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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

MERCEDES-BENZ LANÇA O NOVO CLASSE B, UM CARRO COMPACTO, MODELO HATCH, QUE A MARCA GARANTE TRATAR-SE DE UM VEÍCULO MAIS ESPAÇOSO, SEGURO E CONFORTÁVEL. O PREÇO NATURALMENTE NÃO É ADOCICADO, NA MEDIDA EM QUE SE TRATA DE UM CARRO IMPORTADO SEM DIREITO AO DESCONTO DE IPI: R$ 115.900 (B 200 TURBO) E R$ 129.900 (B 200 TURBO SPORT). O NOVO MERCEDINHO TRAZ UM EQUIPAMENTO QUE IMPEDE QUE O CARRO RECUE AO ARRANCAR EM SUBIDAS E O MAIS CARO AJUDA O MOTORISTA A ENTRAR E SAIR DE UMA VAGA COM FACILIDADE. O CLASSE B ESTARÁ EXPOSTO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, QUE ACONTECE ESTE MÊS NO ANHEMBI.



O novo Classe B que a Mercedes-Benz lança no Brasil, em duas versões, faz parte de uma geração inteiramente nova de carros compactos desenvolvida pela marca. 

A menor altura do veículo, a maior largura e a posição de assentos mais ereta proporcionam uma primeira impressão das novas credenciais desse automóvel compacto e dinâmico que irá agradar tanto pelo conforto como pelo excepcional comportamento esportivo.

As versões que chegam ao Brasil – B 200 Turbo e B 200 Turbo Sport - possuem motor a gasolina de quatro cilindros com injeção direta e turbocompressor, além de uma nova transmissão de sete velocidades com dupla embreagem e novos sistemas de assistência.

O novo Mercedes-Benz Classe B é mais largo e tem distância entre-eixos maior do que a versão anterior, graças ao reposicionamento do motor, mais à frente do eixo dianteiro. A altura total é ligeiramente menor, o que contribui não apenas com o comportamento dinâmico do carro, mas lhe dá uma aparência mais jovem e esguia.

Com 4,359m, de comprimento, 2.010m de largura e 1,558m de altura: o Classe B ganhou mais espaço interior e uma nova linha dinâmica que se reflete claramente nas formas externas: frente e traseira esportivos com linhas que enfatizam a largura, a grade dianteira ampla e faróis que se prolongam pelas laterais.




Na traseira, o carro apresenta uma ampla área envidraçada, lanternas em duas peças e uma tampa do porta-malas grande, com soleira baixa facilitando a entrada de volumes.

A maior esportividade e a excelente aerodinâmica se apresentam-se nas linhas laterais: o capô flui sem interrupções até a primeira coluna e a linha do teto desce suavemente até o spoiler traseiro. As laterais do teto arredondadas e sua linha moldada dão ao veículo uma aparência mais alongada. 


A borda inferior da carroceria apresenta saias laterais dinâmicas que, juntamente com as linhas de caráter, adicionam um toque leve à aparência do veículo. 

Detalhes refinados, como os faróis primorosamente projetados com o novo elemento refletor, mostram a preocupação com a execução dos detalhes que é um dos atributos mais fortes da marca Mercedes-Benz.



A versão B 200 Turbo Sport oferece ainda diversos diferenciais externos, como faróis bi-xenônio com lanternas em LED, grade dianteira com dois frisos transversais em prata com acabamento em preto brilhante, espelhos retrovisores externos também em preto brilhantes, difusor traseiro e ponteira dupla do escapamento cromada. Impacto visual marcante é causado pelas rodas de liga leve com 18 polegadas, que deixam entrever os discos de freios perfurados com pinças pintadas de cinza ostentando o logotipo MB, de aspecto fortemente esportivo.
Destaque para a aerodinâmica

Um coeficiente de resistência aerodinâmica extremamente reduzido - Cd = 0.26 - coloca a nova Classe B na vanguarda de seu segmento de mercado. Além do design externo aerodinâmico, numerosas medidas de otimização em pontos como o fluxo de ar em torno das rodas dianteiras, o design da parte inferior da carroceria e o fluxo de ar de refrigeração são fatores fundamentais para esse excelente desempenho aerodinâmico. Com esse novo coeficiente, é possível economizar 1,6 litros de combustível a cada 100 km rodados, além do maior conforto gerado pela redução de 6% no ruído interno do veículo em comparação ao seu antecessor.




Novo conceito: menor altura com mais espaço interno
A concepção deste novo automóvel ressalta seu dinamismo. O aspecto mais impactante é a redução na altura: a altura do teto foi rebaixada em quase cinco centímetros em relação a seu predecessor. A altura dos bancos com relação ao solo foi também reduzida (menos 86 mm) para facilitar a entrada e saída dos passageiros.

Atendendo a pedidos feitos por muitos clientes, a posição dos assentos é mais ereta. Ao mesmo tempo, o espaço para a cabeça foi melhorado. Com espaço livre de 1.047 mm na frente, a nova Classe B está entre os carros mais generosos de seu segmento também nesse aspecto. 


A alteração ergonômica que tornou a posição de assento mais ereta, juntamente com o rebaixamento do piso, levaram o veículo à liderança no segmento em espaço para as pernas no banco traseiro (976 mm), medida que se equipara ao espaço traseiro dos modelos das classes S e E, reconhecidos pelo conforto.



Design interno: qualidade superior em nova dimensão
Materiais de alta qualidade e superfícies estruturadas de maneira refinada, detalhes elegantes, precisão no acabamento e espaçoso como nunca – o interior dos veículos da nova Classe B define um novo marco no segmento dos compactos.

O painel de instrumentos tem acabamento em couro sintético. As três grandes saídas de ar redondas no meio e seus bocais, com design especial inspirado nas turbinas de caças a jato, adicionam mais um atributo esportivo ao novo modelo. A elegante tela colorida (TFT) do display multifuncional parece pairar sobre as entradas de ar, deixando o interior da Classe B ainda mais atraente.


O volante de direção de três raios revestido em couro, com um elemento cromado em prata no raio do meio, o painel de instrumentos com quatro mostradores analógicos redondos e ponteiros suspensos na posição seis horas, além dos bancos com costuras contrastantes, enfatizam a personalidade esportiva.

A versão B 200 Turbo Sport possui revestimento do teto na cor preta, que torna o interior do carro mais esportivo. Os bancos são revestidos em couro sintético Ártico e as molduras têm acabamento em colmeia. O volante e o 
descansa braços possuem costura contrastante e os pedais são em aço escovado.

Uma outra característica importante é a grande capacidade do porta-malas, 488 litros, um espaço muito maior do que o oferecido em alguns utilitários esportivos.




Propulsão: eficiência máxima
O Classe B traz um novo motor a gasolina e uma nova e empolgante transmissão automática, desenvolvidos pela Mercedes-Benz e produzidos nas fábricas de Stuttgart-Unter¬türkheim e Hedelfingen, Rastatt/Baden, Gaggenau/Baden e Kölleda/ Thuringia. 


O processo de desenvolvimento simultâneo permitiu perfeita coordenação do motor e transmissão, facilitando, por exemplo, a implantação da função start/stop ECO que vem de série em todos os modelos Classe B.

A adoção de tecnologias de ponta permitiu a obtenção do máximo em eficiência, direção suave, grande força de tração mesmo em baixas rotações, menores emissões e baixo peso do veículo. 


O motor e transmissão têm design muito compacto, proporcionando ao Classe B um diâmetro de giro de apenas 11 metros, excepcional para um veículo com tração dianteira. 

A fixação do motor e da transmissão foi projetada especificamente para atender as necessidades geradas por motores de alto torque e chegar aos mais baixos níveis de ruídos. Os coxins hidráulicos da transmissão contribuem para atingir um excepcional nível de conforto ao dirigir.

O novo motor a gasolina de quatro cilindros faz parte de uma série de motores inteiramente nova. Ele conta com o sistema de injeção direta de terceira geração da Mercedes-Benz, que foi adotado inicialmente nos motores V6 e V8 BlueDIRECT. 

Com 1,6 litro de deslocamento, o novo motor de quatro cilindros foi projetado tanto para instalação transversal quanto longitudinal. O B 200 Turbo e o B 200 Turbo Sport possuem 115 kW (156 cv) de potência e torque máximo de 250 Nm, disponível a partir de 1.250 rpm. O conjunto permite uma aceleração até 100 km/h em torno de 8,4 segundos e a velocidade máxima é de 220 km/h.

O novo motor conta com sistema de injeção direta na câmara de combustão com bicos piezo elétricos, que possibilitam injeções múltiplas, comandos de válvulas ajustáveis para admissão e exaustão, bomba de óleo controlável e bomba d’água que é desligada quando sua ação é desnecessária. 


A alta compressão (10,3:1), apesar da presença do turbocompressor, proporciona respostas mais rápidas em baixas rotações. A construção do motor é totalmente em alumínio, reduzindo o peso.

A Mercedes-Benz foi a primeira fabricante de automóveis a introduzir o sistema de injeção de combustível com combustão coordenada por aspersão. A pressão de injeção é de até 200 bar, ajustada continuamente de acordo com a solicitação do momento. 


Os novos injetores piezo elétricos permitem até cinco injeções por ciclo, garantindo a máxima uniformidade da mistura ar-combustível, enquanto a ignição multifaíscas garante a qualidade da combustão. O resultado, além do aumento de desempenho, é um salto considerável na economia de combustível e redução de emissões.

O sistema de injeção direta, também, evita que parte do combustível não queimado escape para o sistema de exaustão devido ao chamado “cruzamento”, momento em que as válvulas de admissão e exaustão do cilindro se encontram simultaneamente abertas. 


Com a injeção direta, o ar que entra na câmara de combustão e ajuda a expulsar os gases é totalmente limpo, evitando que combustível não queimado seja liberado na atmosfera.

Outra característica do novo motor é a redução das emissões logo após a partida a frio, que desliga a bomba d’água e controla o fluxo do fluido de arrefecimento por meio de uma válvula até que a temperatura ideal de funcionamento seja atingida. O fluxo de óleo lubrificante também é controlado eletronicamente.

O novo motor de quatro cilindros é extremamente compacto, graças ao posicionamento adotado para os componentes acessórios. Outro item importante, adotado para reduzir o peso do conjunto mecânico, é o virabrequim oco, que permitiu que o peso total ficasse em apenas 137 kg.

Tão importante como o novo motor para a fantástica experiência de direção proporcionada pela nova Classe B é a nova transmissão de dupla embreagem 7G-DCT. Extremamente compacta, graças às sete marchas, ela permite aproveitar ao máximo as características do motor. 


O sistema de dupla embreagem faz as trocas de marchas incrivelmente rápido sem quaisquer interrupções na força de tração, combinando o conforto de uma transmissão automática com a eficiência de uma manual, e o motorista, caso deseje, pode fazer trocas manualmente pelos shift paddles localizados junto ao volante.

No modo automático, a nova transmissão pode ser ajustada para maior conforto, efetuando trocas mais suaves, ou para adotar comportamento esportivo, trocando as marchas em rotações mais altas e com maior rapidez. 


A transmissão conta também com uma bomba de óleo elétrica, necessária para a função start/stop – equipamento de série - que desliga o motor quando o carro é imobilizado. O sistema dá a partida automaticamente assim que o pedal do freio é liberado e o condutor volta a acelerar o carro.

A alavanca de câmbio do novo Classe B foi substituída pelo sistema Direct Select, que permite a operação de funções por meio de uma haste posicionada atrás do volante. 


Essa medida, em conjunto com a adoção de freio de estacionamento com acionamento elétrico, libera uma grande área no console central, que foi convertida em porta-objetos, aumentando a versatilidade do modelo.


Chassi e suspensão: esportividade refinada
"Fantasticamente ágil" é a avaliação unânime de todos os motoristas que experimentam o Classe B. Três itens permitiram o incremento no desempenho em relação à geração anterior sem que haja perda em relação ao conforto: o centro de gravidade mais baixo, a nova suspensão traseira independente com quatro braços e o Programa Eletrônico de Estabilidade - ESP®.

Nas rodas traseiras, as forças incidentes em cada uma das rodas são absorvidas por três braços de controle e um braço de arrasto. Desta forma, os movimentos longitudinais e laterais são virtualmente independentes entre si. 


Os cubos das rodas e apoios das molas são de alumínio, para reduzir as massas não suspensas. A versão Sport conta com a suspensão Avantgarde, que proporciona ainda mais firmeza nas curvas.

A Mercedes-Benz está implantando pela primeira vez no Classe B a última geração do programa eletrônico de estabilidade – o ESP9. 


Esse sistema utiliza frenagem de torque vetorial para contrabalançar a tendência do carro sair de traseira ao fazer curvas em alta velocidade. Além disso, impulsos no volante ajudam o motorista a controlar o carro nessas situações. 

O objetivo dos engenheiros da Mercedes-Benz foi tornar sutil a intervenção do ESP, que continua proporcionando proteção aos ocupantes da Classe B, mas sem eliminar o prazer de guiar. 

Motoristas com mais experiência podem andar mais rápido, enquanto os menos experientes, com um estilo de direção menos suave, serão advertidos a tempo sobre os limites físicos envolvidos na condução.

Direção mecânica com assistência elétrica
A direção eletromecânica da nova Classe B tem nova configuração. O motor elétrico do sistema de assistência está agora ligado diretamente ao volante como um sistema de pinhão duplo, otimizando, assim, o pacote como um todo. 


A direção elétrica atua de forma progressiva, aumentando a resistência do volante à movimentação à medida que a velocidade do carro aumenta, para maior segurança nas estradas. 

O sistema eletromecânico de direção também contribui de maneira importante para reduzir o consumo de combustível, pois a função de auxílio à direção só requer energia quando o volante é movimentado.

A versão Turbo Sport conta também com o recurso da direção direta, que modifica o raio de voltas necessárias no volante. 


Em baixas velocidades, o condutor precisa girar menos o volante para mover as rodas, aumentando o conforto. Em altas velocidades, precisa de mais movimentos, suavizando efeitos bruscos e melhorando a segurança.

Novos sistemas de segurança
Um importante sistema de segurança de série é o Attention Assist, que detecta mudanças de comportamento do condutor possivelmente causadas por sonolência e sugere uma parada para descanso. 


Esse equipamento pode ajudar a evitar muitos acidentes nas estradas causados pela fadiga do motorista. Também equipamento de série é o aviso eletrônico da eventual perda de pressão dos pneus.

O lado familiar do carro é reforçado pela presença do sistema Isofix de fixação para cadeirinhas infantis, que garante um nível de segurança muito superior à simples amarração dos assentos com cintos de segurança. 


O motorista e passageiro da frente contam com airbags dianteiros e laterais, além de airbags especiais para proteção dos joelhos contra choques no painel, em um total de sete airbags.

Outros sistemas de assistência que foram adotados no Classe B, provenientes das séries de modelos maiores da Mercedes-Benz, incluem Adaptive Headlamp Assist (ajuste automático de altura dos faróis), Brake HOLD function (que mantém o freio acionado sem necessidade de pressionar o pedal até que o carro seja reacelerado) e Hill Hold function (que evita que o veículo recue ao arrancar em uma subida).

A versão B 200 Turbo Sport possui também o Active Park Assist, auxiliar de estacionamento que, além de entrar em vagas longitudinais (baliza), possibilita sair da vaga também automaticamente, caso tenha entrado na vaga com o assistente.




B 200 Turbo – itens de série - R$ 115.900
Câmbio 7G - DCT
Tempomat
Volante multifuncional com shift paddles
Áudio 20
Ar condicionado Thermatic
Pneus Run Flat
Pacote de iluminação
Acabamento do forro do teto cinza
Moldura com acabamento matrix
Rodas R16

B 200 Turbo Sport – itens de série - R$ 129.900
Câmbio 7G - DCT
Suspensão Avantgarde
Tempomat
Volante multifuncional com shift paddles
Audio 20
Ar condicionado Thermatic
Pneus Run Flat
Pacote de iluminação
Bancos em couro sintético ártico
Acabamento do forro do teto preto
Moldura com acabamento colméia
Rodas R18
Discos de freio perfurados com pinças em cinza e logo MB
Faróis bi-xenônio com LEDs
Pacote Sport
Active Park Assist
Pacote Night

Dados técnicos:
Motor 4 cilindros em linha turbo, com injeção direta de combustível
Cilindrada (cm3) 1.595
Potência máxima (cv/rpm) 156 / 5.300
Torque (Nm) 250 / 1.250 - 4.000
Velocidade máxima (km/h) 220 (limitada eletronicamente)
Aceleração 0-100 km/h (s) 8,4
Transmissão 7G-DCT com dupla embreagem e sete marchas
Comp./Largura/Altura (mm) 4.359 / 2.010 / 1.558
Cx 0,26.

Assista o vídeo para conhecer melhor do Classe B
http://youtu.be/K5E3PZjlf3U



ROBERTO NASSER ANALISA COM BASTANTE CLAREZA A QUESTÃO DO INOVAR AUTO QUE LIVRA AS MONTADORAS QUE INVESTIREM EM PESQUISA E NOVOS PRODUTOS DO IPI. A SUA COLUNA "DECARROPORAÍ" CONTA AINDA COMO FOI A 12ª AUTOCLÁSSICA, NA ARGENTINA


Coluna nº 4112 - 11 de outubro de 2012


Enfim, começa um projeto industrial para os veículos.

Baixando o Decreto 7819 aos 3 de outubro – DOU de 04.10, o governo federal iniciou regrar impostos e importação de veículos. Na prática significa que produzir no Brasil, criar operações industriais, aplicar-se em pesquisa de produto, peças, sistemas, como obriga a adesão ao pomposamente denominado “Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores”, o “Inovar-Auto”, escapar ao peso dos 30 pontos percentuais sobre o IPI, ganhar crédito prêmio e reduções no IPI.

As normas a serem regulamentadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, obrigarão as montadoras instaladas, a criar em novos produtos, novas montadoras ou importadores, fazê-los mais econômicos e menos poluentes. 

Num pico de otimização até quase 24%, em 2017, gerará redução de 2% no pagamento do IPI do veículo. E impõe lenta adesão ao Programa de Etiquetagem do mesmo Ministério – 36% em 2013 a 100%, em 2017.

O compromisso exige, ainda, investir em pesquisa e tecnologia, por si só, entidades, universidades, inventores, aplicando o pequeno percentual de 0,15%, em 2013 e 2014, e meio ponto percentual, em 2015/6/7. 

Na soma significa ampliar no Brasil a inteligência no processo de melhorar ou projetar veículos, implementando laboratórios que algumas marcas, como Fiat, Ford, GM, PSA, Mercedes e Renault mantém no país. 

Quem se mostrar desinteressado, pode recolher os valores ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Ministério da Tecnologia.

Importados
Para lembrar, o carimbo oficial para criar a barreira adicional de 30 pontos percentuais sobre o elevado IPI foi deter as importações. Razões verdadeiras não são claras. A lógica, entretanto, mostra proteção exacerbada aos produtos nacionais, um andar adicional ao muro de 35% aplicado aos estrangeiros. 

O Imposto de Importação neste percentual era simplória barreira protecionista, protetora da incompetência e da falta de competitividade locais, isolando o Brasil com veículos superados.

Nova montadora com programa de investimentos e de industrialização aprovado, poderá importar quantidade igual à metade do comprometido a produzir, sem pagar a barreira dos 30 pontos adicionais.

A adesão pode se dar posteriormente, mas, seguindo a regra de dois anos anteriores. É o caso da Chery e da JAC que avisaram reengatar o projeto de implantação.

Importados por empresa sem projeto industrial, esta deve aplicar localmente os percentuais de pesquisa e desenvolvimento, e submetê-los ao Programa de Controle de Consumo e Emissões. 

Força a BMW, a Jaguar/Land Rover, a Kia, a Mercedes, a reavaliar o futuro do mercado nacional e decidir se irão aderir em busca de conseguir preço menor e fazer presença num dos poucos mercados em expansão no mundo.

Critério
A nova legislação supera o projeto inicial, agregando exigências para economia e emissões. E aplicou no Brasil o conceito de nacionalidade prevalente no Mercosul, de considerar aptos a exportações no bloco, veículos formados por 60% de compras regionais. 

Não há nacionalização restrita ao território físico do país, mas do bloco econômico. Peças ou serviços comprados no âmbito do Mercosul formam o conceito, no caso elevado a 65%. 

Facilitou a mensuração exumando um conceito criado para regrar a atividade industrial na Zona Franca de Manaus, o Processo Produtivo Básico, flexível, maleável.

A operação listou processos industriais, e a classificação far-se-á pelo seguir maior ou menor número de degraus. Na prática separará o que é fábrica de veículos, e as maquiadoras de processo.

O Inova-Brasil também se estende às autopeças.
Nem tudo está errado ou raquítico. Finalmente descobriu-se, o País só tinha legislação tópica, sem entrar no problema do fabricar veículos e o que isto pode representar. Incentiva nosso bom nível de engenharia, e acaba com a insegurança jurídica que causa arrepios com seus remendos. Como disse Marcos de Oliveira, ex presidente da Ford, ouvido pela Coluna: “ – Tinha que começar de alguma forma. Exigirá muitos passos posteriores. Mas começou.”

Autoclásica 2012. Nem bala deteve Stutz ser o melhor
Quase 1.000 veículos antigos entre 30 e mais de 100 anos de produção, automóveis de passeio, carros de corrida, utilitários, motocicletas, ônibus, lanchas; portentosa feira de peças, a 12.ª Autoclásica é a mais variada e rica exposição de automóveis antigos na América Latina. 

Sem comparação com os eventos nacionais pela quantidade, qualidade, variedade de veículos, tudo costurado pelo fio da história exibindo verdade histórica e suas consequências sociais, da Argentina rica em bom período na linha do tempo dos veículos lá expostos. Tinha meios, elegância, educação, cultura. 

Na prática, a escolha de veículos refinados, sua manutenção, a construção para as corridas e, principal, sua guarda e, acredite, resgate ao exterior das unidades antes em solo e na história argentina e foram exportados.

O colecionismo argentino segue a cultura européia de antigomobilismo: coleção de poucas unidades, formação de grupos, uso do veículo como desfrute e capacidade de divulgação do colecionismo. 

Num comparativo, com mercado de automóveis novos em torno de 1/5 do brasileiro, participa ativamente dos calendários externos: neste ano dupla e automóvel argentinos venceram a Mille Miglia Storica na Itália, e um colecionador foi 3º no Pebble Beach Concours d’Elegance

Num comparativo, na Mille Miglia apenas uma dupla brasileira participou – apesar da láurea de convidada para conduzir na equipe da fábrica Mercedes-Benz. Pebble Beach? só visitantes.

Best of Show
Não podia ser outro: tinha relevo como veículo, história como unidade, e ar pebblebeach iano na restauração, agregando o máximo de acessórios de época.

Pinçado entre 600 automóveis, o norte-americano Stutz, de mecânica refinada, acima da média durante seu período de vida – 1911 a 1935 -, de carros diferenciados pelo chassi baixo, a superior dirigibilidade, freios ótimos. 

O vencedor, em carroceria  Roadster Le Baron, de 1929, é impecável, sem intervenções, e história de ter pertencido a Luis Angel Firpo, famoso boxeador que, ao aposentar-se, representou a marca. Vendeu-o a político da cidade de Máximo Paz, mas o endereço não cooperou: o dono foi assassinado a tiros ao conduzi-lo. 

Os dois proprietários seguintes, uma professora e um jornalista, respeitaram a característica diferenciativa, preservando os três buracos feitos pelas balas logo abaixo da cintura no lado esquerdo. 

O jornalista Miguel Angel Lastra, de Mar del Plata, numa dificuldade, vendeu-o a amigo e atual proprietário, o colecionador Juan Alberto Molinari. 

Este mandou tapar os buracos – e a história – aplicando acessórios, pintura refulgente, cromados faiscantes. Um trato de Pebble Beach.

Os outros Best of Show foram Delage D8S de 1937 e Aston Martin DB4 GT.

Mais
O evento, com bom patrocínio de montadoras como a Renault e Mercedes-Benz, operadora de celular, bebidas, seguros, explorou temas e exposições internas, com estandes de clubes, motos HRD Vincent, Puma; homenageou os 110 anos da norte americana Cadillac, com rica amostragem incluindo exemplar de 1906 e conversível da Presidencia de la Nación – o governo argentino, com todas as crises e mudanças, mantém pequena coleção dos carros mais representativos usados pelos presidentes. 

Outra homenagem, aos 80 anos do motor V8 Ford e, principal, aos 90 anos e 65 da vitória de José Froilán Gonzales, em Ferrari – foi o primeiro piloto com esta marca. Pepe é o único sul americano vencedor das 24 Horas de Le Mans.

Referência à Carrozzeria Touring, com exemplar do raro espanhol Pegaso e um Maserati 350. Na ampla relação de automóveis de nossa pouca intimidade, marcas como Senechal, Wanderer, carreteras Chevrolet dos anos 30, autênticas, empregadas nas corridas caracterizadoras do sul do continente. Um destaque para um vencedor de rallies, o Lancia Stratus.

O evento se expande em direção às motos. Neste ano 1/3 do total de veículos expostos, e veículos antigos agora construídos com arte – um Bentley surpreendia -, modelos reduzidos para crianças, motores antigos em sinfonia operacional à abertura do evento.

Dois registros necessários em meio a ampla relação de premiados, um troféu para o Institec Justicialista, projeto e construção argentinos, esportivo, carroceria em fibra de vidro, rodas em liga leve, e motor V8 - quatro V2 unidos - em alumínio, refrigerado por ar. Pela Revolução de lá, não se viabilizou.

Outro nos diz respeito: um brasileiro Bianco – não premiado como produto nacional mas troféu oferecido por uma revista.
Poucos expositores estrangeiros. Razões desconhecidas a Autoclásica não se divulga durante o ano, nem combina com a administração de Buenos Aires alavancá-lo como atração turística, buscar visitantes e expositores de outros países.

Personagem constante, a chuva. A desde o dilúvio de 2009 a organização mudou o evento, locando-o nas laterais das vias pavimentadas, exceto para a feira de peças, com piso de terra – ou lama, no caso.

Registro importante, a premiação seguiu as normas da federação internacional para o setor, a FIVA, o que padroniza e alinha o evento argentino aos demais supervisionados pela entidade, mundo afora. No Brasil a federação brasileira da especialidade não adota tais regras e a consequência nos dá antigomobilismo ilhado, independente do restante do mundo civilizado.


Justicialista. Pioneiro em tecnologia, acabou com a Revolução.
Classe B. Mercedes muda tudo para recomeçar
Quem olha, entende. O novo Mercedes Classe B, já à venda, mudou tudo. Aliás, diz sua diretoria, nunca um Mercedes mudou tanto.

É resultado das novas exigências de clientes e legais: abrir o leque de produto, captar novos usuários, para iniciar o consumo e exercitar fidelidade dentro dos carros da marca, realizar vendas, reduzir consumo e emissões. Nesta política o B é o primeiro a ser lançado, seguido do novo Classe A.

Mudou tudo: carroceria mais baixa e larga, maior distância entre eixos, transmissão automatizada com sete marchas, e motor. Este, novo, apto a funcionar longitudinalmente – aviso que em vida longa irá mover algum Classe C ou algum Renault, sua associada - voltou a deslocar 1.600 cm3, quatro cilindros, cabeçote com 16V, na positiva agenda mundial de otimizar o funcionamento, colocando turbo, injeção direta de gasolina. Faz 153 cv.

Espaço interno melhorado, mecânica harmonizada, aerodinâmica refinada – Cx de 0,26 - o resultado dinâmico surpreende, pelo formato familiar, e o acelerar da imobilidade aos 100 km/h em 8,4s, com velocidade final de 220 km/h.

Duas versões B 200 Turbo e B 200 Turbo Sport. O numeral nada tem a ver com a cilindrada, agora 1.600 cm3. Inspiração norte-americana, o comando de marchas saiu do soalho subiu às proximidades do volante.

Nem tão família, há charmes mecânicos. Rodas em liga leve, aro 18 polegadas, exibe grandes pinças de freio em cinza prata, e discos perfurados.

Em segurança, programa de estabilidade, ajuste automático dos faróis e, conforto maior aos motoristas atuais, descompromissados com automóveis, o sistema de estacionamento automático.

B 200 Turbo a R$ 115.900 e B 200 Turbo Sport R$ 119.000


Mercedes B 200. Aumentar vendas da marca
Roda-a-Roda
Problema – A Via Itália, importadora de Ferrari, Maserati, Lamborghini e Rolls-Royce, não irá ao Salão do Automóvel, desacertada com os preços de locação.

Solução - Mas a Fiat, dona de Ferrari e Maserati, pela ausência do representante, ajeitou criar atrações em seu estande, com Ferrari 458 Spyder, 570 cv, e Maserati GranCabrio Sport, 450 cv. Não gostou da ausência.

Legal – Cumprindo compromisso com o governo federal, manter operação e empregados na pequena e cearense Troller, a Ford exibe a linha 2013 do jipe T4. Novidade, motor MWM 3.2, 4 cilindros, turbo, 165 cv e 38 mkgf de torque.

Mais – Mudou também o foco comercial, com vendas por encomendas prévias, a Ford fará anúncios. Preço em R$ 94.490.

Porque? – Se a Troller é da Ford, trocando os MWM de seu picape Ranger por motor próprio, mesma cilindrada e mais forte, porque o Troller utiliza solitariamente o MWM?

Equipamento Seguindo regra legal, a Fiat agregou almofadas de ar duplas e freios com ABS e EBD ao Novo Uno Economy, Way e picape Strada CD.

Táxi – Rastreador brasileiro dá precisão à chamada de taxis. Aparelho permite à operadora saber exatamente onde está o táxi mais próximo da chamada, abreviando e dando previsão exata de chegada. Tecnologia nacional, Chipsat.

 Melhor Caminha para a final, em S Paulo, 25 a 27 de outubro, o certame “Melhor Motorista de Caminhão do Brasil”. Bom projeto da Scania, usa-o para divulgar e espraiar técnicas. Segundo a montadora um bom motorista é capaz de economizar 10% em combustível.

Esforço Faz parte de arrancada comum para melhorar a qualificação dos motoristas no Brasil, e o país, acredite, tem enorme déficit no setor.

Atração – O Grupo Petrópolis, fabricante do energético TNT, um dos patrocinadores desta equipe de Fórmula 1 adquiriu réplica do Ferrari 2003. Vai utilizá-la para atrair atenções em shoppings e no Salão do Automóvel.

Renovação – A GOL Linhas Aéreas assinou ordem de compra para 60 unidades 737 Max à Boeing. Busca manter frota jovem, iniciando trocar a atual. Entregas a partir de 2018.

Mais – Podia dar outra ordem: atender para funcionar. É pouco o êxito no atendimento telefônico, e pela internet o sítio sai do ar em meio às consultas. Exige perseverança.

Mercado – Claro, apesar das finanças curiosamente vermelhas, a Gol navega em céu azul, com clientela nova: 90% dos passageiros dos últimos cinco anos. Mas não deve prescindir dos clientes antigos e dos menos novos, tratando o atendimento com desídia e desinteresse. Vender passagem não é favor.

Ecologia – A boa iniciativa da Volkswagen em desenvolver forros de portas e tecidos de bancos à base de garrafas de PET descartadas, deu prêmio pela Sociedade de Engenheiros Automobilísticos.

Gente  Marcus de Oliveira, 50, engenheiro, ex presidente da Ford Brazil, novo desafio.OOOO Quando pensava cuidar de interesses pessoais, foi atropelado por convite do Grupo Iochpe para ser Vice Presidente Corporativo. OOOO O grupo tem atuação mundial e muito a absorver da vivência e experiência internacionais do ex-CEO da Ford. OOOO

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

REBOQUES AERODINÂMICOS DA MERCEDES-BENZ ECONOMIZAM ATÉ 2.000 LITROS DE DIESEL ANUALMENTE E LANÇA MENOS 5 TONELADAS DE CO2 NO AR


Daimler lança iniciativa "Caminhão & Reboque Aerodinâmicos" para reduzir ainda mais o consumo de combustível nestas combinações. Duas soluções inovadoras, práticas, de fácil implantação e de curto prazo foram desenvolvidas pela marca.

O novo reboque aerodinâmico da Mercedes-Benz pode economizar aproximadamente 2.000 litros de diesel anualmente, fazendo com que o operador economize quase 3.000 euros. Além disso, o modelo reduz a emissão de CO2 em mais de cinco toneladas por ano.

Em termos reais, caminhões sujeitos a cobrança de pedágio nas estradas alemãs (12 t e acima) rodam cerca de 25 bilhões de quilômetros, o que corresponde a 300 milhões de litros de diesel que podem ser economizados em um ano, assim como mais de 800.000 toneladas de emissões de CO2.

O segundo veículo, o caminhão aerodinâmico da Mercedes-Benz, economiza de 300 a 600 litros de diesel anualmente e até 1,5 toneladas de CO2. O reboque e o caminhão aerodinâmico foram apresentados durante o Salão Internacional de Veículos Comerciais (IAA) – a maior feira do setor do mundo.

Resistência do ar cai 18%
O reboque aerodinâmico projetado e desenvolvido pela Mercedes-Benz diminui a resistência do ar em aproximadamente 18%. Isso resulta em uma redução do consumo de combustível em jornadas longas de 4% a 5%. As medições foram feitas em túnel de vento em condições reais.


Reboque aerodinâmico está pronto para uso diário
Não só um conceito futurista, o reboque aerodinâmico da Mercedes-Benz está pronto para uso diário, sem quaisquer restrições. Baseia-se em uma carroceria do tipo baú frigorífico convencional, com uma unidade de refrigeração na parte da frente. 

O reboque aerodinâmico atende todas as exigências do transporte diário seja pelo espaço até o solo, o ângulo de saída ou a facilidade de carregamento pela traseira. A carroceria do tipo baú permanece inalterada, apesar das medidas aerodinâmicas.

Assim como com o reboque aerodinâmico, a praticidade para o uso diário também é de suma importância no caminhão aerodinâmico. Por exemplo, os painéis de acabamento laterais podem ser dobrados, fornecendo fácil acesso ao tanque de combustível e Arla, por exemplo, assim como às rodas traseiras. A distância ao solo e os ângulos de saída também cumprem as exigências de uso diário.
Spoilers, painéis de acabamento e difusores diminuem a resistência do ar

Diversas medidas adotadas no reboque aerodinâmico diminuem a resistência do ar. Um spoiler reduz a distância até a unidade de tração, diminuindo a resistência do ar por 1%.


Além disso, os painéis de acabamento em plástico nas laterais do caminhão aerodinâmico contribuem com uma melhoria de 8% na resistência do ar.

O difusor traseiro tem formato de um paralelogramo se junta com os painéis da parte inferior da carroceria. Também feito em plástico, melhora a resistência do ar por cerca de 2%.

Um componente importante do sistema aerodinâmico completo é a “cauda de barco”. Feita em alumínio, o equipamento é um afunilamento traseiro que mede até 400 mm de comprimento, melhorando a resistência do ar.
Outras medições e testes de direção por clientes

O desenvolvimento do reboque e do caminhão aerodinâmicos não terminará com a apresentação dos protótipos no IAA. 

Outras medições extensivas de consumo de combustível e testes de direção serão conduzidas ainda em 2012 pela Mercedes-Benz. No próximo passo, clientes escolhidos testarão o Mercedes-Benz Actros e a combinação de reboque aerodinâmico em operações de transporte diárias.

Boa aerodinâmica, graças a vasta experiência
Já em meados de 1980, a Mercedes-Benz pesquisava a aerodinâmica em caminhão/reboque. Estas envolviam pesquisas sobre o efeito dos painéis defletores de ar, de acabamentos laterais e afunilamentos da traseira. Já naquela época o túnel de vento da empresa estava localizado na planta de Stuttgart-Untertürkheim.


Os trabalhos no túnel de vento totalizaram 2.600 horas, nas quais cada detalhe foi examinado de perto.

MERCEDES BENZ QUER SABER O QUE OS USUÁRIOS ACHAM DOS SEUS MODELOS E COLOCA NO AR UMA PESQUISA QUE VOCÊ PODE RESPONDER CLICANDO NO ITEM PESQUISA NO BLOG

Recentemente a Mercedes-Benz lançou uma campanha de divulgação da sua nova linha de caminhões, composta pelos modelos Accelo, Atego, Actros, Axor e Atron. Como os clientes são nossa prioridade, queremos saber o que você achou dela e o que a empresa pode fazer para, cada dia mais, falar diretamente com você. 

Participar é fácil e rápido. São apenas 6 perguntas que você pode responder clicando no botão: 

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Novidades em Hanoover



Um dos grandes destaques da participação da Mercedes-Benz, no Salão de Hannover, realizado entre os dias 20 e 27 de setembro, na Alemanha, foi o caminhão Antos, direcionado ao mercado de transporte de cargas pesadas. 

O novo modelo chega ao mercado europeu com duas opções de cabine, motores equipados com seis cilindros em linha e já está em conformidade com a legislação Euro 6, que define novos limites para consumo de combustível e emissão de gases. 



O transporte de passageiros também ganhou atenção especial com o Vito E-Cell, veículo elétrico com capacidade para até sete passageiros. A Fuso, representante da Daimler, marca que controla a Mercedes Benz, mostrou o Canter Eco Híbrido, que chamou atenção pela economia de combustível de até 23% quando comparado a outros produtos da mesma categoria. 



O Citan City, veículo de transporte de passageiros com foco nos mercados chinês e russo, o Setra Comfort Class 500 e o ônibus Citaro coroaram a participação da Mercedes-Benz. 



UM VOLKSWAGEN GOL 1.6 L GASTA MAIS OU MENOS COMBUSTÍVEL DO QUE UM BOIENG 747-400?



Para muitos a economia de combustível é fator determinante na escolha de um automóvel, mas no projeto de desenvolvimento e engenharia de um veículo, quando comparado com um avião, como o dinâmico e possante Boeing 747-400, pode parecer simples a solução para nossa dúvida: qual deles consome mais combustível? O automóvel ou o avião?

Vamos considerar um automóvel Volkswagen Gol com motorização 1.6 litro na configuração de três passageiros e um motorista, que será nosso “tripulante”, enquanto do outro lado temos simplesmente um Boeing 747-400 em sua configuração mais usual: 416 passageiros e 20 tripulantes.



O desafio é sair da cidade de Guarulhos, em São Paulo e chegar em Manaus, no Amazonas. Por via terrestre o percurso será por várias rodovias federais e com os maiores trechos situados na BR 364 até Porto Velho e BR 319 de Porto Velho até Manaus, alcançando uma distância de 3.873 quilômetros entre trechos de rodovias e cidade.

Já o avião para essa rota utiliza as famosas aerovias, partindo de Guarulhos, passando nas rotas de Poços de Caldas, Goiânia, Teres e finalmente Manaus. Uma distância bem menor que totaliza 2.798 quilômetros, quase que 1.000 quilômetros a menos quando comparado com o percurso terrestre.

Para facilitar nossos cálculos, como acontecia no tempo da escola, vamos desconsiderar algumas e utilizar outras variáveis mais diretas, permitindo assim uma rápida comparação. Apenas velocidade e consumo de combustível em função do número de passageiros serão considerados nesse primeiro momento.

O consumo médio do Volkswagen Gol na estrada com quatro pessoas a bordo, carga de bagagem completa, fica na média de 12 km/l, de forma que precisaríamos de 323 litros de gasolina para fazermos o percurso entre São Paulo e Amazonas. 


Desconsiderando nosso “tripulante”, o motorista, ficamos com um consumo aproximado de 108 litros de gasolina para cada um dos três passageiros a bordo. Vamos considerar que a velocidade média em nossa viagem com o veículo fique em 80 km/h.

Agora vamos para o Boeing. Em velocidade de cruzeiro o 747-400 tem um consumo horário de 15.000 litros de querosene, com nível de voo em 35 mil pés, cerca de 10.668 metros de altitude em relação ao nível do mar. A temperatura externa é de 50º C negativos. Já a velocidade em cruzeiro será de 926 km/h. O tempo para realizar o percurso é de 181 minutos, ou seja, 3 horas e um minuto.

Agora que você já tem as variáveis definidas, percurso, velocidade e tempo, fica fácil colocar na ponta do lápis e decidir: quem consome mais combustível, o Volkswagen Gol 1.6 litro ou Boeing 747-400? Na próxima edição da Coluna Mecânica Online® vamos demonstrar quem leva vantagem em nosso comparativo.

  
E aí, já descobriu quem leva a melhor quando consideramos o consumo de combustível entre um Volkswagen Gol 1.6 litro e um Boeing 747-400? Traçamos a rota entre Guarulhos (SP) e Manaus (AM) como desafio e agora vamos revelar quem realmente vence nosso desafio: o automóvel ou o avião?

O consumo médio do Volkswagen Gol na estrada com quatro pessoas a bordo, carga de bagagem completa, fica na média de 12 km/l, de forma que precisaríamos de 323 litros de gasolina para fazer o percurso entre São Paulo e Amazonas (3.873 quilômetros por via terrestre). Desconsiderando nosso “tripulante”, o motorista, ficamos com um consumo aproximado de 108 litros de gasolina para cada um dos três passageiros a bordo. Vamos considerar que a velocidade média em nossa viagem com o veículo fique em 80 km/h.

Agora vamos para o Boeing. Em velocidade de cruzeiro (926 km/h) o 747-400 tem um consumo horário de 15.000 litros de querosene, com nível de voo em 35 mil pés, cerca de 10.668 metros de altitude em relação ao nível do mar. A temperatura externa é de 50º C negativos. O tempo para realizar o percurso é de 181 minutos, ou seja, 3 horas e um minuto. Dessa forma a aeronave vai precisar de 45.250 litros de querosene, ou seja, 109 litros para cada um dos 416 passageiros.

Para quem poderia pensar que o Boeing 747-400 seria mais econômico a diferença foi mínima. O automóvel com menos de um por cento de diferença foi mais econômico que o avião. Enquanto na média o Gol precisa de 108 litros de gasolina por passageiro, o avião necessita de 109 litros de querosene. Para que não haja dúvidas, o automóvel teve um consumo menor de combustível quando comparamos seus dados no universo matemático que utilizamos para essa demonstração.

Apesar da vitória do Volkswagen Gol, o tempo médio da viagem com o automóvel seria de pelo menos 49 horas, rodando de forma continuada e sem considerar as paradas necessárias para repouso e reabastecimento. O Boeing precisou de apenas 3 horas para chegar ao destino.

Na hora que consideramos a carga transportada, a vantagem do Boeing é muito superior. O custo benefício do transporte aéreo ficaria muito mais interessante. Normalmente o fator preço tem importância direta, e o combustível utilizado na aviação é cerca de 35% mais caro que a gasolina automotiva. Agora é hora de você arrumar as malas e viajar! Seja de carro ou mesmo de avião, a engenharia segue buscando alternativas para tornar mais eficiente os meios de transporte.
MECÂNICA ONLINE
· A Ford prepara grandes novidades para os visitantes do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2012, que será realizado de 24 de outubro a 4 de novembro. Mas já é possível conferir os destaques e outras atrações que estarão no seu estande, o Ford Design Hall 2012, no site http://www.designhall.com.br/.

· Depois de anunciar o lançamento do Fusca no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, a Volkswagen antecipa que a Amarok Canyon, versão conceitual de sua consagrada pick-up média Amarok, também será um dos destaques da marca no evento. Configurado especificamente para a prática radical da canoagem, o protótipo demonstra a versatilidade do utilitário Volkswagen para aplicações especiais.

· Durante o Salão Internacional do Automóvel 2012 a Fiat Automóveis terá em seu estande duas grandes atrações para o público: Ferrari 458 Spyder e Maserati GranCabrio Sport. Máquinas dos sonhos, estes dois modelos conversíveis trazem sob os seus capôs motores V8 de alta performance. A Ferrari 458 Spyder tem 570 cv de potência máxima, enquanto a Maserati GranCabrio Sport, 450 cv.


· O Novo Audi A3 Sportback que foi revelado no Salão do Automóvel de Paris como um autêntico representante do DNA da marca alemã, e uma das grandes atrações do evento europeu, também será destaque, quase simultaneamente, do estande da Audi no Salão do Automóvel de São Paulo.

· A PSA Peugeot Citroën atinge a marca de 1 milhão de veículos produzidos no Brasil, no seu Centro de Produção de Porto Real, no Estado do Rio de Janeiro. O milionésimo automóvel brasileiro é um Novo Citroën C3 1.6 Exclusive, que sai da linha de produção 11 anos depois de o Grupo PSA ter inaugurado a sua unidade industrial brasileira e no momento em que a capacidade instalada da fábrica está sendo ampliada.

· A General Motors do Brasil e a FEI – Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros – firmaram uma parceria para a inclusão da instituição no programa global PACE – Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education ou Parceiros pelo Avanço da Educação da Engenharia de forma Colaborativa. Esta é a segunda universidade brasileira apoiada pela GM – a primeira, desde 2005, foi a Poli, a Escola Politécnica da USP – Universidade de São Paulo.

· A última geração da transmissão XTRONIC CVT®, que equipa modelos como Juke e o reestilizado Altima, será uma das atrações da Nissan durante o Salão do Automóvel. O estande da marca contará com uma unidade da transmissão continuamente variável para que os visitantes conheçam seu funcionamento e benefícios.

· A Iveco deu mais um passo à frente no desenvolvimento de tecnologia de combustíveis alternativos ao entregar o primeiro caminhão movido a gás natural veicular para aplicação em coleta de lixo no Brasil, o Iveco Tector GNV, para ser testado em Porto Alegre (RS) pela Companhia de Gás do Estado, a Sulgás, e pelo DMLU (Departamento Municipal de Limpeza Urbana).

· Os primeiros ônibus híbridos produzidos pela Volvo no Brasil começam a circular em Curitiba (PR). Movido à eletricidade e a diesel, o veículo reduz em 90% a emissão de gases poluentes em relação aos ônibus com tecnologia Euro 3, que encontram-se em circulação atualmente. O ônibus híbrido produzido no Brasil tem uma tecnologia revolucionária e é a solução híbrida mais avançada já desenvolvida. A tecnologia permite economia de combustível de até 35% em relação aos veículos com motor somente a diesel.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecatrônico e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

GENERAL MOTORS ASSUME A SUSTENTABILIDADE COMO UM DE SEUS COMPROMISSOS NO BRASIL E PUBLICA RELATÓRIO PROVANDO O FATO E MOSTRANDO OS RESULTADOS. ENTRE ELES ESTÁ A "FÁBRICA VERDE" QUE CONSTRUIU EM JOINVILLE.


A General Motors do Brasil publicou o “Relatório Anual de Sustentabilidade 2011”, de sua atividade que apresenta avanços na gestão corporativa e das iniciativas voltadas para a área da sustentabilidade. O documento segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), organização multistakeholder com sede em Amsterdã, Holanda.
“Buscamos aprimorar cada vez mais os processos e a gestão da companhia, que se têm pautado pela transparência e seguem as orientações dos princípios do desenvolvimento sustentável”, destaca Grace Lieblein, presidente da GM do Brasil.
Marcos Munhoz, vice-presidente da empresa, explicou que a publicação é “um documento relevante da empresa que apresenta um balanço das principais realizações e dos avanços obtidos no período de 2010 a 2011, que incluem as iniciativas voltadas para a sustentabilidade, colocadas em prática desde a chegada da GM ao Brasil e que antecedem em muitos casos inclusive a legislação vigente no País”. A empresa completará 88 anos de atividades no Brasil, no dia 26 de janeiro, de 2013.

O lançamento do relatório de sustentabilidade ocorreu em Porto Alegre em uma homenagem ao complexo da GM localizado em Gravataí, no estado gaúcho, a primeira unidade da empresa no País a ser certificada como “aterro zero” (Landfill Free), status alcançado no último mês de setembro, em que 100% dos resíduos industriais são reciclados. Esta foi a 101ª fábrica da GM no mundo a ser certificada como “aterro zero”.


Avanços da GM no Brasil no campo da sustentabilidade
Entre vários avanços retratados pelo relatório destacam-se, por exemplo, no ano passado, o início da construção sustentável da fábrica de motores e cabeçotes, em Joinville (SC), com um investimento superior a R$ 350 milhões. Esta unidade industrial já está produzindo neste segundo semestre de 2012 e será inaugurada oficialmente nos próximos meses.

Ainda em 2011 a empresa criou o Comitê de Sustentabilidade para nortear todas as ações no campo da sustentabilidade e as unidades de Gravataí (RS) e São José dos Campos (SP) receberam do Wildlife Habitat Council (WHC) uma certificação inédita pela preservação de áreas verdes e ações voltadas à educação ambiental.

Outro destaque foi o Projeto Chevrolet Flexpedition 2010, um passeio pela GM do Futuro, que inclusive venceu o 17.o Prêmio de Mérito Ambiental da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP -, na categoria de médias e grandes empresas, e também o Prêmio Top Ambiental da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB).

Nos anos anteriores, a GM construiu o CT20 no Centro Tecnológico em São Caetano do Sul (SP), com base no conceito green building (construção sustentável). Em 2000 a empresa tornou-se uma das primeiras empresas no Brasil a receber a certificação ISO 14001 para todas as unidades no país. E, nos anos 50 do século passado, a GM foi uma das pioneiras, no setor automotivo brasileiro, na instalação de Estações de Tratamentos de Efluentes (ETEs) sanitários nas fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos.

GM é referência global em sustentabilidade
Em linhas gerais, todas as unidades fabris da GM no mundo reciclam ou reutilizam mais de 90% dos resíduos que geram. 


Na prática, ela atua em duas frentes para reduzir o impacto ambiental de suas operações: primeiro, busca a redução do desperdício. Somado a isso, desenvolve ações que visem à reciclagem e à reutilização dos materiais. E os números comprovam os resultados.

Somente em 2011, a empresa reciclou ou reutilizou 2.6 milhões de toneladas de materiais em todas as suas fábricas no mundo. Esse montante é equivalente a mais que 38 milhões de sacolas de lixo, ou ainda, a um mês de todo o lixo gerado por cada pessoa que vive na cidade de Nova York.

Em seu primeiro relatório de sustentabilidade como uma nova empresa, a GM se comprometeu a tornar 25 de suas operações Landfill Free, além de reduzir o desperdício total de seus resíduos gerados no mundo todo em 10% até 2020. Desde 1997, este índice já foi reduzido em 47%.

Em 2011, a GM reduziu em 5% o resíduo gerado por carro fabricado em todas as suas unidades de manufatura. Os esforços em reciclagem e reutilização de materiais evitaram a emissão de 10 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

O trabalho pioneiro desenvolvido pela GM é auditado pela Two Tomorrows, renomada agência internacional de sustentabilidade.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

VETEL VENCE DE NOVO EM SUZUCA E APROXIMA-SE MAIS DE ALONSO. EMBORA EQUILIBRADA A COMPETIÇÃO DESTE ANO NÃO ESTÁ RESOLVIDA. NAS PRÓXIMAS CINCO CORRIDAS DA F1 MUITA BORRACHA SERÁ GASTA AINDA NAS PISTAS, ONDE OS MOTORES RENAULT RONCAM APOSTANDO NA VITÓRIA



O piloto Sebastian Vettel, da Red Bull Racing-Renault – equipada com o motor Renault RS27, fornecido pela Renault Sport F1 – divisão esportiva da Renault na Fórmula 1 –, venceu o GP do Japão e reduziu para apenas quatro pontos a sua diferença para o líder do Mundial de Pilotos, faltando apenas cinco corridas para o final da temporada. 

O atual bicampeão liderou a prova de ponta a ponta, garantindo a sua terceira vitória em Suzuka em quatro anos, a 24ª de sua carreira na F1 e a 32ª para a parceria Red Bull-Renault.

Kimi Raikkonen e a sua Lotus F1 E20 cruzaram a linha de chegada com na sexta posição, conquistando, assim, mais oito pontos e se consolidando no terceiro lugar do Campeonato de Pilotos, com 37 pontos de diferença em relação ao líder Fernando Alonso e 33 em relação a Vettel. 


Raikkonen ganhou uma posição na largada, conseguindo desviar de um acidente na primeira volta, e lutou com Lewis Hamilton pelo quinto lugar até o inglês conseguir ultrapassá-lo após a segunda rodada de paradas nos boxes. 

O companheiro de equipe de Raikkonen, Romain Grosjean, se envolveu em um acidente na primeira curva, e perdeu uma volta ao ter que parar nos boxes para trocar o aerofólio dianteiro. Em seguida, ele teve que cumprir um Stop and Go de 10 segundos como penalidade por seu envolvimento neste acidente, mas conseguiu voltar à 14ª posição, porém, abandonou a corrida na última volta.

Pastor Maldonado, da equipe Williams-Renault, terminou em oitavo lugar, voltando a marcar pontos no ano depois da vitória em Barcelona, em maio. Maldonado terminou dois segundos à frente de Mark Webber da Red Bull Racing-Renault, que acabou se envolvendo na confusão da primeira volta. 


Depois de passar novamente nos boxes, o australiano voltou no final do pelotão, fazendo apenas uma troca de pneus. Assim, ele conseguiu recuperar o máximo de posições possível.

Os pilotos Heikki Kovalainen e Vitaly Petrov proporcionaram à equipe Caterham-Renault uma dobradinha na chegada, terminando em 15º e 17º, respectivamente.

Após o Grande Prêmio do Japão, a equipe Red Bull Racing-Renault continua na liderança do Campeonato Mundial de Construtores, com 324 pontos, à frente da McLaren, com 283, e da Ferrari, que tem 263. A equipe Lotus–Renault está em quarto (239 pontos), a Williams-Renault em oitavo e a Caterham-Renault na 11ª colocação.

Rémi Taffin, responsável pelas atividades de pista da Renault Sport F1, dá suas impressões sobre esta etapa: Parabéns a Vettel, por ser o primeiro a ganhar duas corridas consecutivas neste ano! Como sempre, trabalharemos em parceria com a Red Bull para oferecer o máximo de desempenho, sem comprometer a confiabilidade, dos nossos motores Renault.

Tivemos um problema com o KERS (Kinetic Energy Recovery System - Sistema de Recuperação de Energia Cinética) do carro do Petrov e vamos examiná-lo, mas, tirando isso, foi um bom fim de semana. 


Ganhar em Suzuka, com três outros motores conquistando pontos, representa um resultado positivo para a Renault Sport F1. O circuito é bastante difícil para o motor, principalmente nas curvas em “S”, que submetem os componentes internos a fortes pressões laterais, enquanto que a segunda metade do circuito é feita com máxima aceleração em 90% do tempo.



TROLLER APRESENTA NOVO JIPE, O T4 2013, COM NOVO MOTOR. A EQUIPE TROLLER VENCEDORA DO RALI DOS SERTÕES FOI ELOGIADA PELA FÁBRICA



Em encontro com a Imprensa, realizado em São Paulo, o chefe da Equipe Troller Racing/Território Motorsport Edu Piano falou sobre o ótimo resultado do time na 20ª edição do Rally dos Sertões, que aconteceu em agosto. A dupla Paulo César Bertolini e Anderson Bertolini que conquistou o título na categoria T4, do Rali dos Sertões, conheceu o modelo 2013 do utilitário esportivo, que traz como principal novidade um novo motor e recebeu aperfeiçoamentos de estilo e novos itens de série.

Na ocasião, os jornalistas puderam conferir de perto o valente e robusto Troller T4 que cruzou cinco estados (Maranhão, Piauí, Tocantins, Pernambuco e Ceará) e cerca de 5 mil quilômetros durante os dez dias de competição.

O segundo maior rali do mundo é conhecido pelo alto nível técnico, diversidade de pisos e, nesta edição 2012, considerada a mais difícil da história da competição, cerca de 70% do roteiro foi de areia, terreno muito familiar para o Troller T4. 



A receita foi perfeita, misturou a experiência no off-road dos veteranos pilotos Bertolini e Cassol com a robustez do carro, preparado pela equipe Território Motorsport, aliado a um percurso desafiante.

"A equipe foi muito profissional e obteve um desempenho fantástico e liderou com vantagem a prova. O próprio resultado do Rally dos Sertões comprova o nosso DNA, uma marca forte e arrojada", ressalta Wilson Vasconcellos Filho, gerente geral de Vendas e Marketing da Troller.

Para Piano, que além de competidor é preparador de carros de competição o objetivo foi cumprido. "No segundo ano de parceria com a Troller foi muito importante a conquista deste título para equipe. Os dois veículos são praticamente originais, fizemos adaptações e mexemos pouco durante a prova. O desempenho foi tão satisfatório que o carro terminou em nono na Geral em meio a máquinas muito mais potentes. Bertolini/Anderson e Cassol/Eckel estão de parabéns e foram muito guerreiros", explica o piloto que completou 17 participações consecutivas na prova.

Sobre a Troller Racing/Território Motorsport - Após quase 10 anos afastada do grid do Rally dos Sertões, a Troller se uniu a equipe Território Motorsport em 2011, que competiu com duas duplas experientes do Cross Country nacional que se classificaram em segundo e terceiro lugares no ano de estreia. Na edição 2012, a equipe comprovou o expertise e garantiu o título na categoria T4, com as novas duplas Paulo e Anderson Bertolini e Marcos Cassol e Luis Felipe Eckel. A Território Motorsport, equipe oficial da montadora e com sede em Tatuí, tem uma trajetória de mais de uma década na competição e já conquistou, somando a edição deste ano, seis títulos consecutivos na categoria Caminhões, com o F4000 Território 4x4.

Para conhecer a aventura do time no Rally dos Sertões 2012 acesse o blogwww.webventure.com.br/sertoes2011/blog/home/id/101 ou, ainda, há informações no sitewww.territoriomotorsport.com.br/troller, no Facebook Equipe Troller Racing ou o Twitter @trollerracing.

A Equipe Troller Racing/Território Motorsport conta com o patrocínio da Alfa Seguros, Pneus Pirelli, Motorcraft, Gabardo Transportes e Dupont e apoio dos Amortecedores OffShox, Garrett, Truckvan e Termicom.



FERRARI E MASERATI SERÃO ATRAÇÕES DA FIAT NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, DE 24 DE OUTUBRO A 4 DE NOVEMBRO



Durante o Salão Internacional do Automóvel 2012, que acontece em São Paulo, de 24 de outubro a 04 de novembro, a Fiat Automóveis terá em seu estande duas grandes atrações para o público: Ferrari 458 Spyder e Maserati GranCabrio Sport.

Máquinas dos sonhos, estes dois modelos conversíveis trazem sob os seus capôs motores V8 de alta performance. A Ferrari 458 Spyder tem 570 cv de potência máxima, enquanto a Maserati GranCabrio Sport, 450 cv.

As duas marcas pertencem ao Grupo Fiat/Chrysler, que além delas é dono da Alfa Romeo, Abarth, Lancia, Jeep, Dodge, Ram, mais Fiat e Chrysler.

No Brasil, tanto a Ferrari como a Maserati são importadas e representadas comercialmente pela Via Italia.



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