em Betim (MG), onde a Fiat não enfrenta greves nem mesmo breves interrupções. 

O sindicato local de metalúrgicos nada tem de hostil e o de Goiana, então, muito menos quando existir. 

Marcas japonesas ao se instalar nos EUA cumpriram a mesma estratégia de se afastar de conflitos trabalhistas, de escolher áreas de atividade agrícola anterior e de receber generosos financiamentos públicos usuais ao redor do mundo.

Quem visita as instalações praticamente não vê nenhuma referência à Fiat, salvo a discreta logomarca FCA (Fiat Chrysler Automobiles), o que faz parte da estratégia do grupo de ampliar a imagem da Jeep no mundo. 

Está certo que, inicialmente, haverá dois Jeep – atual SUV compacto Renegade e outro SUV médio-compacto em 2016 – e apenas um Fiat, a picape média de cabine dupla para uma tonelada, dentro de seis meses.

Mas, de fato, os três partilham a mesma arquitetura do Fiat Punto/Linea, alargada, alongada e reforçada (batizada de Small Wide US 4x4). 

A marca americana juntou seu histórico de robustez à criatividade italiana para lançar produtos que terão forte impacto no mercado brasileiro e na América Latina.

A nova unidade industrial produzirá, ainda, outros dois modelos de 2017 em diante. 

Embora a FCA nada adiante sobre o assunto, esperam-se produtos Fiat de maior valor agregado para acelerar a recuperação dos investimentos. 

Por isso, hatch e sedã médios-compactos são escolhas óbvias a fim de enfrentar a tibieza da marca frente ao Cruze, Focus, Golf/Jetta e aos encastelados Corolla e Civic.

Por fim, deve-se saudar o empreendimento da FCA no Nordeste brasileiro como a maior fábrica de carros inteiramente nova construída no Brasil, desde a chegada da Nissan a Resende (RJ) no ano passado. 

Aqui ainda estão sendo erguidas outras três (Honda, Jaguar Land Rover e Mercedes-Benz), além de Audi (agregada à VW) e JAC (em processo de definição). 

Elas vão se juntar às 20 existentes, o que seria motivo de comemoração não fosse o mau momento da economia, às voltas com inflação alta e recessão de volta.

Também desconsola termos perdido para o México a liderança histórica de produção de veículos na América Latina em 2014. 

E podemos ficar mais para trás, pois, depois do anúncio da Audi há dois anos, os mexicanos não param de receber investimentos bilionários: BMW, Mazda, Kia, Mercedes-Benz (associada à Nissan) e Toyota.

Para o Brasil resta o sentimento duplo de alegria pelas novas fábricas e de tristeza por não poder usar todo o nosso potencial de baixa taxa de motorização e dimensões continentais à espera de estradas.

RODA VIVA

MAIS um motor de três cilindros chega ao mercado este ano. 

Houve atraso, mas a unidade da Fiat em Betim começa a produzir em breve as primeiras unidades que, de início, estavam reservadas para o subcompacto sucessor do Mille, a estrear em 2016. 

Uno terá primazia no segundo semestre. 

Fábrica precisa baixar a média de consumo por exigência do Inovar-Auto.

GENERAL MOTORS comemora a produção de 500 milhões de veículos em seus 107 anos de existência. 

É o grupo automobilístico que mais produziu na história. 

Hoje, reúne 10 marcas (incluídas associadas chinesas), mas no passado chegou a ter mais. 

Sua marca principal Chevrolet é a segunda colocada em vendas nos EUA, mas lidera o mercado sul-americano.

SENTAR no banco traseiro do Nissan Versa surpreende pelo amplo espaço para pernas. 

É o suprassumo do conceito de sedã compacto anabolizado, que só não pode se considerar médio-compacto pela largura do habitáculo. 

Para usar suas potencialidades, inclusive porta-malas, é melhor o motor de 1,6 L do que o tricilíndrico de 1 litro. 

Estilo evoluiu, mas não é seu ponto forte.

ELEGÂNCIA sempre foi marca registrada do sedã-cupê Audi A7. 

Já a versão superesportiva de maior preço, a RS 7 Sportback por R$ 624.990, estabelece referências que muitos poucos modelos de série se atrevem a desafiar. 

Seus 560 cv e arrogantes 71,4 kgfm de torque a apenas 1.700 rpm, tração 4x4, comportamento em curvas impressionante (é dois cm mais baixo que a versão comum) e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,9 s expressam tudo.

CORREÇÃO: Cherry QQ, desde sua primeira versão no Brasil, sempre foi importado da China e não montado no Uruguai. 

Mesmo com todas as taxas, mas com o real supervalorizado, chegou a ser vendido por R$ 20.000, o mais barato aqui.
____________________________________

fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

sexta-feira, 8 de maio de 2015

A CAMPANHA TODAS EM UMA - DESCONTO DE FUNCIONÁRIO PARA TODOS - CHEVROLET A PREÇO DE CONCESSIONÁRIA E AINDA O PLANO DE FINANCIAMENTO TROCA INTELIGENTE SÃO AS PROMOÇÕES QUE O CONSUMIDOR PODE USAR PARA ADQUIRIR OU TROCAR DE CARRO POR UM CHEVROLET. A GM REUNIU ESSAS PROMOÇÕES PARA INCENTIVAR A VENDA DE SEUS CARROS ATÉD O PRÓXIMO DOMINGO, DIA DAS MÃES


São Caetano do Sul - Comprar o carro novo nunca foi tão fácil. Nesta semana, a Chevrolet lança a campanha “Todas em uma”, que reúne, de uma só vez, três das principais promoções da marca no ano: o “Desconto de Funcionário para Todos”, “Chevrolet a Preço de Concessionária” e “Troca Inteligente Chevrolet”.


Dessa forma, além de as melhores condições do mercado, o consumidor ainda pode, na compra financiada de um veículo zero da marca, entregar o seminovo como parte da entrada e receber até R$ 10 mil de troco para gastar com o que quiser.

A combinação dos incentivos pode variar conforme o modelo e a versão do carro, já que o “Desconto de Funcionário para Todos” e o “Chevrolet a Preço de Concessionária” não são acumulativos.


A ação é exclusiva do varejo e válida para veículos de passeio e comerciais leves da Chevrolet em todas concessionárias da marca até domingo, dia 10 de maio de 2015.

O site www.ofertaschevrolet.com.br está disponível para que o consumidor possa consultar as ofertas.

Criada em parceria com a agência Salles Chemistri, a campanha conta com comercial para TV aberta e fechada, spots de rádio, anúncios de mídia e desdobramento digital. As peças são protagonizadas pelo apresentador Rodrigo Faro e pela atriz Cléo Pires.

Dose tripla


Desconto de Funcionário para Todos – A campanha é uma das de maior sucesso da história da marca e oferece a possibilidade de todos os consumidores comprarem qualquer modelo da Chevrolet (incluindo o Camaro) com os mesmos descontos oferecidos aos empregados da empresa.

Chevrolet a Preço de Concessionária – As condições são comprovadas pela nota fiscal de fábrica e, nesta edição, abrangem exclusivamente os modelos Celta, Classic, Onix 1.0 e Montana LS 1.4 (pacote R9T).

Troca Inteligente Chevrolet - Propõe que o consumidor, na compra financiada de um veículo zero da marca, entregue o seminovo como parte da entrada e receba até R$ 10 mil de troco. 


Para se enquadrar na promoção, o seminovo do cliente precisa passar por avaliação da concessionária, ter sido produzido a partir de 2011, ter até 100 mil quilômetros rodados, estar em boas condições de uso e com a documentação em dia.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A AUDI CONTINUA A INSTALAR CONCESSIONÁRIAS POR TODO O BRASIL PARA PODER TER BASE COMERCIAL QUANDO SUA FÁBRICA COMEÇAR A PRODUZIR. AGORA, FOI A VEZ DE CAXIAS DO SUL GANHAR A REPRESENTAÇÃO DA ALEMÃ, A SEGUNDA NO RIO GRANDE DO SUL


Caxias do Sul, 07 de maio de 2015 – A Audi, marca do setor premium de maior crescimento no País, inaugura sua 2ª concessionária no estado do Rio Grande do Sul, chegando a 41 revendas no Brasil. 

A Audi Center Caxias do Sul reforça a presença da marca e oferece mais uma opção para atender o público do estado, que busca os diferenciais dos veículos e o atendimento da empresa alemã. 

A loja contará com o portfólio completo para vendas e atenderá ainda com os serviços de pós-vendas.

“O estado do Rio Grande do Sul tem grande potencial, por isso decidimos nos aproximar ainda mais do consumidor gaúcho.Com a Audi Center de Caxias do Sul o público poderá ver de perto os modelos da Audi, além de contar com a excelência do serviço Audi de pós-vendas”, avalia Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.


Os clientes de Caxias do Sul poderão adquirir no showroom todo o portfólio da marca, do A1 ao R8. 

Já na inauguração, os modelos A3 Sedan e Sportback, A5 Cabriolet, R8 e os SUVs luxo Q3, SQ5 e RSQ3 estarão em exposição para os clientes conferirem o design esportivo e a qualidade Audi. 


Os que já possuem um automóvel da montadora poderão aproveitar ainda o exclusivo atendimento de pós-vendas, que segue o padrão de qualidade internacional da marca.

“Nós do Grupo Eurobike estamos honrados em poder representar a marca Audi agora também em Caxias do Sul”, reforça Henning Dornbusch, CEO da Eurobike.

Resultados
No mês de abril, a Audi registrou, no Brasil, um crescimento de 75% nas vendas, no comparativo com o mesmo mês do ano passado. 

Com isso, este mês, a Audi foi, pelo terceiro mês consecutivo, a marca líder do setor. Em 2014, a marca foi a que mais cresceu no Brasil, com 86,6% no comparativo com 2013.

Na região sul o crescimento da Audi no mês de abril foi de 21%. Além disso, no acumulado do ano de 2015 (janeiro, fevereiro, março e abril), a Audi teve um aumento de 14% nas vendas na região, comparado ao mesmo período do ano passado, crescendo acima da média do setor premium, que teve um crescimento de cerca de 12%.

Serviço
Audi Center Caxias do Sul

Rua Rubens Bento Alves, 8065 – Bairro Cinquentenário

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.