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terça-feira, 24 de abril de 2012

PROPRIETÁRIOS DO MERCEDES CLASSE E, AGORA, TÊM AO DISPOR O KIT ESPORTIVO AMG QUE LHE DÁ CARACTERÍSTICAS DE CARRO DE COMPETIÇÃO


A Mercedes-Benz já tem à venda o kit esportivo AMG para o novo Classe E, constituída por uma dianteira exclusiva com entradas de ar de maiores dimensões, saias laterais, pára-choques traseiro, saídas de escape específicas (consoante a cilindrada do modelo) e rodas AMG de 18 polegadas com pneus 245/40 R18 nas rodas dianteiras e 265/35 R18 nas traseiras. O kit prevê ainda o rebaixamento da suspensão em 15 mm.




Para o interior do Classe E, o kit oferece bancos esportivos e volante AMG com comandos de câmbio Direct Select, tapetes com o logótipo AMG e os pedais em aço polido, elementos que diferenciarão o Classe E dos demais.  







TEMPORADA DO COPA FIAT (NOVO NOME DO TROFEO LINEA) 2012 COMEÇA EM JUNHO, POR LONDRINA,COM 20 CARROS MAIS POTENTES


Depois de passar por um processo de atualização tecnológica dos carros que durou oito meses, a Fiat anunciou para os dias 2 e 3 do próximo mês de junho, no circuito de Londrina (PR), a abertura da temporada 2012 do Trofeo Liena, que passa a chamar-se Copa Fiat e acontecerá em seis rodadas duplas. O bicampeão Cacá Bueno (na foto, vencendo em Londrina em 2011) já confirmou sua participação pilotando um dos 20 carros da competição.

“A atualização tecnológica dos veículos deve representar um aumento considerável de velocidade em relação aos anos anteriores. Estimamos um ganho mínimo entre dois e três segundos nos tempos de volta”, adiantou Ricardo Dilser, assessor técnico da Fiat.

Nova potência dos motores, suspensões mais adequadas, melhorias no plano aerodinâmico, troca do assoalho e mais facilidade na regulagem dos motores e demais componentes no grid e durante a corrida foram as grandes mudanças introduzidas nos carros que compõem o Racing Festival da categoria de Turismo.


Ricardo Dilser destacou o aumento da potência do motor Fire T-Jet 1.4l 16v, cujo propulsor, nos dois primeiros anos, atingia 210cv de potência máxima e que este ano poderá alcançar 230cv ou 260cv. A decisão sobre a escolha de uma dessas potências será divulgada após os treinos que antecederão à abertura do campeonato. 


Segundo ele, os 20 carros que estrearão em Londrina receberam um kit aerodinâmico constituído por saias laterais, pára-lamas, asas dianteira e traseira, além de assoalho de madeira e extrator de ar posterior e foram submetidos a outras mudanças profundas alinhadas ao motor mais forte e aos pneus de competição - agora com aro 18 e não mais com o 16. 

A suspensão dianteira original do Linea foi reprojetada especialmente para as pistas, com barra anti-rolagem ligada diretamente à manga de eixo. A traseira também foi alterada e permitirá regulagem muito mais rápida da cambagem e da convergência das rodas. Com isso, as equipes poderão mexer no acerto inclusive nos minutos finais dos treinos classificatórios, aumentando as possibilidades de reviravolta nos resultados e na ordem do grid até a última volta.


"Nosso desafio era fazer do carro da Copa Fiat um puro-sangue de corrida sem perder características do veículo de rua. Por isso, mantivemos partes originais como carroceria e monobloco. Conseguimos alcançar o objetivo de produzir um carro com maior potência e estabilidade do que o modelo anterior", explicou Dilser. 

De acordo com o assessor técnico, é a primeira vez no automobilismo brasileiro que a concepção de um carro conta com a participação de todos os agentes envolvidos - pilotos, equipes, promotores e parceiros técnicos. "Nada foi imposto. Todos foram ouvidos, consultados e apresentaram sugestões. Depois que o protótipo ficou pronto, ele foi testado e aprovado. Nunca um carro nasceu dentro de um clima tão democrático", garantiu.


Campeão leva um Linea
O vencedor da Copa Fiat levará como prêmio um Fiat Linea. Na pista estarão, além do bicampeão Cacá Bueno, seu irmão Popó Bueno, Christian Fittipaldi, Giuliano Losacco e Leonardo Nienkötter e expoentes da nova geração de pilotos brasileiros, como Allam Khodair, Marcos Gomes e Clemente Faria Júnior e a revelação da própria categoria, como Cesinha Bonilha (na foto acima), que estreou com vitória em Londrina em 2010.

A Copa Fiat terá sempre duas corridas aos domingos e prevê a exibição ao vivo no canal SporTv, compactos dentro do programa Esporte Espetacular da TV Globo e transmissão on line pela BRMTV e pela Internet.


segunda-feira, 23 de abril de 2012

JAC J3 CHEGA AO BRASIL NO SEGUNDO SEMESTRE DE CARA NOVA, MAIOR E MAIS CONFORTÁVEL, COM MOTORES FLEX QUE NÃO PRECISAM DE INJEÇÃO DE GASOLINA, ELIMINANDO O PEQUENO DEPÓSITO DE GASOLINA



 O sedan JAC J3 Turin 2012/2013 vai aparecer de cara nova e com alterações que alteram para melhor o conforto e o espaço dos passageiros. No site da JAC Motors, o J3 Turin é apresentado como um sedã compacto em que "não falta nada. Ele vem completo, ainda vem com mais seis anos de garantia e um dos maiores porta-malas da categoria". 


Esses argumentos têm sido a grande arma para que os brasileiros acreditem que os carros JAC são confiáveis e oferecem um bom custo x benefício pelos itens de série agregados e o preço a que são vendidos.


Ao trazer do outro lado do planeta, da China, para o Brasil a marca JAC, o empresário Sérgio Habib teve duas grandes preocupações: oferecer ao mercado brasileiro um carro que não manchasse o seu nome e sua reputação calcada em realizações de peso e de sucesso, como a implantação da fábrica da Pegeout/Citroen, no Brasil, e esvair qualquer ideia de que os JAC poderiam ser um produto ching ling. Habib conseguiu resolver as duas. O carro vem fazendo sucesso no mercado e a JAC está construindo sua fábrica, em Camaçari, na Bahia, com investimento de R$ 900 milhões.


O J3 passa por sua sua primeira mudança e pelos vistos para melhor. A partir de uma alteração na sua plataforma, o modelo 2012 vem com mais 3,5 cm de comprimento, passando a medir 4,190 m, e uma maior distância entre os eixos, mais 10 cm - de 2,41 m, para 2,51 m -, o que significa melhor espaço e mais conforto para os ocupantes.


A JAC Motors do Brasil anunciou para o começo de 2013, adoção do sistema de partida a frio Delphi que dispensa a injeção de gasolina, ao permitir que o motor seja acionado em baixas temperaturas mesmo com o carro abastecido apenas com álcool. 

O sistema Delphi elimina o inconveniente pequeno depósito de gasolina, existente nos carros flex. Como o novo J3 está previsto para chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano, é provável que os primeiros modelos não tragam ainda o sistema Delphi.

A JAC vem desenvolvendo dois novos motores flex para o J3 2012 Flex e um outro 1.5 Flex que será usado no Novo J5 cujo lançamento está previsto para março de 2013.


Não desejo fazer a apologia do J3 Turin, mas, tenho de ressaltar a conclusão publicada pela revista Quatro Rodas sobre o teste de Longa Duração que percorreu 60 mil km com o carro e desmontou-o totalmente: "O JAC J3 Turin aguenta nosso asfalto, nunca ficou parado por falta de peças, os poucos componentes que falharam foram substituídos em garantia, sem discussões, e, à exceção de pequenos e raros deslizes, a rede foi impecável. O resultado não poderia ser outro: J3 e JAC aprovados com louvor. Se você ainda tinha preconceitos com relação à qualidade do carro e da rede, fim do mistério: o JAC J3 vale seu investimento".

O J3 Turin tem uma nova face-lift mais acentuada na frente que é toda nova e ainda apresenta um interior mais sóbrio e de melhor acabamento. O volante conta com comandos do sistema de som, o painel de instrumentos não tem mais a  incomodativa cor azul e o ar condicionado agora é digital.





NUM ARTIGO CONCISO, REALISTA E PREOCUPANTE, O COLUNISTA FERNANDO CALMON CHAMA A ATENÇÃO PARA O TAMANHO DA ENCRENCA QUE SE AVIZINHA CAUSADA PELA NECESSIDADE DE REDUZIR AS EMISSÕES DE C02 E O CUSTO DESSA DECISÃO POLÍTICO-AMBIENTAL. NA PONTA DA FACA O CONSUMIDOR. LEIA E ENTENDA O...




TAMANHO DA ENCRENCA 


Por Fernando Calmon 


Os governos dos Estados Unidos e da União Europeia apresentam diferentes estratégias para diminuir o consumo de combustíveis fósseis e, por consequência, a emissão de CO2. Esse é o principal gás de efeito estufa e suas possíveis consequências sobre mudanças climáticas ainda se discutem em termos de prazos e abrangência.

Na Europa, existem metas de emissões com cobrança de imposto sobre os carros que estiverem acima da média de 130 g/km de CO2 e bônus para os que se situarem abaixo. Nos EUA, se definiu a obrigatoriedade de consumo médio de 23 km/l de gasolina, igualmente para a média dos automóveis vendidos por cada fabricante, até 2025. 

O governo americano deseja, ao mesmo tempo, reduzir sua dependência do petróleo e diminuir CO2 emitido nos escapamentos. Sempre se deve reforçar: não existem filtros ou catalisadores para esse gás, mesmo porque é atóxico. Para controlá-lo, só com veículos mais econômicos.

Sem dúvida, melhorar em mais de 50% os padrões atuais de consumo dos carros vendidos nos EUA trata-se de algo bastante ambicioso. Tanto que o governo até admite reavaliar esse alvo em 2018. Os fabricantes nem puderam espernear. Veio a ordem: cumpra-se.

Onde entra o consumidor nessa história? Justamente isso ecoou durante a convenção anual da NADA (equivalente à Fenabrave), em fevereiro passado, em Las Vegas (Nevada). O presidente da entidade que reúne 18.000 concessionárias de automóveis e comerciais leves, William Underriner, foi incisivo: “Quase 80% dos nossos clientes pesquisados não estão dispostos a pagar mais por um veículo que gaste menos combustível.”

Ele citou o estudo da própria EPA (sigla, em inglês, para Agência de Proteção Ambiental) que estimou em US$ 3.000 (R$ 5.500) o acréscimo provável no preço sugerido para os automóveis, em média. Na realidade, o acréscimo deve chegar a US$ 5.000 (R$ 9.000) porque as modificações não se restringirão apenas a motores e câmbios. 

Torna-se vital o uso de materiais leves e caros, além de redução das dimensões externas e internas dos veículos. Seria preciso quase uma revolução cultural para que os compradores abrissem mão do conforto e ainda tivessem que pagar mais.

Underriner ressaltou que, historicamente, as concessionárias sempre apoiaram a fabricação de veículos que consomem menos combustível. “Agora, se a política do governo vai encolher nossa base de clientes, não devemos ficar preocupados? A NADA questiona porque não desejamos ter de volta os salões de venda vazios. Quantas pessoas serão forçadas a comprar algo que não querem?”

Embora essa reação pareça emocional, o risco existe. O pior dos cenários, levantado por Underriner, seria os clientes decidirem manter seus veículos atuais. “Se ocorrer, iria na contramão do objetivo de incrementar a economia de combustível.”

Mudar a mentalidade das pessoas pode ser tão difícil como os desafios técnicos à frente. Há muita pesquisa em desenvolvimento e, provavelmente, se poderia atender a meta exigida pelo governo. O problema é saber a que preço. 

Nos EUA, aumento de imposto, como ocorre na Europa, é palavrão. Alternativas, porém, escasseiam. Os combustíveis vão aumentar porque o preço do petróleo continuará a subir. E o dos carros, também. Dá para imaginar o tamanho da encrenca.

Os motoristas europeus estariam mais resignados porque lá o combustível é caríssimo em razão dos impostos. Parte do acréscimo, na hora de preencher o cheque na loja, se compensaria ao diminuir o custo do quilômetro rodado.

No Brasil, estamos a meio caminho, em termos de combustíveis, em relação aos dois lados do Atlântico Norte. O governo, para tourear a inflação, congelou o preço da gasolina por cinco anos, a ponto de dar prejuízo à Petrobras no momento em que precisa de muito dinheiro para investir, e inviabilizou o etanol. Certamente, alguma encrenca surgirá à frente.

ECOSPORT 2013 DE CARA NOVA É LANÇADO SIMULTANEAMENTE NA CHINA E NA BAHIA. A VENDA DO MODERNO E INOVADO SUV DA FORD COMEÇARÁ NO BRASIL NO SEGUNDO SEMESTRE DESTE ANO




Nascido das mãos dos designers, engenheiros e demais operários da fábrica de Camaçari, na Bahia, o Novo EcoSport, 2013, da Ford, foi apresentado, hoje, exatamente no dia em que o navegador português Pedro Álvares Cabral desembarcou, há 512 anos, em solo baiano, descobrindo o Brasil. O novo modelo SUV da Ford, ainda sem preço definido, foi apresentado, simultaneamente, em Pequim, na China.



Em Salvador, a Ford apresentou ao público a versão Titanium 2.0 Flex do novo SUV, em meio a uma festa legitimamente baiana com a apresentação de Carlinhos Brown e dos Grupos Mameto e Timbalada, a versão Titanium 2.0 Flex, no Show Novo EcoSport, no Farol da Barra em que estiveram presentes o governador da Bahia, Jacques Wagner


O Novo EcoSport sai de fábrica com freios ABS (sistema de freios antiblocantes que impede o bloqueio das rodas durante uma freada forte e gera uma vibração no pedal, o que é normal) e seu complemento EBD (distribuição eletrônica da força dos freios nas rodas dianteiras e traseiras) e ainda o Hill Holder, um sistema ainda pouco conhecido que prende o travão no caso do veiculo estar parado numa subida impedindo  que este descaia e é desativado quando se pressiona o pedal de embraiagem, momento em que o sistema deixa de atuar e os freios deixam de fazer pressão.



O SUV disporá ainda direção elétrica, ESP (controle eletrônico de estabilidade que reduz o perigo das derrapagens e melhora a estabilidade direcional), do sistema de assistência de partida em rampa, e sensores de chuva e de estacionamento, direção elétrica, sistema inteligente de entrada e partida sem chave, acendimento automático dos faróis, sistema de conectividade com comando de voz, controle eletrônico de estabilidade.


Além desses itens, entre outros, o Novo EcoSport contará também com seis airbags, teto solar elétrico, SYNC (que  telefones celulares e aparelhos de MP3 permaneçam conectados ao carro), Bluetooth, detalhes cromados, rodas de liga leve aro 16, sensores de chuva, crepuscular, estacionamento, e de pressão dos pneus. A cor de lançamento é a “Mars Red”. 

Já está certa a existência do Novo EcoSport com o 1.6 Sigma Flex em algumas versões. Na Índia e China, onde o modelo será vendido, entre mais de 100 países, o carro terá terá motor 1.0 EcoBoost, de até 120 cv, em versões mais simples. O Novo EcoSport será em breve um carro global com estimativa de venda de dois milhões de unidades até 2015. 


Na China, o Novo EcoSport, que foi apresentado junto com os modelos 2012 Kuga, Edge e Explorer, será produzido, Índia, na fábrica de Chennai. Já a produção no Brasil atenderá ao mercado doméstico e à América Latina

O Novo Ford Ecosport 2013 Titanium 2.0 Flex será a versão top de linha do utilitário, que foi desenvolvido no Brasil para atender ao mundo. Nesta versão, o motor disponível será o Duratec 2.0 Flex, de até 148 cv. 





domingo, 22 de abril de 2012

O FORD FUSION 2013 SERÁ PRODUZIDO COM MAIS PRODUTOS SUSTENTÁVEIS DO QUE OS MODELOS ANTERIORES E TRAZ UM COMPONENTE NO MÍNIMO INUSITADO: O EQUIVALENTE A DUAS CALÇAS JEANS COMO MATERIAL ISOLANTE


No novo modelo Fusion, a Ford utilizará o equivalente a duas calças jeans transformadas em material isolante como resultado do desenvolvimento da pesquisa de materiais, visando a substituição produtos derivados do petróleo usados na forração e em outros componentes dos carros que fabrica.


A novidade foi revelada pelo assessor de Imprensa da Ford Brasil, Célio Galvão. Ele ressaltou, porém, que os carros produzidos pela Ford no Brasil já utilizam de cinco a sete quilos de PET reciclado nas forrações e que o painel dos novos caminhões Cargo já é feito com fibra natural de sisal.


Célio Galvão lembrou que o uso do sisal pela Ford remonta a 1941, quando o produto foi empregado pela primeira vez na fabricação da carroceria do protótipo Soybean Car (carro de soja) feita de composto de plástico, junto com fibra de soja, cânhamo e palha de trigo. 


O "Carro de Soja", frisou Célio Galvão, era 450 kg mais leve e 10 vezes mais resistentes que o produzido em aço estampado e Henry Ford comprovou isso à marretada: pegou uma marreta e desferiu diversos golpes na tampa do porta-malas que resistiu às violentas pancadas.


De acordo com o assessor de Imprensa, a Ford está ampliando as pesquisas visando o uso de materiais sustentáveis alternativos como celulose, cana-de-açúcar, dente-de-leão, milho, fibra de coco e até dinheiro reciclado, com o objetivo de elevar a quantidade de materiais sustentáveis na substituição de peças derivadas do petróleo.
 


sábado, 21 de abril de 2012

NISSAN DELTAWING INICIA FASE EUROPEIA DE TESTES RUMO A LE MANS, EM JUNHO


Um revolucionário protótipo de carro de corrida Nissan DeltaWing iniciou o programa de testes no circuito de Snetterton, em Norfolk, Inglaterra – a primeira fase das avaliações dinâmicas foi feita em Sebring, nos Estados Unidos. Em seus primeiros dias na Europa, o bólido experimental andou sob chuva pela primeira vez, o que permitiu avaliar os pneus da Michelin e o motor turbo 1.6 DIG-T desenvolvido pela marca japonesa.


A dois meses das 24 Horas de Le Mans, prova que será disputada nos dias 16 e 17 junho, a equipe reuniu valiosas informações sobre o desempenho do protótipo em condições de pistas típicas da Europa. “Esse carro correrá no interior da França e já experimentamos as condições climáticas que, possivelmente, ele encontrará no dia da prova. Todo o time ainda está em uma curva de aprendizado e os testes aqui serão de muita valia para nós”, disse Darren Cox, gerente-geral da Nissan Europa. Com o circuito um pouco mais seco, nos testes da tarde, a equipe pode ajustar a suspensão e realizar melhorias nos freios e na transmissão.


O Nissan DeltaWing que fará sua estreia nas 24 Horas de Le Mans deste ano tem metade do peso, do motor e do arrasto aerodinâmico de um bólido tradicional que disputará a tradicional prova francesa, especialmente por conta dos pneus dianteiros de apenas quatro polegadas de largura.


O envolvimento da Nissan foi anunciado em março, como fornecedora do motor e responsável pelo suporte técnico. Idealizada por Ben Bowlby, a parceria DeltaWing traz alguns nomes de peso do esporte a motor dos EUA, incluindo o parceiro de gestão e fundador da America Le Mans Series, Don Panoz; a organização All-American Racers, do ex-piloto de Fórmula 1 Dan Gurney; a equipe Higfcroft Racing, duas vezes campeã da Duncan Dayton.


BMW FAZ BONITO NO PRIMEIRO DIA DE TREINOS NA CATEDRAL DO MOTOCICLISMO, EM ASSEN, NA HOLANDA


No primeiro dia de treinos e qualificação para a terceira etapa do Mundial de Superbike que acontece este fim de semana na pista de Assen, na Holanda, conhecida como a "Catedral" do motociclismo, a equipe BMW Motorrad Italia Goldbet composta por Michel Fabrizio (foto acima)  e Ayrton Badovini (foto a baixo) ficou na quarta e sétima posições, respectivamente, ao final do Livre Prática 1, enquanto de tarde terminou em sexto e sétimo.



Ambos os pilotos tiveram muito tempo de pista nos 45 minutos de treinos livres, apesar das temperaturas frias do asfalto, graças a condições climáticas bastante boas. Michel, em um total de 16 voltas obteve o melhor tempo de 1'37 0,891, enquanto Ayrton completou 17 voltas e definiu a melhor volta de 1'38 0,192.



A chegada da chuva cinco minutos após o início da sessão de qualificação limitou o tempo de pista disponível, e os pilotos só conseguiram completar três voltas. Michel, graças à sua melhor volta de 1'39 0,062 terminou a sessão em sexto lugar, enquanto Ayrton terminou sétimo ao estabelecer o seu melhor tempo de 1'39 0,125.





Na Superstock FIM Cup 1000 Sylvain Barreira, moto 20 (foto acima), e Lorenzo Lorenzo, moto 14 (foto abaixo), ficaram em primeiro e na terceira posições, após a bandeirada de qualificação 1. O piloto francês tinha liderado a tabela de tempos durante a prática livre da manhã, seguido na classificação pelo seu companheiro de equipe.





RICARDO ZONTA QUE JÁ CORREU NA FÓRMULA 1 É UM DOS PILOTOS QUE DEFENDEM A TOYOTA NA COPA PETROBRAS DE MARCAS QUE ACONTECE NESTE FIM DE SEMANA, EM INTERLAGOS. A TOYOTA PARTICIPA PELA PRIMEIRA VEZ COM UM COROLLA XRS ADAPTADO PARA A COMPETIÇÃO



Na Copa Petrobras de Marcas, cuja primeira etapa acontecerá, neste domingo, 22 de abril, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, haverá, pela primeira vez, dois Toyotas Corola entre os carros concorrentes, pilotados por Ricardo Zonta e Thiago Marques e Diego Nunes e Denis Navarro.

A Toyota estreia na Copa Petrobras de Marcas 2012, competição exclusiva para sedãs, com o Corolla. A marca terá duas equipes e quatro pilotos, que utilizarão Corolla XRS que tem como base o recém-lançado modelo.




Entre os quatro pilotos da Toyota, o mais famoso é paranaense Ricardo Zonta que já correu pela Toyota na Fórmula1, embora todos acumulem vasta experiência no automobilismo nacional e internacional, como Thiago Marques. A outra equipe, a Bassani Motorsports terá como pilotos Diego Nunes e Denis Navarro.

De abril a dezembro, deste ano, a Copa Petrobras de Marcas terá oito etapas, que acontecerão em duas baterias cada, em cinco cidades. Além de São Paulo, a competição irá ao Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.

A programação da primeira etapa começou hoje, sexta-feira, com treinos livres das equipes. Hoje, sábado, dia 21, os pilotos definem o grid de largada no treino de classificação. Domingo, dia 22, a corrida será disputada com baterias às 11 horas e às 13h25.




Corolla XRS
Lançado pela Toyota, em março, o Corolla XRS 2013 chegou ao mercado brasileiro com o objetivo de atender à demanda dos consumidores mais jovens. O modelo, que inspira o visual e cede o monocoque aos bólidos da Copa Petrobras de Marcas, agrega itens estéticos que remetem à esportividade tanto no exterior quando em seu habitáculo.



A Toyota e o esporte
O automobilismo e o futebol, esportes preferidos dos brasileiros, têm oToyota que patrocína a Copa Santander Libertadores e a Copa do Mundo de Clubes da FIFA.




quinta-feira, 19 de abril de 2012

JORNALISTAS ESPECIALIZADOS DO SETOR AUTOMOTIVO DE TODO O MUNDO VÃO REUNIR-SE EM STTURTGART, NA ALEMANHA, PARA ANUNCIAR O MELHOR MOTOR INTERNACIONAL DE 2012. O BRASIL ESTARÁ REPRESENTADO POR TARCÍSIO DIAS DA AUTO MECÂNICA

             
A indústria automotiva tem trabalhado cada vez mais no desenvolvimento de modelos que combinem desempenho, eficiência energética, design, conforto e segurança, onde vários são os fatores a serem considerados na concepção de um automóvel. Imagine que a escolha de qual é o melhor automóvel não é uma tarefa simples e fácil em decorrência da influência de tantas variáveis, mas como seria escolher o melhor motor do ano?

É para essa resposta que um seleto grupo da Imprensa especializada em automóveis de mais de 35 países se reúne, no próximo mês de junho, em Stturtgart, na Alemanha, para anunciar o Motor Internacional do Ano 2012 – O Engine of the Year 2012, considerado uma das mais importantes premiações do setor. Uma escolha onde os motores concorrentes são analisados quanto à sua eficiência energética, ruído, desempenho, tecnologias, performance, entre outras características.

Em 12 categorias é possível conhecer o motor verde do ano, o motor de melhor desempenho, o melhor novo motor, e quais os motores que se destacaram conforme sua capacidade volumétrica: abaixo de 1.0 litro, entre 1.0 e 1.4 litro, de 1.4 a 1.8 litro, de 1.8 a 2.0 litros, de 2 a 2.5 litros, de 2.5 a 3 litros, de 3.0 a 4.0 litros e acima de 4.0 litros. 



A principal premiação consiste no anúncio do melhor motor, sendo assim nomeado o Motor Internacional do Ano, o Engine of the Year. Na edição 2012 do prêmio, a Revista Mecânica Online®, com Tarcisio Dias, representa o Brasil no selecionado grupo de 76 jurados internacionais. 


Com amplo conhecimento em mecânica e tecnologia automotiva, no qual possui formação profissional e técnica, além de engenharia mecatrônica, Tarcisio Dias é responsável pelo conteúdo do portal, dos treinamentos online e também da coleção multimídia AutoMecânica, que apresenta de forma dinâmica e interativa o funcionamento do automóvel e suas tecnologias em quatro mídias CD-ROM. 


Entendendo melhor como acontece a classificação dos motores concorrentes:
Motor Verde do AnoPara se qualificar para a inclusão nesta categoria um motor deve ser instalado num veículo de passageiros que está à venda em mais de um país até 13 de junho de 2012, e foram concebidos com a economia de combustível como uma prioridade e empregar tecnologias inteligentes para reduzir as emissões. 


Motor de Melhor Performance - Para se qualificar para a inclusão nesta categoria um motor deve ser instalado num veículo de passageiros que está à venda em mais de um país até 13 de junho de 2012, e foram concebidos especificamente para um carro de desempenho. 


Melhor Novo Motor de 2012 - Para se qualificar para a inclusão nesta categoria um motor deve ter sido lançado após 18 de Maio de 2011 e ser instalado em um automóvel de passageiros que está à venda em mais de um país até 13 de junho de 2012. 


Motor Internacional do Ano 2012 - Os vencedores das oito classes de cilindrada do motor e do motor Verde do Ano são finalistas para o Motor Internacional do Ano 2012.


2011 Vencedores: Melhor Novo Motor de 2011 - Fiat 875cc Duplo Air Motor de Melhor Desempenho - Ferrari 4,5 litros V8 Sub 1-litro - Fiat TwinAir 875cc 1-litro, 1,4-litro - Volkswagen EA 111 1.4 litro TSI Twincharger 1,4-litro a 1,8 litros - BMW-PSA Príncipe motor (184hp) 1,8-litro a 2 litros - BMW N47D20 Diesel Sequencial Twin Turbo 2-litros a 2,5 litros - Audi 2,5 TFSI 5-cilindro 2,5-litros a 3 litros - BMW N55B30 3,0-litros Twin-Scroll Turbo 3-litros a 4-litros - BMW S65B40 4,0 litros V8 Acima de 4 litros - Ferrari 4,5 litros V8. Motor Internacional do Ano 2011 - Fiat TwinAir 875cc.


2010 VENCEDORES: Melhor Novo Motor: Fiat 1,4-litro MultiAir Turbo Motor Verde do Ano: Toyota 1,8-litro híbrido Motor de Melhor Performance: Mercedes-AMG 6,2-litros Sub 1-litro: Toyota 1-litro de 1 litro a 1,4 litros: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger 1,4-litro e 1,8-litro: BMW-PSA 1.6-litro Turbo de 1,8 litros a 2 litros: BMW 2-litros twin-turbo diesel de 2 litros para 2,5 litros: Audi 2,5-litro cinco cilindros turbo de 2,5 litros a 3 litros: BMW 3-litros DI Twin-Turbo 3-litros a 4 litros: BMW V8 de 4 litros Acima de 4 litros: Mercedes-AMG 6,2-litros Motor Internacional do Ano 2010: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger 
2009 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: Porsche 3,8-litro apartamento seis DI (911) Motor Verde do Ano: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger Motor de Melhor Performance: Mercedes-AMG 6,2-litros Sub 1-litro: Toyota 1-litro de três cilindros 1-litro, com 1,4 litros: Volkswagen 1,4-litro Twincharger ETI 1,4-litro de 1,8-litro: BMW-PSA 1,6-litro Turbo 1,8-litros a 2-litros: Audi 2-litros Turbo FSI 2-litros a 2,5 litros: Mercedes-Benz Diesel 2,1 litros de 2,5 litros a 3-litros: BMW 3-DI litros Twin Turbo 3-litros a 4-litros: BMW 4-litros V8 (M3) Acima de 4-litros:Mercedes-AMG 6,2-litro Motor Internacional do Ano 2009: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger.


2008 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: BMW 2-litros Twin Turbo Diesel (123d) Motor verde do ano: Toyota 1,5-litro Hybrid Synergy Drive (Prius) Motor de Melhor Performance: Porsche 3,6-litros Turbo (911 Turbo, 911 GT2) Sub 1 litros:Toyota 1-litro de 1 litro a 1,4 litros: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger 1,4-litro e 1,8-litro: BMW-PSA 1.6-litro Turbo de 1,8 litros a 2 litros: Volkswagen / Audi de 2 litros Turbo FSI 2-litros a 2,5 litros: Subaru 2,5-litro Turbo (Forester, Impreza, Legacy, Outback) de 2,5 litros a 3 litros: BMW 3-litros Twin Turbo (135, 335, X6)de 3 litros a 4 litros: BMW 4-litros V8 (M3) Acima de 4 litros: BMW 5-litros V10 (M5, M6) Motor Internacional do Ano 2008: BMW 3-litros Twin Turbo (135, 335, X6) 


2007 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: BMW 3-litros Twin Turbo (335i) melhor economia de combustível: Toyota 1,5-litro Hybrid Synergy Drive Motor de Melhor Desempenho: BMW 5-litros V10 Sub 1-litro: Toyota 1-litro de 1 litro a 1,4- litros: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger 1,4-litro e 1,8-litro: BMW-PSA 1.6-litro Turbo (MINI Cooper S, Peugeot 207) 1,8-litro a 2 litros: Volkswagen / Audi 2-litros FSI Turbo de 2 litros para 2,5 litros: BMW de 2,5 litros (325, 525, Z4, X3) de 2,5 litros a 3-litros: BMW 3-litros Twin Turbo (335i) de 3 litros para 4-litros: Porsche de 3,6 litros Turbo (911 Turbo) Acima de 4 litros: BMW 5-litros V10 (M5, M6) Motor Internacional do Ano 2007: BMW 3-litros Twin Turbo (335i) 


2006 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger melhor economia de combustível: Toyota 1,5-litro Hybrid Synergy Drive Motor de Melhor Desempenho: BMW 5-litros V10 Sub 1-litro: 1-litro Honda IMA 1-litro, 1,4-litro: Volkswagen 1,4-litro TSI Twincharger 1,4-litro a 1,8 litros: Toyota 1,5- Synergy Drive litros híbrido 1,8-litros a 2-litros: Volkswagen 2-litros FSI Turbo 2-litros a 2,5 litros: Subaru 2,5 litros Turbo de 2,5 litros a 3-litros: BMW 3-litros Diesel Twin Turbo 3-litros para 4-litros: BMW M de 3,2 litros Acima de 4 litros: BMW 5-litros V10 Motor Internacional do Ano 2006: BMW 5-litros V10 


2005 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: BMW 5-litros V10 (M5, M6) melhor economia de combustível: Toyota 1,5-litro Hybrid Synergy Drive (Prius) Motor de Melhor Desempenho: BMW 5-litros V10 (M5, M6) Sub 1-litro: Honda 1-litro IMA (Insight) de 1 litro a 1,4 litros: Fiat-GM de 1,3 litros Diesel de 1,4 litros para 1,8 litros: Toyota 1,5-litro Hybrid Synergy Drive (Prius) 1.8-litro a 2 litros: Volkswagen 2 litros FSI Turbo (Golf GTi, Audi A3, A4) de 2 litros para 2,5 litros: Honda de 2.2 litros Diesel (Accord, CR-V, FR-V) de 2,5 litros a 3 litros: BMW 3-litros -Turbo Diesel (535d) de 3 litros a 4 litros: BMW de 3.2 litros (M3) Acima de 4 litros: BMW 5-litros V10 (M5, M6) Motor Internacional do Ano 2005: BMW 5-litros V10 (M5, M6). 


2004 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: Toyota Hybrid Synergy Drive melhor economia de combustível: Toyota Hybrid Synergy Drive Motor de Melhor Performance: Mercedes-AMG 65 (S65, CL65) Sub 1-litro: 1-litro Honda IMA (Insight) de 1 litro a 1,4- litros: Honda de 1.3 litros IMA (Civic) de 1,4 litros para 1,8 litros: Toyota Hybrid Synergy Drive 1,8-litro a 2 litros: Honda 2-litros (S2000) 2-litros a 2,5 litros: BMW de 2.5 litros ( 325i, X3, 525i Z4) de 2,5 litros a 3-litros: Mazda RENESIS giratório (RX-8) de 3 litros para 4-litros: BMW 3,2 litros (M3) Acima de 4-litros: Volkswagen 5-litros V10 TDI ( Touareg, Phaeton) Motor Internacional do Ano 2004: Toyota Hybrid Synergy Drive 


2003 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: Mazda RENESIS Rotary (RX-8) melhor economia de combustível: Honda de 1.3 litros IMA (Civic) Motor de Melhor Performance: Mercedes-AMG 55 (CL55, E55, S55, SL55) Sub 1-litro: Honda 1 litros IMA (Insight) de 1 litro a 1,4 litros: Honda de 1.3 litros IMA (Civic) de 1,4 litros para 1,8 litros: MINI Supercharged de 1,6 litros (Cooper S) 1,8-litro a 2 litros: Honda 2 - litro (S2000) de 2 litros para 2,5 litros: BMW de 2,5 litros (325i, 525i, Z4) de 2,5 litros a 3-litros: Mazda RENESIS giratório (RX-8) de 3 litros para 4-litro: 3,2-BMW litro (M3) Acima de 4 litros: Volkswagen 5-litros V10 TDi (Touareg, Phaeton) Motor Internacional do Ano 2003: Mazda RENESIS Rotary (RX-8) 


2002 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: BMW de 4.4 litros Valvetronic melhor economia de combustível: 1-litro Honda IMA Melhor Conceito: GM AUTOnomy Sub 1-litro: 1-litro Honda IMA 1-litro, 1,4-litro: Honda de 1.3 litros IMA 1,4- litro de 1,8-litro: Toyota 1,8-litro VVTL-i 190 1,8-litros a 2-litros: Honda 2-litros (S2000) de 2 litros para 2,5 litros: PSA Peugeot-Citroën 2,2-litro HDi de 2,5 litros a 3 litros: BMW 3-litros 3-litros a 4 litros: BMW de 3,2 litros Acima de 4 litros: BMW de 4.4 litros Valvetronic Motor Internacional do Ano 2002: BMW de 4.4 litros Valvetronic 


2001 VENCEDORES - Melhor Novo Motor: BMW 3.2 litros melhor economia de combustível: 1-litro Honda IMA Melhor Conceito: Saab SVC Sub 1-litro: 1-litro Honda IMA 1-litro, 1,4-litro: Grupo Volkswagen 1,4-litro TDI de 1,4 litros para 1,8 litros: BMW 1.8 Valvetronic litro 1,8-litros a 2-litros: Honda 2-litros (S2000) de 2 litros para 2,5 litros: PSA Peugeot-Citroën 2,2-litro HDi de 2,5 litros a 3-litros: BMW 3-litros 3-litros a 4 litros: BMW de 3,2 litros Acima de 4 litros: Ferrari 5,5 litros Motor Internacional do Ano 2001: BMW de 3.2 litros 


2000 VENCEDORES - Melhores ecológico: Toyota Prius híbrido melhor economia de combustível: Honda híbridos 1-litro introspecção. O melhor conceito: DaimlerChrysler Necar 4 Sub 1-litro: Honda híbrido 1-litro Percepção 1-litro, com 1,4 litros: Toyota 1,3 litros VVTi 1,4-litro de 1,8-litro: Honda 1,8 litros (Accord) 1,8-litros a 2-litros: Honda 2-litros (S2000) de 2 litros para 2,5 litros: Alfa Romeo 2,5 litros V6 2,5-litros a 3-litros: BMW 3-litros TDi 3-litros a 4-litros: BMW 4-litros V8 TDi Acima de 4 litros: Ferrari de 5,5 litros V12 Motor Internacional do Ano 2000: Honda Híbrido 1-litro do Insight 


1999 VENCEDORES - Melhores Eco-friendly: Toyota Prius híbrido melhor economia de combustível: Volkswagen 1,2-litro TDI Concept Melhor: DaimlerChrysler Necar 4 Sub 1-litro: Toyota 1-litro 1-litro, com 1,4 litros: Volkswagen 1,2 litros TDi de 1,4 litros a 1,8 litros: Toyota Prius híbrido 1,8-litros a 2-litros: Volkswagen 1,9-litro 110PS TDi 2-litros a 2,5 litros: Audi 2,5-litros V6 TDi de 2,5 litros a 3 litros: BMW 3-litros TDi de 3 litros a 4 litros: BMW V8 de 4 litros TDi Acima de 4 litros: BMW 5,34 litros V12 Motor Internacional do Ano 1999: Toyota Yaris 1-litro

COMO SERÁ REALMENTE O COMPORTAMENTO DAS MONTADORAS NOS PRÓXIMOS ANOS DIANTE DE UM MERCADO MAIS EXIGENTE QUE CADA VEZ MAIS SE APROXIMA DO QUE ACONTECE EM PAÍSES SOCIALMENTE MAIS DESENVOLVIDOS? FERNANDO CALMON AVALIA ESSA SITUAÇÃO NA SUA COLUNA ALTA RODA QUE PUBLICAMOS SEMANALMENTE



Alta Roda - nº 677

17 de Abril de 2012 

Fernando Calmon 
         
O FUTURO EM JOGO

Vários aspectos do novo regime de produção para a indústria automobilística, que começa em 2013 e vai até 2017, ainda estão em profundas análises por quem já produz ou pretende produzir aqui. O que esperar do futuro? Para o consumidor importa saber se comprará carros mais baratos, atualizados e econômicos.

Torna-se necessário diferenciar preço nominal (nas tabelas sugeridas) e preço real, que considera a inflação. Apesar de aceitar a matemática na discussão ser incomum, de fato, nos últimos cinco anos praticamente todos os automóveis baixaram de preço em termos reais, ou seja, subiram menos que a inflação. Sem falar do acréscimo de equipamentos sem reajuste de preço ou com reajuste parcial, forma disfarçada de descontos. 

Se a nova política de atrair investimentos alcançar pleno sucesso, cinco ou seis novos fabricantes produzirão no Brasil e a oferta de modelos será ainda maior que hoje. Caminho certo para compras mais acessíveis, considerado ainda o maior poder aquisitivo nos próximos anos.

Haverá também estímulos, em forma de crédito de até dois pontos percentuais no IPI, para as empresas que comprovarem investir um percentual do faturamento (excluídos impostos) em pesquisa, inovação e engenharia locais. A intenção é incentivar tecnologias mais modernas e próximas ao que existe hoje no exterior. 

A forma de se atestar continua meio obscura, porém o governo pretende delegar essa responsabilidade a certificadoras independentes. Exemplo: freio ABS será obrigatório, mas adoção de controle de trajetória/estabilidade (ESC, em inglês), que se associa ao ABS, fará jus ao desconto? Modelos híbridos estarão incluídos? Ponto positivo é o incentivo empresa a empresa, caso a caso, a fim de estimular a concorrência.

Muito ruim para o consumidor foi o governo permitir os fabricantes escolherem três, entre quatro requisitos, para se habilitar ao novo desenho industrial: pesquisa/inovação; engenharia/tecnologia industrial; etapas fabris/aumento de conteúdo local; e adesão ao programa de etiquetagem de consumo de combustível. 

Em outros termos, a informação primordial da eficiência do veículo continua facultativa, em vez de obrigatória. Os que optarem pelas etiquetas terão, agora, até cinco anos para incluir todos os modelos de sua produção e não somente alguns, como hoje. A chamada Nota Verde, do Ibama, ficou de fora, pois rendimento energético (controle de CO2) é mais relevante.

A mudança na aplicação de conteúdo local obrigará as fábricas a importar menos componentes com dólar barato e se esforçar em comprar autopeças para gerar empregos aqui e não no exterior. Adotou-se um modo complexo de cálculos, sem índice fixo, como ocorria antes e de forma, digamos, amigável. No entanto, induzirá o aumento desse índice, o que não agradou a todos, claro.

Importadores que decidirem produzir no Brasil terão normas flexíveis de nacionalização. Poderão, ainda, ter desconto no acréscimo do IPI nos modelos que trazem do exterior, limitado a 50% do volume que fabricarão aqui. Tudo só será concedido depois do início da produção, para evitar falcatruas como a da Asia Motors, no final dos anos 1990, que importou sem impostos em troca de construir fábrica na Bahia e nunca saiu do papel.

RODA VIVA

IMPORTADORES que já têm planos anunciados de fábricas no Brasil – Chery, JAC, Suzuki, entre outros – tentarão acelerar os projetos. Quanto mais cedo começarem a produzir, mais cedo receberão de volta créditos de IPI sobre os modelos vindos do exterior no momento. Entretanto, as dificuldades são grandes porque há vários obstáculos que não existem na China ou Japão.

PARA a BMW o novo regime da indústria automobilística exige outras avaliações de médio e longo prazos. A marca alemã não deseja abrir mão de ter fabricação local. Legislação faz algumas exigências que impactam os custos e o volume dos investimentos. Movimentos de concorrentes diretos, como Mercedes-Benz e Audi, também entram nessas conjeturas.

ENQUANTO Anfavea mantém inalteradas suas previsões sobre crescimento de 4% a 5% do mercado interno em 2012, os menos otimistas acham que as vendas estacionam este ano, se os bancos continuarem seletivos demais e assustados com a inadimplência. Também se deve considerar que o primeiro semestre de 2011 foi muito bom e distorce as comparações.

MAHINDRA pretende fazer produto mais adaptado ao Brasil, quando decidir anunciar seu investimento em unidade industrial no Rio Grande do Sul. Além de reformulação estilística, em relação ao existente na Índia, já sabe que o brasileiro gosta de modelos robustos, mas não abre mão de conforto de marcha. Nisso, nossa engenharia de suspensões dá bailes.

NOVA resina para reparos de trincas em pára-brisas começa a ser aplicada nas lojas brasileiras da Carglass. Desenvolvida na Inglaterra, objetivo é aumentar a durabilidade do conserto. Ao mesmo tempo, melhora o acabamento final, diminuindo a tendência, com o passar do tempo, de amarelecimento da resina no local do impacto.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/ferna

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