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terça-feira, 15 de setembro de 2015

NISSAN LANÇOU HOJE NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE FRANKFURT SEU NOVO MODELO, AINDA EM FORMA DE CONCEPT, GRIPZ, QUE PRETENDE TER O DESEMPENHO E A ADRENALINA DE UM ESPORTIVO E A CAPACIDADE DE UM CROSSOVER. A MONTADORA JAPONESA TEM EM SEU ESTANDE NA ALEMANHA A PICAPE NP300 NAVARRA E O MODELO 2016 DO SEU ELÉTRICO LEAF, QUE JÁ VENDEU 150 MIL UNIDADES




Frankfurt
– Pioneira no segmento de crossovers, a Nissan revelou hoje o Gripz Concept, carro-conceito que aponta para o futuro criativo deste mercado. 


Desenvolvido por designers da Nissan na Europa e no Japão, o novo modelo mistura a praticidade e a capacidade de um crossover compacto com o desempenho e o entusiasmo de um veículo esportivo.

Com um design emocional e aventureiro – que mistura o estilo crossover com uma pegada ainda mais esportiva - e um avançado powertrain, o Gripz Concept é a aposta da Nissan para uma virada no jogo do segmento dos crossovers compactos, que somente um pioneiro pode fazer. 

É um carro de "dupla personalidade", para ser usado tanto no dia a dia como em aventuras de fim de semana.

O design presta homenagem à linha do Nissan 240Z, que disputou e venceu diversos ralis de safari na década de 1970 ao utilizar a experiência da marca no fora de estrada para vencer provas duríssimas como as disputadas na Península de Baja, nas planícies do Quênia, Uganda e Tanzânia. 

Este modelo ícone trazia uma linha de cintura alta, suspensão reforçada e acabamento preto para o capô e porta-malas com uma cor vermelho-alaranjado profunda na carroceria. 

Os modelos Nissan 240Z eram a prova de que carros esportivos não precisavam ser baixos para serem divertidos.


O Gripz Concept também traz a simplicidade de alta tecnologia das bicicletas de corrida ao utilizar uma estrutura de carbono que recebeu painéis robustos como revestimento blindado. 

Mesmo sendo um 2+2, o modelo tem fácil acesso ao interior por conta da ausência da coluna B.

Para mover o Gripz Concept, a Nissan aposta em sistemas híbrido e elétrico, baseados na tecnologia "Pure Drive" e-Power da marca. 

Assim, o um eficiente motor a gasolina é usado para alimentar o propulsor elétrico, o mesmo utilizado no Nissan LEAF. 

A experiência de anos no desenvolvimento de carros elétricos da marca proporciona a este conceito uma aceleração suave, rápida e linear, bem silenciosa, de extrema eficiência. 

Tudo para oferecer uma experiência de condução suave, refinada e emocionante com eficiência de combustível.

Assim como o conceito Nissan Sway, apresentado em março, em Genebra, e modelos de produção recente, o Gripz Concept traz um painel de instrumentos estilo Gliding Wing, de design elegante e refinado, que combina força com simplicidade. 


Os assentos e console central são inspirados em bicicletas, assim como as maçanetas das portas são em forma de um selim de bicicleta de corrida. O volante de três raios, por sua vez, replica o estilo das rodas.

"Ainda não sabemos quais elementos do Gripz poderão influenciar o design das próximas gerações de crossovers da Nissan, mas estamos ansiosos para conhecer a reação do público durante o salão", disse Shiro Nakamura, vice-presidente sênior Mundial de Design da Nissan.

O Nissan Gripz Concept mede 4.100 mm no comprimento, 1.890 mm na largura, 1.500 mm na altura e 2.580 mm no entreeixos.

Outras atrações
O estande da Nissan no evento alemão tem muitas outras novidades. Entre eles, a picape NP300 Navara, a linha 2016 do carro 100% elétrico LEAF, que traz novidades na autonomia, e os crossovers da marca que são sucesso na Europa e em outros mercados: Qashqai, X-Trail e Juke.

O modelo 100% elétrico mais vendido do mundo – com mais de 150 mil unidades comercializadas –, o Nissan LEAF chega à linha 2016 com baterias de 30 kWh, que ampliam a autonomia do veículo para 250 km com uma única carga, 26% a mais que a anterior e sem ocupar mais espaço. 

O modelo também passa a contar com o sistema de info-entretenimento Nissan Connect, plataforma global da marca que conecta o carro a smartphones.

A picape NP300 Navara faz sua estreia em solo europeu, redesenhada usando a bem sucedida filosofia dos crossovers da Nissan. 

A marca japonesa empregou toda sua experiência de 80 anos atuando no segmento de picapes para criar um modelo com design arrojado e tecnologia inteligente, criando novos padrões para esse tipo de veículo. 

Entre eles estão o Around View Monitor (AVM), sistema com câmeras em torno do veículo, e o dispositivo de frenagem de emergência Forward Emergency Braking (FEB).

O estande da Nissan mostra também a aclamada linha de crossovers, que tem algumas marcas comemorativas. 

A segunda geração do Qashqai, por exemplo, atingiu a produção de 500.000 unidades apenas 21 meses após seu lançamento, enquanto o Nissan Juke sustenta o título de crossover favorito dos consumidores europeus há cinco anos. 

O também renovado X-Trail apresenta ao público o recém-lançado motor 1.6 turbo diesel.

A presença da Nissan no Salão de Frankfurt marca o bom momento da empresa no continente europeu. 

Com o lançamento de nove modelos desde 2004, a fabricante japonesa fortaleceu sua imagem e vendas, que atingiram marcas recordes. 

Até agosto, a Nissan totaliza mais de 500 mil unidades comercializadas na região, crescimento de 9% sobre o mesmo período de 2014.

Assista o vídeo e conheça melhor o Gripz
https://youtu.be/Kq6jyuuDZR0

NOVO SUBARU WRX CONQUISTA A MAIS ALTA CLASSIFICAÇÃO EM SEGURANÇA PELA IIHS. OUTROS SEIS MODELOS DA MONTADORA JAPONESA RECEBERAM PRÊMIOS DE SEGURANÇA DO MESMO INSTITUTO. O CARRO POSSUI O SISTEMA EYESIGHT QUE IDENTIFICA PEDESTRES E OBSTÁCULOS E EVITA EVENTUAIS COLISÕES, ACIONANDO FREIOS, PILOTO AUTOMÁTICO AUXILIANDO NA REDUÇÃO E PARADA DO VEÍCULO. O WRX É EQUIPADO COM MOTOR 2.0 DE 270 CV, COM CÂMBIO AUTOMÁTICO, É UM CAMPEÃO DE RALIS E FOI TESTADO ATÉ O LIMITE NAS 24 HORAS DE NÜRBURGRING


São Paulo, 15 de setembro de 2015 - O sedan esportivo SUBARU WRX, recém-lançado no Brasil pela CAOA, importadora exclusiva dos veículos da marca para o País, conquistou a mais alta classificação em segurança, o 2015 TOP SAFETY PICK+ (TSP+), juntamente com a categoria máxima “Superior” para prevenção de colisões frontais, ambos concedidos pela Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), organização não-lucrativa mantida pelas companhias seguradoras nos Estados Unidos.

Com o SUBARU WRX, sete modelos da marca japonesa receberam, neste ano, prêmios de segurança da IIHS, sendo seis nomeados “TOP SAFETY PICK+” e um com a classificação “TOP SAFETY PICK”.

De acordo com Flávio Padovan, diretor-geral da SUBARU no Brasil, “o ótimo desempenho nos testes realizados pela Insurance Institute for Highway Safety é um importante reconhecimento ao trabalho realizado pela empresa no desenvolvimento e implementação de novas tecnologias relacionadas à segurança ativa e passiva, sempre em sintonia com o conceito de “segurança em todos os sentidos”, que norteia os esforços da marca em conceber, produzir e comercializar veículos que garantam o prazer e segurança dos motoristas e passageiros”.

Para vencer o prêmio TOP SAFETY PICK, o veículo precisa receber a classificação “Bom” nos quatro testes de colisão lateral e frontal de alta velocidade, além da avaliação dos bancos e apoios de cabeça, que avaliam o nível de proteção contra ferimentos no pescoço, decorrentes de impactos na traseira. 


Além disso, é preciso obter avaliação “Bom” ou “Aceitável” no teste de colisão frontal com pequena assimetria (em inglês: small overlap test), realizado a partir de 2012.

O SUBARU WRX, equipado com a tecnologia EyeSight – sistema de segurança que identifica proximidade de obstáculos e pedestres, e comercializado nos mercados asiático, europeu e norte-americano - recebeu a classificação máxima possível – “Bom” -, em todas as cinco avaliações de proteção aos ocupantes realizadas pela IIHS. 

O mesmo nível de desempenho nesses testes, juntamente com uma classificação “Avançado” ou “Superior” para proteção contra colisões frontais, é requisito para atingir a classificação mais alta (TOP SAFETY PICK+).

A SUBARU é uma das empresas do grupo japonês Fuji Heavy Industries Ltd. (FHI) que tem os seus modelos importados, com exclusividade, para o Brasil pela CAOA. 

A marca se dedica em oferecer aos seus clientes, uma experiência de condução diferenciada, com “Prazer ao Dirigir e Paz de Espírito”, sintetizada pelo slogan da marca: “Confidence in Motion”.

SUBARU WRX
O SUBARU WRX, que juntamente com o modelo WRX STI são importados, com exclusividade, pela CAOA para o mercado brasileiro, foi criado para oferecer o máximo de performance, com tecnologia e segurança. 

Para isso, a SUBARU realizou parte do desenvolvimento do WRX nas provas de rali e testou arduamente o modelo na exigente corrida 24 Horas de Nürburgring.

A combinação harmônica e ímpar entre design esportivo e um potente conjunto mecânico proporciona alto desempenho ao WRX. 

O motor Boxer 2.0 litros, turbo, injeção direta, com 270 cv de potência pode trabalhar em conjunto com o câmbio automático Sport Lineartronic – com possibilidade de troca sequencial de marchas no volante -, oferece respostas rápidas e baixo consumo de combustível.

O prazer ao dirigir e a segurança são pontos que se destacam no modelo, que ainda conta com carroceria mais larga em relação à versão anteriormente comercializada, controle eletrônico de estabilidade com três modos de condução, chassi com maior rigidez e sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive (SAWD).

Sobre o EyeSight
A tecnologia EyeSight, desenvolvida pela SUBARU, é um sistema composto por câmeras instaladas próximas ao retrovisor interno, que identifica pedestres e/ou outros obstáculos que possam causar colisões.

Ao detectar tais obstáculos, o sistema EyeSight informa o motorista, com o auxílio de uma indicação no painel de instrumentos e atua em vários dispositivos do veículo, tais como freio, piloto automático e acelerador, auxiliando na redução da velocidade, até a parada do automóvel.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

BELINI RECEBE TROFÉU DO CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO


O presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, Cledorvino Belini, recebeu o troféu Jubileu de Ouro da Administração, outorgado pelo Conselho Federal de Administração (CFA), em solenidade realizada em Brasília. 


A homenagem destaca os “reais serviços e contribuições prestados em benefício da classe dos administradores e da sociedade brasileira”.

Em 2015 comemora-se o Jubileu de Ouro do Conselho Federal de Administração. Há 50 anos, a lei federal nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, propiciou o reconhecimento oficial da categoria profissional e também da ciência da Administração, além de determinar a criação de um Conselho Federal, bem como de instâncias regionais, os Conselhos Regionais, para registrar e fiscalizar o exercício da profissão. 

Atualmente, os Conselhos Regionais estão presentes em todos os 26 estados da federação e no Distrito Federal e reúnem cerca de 500 mil filiados.

Belini é formado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie, de São Paulo, e cursou a pós-graduação em Finanças no curso de mestrado na USP

Possui MBA pela Fundação Dom Cabral/INSEAD e recebeu o título de “Administrador Emérito”, concedido pelo CRA-SP – Conselho Regional de Administração de São Paulo em 2010.

SÃO PAULO LIBERA VEÍCULOS ELÉTRICOS E HÍBRIDOS DO RODÍZIO MUNICIPAL E A ABVE ESPERA QUE A MEDIDA INCENTIVE O CONSUMIDOR A ADERIR A CARROS NÃO POLUENTES. A INICIATIVA DO PREFEITO HADDAD É IMPORTANTE, MAS FALTAM OUTRAS FEDERAL E ESTADUAL QUE REDUZAM OS IMPOSTOS NA COMPRA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS E HÍBRIDOS, CUJOS PREÇOS AFASTAM OS CONSUMIDORES DESSA OPÇÃO


O decreto que regulamenta a isenção do rodízio municipal para os veículos elétricos e híbridos da cidade de São Paulo, assinado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é um grande avanço no sentido de tornar esta tecnologia mais atrativa para os consumidores. 

Esta é a avaliação de Ricardo Guggisberg, presidente executivo da ABVE-Associação Brasileira do Veículo Elétrico, que participou da cerimônia de assinatura do decreto, realizada na tarde desta segunda-feira, 14 de setembro, na Prefeitura de São Paulo.


A redução dos níveis de emissão de poluentes oriundos de veículos automotores foi o que motivou a implantação do rodízio municipal de veículos em 1997. 

Porém, na avaliação da prefeitura, esta medida está perdendo a eficiência porque as pessoas estão comprando um segundo carro. 


“A liberação dos veículos híbridos e elétricos não afetará o trânsito, mas sim a tendência de se adquirir um segundo carro, geralmente mais velho e mais poluente, para driblar o rodízio”, completa Ricardo.

Como não emitem os gases causadores do efeito estufa, os veículos elétricos atendem o objetivo original do rodízio, que era melhorar a qualidade do ar de São Paulo. 


Para Roberto Braun, diretor da ABVE que também esteve presente à cerimônia de assinatura do decreto, “trata-se de um importante reconhecimento do poder público aos benefícios desta nova tecnologia para a sociedade e para o meio ambiente. O carro elétrico tem emissão zero e o híbrido, de 40% de CO2”, detalha.

Os veículos beneficiados pela medida poderão ser conhecidos na 11ª edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, que acontece de 24 a 26 de setembro no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo. 

Além de carros, o evento terá lançamentos em motos, bikes, patinetes, skates e até ônibus – todos movidos total ou parcialmente a eletricidade.

Embora o custo de aquisição ainda seja um dos grandes impeditivos da disseminação desta tecnologia, ela é muito mais barata no abastecimento e manutenção, pesando muito menos no orçamento do consumidor do que um veículo convencional. 

“A economia com abastecimento e manutenção é tão significativa que chega a cobrir uma boa parte do financiamento do carro. Mesmo com o aumento da conta da energia elétrica, abastecer um veículo elétrico custa muito menos que um modelo convencional”, detalha Ricardo Guggisberg.


Atualmente, 5% da frota mundial é elétrica, sendo que o Brasil está muito aquém desse número: estimativas da ABVE indicam que no Brasil há cerca de 3.000 veículos elétricos em circulação. 

“Medidas como as que a Prefeitura de São Paulo adotou são fundamentais para incentivar o crescimento da demanda, sem o qual não é possível ter produção local. Trata-se de um círculo virtuoso que beneficia o cidadão e o meio ambiente”, afirma Ricardo. 


“A tecnologia do carro elétrico tem potencial para estimular a substituição da atual frota, com tremendos efeitos sobre toda a cadeia automotiva, incluindo uma forte geração de empregos”, ressalta. 

Além da liberação do rodízio, a Prefeitura de São Paulo já havia aberto mão de sua parte no IPVA, equivalente a 50% desse tributo, no caso de veículos elétricos e híbridos.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

COMEMORAÇÕES DOS 60 ANOS DA ALPINE EM DIEPPE: UM ENCONTRO DE TODOS OS RECORDES. A AAAA QUE REÚNE OS APAIXONADOS PELA MARCA PROMOVE ENCONTRO EM DIEPPEA, ATÉ O DIA 13, COM A PRESENÇA DE PILOTOS E EQUIPES E MAIS DE 700 ALPINES. AOS LEITORES APAIXONADOS PELA ALPINE A HISTÓRIA DA MARCA


Desde 2012, a Alpine passa por um período de efervescência, paixão e criatividade. Revigorada pelo aniversário dos 50 anos da Berlinette e materializado pelo espetacular A110-50, a renovação da Alpine teve inicialmente a forma de um retorno vitorioso em competições com o A450 a partir de 2013, novamente transformado em 2014, com um segundo título de Campeão da Europa de endurance.

O ano de 2015 constitui uma etapa marcante deste período fértil, com as comemorações associadas aos 60 anos da marca de Jean Rédélé e a chama da criatividade que já se tornou marca registrada.

No evento deste fim de semana organizado por seus veteranos, a Alpine tem a oportunidade de compartilhar este fervor com todos os membros da família reunida.

E muitos vão conhecer na cidade de Dieppe, em tamanho real, os carros excepcionais que terão marcado este ano:

- Alpine Vision Gran Turismo, carro-conceito virtual executado em escala 1,
- Alpine Celebration, com novo visual proveniente da fábrica de Dieppe,
- e, logicamente, o A450-B, que pela primeira vez participa do campeonato do mundo de endurance (WEC).

Para Bernard Ollivier, Presidente da Société des Automobiles Alpine, este fim de semana dedicado à saga Alpine ficará gravado na memória:

“Organizar o maior encontro de apaixonados da Alpine em Dieppe para os 60 anos da marca representa um desafio colossal. Para isso, foram mobilizadas as equipes de veteranos voluntários da Alpine, com o apoio de seus parceiros, da cidade de Dieppe, da região Dieppe Maritime e outras circunscrições administrativas locais para vencer o desafio com louvor. São muitos os preparativos minuciosos e os desafios logísticos enfrentados para que possamos viver um fim de semana inesquecível, repleto de trocas, convívio e paixão. Um fim de semana 100% Alpine! Chego a ficar emocionado com o trabalho impressionante, a mobilização dos vários clubes Alpine em todo o mundo, a participação em massa de fãs que comparecem com seu carro, provenientes de toda a Europa, e até mesmo de países mais distantes, assim como a comunhão de dezenas de milhares de espectadores esperados. E o mesmo acontece quando vejo a presença das equipes de todas as áreas que participarem – e participam até hoje – da história de uma legenda chamada Alpine. Chamo a atenção de todos sobre a reunião excepcional dos pilotos de todas as gerações, associadas à marca nas competições de rali, endurance e monoposto, que formam uma plataforma sem igual, que será difícil reeditar. É por isso que faço questão de prestar meu agradecimento emocionado a todos os homens e mulheres que tornaram possível esta edição de 2015: uma edição excepcional para comemorar seu aniversário à altura deste mito. Estas pessoas comprovam que a chama da Alpine nunca deixou de brilhar, principalmente graças aos seus veteranos”.

Bernard Ollivier, presidente da Société des Automobiles Alpine.


ATRAÇÕES E PONTOS ALTOS DO FIM DE SEMANA – www.retroalpine.com

Para todos, expositores e visitantes, o polo de atrações e o ponto de encontro do fim de semana será o grande village Alpine localizado no gramado de frente para o mar e ladeado pelo parque de veículos dos participantes.

Dentro do grande circo, a exposição dos modelos emblemáticos da marca ensinará a todos sobre a rica história da Alpine. Ali próximo, um espaço inteiramente dedicado ao comércio e à imprensa especializada dará aos visitantes a oportunidade de aperfeiçoar sua cultura e de descobrir os itens e as miniaturas de sua marca preferida.

Os simuladores de pilotagem Gran Turismo permitirão que os visitantes se sentem virtualmente ao volante do Alpine Vision Gran Turismo. 

Os simuladores serão utilizados para um concurso entre os visitantes, além de ser uma atração especial que contará com a presença dos três pilotos da equipe Signatech-Alpine, Paul-Loup Chatin, Nelson Panciatici e Vincent Capillaire, que se enfrentarão para fazer o melhor tempo em um mesmo circuito. 

Ao vencedor será dada a honra de abrir o desfile gigante dos veículos pela cidade de Dieppe, ao volante do Alpine Celebration. 

Um desfile em homenagem a Jean Rédélé, que será um dos pontos altos e marcantes do fim de semana.

Todos os pilotos emblemáticos da Alpine que se tornaram ilustres em todas as categorias de competições terão também a oportunidade de testemunhar seu pertencimento à grande família Alpine, compartilhando suas histórias com o público através microfone do pódio dedicado às entrevistas.

No estande da AAA (Associação dos Veteranos da Alpine), os visitantes poderão conhecer a obra histórica “60 anos da Alpine em Dieppe 1955-2015”; seu autor Louis Granon assinará o volume 1 dedicado às competições. Já os veteranos apresentarão o catálogo especialmente criado para a ocasião.


Cinco percursos de ralis turísticos serão uma oportunidade aos participantes “desenferrujarem” rumo aos pontos emblemáticos da região e das pessoas que ali atuam com paixão.

Por fim, a noite de gala organizada em 12 de setembro em Saint-Nicolas d’Aliermont reunirá nada menos que 900 pessoas em presença de Bernard Ollivier, Presidente da Société des Automobiles Alpine, Philippe Sinault, Chefe da Equipe Signatech Alpine, além de todos os pilotos e equipes responsáveis pelo desenvolvimento, produção e promoção da Alpine.

PROGRAMAÇÃO da “SAGA ALPINE” organizada pela AAA

Sexta-feira, 11 de setembro:
14h00 - 18h30: Recepção dos participantes. Posicionamento dos veículos nos parques de exposições
14h30 - 18h30: Livre acesso ao ?Village Alpine”, parques de exposição e atrações.
18h00: Inauguração oficial em presença das autoridades
19h30: Traslado para Saint-Nicolas d’Aliermont
20h00: Jantar em Saint-Nicolas d’Aliermont

Sábado 12 de setembro:
7h00 - 11h00: Recepção dos últimos participantes - Formação do parque ?estático”
7h30 - 9h00: Largada dos diferentes ralis turísticos
9h00 - 18h30: Livre acesso ao ?Village Alpine”, parques de exposição e atrações.
15h00 - 17h00: Retorno dos ralis e formação do parque ?dinâmico”
17h00: Entrega dos troféus aos pilotos
19h30: Traslados para Saint-Nicolas d’Aliermont
20h00: "Noite Saga” em Saint-Nicolas d’Aliermont em presença de J. Cheinisse, Presidente de honra da AAA - Antigo Diretor do Setor de Competições da Alpine.

Domingo, 13 de setembro:
10h00 - 18h00: Livre acesso ao ?Village Alpine”, parques de exposição e atrações.
10h00 - 10h30: Largada dos três desfiles rumo aos bairros de Dieppe
10h30 - Largada do desfile ?Alpine Celebration” rumo ao centro da cidade
10h30 - 11h15: Visita da fábrica Alpine
11h30: Colocação de flores no memorial de Jean Rédélé


HÁ SESSENTA ANOS… O NASCIMENTO DA ALPINE

Olhando para trás, o destino de Jean Rédélé parece evidente. Envolvido desde a mais tenra idade em um universo onde automóveis, competições e Renault eram as palavras de ordem, ele também se destacou por uma visão vanguardista da tecnologia e do comércio.

Nascido em 17 de maio de 1922, Jean era o filho mais velho de Émile Rédélé, concessionário da Renault na cidade de Dieppe após ter sido o mecânico titular de Ferenc Szisz, primeiro “piloto de fábrica” da Marca no início do século. A partir do final de seus estudos na Escola de Comércio HEC, Jean não passa despercebido pela direção geral da Renault devido às suas ideias comerciais inovadoras. Com apenas 24 anos, ele se torna o mais jovem concessionário de França, assumindo os negócios de seu pai.

Considerando que “a corrida é o melhor banco de testes para os modelos de série e que a vitória é o melhor argumento de venda”, Jean Rédélé participa de suas primeiras competições com 28 anos. 

Após um pequeno teste no Rali Monte Carlo de 1950, ele vence o primeiríssimo Rali de Dieppe ao volante do novo 4CV, enfrentando modelos bem mais potentes! Este sucesso de escala nacional leva a Renault entregar a ele um 4CV ‘1063’ – a versão especial de corrida – na temporada seguinte. 

Alcançando novamente o sucesso, Jean Rédélé busca melhorar as performances de seu bólido. 

Sua busca o leva até a Itália, onde encontra Giovanni Michelotti, encomendando a ele um 4CV Special Sport, caracterizado por uma carroceria de alumínio bem mais aerodinâmica que a do modelo original. 

Com o tempo, a parceria entre o homem dos ralis francês e o designer italiano daria origem a três unidades excepcionais.

Aguardando a entrega de sua nova arma, Rédélé segue sua carreira ao volante do ‘1063’. 

Concessionário Renault nas cidades Paris e Étampes, seu amigo Louis Pons se torna seu companheiro de equipe. Sempre buscando mais performances, a dupla financia o desenvolvimento de uma caixa de câmbio de cinco velocidades, concebida por André-Georges Claude.

Este artifício permite principalmente que ele vença em sua categoria na Mille Miglia, a famosa corrida entre Brescia e Roma.

A trajetória de Jean Rédélé passa em seguida pelas 24 Horas de Le Mans ou o Tour de France Automobile. Em 1953, ele finalmente recebe o seu 4CV ‘Spéciale’. 

Em sua primeira corrida, ele vence o 4º Rali de Dieppe à frente de duas Jaguar e uma Porsche! 

No ano seguinte, a equipe Rédélé / Pons conquista uma terceira vitória de categoria na Mille Miglia, e depois vence a Copa dos Alpes. 

“Percorrer os Alpes com meu 4CV de 5 marchas foi uma das melhores sensações que já vivi, e eu queria que meus clientes também passagem por esta experiência apaixonante com o carro que eu iria produzir. Foi por isso que escolhi o nome Alpine para minha empresa”, disse ele mais tarde.

A ideia de criar sua própria marca perturbava a mente de Jean Rédélé. Foi seu sogro que o ajudou a dar o primeiro passo. 

Como proprietário da Grande Oficina localizada na Praça de Clichy, localizada na Rua Forest, Charles Escoffier era um dos mais importantes concessionários Renault da época. 

Pedindo que seu genro o ajudasse a desenvolver e comercializar uma série de ‘coaches’ já encomendados à montadora de esportivos Chappe & Gessalin, ele o apoia na criação da “Société des Automobiles Alpine”, em 25 de junho de 1955.

A106: O INÍCIO DE UMA EPOPEIA FORMIDÁVEL
Projetando seus futuros automóveis, Jean Rédélé queria se basear em princípios elementares: uma mecânica simples mas competitiva, utilizando o máximo de peças de série, recoberta por uma carroceria leve e atraente. 

De um certo ponto de vista, o coach projetado por Charles Escoffier atende a estes requisitos… mesmo se Jean Rédélé não assume muito a paternidade!

Projetado por Jean Gessalin e montado pelos irmãos Chappe, o primeiro protótipo é apresentado por Charles Escoffier ao comitê diretor da Renault, em fevereiro de 1955. 

Uma vez validada a homologação, Jean Rédélé solicita algumas modificações, provenientes dos 4CV desenvolvidos com Michelotti. 


O coach assume a denominação de A106: A de Alpine e 106 em referência ao nome do código 1062 do 4CV, que serve de banco de órgãos.

No início de julho, três unidades do Alpine A106 com as cores da bandeira francesa – um azul, um branco e um vermelho – desfilam no pátio da sede da Renault, na cidade de Boulogne-Billancourt. 

Mesmo se ele não se afeiçoa muito pela a linhagem do primeiro Alpine, Jean Rédélé se sente bastante orgulhoso por ter se tornado um construtor de automóveis independente.

Mecanicamente, o Alpine A106 tem o mesmo chassi e os trens rolantes do 4CV. O motor de quatro cilindros em linha de 747 cm3 é oferecido em duas versões de 21 cv e 38 cv. 

Este primeiro Alpine se destaca em primeiro lugar por uma carroceria de poliéster, colada ao chassi original do 4CV.

Como opcional, é possível equipar o A106 com uma caixa de câmbio de cinco marchas ‘Claude’, ou a suspensão ‘Mille Miles’, com quatro amortecedores na traseira.

Fiel a seus princípios de melhoria contínua – em uma época em que o Kaizen ainda não fazia parte do vocabulário da indústria automobilística – Jean Rédélé buscava incessantemente o progresso do A106. 

Cansado das reticências de Chappe & Gessalin para fazer evoluir o A106, o cidadão de Dieppe acabou abrindo sua própria estrutura industrial, a RDL. 

Este grito de independência se traduziu pelo lançamento de uma versão cabriolé, projetada por Michelotti e apresentada no Salão do Automóvel de Paris de 1956. 

Uma terceira variante foi lançada em 1958: o A106 ‘Coupé Sport’. Era um cabriolé sobre o qual foi soldado um “hard top”!

Com 251 unidades produzidas entre 1955 e 1960, o A106 permitiu que Jean Rédélé desse início à sua empresa. Mais essa era apenas a primeira etapa…

A108: A PRIMEIRA BERLINETTE
É melhor falar do A108 ou dos A108? As variantes de carrocerias e de configurações são tantas que fica difícil resumir a história de um modelo que teve 236 unidades produzidas entre 1958 e 1965.

O nome A108 apareceu no Salão do Automóvel de Paris de 1957. As carrocerias do ‘coach’ A106 – produzido por Chappe & Gessalin – e do cabriolé RDL são inicialmente mantidas, pois é sob o capô que acontece a metamorfose: o motor do 4CV foi substituído pelo 845 cm3“Ventoux” do Dauphine. 

Com as evoluções, seria possível optar por um bloco alesado para 904 cm3 e preparado por Marc Mignotet, ou para o motor do Dauphine Gordini (998 cm3).

O estilo também evoluiu, a partir de uma variante do A106 desenhado por Philippe Charles, um jovem projetista de 17 anos! 

Partindo do cabriolé desenhado por Michelotti, ele recobre os faróis com uma bolha de acrílico, e prolonga a traseira para obter uma linha mais esguia. Batizado de ‘berlinette’, este carro participa do Tour de France Automobile de 1960 com duas equipes, Féret e Michy, por Jean Rédélé. 

O sucesso agradou tanto que este novo visual se impôs rapidamente em meio aos cabriolés e cupês esportivos produzidos pela RDL.

Outro passo importante é dado em 1961, com a generalização do chassi do tipo monobloco para todos os modelos. 

Esta arquitetura era baseada em uma robusta viga central, na qual são instaladas travessas laterais para dar sustentação aos eixos dianteiro e traseiro. 

Melhorando a rigidez e a leveza, esta inovação constituía a chave das qualidades de rodagem dos modelos Alpine através das gerações.

WILLYS-INTERLAGOS: EXEMPLO DE UMA POLÍTICA DE EXPORTAÇÃO INOVADORA
Sabendo que um desenvolvimento internacional poderia ser uma fonte de crescimento, Jean Rédélé enfrentava uma falta de recursos, que não permitia que ele criasse e desenvolvesse uma rede de exportação tradicional. 

Ele escolheu outro caminho, oferecendo a parceiros industriais a possibilidade de fabricar seus automóveis sob licença.

É verdade que os Alpine são relativamente fáceis de montar, mesmo por pessoal não qualificado. 

Eles são também conhecidos por sua confiabilidade, pois sua mecânica tinha como origem o banco de órgãos (mecânicos) da Renault.

Após um fracasso na Bélgica – menos de 50 unidades do A106 fabricados pela empresa Small – foi no Brasil que Rédélé encontrou saída para seus modelos. 

A empresa Willys-Overland, que já fabricava os modelos Dauphine sob licença da Renault, lançou uma produção a partir de ferramental fornecido pela fábrica de Dieppe. 

A partir de 1960, a fábrica de São Paulo começa a fornecer os Interlagos, cujo nome remetia ao célebre circuito brasileiro. 

À primeira vista, apenas um olho treinado poderia distinguir um Interlagos de seu irmão gêmeo, o Alpine A108.

A parceria continuou com o A110. No total, mil berlinettes e cabriolés foram produzidos até 1966.

Assim como na França, estes Alpine produzidos do outro lado do Atlântico se mostravam à vontade nas competições, principalmente nas corridas de endurance, como as Mil Milhas. 

Foi após ter começado sua carreira com os Interlagos que José Carlos Pace, Emerson e Wilson Fittipaldi conquistaram a Europa, cujas carreiras culminaram com a Fórmula 1.

Esta parceria serviu de modelo para outros acordos no México (Dinalpin), Espanha (Fasa) e Bulgária (Bulgaralpine). Com isso, aproximadamente 15% dos Alpine foram fabricados sob licença no exterior.

A110: SIMPLESMENTE MÍTICO
Utilizando a identidade visual de Philippe Charles e a arquitetura do chassi monobloco, o A108 assentou as bases do A110, que apareceu em 1962. 

Após o 4CV para o A106 e o Dauphine para o A108, foi o Renault 8 que serviu de banco de órgãos para a última criação de Jean Rédélé.

Sempre muito próximas, as relações com a Renault se fortaleceram um pouco mais, quando a montadora decidiu incumbir a marca de representar seus interesses em competições. 

A partir de 1967, todos os carros produzidos tinham a denominação oficial Alpine-Renault.

Alavancada pelo sucesso da marca em ralis, a Berlinette se torna um grande sucesso comercial. 

Para responder a uma demanda crescente, a Alpine deve adaptar sua estrutura industrial, com uma produção dividida entre a oficina da Avenida Pasteur, a fábrica histórica de Dieppe e a nova unidade instalada na cidade de Thiron-Gardais (região de Eure-et-Loir).

O A110 evoluía a cada novo ano/modelo. O motor de 1108 cm3 passou sucessivamente para 1255, 1296, 1565 e 1605 cm3. 

As modificações estéticas eram pequenas, mas numerosas: grade com quatro faróis, para-lamas mais largos, radiador dianteiro, saia traseira desmontável… 

Em 1977, a produção é complementada pelo 1600SX, equipado com um motor de 1647 cm3.


DA BERLINETTE AO GRAN TURISMO
Projetado conforme as instruções de Jean Rédélé, o Alpine A310 permitiria que a marca se firmasse com o sucesso da Berlinette. 

Mas a crise do petróleo de 1973 configurou uma pausa no círculo virtuoso e as vendas caíram sensivelmente. 

Pouco a pouco, a Alpine conseguiu se recuperar, promovendo uma evolução em seu modelo: alimentação por injeção em 1974, montagem do motor V6 PRV em 1976, trem traseiro do R5 Turbo em 1981…

Em 1985, o novo GTA entrava em cena. Com este modelo, a Alpine se distanciava um pouco mais do conceito espartano da berlinette para se inserir no mundo do Gran Turismo. 

Em sua versão mais recente, com o motor V6 Turbo, o GTA desenvolvia 200 cv, o que lhe rendeu o atributo de avião de caça das pistas!

Em 1990, o A610 aparecia no catálogo com um V6 Turbo de 2963 cm3. Apesar de seus atributos de rodagem e seu comportamento dinâmico enaltecidos pela imprensa, este modelo não conseguiu atingir seu público-alvo, desaparecendo em 1995.

Após a interrupção da produção do A610, a fábrica de Dieppe manteve sua atividade com os vários modelos esportivos da Renault Sport, dos R5 Turbo aos Clio R.S. passando pelos Spider Renault Sport ou Clio V6, assim como ela já havia feito com os Renault 5 Alpine. 

Hoje, esta planta histórica – que sempre manteve o logo Alpine em sua fachada – está no coração do renascimento da marca.

A RENOVAÇÃO DA ALPINE
Frequentemente mencionada, ardentemente desejada pelos apaixonados há aproximadamente vinte anos, o relançamento da Alpine encontraria um contexto favorável.

A revelação do carro-conceito Alpine A110-50, por ocasião do 50º aniversário da Berlinette em 2012, era uma etapa que permitira conferir se a chama não havia sido apagada.

Em 5 de novembro de 2012, Carlos Ghosn anunciava oficialmente o renascimento da Alpine e o início da concepção de uma ‘Berlinette do século XXI até 2016.

Quando uma equipe de cinco A110 participa do Rali Monte Carlo Historique de 2013, 40 anos após o tricampeonato histórico de 1973, o entusiasmo obtido chega a tal ponto que é impossível recuar!

Dirigida por Bernard Ollivier, a Société des Automobiles Alpine trabalha atualmente na “Berlinette do século XXI”. 

O conceito geral e o estilo já estão definidos, e o trabalho segue atualmente na concepção de cada peça, execução de maquetes e produção. 


Para isso, a fábrica de Dieppe contou com investimentos importantes, enquanto que protótipos anônimos foram rodados para testar as diferentes soluções tecnológicas.

Aguardando a apresentação deste novo modelo, a Alpine honra sua imagem de competidor, com uma participação coroada de sucessos no Campeonato da Europa de Endurance e, a partir de 2015, no WEC (World Endurance Championship), culminando com as 24 Horas de Le Mans.

Em 2015, a Alpine também se destaca fora das competições, apresentando sucessivamente dois grandes shows cars.

- Alpine Vision Gran Turismo: herói do videogame que leva o mesmo nome, o modelo expressa toda a paixão da Alpine associando esportividade e modernidade. De forma original, o Alpine Vision Gran Turismo leva o “A em formato de flecha” a uma nova dimensão.

- Alpine Celebration: seu nome não deixa nenhuma dúvida: este show car foi especialmente concebido para comemorar o 60º aniversário da marca fundada por Jean Rédélé. Retomando o estilo dos carros emblemáticos de sua história, o Alpine Celebration remete ao DNA das competições e se associa ao lendário evento das 24 Horas de Le Mans, seguido do Festival de Velocidade de Goodwood, criando surpresa e emoção.

ALPINE 
VISION GRAN TURISMO
Fruto da imaginação dos designers e engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento da Berlinette do século XXI, o Alpine Vision Gran Turismo estava dentro de casas espalhadas pelo mundo todo em março de 2015. 

Cada proprietário de um videogame Gran Turismo 6 podia baixar este modelo virtual e pilotar o mais incrível dos modelos da Alpine. E para o deleite dos apaixonados, este carro-conceito também foi produzido em escala 1:1.

A história começou em julho de 2013, quando o estúdio Polyphony Digital Inc. – responsável pelo desenvolvimento do videogame PlayStation® Gran Turismo – sugeriu que a Alpine enfrentasse o desafio de conceber um carro virtual. 

Ambas as empresas parceiras se motivavam pelo entusiasmo e a paixão. Logo as equipes da Alpine estavam envolvidas com o mesmo nível de exigência dedicado ao desenvolvimento do futuro modelo de produção em série.

Depois de um concurso interno que contou com a participação de aproximadamente quinze designers, o projeto apresentado por Victor Sfiazof foi escolhido: “Este é um autêntico carro esportivo, para comemorar o prazer da pilotagem e a paixão pelo automóvel. São muitos os detalhes que remetem ao passado, ao presente e ao futuro. Como a escolha de uma configuração ‘barquette’, diretamente originada do Alpine A450, que participou das 24 Horas de Le Mans. Na frente, a inspiração vinha principalmente do A110. As sinuosidades verticais na traseira são uma grande referência aos modelos A210 e A220, conferindo grande elegância ao visual. Apaixonado pela aeronáutica, também procurei incluir elementos deste universo. Assim, os freios aerodinâmicos proporcionam um lado ainda mais tecnológico à traseira. Este modelo exclusivo também remete ao futuro Alpine, mas por enquanto não podemos revelar mais nada”!

A descoberta do Alpine Vision Gran Turismo começa na frente, que definitivamente evoca o A110. 

O capô inclinado em forma de V é destacado por um vinco que percorre o eixo simétrico do carro. 

Outra pegada que remete aos anos 60 são os faróis de LED em formato de X, que lembram as fitas isolantes que eram coladas em formato de cruz para proteger os faróis das Berlinettes nos ralis. 

Estas referências ao passado se harmonizam à aerodinâmica mais atual: um splitter orienta o fluxo de ar de cada lado da carroceria, revelando os triângulos da suspensão.

O perfil também faz o coração bater mais forte. O ar direcionado para trás das rodas dianteiras é canalizado para amplas entradas de ar, que destacam o formato estreito da carroceria. 

Contribuindo para a harmonia geral, as longas sinuosidades nas laterais traseiras também evocam os modelos A210 e A220, que brilharam nas 24 Horas de Le Mans.

O apelo das linhas do Alpine Vision Gran Turismo também resulta de sua cabine aberta. 

O piloto fica posicionado à direita, uma arquitetura típica de protótipos esportivos, na medida em que a maioria dos circuitos curvam em sentido horário.

A visão traseira – a favorita dos gamers – constitui o toque final do design do Alpine Vision Gran Turismo. 

O fundo plano termina em forma de ogiva, enquanto que um spoiler na parte de baixo une as passagens de roda à extremidade da carroceria. 

Assim como na frente, a carroceria deixa entrever os triângulos duplos da suspensão. Os atributos mais marcantes do Alpine Vision Gran Turismo se manifestam na frenagem. Integrados ao perfil da traseira, freios aerodinâmicos são rapidamente acionados por atuadores hidráulicos, revelando ao mesmo tempo as lanternas de freio!

O Alpine Vision Gran Turismo pode ser virtual, mas deve ter um comportamento em pista digno de seus gloriosos predecessores. Terry Baillon, engenheiro de simulação e configuração de chassi do futuro modelo, está trabalhando neste veículo como se ele fosse um dia partir enfrentar o asfalto: “No início do projeto, determinamos as metas de performance e comportamento deste Alpine Vision Gran Turismo. Depois, transcrevemos as características técnicas com o objetivo de fazer com que o comportamento final no jogo fosse o mesmo que havíamos imaginado no início. Utilizamos nossos próprios softwares para o desenvolvimento, antes de enviar os dados para a Polyphony Digital, para que eles pudessem modelizar o veículo e transformá-lo em videogame”.

De frente para a tela, com o volante ou controle do PlayStation Dual Shock® em mãos, longas sessões de testes foram necessárias para afinar as regulagens do carro. 

Na fronteira entre o Alpine A450 de competições e a Berlinette do século XXI, o Alpine Vision Gran Turismo deixa entrever alguns detalhes do comportamento do futuro modelo de produção em série, ao mesmo tempo em que apresenta características típicas dos protótipos que participaram das corridas em Le Mans. 

Mas como se trata de um legítimo Alpine, foi dado destaque à agilidade, velocidade e o prazer proporcionado ao piloto!

SHOW CAR ALPINE CELEBRATION DIEPPE
Carro esportivo compacto inspirado no universo da Alpine oriundo das competições, o Alpine Celebration apresentado com seu visual Dieppe é um cupê de dois lugares com linhas fluidas e sofisticadas. 

O azul intenso da carroceria remete ao protótipo Alpine que fez um retorno vencedor em Endurance em 2013, enquanto que sua decoração inédita, criada especificamente para o encontro de Dieppe, evoca a campanha vitoriosa em rali do A110, coroado campeão do mundo em 1973.

Com modernidade, o Alpine Celebration Dieppe faz reviver os atributos atemporais do estilo Alpine: silhueta baixa, capô rebaixado e nervurado, flancos reentrantes, vidro traseiro característico, assim como outros detalhes que também trazem à memória o A110 e outros modelos que marcaram a gloriosa história da Alpine.

E nem são precisos artifícios para afirmar sua presença, pois a beleza do Alpine Celebration Dieppe se mostra na sobriedade. 

Elegante, apesar da frugalidade e despojamento ditados pela busca de eficácia, o show car Alpine Celebration Dieppe diz muito sobre a história da Alpine. 

Se ele sintetiza um estilo e valores familiares, ele também os integra com uma pegada moderna. 

Toques de carbono destacam os componentes mais técnicos da carroceria, como o spoiler, as partes laterais inferiores da carroceria, difusor, entradas de ar na traseira e retrovisores.

As máscaras aplicadas nos conjuntos óticos e os faróis redondos centrais com uma cruz branca servirão de lembrança aos apaixonados por automobilismo das fitas autoadesivas que eram colocadas nos faróis dos carros de corrida – artimanha utilizada para preservar sua integridade em caso de colisão.

Emoldurando uma frente provocante, o spoiler dá a impressão visual de sustentação, enquanto que a eficácia é destacada pelas laterais inferiores da carroceria com traços retilíneos e pontiagudos. 

Dotados de um fino espelho que flutua sobre a moldura para aumentar a aerodinâmica, os retrovisores externos evocam a leveza e a eficácia aerodinâmica. 

O célebre “A” em formato de flecha orna a grade de entrada de ar, os flancos, para-lamas dianteiros e o teto.

O desenho das rodas remete ao dos A110 e A310, que estava em voga nos anos 70. Elas deixam entrever os discos de freio dianteiros generosos e as pinças de freio na cor laranja. 

No centro, um cubo de alumínio concebido como uma peça fundida maciça contribui para o design geral.

Extremamente atlética, as colunas traseiras recebem entradas de ar para favorecer o resfriamento do motor. 

O protetor do motor, visível através de persianas no vidro traseiro, confirmam a posição central traseira do bloco motor.

Acima das passagens de roda, canaletas orientam o fluxo aerodinâmico em um estilo típico da Alpine. 

A traseira do veículo se caracteriza por um proeminente difusor integrando um farol central, emoldurado por duas saídas de escapamento em inox escovado. 

A estratégia de valorizar os elementos estruturais do carro e não mascará-los é omnipresente e aumenta a leveza, agilidade e performances.

Assim, o objetivo da apresentação do Alpine Celebration Dieppe reside em seu design, com curvas sensuais, que evoca apenas o prazer de dirigir à francesa.

COMPETIÇÕES, O FIO CONDUTOR DA HISTÓRIA DA ALPINE
Criada por um piloto emérito, a Alpine é uma marca cuja história é permeada de sucesso em competições, do Rali Monte Carlo às 24 Horas de Le Mans!

Mesmo se o temperamento do coach A106 não é exatamente o de um carro de corrida, pilotos com o naipe de Jacques Féret ou Jean Vinatier se encarregaram de condecorá-lo à altura, logicamente sem esquecer o brilhante segundo lugar na categoria, conquistado pelo próprio Jean Rédélé, durante a prova Mille Miglia de 1955. 

É também graças às competições que o A108 evoluiu para servir de base ao A110.

A partir de 1963, a Alpine começa a participar das 24 Horas de Le Mans, visando mais os “índices de performance” ou os “índices de rendimento energético” que a vitória absoluta. 

Com seus pequenos motores Gordini, os Alpine brilham por sua eficácia aerodinâmica. 

Duas vitórias pontuam esta participação, em 1964 com o M64 de Morrogh / Delageneste e em 1966 com o A210 de Cheinisse / Delageneste, brilhantemente complementados por dois tricampeonatos em termos de índice energético, em 1966 e 1968.

O nome da Alpine também aparece nas premiações de monopostos, com um título de Campeão da França de F3 para Henri Grandsire, em 1964. 

Alguns anos mais tarde, Patrick Depailler (1971) e Michel Leclère (1972) conquistam o mesmo resultado.

Nos ralis, a Berlinette A110 não demora a se tornar uma arma absoluta. Em 1968, Gérard Larousse chega perto da vitória em Monte Carlo. 

Mas é a equipe dos ‘Mousquetairese que permite que a montadora de Dieppe chegue ao topo. Jacques Cheinisse, então novo diretor esportivo da Alpine-Renault, reúne um dream team, formado por Jean-Pierre Nicolas, Jean-Claude Andruet, Bernard Darniche e Jean-Luc Thérier. 

Outros pilotos reforçam o quarteto, como Ove Andersson, que vence em Monte Carlo em 1971.

Em 1973, a equipe Alpine-Renault parte em busca do primeiríssimo título de Campeão do Mundo dos Ralis da história! A temporada começa arrebentando, com a vitória tripla de Andruet / Andersson / Nicolas em Monte Carlo. 

Em treze etapas, a Berlinette vence seis vezes, em diferentes circuitos: Monte Carlo (Andruet), Portugal (Thérier), Marrocos (Darniche), Acrópole (Thérier), Sanremo (Thérier) e Volta da Córsega (Nicolas). 

Este último é vencido em apoteose com nova vitória tripla, perfazendo uma epopeia inacreditável! Assim, a Alpine-Renault se torna Campeã do Mundo, à frente da Fiat Abarth e Ford.

Este temporada de 1973 marca também o relançamento do programa Endurance, que estava adormecido após os insucessos dos A220 no final dos anos 60. 

Desta vez, era o degrau mais alto do pódio que estava em linha de mira. Ano após ano, a Marca se aproximava de sua consagração, conquistada em 1978, quando Jean-Pierre Jaussaud e Didier Pironi venceram com o Alpine Renault A442-B, e o A442 de Guy Fréquelin e Jean Ragnotti terminou em quarto! Com o objetivo alcançado, a Renault partiu rumo à Fórmula 1, com o motor V6 de 1500 cm3turbo.

O Alpine A310 também rendeu bons momentos, com sucessos registrados no currículo de Jean Ragnotti, Bruno Saby, Jean-Pierre Beltoise (todos três Campeões da França de Rallycross de 1977 a 1979) e Guy Fréquelin (Campeão de França dos Ralis em 1977). 

Após a organização do Alpine Europa Cup – disputado na abertura dos Grande Prêmios de Fórmula 1 com os GTA – a atividade de competições da Marca foi interrompida, em 1988.

Ao final de 2012, quando a renascimento da Alpine foi anunciado, o retorno às competições também estava sendo considerado. 

Estabelecendo uma parceria com a equipe Signatech, a Alpine participou do Campeonato da Europa de Endurance (ELMS) e das 24 Horas de Le Mans. 

A partir da primeira temporada, em 2013, o A450 venceu o título europeu. A equipe Signatech-Alpine manteve a coroa em 2014, conquistando um pódio na categoria LM P2 em Le Mans. 

Esta performance foi acompanhada por um 7º lugar na classificação geral, ou seja, o segundo melhor resultado da história após a vitória de 1978! 

A história continuou em 2015, com uma participação no campeonato do Mundo de Endurance (WEC)…

ALPINE A450B

O nome remete à herança dos A441, A442, A442b e A443, que correram e venceram em Le Mans nos anos 70.

Evolução do Alpine A450 que participa de corridas a partir de 2013, ele exibe seu patrimônio com o número “50”, simbolizando o 50º aniversário da primeira participação de um Alpine oficial nas 24 Horas de Le Mans, em 1963.

O Alpine A450B atende a regulamentação ACO LM P2, que se insere em uma ideia de frugalidade engenhosa, exaltada pela marca. Estes protótipos com chassi monocoque de carbono atendem a restrições em termos de custos.

Após ter vencido duas vezes o campeonato ELMS LMP2 a partir de sua primeira participação em 2013 e em 2014, e também após ter obtido um pódio nas 24 Horas de Le Mans em sua categoria em 2014, a equipe Signatech-Alpine participa agora do WEC (FIA World Endurance Championship) sob o comando dos pilotos franceses Paul-Loup Chatin, Nelson Panciatici e Vincent Capillaire.

Duas evoluções técnicas são autorizadas por ano: uma antes da primeira prova da temporada e a segunda antes das 24 horas de Le Mans.

Utilizando uma base comprovada, o Alpine A450B recebe um motor derivado de um bloco montado sob o capô dos carros de série da Aliança Renault-Nissan.

Chassi: Alpine A450B

Motor: V8 Nissan VK45 550ch.

Caixa de câmbio: XTrac de 6 velocidades

Velocidade máxima: 330 km/h

Comprimento: 4,61 m

Largura: 1,95 m

Entre eixos: 2,87 m

Peso: 900 kg

Direção: Assistida hidráulica

Pneus: Dunlop

Freios: Carbono – Brembo

CRISE REDUZ VENDA DE CARROS NOVOS E USADOS GANHAM TERRENO E GOVERNO ANUNCIA REGISTRO NACIONAL DE VEÍCULOS EM ESTOQUE, ISSO REDUZIRÁ DESPESAS EM CERCA DE R$ 1.000. PESQUISA MOSTRA QUE POR CADA CARRO NOVO VENDIDO TRÊS TROCAM DE DONO. A MINI TRAZ PARA O BRASIL SEU MAIS POTENTE MODELO: MOTOR BMW DE 2L, COM 231 CV E DE 0 A 100 EM 6,1 SEGUNDOS, POR R$ 153.950


Alta Roda 

Nº 853 — 8/9/15

Fernando Calmon





ABSURDOS PROSPERAM


Em tempos de economia em depressão, qualquer boa novidade traz ânimo ao mercado de automóveis. 

Enquanto as vendas de veículos novos estão em forte queda acumulada de mais de 20% em relação a 2014, o setor de usados como um todo conseguiu até agora um crescimento de 4% e o de seminovos (até três anos de uso), em particular, cerca de 5%. 

Essa é sinalização de que em algum momento de 2016 a recuperação se iniciará.


A Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores) reúne 48.000 lojas independentes de carros usados em todos os estados e no Distrito Federal e tem mostrado atuação bastante ativa. 

A entidade classifica como “usado jovem” o veículo de 4 a 8 anos, “usado maduro” de 9 a 12 e “velhinho”, acima de 13 anos. 

Não por acaso coordenou o 1º Encontro Estratégico das Lideranças do Setor Automobilístico com Anfavea, Fenabrave, Sindipeças, Abac e Febraban, em São Paulo.


Justamente nesse evento foi anunciado pelo Ministério das Cidades e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa o Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave), cuja implantação ocorrerá na sua totalidade, em março do próximo ano. 

Vai integrar a nota fiscal eletrônica de compra do automóvel usado ao seu registro no Denatran e Detrans. 

Terminam despesas puramente burocráticas e cartoriais que representam custos de quase R$ 1.000, fora o tempo perdido.


Inicialmente só as concessionárias participarão do Renave, mas a tendência é que lojistas independentes também participem. 

Ajudará, inclusive, a diminuir o grau de informalidade e a aumentar a segurança dos negócios em benefício do consumidor e do comerciante.


Não dá para saber agora o porcentual daqueles R$ 1.000 que será repassado ao proprietário particular ao vender seu modelo usado para concessionária ou lojista. 

Esse custo tem influência maior em veículos de menor preço e, quem sabe, ajudará o mercado de forma mais ampla. Afinal, para cada carro novo comercializado cerca de três usados trocam de mãos.


Esperam-se outras medidas desburocratizantes para ajudar a simplificar os processos comerciais e de financiamentos. Às vezes, não basta somente mudar a lei. 

Até agora, os efeitos de retomada de veículos de pessoas e empresas inadimplentes que limitariam os riscos de crédito e, por consequência, as taxas de juros estão aquém do esperado. 

Durante o encontro acima citado, relatou-se que juízes nos Estados resistem a cumprir os prazos de lei nos processos de recuperação de veículos cujos donos deixaram de pagar as prestações.


Infelizmente, o respeito aos contratos no Brasil, que deveria ser algo rígido como nos países evoluídos, sofre intervenções ou interpretações distorcidas. 

Tentar proteger o mau pagador acaba mesmo por prejudicar a imensa maioria que paga em dia.


Por outro lado, a voracidade fiscal dos governos cria outros obstáculos. Um deles é vincular as multas de trânsito ao veículo e não ao motorista.

Traz distorções e burocracia típicos do chamado custo Brasil, como um motorista “herdar” os pontos do infrator, se um veículo usado vendido em um Estado é transferido para outro. Até quando absurdos como esse continuarão a prosperar?


RODA VIVA


VOLKSWAGEN terá uma leva de novidades nos próximos três anos no segmento de crossovers. 

Projetos anunciados, informa Automotive News, incluem um concorrente direto do HR-V e Renegade (forte candidato a também se produzir aqui), que se juntará ao Tiguan redesenhado (talvez possa ser fabricado no Paraná) e a um modelo maior do porte do Audi Q7.


ENTRE “veteranos de guerra” oferecidos no mercado, citados na coluna da semana passada, faltou contabilizar o Clio. 

Fabricado no Paraná e agora apenas na Argentina, esse modelo só recebeu maquiagens desde 1999. 

Estabelecido entre Corsa sedã (Chevrolet Classic), de 1995 e o Palio Fire, de 2006 o compacto da Renault continua ainda por no mínimo dois anos.


MINI JCW chega ao Brasil como o mais potente desde que John Cooper iniciou uma parceira com a marca inglesa em 1961 para versões de alto desempenho. 

Motor é o BMW de 2 L turbo/231 cv, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,1 s e vem equipado com freios Brembo para lidar com tanta impetuosidade. Porta-malas limita-se a 211 litros. Preço: R$ 153.950.


NAVEGADOR TomTom GO600, topo de linha por R$ 1.500, conecta-se ao telefone por Bluetooth e destaca-se pela tela de 6 pol. de alta definição. 

 Recalcula rotas em tempo real, mas em comparação simultânea a um celular inteligente e aplicativo Waze, não conseguiu traçar um roteiro melhor em seis de oito avaliações. Peso também diminui sua portabilidade.


TARLHIO dos Santos, de Belo Horizonte, patenteou um sensor de nível de combustível inteligente no bocal do tanque que tem capacidade de medir o volume exato de abastecimento. 

Em teoria acabariam as fraudes nas bombas dos postos de serviço. Segundo a Associação Nacional de Inventores, ele procura interessados em investir na ideia e disponibilizá-la em escala comercial.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

A RECÉM-LANÇADA CHEVROLET S10 HIGH COUNTRY ESTÁ LIGADA AO APLICATIVO SHAZAM QUE IDENTIFICA O ANÚNCIO DA PICAPE


São Caetano do Sul
- A Chevrolet anunciou uma parceria inédita com um dos aplicativos mais populares do mundo, o Shazam (identificador de músicas, artistas, logos e QR code), onde o usuário terá uma experiência interativa digitalizando o anúncio impresso da Chevrolet S10 High Country.

A plataforma Visual Shazam, utiliza a câmera do smartphone do usuário para fazer o reconhecimento da imagem.

O recurso foi criado por meio da parceria do aplicativo com a Chevrolet, que colocou a novidade no anúncio da recém-lançada Chevrolet High Country.

"O filme mostra que hoje a tradição do campo e a tecnologia andam juntas e a S10 High Country chegou para inaugurar um novo patamar de sofisticação, força e tecnologia entre as picapes de produção nacional", destaca Samuel Russell, diretor de Marketing da Chevrolet.

Chevrolet S10 High Country
A “grife” High Country é famosa em modelos Chevrolet nos Estados Unidos por ser sinônimo de utilitários superequipados e muito exclusivos.

O interior da High Country traz o mesmo alto nível de sofisticação do SUV Trailblazer. Os bancos têm forração premium em dois tons (marrom Brownstone e preto Jet Black), costura pespontada e descansa braço traseiro.

Já o assento do motorista conta com regulagem elétrica de altura, distância e inclinação do encosto.

O veículo conta com outros itens de comodidade, entre eles ar-condicionado digital, computador de bordo, volante multifuncional, sensor de estacionamento, controle de cruzeiro (cruise control) e sistema multimídia Chevrolet MyLink com GPS, DVD e câmera de ré integrados.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.