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quinta-feira, 4 de abril de 2019

O lendário Jeep® Wrangler chega em 2019 com mais capacidade 4x4, um novo motor 2.0 turbo de 272 cv e quase 41 kgfm e torque, acoplado a um câmbio novo de 8 marchas que reduz o consumo de combustíveis, diminui vibrações. É o primeiro SUV conversível e com conjunto multimídia de 8,4" sensível ao toque com GPS e acesso ao Apple Car e Android Auto, e em duas versões Sahara: 2 portas R$ 259.990 e 4 portas R$ 274.990. No segundo semestre, chega ao País pela primeira vez na versão Rubicon


Ícone da marca Jeep®, o novo Wrangler chega ao mercado brasileiro combinando sua história lendária – com origem no pioneiro Jeep Willys MB de 1941 – com uma inigualável combinação de capacidade off-road, design autêntico da Jeep, liberdade ao ar livre, motorizações avançadas e eficientes, comportamento dinâmico superior no asfalto e uma série de recursos inovadores de segurança e tecnologia.



Orgulhosamente produzido na fábrica original da Jeep, em Toledo, Ohio (EUA), a nova geração do Jeep Wrangler está disponível na versão de acabamento Sahara em duas carrocerias, de duas e quatro portas (Unlimited), sempre com capota rígida removível e dividida em três partes. 



Esta última, com mais espaço interno e praticidade para o dia a dia, conta ainda com o pacote de acabamento Overland, que inclui rodas com desenho diferente e capota e capa do estepe na cor da carroceria – peças são pretas na versão menor. Os preços sugeridos são de R$ 259.990 (2p) e R$ 274.990 (4p).



Inédita no País, a versão Rubicon está prevista para o próximo semestre, com todos os diferenciais que o tornam ainda mais apto para o fora de estrada. 



Mas vale ressaltar que todo Wrangler já nasce com o selo Trail Rated que comprova seu potencial off-road, ao atender as exigências da Jeep em cinco quesitos: tração, distância do solo, articulação, manobrabilidade e capacidade de submersão.
Para ir a qualquer lugar



O Jeep Wrangler 2019 reforça uma capacidade off-road lendária graças a dois sistemas 4x4 avançados e, pela primeira vez na história do Wrangler, uma caixa de transferência de duas velocidades com tração integral permanente e uma relação reduzida de 2,72:1 na versão Sahara. 
Chamada de Selec-Trac, essa nova caixa de transferência é intuitiva e permite que o condutor o configure e esqueça, enquanto a força é constantemente entregue às rodas dianteiras e traseiras. 



Entretanto, continuam existindo as posições específicas para off-road, com a tração 4x4 dividida igualmente entre os dois eixos e a 4x4 reduzida. Tudo sempre selecionado pelo robusto seletor ao lado da alavanca de câmbio.
No Wrangler Rubicon, o sistema Rock-Trac 4x4 terá eixos Dana 44 de última geração e alto desempenho com relação reduzida de 4:1. 
Os outros recursos exclusivos serão: diferenciais de bloqueio eletrônico Tru-Lok, barra estabilizadora dianteira com desconexão eletrônica, suspensão 5 cm mais alta, pneus lameiros BF Goodrich de 33 polegadas e mais proteção sob a carroceria.       
Versão moderna de um design autêntico



O novo Wrangler 2019 é baseado em um desenho imediatamente reconhecível graças a detalhes de estilo tradicionais da Jeep. 
O novo design exterior do Wrangler é ousado e rústico, com linha de cintura mais baixa e janelas maiores para melhor visibilidade externa, especialmente nas trilhas.
A equipe de design do Jeep deu à lendária grade de sete fendas um olhar atualizado que agora mostra as duas fendas nas pontas se cruzando com os faróis, homenageando os Jeep CJ (como o CJ-5 feito no Brasil entre 1957 e 1982). 



A parte superior da grade foi suavemente inclinada para melhorar a aerodinâmica. Os novos faróis de LED e as luzes de neblina aumentam a distinção do Wrangler. As luzes diurnas formam um aura em torno do perímetro exterior dos faróis e as setas de direção em LED estão posicionados na frente dos para-lamas trapezoidais. Atrás, as tradicionais lanternas quadradas são de LED.
A inclinação do para-brisa foi otimizada para melhorar a aerodinâmica e possui um novo design de quatro parafusos na parte superior da moldura do para-brisa para permitir que ele possa ser rebatido mais facilmente. 
Uma nova barra transversal dianteira agora conecta as colunas A e permanece no lugar mesmo quando o para-brisa é dobrado, permite que o espelho retrovisor central permaneça no lugar.
As novas e mais leves portas de alumínio de alta resistência têm um detalhe extremamente funcional: na dobradiça está impresso o tamanho da ferramenta necessária para remover as portas. 
Como novidade, todos os Wrangler apresentam barras esportivas coloridas, soldadas à carroceria e com alças integradas. 



Único SUV 4x4 para uso ao ar livre, o Wrangler pode ter todo o teto removido ou apenas os dois painéis frontais Freedom acima do motorista e passageiro. As peças estão mais leves e é possível até retirar somente a que fica sobre o condutor.
Nessa nova plataforma do Wrangler JL (código da geração), a redução de peso foi muito além das portas, capô, para-lamas dianteiros e tampa traseira de alumínio – material usado também no sistema de direção e nos suportes do motor. 
O trabalho que fez o Jeep Wrangler “emagrecer” cerca de 100 kg, dependendo da versão, também incluiu uma utilização ampla de aço de alta resistência.
Mecânica avançada e eficiente



O novo motor turbo do Wrangler de 2 litros de gasolina, de 4 cilindros em linha e injeção direta oferece 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. Juntamente com um novo câmbio automático de 8 marchas (três a mais que antes), seu torque supera o do propulsor da geração anterior, o Pentastar V6. A maior eficiência energética é auxiliada ainda pelo sistema Stop/Start e até pela assistência da direção, que agora é eletro-hidráulica.
Esse novo motor tem turbocompressor twin-scroll (fluxo duplo) de baixa inércia com um válvula waste-gate de atuação eletrônica para resposta e desempenho excepcionais, mesmo em terrenos difíceis. 



O turbo é montado diretamente no cabeçote para melhorar a durabilidade. Um circuito de refrigeração dedicado reduz a temperatura do ar de admissão, do corpo do acelerador e do turbo.
A injeção direta, juntamente ao turbo, permite combustão mais eficiente e um maior desempenho, com sistema common-rail de alta pressão (2.900 psi). Essas altas pressões produzem melhor pulverização do combustível e entrega de combustível mais precisa, dando mais rendimento.
O novo câmbio de oito marchas entrega melhor desempenho em trilhas off-road e mais suavidade no asfalto. Um conjunto único com dois níveis de overdrive melhoram a economia de combustível em rodovia, gerando reduções em ruído, vibração e aspereza (NVH).
Uconnect de última geração



Pela primeira vez, o Jeep Wrangler oferece a quarta geração do conjunto multimídia Uconnect, com tela de toque de 8,4 polegadas. O novo sistema inclui recursos fáceis de usar, potência de processamento aprimorada, tempos de inicialização mais rápidos e gráficos de alta resolução. 
Além de navegação GPS própria e conectividade com os sistemas Apple Car Play e Android Auto. Outra exclusividade do Uconnect no Wrangler são as Off-Road Pages. 
Essas telas passam informações importantes como os graus de inclinação lateral e longitudinal do veículo, o modo de tração selecionado, o grau de esterço da direção, as coordenadas geográficas, altitude em relação ao nível do mar, entre outras.
À frente do motorista, salta aos olhos a tela colorida de 7” no centro do quadro de instrumentos, com inúmeras possibilidades de configuração e uma simpática surpresa ao dar a partida – um dos vários easter eggs espalhados pelo veículo. Nesse visor, também podem ser selecionadas muitas das informações do monitor central do Uconnect.
Mais segurança



A segurança e proteção dos ocupantes tem sido primordial ao desenvolver o novo Jeep Wrangler, que se reflete nas dezenas de componentes de segurança ativos e passivos. 
Como por exemplo: quatro air bags sendo dois frontais e dois laterais, controles de tração, de estabilidade (ESC) e oscilação da carroceria (ERM), assistente de partida em rampa (HSA), assistente de descida (HDC), monitoramento de pontos cegos (BSM), coluna de direção ajustável em altura e profundidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS, pontos Isofix para fixação de assentos infantis, monitoramento de pressão dos pneus, repetidores de direção nos retrovisores, nivelamento automático dos faróis, câmera traseira ParkView com linhas dinâmicas, sensores traseiros de estacionamento ParkSense, sistema de entrada e partida sem chave, entre outros.
Qualidade, confiabilidade e durabilidade



O novo Jeep Wrangler apresenta interior robusto e refinado que permite que os clientes abordem qualquer tipo de terreno de forma confortável. Todas as versões têm de série interior lavável e durável, com plugues de drenagem para fácil limpeza.
As áreas de design, engenharia e qualidade da Jeep se associaram para fornecer a melhor cabine do segmento com o uso extensivo de materiais duráveis e qualidade superior. 
Aspectos como ajustes e acabamentos, a qualidade das superfícies, a variedade de materiais utilizados ou a qualidade do som de peças móveis, como portas e recipientes de armazenamento, foram submetidos a um rigoroso processo de testes.
O novo Wrangler foi testado ao longo de cerca de 4.000.000 km – um dos maiores totais de qualquer veículo norte-americano da FCA. 
Os testes foram conduzidos em condições extremas em diferentes ambientes e climas, desde o calor escaldante do Arizona até o frio do Alasca. O modelo foi submetido a testes globais em vários países ao redor do mundo, como Brasil, China, Índia e Itália. 
Além disso, de todos os testes padrão e testes laboratoriais, o Wrangler visitou os pântanos do norte do Michigan, a trilha Rubicon e muitos outros lugares.



Jogador profissional de Poker, espanhol Ramon Colillas, de 30 anos, ganhou um prêmio milionário no Pokerstars Players Championship, nas Bahamas de quase R$ 20 milhões. Seu adversário mais direto é o brasileiro Felipe Pantoja


Por Sônia Santos Pereira

O espanhol Ramon Colillas é um profissional do póquer. Ganhou recentemente um prêmio milionário. E o que vai fazer? Continuar a apostar. 

Ramon Colillas era um ilustre desconhecido no mundo do póquer. Mas de repente tudo mudou. Este jovem espanhol, de 30 anos, marcou presença no Pokerstars Players Championship, nas Bahamas, o maior evento na história deste jogo, e ganhou 5,1 milhões de dólares (mais de 4,5 milhões de euros e cerca de R$ 20 milhões). 

Desde janeiro que é um 007 das cartas e deixou de passar incógnito nas mesas dos torneios. “Agora sou constantemente observado. Há jogadores que só pensam em ganhar-me”, conta. 

Para além do avultado prêmio e do prestígio internacional, Ramon Colillas tornou-se embaixador da Pokerstars, uma das maiores operadoras de jogos online no mundo e que marca presença em Portugal. 

Em março, no European Poker Tour Sochi 2019 (Rússia), ganhou apenas 19 mil euros. O torneio promovido pela Pokerstars teve como vencedor o israelita Uri Gilboa, que contabilizou um prêmio de 382 mil euros. 

O póquer mexe com milhões de euros e milhões de jogadores em todo o mundo. O jogo de cartas mais popular do mundo, reconhecido como um desporto de estratégia e habilidade, a par com o xadrez, bridge ou damas, é para muitos uma profissão. 


E não há superstições. Jogo de amigos 
Tudo começa como uma distração. Colillas iniciou-se no póquer aos 19 anos, em jogos com os amigos. 

A sua paixão é o futebol, o seu clube o Barcelona, mas várias lesões acabaram por ditar o fim do sonho de pontapear a bola nos relvados. 

Tornou-se treinador de futebol de camadas jovens e, em simultâneo, começou a dedicar-se ao póquer. Há quase cinco anos assumiu o jogo de cartas como profissão. “Não é um vício, é um desafio mental”, frisa ao Dinheiro Vivo. 

O palmarés (lista de prêmios) do brasileiro Felipe Panjota não se assemelha ao de Ramon Colillas, mas as vitórias são suficientes para viver “confortavelmente” dos rendimentos do póquer. Para o jovem Panjota, este “é um jogo de inteligência, não é possível ficar viciado”. 

Ser profissional de póquer exige “a dedicação de um atleta olímpico – é preciso treinar diariamente, ter disciplina, organização e saber perder”, sublinha. Sorte a dobrar Colillas acorda tarde, porque se deita fora de horas. 


“Trabalho até tarde, mas obrigo-me a ter uma rotina. Como o pequeno-almoço (café da manhã) e visiono os jogos do dia anterior. Vejo onde falhei e procuro melhorar as jogadas. Depois vou jogar”, explicou. Na sua opinião, há alguns mal-entendidos sobre a vida e rotinas de um profissional de póquer. 

“As pessoas não sabem a quantidade de horas que dedicamos à preparação técnica, mental e física”, afirma. Resiliência à frustração é uma das armas que o profissional de póquer tem de assegurar. Segundo Felipe Panjota, o jogador tem de saber gerir a derrota e a frustração que daí advém. 

“Os profissionais de póquer recorrem muito a psicólogos para os ajudar a lidar com a frustração. Todos queremos ganhar, mas é preciso aceitar que nem sempre se ganha e precisamos estar preparados psicologicamente para isso”, diz. Afinal, “em 30 dias a jogar, só se ganha em 11, é preciso ter estrutura para aguentar 19 dias a perder”, alerta. 

A sorte no jogo não é desprezada, mas “é um momento pontual, numa rotina de trabalho e estudo onde predomina a matemática e a estatística”, considera Ramon Colillas. 

Felipe Pantoja alinha na mesma filosofia. Este jogador brasileiro tornou-se especialista em póquer depois de muitos jogos e cursos da especialidade. A sua técnica assenta “no racional, sem superstições”. Para além das cartas, “observo as expressões faciais dos outros jogadores, que dão muitas informações”, sublinha. 

A máxima “sorte ao jogo, azar no amor” também não alinha com o póquer. Ramon Colillas admite “ter sorte a dobrar” e Felipe Pantoja garante “ter uma vida muito confortável com a família”. 

O póquer garante-lhe um rendimento que lhe permite “viver bem”. Jovem e ambicioso Ramon Colillas vive do póquer e apesar do prémio milionário que ganhou nas Bahamas não pensa em retirar-se. 

Este jogo de cartas é a sua profissão. Por isso, o dinheiro é “uma ferramenta de trabalho”, que lhe permite apostar e marcar presença em torneios. 

“Sou demasiado jovem e ambicioso e há muitos torneios que quero fazer. Este ano, vou um mês para Las Vegas”, ilustra. Os impostos que incidem sobre os prêmios são elevados e diferentes de país para país. 





O prêmio ganho por Colillas nas Bahamas não estava sujeito a tributação, mas no Brasil a taxa é de 27,5%. Apesar dos impostos sobre o jogo, os ganhos são claros. 

Não ganhassem Colillas e Pantoja (e muitos outros pelo mundo) o pão do seu dia-a-dia nos jogos de póquer online e nos torneios ao vivo. A jornalista acompanhou o European Poker Tour Sochi 2019 a convite da Pokerstars.

O Novo Jeep Renegade, campeão de vendas de SUVs e o sexto carro mais vendido no Brasil é dono de quase 15% do mercado do segmento. Já vendeu 190 mil unidades. Custa a partir de R$ 79.990


Com quatro anos de seu lançamento nas concessionárias no Brasil e depois de passar das 190 mil unidades vendidas, o Jeep Renegade continua sinalizando a reinvenção que ele promoveu em seu próprio segmento. 


À frente de tantos modelos de outras marcas que vieram desde então, o mais 4x4 dos SUVs compactos apresenta 4 façanhas que refletem seu sucesso:
Em março, o Renegade foi líder do mercado geral de SUVs pelo 4º mês seguido, com 14,4% de market share. No mesmo mês do ano passado, esse número era de 9,9%. Crescimento de quase 50%;


Dentro da concorrida categoria de utilitários-esportivos compactos, o Novo Jeep Renegade fechou o último mês com nada menos do que 20,2% de participação. Em suma, ele representou um de cada cinco SUVs do segmento vendidos no Brasil;

O desempenho do Renegade em março foi tão impressionante que ele conquistou o sexto lugar do ranking dos automóveis e comerciais leves mais emplacados no país, com 6.184 registros;


A análise do 1º trimestre deste ano também é muito favorável. O Jeep Renegade liderou com 12,8% de participação entre todos os SUVs. Se olharmos apenas para a categoria dos utilitários-esportivos compactos, o Renegade abocanhou 18,2% do total – no mesmo período de 2018, o market share havia sido de 12,4%.

“Essas quatro façanhas comprovam o acerto do Novo Jeep Renegade, que pode ser destacado em quatro evoluções principais: o novo para-choque nas versões Flex, com maior ângulo de entrada, o novo design frontal, incluindo os faróis full LED, a maior tela multimídia do segmento, de 8,4 polegadas, de série desde a versão Longitude Flex, e a maior roda da categoria, de aro 19” no Limited”, conclui a diretora da Jeep para América Latina, Tania Silvestri.


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Honda Racing - Nota de apoio à ASW que sofreu incêndio que causou danos consideráveis, mas sem vítimas


A equipe Honda Racing manifesta apoio à marca de equipamentos esportivos ASW, cuja fábrica em Mogi das Cruzes (SP) sofreu danos consideráveis na madrugada desta quarta-feira (3). O motivo foi um incêndio - felizmente, ninguém ficou ferido. 

Mais do que parceira da equipe, a ASW é uma das grandes incentivadoras do esporte sobre duas rodas no país. A marca possui trajetória de 33 anos de sucesso, a qual nasceu da paixão pelo esporte e virou referência na produção de equipamentos de qualidade para o motociclismo e o ciclismo.

Aos amigos da ASW, o nosso respeito e solidariedade. Que todas as adversidades sejam superadas da forma como vocês sempre trabalharam: com união, entusiasmo e profundo comprometimento. 

Contagem regressiva: falta uma semana para o FIFE 2019. Com mais de 2.500 profissionais capacitados ao redor do Brasil, principal evento para gestão de ONGs do País desembarca no Rio de Janeiro (RJ)



A cidade do Rio de Janeiro será palco da 6ª edição do Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica – FIFE 2019, que acontece entre os dias 9 e 12 de abril, no Centro de Convenções SulAmérica, e é organizado pela Rede Filantropia. O evento tem como objetivo promover o apoio às Organizações da Sociedade Civil, por meio da difusão de boas práticas de gestão desenvolvidas exclusivamente para o fortalecimento e profissionalização das entidades que compõem o Terceiro Setor.
Durante quatro dias, mais de 90 palestrantes irão apresentar temas fundamentais para a atualização e o entendimento dos requisitos legais necessários para a criação e a manutenção de uma OSC. A expectativa é receber mais de 700 profissionais do Terceiro Setor. “Durante todo o ano, oferecemos diferentes tipos de capacitações para os profissionais do Terceiro Setor, como o Filantropia itinerante e também por meio da nossa grade mensal de cursos. O FIFE é um momento único no ano para o aprendizado, troca de experiência e networking”, afirma Thaís Iannarelli, diretora executiva da Rede Filantropia.
A inscrição individual e sem hospedagem sai a partir de 5x R$ 303,60 (ou R$ 1.518,10 à vista) para não associados e 5x R$ 159,80 (ou R$ 799,00 à vista) para integrantes Prata, Ouro e Platina da Rede Filantropia. Já para os interessados em inscrição e hospedagem, os preços são 5x R$ 703 (ou R$ 3.515,00 à vista - individual) ou 5x R$ 370,00 (ou R$ 1.850,00 à vista - individual) para integrantes Prata, Ouro e Platina. Os pacotes com inscrição e hospedagem em quarto duplo já estão esgotados, mas é possível consultar outras condições no link www.filantropia.ong/fife.
Além disso, a Rede Filantropia listou os hotéis mais próximos do Centro de Convenções SulAmérica, local do evento, para indicar a seus participantes. Veja abaixo.
Distâncias entre o hotel e o Centro de Convenções Sulamérica
Hotel Intercity Porto Maravilha – 3,9 km
Novotel Porto Atlântico – 4,2 km
Hotel Ibis Centro – 4,5 km
Serviço
Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica – FIFE 2019
Quando: 9 a 12 de abril de 2019.
Dia 9: das 12h30 às 21h.
Dias 10 e 11: das 8h30 às 18h30.
Dia 12: das 8h30 às 13h
Onde: Centro de Convenções SulAmérica
Endereço: Avenida Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova - Centro - Rio de Janeiro - RJ, 20260-010
Sobre a Rede Filantropia
A Rede Filantropia é uma plataforma de disseminação de conhecimento técnico para o Terceiro Setor, que busca profissionalizar a atuação das instituições por meio de treinamentos, publicações, palestras, debates, entre outras iniciativas. www.filantropia.ong.

terça-feira, 2 de abril de 2019

SETENTA ANOS DE HISTÓRIAS E VITÓRIAS DA MARCA ABARTH Carlo Abarth fundou a marca em 31 de março de 1949, criando um estilo e performance lendários, expressos por meio de carros recordistas, kits de tuning revolucionários e corridas inesquecíveis A marca Abarth celebra este marco com a nova linha comemorativa de "70° Aniversário" com um emblema especial que tornará os carros registrados em 2019 ainda mais únicos e exclusivos Também comemorando 70 anos de história estão o novo 595 essence, inspirado no lendário kit de tuning dos anos sessenta, e a edição limitada do 124 Rally Tribute que celebra as vitórias da temporada passada A versão de corrida do Abarth 124 Rally 2019, criada para reafirmar sua posição como o carro a ser superado na categoria R-GT, estreou oficialmente após as vitórias no R-GT 2018 europeu e na FIA R-GT Cup 2018, considerado o campeonato mundial de Gran Turismo



A marca Abarth celebra 70 anos. Este marco importante no automobilismo é outro recorde da italiana, que ainda alimenta os sonhos de seus fãs em todo o mundo e mais do que nunca nos dias de hoje. 
Celebrar esta data significa recordar as pessoas sobre o valor inestimável das conquistas esportivas e do patrimônio tecnológico da Abarth, bem como consolidar a ligação indissolúvel que une várias gerações de clientes por meio da visão do seu fundador em atingir um desempenho e design superiores, além do constante refinamento técnico.
"Relembrar as principais etapas da Abarth é uma oportunidade para redescobrir a história de carros recordistas, os revolucionários kits de tuning, as corridas lendárias que marcaram o progresso tecnológico e as conquistas automobilísticas da marca", explica Luca Napolitano, chefe das marcas Fiat e Abarth para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África).
"Tudo isso pertence ao passado e ao presente da marca Abarth, junto com o comprometimento e o orgulho de profissionais que, com o tempo, trabalharam nas fábricas, nos escritórios e nas pistas de corrida. Além da satisfação esportiva, para os engenheiros e técnicos da marca, as corridas Scorpion são consideradas as provas mais difíceis, em que as soluções tecnológicas mais inovadoras podem ser testadas, nas condições mais adversas antes de serem implementadas nos modelos Abarth. Dessa forma, podemos alcançar o melhor em termos de desempenho, segurança e confiabilidade e oferecer o mesmo aos nossos clientes", afirma Napolitano.
Esse é um dos segredos da vitalidade da marca, que continua a fascinar, como confirmam suas vendas recorde na Europa, desde o ano passado, com quase 23.500 unidades e um crescimento de 36,5% em 2017. Os resultados foram particularmente notáveis em alguns mercados. 
Por exemplo, a Abarth bateu o recorde nacional no Reino Unido com 5.600 unidades vendidas e um crescimento de 27%. Só na Espanha vendeu 1.450 unidades, representando também um crescimento de 27%. 
Além disso, a base de fãs da marca vem se expandindo em um ritmo vertiginoso por toda a Europa, com quase 110 mil membros registrados na comunidade Abarth Scorpionship.
O entusiasmo entre os fãs também está em alta após as conquistas extraordinárias do Abarth 124 Rally que, após uma temporada repleta de sucessos em todos os campeonatos nacionais e internacionais de rali, foi renovado este ano (siga o link para mais informações) capitalizando na experiência das duas primeiras temporadas de corrida e no trabalho de desenvolvimento contínuo da equipe Abarth. O objetivo é simples: continuar sendo o carro a ser superado na classe R-GT.
Os modelos comemorativos do "70° Aniversário" do Abarth 595 e Abarth 124, todos identificados no exterior por um emblema especial para tornar os carros de 2019 ainda mais únicos e exclusivos, foram lançados para celebrar o importante marco e as conquistas no mercado automobilístico.
As celebrações continuaram no recente Salão do Automóvel de Genebra, com a apresentação do novo 595 esseesse, também com o distintivo comemorativo e com a edição limitada do 124 Rally Tribute, dos quais apenas 124 serão feitos.
Resumindo, celebrar os primeiros 70 anos da Abarth será uma genuína jornada em busca das raízes de uma verdadeira lenda, para entender de onde surgiu e como a personalidade inimitável, que torna os carros Scorpion imediatamente reconhecíveis, foi construída. 

1949-2019: os primeiros 70 anos do emblema Scorpion
A lenda da marca com o emblema Scorpion começou em 31 de março de 1949, quando Carlo Abarth (1908-1979) fundou a Abarth & C. junto com o piloto Guido Scagliarini.
Seu primeiro carro foi o 204 A, derivado do Fiat 1100. Ele foi o centro das atenções em 10 de abril de 1950, quando Tazio Nuvolari o dirigiu em busca da vitória em sua última corrida, no Palermo-Monte Pellegrino. 
Desde então, a história da Abarth tem sido repleta de recordes em corridas e na indústria automobilística, sempre levando a essência do fundador para combinar o máximo desempenho, design e constante aprimoramento técnico.
Na verdade, a interessante carreira de Carlo Abarth iniciou-se com motocicletas e não com carros. Infelizmente, durante uma competição em Linz, um acidente o forçou a abandonar as motos. 
Um segundo acidente mais grave o obrigou a abandonar completamente as corridas e marcou um novo começo para Carlo Abarth. 
Em 1945, ele se mudou para Merano e se tornou oficialmente um cidadão italiano. Então Carlo fundou a Abarth & C. em 1949 e teve a ideia de complementar as atividades de corrida com a produção de seus famosos kits de tuning para carros de produção em massa e com o objetivo de aumentar a potência, velocidade e aceleração dos veículos. 
Destacam-se os componentes do escapamento, que ao longo dos anos se tornaram um verdadeiro ícone do "estilo Abarth". No espaço de apenas alguns anos a Abarth & C. se tornaria global. Em 1962, a Abarth produzia 257 mil tubos de escape, 65% dos quais destinados aos mercados de exportação.
O auge do sucesso veio no final da década de 1950 e nos anos 1960. Com um Fiat Abarth 750 projetado por Bertone em 1956, a marca quebrou o recorde de resistência e velocidade. 
Em 18 de junho, na pista de Monza, quebrou o recorde de 24 horas, cobrindo 3.743 km a uma velocidade média de 155 km/h. 
Então, de 27 a 29 de junho, no mesmo circuito, acumulou vários recordes: os 5 mil e 10 mil km, as 5 mil milhas e também as 48 e 72 horas. 
O mesmo veículo foi projetado pela Zagato em duas versões diferentes: o Fiat Abarth 750 Zagato (1956) e o Fiat Abarth 750 GT Zagato (1956). 
O rugido do carro chegou aos ouvidos de Franklin Delano Roosevelt Jr., filho do presidente dos EUA, que correu para a Itália para assinar pessoalmente um contrato de exclusividade para a distribuição desses veículos com a Abarth.
Em 1958, Abarth criou uma verdadeira obra de arte com o novo Fiat 500, transformando completamente o pequeno carro utilitário e aumentando ao máximo seus potenciais. 
No mesmo ano, a marca intensificou sua parceria com a Fiat, já que a mesma se comprometeu a dar prêmios em com base no número de vitórias e recordes que a equipe conquistasse. 
Um evento que formou a base da impressionante sequência de vitórias que estava por vir: dez recordes mundiais, 133 recordes internacionais, mais de 10 mil vitórias em pistas de corridas. 
A lenda continuou a crescer mais e mais, tornando-se um nome familiar. Os anos 60 foram a década de ouro de Abarth. "Abarth" tornou-se sinônimo de velocidade, coragem, desempenho e desenvolvimento. 
E a lista de veículos que gravou o nome de Abarth na história do automobilismo é longa: do 850 TC, que foi vitorioso em todos os circuitos internacionais, incluindo o Nürburgring, ao Fiat Abarth 1000 Berlina e a 2300 S que obteve uma extraordinária série de recordes na pista de Monza, apesar das duras condições climáticas. 
Em 1971 a Abarth foi totalmente assumida pelo Grupo Fiat e a lenda continuou com o Fiat 124 Abarth, vencedor do título europeu de 1972 e 1975; o Abarth 131, campeão mundial de ralis em 1977, 1978 e 1980, e o Ritmo Abarth. Carlo Abarth faleceu em 24 de outubro de 1979, sob o signo de Escorpião, o mesmo de seu nascimento e que inspirou o emblema ostentado em seus carros.
O glorioso passado da marca foi atualizado novamente em 2008, quando foi relançada com uma nova linha criada para entusiastas do automobilismo, como o Abarth Grande Punto (2007) e o Abarth 500 (2008), além de kits de tuning para cada carro. 
Também as versões de corrida do Abarth Grande Punto Rally Super 2000 e do Abarth 500 Assetto Corse. Desde então, novos modelos foram lançados de forma sequencial e rápida: o Abarth 695 Tributo Ferrari (2010), o Abarth 595 Yamaha Factory Racing (2015), o Abarth 695 Biposto Record (2015), o Abarth 695 Rivale (2017), o Abarth 124 spider (lançado em 2016), o Abarth 124 GT e o novo Abarth 595 (ambos lançados em 2018). E hoje, a lenda do Scorpion continua celebrando o "70° Aniversário" com o Abarth 595 e Abarth 124, além do novíssimo Abarth esseesse 595 e o Abarth 124 Rally Tribute.

Avaliação - Land Rover Range Rover Evoque Dynamic 2.0 SI4 SE 4WD 2019. Custará R$ 271.200,00





Por Marcus Lauria (texto e fotos)
A Land Rover anunciou a chegada da segunda geração do Evoque para o segundo semestre deste ano, mas antes que mude, tivemos a chance de testar a versão topo de linha com o novo motor Ingenium Flex, que está mais eficiente e econômico. 


Não parece, mas o Evoque, que é atualmente produzido na fábrica de Itatiaia, no Rio de Janeiro, está há sete anos no mercado e segundo a marca inglesa é o modelo mais vendido desde então. 



A sua importância é tão grande que foi a maior influência de estilo para todos os SUVs que vieram depois dele: desde o Range Rover até a nova família Discovery. 

Com o seu primeiro primeiro facelift em 2015 veio a inédita versão conversível no ano seguinte e para fechar com chave de ouro esse ciclo a novidade fica por conta da motorização.



Além das novidades mecânicas, o que mais chama a atenção no Evoque é sua beleza, sim o SUV inglês marca presença por onde passa. 

O Evoque parece ser bem grande à primeira vista, mas tem medidas bem próximas das de outros SUVs compactos do segmento, são 4,37 m de comprimento, 1,98 m de largura e 1,63 m de altura. 



Destacam-se as enormes caixas de roda que acoplam as belas rodas de liga leve de 20 polegadas pintadas em preto. 

O modelo avaliado veio com o Black Pack opcional, que além das rodas citadas agrega pintura preta na grade frontal, para-choques, friso do para-lama, retrovisores e nas inscrições Range Rover, tipo uma versão Midnight da Chevrolet. Porém seu desenho esportivo compromete bastante a visibilidade, especialmente na traseira.



Por dentro o luxuoso acabamento é uma das atrações do Evoque, a versão que testamos foi a HSE Dynamic, topo de linha é vem cheia de “mimos” tanto para o motorista quanto para os passageiros. 

Todos os materiais são de alta qualidade, com superfícies emborrachadas em todos os cantos que as mãos alcançam. No habitáculo é possível encontrar vários materiais de alta qualidade como couro, alumínio, madeira e plástico (fosco e brilhante). 



Os bancos envolventes estão mais confortáveis e possuem ajuste elétrico e três posições de memória para o motorista e para o carona, o que facilita e muito achar a posição de dirigir, assim como o volante que tem regulagem de altura e profundidade. O Evoque avaliado ainda trazia o Convenience Pack que agrega chave presencial, head-up display e abertura elétrica do porta-malas de 575 litros.

Apesar de “ultrapassado” em relação ao seu primo mais novo, o Velar, o console central ainda é uma peça bonita no interior do Evoque, onde estão lá o sistema de ar-condicionado com botões grandes e o mesmo sistema de som oferecido em seu lançamento, mas tudo com ajustes fáceis e intuitivos. 




No Velar essa área do console foi substituída por uma grande tela sensível ao toque. Além da tela de 8 polegadas que ocupa toda porção central do painel, dando um visual bem moderno ao SUV com ótima definição e gráficos de alta qualidade e de fácil operação. 

Estão lá disponíveis para o condutor medidor de eficiência de condução, sistema de GPS para o off-road e também seleção da coloração da iluminação interna.

Visando um som de alta qualidade a Land Rover não mediu esforços e disponibilizou um sistema de som Meridian, que somam 12 alto-falantes com 380 watts de potência e subwoofer de canal duplo, ou seja, um som para não colocar defeito. 




Apesar da ótima sonorização, quem vai atrás sofre um pouco com o espaço disponível, onde é possível viajar com relativo conforto desde que o motorista não seja muito alto. Um detalhe que surpreende é o espaço amplo para a cabeça, mesmo com teto solar panorâmico.

Depois de apresentar todo o luxo do interior e suas linhas marcantes está na hora de saber o que empurra esse SUV compacto premium da marca inglesa. 




Debaixo do capô ronca um motor 2.0 flex de quatro cilindros da família Ingenium, desenvolvida especialmente para o mercado brasileiro, é praticamente o mesmo usado no esportivo F-Type da Jaguar em suas versões de entrada na Europa. 

São 240 cv e 34,7 kgfm de torque, suficientes para deixar qualquer sadan de mesma litragem comendo poeira nas arrancadas devido ao seu alto torque, já que a transmissão privilegia marchas mais altas. 



Em conjunto está o câmbio ZF de nove marchas que é a mesma usada nas versões diesel dos Jeep Renegade, Compass e Toro, porém com uma calibração específica para o Evoque. 

As trocas são suaves na maior parte do tempo, mas perceptíveis quando se acelera em baixa velocidade. O Evoque tem a manopla escamoteável, que com o motor desligado ela se esconde no console central e as marchas são selecionadas rotacionando, um atrativo que é um show à parte. 

As trocas estão mais rápidas e agora dá para interferir nelas com mais agilidade, usando as aletas no volante mesmo com o seletor do câmbio em D (antes era preciso passar para S).



O Evoque oferece ainda quatro modos de seleção diferentes de condução off-road, o que o torna capaz de se adaptar rapidamente a trechos urbanos, de areia, neve ou lama, o já conhecido sistema Terrain Response. 

A tração 4x4 funciona para colocar o SUV em uma trajetória segura em caso de manobras bruscas, com isso é possível fazer curvas mais ousadas sem que a carroceria role demais ou se incline, e que trabalha em conjunto com suspensão mais rígida e às rodas de 20 polegadas. Segundo a marca, ele vai de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e atinge 217 km/h.




O preço atual do Range Rover Evoque HSE Dynamic é de R$ 271.200,00. A Land Rover oferece o Land Rover Care, que custa R$ 2.990 para os primeiros 5 anos, ou primeiras 5 revisões básicas, ou 55 mil quilômetros, o que desses vier primeiro. 

As revisões devem ocorrer a cada 12 meses ou a cada 10 mil km, o que vier primeiro. O serviço inclui troca de óleo do motor, filtro de ar, filtro de pólen, filtro de combustível, fluido de freio e mão de obra para esses itens.



*FICHA TÉCNICA 
Mecânica
Motorização 2.0

Combustível Álcool Gasolina

Potência (cv) 240

Torque (kgf.m) N/D

Velocidade Máxima (km/h) 217

Tempo 0-100 (s) 7,3



Câmbio automática com modo manual de 9 marchas

Tração 4x4

Direção elétrica

Suspensão dianteira Suspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.

Suspensão traseira Suspensão tipo McPherson e traseira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal. 




Dimensões

Altura (mm) 1.660

Largura (mm) 1.985

Comprimento (mm) 4.370

Peso (Kg) 1.752

Tanque (L) 69

Entre-eixos (mm) 2.660





Porta-Malas (L) 575

Ocupantes 5

*Dados do fabricante





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