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sexta-feira, 17 de junho de 2016

NISSAN ADERE À NOVA PREFERÊNCIA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO QUE VEM PREFERINDO COMPARAR CARROS COM CÂMBIO AUTOMÁTICO E EQUIPA O MARCH E O VERSA COM ESSE BENEFÍCIO, MAS PREÇOS DOS MODELOS AUMENTA. INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA COMEMORA 60 ANOS DE VIDA.



Coluna nº 2.516 - 17 de Junho de 2016
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Nissan automatiza March e Versa

March e Versa com opção da caixa CVT

Leitor atento, como os da coluna De Carro por Aí, devem ter-se perguntado o porquê de dedicar espaço desmesurado a uma simples caixa de transmissão, coisa simples, uns 5% do valor de um automóvel barato. 


Questão pertinente. Uma das grandes dificuldades nesta escultura semanal não está no levantar informações, conferir fatos e fontes, entender razões e consequências, coisas usuais à função dos jornalistas, mas no filtrar a enorme massa de informações, de acordo com o variado interesse dos leitores – e fazê-las caber neste espaço.

Mas justifico. Caixas automáticas – sejam automatizadas, hidráulicas ou por polias variáveis -, são os equipamentos de maior demanda pela clientela brasileira, independentemente de renda ou tamanho dos veículos. 

Acredite, no maior segmento do mercado nacional, o de carros compactos, 40% de seus proprietários declaram, no próximo terão tal adjutório. 

Em números, tal exigência se sedimenta, triplicando nos últimos quatro anos. Hoje, 1/5 dos compactos vendidos portam tal facilidade. Vox Populi, Vox Dei. Automaticus sera tamem.

Preste atenção na Nissan. Marca japonesa aliada à Renault vem-se preparando para deixar os erros do passado, a mudança sem freios de produtos e executivos, para oferecer novidades e crescer de participação no mercado doméstico. 

Aplicar a transmissão continuamente variável, dita CVT, cria diferença e versões, questão de logística e acertos. 

Equipamento é japonês, de associada da Nissan, a Jatco. Leva o charmoso nome de Xtronic CVT, sugerindo monitoramento eletrônico. 

Foi ajustada ao uso no Brasil, incluindo o cuidado cálculo de preços – o limite máximo a ser pago pelo cliente antes de comparar o total com o preço dos concorrentes.

Como é

Não utiliza engrenagens, ou pressão hidráulica, mas princípio secular – sistema foi desenhado pelo gênio Leonardo Da Vinci – e viabilizado em veículos pela DAF, marca holandesa assumida pela Renault. 

Existiu no Brasil, com patente em nome do dr. Gurgel – o eng. João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, fabricante de veículos com seu nome.

É coisa prática. A grosso modo, dois cones ligados por uma correia. A abertura ou fechamento do espaço entre eles muda a relação de transmissão. 

Coisa boa pelo funcionamento não consumir energia – nem combustível, e oferecer relações de marcha em abertura muito maior ante as outras transmissões. 

Arranca com relação muito reduzida, 4,006:1 e se encerra com enorme multiplicação, 0,458:1. 

Carro lançado, o motor gira em baixas rotações – 120 km/h e 2.000 rpm - e, com ótimos níveis de consumo.

O câmbio porta curioso Overdrive – as marchas inferiores a 1:1. Mas funciona ao contrário. 

Em outros veículos ao se premer o botão para tal função, ele alonga a transmissão. Nos Nissan, ao contrário, reduzem. Um Underdrive.

Para carros 1.6 andam no padrão: 0 a 100 km/h em 10,6s – e mecânico 9,3s.

E?
Opção custa caro: R$ 4.800, empurra o preço do March 1.6 CVT a R$ 53 mil e propele o do Versa com a mesma motorização e decoração aprimorada a R$ 66 mil.

No pacote, Nissan aplicou mantas fono absorventes elevando o conforto de marcha, com mais silêncio e sensação de distanciamento do meio ambiente equivalendo a veículos de maior preço e distinção. 

A mim a aplicação parece ligada à necessidade de reduzir a rumorosidade do motor e a sensação classificada como estranha por motoristas sem preocupações mecânicas. 

Nos veículos com CVT o motor parece desconectado da transmissão e com isto não tem picos de aceleração e queda de rotações para engatar marchas. 

Ele gira e a transmissão que corra atrás para acompanhá-lo. Como diz Josias Silveira no sítio Autoentusiastas: “a sensação é que o motor vai, e o carro fica”.

Entretanto, reduzidos usuários capazes de perceber tal mudança ou reclamar do limitado freio motor não influenciarão vendas. 

No conjunto o March – e o Versa igual ao usar a mesma arquitetura mecânica – agradam pela andadura confortável, o clima de silêncio interpretado como qualidade - e serão poucos os usuários incomodados com a operação motor/câmbio; o freio motor radical; ou as eventuais passarinhadas da direção elétrica. 

Passarinhar é termo antigo, do tempo de muares e equinos como condução. Volta e meia, por razões aparentemente desconhecidas, talvez por instinto alheio aos cavaleiros, os animais mudavam de trilha, alteravam o passo. 

Cavaleiros experientes deixavam os animais resolver como andar. Outros, corrigiam o curso com rédeas e/ou esporas. A direção elétrica do March tem um pouco deste comportamento aleatório. 

Indústria de carros no 
Brasil começou há 60 anos

16 de junho, data importante no cenário industrial e econômico brasileiro. Nele publicou-se o Decreto 39.412 instituindo o Grupo Executivo para Implantação da Indústria Automobilística Brasileira. 

Abria o País a novos fabricantes, traçava caminhos, prazos, concedia facilidades como utilizar máquinas como capital, e adquirir dólares pelo câmbio oficial nas importações de componentes. Moeda no mercado paralelo custava quatro vezes mais.

O Brasil montava veículos – caminhões Ford, GM, International, FNM, Jeep Willys. Automóveis, poucos na Ford, GM e representação Chrysler, e Volkswagens. Coisa pouca e com baixo índice de nacionalização. O GEIA visava trocar montagem por produção.

O governo JK aproveitava as ideias do comandante Lúcio Meira. Servindo no Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, havia traçado conceitos e realizado uma primeira viagem de co optação de indústrias à, como vista, aventura tropical. 

Mas Getúlio se suicidou, o sucessor Café Filho exportou o Comandante Meira para uma base marítima baiana, e a ideia de fazer veículos dormitou. 

Voltou com JK e sua capacidade de envolver tudo em charme no programa mundial de melhores resultados até os anos 1990.

Em seis décadas anos produziu pouco mais de 79,2 milhões de veículos e desenvolveu invejável capacidade de adaptá-los às condições nacionais, formando uma engenharia e áreas de estilo com prêmios e reconhecimento mundiais. De tudo o feito, há situação insólita: não tem única marca ou modelo nacional.

O primeiro
Controvérsias. Algumas pessoas argumentam ter sido a camioneta Universal Auto Union, construída pela Vemag, em novembro de 1956, o primeiro veículo nacional. 

A Vemag portava a autorização número 1 do Geia. Outros apostam no Romi-Isetta, micro carro lançado dois meses antes, entretanto inviável por não se enquadrar no gabarito do órgão normativo.

O Curador do Museu Nacional do Automóvel tem outra visão: seria o Jeep Willys. Gozava do maior índice de nacionalização, e produção superior aos demais. E era construído aqui anteriormente às regras do GEIA.

Jeep Willys ’56 – para o Museu, pioneiro 

Roda-a-Roda

BM – Com missão de transformar-se em ícone e patamar de desejo, BMW importa o BMW M2 Coupé. 

Combinação do motor forte, L6, 3,0 litros, biturbo, 370 cv, com suspensão de alumínio e aperfeiçoamentos pró performance, permitem ágil acelerar de 0 a 100 km/h em 4,3s. A R$ 379.950,00.

BMW M2

Mais um – Após Mitsubishi admitir mascarar consumo de seus carros pequenos – os Kei Cars, abaixo de 600 cm3 -, fato se repete com outro fabricante destes carrinhos, a Suzuki.

Outros – Problema na Mitsubishi fez cair valor das ações. Lucrativa, Nissan agiu rápido comprando 34% delas, assumindo seu comando.

Problemas – Na Suzuki, problemas pessoais maiores. Osamu Suzuki, 86, CEO, com a marca tão impregnada, adotou-a como sobrenome. 

A treta mecânica deve apeá-lo e a outros diretores do poder – e mudar o desenho societário.

FAC – Evento pode repetir o caso Mitsubishi, mantida a oferta de tomada acionária pela FCA, interessada em aumentar parcerias. Suzuki parece pequena no Japão, mas é líder no atrativo e peculiar mercado indiano.

De Fora – Sobre a notícia da Coluna passada, da nota Zero atribuída ao Kia Picanto, em avaliação por impacto pela LatinNCAP, representação nacional da marca informa não vender tal versão pelada no Brasil.

Aquecimento – Entre idas e vindas FCA iniciará produzir em julho pré-série do Projeto 551, o Compass. 

Processo afina máquinas, montagem, encontra erros e sana-os antes da produção seriada. Sobre a plataforma de Renegade e Toro.

Olimpíada – 5 de julho, Nissan iniciará vender o Kicks, seu sav. Está entusiasmada. Com a pré-apresentação acompanhando o percurso da Tocha Olímpica, patrocinado pela marca, há interessados em comprar, pagar, dar sinal – e não há valor definido. Começa com série especial, 1.000 unidades.

Correção – Após conjuntura desfavorável – lançamento trocou jornalistas por blogueiros, selfie boys and girls, retorno gracioso pífio, e vendas baixas -, Fiat foi ao Plano B: cria novidade com versão Way do Mobi.

E, ... – Maior altura livre do solo, amplia aplicação em pisos ruins e clientes. E gera notícia para lembrar ao consumidor a existência do produto. Agiu rápido.

Prensa – Revendedores Troller afiam argumentos para cobrar à Ford, dona da marca, cumprir promessas de lançamento de três versões do jipe – luxuosa Limited; com transmissão automática de seis velocidades aplicada ao picape Ranger -, e opção mais simples, para trabalho. Ficou nos acenos.

Costumes – Moradores do Lago Sul e condomínios sabem quando a Presidente afastada Dilma Roussef está em Brasília. Por travar o trânsito. 

Manda fechar acesso às vias antes e após saída do Palácio da Alvorada – e gera monumental engarrafamento a quem lhe paga a cara ociosidade.

Lula – Sabe quantos veículos utilizava o antecessor Lula? Não, cinco como o fazia José Sarney – havia um Landau de reserva, pois a frota era inconfiável – ou quatro como Fernando Henrique. Mas onze.

Sem Noção – Ambulância ... fechava o desfile. Governos evocam Democracia, povo, trato republicano, mas o Poder os distancia. 

Marechal Castelo Branco, primeiro governante militar, era econômico com as benesses do poder: movia-se em solitário Aero-Willys.

Democratas – É o jeito petista de ser. Motociclistas do ex-poderoso ministro da Casa Civil, José Dirceu, fechavam a Esplanada dos Ministérios, para desfilar, solitário como comissário supremo do proletariado desorientado, em seu negro automóvel, longe, distante do povo – detinha o trânsito apenas por vaidade.

P’ra que – Art. 29 do Código de Trânsito brasileiro prioriza deslocamentos com batedores. Mas não os caracteriza ou lista quem tem direito ao uso.

Trato – Também curioso é o posto de ministro da Casa Civil, desempenhado pelo ora preso Dirceu. 

No tempo do Imperador Pedro II, pagando as próprias viagens e tocava o país com educação, cultura, higidez em administração e sobriedade, tal atividade era do mordomo do Palácio.

Inversão – O vesgo exercício do poder muda, até, significado das palavras. No corrente, Mordomia significa confortos como ter um mordomo. Mas aos usufrutuários do poder, são os confortos para o Mordomo...

Aliás - Ao encerrar o ciclo petista, exceto Jaques Wagner, opções aos ex-ocupantes dos cargos de neo-mordomos tem sido processo e/ou prisão.

Mundo muda – Após o Uber Taxi, o UberCOPTER. Empresa testa por um mês em S. Paulo, junção de automóvel com helicóptero em cinco helipontos na cidade e quatro aeroportos. 

Preço? Hotel Blue Tree Faria Lima/Guarulhos, R$ 271; Hotel Transamerica/Blue Tree Faria Lima, RS$ 80. Valor por assento.

Força Bruta – MWM fabricante de motores diesel, lança produto destinado ao segmento de energia. 

É o série 12, L6, 7,2 litros de deslocamento, potências entre 330 e 415 cv a baixas 1.800 rpm. 

Manutenção simplificada por cabeçotes individuais e camisas úmidas – permite reparar apenas o cilindro defeituoso.

Kombi – Conhecido utilitário passou inúmeros usos em 63 anos de produção no Brasil, e ser carro de corridas será mais recente façanha no King-Kombi, 2 e 3 de julho, Kartódromo de Barra Bonita, SP. 

Organizadores do Pé na Tábua, corrida para carros antigos, querem juntar maior quantidade de anos, modelos e versões. A fim? www.penatabua.com

Antigos – Mais uma edição, a XV, do Encontro AVA de veículos antigos. Juiz de Fora, MG, 2 e 3 de julho. Previsão de 800 participantes. 

Marca característica, ser grande arrecadadora de alimentos para entidades beneficentes. Mais? avahotstreet@yahoo.com.br

Gente – David Powels, sul-africano, presidente da VW do Brasil, missão: liderar a marca regionalmente. 

OOOO Assumiu o controle para América Latina e Caribe, seguindo novo modelo gestor da matriz. 

OOOO Thomas Owsianki, diretor da Skoda e de vendas na China, será seu vice-presidente. 

OOOO Jorge Pontual, VP de vendas no Brasil chegou a ser cogitado ao posto, mas os bons resultados de relacionamento com a rede de revendedores mantiveram seu foco. 

OOOO Projeto de Powels, em equipe incluindo Portugal, é reassumir liderança de mercado até 2018. OOOO

Mercedes vende peças para antigos

Itens de reposição, kits, reparos, acessórios, enfim, partes para veículos leves da Mercedes estão sendo vendidos pelo sítio www.peçasclassicasmercedes.com.br

Integra ação da empresa em manter a frota usada operando com segurança, oferecendo peças de estoque com até 75% de desconto sobre preço, possibilidades de financiamento em até 10 vezes, frete grátis até o concessionário indicado para retirada. 

As linhas consideradas clássicas englobam caminhões antigos e as linhas MB 180D e Sprinter. Brevemente incluirá os ônibus.

Negócio atende a necessidades da fábrica, dos concessionários e de clientes, a parte de garantia de fábrica não foi esquecida e os componentes, e a operação montada pela Mercedes oferece peças originais aos preços praticados para componentes usados.

Na parceria, a Mercedes-Benz administra o sítio e fornece as peças. A rede de concessionários faz as vendas, entregas e busca resultado paralelo, fazer voltar aos seus espaços os clientes afastados pelo envelhecimento dos veículos, fim da garantia. Será oportunidade para novos contatos e negócios.

A iniciativa de dar atenção a veículos antigos integra os esforços da Mercedes em se aproximar da clientela. 


Num programa rotulado “As estradas falam, a Mercedes ouve”, indica a preocupação, até, em modificar os produtos de acordo com as opiniões e demandas dos usuários. 

Caso do sítio para peças a veículos antigos, se inclui na mesma pauta: ter solução para todas as necessidades dos clientes Mercedes.

Linha 180D, antiga, com peças com desconto e facilidades
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VOLVO VALORIZA MOTORISTAS DE PESADOS EM CAMPANHA. PARA PARTICIPAR BASTA PREENCHER CADASTRO E RESPONDER A PESQUISA PELO SITE INDICADO NO TEXTO, ATÉ 31 DE JULHO


A Volvo inicia, no Brasil, uma campanha de valorização do motorista profissional de caminhão.

A primeira ação é a promoção “Sua Voz Te Leva Longe”, que busca ouvir a opinião dos motoristas sobre a vida nas estradas brasileiras e vai sortear um motorista para viajar à Suécia, sede mundial do Grupo Volvo, acompanhado do jornalista Pedro Trucão, do programa Pé na Estrada.

Para participar, basta preencher um cadastro e responder a uma pesquisa pelo site www.suavoztelevalonge.com.br


Os interessados em participar deverão portar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D ou E, morar no País e dirigir caminhões pesados, semipesados ou leves de qualquer marca.

“Com esta promoção, queremos ouvir os motoristas para entender melhor suas percepções e, a partir daí, desenvolver ações que contribuam com a valorização desse profissional. 
Sabemos as dificuldades enfrentadas no dia a dia nas estradas, mas esta é uma forma de darmos voz aos motoristas”, afirma Solange Fusco, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina. 

A executiva destaca que a Volvo sempre deu atenção ao motorista. 

Os caminhões da marca são desenvolvidos com avançadas tecnologias que oferecem conforto e segurança ao profissional das estradas. 

Além disso, as casas da rede de concessionárias da marca inauguradas nos últimos cinco anos, oferecem estrutura de descanso aos motoristas; e a empresa investe em treinamentos como o TransFormar, que tem como foco o lado comportamental e emocional do motorista.


“Se os caminhões pararem, o Brasil para. Tudo que chega até nós, seja em nossas casas ou no trabalho, em algum momento foi transportado em um caminhão”, argumenta Solange.

Com o resultado da pesquisa em mãos, a Volvo vai desenvolver ações de mobilização do setor, que contribuam com a melhoria da qualidade de vida do motorista de caminhão e consequente maior valorização da profissão. 


“Os dados da pesquisa vão nos oferecer subsídios para ações que contribuam para que a profissão de motorista seja mais valorizada a partir do ponto de vista dos próprios motoristas”, destaca Anaelse Oliveira, coordenadora do Programa Volvo de Segurança no Trânsito.

Inscrições e Sorteio
Para receber seu número da sorte e participar do sorteio, o caminhoneiro deve se inscrever e responder a um questionário que aborda assuntos relacionados à vida na estrada. 

O motorista que tiver interesse poderá também enviar um depoimento sobre o que a profissão tem de positivo e o que pode ser feito para melhorar, em qualquer formato. 

Podem ser textos, poemas, músicas e vídeos. Os melhores poderão ilustrar as ações de divulgação da campanha.

As inscrições podem ser feitas de 1º de junho a 31 de julho e poderão ser feitas pelo site oficial da promoção www.suavoztelevalonge.com.br

Só é permitida uma inscrição por CPF. O sorteio será realizado no dia 3 de agosto.

NO SEMINÁRIO "REVISÃO DAS PERSPECTIVAS DE 2016", DA AUTODATA, OCORRIDO EM SÃO PAULO, O RESULTADO ENCONTRADO DO DESEMPENHO DA ECONOMIA COM REPERCUSSÃO NO SETOR AUTOMOTIVO É QUE A ÚLTIMA FOI UMA DÉCADA PERDIDA, MAS ENTRE MORTES E FERIDOS ESCAPOU A APOSTA DA TOYOTA NOS CARROS HÍBRIDOS E NAS ILHAS DE HIDROGÊNIO PARA OS ELÉTRICOS. O CERTO É QUE OS BRASILEIROS OPTARAM DE VEZ PELOS CÂMBIOS AUTOMÁTICOS E A NISSAN VAI INCLUÍ-LOS NO VERSA E NO MARCH



Alta Roda 

Nº 893 — 16/6/16

Fernando Calmon 



DÉCADA PERDIDA



Se a onda de desânimo e falta de confiança de compradores e investidores levaram à penosa situação atual do mercado, alguma luz de esperança começa a surgir para 2017. 

Esse foi um dos principias indicadores do seminário Revisão das Perspectivas 2016, da AutoData, esta semana em São Paulo.

Até agora, nenhum executivo quis se comprometer sobre o que pode ocorrer no próximo ano. 

Há apenas o consenso de fundo do poço em 2016. Anfavea prefere esperar mais dados nos próximos meses para rever números. 

Mas surge o sentimento de que mudanças econômicas em curso melhorariam o humor de pessoas e empresas. 

O novo presidente do Sindipeças, Dan Ioschpe, previu crescimento do PIB de forma bastante modesta em 2017: apenas 1,3%.

Esse patamar o autoriza a estimar que a produção de veículos leves e pesados subirá 2,7% no ano que vem, incluindo mercado interno e exportações. 

Se parece um alívio, Ioschpe deixou claro: “Sempre é bom voltar a crescer, mas igualar os números recordes de 2013, por enquanto, não vislumbro antes de 2023”.

Nas palestras houve reconhecimento do artificialismo que inflou as vendas no passado recente, conduzindo ao excesso de capacidade e à redução do nível de emprego. Importante, porém, saber que o mercado brasileiro não está saturado. 

Alguns esperam um sinal positivo de recuperação da confiança para “acordar” os compradores. 

Vendas represadas trariam condições de encurtar essa nova década perdida para o setor automobilístico.

Outro debate foi a liberação sumária para automóveis a diesel por meio de um projeto de lei em discussão na Câmara dos Deputados. 

A Cummins e a consultoria Power Systems Research apresentaram argumentos contrários, enquanto FPT Industrial e MWM mostraram-se favoráveis, talvez com a expectativa de produzir aqui estes motores, algo muito improvável pois seriam importados. 

Anfavea reafirmou sua desaprovação, entre outros motivos pelos investimentos já feitos para melhorar o consumo dos motores atuais.

O assunto diesel não é novo. Dois projetos de lei anteriores foram arquivados. Depois de toda a confusão envolvendo emissões poluentes desse combustível no exterior nos últimos nove meses, pairam dúvidas sobre as reais razões de reabertura do tema. 

Se a referência for CO2, não há condições de o diesel competir com bioetanol de cana-de-açúcar no Brasil. Pelo contrário, só danificará a matriz energética do País.

Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, reafirmou a aposta da empresa em híbridos (motores a gasolina ou flex, no caso brasileiro, auxiliados por motor elétrico) e nas pilhas a hidrogênio para automóveis puramente elétricos. 

Ele acredita que 40% das vendas da marca na América Latina até 2030 virão dessas duas opções. 

E, em 2050, a totalidade de sua comercialização no mundo. Significa que motor a combustão não acaba tão cedo

RODA VIVA



INAUGURAÇÃO da fábrica do grupo Jaguar Land Rover, em Itatiaia (RJ), fecha o ciclo de novos entrantes para produção de modelos mais caros. Capacidade: 24.000 unidades/ano. 

Range Rover Evoque e Discovery Sport têm índice de nacionalização inicial em torno de 40%. 

Anteriormente, Land Rover montou o Defender em São Bernardo do Campo (SP) de 1998 a 2005.

APESAR da situação do mercado de veículos (quase 50% de queda acumulada nas vendas em dois anos), o País não perdeu tanto protagonismo na região. 

Volkswagen é mais um grupo a ampliar a abrangência administrativa de seu principal executivo no Brasil. 

O sul-africano David Powels responde agora pela América do Sul, América Central e Caribe.

BMW M2 chega este mês às lojas como um cupê compacto de tração traseira (partilha a mesma arquitetura do hatch Série 1) de desempenho excepcional: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 s. 

Utiliza um raro, nos dias de hoje, motor turbo de 6 cilindros em linha, 3 L, 370 cv e nada menos de 47,4 kgfm. Preço de R$ 379.950,00, ou mais de R$ 1.000 por cv.

ESCALADA de oferta de câmbios automáticos em carros compactos inclui os Nissan March e Versa, nas versões de 1,6 L. Marca japonesa optou por um CVT (marchas infinitas dentro de intervalo fixo de maior e menor redução), mais adequado a uma condução urbana moderada. 

Poupa combustível, mas é encarecido pela importação: a opção custa R$ 4.800.

SEGUNDO pesquisa da J.D. Power do Brasil, subiu o índice de satisfação no processo de compra de veículos novos. 

Com menos interessados para atender, as concessionárias estão se esforçando mais para vender e procurando fidelizar os clientes. 

Índice de avaliação positiva subiu de 774 pontos (numa escala até 1.000), em 2015, para 793 pontos este ano.

ESTÁ
disponível aqui óleo sintético de última geração cujo foco é manter a capacidade de lubrificação em temperaturas altas. 

Essas condições ocorrem em motores modernos de baixa cilindrada e alta potência. Parceira da Mercedes-Benz na F-1, Petronas desenvolveu o Syntium CoolTech para maior dissipação de calor nos motores de competição.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O MODELO M2 COUPÊ É A NOVIDADE DA BMW NO BRASIL, UM BELO EXEMPLAR COM MOTOR DE 370 CV, LIGADO A UMA TRANSMISSÃO DE SETE VELOVIDADES COM DRIVELOGIC, QUE LEVAM O CARRO DE 0 A 100 KM/H EM MÍSEROS 4,3 SEGUNDOS, MAS NÃO APENAS ISSO, VEM DE FÁBRICA COM OS SISTEMAS CONNECTEDDRIVE E M LAPTIMER, QUE ANALISA DESEMPENHO NAS PISTAS, INCLUSIVE MOSTRANDO FORÇA G. O SOM HARMAN KARDON É OUTRO LUXO DO M2 COUPÊ, MUITO CONFORTO, SEGURANÇA E AGRADÁVEL DIRIGIBILIDADE. CUSTA CERCA DE R$ 380 MIL


Uma das principais novidades em esportividade da temporada, o novo BMW M2 Coupé chega à rede de concessionárias BMW em todo o País em junho. 


Assim como os demais modelos da linha BMW M, o automóvel apresenta uma performance inigualável, graças ao motor de seis cilindros em linha e à suspensão de alumínio M Sport leve, que proporcionam uma experiência única de condução: emoção aliada à segurança e à alta tecnologia embarcada.


Desempenho esportivo
O novo motor de três litros e seis cilindros em linha do novo BMW M2 evidencia a tecnologia de ponta M TwinPower Turbo, ao fornecer potência máxima de 370 cv a 6.500 rpm e aceleração de 0 a 100 km / h em apenas 4,3 segundos. 

A dinâmica de direção é otimizada pelas suspensões traseira e dianteira de baixo peso, pelo equilíbrio de peso 50:50 e pela tração traseira. 

O novo BMW M2 tem rodas de liga-leve M Double-spoke de 19 polegadas e pinças de freioscom acabamento azul metálico M, que alcançam valores de desaceleração extraordinários, sendo extremamente estáveis e duráveis.

Outro destaque do modelo é a direção M Servotronic que, além de se ajustar de acordo com a velocidade do veículo, garantindo uma resposta direta e precisa mesmo em velocidades elevadas, garante ainda precisão superior ao minimizar o esforço físico necessário para girar o volante durante manobras ou em estradas estreitas ou sinuosas.

O novo BMW M2 Coupé é protagonista no segmento de carros de alto desempenho, especialmente quando o assunto é dinâmica de condução. 


O diferencial traseiro Active M é controlado eletronicamente e otimiza a tração e estabilidade de direção ao mudar de faixa na pista ou acelerar na saída de uma curva. 

O Controle de Estabilidade Dinâmico (DSC) ativo entrega uma dirigibilidade extremamente empolgante, possibilitando desfrutar ao máximo do potencial dinâmico longitudinal e lateral do veículo, mantendo o acesso ao suporte de condução oferecido pelo modo dinâmico. 

Com transmissão de dupla embreagem automatizada e sete velocidades com Drivelogic, a troca de marcha é mais rápida e efetiva, sem interrupção do fluxo de energia, graças ao sistema de controle de arranque, que garante a máxima aceleração logo a partir da primeira pisada no pedal do acelerador, com aderência devida logo a partir da aceleração inicial para vencer a inércia rapidamente.


Design Motorsport
Inspirado em versões históricas dos veículos BMW no automobilismo, o novo modelo da linha BMW M alia potencial extraordinário ao design inovador. 

Além dos detalhes aerodinâmicos característicos, o novo modelo conta com defletores dianteiros inferiores mais baixos com grande entrada de ar, e uma aparência imponente, que realça a potência, o controle preciso e o mais dinâmico comportamento do veículo nas pistas e estradas, além de ponteiras de escapamento duplas com ponteiras cromadas, que ressaltam ainda mais o desempenho esportivo do veículo.

O revestimento de couro tipo Alcântara está nos painéis internos das portas e no console central, juntamente com fibra de carbono, combinando qualidade e esportividade, graças ao contraste proporcionado pela costura Motorsport azul em relevo. 

Bancos, volante e alavanca do câmbio possuem detalhes exclusivos da grife M. 

O modelo ainda conta com o sistema de som Harman Kardon, com 12 alto-falantes, dois subwoofers centrais e um amplificador externo de 360 W no porta-malas.

Conectividade inteligente
O novo BMW M2 Coupé conta com o mais moderno sistema de assistência ao condutor e serviços de mobilidade: o BMW ConnectedDrive, que permite o uso de aplicativos inovadores integrados ao carro, como os aplicativos GoPro - que permite aos passageiros controlar a câmera de ação e gravar seus melhores momentos usando o controlador do iDrive e Controle Display – e BMW M Laptimer, que possibilita comparar os tempos de voltas em circuitos e ainda analisar o desempenho na pista monitorando dados de diferentes categorias, como aceleração, frenagem, ângulo de curva e força G.

A diversão fica completa ao compartilhar sua performance com amigos por meio das redes sociais ou e-mail

Para fazer o download dos apps – compatíveis com o sistema iOS - basta acessar a loja de aplicativos do celular.


O sistema engloba ainda serviços de concierge, informações de trânsito em tempo real, chamada de emergência inteligente e o CBS – Condition Based Service – o sistema de manutenção inovador e personalizado da BMW, que informa o proprietário, com 2.000 quilômetros ou quatro semanas de antecedência, se uma manutenção é necessária.

Alto conforto e máxima segurança
O modelo conta com o sistema Comfort Access (sensor de presença), que permite o acesso ao automóvel sem precisar retirar a chave do bolso, bastando colocar a mão na maçaneta. 

Além disso, o BMW M2 apresenta uma vasta lista de equipamentos, como assistente de farol alto, airbags duplos dianteiros, laterais traseiros e de cortina (dianteiros e traseiros), controle de estabilidade e tração e faróis bi-xenon.

Personalização
Tanto o comportamento dinâmico quanto a aparência do BMW M2 Coupé podem ser personalizados com os acessórios originais BMW M Performance, uma linha completa que oferece aos clientes componentes derivados do automobilismo para otimizar a aerodinâmica, o motor, o cockpit e a suspensão, com produtos que satisfazem os mais altos padrões em termos de funcionalidade e design. 

 Os clientes interessados podem encontrar todos os acessórios exclusivamente em uma das concessionárias autorizadas da BMW em todo o Brasil.


Histórico poderoso
O novo BMW M2 Coupé não é apenas o herdeiro direto do bem-sucedido BMW Série 1, mas também um descendente original do BMW M3 e do BMW 2002 turbo – este último foi sensação na década de 1970, antecipando a entrada do que hoje é a divisão BMW M, do BMW Group.

O BMW M2 está disponível nas cores branco alpino, preto safira, cinza mineral e azul long beach, pelo preço sugerido de R$ 379.950,00.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:

www.bmw.com.br


JEEP® RENEGADE É O VENCEDOR DO PRÊMIO REI 2016 ESCOLHIDO PELO JÚRI E LEITORES DA AUTOMOTIVE BUSINESS


O Jeep Renegade foi o vencedor do Prêmio REI 2016 (Reconhecimento à Excelência e Inovação) na categoria Veículos Leves. 

Já a Jeep conquistou o prêmio na categoria Marketing e Propaganda pela campanha de relançamento da marca no Brasil. 

A premiação, organizada há seis anos por Automotive Business, teve duas etapas de votação. 

Na primeira, um júri de 22 especialistas em indústria automobilística escolheu os cinco finalistas em cada categoria, entre mais de 200 lançamentos e cases indicados por empresas do setor.

A etapa final de votação do Prêmio REI contou com votos dos assinantes da revista e da newsletter Automotive Business, e ainda dos participantes do VII Fórum da Indústria Automobilística, do Workshop Indústria 4.0 e do IV Fórum RH na Indústria Automobilística.

Além das premiações a profissionais e cases da indústria, O Prêmio REI tradicionalmente elege o principal lançamento do ano em duas categorias: Veículo Leve e Comercial Pesado. 

A primeira, vencida pelo Jeep Renegade, teve como finalistas os modelos BMW X3, Ford Focus Fastback, Honda HR-V e Volkswagen Up TSi.

“Se o Jeep Renegade já é sucesso incontestável de público e crítica, agora podemos comemorar que ele também tem a admiração e reconhecimento entre os próprios colegas da cadeia automotiva”, afirmou o Diretor da Jeep América Latina, Rogério Villaça, logo após receber o troféu na cerimônia de premiação.

“Mesmo após mais de um ano de seu lançamento, o Renegade continua acumulando prêmios e recheando nossa estante de troféus”, completou Villaça. Alguns dias antes de mais este prêmio, o Renegade havia sido escolhido o melhor SUV no especial “Qual Comprar” da revista Autoesporte, e também a melhor opção de compra entre R$ 70 mil e R$ 80 mil no especial “Compra Certa” da revista Car and Driver.

No ano passado, o Jeep Renegade já havia faturado o tradicional prêmio Carro do Ano 2016, organizado pela revista Autoesporte há quase cinco décadas, entres outros troféus para sua galeria: Carro do Jornal do Carro, 10 Best da revista Car and Driver (melhor SUV compacto), Prêmio AutoData (categoria Automóvel), Prêmio Carsughi/L’Auto Preferita (melhor SUV/Crossover Pequeno) e Top Car TV (melhor Utilitário-Esportivo Nacional).

Lançado no Brasil em abril de 2015, o Jeep Renegade já acumula 65 mil unidades vendidas e detém neste ano 2,7% de participação no mercado geral de automóveis. 

O SUV compacto, produzido em Goiana, Pernambuco, é o grande responsável por levar a Jeep à nona colocação no ranking de vendas por marcas no País.

APESAR DA CRISE, A FIAT ANUNCIA QUE MANTEM A LIDERANÇA DAS VENDAS DE AUTOMÓVEIS E COMERCIAIS LEVES, EM MAIO, GRAÇAS À PICAPE TORO QUE ULTRAPASSOU MARCA DE 10 MIL UNIDADES VENDIDAS NO MÊS PASSADO. A MONTADORA REVELA AINDA QUE SUAS MARCAS JÁ VENDERAM MAIS DE 140 MIL CARROS DESDE JANEIRO


O Fiat Toro ultrapassou em maio a marca de 10 mil unidades vendidas. O modelo está entre os comerciais leves mais vendidos do País desde seu lançamento, em fevereiro, e já conquistou dois prêmios de design, um dos mais importantes do país (Prêmio Objeto Brasil) e outro internacional (Red Dot Award). 


O sucesso de vendas pode ser explicado pela versatilidade do Toro, que combina o melhor de uma picape com o conforto de um SUV.

As vendas do Toro contribuíram para que a FCA – Fiat Chrysler Automobiles mantivesse a liderança em vendas de automóveis e comerciais leves no mês passado, quando o grupo emplacou 28.431 unidades, correspondentes a um market share de 17,5%. 


No ano, já foram licenciados 141.232 unidades das marcas Fiat, Jeep, Chrysler, Dodge e RAM, equivalentes a 17,9% do mercado. 

Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Em maio, foram licenciados 23.749 unidades da marca Fiat (14,6% de market share) e 4.507 da Jeep (2,8%). 

Entre os 10 automóveis e comerciais leves mais vendidos do País, no mês passado, dois são do grupo FCA: Fiat Palio (5.290 unidades) e Jeep Renegade (4.404 unidades).

SUBARU OFERECE TAXA 0% PARA TODA A SUA LINHA, NESTE MÊS DE JUNHO DE 2016. O MODELO IMPREZA SEDAN 4 X 4 É VENDIDO POR R$ 104.900 E TEM CINCO ANOS DE GARANTIA


Durante este mês de junho, a SUBARU oferece condições especiais de vendas para toda sua linha comercializada no Brasil. 


Os clientes poderão adquirir o SUBARU XV, Impreza Sedan, Forester (Sport e XT Turbo), Legacy, Outback, WRX e WRX STI com taxa de juros de 0%.

Durante o período de vigência da ação, o Impreza Sedan, símbolo de espaço interno, conforto, desempenho e segurança, que tem preço sugerido de R$ 104.900,00, terá plano especial de financiamento - entrada (60%) + 24 prestações de R$ 1.860,53.

Condição bastante atrativa também está disponível para o modelo SUBARU WRX, que reúne o conforto de um veículo sedan com a esportividade do motor Boxer Turbo 2.0 litros.

Com preço sugerido de R$ 159.900,00, durante o período da promoção, o WRX poderá ser adquirido no plano com entrada de 50% e saldo dividido em 24 parcelas de R$ 3.488,00.

Veja as condições especiais oferecidas em junho na tabela abaixo:


Modelos
Preço sugerido
Condição especial de financiamento
Impreza Sedan
R$ 104.900,00
60% de entrada + 24 parcelas de R$ 1.860,53
SUBARU XV
R$ 112.900,00
60% de entrada + 18 parcelas de R$ 2.657,18
Forester Sport
R$ 131.900,00
60% de entrada + 24 parcelas de R$ 2.323,00
Forester XT Turbo
R$ 152.900,00
50% de entrada + 24 parcelas de R$ 3.338,00
Legacy
R$ 161.900,00
50% de entrada + 24 parcelas de R$ 3.531,00
Outback
R$ 172.900,00
60% de entrada + 18 parcelas de R$ 4.024,22
WRX
R$ 159.900,00
50% de entrada + 24 parcelas de R$ 3.488,00
WRX STI
R$ 207.900,00
60% de entrada + 18 parcelas de R$ 4.821,66

Atualmente, a SUBARU conta com 11 concessionárias, instaladas nas cidades de São Paulo (SP), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Recife (PE), Brasília (DF) e Curitiba (PR), onde os consumidores podem conhecer de perto toda a linha comercializada no Brasil, além de participar do test-drive com um dos principais modelos da marca.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

ESTADO DO RIO DE JANEIRO GANHA MAIS UMA FÁBRICA DE AUTOMÓVEIS, NESTE MOMENTO DE EXTREMA CRISE NO ESTADO E NO BRASIL, QUE CRIA SEIS MIL EMPREGOS E TEM CAPACIDADE PARA PRODUZIR 24 MIL CARROS POR ANO. A UNIDADE, A MAIS MODERNA DA MARCA NO MUNDO E A ÚNICA FORA DO REINO UNIDO, É DA JAGUAR LAND ROVER E CUSTOU R$ 750 MILHÕES


Texto: Arnaldo Moreira

O Estado do Rio de Janeiro ganhou, hoje, uma nova fábrica de automóveis, inaugurada pela Jaguar Land Rover, em Itatiaia, com capacidade para produzir 24 mil carros por ano e garantindo seis mil novos empregos.


A nova unidade é a primeira da Jaguyar Land Rover fora do Reino Unido, já que as linhas de produção existentes na Índia e na China operam como montadoras de peças 100% importadas da Inglaterra.


Da linha de produção, localizada no Sul fluminense, considerada a mais moderna da empresa, sairão os modelos Evoque e Discover Sport, que representam 70% das vendas da marca no Brasil, em que a Jaguar Land Rover investiu R$ 760 milhões.


No País, a marca vendeu nos primeiros cinco meses deste ano 3.068 veículos Land Rover, 8% a menos do volume da marca comercializado no mesmo período de 2015.




COPA TROLLER: PRÓXIMA ETAPA SERÁ EM SANTA CATARINA, NAS TRILHAS DE BRUSQUE, NOS DIAS 24 E 25, DE QUE PARTICIPARÃO MAIS DE 70 CARROS, JÁ INSCRITOS


A Troller realiza, nos dias 24 e 25 de junho, a terceira etapa de seu campeonato de rali de regularidade na cidade de Brusque, em Santa Catarina. 

A Copa Troller segue muito acirrada em todas as categorias e promete esquentar o clima nas montanhas catarinenses.

A direção da prova fez levantamento das trilhas e já está na região do rali, finalizando o roteiro que promete muitos desafios. 

O livro de bordo prevê travessias em riachos, trechos de estradas de terra e muita lama, elementos indispensáveis para uma etapa inesquecível.

"A Copa Troller destaca-se pela inovação e busca oferecer sempre percursos inéditos mesmo realizando a prova anualmente na mesma cidade. Por isso, não existem favoritos antecipados. Essa é a razão do sucesso da Copa Troller. Nunca faltou adrenalina nos 13 anos de história da competição", diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller.

Sucesso de público e de participantes, o rali de Santa Catarina já conta com mais de 70 carros inscritos. 

A largada será no tradicional Hotel Monthez, em Brusque, onde também ocorrem as prévias e adesivagem dos T4, na véspera da prova. 

As inscrições para esta etapa ainda estão abertas e devem ser feitas no site www.troller.com.br

A cobertura em tempo real poderá ser acompanhada pelo Facebook no endereço www.facebook.com.br/trollerbrasil.


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