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domingo, 19 de abril de 2015

PILOTO BRASILEIRO DO RED BULL KART FIGHT APOSTA TODAS AS SUAS FICHAS NA FINAL DA ÁUSTRIA NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA


Representante brasileiro no Red Bull Kart Fight 2015, o paulista José Ricardo de Oliveira está preparado para o maior campeonato mundial de kart amador, que terá a disputa final nos dias 24 e 25 de abril, na Áustria. 

O campeão da versão brasileira, junto com o vice-campeão Giovanni Ballarin, se junta aos representantes de mais 20 países.

A Final Mundial acontecerá no kartódromo do Red Bull Ring, em Spielberg, palco do GP da Áustria de Fórmula 1. 

As disputas serão num traçado inédito e com um kart totalmente diferente de 2014, mais forte e próximo de um kart profissional. O chassi será o francês Sodikart e o motor KZ, com 28 hps.

"Aqui estamos acostumados a guiar com motor de 16 hps e o que mais chega próximo são os novos equipamentos do Kartódromo Granja Viana, os Parolin, com 18 hps. E a pilotagem já muda totalmente porque é um kart que não permite erros", explicou o irmão mais novo do piloto João Paulo de Oliveira, profissional há vários anos no Japão, onde corre na Super Fórmula (antiga F-Nippon) e na Super GT 500.

Na Final Mundial do Red Bull Kart Fight 2015, toda a configuração dos karts será igual e os equipamentos completos serão sorteados. 

Serão duas baterias eliminatórias de 20 minutos e uma final de 30 minutos. 

sábado, 18 de abril de 2015

TECNOLOGIA DE ÔNIBUS SCANIA GARANTE MAIOR SEGURANÇA. MERCADO CHILENO SERÁ O PRIMEIRO A RECEBER OS VEÍCULOS RODOVIÁRIOS EQUIPADOS COM LDW E ACC, OPCIONAIS DE ALTA TECNOLOGIA QUE AUXILIAM O MOTORISTA


O Chile será o primeiro país na América Latina a receber uma frota de ônibus equipada com opcionais do Pacote de Segurança Ativa da Scania. 

O pacote está disponível na plataforma para ônibus rodoviários e reúne um conjunto de funções de alta tecnologia desenvolvido especialmente para aumentar a segurança no trânsito.

São 10 ônibus do modelo K400 IB6x2, com carroceria G7 1800 DD da Marcopolo, e foram adquiridos pelo Grupo ETM, empresa que opera no transporte rodoviário do país há 50 anos. 

Os veículos estão equipados com dois opcionais do Pacote de Segurança Ativa: o Lane Departure Warning (LDW), que avisa o motorista se o ônibus estiver saindo da pista, e o Adaptive Cruise Control (ACC), que auxilia na manutenção da distância em relação ao veículo à frente.

O mercado chileno é um dos mais rigorosos da América Latina na busca por dispositivos de segurança rodoviária, embora a demanda por esses itens também esteja crescendo em outros países da região. 

“As normativas do Chile quanto ao nível de segurança são muito altas, por esse motivo o cliente procurou tecnologias mais avançadas, e a Scania entregou um pacote de soluções adequado à necessidade dele”, explica André Oliveira, responsável pelo portfólio de ônibus da Scania para a América Latina.

Além do LDW e do ACC, o Pacote de Segurança Ativa também conta com uma terceira opção, a função Advanced Emergency Breaking (AEB), um sistema de frenagem de emergência que evita colisão frontal. 

“Essas funções, que já fazem parte do portfólio global da Scania para auxiliar o motorista na condução segura, agora estão disponíveis para o portfólio de ônibus rodoviários na América Latina”, acrescenta André.

Como funcionam – O AEB é um sistema de frenagem de emergência. 

Essa função alerta o motorista do risco de colisão frontal em relação a um veículo em movimento ou parado à frente. 

O sistema faz soar um alarme visual e sonoro para alertar do risco de colisão, e caso o motorista não reaja o banco vibra e a velocidade do ônibus é reduzida automaticamente. 

Se esses alertas não forem o suficiente, os freios são acionados com a diminuição progressiva de velocidade de 10 km/h por segundo. 

O sistema AEB é ativado em velocidades acima dos 15km/h.

O LDW, conhecido também como sensor de advertência de saída de pista, avisa o motorista, por meio de um sistema de vibração no banco, caso o veículo esteja na iminência de atravessar involuntariamente a faixa da pista. 

A função é ativada a partir de 60 km/h.

O ACC, ou controle de cruzeiro adaptável, representa uma comodidade para o motorista e o ajuda a manter-se a uma determinada distância/intervalo de tempo do carro à frente. 

Essa distância pode ser configurada pelo motorista.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

OS CUIDADOS COM A FABRICAÇÃO DE CARROS MAIS SEGUROS E CONFIÁVEIS PARA PASSAGEIROS VEM SENDO UMA PREOCUPAÇÃO DA GM QUE AVANÇA NESSE SETOR.

O responsável pelo time de segurança do Chevrolet Tracker, Sajid Syed (à esq.), o diretor de Engenharia de Carros Compactos, Al Manzor (ao centro), e o gerente de Engenharia de Segurança Auxiliada por Computador, Kenneth Bonello, analisam o crash test virtual do Chevrolet Tracker
São Caetano do Sul - Vídeos de crash test costumam chamar bastante a atenção do consumidor, além de ser um claro sinal de que o fabricante do automóvel está engajado com a questão da segurança.

Por isso, alguns carros são construídos para ter vida curta - saem da linha de montagem especialmente para serem destruídos com bonecos a bordo em um laboratório de segurança veicular.

Esses testes, no entanto, são caros e demorados. E, assim como tantas outras coisas que estamos acostumados a fazer no mundo real, estão acontecendo cada vez mais virtualmente.

Tudo que existe no veículo – do motor aos assentos, das portas aos pneus – deve ser considerado e avaliado. 


Em grande parte graças a criação em 1970 do NHTASA (Agência Nacional de Segurança no Transporte Rodoviário dos EUA), para investigar questões ligadas à segurança automotiva.

O primeiro teste de colisão frontal a cerca de 60 km/h ocorreu em 1979. 

Nos dias de hoje, os fabricantes e os reguladores examinam testes de impacto frontal e lateral além de simulações de capotagem em diferentes velocidades.

Duas décadas atrás, uma empresa como a General Motors precisava colidir mais de uma centena de carros durante o processo de concepção de um novo modelo, pois, a medida que o projeto evoluía, uma outra bateria de crash test precisava ser promovida.

Atualmente, graças à engenharia auxiliada pela informática, os engenheiros precisam colidir apenas uma fração dos carros para desenvolver carros mais seguros. 


Tudo isso ainda de maneira mais rápida e menos dispendiosa.

Resultados precisos
Graças aos supercomputadores, um acidente virtual pode oferecer quase tanta informação quanto um real. 

“A tecnologia está ficando cada vez mais avançada e continua se expandindo. Somos capazes de simular um teste de colisão com mais precisão”, diz Ken Bonello, gerente sênior de Engenharia de Segurança Auxiliada por Computador na GM.

A capacidade de desenvolver projetos rapidamente e ter uma boa ideia de como mudanças podem refletir na segurança em caso de acidente agiliza o processo de concepção do automóvel.

Há cinco anos, os engenheiros podiam incluir cerca de 2 milhões de elementos em uma simulação. 

Hoje, esse número é de quase sete milhões: cada pedaço de metal e plástico no carro é contabilizado, assim como cada osso do corpo humano. 

Há 10 anos, eram necessários três dias para fazer a simulação de um único acidente. 

Agora, um engenheiro da GM pode configurar uma simulação para rodar durante a noite, pronta para análise na manhã seguinte – e um novo acidente na próxima noite.

Carros globais
A velocidade e a flexibilidade oferecidas pelos testes virtuais são especialmente úteis, uma vez que os carros de hoje são muitas vezes desenvolvidos para diferentes mercados, cada um com suas próprias normas.

Dessa forma, os projetistas da GM podem simular vários testes para garantir que um veículo supere cada obstáculo, evitando possíveis atrasos no cronograma de lançamentos.

O fato de os testes estarem ficando mais precisos não significa que os testes reais, com carros reais e os bonecos de teste, estão desaparecendo. 

“Simulações em computador ajudam os engenheiros a projetar novos veículos sem ter que colidir carros reais várias vezes", diz Russ Rader, porta-voz do IIHS (Instituto de Seguros para Segurança Rodoviária), uma organização sem fins lucrativos que faz pesquisas para a indústria de seguros de automóveis. 

“Mas elas não vão substituir os testes de colisão realizados pelo IIHS, que servem para demonstrar aos consumidores as diferenças na forma em que os veículos iriam protegê-los no mundo real”, alertou.

A necessidade de verificação física das simulações continuará por muitos anos, especialmente porque os fabricantes de automóveis usam materiais cada vez mais avançados, incluindo novas ligas de aço e alumínio e fibra de carbono. 

Aprender exatamente como esses materiais se comportam no mundo real até para ajustar os parâmetros das simulações continuará sendo essencial, acredita a GM.

A AUSÊNCIA DE HÁBITO DE USAR O CINTO DE SEGURANÇA QUANDO SENTADOS NO BANCO TRASEIRO DO CARRO NÃO É PRIVILÉGIO DOS BRASILEIROS. A FORD MOSTRA O RESULTADO DE UMA PESQUISA REALIZADA NA EUROPA SOBRE O USO DO CINTO DE SEGURANÇA NO BANCO DE TRÁS DOS VEÍCULOS QUE ESSE É UM PROBLEMA TAMBÉM NO VELHO CONTINENTE. UM CINTO INFLÁVEL JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO FUSION. MAS O USO DO CINTO NO BANCO DE TRÁS É IMPRESCINDíVEL, NÃO ESQUEÇA DISSO, NUNCA.

Ford Fusion tem cintos de segurança infláveis no banco traseiro, elevando os níveis de proteção do passageiro.
A Ford realizou uma pesquisa na Europa e constatou que mais de um terço das pessoas não usam o cinto de segurança quando viajam no banco de trás dos automóveis, apesar das leis vigentes há anos na região. 

Além disso, cerca de um quarto dos motoristas não insistem para que os passageiros de trás usem o cinto. 

O estudo ouviu mais de 7.000 adultos nos principais países do continente.



Esse resultado contrasta com o uso do cinto de segurança no banco da frente, que se tornou um hábito para a maioria dos motoristas, tanto por força da fiscalização como pelo aumento da consciência sobre os seus benefícios.

O Conselho Europeu de Segurança nos Transportes estima que, só em 2012, o cinto de segurança ajudou a evitar 8.600 mortes no trânsito na região. 


A entidade também informa que das 1.900 pessoas que morreram nas estradas da Europa em 2013, cerca de 60% não usavam o cinto de segurança.

Segundo a pesquisa da Ford, as pessoas com mais de 40 anos são as mais propensas a não usar o cinto no banco traseiro (46%). Na faixa abaixo de 24 anos, apenas 21% disseram não ter esse hábito. 

Motoristas acima de 40 anos também são os menos propensos a insistir que os passageiros de trás usem o cinto.

"Aprender a dirigir não é algo que termina quando você passa no exame de habilitação", diz Jim Graham, gerente do Programa de Educação no Trânsito da Ford. 




"Usar o cinto de segurança pode ser a diferença entre a vida e a morte, independentemente da idade que você tem ou se está sentado no banco da frente ou de trás", alertou.

Os órgãos policiais da Europa estão reforçando a fiscalização desse item. 


As autoridades destacam que não usar o cinto de segurança no banco de trás aumenta também o risco de ferimentos ou morte de quem está na frente, por causa do impacto entre os passageiros. 

As pessoas na Alemanha são as mais propensas a usar o cinto no banco de trás (97%) e as que menos usam estão na Grécia (23%) e Itália (10%).

A Ford criou o primeiro cinto de segurança traseiro inflável do mundo – já disponível no Fusion no Brasil –, que segue o mesmo conceito dos airbags para aumentar a área de proteção do tórax. 


Para mais de 90% das pessoas, o ​cinto ​traseiro inflável é similar ou mais confortável que um cinto convencional, por ser mais acolchoado e macio.

"Nunca é demais lembrar a importância do uso do cinto de segurança", aconselhou Graham. 


"Tecnologias que podem salvar vidas, como o cinto de segurança traseiro inflável, só são eficazes quando usadas", considerou.



VEZ DA CHINA: JAC MOTORS LANÇA O T6, O MODELO EM QUE A CHINESA APOSTA PARA ENTRAR NO SEGMENTO DOS CROSSOVERS. É UM CARRO COMPLETO, COM PREÇO COMPETITIVO E SEIS ANOS DE GARANTIA E REALIZA TODAS AS FUNÇÕES DO CELULAR NA SUA TELA DE 7" DO PAINEL, POR R$ 75.670, ENQUANTO O BÁSICO CUSTA R$ 10 MENOS DE R$ 70 MIL. OUTRA CHINESA, A CHERY ACREDITA NO MERCADO BRASILEIRO E UMA TERCEIRA, A GEELY CONVERSA COM O GRUPO GANDINI: MAIS UMA FÁBRICA



Coluna nº 1615 17 de Abril de 2015
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T6, misto quente da JAC

Mercados se regulam por modas, momentos, concorrentes e preços. 


Dentro destas variáveis fabricantes, montadoras ou importadoras conformam, equipam os veículos e definem seus valores a público.

Poucas vezes ocorreu uma junção destes fatores como no T6 ora lançado pela chinesa JAC.

O mercado cresce no segmento de veículos com cara atlética, os sav, de utilitário esportivo, os suvs, ou dos crossovers, misto destas categorias com os sedãs. 

Estão aí as maiores novidades do mercado, o Honda HR-V, o Jeep Renegade, o Peugeot 3008. 

Agora, entretanto, com a chegada do chinês, ganharão referência para a hora da escolha.

Outra definição permeando diariamente para os veículos é a informatização e, hábito necessário, o uso de programas, como o Waze, para fugir do trânsito, através de caminhos sugeridos através da tela do celular – e aí outro problema: 

Segurar com uma mão e conduzir com a outra? 

Deixá-lo sobre o painel? 

No colo? 

No console? 

No banco do passageiro – com ou sem este? 

Colocar suporte colado ao para-brisas? 

Dentre as novidades, o T6 resolve o problema de maneira limpa e segura: pela tecnologia Mirror Link, o efeito espelho para a tela do celular, conexão a projeta nas 7” da tela do T6.

Como se trata de veículo oriental, onde a tecnologia Android esmaga a dos Apple, todas as funções do celular são realizadas pela tela do veículo. 

Os Apple e seu sistema iOS, apenas a aumenta: os comandos permanecem no smart phone.

É o grande adjutório para estes dias de transformação dos veículos em celulares com quatro rodas.



No visual e no porte se assemelha aos coreanos Hyundai ix35, Kia Sportage, entretanto, bem completo, tem preço de Ford EcoSport e Renault Duster, mantendo a característica responsável pela mudança conceitual no mercado nacional, o oferecer muito mais conteúdo pelo mesmo preço. 

Grosso modo seria um ix35 a preço de versão intermediária do EcoSport – e muito superior a este em conteúdo e formulação mecânica.

E?
4,4m de comprimento, 2,64m entre eixos – mesma de ix35 e Sportage -, na prática oferece ótimo espaço para cinco passageiros e bagagem. 

Motorização 2,0 litro, 16 válvulas, com variador de abertura, 155 cv com gasálcool e 160 cv com álcool a 6.000 rpm, 200 Nm de torque a 4.000 rpm. 

Câmbio manual preciso nas cinco velocidades – sem opção automática, 1.550 kg, suspensão independente e freios a disco nas 4 rodas, direção elétrica. 

Suspensão é macia, seguindo o mercado chinês.

Exige prestar atenção para tê-lo sempre acima de 2.500 rpm e concentrado em andar confortavelmente. Abaixo deste regime, cai a disposição. 

Interior evoluído em encaixes e materiais agradáveis ao toque relativamente aos modelos anteriores. 

Os chineses evoluem.

O conjunto parece ideal a automóvel e o uso ao SAV demandaria ou mais torque em baixas rotações ou a primeira marcha mais reduzida.

Vai de 0 a 100 km/h em 12s e a 182 km/h. Consumo com álcool no teste de estrada, três ocupantes e bagagem, 6,7 km/litro.

Por conteúdo, preço e a diferença com o Mirror Link deve ser considerado.



Quantos R$?


Básico
69.990
Pack 1
71.990 (detalhes cromados)
Pack 2
75.670 (kit multi media, Mirror Link e câmera de ré)


JAC T6: tamanho de ix35, preço de EcoSport

Agrale Marruá, o Hummer daqui
Novo modelo, evolução do antigo – carros militares não passam pelas cobranças de mudanças de linhas -, iniciou ser produzido pela gaúcha Agrale. 

Alterações pontuais: novo painel de instrumentos, tampa traseira removível, agregação de extensores aos para-lamas para dar noção de maior largura, imponência e presença. 

Em segurança implementou os freios com o obrigatório ABS e auxiliar EBD.

O Marruá é evolução do antigo jipe Engesa, criado nos anos ’80 e inviabilizado com a falência da empresa. 

Na virada do século, a Agrale, fábrica de motores estacionários, tratores, ônibus e caminhões, assumiu o projeto para completar o leque de produtos e mudou o foco, saindo do público civil e evitando a discussão de, pelo fato de não possuir caixa redutora, não se enquadrar nas exigências legais para o uso de motor a diesel. 

Tinha, apenas, a primeira marcha muito reduzida.

Mirou então nas Forças Armadas, comprador à prova de questionamentos sobre a inadequação. 

Conseguiu ajustá-lo às exigências militares, e aprovado, passou a fornecê-lo para substituir a frota antiga, de Jeep Willys, Engesa, JPX, Land Rover e Toyota Bandeirantes. 

O aval do Exército e da Marinha foi fundamental para abrir novo caminho, o das de exportações, liderado pela Argentina, seguido por Paraguai, Equador e Paraguai.

A motorização é Cummins, 2,8 litros, 150 cv de potência e 36 mkgf de torque, motor para trabalho duro, perfil diferente dos utilizados atualmente em picapes, com mais apreço pela velocidade. 

Enquanto estes assinalam velocidade final na faixa dos 170/180 km/h, o Marruá fica nos 130 km horários.

Marruá, revisto. (Foto Cintia Rodrigues)


Chery começa com dificuldades
Sem trocadilho com o produto, a chinesa Chery foi célere para fazer fábrica e lançar o Celer, compacto com motor 1.5 em carrocerias hatch e sedã. 

Espécie de segunda edição do modelo anteriormente comercializado no Brasil, ganhou alterações para marcar o ciclo final: mudou frente e grupo ótico, alterou painel de instrumentos e console. 

Tentando mostrar-se pareado a produtos de porte, preço e conteúdo superiores, aplicou lâmpadas LED às lanternas traseiras.

O processo de ganho evoluiu na parte decorativa e no interior, com painéis melhor ajustados com material de toque menos abrasivo. 

Tenta escapar ao rótulo depreciativo de carro chinês, novato nesta saga, com muito a aprender.

Diz, iniciou processo de nacionalização com montagem do motor recebido em peças, maneira de reduzir o custo em dólares, inflando custos e preços.

Unidade de força é projeto Acteco, quatro cilindros, 16 válvulas, fronto transversal, deslocando 1,5 litro e produzindo informados 113 cv cv a 6.000 rpm e 152 Nm de torque a 4.000 giros – com gasálcool, respectivos 109 cv e 140 Nm. 

Transmissão mecânica com cinco velocidades.

Duas versões: entrada por R$ 38.990 hatch. Sedã R$ 1.000 a mais, e os Act a R$ 2 mil adicionais. 

Não informou sobre cinto de três pontos aos cinco passageiros ou fixadores Isofix para cadeiras de crianças. Garantia de três anos.

Tropeços
A fábrica da Chery encontra duas dificuldades. 

Uma, política, a escolha do local, cidade de Jacareí, a 70 km de S. Paulo, na Via Dutra. 

Sindicato dos Metalúrgicos da região é bom em greves e movimentos, atividade que, se por um lado obtém conquistas aos filiados, por outros força diminuir a atividade industrial, forçando demissões. 

A General Motors, ex-grande empregadora na vizinha São José dos Campos, mingua a produção e pela conta do mau relacionamento, para evitar pane em suas linhas de produção, transferiu fábrica de motores e transmissões para Santa Catarina. 

Também, de desinteresse ao país, cancelou o Projeto Phoenix, de novo produto de entrada, levando-o para a Argentina.

Outro óbice é temporal, o dimensionamento da fábrica, projetada para 150 mil unidades anuais, de impossível absorção pelo mercado comprador neste e nos próximos anos. 

Previsão de vendas, em 2015, é de 10 mil veículos. 

A ociosidade provoca, como a Coluna expôs a seus leitores, estudos e analises quanto à possibilidade de fazer montagem de veículos para a igualmente chinesa Lifan, para reduzir ociosidade.

Chery Celer, chinês no Vale do Paraíba

Roda-a-Roda

Mais – Após absorver a Chrysler, a agora FCA busca outro parceiro. 

Visa marca asiática, focando Honda, Hyundai, Mazda e Suzuki. 

Esta, e seus 3 milhões de vendas anuais, e presença na Índia, é a mais cotada.

Contra mão? - Crise é oportunidade, parece pensar a Volkswagen. 

No Brasil, mercado abduziu as camionetas – stations, breaks, peruas -, trocando-as pelos savs e suvs. 

Para este nicho e pela igualdade de peças com o Golf, aqui em produção no segundo semestre, importará a versão Variant. Junho.

Golf Variant


Sucessão – Abalo na natural ascensão de Martin Winterkorn, CEO da VW mundial a presidente do Conselho Diretor.

Ferdinand Piech, detentor do cargo, acionista e herdeiro da família Porsche, declarou não gostaria de vê-lo como sucessor. 

Contrato de Winterkorn finda em 2016, e o de Piech em 2017.

Movimento – Projeto ascendente de assumir liderança mundial; dificuldades com o mercado norte-americano; de aumentar a lucratividade percentual; e risco de queda em seu valor devem provocar acordo de convívio, e posto pode cair no colo do presidente da Porsche, também acionista e primo de Piech.

Opção – Com projeto aprovado, mas detido por não liberação de empréstimo pelo Desenbahia, banco de desenvolvimento estadual, JAC analisa deixar a Bahia por outro estado. CE, PE, GO, MG, RJ, SP e os sulinos na listagem.

Questão – PT/RS conseguiu perder a fábrica Ford para a Bahia de Antônio Carlos Magalhães, ágil para viabilizar negócio e legislação. Agora PT/BA arrisca-se a formar tradição.

Dúvida – Próxima semana, reunião na China entre a Geely e a representação brasileira comandada pelo Grupo Gandini. 

Chineses querem fazer fábrica local.

Começo – Jeep colocou emblema nos seus primeiros 1.000 veículos vendidos na primeira semana pós o emblemático 4 de abril, o 4/4. 

Diz ser a Opening Edition. Começou com grife.

Tropeço – Veículo para marcar sua retomada de mercado, o bem composto e equipado Peugeot 3008 tropeça em bobagem: não tem os engates Isofix para cadeirinhas de crianças, mandatório ao nível de seus consumidores.

Custo – Em breve os terá. Hyundai, por economia, fez o mesmo com o HB20. Porém quando testes de impacto pelo LatiNCAP, instituto aferidor de danos em passageiros, reprovou o veículo pelas consequências às crianças, aplicou o equipamento e suportou desgaste institucional e custos para novo teste.

Profissional – Mania mundial do FoodTruck chegou à Peugeot. 

Empregou sua base histórica de produtor de equipamentos de cozinha, e criou o Bistrô do Leão. 

Veículo e reboque se desdobram e permitem atender a até 30 clientes. 

Tem, ainda, o suporte da plataforma Peugeot Music com rádio web e playlists.

Protótipo francês, inspirará criatividade nacional.

Caminho – Parte física da nova fábrica Honda em Itirapina, SP, ficou pronta. 

Agora, inicia-se a fixação dos equipamentos industriais. 

Marca intenta dobrar capacidade de produção a 240 mil unidades, mesclando Civic, Fit, City e HR-V.

Momento
– Visto o movimento do mercado no primeiro trimestre em relação ao de 2014, vendas de veículos novos retraiu em torno de 20%, porém a dos usados reagiu, ascendendo em 2,6%. 

Vender usado está mais fácil que novo.

Cinema – A incrível vida de Enzo Ferrari, fundador da famosa marca, virará filme. 

Associado, ator Robert De Niro, fará o papel do Drake – apelido refere-se ao determinado Francis Drake, corsário da Rainha da Inglaterra. 

Focará o principal trecho de sua vida, de 1945 aos anos ’80. 

Clint Eastwood pode dirigir.

Mudança – Em motos, nacional Dafra e italiana MV Agusta revisaram negócios. 

A MV se assume como marca, com sede e distribuição própria a partir de S Paulo e comprará à Dafra serviços de montagem. 

Sem sinais, se a Mercedes, dona de 25% da MV, abrirá sua rede concessionária à distribuição.

Produto – MAN Latin America, fez novo caminhão, mais potente de sua linha, o TGX 29.480 6x4, cabine em teto baixo – 1,66m de altura, e 480 cv de potência. 

Teto alto, h=1,94m, é opção. 

Investiu para o produto alemão suportar as exigências da desorganização dos países em desenvolvimento.

Recorde – Equipe Mercedes marcou tempo recorde para troca de pneus no carro de Lewis Hamilton, no GP de Xangai: inacreditáveis 1,83 segundo.

Gente – Cláudio Carsughi, 82, engenheiro e jornalista, surpreso. 

OOOO Após quase 60 anos na radio Jovem Pan foi demitido. 

OOOO Exemplo de retidão e competência pessoal e profissional, saída empobrece o veículo e surpreende o mercado. OOOO

Corridas mantém a estrela brilhando


Mercedes-Benz Challenge aplica os modelos da marca às corridas, em duas categorias, a C 250 Cup e a CLA AMG Cup. 

No quinto ano da atividade, disputam 8 etapas durante o ano nos circuitos de pista e rua no Brasil.

Parece uma violência colocar tais ícones do consumo, aos arranhões e amassados decorrentes do rendimento quase igual dos 30 concorrentes, mas é ação de vendas e tem base histórica.

Promover as corridas, fornecendo os automóveis e a estrutura organizacional integra o grande projeto da marca em conquistar clientes mais novos para os modelos de entrada, as classes A e C. 

A Mercedes fornece os sedãs C 250 e os cupê CLA. 

Os primeiros passam por reacertos de freios, direção e suspensão, além de estilo inspirado na aerodinâmica do superesportivo AG 63. 

O motor está limitado a produzir 220 cv. 

Já os CLA, ditos Racing Series, estão em nível superior de desenvolvimento, utilizando o mesmo motor, gerando 360 cv, a mesma caixa de marchas automática com sete velocidades, e tração nas quatro rodas para aproveitar integralmente tal disposição.

A marca Mercedes começou com corridas. Nome batizou pequena e revolucionária série de automóvel encomendada pelo distribuidor da Daimler na França.

C 250 no Mercedes-Benz Challenge

____________________________________edita@rnasser.com.br 

FORD INICIA A VENDA DO NEW FIESTA SPORT COM ITENS EXCLUSIVOS DE EMBELEZAMENTO QUE O DIFERENCIAM DA VERSÃO NORMAL E CUSTA QUASE, QUASE R$ 59 MIL E TEM UM ASPETO MAIS ESPORTIVO. RODAS DE 16", CONTROLES DE ESTABILIDADE, TRAÇÃO E PARTIDA EM RAMPA SÃO ITENS DE SÉRIE DO CARRO. VALE FAZER UM TEST-DRIVE.


A Ford iniciou a venda do New Fiesta Sport, versão equipada com uma série de itens exclusivos desenvolvidos para valorizar o visual esportivo do hatch. 


Apresentado no último Salão do Automóvel, o modelo já está disponível nos distribuidores da marca com três opções de cores: as sólidas vermelho Arizona e branco Ártico e a perolizada preto Bristol.


Como itens personalizados, o New Fiesta Sport traz para-choque dianteiro com spoiler integrado, grade dianteira e retrovisores em preto alto brilho, faróis com máscara negra, saias laterais, para-choque traseiro com aplique especial e aerofólio traseiro. 


Vem também com rodas de liga leve de 16 polegadas com pintura exclusiva e o emblema Sport na traseira e na soleira das portas, pelo preço de R$ 58.990.

“A versão Sport amplia a linha New Fiesta e destaca o seu estilo arrojado com acessórios desenvolvidos especialmente pela área de Design. Ele é feito para os consumidores que apreciam um carro de visual original e exclusivo, combinado com a qualidade dinâmica e o desempenho já conhecidos do nosso hatch global”, diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford.



O modelo é equipado com o motor 1.6 Sigma TiVCT Flex, de 128/125 cv, com sistema de partida a frio Ford Easy Start que dispensa o tanquinho de gasolina, e transmissão manual de cinco velocidades. 


Tem ainda controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac) e assistente de partida em rampa que aumentam o controle do motorista em diferentes condições de rodagem. 


Ar-condicionado digital, vidros elétricos dianteiros e traseiros com fechamento global e faróis de neblina são outros itens de série, assim como o Ford SYNC, o sistema de conectividade mais moderno da indústria, com comandos de voz. 

Entre outros recursos, ele vem com AppLink para acesso a aplicativos do smartphone e Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática para o SAMU em caso de acidente com acionamento dos airbags ou corte de combustível.


PEUGEOT 2008 É A NOVIDADE ENTRE OS CROSSOVERS E O MAIS VELOZ ENTRE OS CONCORRENTES: FAZ DE 0 A 100 KM/H EM 8,1 SEGUNDOS, GRAÇAS AO CONJUNTO MOTOR TURBO FLEX THP DED 173 CV E SIGNIFICATIVOS 24,5 KGFM E AO CÂMBIO MANUAL DE SEIS VELOCIDADES E CUSTA DE R$ 67.900 A R$ 75.590. EM 2016, O BRASIL GANHARÁ MAIS UM CARRO FLUMINENSE, O RANGE ROVER EVOQUE PRODUZIDO EM ITATIAIA. NA CONTRAMÃO DESSES INVESTIMENTOS, A ANFAVEA ANUNCIA QUEDA DE 10% A 13,2% NA ATIVIDADE AUTOMOTIVA, ESTE ANO.


Alta Roda 

Nº 832 — 17/4/15

Fernando Calmon



PEUGEOT 2008 PEDE PASSAGEM

A verdadeira invasão de SUVs compactos e crossovers no mercado – três modelos novos em menos de um mês – certamente terá impacto em outros segmentos. 

Na realidade, acrescentando outros dois nacionais (Ford EcoSport e Renault Duster) e importados como Chevrolet Tracker e Suzuki S-Cross, além dos chineses, haverá mudanças até certo ponto radicais.

Stations e monovolumes pequenos serão ainda mais atingidos, mas os próprios hatches e sedãs, tantos os compactos como os médios-compactos, perderão participação. 

O mercado está ávido por modelos com maior altura livre do solo e inspirados no modo “aventureiro”. 

Um fenômeno mundial, sem explicações racionais, em tempos de economia de combustível e preocupações com gás carbônico (CO2). Veículos mais pesados e altos vão na contramão do viés de “salvar o planeta”.

O 2008 é um típico crossover sem possibilidade de tração 4x4 e nem mesmo versão de entrada. 

Peugeot assumiu que o público prefere modelos completos e abandonou pacotes de opcionais. 

É o produto mais em conta (à exceção do Duster) ao partir de R$ 67.900 (Allure) e chegar a R$ 79.590 (Griffe). 

Como referência, um Jeep Renegade Trailhawk a diesel 4x4 automático, com tudo que tem direito, pode passar de R$ 140.000, se aparecer comprador disposto.

Em estudo meticuloso a marca francesa fez comparações com os concorrentes, inclusive precificando itens que estes dispõem e o 2008, não. 

Na planilha apresentada no lançamento sempre apareceu com menor preço em versões equivalentes, mas faltaram alguns itens como superfícies de plástico suave entre aqueles visíveis e suspensões independentes nas quatro rodas, entre os poucos visíveis. 

Também não se justifica eliminar encaixes Isofix (originais) para bancos infantis por uma diferença de R$ 100. 

Em manobras há avisos sonoros, mas é melhor câmera de ré.

Entre características bastante apreciáveis estão menor diâmetro do volante, o que permite leitura do quadro de instrumentos por cima dele e o teto panorâmico de vidro (Griffe somente). 

Tela multimídia colorida de 7", inclui aplicativo para telefones inteligentes com funções extras. 

Porta-malas de 355 litros é maior em relação a EcoSport e Renegade, mas perde para os do Honda HR-V e Duster.

A engenharia fez um belo trabalho nas suspensões para conciliar estabilidade e um vão livre de 20 cm. 

Equipado com o primeiro motor turboflex – THP de 173 cv e 24,5 kgfm – em modelos pequenos (antes do up! que chega dentro de um mês), o 2008 Griffe faz jus ao título dessa Coluna. 

Por ser relativamente leve, pede passagem até a carros maiores: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,1 s com câmbio manual de seis marchas. 

Há quatro modos de assistência à tração nesta versão mais cara, suficientes para uso leve fora-de-estrada.

A Peugeot garante que não há espaço físico para um câmbio automático de seis marchas no seu modelo de topo. 

Mas fontes asseguram que o de quatro marchas será totalmente substituído pelo de seis, já em 2016, em todos os compactos tanto da Peugeot quanto da Citroën, inclusive no motor aspirado de 1,6 L/122 cv. 

O câmbio automático atual foi recalibrado, tem modo econômico, mas deixa a desejar embora vá representar 70% das vendas, segundo prevê o fabricante.

RODA VIVA

LAND ROVER guarda uma surpresa para o início de 2016, quando inaugura fábrica de Itatiaia (RJ). 

Conforme a Coluna adiantou, o primeiro modelo a entrar em produção é o Range Rover Evoque, atualmente o mais vendido da marca no Brasil e no mundo. 

Alguns meses depois chegará a vez do Discovery Sport. 

Venda começa agora, importado da Inglaterra.

ANFAVEA assumiu que, pelas condições atuais da economia, os números de produção (com impacto direto sobre empregos), vendas e exportações em 2015 serão (bem) piores do que previa. 

Agora, admite queda de 10% e 13,2%, respectivamente, para os dois primeiros indicadores. 

Restou apenas um dado positivo: mais 1,1% nas exportações.

ESTOQUES totais (fábricas e concessionárias) caíram de 50 dias em fevereiro para 46 em março, ainda em torno de 50% acima do ideal. 

Sindipeças prevê declínio de 11,5% no faturamento nominal de seus cerca de 500 associados. 

Durante a feira Automec, só setores de peças de reposição e manutenção confiavam na grande frota circulante para sopro de otimismo.

EXISTE equilíbrio de vendas entre versões do Cruze: 52%, sedã e 48%, hatch (Sport6). Em termos de câmbio, automáticos estão em 80% dos hatches e nada menos que 95% dos sedãs. 

Aperfeiçoamentos no automático aparecem claramente no uso cotidiano, em cidade ou estrada. 

Ambos muito agradáveis de guiar, mas suportes laterais dos assentos dos bancos dianteiros são duros.

INMETRO anunciará nos próximos dias a extensão do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) a veículos leves a diesel. 

Picapes e SUVs de todos os portes terão índices de consumo de combustível para compradores conhecerem os mais econômicos. 

A GM deve, finalmente, readerir ao PBE, embora não 100% de seus modelos, o que só acontecerá em 2018.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

FORD CAMINHÕES REÚNE SUA REDE EXCLUSIVA DE ATENDIMENTO E DESTACA DISTRIBUIDORES DO ANO

Entrega do prêmio Chairman’s Award: Antonio Baltar e Guy Rodriguez (Ford), 
Estevão Klein (Forpasso), Luciano Menezes (Someval), Andersom Toso (Konrad) e Silvio Fedele (Ford)


A Ford Caminhões reuniu os 140 distribuidores da sua rede no Brasil para o alinhamento de metas e estratégias de negócios. 

O evento, realizado em São Paulo, incluiu também a premiação dos distribuidores que mais se destacaram na qualidade do atendimento aos clientes durante 2014, com a entrega do Chairman’s Award e do Prêmio PESO. 

A marca foi a que mais cresceu em participação no primeiro trimestre de 2015, quando respondeu por 19,2% das vendas.

Criado em 2003, o Prêmio PESO – Programa de Excelência e Suporte Operacional tem contribuído para aumentar a eficiência e o nível de satisfação dos clientes com os serviços da Rede Ford Caminhões. 

Ele classifica os distribuidores em quatro categorias – Diamante, Ouro, Prata e Bronze – com base nos quesitos de qualidade das instalações, serviços, peças, vendas e satisfação dos clientes. 

A cada edição, o nível de exigência da pontuação é elevado.

No total, 43 distribuidores foram reconhecidos em 2014, seis deles na categoria Diamante: Someval, de Tubarão, SC; Konrad Caxias, de Caxias, RS; Forpasso, de Passo Fundo, RS; Avecam, de Umuarama, PR; Konrad Cascavel, de Cascavel, PR; e Konrad Paraná, de Maringá, PR.

Entre estes, os três primeiros colocados – Someval, Konrad Caxias e Forpasso – receberam ainda o Chairman’s Award, prêmio máximo da Ford para os distribuidores que atingem as melhores notas no atendimento. 

A opinião dos clientes é o principal critério da classificação, expressa por meio da Pesquisa CVP – Ponto de Vista do Consumidor. 

As questões incluem qualidade e rapidez de atendimento, padrão dos serviços e flexibilidade de negociação na compra do veículo.

Serviço Total Caminhões
A Ford Caminhões na área de peças e serviços. Um exemplo é o Serviço Total Caminhõesvem continuamente aperfeiçoando seus processos para atender melhor os clientes (STC), que permite ao cliente agendar o horário mais conveniente para ser atendido na oficina. 

“Trinta por cento dos distribuidores já implantaram o sistema e o objetivo é ter 100% da Rede Ford Caminhões integrada até o final do ano”, revelou Sílvio Fedele, gerente de Rede de Distribuição e Pós-Venda da Ford Caminhões.

Outra área em que a Ford Caminhões tem investido é na de contrato de manutenção, por meio do programa Ford Service, que conta com três tipos de planos: manutenção preventiva (Class); manutenção preventiva mais peças de desgaste natural (Plus); e manutenção preventiva mais manutenção corretiva (Prime). 

O cliente paga um valor mensal com base na quilometragem percorrida e quando o veículo precisa de manutenção basta levá-lo a qualquer distribuidor Ford Caminhões no Brasil.

“O Ford Service foi lançado no ano passado e vem evoluindo mês a mês, combinando tranquilidade e preços competitivos, e está sendo muito bem aceito pelos clientes”, destaca Sílvio Fedele.





Reconhecimento especial do prêmio PESO: Antonio Baltar (Ford), 

Américo Alves (A. Alves), Jorge Simão Neto (Simão), Andersom Toso e 
Francielly Heloiza Konrad (Konrad), José Cláudio Ferreira de Melo (Divepe), Silvio Fedele e Guy Rodriguez (Ford)

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