O dia nasceu nublado no Rio de Janeiro não propriamente ameaçando chuva, mas como um dia normal de Outono. Na véspera, tive o cuidado de consultar a meteorologia, no aplicativo do celular, pois escolhi a cidade serrana de Teresópolis para fazer o test-drive de avaliação do Chevrolet Onix Premier Flex. Como queria voltar ao restaurante D. Irene, especializado em culinária russa, deliciosa, liguei para lá e tive a informação de que a cidade estava banhada pelo sol, céu limpo e temperatura amena, condições ideais para um belo passeio tendo como objetivo sentir na estrada o comportamento desse 1.0 turbo automático, principalmente seu desempenho na subida da serra. Custa a partir de R$ 86.370,00 e tem três anos de garantia.
Carro ligado no botão de ignição e "pé" na estrada.
A saída do Rio pela Linha Vermelha foi tranquila, só encontrando uma pequena retenção no acesso à Rodovia Washington Luiz (BR-104) onde existe um pedágio caríssimo: R$ 18,80 para os carros de passeio. Alguns quilômetros à frente começamos a subir a serra dos Órgãos.O Onix que estava mostrando um desempenho excelente encarou a subida com a mesma disposição, fazendo valer seu motor turbo de 116 cv e o torque de 16,8 kgfm (álcool) e 16,3 kgfm (gasolina), com força de sobra para mover os 1.112 kg, trabalhando com a caixa automática de seis velocidades.
O consumo misto - cidade e estrada -, como eu esperava, por conta do turbo, registrou a boa média de 15,7 km/l. Trata-se de um carro rápido que nos tranquiliza nas ultrapassagens, graças às boas retomadas de velocidade. Vai de 0 a 100 km/h em 10,6 s e tem velocidade máxima de 185 km/h. O consumo urbano chega a 13,8 km/l e na estrada, numa velocidade constante, atinge os 19 km/l.
À medida que subia, a cada curva, às vezes atacada com mais vigor, a excelente estabilidade era visível graças à suspensão dianteira Independente tipo "McPherson", barra estabilizadora ligada ao amortecedor, molas helicoidais com carga lateral e constante elástica linear, amortecedor telescópico pressurizado estrutural e traseira semi independente, com eixo torção, sem barra estabilizadora, mola helicoidal com constante elástica linear e amortecedores telescópicos pressurizados, além de sensor de estabilidade e de tração.
O painel de instrumentos além do velocímetro, indicador de troca de marchas e conta-giros, tem ainda o computador de bordo de 3,5" TFT que oferece dados de quilometragem, pressão de pneus, velocímetro digital, entre outras informações. No painel central estão o câmbio de seis marchas, apoio de braços do motorista e carona, os controles do ar condicionado e do rádio.
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| O regresso ao Rio |
































































