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terça-feira, 16 de abril de 2013

VELA OCEÂNICA: COPA SUZUKI JIMNY É TESTE FINAL DO BRASILEIRO DE HPE. PROVA FOI DISPUTADA POR 16 BARCOS EMPENHADOS EM SOMAR PONTOS PARA GARANTIR VANTAGEM NA TABELA



A tradicional Copa Suzuki Jimny, referência na vela oceânica nacional, reuniu os principais nomes da modalidade no Yacht Club de Ilhabela (YCI). 

O evento contou com 45 barcos das classes ORC, C30, HPE, RGS (A,B,C e Cruiser). Neste domingo (14), os veleiros disputaram uma regata no formato barla-sota (entre bóias) no Canal de São Sebastião, com vento Sul, com intensidade entre 6 e 14 nós. 

Destaque para a flotilha de HPE com 16 equipes na disputa pelo título da temporada. 

A liderança no acumulado geral foi de Jimny Take Ashauer (Cássio Ashauer), seguido por Relaxa Next/Caixa (Maurício Santa Cruz). 

A categoria HPE foi a one-design com maior número de barcos em todo País. Por isso, as regatas em Ilhabela são encaradas como uma das mais importantes do calendário da classe. 

Nas vésperas do Campeonato Brasileiro de HPE, marcado para maio, também no Yacht Club de Ilhabela, os times escolhem a Copa Suzuki Jimny para ganhar entrosamento e testar equipamentos. 

O bicampeão pan-americano Maurício Santa Cruz e sua equipe provaram em 2012 que um pequeno vacilo ou ausência em uma das etapas pode acabar com as chances de título.

O Relaxa/Next Caixa não correu as primeiras regatas do ano e não conseguiu ser campeão, mesmo tendo o melhor desempenho na reta final. 

"A Copa Suzuki Jimny é igual ao Campeonato Brasileiro de futebol. Como é por pontos corridos, precisamos somar menos pontos no início e abrir vantagem no final. Não temos que pensar como mata-mata. São quatro etapas e mais de 30 regatas no ano. Por isso, toda prova é uma decisão", explicou Maurício Santa Cruz, comandante do Relaxa/Next Caixa, vencedor da regata de abertura, no sábado, e que está em segundo lugar na Copa Suzuki Jimny. 

O HPE consegue reunir atletas amadores com profissionais. Os times investem em velejadores conhecidos para melhorar os resultados, mas o que estão começando podem brigar de igual para igual com os mais experientes. 

Medalhistas olímpicos, pan-americanos e mundiais como Maurício Santa Cruz, Bruno Prada, Henrique Haddad e Alexandre Paradeda são recrutados para a temporada. 

O Fit to Fly está em sexto lugar após as duas regatas. 

O segundo dia da Copa Suzuki Jimny
Mais uma vez a organização da Copa Suzuki Jimny escolheu fazer apenas uma regata no Canal de São Sebastião. 

Com ventos mais fracos do que na véspera, mas com muita corrente (aproximadamente dois nós), as equipes, pelo menos, não pegaram chuva. 

"Fomos obrigados a fazer apenas uma regata neste domingo por causa do vento, que chegou a baixar de 14 para 6 nós. Além disso, estava rondado e tinha muita correnteza no canal, dificultado assim as ações das equipes", justificou Cuca Sodré, organizador da Copa Suzuki Jimny.
 
Nas classes de design único, destaque para o Repeteco (Fernando Halaand) na HPE e TNT/Loyal (Marcelo Massa) na C30. 

Os dois barcos venceram a regata para cada categoria neste domingo. O resultado garantiu o quarto lugar, no acumulado, para o Repeteco e a liderança para o JImny Take Ashauer, comandado pelo aniversariante do dia, Casio Ashauer. Já o TNT Loyal tem o domínio da C30, com duas vitórias. 

Na ORC, Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) e Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) dividem a ponta com três pontos perdidos. 

No sábado, quem venceu foi o Orson/Mapfre, mas o Lexus/Chroma deu o troco no dia seguinte empatando a série. 

Na RGS-A, o Jazz (Valéria Ravanni) segue com 100% de aproveitamento no circuito. Fruto de muito entrosamento e amizade a bordo. 

Na RGS-B, o Suduca (Marcelo Claro) também venceu no sábado e no domingo. O veleiro fez alguns ajustes nas velas para a temporada 2013 e os resultados já apareceram. 

Resultados após duas regatas 
ORC
1- Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) - 3 pontos perdidos (2+1)
2- Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) - 3 pp (1+2)
3- Sextante (Thomas Shaw) - 9 pp (3+6).
 
C30
1- TNT/Loyal (Marcelo Massa) - 2 pp (1+1)
2- +Realizado (José Luiz Apud) - 5 p (3+2)
3- Barracuda (Humberto Diniz) - 6 pp (2+4).
 
HPE
1- Jimny Take Ashauer (Casio Ashauer) - 6 pp (2+4)
2- Relaxa Next/Caixa (Marcelo Santa Cruz) - 8 pp (1+7)
3- Ginga (Breno Chvaicer) - 8 pp (3+5).
 
RGS-A
1- Jazz (Valéria Ravani) - 2 pp (1+1)
2- Urca/BL3 (Pedro Rodrigues) - 6 pp (4+2)
3- Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) - 7 pp (2+5).

RGS-B
1- Suduca (Marcelo Claro) - 2 pp (1+1)
2- Asbar II (Sergio Klepacz) - 4 pp (2+2)
3- Helios - Sírio Libanês - 6 pp (3+3).
 
RGS-C
1- Ariel (Andreas Kubler) - 2 pp (1+1)
2- Rainha (Leonardo Pacheco) - 5 pp (3+2).
 
RGS-Cruiser
1- Boccalupo (Claudio Melaragno) - 2 pp (1+1)
2- Nimbus (André Torrente) - 5 (3+2)
3- Brazuca (José Rubens Bueno) - 6 pp (2+4).

Fan page no Facebook 
A Copa Suzuki Jimny lançou sua página no Facebook para divulgar as informações sobre a competição, velejadores e classes. 

Além disso, o espaço na internet é um ponto de encontro virtual para atletas, árbitros e fãs da modalidade. 

Para curtir e ter acesso às atualizações, basta acessar o Facebook e digitar Copa Suzuki Jimny - Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. 

A primeira etapa será neste final de semana (13 e 14) e no seguinte (20 e 21), no Yacht Club de Ilhabela (YCI). Clique aqui para acessar a página do Facebook

Mais informações e resultados completos da Copa Suzuki Jimny no site do YCI. Acesse: www.yci.com.br.

EQUIPE CITROËN COMPOSTA POR HIRVONEN E LEHTINEN VENCE O RALLY DE PORTUGAL



Piloto e navegador obtêm segunda posição em etapa que os DS3 WRC mostram toda a sua confiabilidade, mesmo em condições difíceis

A Citroën conseguiu outro pódio no Rali de Portugal, quarta etapa do Campeonato Mundial de Rali - WRC. 

O piloto Mikko Hirvonen e seu navegador Jarmo Lehtinen não desistiram de lutar pela vitória até o fim e terminaram a prova na segunda posição, menos de um minuto atrás dos vencedores. 

Dani Sordo e Carlos del Barrio, que sofreram um acidente quando lutavam pela ponta, puderam voltar à disputa e, no 12º lugar, somaram mais dois pontos para a equipe Citroën Total Abu Dhabi World Rally. 

Quando, ao término sábado, era terceiro colocado, Mikko Hirvonen já pensava em, no domingo, manter sua posição. 

No entanto, ele percebeu, na 12ª especial, que Sébastien Ogier e Jari-Matti Latvala, os dois mais bem posicionados até então, perdiam muito tempo. 

“Até imaginei que havia algo errado com o sistema de cronometragem”, disse o finlandês, que assumiu a segunda posição naquele estágio.

“Esse rali é muito duro para os carros e meu DS3 WRC foi perfeito no que diz respeito à durabilidade. Um segundo lugar é sempre um bom resultado, mas devo dizer que esperava estar um pouco mais rápido aqui. Progredimos bastante desde o México, mas ainda precisamos de mais tempo na estrada para melhorar os ajustes de suspensão. Talvez por isso eu não tenha tido um bom ritmo na manhã de sexta-feira. Vamos continuar a trabalhar, principalmente para melhorar o desempenho nos trechos mais rápidos.”
 
Depois de voltar à prova graças às regras do “Rally2”, a meta de Dani Sordo era chegar ao fim da competição e marcar mais alguns pontos para a Citroën no Mundial de Construtores. Foi justamente isso que ele fez.

“No começo do rali, senti ter um grande carro em mãos. Aprendi que você realmente precisa ir bem na classificação para ter a melhor chance possível de vitória”, afirmou, se referindo ao fato de ter sido o mais rápido na especial classificatória de quinta-feira.

“Irei à Argentina ainda mais motivado e determinado a mostrar o que eu posso fazer.” 
Khalid Al Qassimi, também pilotando um Citroën DS3 WRC, obteve uma nona posição. A bordo de um Citroën, o polonês Robert Kubica estreou no WRC de forma promissora: chegou a ser segundo colocado na categoria WRC 2, mas furos de pneus o fizeram abandonar a disputa. 

Yves Matton, chefe da Citroën Racing, valorizou a confiabilidade dos carros: “Não só mostramos que nosso carro é o mais confiável, como também conseguimos melhorar nosso nível de desempenho à medida que o adaptamos para o estilo de nossos pilotos. Estamos satisfeitos com isso e podemos ficar otimistas para o resto da temporada”. 

Resultado final 
1) Sébastien Ogier (França)/Julien Ingrassia (França), VW Polo R WRC, 4h07m38s7
2) Mikko Hirvonen (Finlândia)/Jarmo Lehtinen (Finlândia), Citroën DS3 WRC, a 58s2
3) Jari-Matti Latvala (Finlândia)/ Miikka Anttila (Finlândia), VW Polo R WRC, a 4min04s5
4) Evgeny Novikov (Rússia)/Ilka Minor (Áustria), Ford Fiesta RS WRC, a 5min27s7
5) Nasser Al-Attiyah (Catar)/Giovanni Bernacchini (Itália), Ford Fiesta RS WRC, a 7min43s5
6) Andreas Mikkelsen (Noruega)/Mikko Markkula (Finlândia), VW Polo R WRC, a 9min39s8
7) Martin Prokop (República Tcheca)/Michal Ernst (República Tcheca), Ford Fiesta RS WRC, a 15min04s2
8) Mads Ostberg (Noruega)/Jonas Andersson (Suécia), Ford Fiesta RS WRC, a 15min43s6
9) Khalid Al Qassimi (Emirados Árabes Unidos)/Scott Martin (Grã-Bretanha), Citroën DS3 WRC, a 15min56s9
10) Esapekka Lappi (Finlândia)/Janne Ferm (Finlândia), Skoda Fabia S2000, a 16min21s0 
Classificação do Campeonato Mundial de Rali após 4/13 provas.
 
Pilotos
1) Sébastien Ogier (França), VW Polo, 102 pontos; 2) Mikko Hirvonen (Finlândia), Citroën DS3, 48; 3) Sébastien Loeb (França), Citroën DS3, 43 pontos; 4) Mads Ostberg (Noruega), Ford Fiesta, 32; 5) Jari-Matti Latvala (Finlândia), VW Polo, 31; 6) Dani Sordo (Espanha), Citroën DS3, 27; 7) Thierry Neuville (Bélgica), Ford Fiesta, 25; 8) Martin Prokop (República Tcheca), Ford Fiesta, 20; 9) Nasser Al-Attiyah (Catar), Ford Fiesta RS, 20; 10) Evgeny Novikov (Rússia), Ford Fiesta, 15; 11) Bryan Bouffier (França), Citroën DS3, 10; 12) Juho Hänninen (Finlândia), Ford Fiesta, 8; 13) Chris Atkinson (Austrália), Citroën DS3, 8; 14) Andreas Mikkelsen (Noruega), VW Polo, 8; 15) Ken Block (Estados Unidos), Ford Fiesta RS, 6; 16) Sepp Wiegand (Alemanha), 4; 17) Henning Solberg (Noruega), Ford Fiesta, 4; 18) Benito Guerra (México), Citroën DS3, 4; 19) Olivier Burri (Suíça), Peugeot 207, 2; 20) Khalid Al Qassimi (Emirados Árabes Unidos), Citroën DS3 WRC, 2; 21) Michal Kosciuszko (Polônia), Mini John Cooper Works, 1; 22) Yazeed Al Hajri (Arábia Saudita), Ford Fiesta, 1; 23) Esapekka Lappi (Finlândia), Skoda Fabia S2000, 1 ponto.
 
Copilotos
1) Julien Ingrassia (França), VW Polo, 102 pontos; 2) Jarmo Lehtinen (Finlândia), Citroën DS3, 48; 3) Daniel Elena (Mônaco), Citroën DS3, 43 pontos; 4) Jonas Andersson (Suécia), Ford Fiesta, 32; 5) Miikka Anttila (Finlândia), VW Polo, 31; 6) Carlos del Barrio (Espanha),Citroën DS3, 27; 7) Nicolas Gilsoul (Bélgica), Ford Fiesta RS, 25; 8) Michal Ernst (República Tcheca), Ford Fiesta, 20; 9) Giovanni Bernacchini (Itália), Ford Fiesta RS, 20; 10) Ilka Minor (Áustria), Ford Fiesta RS, 15; 11) Xavier Panseri (França), Citroën DS3, 10; 12) Stéphane Prevot (Bélgica), Citroën DS3, 8; 13) Tomi Tuominen (Finlândia), Ford Fiesta RS, 8; 14) Mikko Markkula (Finlândia), VW Polo, 8; 15) Alex Gelsomino (Itália), Ford Fiesta RS, 6; 16) Frank Christian (Alemanha), Skoda Fabia, 4; 17) Emil Axelsson (Suécia), 4; 18) Borja Rozada (México), Citroën DS3, 4; 19) Guillaume Duval (França), Peugeot 207, 2; 20) Scott Martin (Grã-Bretanha), Citroën DS3 WRC, 2; 21) Maciej Szczepaniak (Polônia), Mini John Cooper Works, 1; 22) Michael Orr (Grã-Bretanha), Ford Fiesta, 1; 23) Janne Ferm (Finlândia), Skoda Fabia S2000, 1 ponto. 

Equipes
1) Volkswagen Motorsport (Polo), 121 pontos; 2) Citroën Total Abu Dhabi WRT (Citroën DS3), 107; 3) Qatar M-Sport WRT (Ford Fiesta), 55; 4) Qatar World Rally Team (Ford Fiesta), 36; 5) Abu Dhabi Citroën Total WRT (Citroën DS3), 27; 6) Jipocar Czech National Team (Ford Fiesta), 22; 7) Lotos Team WRC (Mini John Cooper Works), 12; 8) Volkswagen Motorsport 2, 10 pontos.

MARCOPOLO SUPERA MARCA DE 360 MIL FÃS NO FACEBOOK. UM FÃ PARA CADA ÔNIBUS PRODUZIDO EM TODA A HISTÓRIA DA EMPRESA



A Marcopolo acaba de atingir a marca de 360 mil fãs no Facebook. A conquista coincide com a produção do ônibus 360 mil e faz da empresa brasileira a fabricante de ônibus mais curtida e com maior número de fãs do mundo.
De acordo com Walter Cruz, gerente de estratégia e marketing corporativo da Marcopolo, a marca atingida pela Marcopolo demonstra o êxito e o acerto da estratégia em ingressar de maneira forte e permanente nas redes sociais e conseguir, em pouquíssimo tempo, consolidar a empresa no Brasil e no exterior. 

“Pouco mais de um ano depois de lançar a Fan Page no Facebook, atingimos 360 mil fãs. As ações interativas, criação e compartilhamento de conteúdo multimídia relevante, notícias, concursos culturais e divulgação de produtos fizeram com que multiplicássemos o universo de relacionamentos da marca e nos destacássemos internacionalmente”, salienta Cruz. 

O volume recorde de 360 mil ônibus produzidos pela Marcopolo também demonstra o ritmo acelerado de crescimento que a empresa vem obtendo nos últimos anos, no Brasil e no mundo. 

A previsão para 2013 é fabricar 35,2 mil unidades em todas as plantas no mundo. Hoje, a Marcopolo possui fábricas em 11 países além do Brasil (África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, China, Colômbia, Egito, Estado Unidos, Índia, México e Rússia) e conta com cerca de 22 mil colaboradores. 

No Brasil, são três unidades que produzem mais de 20 mil ônibus por ano, localizadas em Caxias do Sul (duas) e Rio de Janeiro.

VOLKSWAGEN PROMOVE, EM ABRIL E MAIO, O "FESTIVAL AMAROK EXPERIENCE", EM SÃO PAULO. MARCA COLOCARÁ PICAPES AUTOMÁTICAS À DISPOSIÇÃO DOS INTERESSADOS EM DIRIGIR O MODELO QUE CUSTA A PARTIR DE R$ 118.980,00


 

Amarok automática, com oito marchas, pode ser testada em pista off-road inédita na cidade
A Volkswagen do Brasil promove o "Festival Amarok Experience", com test drive das versões automáticas da pick-up Amarok, em pista off-road montada na cidade de São Paulo.

Inédito no município, o "Festival Amarok Experience" será realizado em abril (dias 18, 19, 20, 25, 26, 27 e 28) e maio (dias 2, 3, 4, 5, 10 e 11), sendo os horários de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e nos fins de semana, das 9h às 18h. A entrada é gratuita.

A pista off-road foi preparada especialmente para as versões automáticas da Amarok e é formada por subidas e descidas íngremes, buracos com lama e muitos outros obstáculos que possibilitarão ao consumidor conferir como funcionam todos os sistemas da pick-up Volkswagen, como o ABS off-road e a tração 4MOTION. 

Para testar a pick-up, sempre com acompanhamento de pilotos profissionais da marca, basta apresentar a CNH válida.


Amarok 2013 A linha 2013 da Amarok traz novidades como o sistema de alívio de peso da tampa traseira como item de série em todas as versões do modelo, uma nova opção de cor (Marrom Toffee, metálica) e a ampliação de ofertas de equipamentos opcionais para a versão Trendline, com o já consagrado câmbio automático de oito marchas, além de faróis de neblina com luz dinâmica para manobras, sensores dianteiro e traseiro de estacionamento e o pacote tecnológico Light & Vision (composto por acendimento automático dos faróis, retrovisor interno eletrocrômico, Coming&Leaving home e sensor de chuva). 


A versão também passa a contar com o novo rádio RCD-320 2DIN com entradas SD-card /USB e com Bluetooth como item de série.

A Amarok é oferecida em oito opções de configuração, entre carroceria cabine simples e cabine dupla, tração 4x2 e tração 4x4, transmissão manual de seis marchas ou automática de oito marchas e motor 2.0 turbo diesel de 122 cv e motor 2.0 biturbo diesel de 180 cv. 


A versão Highline da linha 2013 incorpora como itens de série sensores dianteiro e traseiro de estacionamento, acendimento automático dos faróis, Coming & Leaving home, retrovisor interno eletrocrômico e sensor de chuva. 

Entre os equipamentos opcionais figuram faróis de neblina com luz dinâmica para manobras. 

Para as versões S e SE, são oferecidos novos opcionais como sensor de estacionamento traseiro, novo rádio RCD-320 2DIN, ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade), revestimento dos bancos de couro e revestimento do assoalho de borracha.

Destaque para a oferta na Amarok Trendline, que oferece ótima relação custo-benefício e tem preço sugerido a partir de R$ 118.980. 

Para essa versão, a Volkswagen está oferecendo financiamento com taxa zero e saldo em 24 meses, com bônus de R$ 3.000 na troca de qualquer pick-up ou veículo com tração 4x4. 

Primeiro trimestre – vendas em alta
A Volkswagen do Brasil comemorou o primeiro trimestre de 2013 com recorde histórico nas vendas de comerciais leves da marca, totalizando 29.746 unidades (o recorde anterior para o período foi em 1997, com 20.710 unidades nos três primeiros meses do ano). 

A marca também atingiu o melhor mês de março da sua história no segmento, com 10.513 unidades (o recorde anterior era março de 2011, com 10.052 unidades).

De janeiro a março de 2013, a Volkswagen vendeu no mercado brasileiro 5.471 unidades da Amarok, que é produzida na Argentina. 

O número representa crescimento de 54% nas vendas sobre o mesmo período de 2012, quando foram comercializadas 3.555 unidades da pick-up média no Brasil.
 

Serviço
Festival Amarok Experience
Endereço: Avenida Otto Baumgart, 1.300,Zona Norte, São Paulo (SP)
Funcionamento:
Abril - dias 18, 19, 20, 25, 26, 27 e 28
maio - dias 2, 3, 4, 5, 10 e 11.
Horários:
Segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e nos fins de semana, das 9h às 18h.
Entrada: gratuita 

CITROËN APOIA NOVA ADAPTAÇÃO DO FILME "MEU PÉ DE LARANJA LIMA", UM BEST SELLER BRASILEIRO



 
Mais recente versão cinematográfica do livro de José Mauro de Vasconcelos é protagonizada por José de Abreu, que dirige um Citroën Traction Avant, modelo célebre da marca

A Citroën apoia o filme “Meu Pé de Laranja Lima”, adaptação do diretor Marcos Bernstein para o livro homônimo de José Mauro de Vasconcelos, publicado em 1968, e que é até hoje um dos mais vendidos do Brasil. 

A marca está presente no longa-metragem por meio do Traction Avant, carro que tem importante papel na vida dos protagonistas. 

Trata-se de um dos modelos célebres da Citroën: produzido de 1934 a 1957 e que contou com grandes desenvolvimentos tecnológicos para a época, como o uso da tração dianteira e a carroceria monobloco, soluções que a partir daí se popularizaram. 
Bernstein, roteirista de “Central do Brasil” e “Chico Xavier”, dirige um filme sobre a história do garoto Zezé, de quase oito anos, que vive com sua família pobre no interior.

Fazer traquinagens é seu passatempo preferido. Mas, sem aliados, refugia-se em seu Pé de Laranja Lima, uma pequena árvore à qual dá o nome de Minguinho. 

Zezé leva cada vez mais surras de seu pai após este ficar desempregado. É quando nasce uma amizade com Manoel Valadares, o “Portuga”, que é justamente o dono do Citroën Traction Avant. 

A bordo do modelo clássico da marca, o menino faz muitas das suas aventuras e travessuras. Antes temido por Zezé, Valadares torna-se uma pessoa com quem ele pode contar. 

“A Citroën tem se firmado como apoiadora e incentivadora da cultura e da arte no país. Com o apoio a esse filme, nosso objetivo foi resgatar, dentro de uma bela história brasileira, um de nossos modelos mais míticos, o Traction Avant. 

Um carro revolucionário, totalmente Créative Technologie para sua época, e que entrou para a história do automobilismo mundial”, explica Nivea Ferradosa, Diretora de Marketing da Citroën do Brasil. 

O Filme 
Esta é mais nova versão de “Meu Pé de Laranja Lima”, cuja adaptação já havia sido feita para cinema (em 1970) e em novelas. No elenco estão nomes como José de Abreu, Caco Ciocler e João Guilherme Ávila. Este, que interpreta o menino, é filho do cantor Leonardo.
“Meu Pé de Laranja Lima” será lançado nacionalmente no dia 19 de abril. Para assistir o trailer do filme clique no link: youtu.be/GDePuLpo3Bg

Citroën Traction Avant 
Emblemático na rica história da marca Citroën, o Traction abriu caminho para o automóvel moderno, graças às suas numerosas inovações tecnológicas, entre as quais o famoso dispositivo de tração dianteira. 
Produzido de 1934 a 1957, ele influenciou, de fato, a maioria das montadoras do mundo, à época totalmente voltadas para a tração traseira. 

Verdadeira revolução técnica, o Traction é a obra de dois grandes personagens guiados por uma vontade comum de inovação e de originalidade: André Citroën e André Lefebvre. 

O primeiro oferece os meios industriais e financeiros, e o segundo as competências técnicas. Durante a apresentação oficial em 1934, a imprensa parabenizou seus trabalhos e a visão que eles tinham do automóvel qualificando o novo modelo de "audacioso, rico em soluções originais e diferente de tudo que já foi feito". 

Hoje, o Traction não perdeu em nada seu poder de atração. Sua linha equilibrada, desenhada por Flaminio Bertoni, é ainda unanimidade. E a quantidade de livros, manifestações e clubes que lhe são dedicados em todo o mundo, nos lembra diariamente o veículo extraordinário que é o "Traction Avant": definitivamente, ele ocupa um lugar de destaque na história mundial do automóvel. 

A partir do dia 18 de Abril, os visitantes da Citroën Oscar Freire poderão ver de perto o modelo original Traction Avant 1948 em exposição no espaço conceito da marca. O Citroën Experience Centre fica na Rua Oscar Freire, 1009 - Jardins, esquina com a Rua Consolação.

CHEVROLET CELTA GANHA AIRBAG E ABS, DE SÉRIE, NA LINHA 2014. MODELO JÁ VENDEU MAIS DE 1,5 MILHÃO


Best seller da marca, com mais de 1,5 milhão de unidades vendidas,
traz novidades estéticas e mudanças no interior
Um verdadeiro campeão de vendas. Esse é o Chevrolet Celta que, desde seu lançamento no mercado brasileiro, já acumulou mais de 1.500.000 unidades comercializadas. E que permanece a todo vapor.


Para a linha 2014 do compacto, a Chevrolet preparou importantes mudanças no campo da segurança, com a adoção de ABS e airbag, e também na parte estética e funcional.


Externamente, o Celta ganhou aros cromados na grade dianteira de todas as versões (LS e LT) do compacto. 

A versão quatro portas passa ainda a oferecer um adesivo preto decorativo na coluna central. Além disso, o Celta 2014 chega com uma nova cor, a Cinza Sand.


O interior também recebeu modificações. O Celta 2014 ganhou um novo volante de três raios, desenhado para acomodar o airbag frontal. 

Além disso, também recebeu um porta-objetos com porta-copos entre os bancos dianteiros do veículo – de série em todas as versões.

Airbag e cinto de segurança: equipamentos inseparáveis



A alteração mais importante da linha 2014 do Celta está na segurança veicular. O Chevrolet Celta sairá da fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul, equipado com a geração 9.0 do sistema ABS de freio, tecnologia que evita o travamento das rodas, permitindo que o motorista mantenha o controle sobre seu carro mesmo em freadas mais bruscas, possibilitando, por exemplo, que ele desvie de outro veículo ao invés de atingi-lo.


Além dele, o Celta também conta com o airbag frontal, um importante equipamento de segurança passiva. 


Desenvolvido para disparar em colisões frontais severas, ele evita que o motorista tenha ferimentos graves na região do tórax e cabeça.

William Bertagni, vice-presidente de engenharia da General Motors América do Sul, alerta para o uso do cinto de segurança para carros equipados com airbag. 


"Certamente estes dois equipamentos tornarão o Celta um veículo ainda mais seguro. É importante, no entanto, ressaltar a utilização do cinto de segurança, algo que – ainda nos dias de hoje – não é uma unanimidade entre os motoristas. Os cintos afivelados mantém o corpo do motorista junto ao banco, permitindo que, em caso de deflagração do airbag, o corpo do motorista fique dentro do raio de ação da bolsa de ar inflável", afirma".

Motor 1.0 VHCE é o mais potente da categoria



O motor 1.0 Flexpower VHCE, que equipa o Chevrolet Celta 2014 é o mais potente da categoria dos compactos. 


Com esta motorização, o modelo desenvolve 78 cavalos de potência e tem 9,7 kgfm de torque, quando abastecido com o etanol. 

Com gasolina, ele desenvolve 77 cavalos de potência e oferece 9,5 kgfm de torque.
O Chevrolet Celta 1.0 VHCE está entre os mais econômicos do mercado. 

Quando abastecido com gasolina, sua autonomia pode chegar a 900 quilômetros, aspecto muito importante para os consumidores que querem um veículo econômico e com mais comodidade para o dia-a-dia.

Custos de manutenção e preço do seguro entre os mais baratos
Outro atributo do Chevrolet Celta é baixo custo de manutenção, graças a um trabalho realizado no modelo já no processo de criação até a sua fabricação. 

"Quando a engenharia da GM iniciou o desenvolvimento do Celta, ela já teve a preocupação em fazer o desmembramento de peças, ou seja, pensar os componentes separadamente para que no momento da manutenção o custo de reparo seja menor para o consumidor", finaliza William Bertagni.

Um exemplo: no caso de um carro que se envolve em uma colisão e precisa fazer o reparo na oficina, quando os componentes são desmembrados e independentes, fica muito mais fácil, rápido e econômico o reparo daquele item.

Outra vantagem proporcionada para os clientes dos modelos Chevrolet, incluindo o Celta, relativa à área de Pós-Vendas da GM é a divulgação (no site da Chevrolet e na Rede de Concessionárias) dos preços das revisões programadas e recomendadas no Manual do Proprietário, desde os 10.000 até 70.000 quilômetros rodados. 


Trata-se de uma demonstração incontestável da transparência da GM, ao garantir baixo custo de manutenção dos produtos e qualidade dos serviços Chevrolet.

A linha 2014 do Chevrolet Celta já se encontra em toda a rede de concessionárias Chevrolet, nas versões LS e LT, em carrocerias de três e cinco portas.

ESTRADAS BRASILEIRAS FICAM MAIS DECORADAS COM A SÉRIE ESPECIAL DO VOLVO FH TIME MACHINE COM QUE A MARCA SUECA COMEMORA 85 ANOS DE PRODUÇÃO. OUTRO DESTAQUE É A COMPLETA TECNOLOGIA EMBARCADA


Uma série especial, exclusiva e limitada do caminhão FH está sendo lançada para comemorar os 85 anos do Grupo Volvo. Batizada de Time Machine (Máquina do Tempo) a série de 85 veículos exclusivos celebra a mais de oito décadas de evolução dos caminhões da Volvo, os mais eficientes e seguros do mercado.


“Esta série especial marca o grande sucesso dos caminhões Volvo, atualmente líder no mercado brasileiro de veículos comerciais pesados”, declara Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina. O Time Machine pode ser vendido com as opções de motorização 460cv e 540cv, as mais procuradas pelos transportadores brasileiros.


Externamente, a série tem adesivos estilizados nas laterais, o emblema Time Machine, o letreiro superior da cabine Globetrotter com a assinatura Time Machine e defletores de sujeira. Internamente, os bancos são de couro e os descansos para braços são bordados, com detalhes em laranja. 


O banco do motorista tem memória para três posições, ajustes elétricos de distância, aquecimento e ventilação e ajuste pneumático e lombar. 


As portas são revestidas em couro e bordadas com as mesmas características dos adesivos externos. O volante é revestido em couro, com bordados em laranja, e a alça de acesso à cabine é revestida em couro laranja.

Ele vem equipado com a consagrada caixa de câmbio eletrônica I-Shift, com a qual o motorista não precisa se preocupar em trocar as marchas e o transportador consegue economizar em até 5% no consumo de combustível. 

Sem pedal de embreagem, a caixa de câmbio da Volvo facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. 

Ele não precisa fazer nenhum esforço para trocar as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.


Segurança
A série especial vem também com equipamentos de segurança, uma área em que a Volvo é líder inconteste: o LKS (Lane Keeping System, ou monitoramento das faixas da rodovia), um dispositivo que alerta o motorista caso o veículo saia da faixa de rodagem em virtude de um descuido ou desatenção; o DAS, ou Detector de Nível de Atenção, acionado automaticamente quando o condutor apresenta um estilo de condução irregular, ziguezagueando o caminhão na pista, que é um comportamento característico de fadiga e sonolência ao dirigir; o LCS (Lane Change Support, ou sensor de ponto cego), um mecanismo com um radar que informa se há um objeto na lateral direita do caminhão, quando o veículo está trocando de faixa.

O Time Machine chega também com o VEB500 (Volvo Engine Brake, ou Freio Motor Volvo), com 500cv de potência, a maior do mercado. Este equipamento proporciona menor custo operacional, melhor dirigibilidade e mais segurança. 

Com potência de frenagem maior e freios mais eficientes, o motorista pode trafegar com mais segurança em velocidades médias maiores, mesmo em trechos com topografia em declives. 

Outra grande vantagem é que, poupando o freio de serviço, o VEB500 possibilita menor desgaste de lonas/pastilhas e tambores, e ainda contribui na economia de pneus e numa menor utilização do compressor de ar. “O VEB garante uma viagem mais tranquila, auxiliando na diminuição do esforço do motorista”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas.
Outro dispositivo de segurança ativa presente é o farol de conversão. Ativado quando o farol está ligado e a uma velocidade de até 40 quilômetros por hora, ele ilumina o lado para o qual o veículo fará a conversão. 

Na cor exclusiva Branco Time Machine, o veículo tem também airbag e freios ABS. Rádio com CD Player, MP3, Bluetooph, controles no volante e entrada USB, rodas de alumínio polida, tanques de alumínio D-Shape e de Arla de 60 litros, ar condicionado com controle de temperatura, geladeira, mesa e cofre são outros itens da série.


O JORNALISTA RENATO PEREIRA ESCREVEU UMA INTERESSANTE MATÉRIA LEMBRANDO A HISTÓRIA DA VOLKSWAGEN QUE COMPLETA 60 ANOS DE BRASIL



Por Renato Pereira*
A indústria automotiva teve seu início no Brasil em 1919, quando a Ford iniciou a montagem do Modelo T por aqui. 

Em 1925 chegou a General Motors, em 1953 foi a vez da Volkswagen, seguida em 1954 pela Willys-Overland, absorvida pela Ford em 1967 e, em 1969, a Dodge lançou seu primeiro carro nacional, o Dart Sedan.

Sete anos depois, em 1976, chegou a Fiat. Em 1981, a Dodge foi inteiramente absorvida pela Volkswagen, e o “clube” se fechou. 

Tínhamos, então, até o inicio da década de 1990, quatro grandes montadoras multinacionais, presentes com não muitos modelos, mas todos bastante diferentes entre si, pegando emprestado, no mais das vezes, alguma coisa ou o todo do conjunto mecânico de outro modelo, mas sem perder suas características, linhas e personalidade.

Esse foi um dos grandes motivos que originou o conhecido “fã de carteirinha” de cada montadora no mundo, e originou também a verdadeira legião de admiradores da marca alemã nos quatro cantos do planeta. 

Seus carros eram robustos, resistentes e duráveis a um custo bastante baixo, com manutenção simples e também de baixo custo.

Em 1953 a Volkswagen, através do grupo Brasmotor, instalado no bairro do Ipiranga, em São Paulo, passou a montar a Kombi (Kombinationsfahrzeug, Veículo Combinado) em sistema CKD (Complete Knock-Down – conjuntos de partes de automóveis criados pela fábrica matriz para exportação e montagem dos veículos nos países receptores, geralmente fábricas menores ou com produção reduzida) e, a partir do dia 2 de setembro de 1957, sua fabricação foi inteiramente nacionalizada, o que faz do modelo o primeiro Volkswagen fabricado no Brasil e o mais longevo, uma vez que, impressionantemente com algumas alterações de carroceria, estendidas as suas poucas versões, e ainda menores alterações mecânicas em 60 anos ininterruptos (entre 1953 a 1966, motores 1.200 a gasolina refrigerados a ar; entre 1967 a 1975, motores 1.500 a gasolina refrigerados a ar; entre 1976 a 1996, motores 1.600 a gasolina, refrigerados a ar, e 1.600 a diesel, refrigerados a agua; entre 1997 e 2005, motores 1.600 a álcool, gasolina e GNV, refrigerados a água e, entre 2006 a 2013, motores 1.400 flex, refrigerados a agua), o modelo sobreviveu até 2013.

Em 1959 foi a vez do Fusca sair das linhas de montagem nacionais (também era importado em sistema CDK desde 1954), sendo, também, o segundo modelo da fabrica no Brasil com maior longevidade, com 37 anos de produção ininterrupta, também com mínimas alterações de carroceria e mecânicas (entre 1954 a 1966, motores 1.200 a gasolina, refrigerados a agua; entre 1967 a 1984, motores 1.300 a gasolina refrigerados a agua; entre 1974 a 1984, motores 1.300 e 1.600 a gasolina, refrigerados a agua; entre 1984 a 1986, motores 1.600 a álcool e gasolina, refrigerados a agua). Em 1993, sete anos após o Fusca ser descontinuado, o então Presidente da República, Itamar Franco, convenceu a Volkswagen a retomar sua produção, uma ideia não muito feliz que fez com que o carro ressuscitasse, igualzinho ao último modelo de 1986, ciclo que se encerrou, definitivamente, em 1996.

Das suas linhas de montagem saíram, desde sua inauguração oficial até hoje, os modelos

Kombi – Passageiros, Furgão e Pick-Up: 1953 CKD, 1957 a 2013 = 60 anos
Fusca – Coupe: 1953 CKD, 1959 a 1986 = 28 anos
Karmann-Ghia – Esportivo: 1962 a 1972 = 10 anos
VW 1600 – Sedan: 1969 a 1971 = 3 anos
Variant – Station Wagon: 1969 a 1977 = 8 anos
Karmann-Ghia TC – Fastback: 1970 a 1975 = 5 anos
VW TL – Fastback: 1970 a 1976 = 6 anos
SP 1 e 2 – Esportivo: 1972 a 1976 = 4 anos
Brasília – Station Wagon: 1973 a 1981 = 8 anos
Passat – Hatch: 1974 a 1989 = 15 anos
Variant II: 1978 a 1981 = 3 anos
Gol – Hatch: 1980 até hoje = 33 anos
Voyage – Sedan: 1981 a 1995 = 14 anos
Parati – Station Wagon: 1982 a 2012 = 30 anos
Saveiro – Pick-Up: 1982 até hoje = 31 anos
Santana – Sedan: 1984 a 2006 = 22 anos
Quantum – Station Wagom: 1985 a 2003 = 18 anos
Apollo – Sedan: 1990 a 1992 = 2 anos
Logus – Sedan: 1993 a 1997 = 4 anos
Fusca – Cupe: 1993 a 1996 = 3 anos
Pointer – Hatch: 1994 a 1996 = 2 anos
Golf – Hatch: 1997 até hoje = 16 anos
Polo – Hatch /Sedan: 2002 até hoje = 11 anos
Fox – Hatch: 2003 até hoje = 10 anos
Crossfox – Hatch: 2005 até hoje = 8 anos
Voyage – Sedan: 2008 até hoje = 5 anos.

Logicamente, essa estatística não considera as versões de cada modelo; no entanto, nota-se que seus modelos mais marcantes, principalmente aqueles cujo foco são as exportações, tem uma vida bastante longa, mesmo que mantendo, da versão inicial, apenas o nome, como é o caso do Gol, por exemplo, assim como a montadora percebe e elimina rapidamente os redundantes fracassos, como Pointer, Logus e Apollo. 

Outro fato marcante, ao se analisar a história produtiva da Volkswagen no Brasil, é que normalmente a montadora alemã não se preocupou em ter uma lista muito diversificada de modelos, optando, a partir de um passado mais recente, por oferecer cada vez mais versões de um mesmo modelo.

Em 1953, as opções oferecidas nas concessionarias da marca eram a Kombi e o Fusca. Em 1963, dez anos depois, oferecia o esportivo Karmann-Ghia, além da Kombi e do Fusca. Já em 1973, as opções oferecidas eram o Variant 1600, o TL 1.600, o SP2 e o Karman Ghia TC, com apenas uma versão, e o Fusca 1.300, com a versão Fusca 1.500 “Fuscão” e a Kombi, nas versões Passageiros, Furgão e Pick-Up, porém, todos com um único nível de acabamento.

Chegou 1983, e a linha de modelos da Volkswagen consistia no Gol, na Kombi e no Fusca, com suas versões, com motorização refrigerada a ar, e a investida da marca com os motores refrigerados a água  com os modelos Passat, Voyage e Parati em suas poucas versões.

No inicio da década de 1990, mais precisamente em 1993, ou seja, 40 anos após o inicio de suas operações no Brasil, a linha de produtos oferecidos pela montadora continha a até então imortal Kombi e suas versões e o ressurreto Fusca – modelos estes que insistiam na contra produtividade e mantinham os motores refrigerados a ar – foi lançado o natimorto Logus, e apresentava os revistos Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Santana e Quantum, 9 modelos que, excetuando-se os anacrônicos Kombi e Fusca, eram, em essência, o aproveitamento de uma mesma plataforma e um mesmo conjunto mecânico, no caso do Gol, Voyage, Parati e Saveiro e outra plataforma para Santana e Quantum. Para complementar suas ofertas, a montadora importava da matriz alemã os Passat VR4/VR6 e os Passat VR4/VR6 Station Wagon.

No ano de 2003, ao completar 50 anos de atividades, a linha oferecida pela Volkswagen continha os modelos: Kombi, Gol, Parati, Saveiro, Santana, Quantum, Golf, Polo e Fox, sendo o ano do ultimo suspiro da defasada Quantum e a estreia do Fox. 

O Gol chegava à sua terceira geração, com novas mudanças estéticas, com oito versões de motorização e acabamento. 

E chegamos ao ano de 2013, 60 anos após a ideia de Heinz Nordhoff, então presidente da Volkswagen na Alemanha, de expandir seus mercados para novos países, ter sido iniciada em nosso país que é hoje, depois da China, o país onde a Volkswagen tem a maior presença mundial fora da Alemanha.

O atual portfólio da montadora oferece, em nosso mercado, 22 modelos, re-distribuídos em uma grande gama de versões, motorizações e níveis de acabamento. 

Conforme mencionado no primeiro capitulo dessa matéria, a filial brasileira da montadora alemã comemorou com diversos eventos o 60° ano de sua implantação no Brasil, em uma fase que mostra claramente a já famosa globalização industrial, que faz com que as industrias busquem alternativas mais baratas nos quatro cantos do planeta, e lançam mão de todo e qualquer artifício para manter o que já tem e atrair novos clientes.

Apresentar uma linha de produtos, no final do primeiro trimestre do ano, como sendo já do ano seguinte faz parte desse arsenal de medidas mercadológicas. 

Medida esta com a qual não concordo, por ferir a inteligência do comprador pensar que, na metade do ano corrente, o carro comprado já estará desatualizado em relação à concorrência. 

Essa história de “ano X, modelo XX” costumava se aplicar em meados de novembro, pela proximidade do próximo ano.

Da forma como o marketing atual vem agindo, entendo que se em março de 2013 o modelo já é 2014, em junho será 2015, em setembro 2016 e, em dezembro, o consumidor estará comprando o modelo 2017, o que o levará a pensar que, na realidade, em março de 2013 está comprando um carro desenvolvido em março de 2009, o que não deixa de ser verdade.

Até o evento de lançamento da linha 2014, os modelos até então produzidos no Brasil eram:

Gol G4 (2005), Novo Gol (2008), Voyage (2008), Saveiro (2009), CrossFox (2009), Fox (2009), Polo (2009) e Golf (2009). Da Argentina vinham o SpaceFox (2010) e a Amarok (2010); 

os modelos Passat e Passat Variant (2010), Passat CC (2008) e Tiguan (2008) são importados da Alemanha, enquanto o Touareg (2011) é produzido na Eslováquia; 

o Jetta e Jetta Variant (2011) são produzidos no México, o New Beetle (2011), agora Fusca aqui, vem dos Estados Unidos, e o Eos (2005) é produzido em Portugal. 

As datas, entre parênteses, apontam a última revisão, estética ou mecânica dos modelos em nosso mercado.

No próximo e ultimo capítulo desta matéria, entrarei diretamente na análise da linha 2014, apresentada ao mercado para celebrar os 60 anos da Volkswagen do Brasil!

* Renato Pereira, renato@autopolis.com.br, é jornalista, designer técnico, projetista, ilustrador, piloto formado pela Escola de Pilotagem Interlagos com especialização em Proteção Empresarial. Há mais de 20 anos no setor automotivo e automobilismo, com passagem pela editora Abril entre outras, atualmente escreve parao site: www.autopolis.com.brwww.sitedomoquenco.com.br e diversas outras redações.
Fonte: 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O RALLY INTERNACIONAL DE ERECHIM. COMPETIÇÃO SERÁ DE 17 A 19 DE MAIO



O Erechim Auto Esporte Clube, entidade que promove e organiza o Rally Internacional de Erechim abriu nesta segunda-feira as inscrições para a maior prova do calendário brasileiro de rali de velocidade. A corrida, em Erechim, norte do RS, vai acontecer entre os dias 17 e 19 de maio, com a programação começando ainda no dia 14.

A prova marcará pela primeira vez a abertura do Campeonato Sul-americano e sediará ainda etapas dos campeonatos Brasileiro e Gaúcho de rali de velocidade. A expectativa dos organizadores é que o número de carros no grid seja superior aos de 2012, quando 72 equipes disputaram a prova.

São esperados mais de 25 carros de outros países da América do Sul. As inscrições serão feitas apenas pelo site oficial do evento, no endereço, www.rallyerechim.com.br. Aliás, o portal, entrou no ar também nesta segunda-feira.



No portal o fã do esporte e espectador poderá encontrar as notícias e com o passar dos próximos dias todas as informações relacionadas a corrida.
Lançamento na quinta
O Rally Internacional de Erechim chega em 2013 a sua 16ª edição tornando-se um dos mais tradicionais do calendário nacional. Além disso, é desde 2006 a melhor prova do calendário sul-americano.

O lançamento oficial do evento acontece na próxima quinta-feira, 18, em Erechim. O evento acontece no Polo de Cultura, Parque da Accie.
Serviço
O que: Rally Internacional de Erechim
Onde: Erechim, RS
Quando: dias 14, 15, 16, 17, 18 e 19 de maio de 2013

Prova válida por: etapas dos campeonatos Sul-americano, Brasileiro e Gaúcho de Rali de Velocidade

Mais informações: www.rallyerechim.com.br.



PEUGEOT DÁ SORTE AO MENGÃO. FLAMENGO VENCE CONTRA O FLUMINENSE E O MEIA RUBRONEGRO, GABRIEL ELEITO O MELHOR EM CAMPO LEVA UM 208 ZERINHO


Em uma das ações de lançamento de seu mais novo modelo, a Peugeot entregou um 208, em sua edição exclusiva Premier, ao meia Gabriel, escolhido o melhor jogador do Flamengo em campo na vitória diante do Fluminense, no clássico disputado no último domingo (14/04).


Além de celebrar a vitória por 3 a 1 no Fla-Flu, o meia Gabriel teve mais um motivo para comemorar. Mesmo jogando gripado, o jogador, escolhido o melhor em campo por um grupo de torcedores atuantes nas redes sociais, levou para casa um Peugeot 208 Premier, edição exclusiva do modelo.

Peugeot 208: um novo ícone brasileiro
A rede de concessionárias Peugeot iniciou no sábado (13/04) a comercialização do 208, o mais recente lançamento da Marca que chega para se tornar uma nova referência entre os veículos compactos. 

Baseado numa proposta inovadora, o 208 reinterpreta o prazer de condução e está disponível em três diferentes versões (Active, Allure e Griffe), e duas opções de motorização (1.5l 8V Flex e 1.6l 16V Flex).

O novo veículo oferece ao consumidor uma série de atributos para se destacar frente aos concorrentes, incluindo teto panorâmico de vidro, central multimídia toutchscreen de sete polegadas colorida e volante de dimensões reduzidas, com base achatada e em posição mais baixa que o painel de instrumentos – permitindo que a leitura das informações seja feita por cima do volante, além de itens como ar-condicionado, vidros e travas elétricas, direção elétrica progressiva, airbag duplo, freios ABS, computador de bordo e lanternas com LEDs, equipamentos de série desde a versão de entrada de gama.

Peugeot e Flamengo
A Peugeot do Brasil firmou parceria com o Clube de Regatas do Flamengo no início de 2013, o ano de seu mais importante lançamento no país – o 208. 

O contrato firmado entre a empresa e o clube tem duração de três anos e prevê a inscrição da marca Peugeot estampada no uniforme do time.

Com essa iniciativa, a Peugeot passou a expor sua marca com grande visibilidade junto a um clube de amplitude nacional e de grande penetração em regiões como o Nordeste, apoiada por uma das maiores torcidas do País.

O ESPÍRITO DA ESCOLA DE SAGRES QUE FORMAVA OS MARINHEIROS PARA OS DESCOBRIMENTOS NO SÉCULO XV INFLUENCIOU A TRIPULAÇÃO PORTUGUESA DO BARCO DRAGO QUE VENCEU A COMPETIÇÃO CASCAIS BMW DRAGON EUROPEAN. PARTICIPARAM 200 VELEJADORES DE 16 PAÍSES


A tripulação composta por José Matoso, Gustavo Lima e Frederico Melo, pilotando o barco Drago, venceu o Cascais BMW Dragon European Championship 2013. 


A tripulação nacional foi 19ª classificada na sétima e última regata, conquistando assim o título europeu. 

O alemão Markus Wieser, vencedor da edição passada, foi segundo classificado, enquanto o dinamarquês Jens Christensen foi terceiro. 

A competição decorreu entre os dias 9 e 13 de Abril, e contou com 68 tripulações com mais de 200 velejadores, de 16 países.

No final da competição, José Matoso afirmou: “Estou muito feliz. Vencer um Campeonato da Europa é um momento único. Foi uma prova difícil, muito equilibrada e foi preciso esperar pela última popa da última regata para se fazerem as contas”.

Top 5 após 7 regatas:

1º Drago - José Matoso/Gustavo Lima/Frederico Melo – Portugal

2º Bunker Queen - Marcus Wieser/Sergey Pugachev/Georgii Leonchuk - Alemanha

3º Out of Bounce - Jens Christensen/Kim Andersen/Anders Bagger – Dinamarca

4º Fever – Klaus Diederichs/Andy Beadsworth/Jamie Lea – Grã-Bretanha

5º Dottore Amore – Ingo Ehrlicher/Werner Fritz/Thomas Auracher - Alemanha

Recorde-se que a aposta da marca BMW na Vela, remonta a 2002, sendo o patrocínio do Cascais BMW Dragon European Championship 2013 um seguimento lógico da sua estratégia desde aí desenvolvida.


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