Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

INSPEÇÃO VEICULAR PRECISA VOLTAR


Alta Roda


Nº 901 - 11/8/16

Fernando Calmon



INSPEÇÃO PRECISA VOLTAR


A proximidade das eleições municipais em todo o País leva os candidatos a prefeito a apresentar suas propostas para ao menos mitigar, entre outros problemas graves, o de poluição atmosférica nos grandes centros urbanos. 

São Paulo, cidade mais populosa e com maior frota de veículos (cerca de 5,5 milhões, incluídas as motocicletas), conseguiu implantar entre 2008 e 2013 uma polêmica inspeção ambiental veicular (IAV). 

Houve mais erros do que acertos, porém nada justifica a falta de ação ao longo de quatro anos, além de simples encerramento do programa.

Recentemente, a capital paulista sediou o 13º Encontro de Alto Nível sobre Contaminação Atmosférica e os Desafios das Megacidades, organizado pela Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (Aiesa). 

Ao contrário da Cidade do México e de Santiago do Chile, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e seus 39 municípios não dispõem de ações diretas de controle de emissões de oxidantes fotoquímicos (geradores de ozônio ao nível do solo) e de material particulado fino (MP2,5).

Entre as recomendações apresentadas estão o avanço da legislação de emissões em veículos novos e o combate a fraudes de motoristas de caminhões e transportadoras que anulam o sistema de reagente à base de ureia em motores a diesel modernos. 

Na RMSP o tráfego de veículos pesados é o mais volumoso do País e o problema tende a se agravar pois também a fiscalização em campo deve ser permanente.

Em um cenário ideal, a sugestão da Aiesa é um programa de renovação de frota e inibir a circulação de veículos de alto potencial poluidor. 

A Cidade do México já estabeleceu restrições a automóveis, ônibus e caminhões de tecnologia antiga, apesar de inspeções ambientais sérias, obrigatórias e regulares existentes há décadas.

Hoje apenas o Estado do Rio de Janeiro continua a fazer vistoria, algo bem superficial, mal controlado e a preço fora de propósito. 

No fundo frustra quem é obrigado a pagar e desconfia de que o problema não está sendo resolvido. 

Na capital de São Paulo se tentou fazer algo um pouco mais rigoroso. Começou de forma errada ao atingir carros novos com menos de três anos de uso. 

Sem incluir os outros municípios da RMSP, dependentes de um acordo político passando pelo governo estadual, a eficácia da IAV fica comprometida. 

Por isso, quem estiver à frente da prefeitura paulistana em 2017 terá de tentar logo uma solução para toda a região.

Há debates sobre IAV paga ou gratuita. Com pagamento se conseguiria algo mais sério do ponto de vista técnico, porém o eventual reembolso teria de vir diretamente dos 50% que cabem aos municípios no IPVA, pois se trata de imposto apenas sobre proprietários de veículos. Sem esta decisão transparente fica difícil defender a gratuidade.

Com exceção de motores a diesel que exigem inspeção anual, os demais veículos leves poderiam ser checados depois de três anos de uso, entre quatro e dez anos verificados bienalmente e acima disso, anualmente, como ocorre em outros países. 

E o correto seria utilizar rolos dinamométricos sob as rodas motrizes que simulem condições reais de uso, uma técnica consagrada no mundo.

RODA VIVA

TUDO indica que o mercado interno chegou ao fundo do poço, ou seja, não vai piorar mais. 

Nos sete primeiros meses deste ano o recuo chegou a quase 25% em relação a igual período de 2015. 

Até o final de 2016, Anfavea confia que os números negativos limitem-se a 19% e reação mesmo, só em 2017. Estoques totais baixaram de 39 para 37 dias em julho.

COMO já se esperava, Onix e Prisma Joy mantiveram as mesmas linhas e ganharam alterações mecânicas já presentes na reformulação dos dois modelos recém-lançados. 

Passaram a ser versões de entrada, ganharam alguns equipamentos e o preço subiu para R$ 38.990 e 42.990, respectivamente. O primeiro deve representar 20% e o segundo 30% das vendas destes compactos.

ETIOS pegou embalo graças ao novo painel, motores mais potentes e econômicos e opção, pela primeira vez, de câmbio automático. 

Quem compra, atualmente, modelos novos manteve o poder aquisitivo e a Toyota acredita que a versão de topo, Platinum, encontrará interessados. 

Fez retoques na parte frontal, incluiu novas rodas e cobra R$ 62.490 (hatch) e 65.990 (sedã).

NISSAN faz uma aposta diferente para carros elétricos com pilha a combustível. Utiliza etanol e um reformador a bordo para gerar hidrogênio e em seguida eletricidade. Dessa forma fica longe de tomadas e baterias de baixa autonomia. 

Protótipo mostrado no Rio de Janeiro tem alcance de 600 quilômetros e baixíssimo custo/km. Ainda não há previsão de mercado.

BUSCA incessante por economia de combustível levou a GM a admitir, em um seminário técnico nos EUA, que pode desenvolver uma caixa automática, do tipo CVT, para modelos pequenos. 

Embora nem todos gostem de certa dormência ao não sentir as passagens de marchas, parece que o pragmatismo e as leis de eficiência energética acabaram por prevalecer.
____________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A TMD/COBREQ NA 15ª EDIÇÃO DA AUTOP (CEARÁ) QUE ACONTECE ATÉ SÁBADO, EM FORTALEZA.



A TMD Friction do Brasil participará com um estande na 15ª edição da Autop, conhecido evento do setor de autopeças que acontecerá até 13 de agosto em Fortaleza, tendo como local o Centro de Eventos do Ceará. 

Em 2014, em sua 14ª edição, a Autop recebeu 28 mil visitantes, entre executivos, empresários e profissionais do setor.

Com a marca Cobreq, que em outubro próximo comemorará 55 no mercado brasileiro, nesta Autop a TMD estará expondo em seu estande suas pastilhas e lonas de freio, além de acessórios. 


Destaque-se que na linha leve a empresa é líder no fornecimento para o segmento OE. A marca também é destaque nas linhas de veículos leves e pesados da reposição nacional e na de motos.

A TMD/COBREQ NA 15ª EDIÇÃO DA AUTOP (CEARÁ)







A TMD Friction do Brasil participará com um estande na 15ª edição da Autop, conhecido evento do setor de autopeças que acontecerá de 10 a 13 de agosto em Fortaleza, tendo como local o Centro de Eventos do Ceará. Em 2014, em sua 14ª edição, a Autop recebeu 28 mil visitantes, entre executivos, empresários e profissionais do setor.





Com a marca Cobreq, que em outubro próximo comemorará 55 no mercado brasileiro, nesta Autop a TMD estará expondo em seu estande suas pastilhas e lonas de freio, além de acessórios. Destaque-se que na linha leve a empresa é líder no fornecimento para o segmento OE. A marca também é destaque nas linhas de veículos leves e pesados da reposição nacional e na de motos.

RENAULT VOLTA A APOSTAR NO FORTALECIMENTO DE SEU CRESCIMENTO COM NOVA SUV, O KOLEOS, E NOS SUCESSORES DO CLIO, O CAPTUR E O KWID. TOYOTAS HILUX E SW4 VÃO SAIR COM MOTOR FLEX 2.7 COM TRANSMISSÃO DE SEIS MARCHAS. CUSTAM DE R$ 111.700 E R$ 164.900. FORD, TOYOTA E GM ENCERRAM PRODUÇÃO NA AUSTRÁLIA, OPTANDO POR VENDER IMPORTADOS NO PAÍS



Coluna nº 3.116 - 9 de Agosto de 2016 

________________________________________________


Renault volta a ser Renault e vai de SUV

Título resume aviso de Carlos Ghosn, brasileiro presidente da aliança Renault-Nissan – à qual juntará a Mitsubishi. 

Veio ao País e fez périplo familiar-executivo-institucional. Na prática, reverência à matriarca; inspeção nas adequações na fábrica Renault, em São José dos Pinhais, PR, e ida ao Rio de Janeiro para ser saudado como patrocinador dos Jogos Olímpicos.

Pulando a parte familiar onde o Kibe cru moído duas vezes, alfavaca em lugar da hortelã, temperado com Zatar e Canela, variação local da receita originária do norte do Líbano ocupa lugar de relevo; a obviedade das fugazes reverências pelo importante aporte ao evento mundial, mais importante, ao mercado nacional e compradores, Ghosn informou o foco da Renault: SUVs e SAV, com Duster; o coreano Koleos, e dois lançamentos, o Captur e o Kwid, sucessor do Clio.

Quem é Quem
Com este novo planejamento de produto, esperamos conquistar uma parte significativa do crescente segmento de SUVs, com três modelos de nossa família de SUVs a serem fabricados aqui, no Brasil. 


Nossa confiança neste mercado está novamente confirmada, declarou em pequena entrevista.

Os SUVs, sempre mal chamados de Jipinhos, são a demanda da vez, em grande ascensão nas vendas, e complementarmente ao anúncio, Ghosn desvendou o segredo do Captur: de produção nunca confirmada, vendas em seguida ao Kwid, previsto para início de 2017, mesmo prazo para o Koleos, topo de linha dos utilitários esportivos Renault.

Coreano, produto em nova versão, com novo traço de design Renault, e é feito na fábrica de onde saíam os carros Samsung, como o Fluence. 


De maior porte, 4,60m de comprimento, 2,70m entre eixos, deverá ter motor 2,5 litros e 175 cv.

O Captur é intermediário entre o Kwid e o Duster, entretanto, de projeto, construção e conteúdo nitidamente mais refinados.


Quanto ao Kwid, já descrito pela Coluna, visa superar o Sandero como mais vendido, por sua conformação, pela colocação mercadológica como único SAV – utilitário esportivo sem opção de tração nas 4 rodas – no segmento, e pelo novo motor tri cilíndrico, visando ser o mais potente da cilindrada.

Em linguagem de balcão, é o fim do período de Dacialização, e a volta da marca Renault. Há anos a empresa, para se salvar da queda de vendas, optou produzir veículos de menor preço, no caso a linha Dacia. Começou com o Logan, derivou Sandero, Duster e Oroch.

No encontro, Ghosn garantiu o fluxo de investimentos e disse inexistirem novidades sobre gestão Nissan na Mitsubishi, de que assumiu o controle ao adquirir 34% das ações. 


Aguarda auditoria interna e análise de órgãos governamentais sobre a aquisição e concentração.


Koleos, topo de linha, junho


Sprinter acelera na frente
Para manter a liderança no importante segmento de vans, a Mercedes-Benz fez implementação estética, de conteúdo, meio de financiamento e de assistência técnica para o Sprinter. 


Mudanças na parte frontal, mantendo a identificação visual com a linha de automóveis as novas luzes frontais de posicionamento, ligam os faróis baixos. 

Em complementaridade à segurança, ligação faz ligar o farol de neblina do mesmo lado indicado pelo pisca.


Não é nova linha, mas mudança estética e de composição, assinalando metade do ciclo do modelo, com cronograma de mudanças quase em prazos de automóveis. 


Para ampliar mercado e usos, dando especial atenção aos novos utilizadores de pequenos negócios - pet shop, cabeleireiro, food trucks -, e à utilização em cidades por conta da limitação de circulação de veículos grandes, empresa fez uma miscela de habilidades e características, chegando a 40 versões. 

Pode mesclar potência - motor é básico -, rodado posterior simples ou duplo, variando em função das aplicações -, número de assentos, seu revestimento, teto alto, portas corrediças em ambos os lados.


Há uma preocupação de segurança e o conteúdo é bastante expressivo, agregando, além de freios de disco nas quatro rodas, itens de auxílio eletrônico, tração e estabilidade, e dentre tais cuidados realça o corretor de desvio de curso - o comportamento perceptível em zonas com vento ou em ultrapassagens ou cruzamento com veículos de maior massa.


Na transmissão, em nome da economia e seguindo normatização norte-americana para picapes e comerciais, a partida apenas é acionada se o pedal da embreagem estiver pressionado. 


Transmissão é mecânica, com seis velocidades e comando no painel. Novidade a se esperar é a automatização do câmbio, especial necessidade para uso em cidades.


Internamente há cuidados de tendência automobilística em comandos, boa ergonomia. Espaços para colocar itens pessoais. Garrafa d´água.


Na composição do veículo, três distâncias entre eixos aplicáveis aos usos como Van de transporte de passageiros, plataforma ou furgão.


Preços entre R$ 102 mil para chassis curto a R$ 190 mil para Van para 20 passageiros, e mudança na assistência técnica: revisões a cada 20 mil quilômetros com mão-de-obra graciosa.


Linha Sprinter, revista e melhorada


Toyotas Hilux e SW4 agora Flex
Para abrir o leque de participação de sua marca no mercado de picapes e utilitários esportivos Toyota desenvolveu versão flex sobre motor 2,7 litros, L4, 16 válvulas, únicas bi combustíveis com transmissão automática de seis velocidades. 


Mais, criou versão especial do SW4, curta em equipamentos, cinco lugares, câmbio mecânico, tração 4x2, para frotistas.


Motor tem é Dual VVT-I - aos não íntimos, mecanismo variador da abertura das válvulas de admissão e escapamento. 


Segundo a Toyota, o VVT-I, novos desenhos da câmara de combustão, redução de peso nos balancins e molas de válvulas permitiu economia de 7% ante versão anterior. Flexibilização do motor gera 159 cv gasálcool, 163 cv álcool, e torque comum de 25 m-kgf.

Quanto custa



Modelo
Versão
Preço sugerido R$

Hilux Flex 2017
SR A/T 4x2 Cabine Dupla
111.700
SRV A/T 4x2 Cabine Dupla
120.800
SRV A/T 4x4 Cabine Dupla
131.200
SW4 Flex 2017
SR A/T de 5 assentos
159.600
SR A/T de 7 assentos
164.900
-------------------------------------------------------------------------------------------------


Roda-a-Roda


Horizontalização – Daimler, controladora da marca Mercedes-Benz, anunciou fazer outra fábrica na Hungria, destinando US$ 1 bilhão à empreita. 


Nova planta adotará sistema flexível, adotado na brasileira de Iracemápolis, permitindo fazer carros com tração dianteira ou traseira.


Elétrico – Produto transporta 26t, autonomia de 200 km, e solução centenária: motores elétricos nas extremidades dos eixos de tração. Foco alternativo da empresa é a energia elétrica.


Caminho - Por sua marca Fuso, comemora 3ª geração do Canter E-cell, leve, autonomia menor, 100 km. 


Direcionamento para caminhões urbanos está no fato de 70% da população mundial estar nas cidades, demandando distribuição.


Acabou – Ford Austrália encerrou, após 54 anos, produção de seu picape Falcon. Empresa cessará atividade industrial no país. GM e Toyota também, e suprirão o mercado com importados.


Local – Chegaram à rede de revendedores os Land Rover Evoque montados em instalação da empresa em Itatiaia, RJ. 


Quatro versões de decoração e conteúdo, motorização L4, 2.0 turbo, 240 cv e transmissão automática ZF com nove velocidades. Baixa nacionalização e preço idêntico ao dos modelos importados.


Negócio – Bancos PSA e Santander, aliados na Europa no processo de salvação da montadora, estendem ação ao mercado brasileiro. 


Financiarão vendas fábrica a concessionárias Peugeot, Citroën e DS; a clientes; e seguros.


Preferências – Mania de estatística nos EUA chega a duas informações curiosas: mais furtados são Honda Accord e Civic, da década passada – porque alguém surrupia carros com tão baixo valor? Mais multados, os proprietários de Lexus ES 300.


Graça – Nova campanha publicitária da Citroën faz graça ao enfatizar economia, custo de manutenção de R$ 1/dia e apresentar pequena moto quando, na verdade, os atributos se referem ao novo C3 com motor 1,2 PureTech. Ver o filme? 


Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=r16R2-J8JWA


Limbo – Viação Itapemirim e outras empresas sob o comando do espírito-santense Camilo Cola entraram com pedido de recuperação judicial em juízo de Vitória, ES. 


Ex-maior empresa mundial como frota, a Itapemirim perdeu o viço, vem encolhendo e enfrentando problemas.


Aditivo – Sem maior atrativo para sua gasolina, ao contrário das concorrentes, Ipiranga aplicou aditivo capaz de reduzir atritos entre peças móveis, em tese permitindo maior durabilidade ao motor. Chama-a DT Clean.


Opções - Das aditivadas nova química a nivela à Gride Petrobrás. V Power Nitro+da Shell/Raízen promove limpeza, impede formação de depósitos resultantes da combustão, não oferece tal proteção.


Mercado – Raízen, licenciada da marca Shell amplia presença no Triângulo Mineiro, aumentando a 20 milhões litros capacidade de tancagem no terminal de Uberlândia. Também criou ponto para distribuir combustível aeronáutico no aeroporto local.


Óbvio - Supre omissão. Triângulo é dos maiores entroncamentos de transporte no País e concentra grandes distribuidoras de mercadorias.


Limpeza – Ford em campanha de peças e serviços com preços e atrativos promocionais buscando trazer clientes de semi novos à rede revendedora, e de frota com até 10 anos – há tempos cliente de oficinas particulares.


Mais – Venda de peças originais a preços reduzidos também se aplica às oficinas. Iniciativa parece ligada à mudança na presidência da empresa, em nome de estancar prejuízos.


Salão – Mais de 30 montadoras e importadoras confirmaram presença no Salão do Automóvel. 


Atração confirmada, o GT-R 2017 da Nissan, à venda no país em outubro em preço calculado em R$1M. 

Tracker revisto, Cruze hatch, Renaults Kwid, Captur, Koleos e outros atrativos.


Pré – GT-R foi pré-apresentado nas festividades dos Jogos Olímpicos. Nova frente, nova grade, 582 cv pelo motor 3,8 litros V6, 24 válvulas, biturbo. Ganho de 20 cv graças a regulagens e temporização da ignição a cada cilindro.



GT-R, outubro, R$ 1milhão



Mais? - Nova área, 90 mil m2, pretende superar número de visitantes cristalizado em torno de 750 mil. Crê-se, oferecer conforto como espaço e ar condicionado sirvam de atrativo maior.


Desperdício – Professor Eduardo Hadad, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo teve trabalho lembrado durante reunião do Comitê Técnico de Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana, no Ministério das Cidades.


Números – Estudo diz, Brasil perde R$ 15,2B/ano, quase 3% do PIB, com a morosidade do deslocamento casa/trabalho/casa por trabalhadores na capital paulista.



Fidelizar para ampliar 

clientela, o plano Toyota



Toyota e revendedores iniciaram projeto denominado Ciclo Toyota, um programa de fidelização, pelo qual o cliente interessado em Etios ou Corollas, adquire um destes modelos, com entrada de até 30% do valor, financiando o restante por período entre 12 e 36 meses, deixando uma parcela com valor máximo de 50%.


No contrato revendedores se comprometem a adquirir o veículo usado por até 85% do preço da Tabela Fipe para carros usados, e este valor quita a parcela final, com o troco servindo de entrada para o financiamento de modelo 0 Km, fechando o Ciclo Toyota. 


Pode, também, manter a posse do veículo financiando a prestação em vencimento, ou trocar por versão ou modelo mais caro.


Projeto não é original, mas a variante se diferencia de tentativas realizadas por marcas de veículos de maior preço, e fabricante e distribuidores tem mais chances de implantar o mecanismo comercial. 


Há, ainda, diferencial positivo, o preço do Etios. Revisto em características, implementado em confortos, como a melhor vedação acústica, de apelo ampliado pela nova versão Platinum, marcada por decoração, possibilidade de revestimento em couro e plástico, rodas leves em aro 15”.


No Ciclo Toyota, para aplicação dos 85% da tabela Fipe, o veículo deve ser submetido a regras contratuais, como fazer todas as revisões na rede autorizada, e ter rodado, no máximo, 15 mil km/ano. 


Interessado?
www.toyota.com.br

Etios Platinum cota Toyota

____________________________________
edita@rnasser.com.br 


------------------------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

ENTRE OS SUV'S E OS BRASILEIROS NASCEU UMA EMPATIA QUE VEM RENDENDO EXCELENTES DIVIDENDOS ÀS MONTADORAS


Alta Roda 

Nº 900 —  4/8/16

Fernando Calmon



SEGMENTO EM EXPANSÃO

Tradicionalmente, o mercado brasileiro recebe influência do europeu em particular pela preferência por modelos de menores dimensões. 

O Brasil, no entanto, seguiu alguns caminhos próprios ao criar dois segmentos. Um deles só existe aqui, até hoje: picapes pequenas com capacidade de carga de até quase 700 kg. 

A pioneira Fiat 147 surgiu em 1978. Outra “criação” nacional foi o SUV compacto derivado de um hatch convencional, ou seja, com estrutura monobloco. 

O Ford EcoSport estreou em 2003 e só oito anos depois chegou o rival direto, Renault Duster.

O fenômeno de crescimento dos SUVs de todos os tamanhos se iniciou nos EUA. No ano passado, pela primeira vez, americanos compraram mais utilitários esporte que automóveis. 

Na Europa, segundo dados da consultoria Jato referentes a 2015, aquele segmento atingiu 22,5% de participação e, também pela primeira vez, ultrapassou os compactos que ficaram com 22%, embora automóveis continuem a dominar o cenário. 

O crescimento é firme no mundo todo: passou de 20% de participação em 2010 para quase 28% no ano passado. Inclusive na China, maior mercado mundial, os utilitários avançam.

Aqui, pelo menor poder aquisitivo dos compradores (SUVs são mais caros), o processo segue um ritmo próprio, porém acelerado. 

No primeiro semestre deste ano, por exemplo, a soma de todos os utilitários esporte representou 16% das vendas de modelos de passageiros, enquanto o subsegmento de SUVs compactos foi o único a crescer em relação ao mesmo período de 2015.

Uma das marcas que aumentou suas apostas neste ramo é a Renault. Acaba de apresentar a segunda geração do Koleos, fabricado pela Renault Samsung na Coreia do Sul (de onde será importado sem taxas) e na China. 

Ele se junta ao Captur (compacto baseado no Clio IV) e ao Kadjar (médio-compacto). No lançamento mundial em Paris não anunciou o preço, pois só estará à venda na Europa no começo de 2017. 

A fábrica o classifica como SUV médio-grande. Entretanto, curiosamente, indicou como rivais diretos modelos menores como Honda CR-V e Toyota RAV4 (VW Tiguan não foi citado). 

Ao mesmo tempo, elegeu outros alvos, Kia Sorento e Hyundai Santa Fe, que são realmente médios-grandes.

A fórmula de maior espaço a preço competitivo graças a uma simplificação construtiva é bem conhecida. 

O Koleos agrega a isso um visual bem agradável e espaço para joelhos no banco traseiro de confortáveis 29 cm. 

Na versão de topo, o acionamento é elétrico para os dois bancos dianteiros e a tampa do porta-malas (movimento do pé por baixo do para-choque libera a abertura).

Vem recheado de equipamentos de assistência eletrônica ao motorista e a tela tátil multimídia de 9 pol. no formato vertical amplia a área de leitura de mapas. 

O modelo avaliado tinha tração 4x4 sob demanda. Saiu-se bem em trecho fora de estrada graças ao vão livre de 21 cm e a bons ângulos de entrada (19°) e de saída (26°). 

Na estrada mostrou equilíbrio e boa dirigibilidade. Motor a gasolina 4-cilindros/2,5 L/170 cv, de origem Nissan, é áspero em acelerações fortes.

O Koleos estará no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. A importação para o Brasil começará no final de 2016. Preço estimado de R$ 170.000, na cotação atual do euro.




RODA VIVA



CARLOS GHOSN, presidente da Renault Nissan, afirmou que o Kwid “não obrigatoriamente será o modelo mais barato do mercado brasileiro”. 

Empresa se empenha para este subcompacto chegar às lojas no final do ano. Logo em seguida virá o Captur (mesma arquitetura Logan/ Sandero/Duster), SUV pouco maior que o Duster e cerca de 10% mais caro.

GRUPO Volkswagen superou o Grupo Toyota no primeiro semestre do ano no total de vendas mundiais de automóveis e veículos comerciais leves. 

Diferença foi de 120.00 unidades (5,12 milhões contra 5 milhões). Toyota teve dificuldades de produção por causa de terremotos no Japão. Já a VW sofreu com o escândalo diesel nos EUA. Briga boa até o fim de 2016.

FLEXIBILIDADE em obter mapas de 130 países e traçar rotas mesmo sem conexão de dados são vantagens do aplicativo de mobilidade Here WeGo para telefones inteligentes. 

Alternativa ao Google Maps no mercado mundial por permitir baixar para o celular mapas de cidade, estado ou país que interessar por meio da rede Wi-Fi. Instalação e desinstalação são livres.

ENTRE as incoerências da nova lei, que obriga a ligar os faróis baixos em rodovias e trechos urbanos cortados por elas, está a falta de previsão para estradas de terra. 

Neste caso, os faróis acesos são bem mais úteis em razão da nuvem de poeira a cada passagem de veículo. Como multar nessas condições fica difícil, os legisladores nem se preocuparam...

EMPRESA de transporte alternativo Uber pode enfrentar mais dificuldades regulatórias. Associação Nacional dos Organismos de Inspeção sugere que os carros particulares sejam vistoriados uma vez por ano por razões de segurança, a exemplo dos táxis. 

Companhias de seguro, por sua vez, querem cobrar prêmios maiores para motoristas desse serviço.



____________________________________________________

fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

FORD DESENVOLVE ENGENHARIA DE INTERIOR PARA CRIAR EQUIPAMENTOS QUE AUMENTAM A FLEXIBILIDADE DE USO DE SUAS PICAPES E INICIA SUA MAIOR CAMPANHA DE VENDAS DE PEÇAS COM SERVIÇO INCLUSO E PREÇOS REDUZIDOS EM TODO O PAÍS



A Ford mantém uma área exclusiva na sua engenharia para desenvolver projetos que aumentam a flexibilidade e praticidade de uso do interior de seus veículos. 

Essa área acaba de registrar a patente de um novo tipo de porta-copos, projetado para instalação no console, entre os bancos dianteiros do veículo. 

Ele faz parte de um conjunto formado por um compartimento porta-objetos e um suporte para copos, com uma placa superior que desliza para o lado e cria um suporte adicional para mais dois copos.

O objetivo é aumentar a flexibilidade no uso do espaço, acomodando objetos que não caberiam num nicho convencional. 

A novidade será lançada junto com a Super Duty 2017, linha de picapes para serviço pesado da Série F, que chega ao mercado norte-americano no final do ano. 


Com isso, a nova picape vai oferecer um total de dez porta-copos na cabine, uma comodidade importante tratando-se de um veículo de trabalho que normalmente transporta equipes de quatro pessoas ou mais.

"Os clientes desse segmento trabalham duro e adoram ter suportes para copos e outros pertences à mão dentro do veículo. 
Este porta-copos inovador é mais um exemplo de como a Ford conhece melhor que ninguém os consumidores de picapes", diz Doug Scott, gerente de Marketing de Picapes da Ford.



VENDAS DE PEÇAS COM SERVIÇO INCLUSO 
E PREÇOS REDUZIDOS EM TODO O PAÍS


A Ford iniciou uma ampla campanha nacional de vendas de peças na sua rede de distribuidores, com mais de 570 ofertas com preços reduzidos e mão de obra de instalação incluída. 

A promoção abrange os itens mais comuns de desgaste para modelos com até 10 anos de uso. 

Além da economia no serviço, os clientes poderão realizar em seu veículo, gratuitamente, um check-up eletrônico de mais de 40 itens.

A campanha, chamada Valor Ford, inclui desde óleo, filtros, pneus e amortecedores até velas, embreagens e pastilhas de freio. 

A relação de distribuidores participantes, horários de funcionamento, itens e preços está disponível no site da Ford (link).

“Esta é uma das maiores campanhas que já realizamos na área de pós-vendas, mobilizando a nossa rede para que os clientes possam fazer a manutenção do seu carro com mais economia, conveniência e segurança”, diz Rodolfo Possuelo, gerente de Serviço ao Cliente da Ford. 

“Queremos mostrar as vantagens do serviço feito com peças originais, técnicos treinados na fábrica e garantia de qualidade, por preços muito competitivos.”

As ofertas em destaque, por exemplo, são a troca de óleo e filtro de óleo a partir de R$172, pneus a partir de R$262 (175/65/R14), pastilhas de freio a partir de R$162 e par de amortecedores dianteiros a partir de R$555.

Para aumentar a conveniência, alguns distribuidores Ford participantes da campanha abrirão a oficina aos sábados, conforme relação informada no site da campanha.


Reparadores independentes
As ofertas especiais também incluem a opção de venda no atacado para reparadores de oficinas independentes, cobrindo mais de 380 itens com preços reduzidos e prazos de garantia estendidos – veja neste link

Para esse segmento, foi criada ainda uma campanha de incentivos que vai premiar os profissionais que mais comprarem peças durante a campanha com uma viagem para conhecer o Salão do Automóvel 2016 e visitar a fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP.

A comunicação da campanha Valor Ford tem como tema “o especialista”. Com ampla divulgação na mídia, a campanha mostra exemplos de profissionais como médico e piloto de avião, especialistas em suas áreas de atuação, que buscam os técnicos mais capacitados para reparar o seu veículo.

“A proposta é mostrar que quando se deseja um serviço bem feito, a procura de um especialista da área é essencial. 

Na manutenção do veículo não é diferente. Ou seja, os distribuidores da marca são os mais capacitados quando se trata do cuidado de um veículo Ford”, completa Possuelo.

CHEVROLET DIVERSIFICA SUA ATUAÇÃO COMERCIAL E COMEÇA A VENDER PRODUTOS PARA DECORAÇÃO E USO PESSOAL, DA LINHA RETRO HOME COLLETION, COM CUSTOS A PARTIR DE R$ 23,00


São Caetano do Sul – A Chevrolet inicia a comercialização da Linha Retro Home Collection. São produtos licenciados para a linha casa, decoração e uso pessoal em parceria com a empresa Metropole. 

São produtos inspirados em carros ícones da Chevrolet, seguindo a tendência vintage. São produzidos com matérias de alta qualidade e preços bem competitivos.

Com artigos a partir de R$ 23,00, os consumidos vão encontrar produtos para o lar como luvas de cozinha, panos de prato, avental, jogo americano, cooler, bandejas, garrafa térmica e canecas entre outros. 

A coleção, que tem design diferenciado, conta com estampas modernas, que vão agradar os amantes de veículos de todas as gerações.


”A Chevrolet tem uma linha de produtos licenciados bastante completa no Brasil. Queremos sempre atender aos nossos consumidores e fãs da marca Chevrolet. Desenvolvemos diversos produtos baseados em ícones mundiais, como o Chevrolet Camaro e o Chevrolet Corvette”, avalia Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

A Chevrolet iniciou a comercialização de produtos licenciados no Brasil em 2013 e conta hoje com diversos produtos como miniatura de carros, brinquedos, roupas, mochilas, cadernos, revistas e artigos para casa.

”A linha Retro Home Collection é completa, com mais de 100 produtos e vai agradar os consumidores amantes de automóveis e quem curte a tendência vintage. Em breve teremos mais novidades”, afirma Alexandre Hernandes, diretor de operações.

Os produtos estão à venda nas melhores lojas do segmento e no site: www.designmania.com.br


terça-feira, 2 de agosto de 2016

• RENAULT TERÁ LINHA COMPLETA DE SUVS CONCEBIDOS ESPECIALMENTE PARA O MERCADO BRASILEIRO • KWID, CAPTUR E NOVO KOLEOS SERÃO VENDIDOS NO BRASIL • CAPTUR SERÁ PRODUZIDO EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS • RENAULT PRÓXIMA DE ALCANÇAR A META DE 8% DE PARTICIPAÇÃO DE MERCADO E CONFIRMA COMPROMISSO COM O BRASIL


São José dos Pinhais, Brasil
– Carlos Ghosn anunciou que a Renault vai ampliar sua linha de SUVs no Brasil com a chegada dos modelos Kwid, Captur e Novo Koleos, que se juntarão ao consagrado Renault Duster.

Ele também falou sobre os planos para o futuro da empresa no País durante uma visita ao complexo industrial Ayrton Senna.

“Com este novo planejamento de produto, esperamos conquistar uma parte significativa do crescente segmento de SUVs”, comentou Carlos Ghosn. “Com três modelos de nossa família de SUVs a serem fabricados aqui, no Brasil, nossa confiança neste mercado está novamente confirmada.”

Carlos Ghosn também anunciou que o Renault Captur será fabricado em São José dos Pinhais, na mesma linha que atualmente produz os modelos Renault Duster, Sandero, Logan, Duster Oroch e Sandero Stepway.


O lançamento do Renault Captur no segmento de SUVs, que é um dos que mais cresce no Brasil, vai contribuir para o crescimento da Renault no País.

O Renault Kwid deve ser lançado no início de 2017, assim como o topo de linha Novo Koleos, que será importado. O Renault Captur deve ser comercializado a partir do primeiro semestre de 2017.

Ghosn também confirmou que todos os investimentos anunciados para o país estão mantidos, apesar do atual contexto econômico. Um primeiro ciclo de investimentos (2010-2015), no valor de R$ 1.5 bilhão, foi concluído antecipadamente. Já o segundo ciclo (2014-2019), no valor de R$ 500 milhões, está em andamento, conforme o planejado.

ANTONIO FILOSA ASSUME DIRETORIA GERAL DA FCA NA ARGENTINA

O engenheiro Antonio Filosa é o novo Diretor Geral da FCA – Fiat Chrysler Automobiles na Argentina. Ele assumiu a nova função dia 1º de agosto, e continua a ocupar seu cargo atual de diretor de Compras da FCA para a América Latina.

Com 43 anos, nascido em Nápoles, Itália, Filosa formou-se pelo conceituado Instituto Politécnico de Milão e complementou a formação em gestão na Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais. 

Ingressou no Grupo Fiat, atual FCA, em 1999, e desde então acumula extensa experiência internacional, com atuação nas áreas de Manufatura, Compras e Supply Chain, Novos Produtos, Marketing e Gestão de Projetos. Já ocupou cargos na Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, Itália e Brasil.

Trabalha na planta da Fiat em Betim (MG) desde 2006, onde já exerceu os cargos de gerente de Logística Interna, de Planejamento Estratégico e de Compras, além de diretor-adjunto de Manufatura. 

Desde 2014 é o diretor de Compras responsável pelas operações na América Latina.

Em suas novas funções, Filosa comandará as operações da FCA na Argentina. O grupo opera a partir do complexo industrial de Ferreyra, em Córdoba, que está recebendo investimentos da ordem de R$ 500 milhões para produzir, a partir do próximo ano, um novo modelo destinado ao mercado local e à exportação para toda a América Latina.

“Meu foco será a crescente integração da FCA na América Latina. A Argentina é uma importante plataforma de produção e exportação, que deve operar em estreita sinergia com o Brasil, compartilhando processos e a mesma estratégia”, afirma Filosa.

Ele sucede no posto a Roberto Gigliarelli, que se aposenta e dará suporte ao processo de transição na empresa.

O GRUPO PSA PEUGEOT CITROËN SE FIRMA, PELA OITAVA VEZ CONSECUTIVA, COMO A MAIOR EXPORTADORA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E RECEBE O PRÊMIO "RIO EXPORT", NA CATEGORIA "DESTAQUE MERCOSUL"


O Grupo PSA recebeu hoje o Prêmio Rio Export na categoria “Destaque Mercosul” como o maior exportador do Estado do Rio de Janeiro para a região que integra o Brasil, a Argentina, o Uruguai, o Paraguai e a Venezuela. 


Esta é a 12ª vez – sendo a oitava consecutiva – que o Grupo recebe o prêmio nesta categoria em seus 15 anos de implantação industrial no Brasil. 

Assim, a empresa confirma sua posição de forte geradora de divisas para o Estado do Rio e para o país, exportando produtos de grande valor agregado fabricados por brasileiros no Polo Industrial Brasil, em Porto Real.

O Prêmio Rio Export foi entregue em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no centro da cidade do Rio. 


A premiação leva em conta o volume de exportação em dólares referente ao desempenho registrado no fechamento do ano anterior, de acordo com o comportamento retratado nos números oficiais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Fabrício Biondo, Diretor de Marketing, Produto, Comunicação e Relações Externas América Latina do Grupo PSA, recebeu a premiação pela empresa e reforçou a importância desse reconhecimento: “Para o Grupo PSA é um enorme orgulho receber novamente este Prêmio. Mesmo em um contexto econômico difícil no Brasil e em alguns dos países do Mercosul, seguimos firmes com o nosso objetivo de ter produtos cada vez mais competitivos, que permitam exportar para outros mercados da região”. 


O executivo completou: “Precisamos encontrar maneiras de reduzir alguns custos que ainda impactam fortemente nossa competitividade, como os logísticos, de matérias-primas e de energia. Este é um grande desafio que deve ser discutido entre os setores público e privado, para que possamos acelerar a retomada do desenvolvimento econômico do país”.

O Grupo PSA exporta veículos, motores e peças fabricados no seu Polo Industrial Brasil (PIBR), em Porto Real, na região Sul Fluminense, com o padrão mundial de qualidade do Grupo e que ajudam a gerar receitas e a promover o desenvolvimento social da região.

O Prêmio Rio Export foi criado em 1998 para valorizar o esforço e o desempenho exportador das empresas do Estado do Rio de Janeiro. 


Ele é promovido pela Firjan e pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 

O prêmio é entregue, anualmente, às companhias que mais se destacam em diferentes categorias.

O GRUPO PSA PEUGEOT CITROËN SE FIRMA, PELA OITAVA VEZ CONSECUTIVA, COMO A MAIOR EXPORTADORA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E RECEBE O PRÊMIO "RIO EXPORT", NA CATEGORIA "DESTAQUE MERCOSUL"


O Grupo PSA recebeu hoje o Prêmio Rio Export na categoria “Destaque Mercosul” como o maior exportador do Estado do Rio de Janeiro para a região que integra o Brasil, a Argentina, o Uruguai, o Paraguai e a Venezuela. 


Esta é a 12ª vez – sendo a oitava consecutiva – que o Grupo recebe o prêmio nesta categoria em seus 15 anos de implantação industrial no Brasil. 

Assim, a empresa confirma sua posição de forte geradora de divisas para o Estado do Rio e para o país, exportando produtos de grande valor agregado fabricados por brasileiros no Polo Industrial Brasil, em Porto Real.

O Prêmio Rio Export foi entregue em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no centro da cidade do Rio. 


A premiação leva em conta o volume de exportação em dólares referente ao desempenho registrado no fechamento do ano anterior, de acordo com o comportamento retratado nos números oficiais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Fabrício Biondo, Diretor de Marketing, Produto, Comunicação e Relações Externas América Latina do Grupo PSA, recebeu a premiação pela empresa e reforçou a importância desse reconhecimento: “Para o Grupo PSA é um enorme orgulho receber novamente este Prêmio. Mesmo em um contexto econômico difícil no Brasil e em alguns dos países do Mercosul, seguimos firmes com o nosso objetivo de ter produtos cada vez mais competitivos, que permitam exportar para outros mercados da região”. 


O executivo completou: “Precisamos encontrar maneiras de reduzir alguns custos que ainda impactam fortemente nossa competitividade, como os logísticos, de matérias-primas e de energia. Este é um grande desafio que deve ser discutido entre os setores público e privado, para que possamos acelerar a retomada do desenvolvimento econômico do país”.

O Grupo PSA exporta veículos, motores e peças fabricados no seu Polo Industrial Brasil (PIBR), em Porto Real, na região Sul Fluminense, com o padrão mundial de qualidade do Grupo e que ajudam a gerar receitas e a promover o desenvolvimento social da região.

O Prêmio Rio Export foi criado em 1998 para valorizar o esforço e o desempenho exportador das empresas do Estado do Rio de Janeiro. 


Ele é promovido pela Firjan e pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 

O prêmio é entregue, anualmente, às companhias que mais se destacam em diferentes categorias.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

VENDAS DO GRUPO VOLKSWAGEN ULTRAPASSAM AS DA TOYOTA NO PRIMEIRO SEMESTRE, EM NÍVEL MUNDIAL. O GRUPO JAPONÊS QUE ENGLOBA AS MARCAS TOYOTA, LEXUS E DAIHATSU, REGISTROU QUEDA DE -6% EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2015


A Volkswagen tornou-se a marca mais vendida no primeiro semestre a nível global, ultrapassando a Toyota, que caiu para o segundo lugar depois de ter sido afetada por algumas paradas em sua produção.

Em termos comparativos, o Grupo Volkswagen vendeu 5,12 milhões de veículos, enquanto a Toyota Motor (incluindo Lexus e Daihatsu) vendeu 4,99 milhões de unidades no primeiro semestre, com o grupo japonês registrando uma queda de 0,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para o Grupo Volkswagen, esse resultado acaba sendo significativo, na medida em que o grupo foi afetado pelo caso das emissões poluentes desde o final de 2015, conseguindo ainda assim aumentar em 1,5% as suas vendas entre janeiro e junho deste ano.

Por seu lado, a Toyota acabou sendo afetada pela parada da produção em suas fábricas locais devido à problemas no fornecimento de peças após o terremoto de abril, que danificou as linhas de montagem de um dos seus principais fornecedores. 


Além disso, a Toyota também foi obrigada a parar a sua produção no Japão após um problema com um dos fornecedores de aço. Assim, estes dois fatores juntos tiveram um efeito determinante nos resultados de vendas do grupo Toyota.

Os dois grandes grupos automobilísticos têm batalhado ao longo dos últimos anos pelo posto de maior produtor da indústria automobilística, sendo que no primeiro semestre de 2016 foi a Volkswagen que levou vantagem. 

Das marcas do grupo, a Volkswagen tem sido aquela com crescimento mais modesto, mas os desempenhos comerciais da Audi, Porsche e Skoda têm impulsionado o grupo em termos de vendas a nível mundial.

Na semana passada, em seu relatório de negócios do primeiro semestre, o Grupo Volkswagen confirmou a sua confiança de que as vendas a nível mundial aumentem para os 9,93 milhões de veículos este ano, esperando uma compensação dos mercados europeu e chinês em relação à queda dos mercados da América do Norte e do Sul, além da Rússia.

A terceira posição em termos de vendas mantém-se com a General Motors (GM), com 4,76 milhões de unidades vendidas, ou seja, 1,2% a menos que em igual período do ano passado.

- See more at: http://planetcarsz.com/artigo/vendas-do-grupo-volkswagen-ultrapassam-as-da-toyota-no-primeiro-semestre#sthash.DeavWDcf.dpuf

Fonte: PlanetCarsZ

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.