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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

QUEM RECEIA ANDAR DE MOTO COMUM, DE DUAS RODAS, MESMO DAS MAIS CARAS, PODE EXPERIMENTAR E DE REPENTE SE DECIDIR PELO TRICICLO DE TRÊS RODAS, DUAS DELAS NA FRENTE. O FABRICANTE, A BOMBARDIER, GARANTE UM ALTO NÍVEL DE SEGURANÇA. OS DIVERSOS MODELOS CAN-AM SYPER CUSTAM A PARTIR DE R$ 65 MIL




Desde 2011 no Brasil, os triciclos Can-Am Sypder estão cada vez mais cativando o consumidor. Fabricados pela Bombardier, os Spyder têm duas rodas dianteiras, o que lhes confere um alto nível de segurança, muito maior do que uma moto tradicional. A matéria sobre esses belos triciclos foi originada pela compra de um deles pela leitora do Blog, Cida Segat, que acabou de realizar seu sonho de consumo.


A idéia de fabricar veículos com três rodas vem do início da indústria automobilística. Era um triciclo um dos primeiros carros da história, construído pelo engenheiro alemão Karl Benz em 1885. Apesar disso, os carros de três rodas nunca se popularizaram. Com motor e tração nas duas rodas traseiras, eles se inclinavam e deslizavam com facilidade. Agora, triciclos de luxo e com boa estabilidade viraram objeto de desejo de quem não se importa em chamar atenção ao rodar pelas ruas. 

Feito para quem quer experimentar uma nova forma de pilotar ou simplesmente para quem quer convencer a esposa (ou namorada) a subir na garupa e viajar, o Spyder RS-S traz diversos controles eletrônicos para evitar acidentes: controle de estabilidade, para evitar capotagens ou trajetórias erradas em curvas; controle de tração para evitar derrapagens na roda traseira; e eficientes freios a disco com sistema ABS acionados por um pedal, mas que atuam nas três rodas. 



Ampliando a gama de modelos do seu inovador triciclo Can-Am Spyder, a BRP, divisão de produtos recreativos da Bombardier, oferece a versão RS-S, com pintura fosca em todo o veículo, spoilers dianteiros, rodas de liga-leve de seis pontas e um assento diferenciado, o Spyder RS-S aposta nesse visual diferenciado para parecer mais esportivo. Tem arquitetura em “Y” – com duas rodas na dianteira e uma roda motriz na traseira – equipada com muita tecnologia embarcada para segurar a fúria do propulsor de dois cilindros em “V”.

Assista o vídeo:


http://youtu.be/xpOr3CEpWag 


Aprendizado
Dirigir, ou pilotar, como queiram, um Spyder não é coisa simples assim, o dono desse brinquedo precisa de umas aulas para aprender a mexer com a toda a eletrônica e a da máquina e evitar algum dissabor, não obstante a alta segurança que oferece.


Por exemplo, ao girar a chave, uma mensagem de segurança na tela de LCD exige que você pressione a tecla “mode”, localizada no painel ou no punho esquerdo. Só então é possível dar a partida no motor. Mas ainda não é possível sair: antes é preciso soltar com o pé o freio de estacionamento, localizado atrás da pedaleira esquerda.

A partir daí, tem de engatar a marcha no câmbio seqüencial de cinco velocidades e acelerar. Não com muito ímpeto, pois o motor Rotax de dois cilindros em “V” e 998 cc tem torque de sobra! E nem todo o aparato eletrônico evita uma cantada de pneu, caso o piloto exagere na dose ao girar o acelerador. O pneu traseiro canta e deixa uma marca de borracha no asfalto em arrancadas mais ousadas. Algo um pouco perigoso, mas vale dizer, bem divertido.

As trocas de marchas no câmbio seqüencial são feitas por botões no punho esquerdo: não há embreagem, mas o câmbio não é automático, o piloto precisa subir as marchas. Na hora de reduzir, pode relaxar. Conforme a velocidade diminui ou os freios são acionados, o sistema reduz para uma marcha adequada – até chegar a primeira em caso de parada. As trocas são suaves desde que feitas nas rotações adequadas. Caso tente esticar demais as marchas ou reduzir bruscamente, o câmbio dá trancos. Há ainda marcha ré para se manobrar os 317 kg a seco e os mais de 2,6 metros de comprimento.


Estabilidade
Embora aparente ser muito estável, o Spyder é arisco demais nas mudanças de direção. Aqui vale ressaltar a inexperiência com triciclos: nos primeiros quilômetros há tendência a mexer demais o guidão e as respostas no trem dianteiro são instantâneas e chegam a assustar no início, mesmo em retas. Com o passar do tempo, o piloto percebe que tem de ser um pouco mais suave no guidão do Spyder. 


Com 107 cavalos de potência máxima declarada (a 8500 rpm), motor Rotax com injeção eletrônica V2 demonstra bastante vigor e mantém com facilidade 130 km/h. A aceleração, quando se reduz uma marcha, também chama atenção. O torque de 10,6 kgfm a 6.250 rpm leva em poucos segundos o veículo a 150, 160 km/h. A velocidade máxima ficou em 190 km/h. Mais que suficiente para se viajar com segurança. Já o consumo se assemelhou a de um automóvel: em torno de 12,5 km/l – o tanque tem capacidade para 27 litros. 



Nas curvas é que se sente mesmo a eletrônica entrando em ação. Caso você exagere na velocidade ou acelere cedo demais na curva, é possível perceber o VSS (Vehicle Stability System, sistema de estabilidade do veículo) entrar em ação para corrigir sua trajetória. 

O sistema corta a ignição do motor, a velocidade diminui e é possível retomar o controle do triciclo. De série em todas as versões, a tecnologia embarcada me pareceu fundamental para que qualquer um possa pilotar o Spyder. Caso não houvesse tal sistema, a pilotagem, principalmente em curvas, exigiria certa destreza do piloto.

Identidade
Nem carro e nem moto, o triciclo Can-Am Spyder parece sofrer com certa crise de identidade. Para pilotá-lo, no Brasil, é necessário carteira de habilitação categoria “A”, ou seja, para motocicletas. A lei – e o bom senso também – exige então o uso de capacete. Porém, na hora de passar o pedágio em rodovias, o veículo é tributado como automóvel de passeio. Com seu design inusitado em forma de “Y”, a própria BRP (a divisão de produtos recreativos da Bombardier) evita chamá-lo de triciclo, prefere a nomenclatura roadster.

O Spyder sofre ainda com certo preconceito. Rodei cerca de 300 km e encontrei alguns motociclistas em paradas e postos de combustível. A maioria diz que o Spyder é feito para quem tem medo de moto. Porém, não concordo plenamente com a ideia. Pois a pilotagem não é assim das mais simples: exige certa familiaridade com guidões.

A proposta do Spyder é ser um veículo diferente para viajar: conta até com um pequeno porta-malas na dianteira. Com isso em mente, ponto negativo para o pequeno para brisa da versão RS-S. Na estrada, o vento incomoda demais e faz muito barulho. Se você optar por essa versão, reserve algum dinheiro para investir em um para-brisa maior na vasta lista de opcionais do modelo.

Imponente e chamativo, o Can-Am Spyder RS-S, versão mais esportiva e top de linha da família RS, custa praticamente o mesmo que uma moto esportiva: R$ 63.900 (sem frete). 




Especificações técnicas
 Motor: Dois cilindros em V, 998 cm³, 8 válvulas, DOHC, arrefecimento líquido.
Potência: 106 cv a 8.500 rpm.
Torque: 10,6 kgfm a 6.250 rpm.
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível.
Câmbio: Cinco marchas, automático sequencial com ré. Transmissão final por correia.
Suspensão: Dianteira em duplo A com barra anti-torção (145 mm de curso); traseira por balança monoamortecida com (145 mm de curso ajustável na pré-carga).
Freios: Dianteiros por disco flutuante de 260 mm e pinça de quatro pistões; traseiro com disco de 260 mm com pinça de pistão simples.
Pneus: 165/65-R14 (dianteiros); 225/50-R15 (traseiro).
Chassis: SST Spyder.
Dimensões: 2.667 mm x 1.506 mm x 1.145 mm (C X L X A); 1.727 mm (entre-eixos); 737 mm (altura do assento); 115 mm (distância do solo).
Peso: 317 kg (a seco)
Preço: R$ 63.900 (sem frete)
Cores: Laranja e preto/ Grafite e preto

Os novos modelos apareceram no ano passado nos Estados Unidos e na Europa. O primeiro foi uma motoneta fabricada pela Piaggio, a criadora da Vespa, com duas pequenas rodas na frente. Depois vieram triciclos tão potentes quanto as motocicletas mais caras. 


O Spyder, produzido pela canadense Bombardier e recém-lançado no Brasil, chega a 200 quilômetros por hora, custa R$ 73.700. O T-Rex, de outra empresa canadense, a Campagna Motors, tem motor da japonesa Kawasaki e atinge a velocidade máxima de 220 quilômetros por hora.

Ao contrário dos triciclos antigos, os da nova geração têm duas rodas na dianteira. Isso é uma grande vantagem nas esburacadas ruas brasileiras. No primeiro semestre deste ano, 57% dos pagamentos do seguro obrigatório de veículos foram motivados por acidentes envolvendo motociclistas e seus passageiros. 



Em motos ou triciclos com apenas uma roda na frente, topar com um buraco na pista pode implicar quedas e capotagens. O par de rodas dianteiro, combinado com a tração na roda de trás, dá equilíbrio e garante que o carro permaneça fixo ao solo mesmo em curvas fechadas. 

Com quase a mesma potência das motos e muito mais estáveis, esses veículos atraem quem quer sentir o vento no rosto sem temer pela segurança. "Nosso público mais comum, nos Estados Unidos e na Europa, são homens na faixa de 50 a 60 anos que gostam de motos clássicas", diz o canadense René Lessard, gerente da Campagna Motors. No Brasil, o perfil dos clientes é o mesmo. "Já vendemos cinqüenta modelos, a maioria deles para quem já teve moto e não quer correr o risco de se machucar", afirma Alexandre Prado, representante da Bombardier no Brasil.

Com exceção dos freios, acionados pelo pé, os controles do Spyder são como os da moto. A aceleração, a embreagem e a buzina possuem acionamento manual. Já o modelo V13R tem volante como o dos carros e os dois assentos são posicionados lado a lado. No Brasil, quem anda numa máquina dessas precisa usar capacete e ter carteira de motorista para motos. A maior diferença do triciclo com relação às motos é mesmo o alarde que ele causa nas ruas. Diz o canadense Lessard: "Quem não quer virar alvo de fotografias nas ruas não deve comprar um triciclo desses".


Modelos e preços


Ano - ModeloModeloMarcaCódigo FipePreçoMês
Zero KM a Gasolinacan-am Spyder 990 RSBRP864001-7R$ 61.450,00Agosto/2012
2010 Gasolinacan-am Spyder 990 RSBRP864001-7R$ 49.411,00Agosto/2012
2009 Gasolinacan-am Spyder 990 RSBRP864001-7R$ 44.860,00Agosto/2012
2008 Gasolinacan-am Spyder 990 RSBRP864001-7R$ 41.914,00Agosto/2012
2011 Gasolinacan-am Spyder 990 RSBRP864001-7R$ 55.038,00Agosto/2012

Mais modelos e preços publicados no Mercado Livre, que podem dar uma ideia melhor sobre o triciclo:

  1. Bombardier Brp Can AmSpyder Rt Tricicolo  


    • R$ 77.500
    • 2011 | 1.087 Km
    • São Paulo 
    • Tel:  (11)  78368693
  2. Bombardier Spyder Rss Rss 


    • R$ 54.900
    • 2010 | 2.000 Km
    • São Paulo 
    • Tel:  (11)  74992087
  3. Bombardier Triciclo SpyderRss Can Am Okm Spyder Rss Tiptronic  

    Triciclo Brp Spyder Rss Can Am Laranja Tiptronic 0km 
    • R$ 59.999
    • 2011 | 0 Km
    • São Paulo 
    • Tel:  78721392
  4. Bombardier 998cc ...  

    Can Am Spyder Rs 2010/2010 
    • R$ 45.000
    • 2010 | 1.000 Km
    • Paraná 
    • Tel:  (41)  32755936
  5. Bombardier Rss Se5 Semi-automática  


    • R$ 59.990
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - Paraná 
    • Tel:  (043)  31741515
  6. Bombardier Spyder Roadster Rs Sm5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rs Sm5 - 2010 - Okm 
    • R$ 51.000
    • 2010 | 1.352 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  7. Bombardier Can Am Spyder Rt R  

    Can Am Spyder 2011 Rt S Topde Linha 
    • R$ 73.000
    • 2011 | 1.400 Km
    • Rio De Janeiro 
    • Tel:  (21)  78301772
  8. Bombardier Spyder Rs S 2010 


    • R$ 53.000
    • 2010 | 2.000 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (11)  24854900
  9. Bombardier Rt-s Se5  


    • R$ 78.000
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (11)  77380843
  10. Bombardier Spyder / Rss  

    Triciclo Spyder Brp Can-am 
    • R$ 59.900
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (11)  77380843
  11. Bombardier Triciclo SpyderRoadster Rss  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rss Se5 - 2012 - 0km 
    • R$ 63.900
    • 2012 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  12. Bombardier Spyder Roadster Rts Se5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rts Se5 - 2011 - 0km 
    • R$ 81.900
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  13. Bombardier Spyder Rss  


    • R$ 65.000
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  33514443
  14. Bombardier Spyder Roadster Rss Se5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rss Se5 - 2011 - 0km 
    • R$ 61.990
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  15. Bombardier Spyder Roadster Rss Se5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rss Se5 - 2011 - 0km 
    • R$ 61.990
    • 2011 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  16. Bombardier Spyder Roadster Rss Se5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rss Se5 - 2010 - Semi Nova 
    • R$ 51.990
    • 2010 | 6.239 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  17. Bombardier Spyder Roadster Rs Se5  

    Triciclo Spyder Roadster Brp Rs Se5 - 2010 - 0km 
    • R$ 59.990
    • 2010 | 0 Km
    • Concessionária - São Paulo 
    • Tel:  (19)  33247525
  18. Bombardier Spyder Rs-s 4x2 


    • R$ 63.900
    • 2012 | 0 Km
    • Concessionária - Santa Catarina 
    • Tel:  (47)  33610294

domingo, 12 de agosto de 2012

O VELEIRO DE ROBERTO ALBERNAZ, RELAXA NEXT, FOI O CAMPEÃO DA MITSUBISHI SAILING CUP 2012 QUE SE ENCERROU NESTE DOMINGO, EM BÚZIOS. REGULARIDADE EM TODAS AS PROVAS DERAM A VITÓRIA AO VELEIRO


A regularidade do veleiro Relaxa Next ao longo da Mitsubishi Sailing Cup foi premiada neste domingo (12). Mesmo sem vencer nenhuma das duas etapas da terceira temporada da competição, o veleiro de Roberto Albernaz conquistou o título geral de 2012 na classe HPE 25.

O barco ficou entre os quatro primeiros colocados em 12 das 14 regatas disputadas ao longo das etapas de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ). "Desde o começo do ano, nosso objetivo era vencer a Mitsubishi Sailing Cup. Nós tivemos uma média muito boa nas duas etapas, mesmo sem ser campeões em nenhuma delas. Aqui em Búzios, o evento foi maravilhoso, com boas velejadas e conseguimos manter a regularidade e sair campeões. Estamos muito felizes", afirma o timoneiro do veleiro e tricampeão mundial de vela, Maurício Santa Cruz



Assim como na temporada 2011, a Mitsubishi Sailing Cup mostrou, mais uma vez, uma disputa muito parelha na HPE 25, a mais numerosa classe monotipo no Brasil. Em 2012, a diferença entre os três primeiros colocados na geral ficou em apenas um ponto: Relaxa Next terminou com 23 pontos perdidos, Ginga, com 24 e o Atik, com 24.

"Os barcos são todos iguais e com grandes velejadores na tripulação. Isso iguala muito a velocidade e, consequentemente, as disputas. Então, os melhores são definidos nos detalhes. Felizmente, ficamos com o título geral. Agora, continuaremos treinando para melhorar cada vez mais", explica o timoneiro do Relaxa Next.



Neste domingo, apenas uma regata barla-sota agitou a classe HPE. Ao todo, foram quatro pernas com vento leste de 18 nós, com o mar bastante agitado. Contemplando o título da etapa de Búzios, conquistado por antecipação no sábado, o veleiro Ginga, de Breno Chvaicer, fechou a Mitsubishi Sailing Cup com vitória.

"O dia foi ótimo. Essa disputa acirrada da HPE 25 é muito boa para a classe, porque mostra uma equilíbrio entre os barcos, a velejada fica mais emocionante e rápida. E, aqui em Búzios, as condições são excepcionais", afirma Breno.
Classe S40


Na classe S40, o dia foi de comemorações na Mitsubishi Sailing Cup. Com os resultados da etapa e do campeonato geral definidos, ambos a favor do veleiro argentino Patagonia, as embarcações aproveitaram mais um belo dia no litoral carioca para curtir um pouco o clima do evento.

Na regata de 2 milhas (3,7 km) com vento leste de 18 nós, melhor para o Carioca, do comandante Roberto Martins. "É muito bom fechar com vitória. Nesta etapa, foram duas conquistas de regatas em oito disputadas, então estamos felizes. Búzios é um paraíso para se velejar", exalta Roberto.


Com o final das oito regatas disputas na segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup, considerando um descarte, o título de Búzios ficou com o Patagonia - foto acima - (12 pontos perdidos), seguido pelo brasileiro Crioula (22 pp) e pelo chileno Claro (25 pp). Na temporada 2012, o Patagonia foi o grande campeão com 26 pontos perdidos, seguido pelo Crioula (49 pp) e pelo chileno Mitsubishi Motors (52 pp).

"Tudo correu muito bem em Ilhabela e Búzios. O barco foi rápido e a tripulação sensacional. Além de tudo, não tivemos nenhum problema ao longo das regatas, o que torna o trabalho muito mais fácil. Estamos muito felizes", conta o tático do Patagonia e hexacampeão mundial de vela, Mariano ‘Cole’ Parada.



Outras premiações
Além das tradicionais entregas de medalhas e troféus, a terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup contou com dois novos prêmios: o Troféu Tripulação Mais Elegante do Circuito e o Troféu Destaque da Etapa. O veleiro escolhido como o mais elegante foi o chileno S40 Mitsubishi Motors. Já o destaque da etapa foi HPE 25, Relaxa Next.

O evento
A Mitsubishi Sailing Cup é uma competição para veleiros monotipos de oceano que chega à 3ª temporada em 2012. Primeiro campeonato exclusivo para barcos deste tipo no Brasil, a competição coloca a prova, nos litorais de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ), os mais modernos barcos de regata do mundo: S40 e HPE25.

Mais uma vez, a competição conta com grandes nomes da vela mundial, como os irmãos Torben e Lars Grael, Guillermo Parada, Mariano "Cole" Parada, além de um barco 100% feminino comandado por Martine Grael.

Para saber tudo que aconteceu na temporada 2012 da Mitsubishi Sailing Cup, acesse o Twitter (www.twitter.com/mitsailingcup), o Facebook (www.facebook.com/Mundomit) e o site www.mitsubishisailingcup.com.br.


Resultados acumulados após 
oito regatas (com um descarte)

Classe S40
1. Patagonia (ARG) - (3 + 1 + 1 + 2 + 2 + 1 + 2) - 12 pontos perdidos
2. Crioula (BRA) - (1 + 2 + 4 + 3 + 4 + 5 + 3) - 22 pp
3. Claro (CHI) - (3 + 3 + 1 + 5 + 3 + 6 + 4) - 25 pp
4. Mitsubishi Motors (CHI) - (4 + 4 + 2 + 6 + 2 + 5 + 2) - 25 pp
5. Movistar (CHI) - (7 + 6 + 4 + 1 + 6 + 3 + 5) - 32 pp
6. Carioca (BRA) - (5 + 7 + 7 + 8 + 8 + 1 + 1) - 37 pp
7. Pisco Sour (CHI) - (8 + 8 + 6 + 3 + 4 + 4 + 9) - 42 pp
8. Entel (CHI) - (2 + 6 + 5 + 10 + 8 + 7 + 7) - 45 pp
9. Mitsubishi / Energisa (BRA) - (9 + 5 + 9 + 9 + 7 + 7 + 6) - 52 pp
10. Santander (CHI) - (NC* + 5 + 7 + 9 + 9 + 8 + NC) - 64 pp
11. Pajero / Gol (BRA) - (10 + 10 + 11 + 11 + 11 + 9 + 10) - 72 pp
12. Vesper III (BRA) - (11 + 11 + 12 + 12 + 12 + 11 + 11) - 80 pp

HPE 25
1. Ginga (BRA) - (1 + 2 + 1 + 1 + 3 + 1 + 1) - 10 pontos perdidos
2. Bixiga (BRA) - (1 + 3 + 2 + 4 + 3 + 2 + 4) - 19 pp
3. Relaxa Next (BRA) - (5 + 4 + 4 + 2 + 1 + 3 + 3) - 22 pp
4. Atik (BRA) - (4 + 3 + 5 + 5 + 1 + 4 + 2) - 24 pp
5. Repeteco I (BRA) - (3 + 4 + 6 + 3 + 5 + 5 + 4) - 30 pp
6. Corum (BRA) - (2 + 2 + DSC** + NC + 2 + 6 + 5) - 39 pp
7. Artemis (BRA) - (6 + 7 + 6 + 6,75 + 6,75 + 6,75*** + 6) - 45, 25 pp
8. Fit to Fly (BRA) - (9 + 10 + 7 + 6 + 7 + 5 + 7) - 51 pp
9. Aventura (BRA) - (9 + 8 + 9 + 8 + 7 + 8 + 7) - 56 pp
10. Ser Glass Eternity (BRA) - (7 + 6 + 7 + NC + NC + NC + NC) - 64 pp

Resultado acumulado somando as oito regatas de Ilhabela + oito regatas de Búzios, contando com três descartes:

Classe S40


1. Patagonia (ARG) - 26 pontos perdidos
2. Crioula (BRA) - 49 pp
3. Mitsubishi Motors (CHI) - 52 pp
4. Pisco Sour (CHI) - 58 pp
5. Claro (CHI) - 58 pp
6. Movistar (CHI) - 61 pp
7. Carioca (BRA) - 72 pp
8. Entel (CHI) - 87 pp
9. Santander (CHI) - 100 pp
10. Mitsubishi / Energisa (BRA) - 100 pp

HPE 25 


1. Relaxa Next (BRA) - 23 pontos perdidos
2. Atik (BRA) - 24 pp
3. Ginga (BRA) - 24 pp
4. Bixiga (BRA) - 35 pp
5. Repeteco I (BRA) - 42 pp
6. Fit to Fly (BRA) - 66 pp
7. Corum (BRA) - 71 pp
8. Ser Glass Eternity (BRA) - 122 pp
9. Artemis (BRA) - 122, 25 pp
10. Aventura (BRA) - 148 pp

* Não classificou
** Desclassificado
*** A pontuação representa reparação concedida pelo juiz.


sábado, 11 de agosto de 2012

RENAULT INAUGURA NOVA LOJA DE SERVIÇOS RÁPIDOS, EM CAMPINAS. ATÉ 2016, SERÃO 70 "RENAULT MINUTO - SERVIÇOS RÁPIDOS"


A Renault do Brasil está oferecendo a seus clientes um motivo a mais para manter em dia a manutenção de seus veículos. Depois da unidade de Curitiba, a primeira do Brasil, a marca inaugura em Campinas, no interior de São Paulo, o segundo ponto do “Renault Minuto – Serviços Rápidos”. Trata-se de uma rede de serviços de reparos rápidos que dá aos consumidores a qualidade de peças originais e a garantia de fábrica, por preços acessíveis. A unidade de Campinas pertence à concessionária Concorde.

Com estrutura enxuta e ágil, e localizada em pontos de fácil acesso, a rede “Renault Minuto – Serviços Rápidos” é focada no pós-venda para oferecer uma opção prática, econômica e sem burocracia aos proprietários de veículos que precisam de serviços de pequena e média complexidade.


Revisões, trocas de óleo, filtros, baterias, correias, reparos em freios, suspensão, escapamento, conjunto de iluminação e sistemas de ignição; além de balanceamento e alinhamento estão entre as operações realizadas pelo “Renault Minuto”, sempre por meio de profissionais treinados pela fábrica.

Sucesso Global
O “Renault Minuto – Serviços Rápidos” se mostrou uma tentadora alternativa às tradicionais oficinas mecânicas independentes e é um sucesso em 25 países do mundo, inclusive na França, onde está presente desde 1986, e na Argentina, com 55 unidades em funcionamento.


Atualmente, existem mais de 1.400 unidades em funcionamento do “Renault Minuto – Serviços Rápidos” no mundo, atendendo mais de 5 milhões de clientes/ano. A intenção da Renault é expandir o projeto também no Brasil, que deve ter mais de 70 lojas em 2016.

“Hoje, na Argentina e na Europa a marca ‘Renault Minuto – Serviços Rápidos’ tornou-se amplamente reconhecida e é sinônimo de comodidade, transparência e segurança”, atesta Luiz Fernando Pedrucci, Diretor de Pós-Venda da Renault do Brasil. “A ótima experiência dos clientes ‘Renault Minuto’ faz com que 90% o recomende para familiares e amigos”, conclui Pedrucci.


Compromissos
O “Renault Minuto – Serviços Rápidos” é estruturado em três eixos principais de atuação: comodidade, transparência e segurança, que abrangem 10 compromissos com os consumidores:
• Horários de atendimento estendidos;
• Atendimento sem agendamento;
• Espaço confortável para o cliente;
• Orçamento gratuito sem compromisso;
• Preço fechado a cada serviço;
• Contato direto com o mecânico;
• Peças genuínas Renault;
• Garantia de um ano sem limite de quilometragem para serviços realizados;
• Verificação de 21 pontos de segurança sem custo;
• Cuidado especial do veículo (qualidade comprovada Renault).


A comodidade do espaço destinado ao cliente e dos horários estendidos, a transparência devido ao contato direto com o mecânico e a segurança, graças à mão de obra especializada Renault e à verificação dos 21 pontos de segurança são, sem dúvida, os pontos fortes desta nova proposta.

“É um serviço ideal para aqueles clientes que não têm tempo a perder, valorizam o atendimento personalizado e não querem abrir mão da qualidade e segurança que só a montadora oferece. Além de poder acompanhar o conserto, a comodidade do cliente também é reforçada pelo serviço realizado na hora, que o permite sair com o veículo pronto.”, reforça Pedrucci.

Além de todas essas vantagens, o “Renault Minuto – Serviços Rápidos” ainda consegue oferecer preços competitivos.


Por exemplo: um cliente que busca o “Renault Minuto – Serviços Rápidos” para a troca de óleo por R$ 99,00 terá por esse valor o óleo, o filtro de óleo, a mão de obra e a verificação dos 21 pontos de segurança.

A primeira unidade do estado de São Paulo
O “Renault Minuto – Concorde” (Rua Paula Bueno, 916, Taquaral, Campinas) dispõe de 3 boxes de atendimento e ferramental homologado para execução de reparos rápidos. O tempo total para troca de óleo e filtro do Clio, por exemplo, não deve ser superior a 35 minutos, entre a entrada do cliente na loja e o faturamento do serviço.


Seguindo o padrão adotado no restante do mundo, o “Renault Minuto – Serviços Rápidos” prima pelo local limpo, bem iluminado. A área total da loja é de 354 m², incluindo armazém para estoque de peças, e os clientes têm espaço exclusivo para espera num ambiente confortável com água, café, além de TV e conexão wi-fi para internet.

O horário de atendimento é amplo e foi pensado para facilitar a vida dos clientes que trabalham durante todo o dia. Por isso, o “Renault Minuto – Serviços Rápidos” vai funcionar de segunda a sábado, das 7h30 às 19h30.



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A DEMORA NA SAÍDA DA NOVA EDIÇÃO DO ECOSPORT CUSTOU À FORD A LIDERANÇA DAS VENDAS DO SEGMENTO TOMADO PELO DUSTER, DA RENAULT. ESSA É A OPINIÃO DO NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON. ELE ACREDITA QUE A FORD RETOMARÁ A LIDERANÇA DESSA SUV COMPACTA ATÉ O FINAL DO ANO. ESTAS E OUTRAS NOTÍCIAS NA COLUNA "ALTA RODA"



Alta Roda

Nº 693 –9/8/12

Fernando Calmon


REVIRAVOLTA À VISTA

Nove anos pode ter sido um intervalo grande para que surgisse a segunda geração do EcoSport, mas a evolução foi notável. A Ford, em 2003, criou o SUV compacto de tração dianteira e vocação citadina. Cenário da época era de pequenos utilitários desse segmento com tração traseira ou 4x4, a exemplo do Suzuki Jimny ou Pajero TR4, modelos mais pesados e focados no fora de estrada.

Em 2011, a Renault lançou o Duster que desbancou, este ano, a liderança do EcoSport (até então sem rival direto). Mas como esse jogo só termina em 31 de dezembro a tendência é de reviravolta. Depois de 700.000 unidades vendidas, a Ford sabia exatamente o que fazer. 

Diretrizes de projeto atacaram os pontos fracos que, com o tempo, sobressaíram. O novo modelo tem praticamente o mesmo comprimento – 4,24 m –, porém as dimensões que importam para o espaço interno cresceram: 3 cm, no entre-eixos; 7 cm, na altura; 5 cm na largura.

O ambiente interno mudou bastante. Painel, volante, quadro de instrumentos, eletrônica de bordo, tudo inspirado no New Fiesta, de quem também herdou regulagem de altura e distância do volante, além da direção de assistência elétrica. Há quatro ajustes dos encostos bipartidos do banco traseiro. Até o porta-malas cresceu quase 20%, para 362 l (dado do fabricante).

As linhas externas são ousadas e há carreira de LEDs no contorno dos faróis. Interessante o foco em aerodinâmica (coeficiente de forma é 10% melhor) e diminuição dos ruídos de vento. O estepe continua dependurado na tampa traseira, mais leve de manusear. Agora há apenas um pequeno botão, disfarçado na lanterna, para abrir a tampa.

Motor 1,6 l, 115 cv (etanol) dispõe de bloco de alumínio (Sigma aposentou o Rocam), que, com ajuda de aços especiais na carroceria, conteve a diferença média de peso, em torno de 40 kg, apesar de novos equipamentos. A Ford informa que este propulsor está mais econômico, ganhou o selo “A”, do Inmetro: cidade, 10,2 km/l (gasolina) e 7 km/l (etanol); estrada, 12,2 km/l e 8,4 km/l, respectivamente. A fábrica não declarou o consumo do outro motor disponível.

Ao rodar com o carro, a sensação é mesmo a de outro veículo. Silêncio a bordo, câmbio com engates precisos, direção suave, mas comunicativa e bom comportamento em curvas não deixam nenhuma saudade do antigo EcoSport, em especial do nível de ruído e vibração. As suspensões, no entanto, poderiam ser um pouco mais firmes, em especial para explorar melhor a potência do motor de 2 l, 147 cv (etanol), da versão de topo, Titanium, e opção no Freestyle.

Arquitetura do novo Fiesta colocou muitos recursos de segurança disponíveis: freios ABS e airbags frontais (ambos de série) e, em versões mais caras, airbags laterais e de cortina, controles de trajetória e tração, entre outros. Preços subiram menos de R$ 3.000, como referência média, porém o conteúdo acrescentado supera esse valor. Versões básicas saíram do catálogo. Preços: R$ 53.490 a R$ 71.490.

Para melhorar: tampa do porta-luvas ao abrir interfere com pernas do ocupante; regulagem do encosto do banco do motorista e visibilidade dianteira e traseira. Em outubro, chega a caixa automatizada de dupla embreagem, seis marchas e, em dezembro, a versão 4x4 com caixa manual, também de seis marchas.

RODA VIVA

VENDAS continuam em crescimento e superaram a barreira de 2 milhões de unidades até julho. Anfavea mantém aposta na sua previsão de crescimento de 4% em 2012, sobre 2011. A sinalização vem de nova queda nos estoques totais de 29 para 27 dias. Isso abre espaço para recuperação da produção em agosto, já que a queda nas exportações parece irreversível.

OTIMISMO no mercado de automóveis e comerciais leves depende da prorrogação do nível mais baixo de IPI para além de 31 de agosto. Declarações do ministro Mantega são de que, “no momento, não há intenção de manter o nível atual do IPI”. Esse filme já foi assistido. Prorrogação ocorrerá no último dia e poderá ir até o final do ano, com outro capítulo em outubro.

BMW Série 3 é o exemplo de como uma nova geração pode atender exigências de mercado sem abalar os dogmas de uma marca. Espaço interno, direção de assistência elétrica e a tela multimídia são pontos de destaque. No 328i, motor turbo de 4 cilindros (245 cv) substituiu o 6-cilindros (218 cv) aspirado e no uso do dia-a-dia ficou melhor, mesmo que o som do motor não seja o mesmo.

TOYOTA iniciou pré-venda do compacto Etios, hatch e sedã, sem solicitar dos interessados qualquer adiantamento financeiro. Entregas, no final de setembro. O carro tem certas soluções que deixam sensação de economia de custos, quando examinado com mais atenção. Foge dos padrões da marca, o que se previa por ser modelo mais barato, porém passou da conta.

RELAÇÃO correta dos 10 mais vendidos na Europa, no primeiro semestre: Golf, Fiesta, Polo, Corsa, Focus, Clio, Astra, Qashqai (Nissan), Mégane e Passat. Nos EUA: Camry, Civic, Altima (Nissan), Accord, Corolla/Matrix, Malibu, Fusion, Focus, Prius e Sonata.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

TOYOTA INVESTE US$ 500 MILHÕES EM FÁBRICA DE MOTORES NO BRASIL. A BOA NOTÍCIA FOI DADA À PRESIDENTA DILMA

O presidente mundial de Toyota, Akio Toyoda, visitou nesta quarta-feira a presidente Dilma Rousseff para anunciar que o grupo investirá US$ 500 milhões na construção de uma fábrica de motores no estado de São Paulo.

Após a reunião com Dilma, Toyoda explicou a jornalistas que a fábrica será instalada na cidade do Porto Feliz e que a previsão do início das operações é em meados de 2015.

Na nova fábrica serão produzidos motores para os modelos Etios e Corolla que também são fabricados no país, desse modo passarão a ter "85%" de autopeças nacionais, informou.

Toyoda calculou que esse novo empreendimento gerará entre 600 e 700 empregos diretos em sua primeira fase. O presidente mundial da Toyota está no Brasil para assistir amanhã a inauguração da terceira fábrica do grupo no país, que começa a operar na cidade paulista de Sorocaba.

Essa fábrica requisitou investimentos de cerca de US$ 600 milhões e, a partir desta quinta, estará em condições de produzir aproximadamente 70 mil veículos por ano, segundo os cálculos do grupo japonês.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

DECARROPORAÍ" AVALIA O NOVO CITROËN C3, O PRIMEIRO PREMIUM FEITO NO BRASIL, ADVERTE QUE A TROCA, POR ECONOMIA, DO MARCADOR DE TEMPERATURA POR UMA LUZINHA QUE É TEMERÁRIA E A SUPRESSÃO DE UMA DAS DUAS LUZES DE RÉ. ROBERTO NASSER FALA AINDA NA SUA COLUNA SEMANAL DA DEMORA EM COLOCAR O ECOSPORT À VENDA, O QUE CONSIDERA RUIM PARA A FORD E AINDA DENUNCIA UMA RATEADA NO ETIOS QUE ACABA DE CHEGAR AO BRASIL: AO TROCAR DE POSIÇÃO O VOLANTE DA DIREITA USADO EM ALGUNS PAÍSES, PARA ESQUERDA, USADA NO NOSSO PAÍS, A FÁBRICA NÃO TROCOU A POSIÇÃO DAS SAÍDAS DE AR E MUITAS OUTRAS COISAS IMPERDÍVEIS



End eletrônico: edita@rnasser.com.br             Fax: 55.61.3225.5511

Coluna N° 3212 de 08 de agosto de 2012

Novo Citroën C3
Bom sinal de sucesso em vendas um dia após o lançamento revendas Citroën praticavam preços superiores à tabela sugerida. Boa evolução do modelo de origem, o primeiro Premium feito no Brasil, vendedor de significativas 240 mil unidades, detentor de recordista taxa de fidelidade, 40%. 

A Citroën não quis revolucionar, mas evoluir sobre as informações transmitidas pelos compradores do C3, dando-lhe tratamento diferenciativo em plataforma maior em comprimento, entre eixos e largura. 

Preservou o DNA de atrevimento estético como a harmonia entre os enormes elementos ópticos, o monumental para brisas chamado Zenith, o comportamento dinâmico, e arrematou inovando na categoria, com lanternas dianteiras em LEDs. Manteve a espartana disposição de nada ter em excesso – ao contrário, suprimiu demais: tem apenas uma lâmpada de ré, acabou com o marcador de temperatura do motor, substituindo-a por temerária luzinha.

Cuidou da segurança estendendo os freios a disco ás 4 rodas com ABS e seu gestor. E fechou o ciclo com desenvolvimento sobre os motores, dando mais curso ao 1.400 passando-o a 1.450 cm3, obtendo a Etiqueta Verde, atestado do Inmetro sobre baixo consumo e emissões.
Tem fé no produto e na sua capacidade de alavancar vendas, suprindo os lucros em descendo na Europa. Neste ano prevendo comercialização de 3,6M de unidades, quer vender 82.000 unidades, vendo no C3 o inicio de uma renovação total da linha de produtos.

Em estilo, proposta, conteúdo, segurança e preços não discrepantes relativamente á linha anterior, parece ter mantido acesos os faróis na estrada do sucesso.

Os preços  
Versão                                R$
Origine  1.5                      39.990 (sem o para brisas Zenith)
Tendance  1.5                 43.990
Exclusive  2.0                 49.990
Exclusive  2.0 Auto        53.990                 

Novo C3, no bom caminho

Enfim, o EcoSport
Demorou oito meses, desde o 3 de janeiro quando exposto com portas fechadas, e posteriores exibições igualmente pontuais, ate ser dito como lançado, e o Ford EcoSport, importante lançamento para suceder um ícone da marca, aparece para recuperar espaço conquistado pelo Renault Duster. 

Tem o rótulo de Premiumno dicionário comercial significa custar mais que deveria – com cuidados construtivos como a direção elétrica para poupar combustível; equipamentos, como seis almofadas de ar, freios ABS; por motorização nova e atualizada, em alumínio; mimos eletrônicos como o ar condicional digital, a bobagem atual de ligar sem chave, sensor de estacionamento; melhor vedação termo acústica, tudo adequado a sua postura elegante. 

Mais comprido e com maior distancia entre eixos relativamente ao Eco antigo, seu traço de estilo tem personalidade, exibindo o ideal do design, a harmonia entre forma e função. O time liderado por João Marcos Ramos tem reconhecimento mundial em competência.

Conforto aos usuários, pequena tela, circa 9 cm integra o sistema SYNC com telefone, comandos por voz – porem sem câmera de ré. Atrás, cintos de três apoios e apoio de cabeça a todos, quatro regulagens do encosto e, sincronia com o uso típico do Brasil, 20 porta-objetos e bolsas na portas dianteiras para garrafas de até 1,5 litro. Porta-malas pequeno, 362 litros, ampliado a 705 l com o banco traseiro rebatido.

Versões
Quatro padrões de decoração – S, SE, FreeStyle e Titanium; duas motorizações, 1.6 e 2.0; e duas transmissões, mecânica 5 velocidades e automática. Tração em duas e quatro rodas. Nos 1.6 da família Sigma, faz 115 cv a álcool, 110 cv gasalcool, potencia contida. 

Em economia e emissões esta na classificação A da tabela do Inmetro. A álcool vai de 0 a 100 km/h em 12,4s e final cortada aos 180 km/h. O conjunto mecânico 1.6 + caixa mecânica é totalmente nacional. Motor 2.0, gerando 147 cv a álcool e 141 cv a gasolina + caixa automática, disponível apenas ao final do ano, importados.

Não há comparação com o Eco conhecido e em vendas finais, pois mais leve, 11% mais aerodinâmico, cuidados como defletores de ar no para-choque dianteiro, capo, Coluna A, teto formando aerofólio na traseira. Somando direção elétrica reduz o consumo, otimiza sensações.

Versão 4x4 em dezembro. A automática, em outubro, com mais equipamentos para festejar a novidade da transmissão DSG, dupla embreagem automatizada, com seis velocidades. Caminho forçosamente natural nestes dias de amadurecimento do comprador com melhor operação do motor, a transmissão com dupla embreagem funciona como automática, porem sem perdas de energia ou aumento de consumo.

Recém chegado, entusiasmado, Steven Armstrong, novo presidente da Ford Brasil, diz “estar o novo Eco entre os melhores do mundo”.


Duvida
Há algum engano em processo ou procedimento na Ford Mercosul: descompasso entre o fazer e o vender os esperados novos lançamentos. O caso do picape Ranger exemplifica bem. A produção foi suspensa para adequar a estrutura industrial á novidade. 

Na hora, adiou-se o lançamento em um mês. No caso do Eco, o postergar puniu a Ford e, sem data, fez a apresentação num domingo, pecado profissional. Domingo e dia de descanso e apenas jornalistas de plantão cumprem o rodízio do sacrifício.

A entrega do Ranger é deficiente, e um distribuidor Ford comentou com a Coluna que, entre acabar o estoque antigo e vender o novo, decorrerão dois meses – preenchidos pela concorrência. No caso do Eco, a falta da versão automática fará perder vendas.

Quanto custa ?
As versões são bem compostas em conforto e segurança. Melhor equilíbrio entre conteúdo e preço está na FreeStyle.

Versão                                                                                               R$
S                                                                                                      53.490;
SE                                                                                                   56.490;
FreeStyle                                                                                        59.990;
+ almofadas de ar laterais, de cortina, bancos em couro      63.990;
+ motor 2.0                                                                                     66.190;
Titanium                                                                                         70.190.


Novo Eco. Atrasado.
Etios, é um Toyota ?
A Toyota iniciou apresentar seu novo produto Etios em shopping centers de 10 cidades – veja http://www.etiostoyota.com.br/connection/. Feito em nova planta, Sorocaba, 100 km da capital paulista, vendas em setembro.

É coerente porÉm simplório. Motores pequenos, embora sem opção 1.0, 45% das vendas, apresentado por seu concorrente maior, o coreano Hyundai HB20. Flex, 4 cilindros, bloco e cabeçote em alumínio, 16 válvulas. 1.329 cm3, gasalcool, 84 cv, torque de 11,9 mkgf. Etanol, 90 cv e 12,7 mkgf de torque a 3.100 rpm. Motor 1.5, 92 cv a 5.600 rpm, torque 13,9 mkgf a 3.100 rpm. A etanol 96,5 cv, torque idêntico. 

Motores de longo curso, típico a usuários pouco exigentes em condução e sem maiores luzes, a economia chega ás quatro válvulas por cilindro, acionadas por apenas um eixo de ressaltos, e no manter o tanque do projeto indiano, 45 litros, de pequena autonomia ao uso do etanol.

Para os dias atuais é vazio em conteúdo de segurança, e o sitio do lançamento sequer informa quais versões terão o mínimo de duas almofadas de ar e freios ABS. Obrigatórios a partir de janeiro de 2014, equivale dizer, alem de perigosos para danos a ocupantes, para revender terão menor valor na comparação com outros modelos com tais itens, a cada dia mais exigidos.

Outra economia injustificável está no adaptar o original volante à direita para a esquerda: mudou-se a coluna de direção, sem mudar as saídas de ar projetadas para países com volante ao lado direito. Na prática, ventilam mais o passageiro que o motorista. Um atestado de descompromisso.

Lambança. Não transferir as saídas de ar para o lado do motorista

Roda-a-Roda

Ação – A holandesa Spyker, adquirente da sueca Saab, negócio perdido para fundo chinês de investimentos, processa a GM em US$ 3 bilhões. Alega, a empresa atropelou a avença, trazendo os chineses.

Sócios  – Em Brasília, Argentina e Brasil, reunião do Mercosul, acertou baixar regras definindo conteúdos locais dos veículos e partes que intercambiam. Motivo, preocupantes US$ 37 bilhões em autopeças importadas para fazer veículos nos dois países.

Tempo – Rodadas técnicas em agosto; setembro, de ministros de lá e cá, de olho no Novo Protocolo Automotriz Bilateral a vencer em junho de 2013.

Jogo duro – Caminho natural, endurecer regras para importar conteúdos que, mascarados com pequenas intervenções, se tornam nacionais, e fomentar desenvolver tecnologia. Ou seja, que os nacionais de lá e de cá sejam menos chineses e mais Mercosul.

Caminho? – As regras para a nossa indústria automobilística acabaram com a nacionalização de produtos, trocando o desenvolver e o fazer por  simplório  montar projetos estrangeiros com pecas importadas. Um retrocesso caro.

Corrida – O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio corre para traçar as regras de percentual de IPI versus investimento e nacionalização para veículos importados por empresas instalando novas montadoras. Isto definirá a continuidade do projeto da JAC, e instalação de BMW e Land Rover.

Prazo – Texto de lei aprovada pelo Senado está com a presidente Dilma. Após, regulamentação que se redige. 

IPIA redução do IPI, com fim previsto para o final de mês será prorrogada?  Ninguém sabe, apesar de o Ministro Guido Mantega, da Fazenda, dizer que não.

Outro – Para ir ao lançamento do Citroen C3, em Brasília, o ministro Fernando Pimentel fez exigências madonnisticas: entrada privativa, sala para descanso, frutas finas, atendentes, cerimonial e dedicação especiais. Tudo pronto, não foi.

Preparação - A Renault ampliou em 25% a capacidade de produzir motores, e inaugurou nova linha de estamparia. Prepara-se para suprir o declínio do mercado europeu expandindo presença na America Latina. O Brasil, 4º. mercado mundial, e o 2º. para a Renault, seguindo a Franca.

Negócio – De Caxias do Sul, RS, a Volare vendeu 167 mini ônibus ao sistema BRT – Bus Rapid Transit – faixas privativas em Santiago, Chile. Usa motor diesel Maxx, 4.8, 165 cv, transmissão automática Allison.

Complemento – Uma das características dos Nissans é a falta de conteúdo em seus produtos, de construção econômica. Percebendo a ausência e para suprir os mexicanos March e Versa, a brasileira Quantum desenvolveu alarme, kits de faróis de neblina e automatizadores elétricos para vidros. Aprovados pela montadora serão vendidos nos concessionárias da marca.

Enlace – Misto de exposição, diversão e atualização técnica, a Expomecanico 2012 volta ao Autódromo de Interlagos, SP, neste final de semana, reunindo profissionais da reparação, balconistas de lojas de pecas e famílias. Na primeira edição, 7 mil visitantes. Afim? www.expomecanico.com.br

Leitoras – A Sym apresenta latinhas em quatro versões para guardar as inquantificadas versões de absorventes também vendidos pela empresa: www.sym.com.br.

Ecologia – Para aumentar o conteúdo ecológico no novo C3, a Citroën definiu aplicar 15 kg/unidade em itens recicláveis. Conseguiu embutir 33 kg – tapetes, caixas de ar, base de apoio para braços, muitos em madeira, fibra e plástico de garrafas PET recicladas.

Gente – Fernando Menezes, mestre em administração e especialidades em comunicação e marketing, de volta. OOOO Era diretor de Comunicação da Nissan Europa. OOOOO Crescimento local da Nissan e a percepção de má imagem, pela falta de conteúdo trocadas por anúncios apenas agressivos, motivaram retorno ao Brasil em cargo idêntico. OOOO Marc Hogan, 58, executivo, reapareceu. OOOO Ex-presidente da GM no Brasil, ex-vice da matriz, dirigiu a Magna Steyr, e agora consultor da Toyota mundial. OOOO

A FORD ACABA DE TOMAR UMA INICIATIVA MUITO IMPORTANTE PARA SUA EXPANSÃO. A TRADICIONAL COMPANHIA AMERICANA INICIOU SEUS NEGÓCIOS NA CHINA, ONDE LANÇA 15 VEÍCULOS E 20 MOTORES NOVOS


Em sua estratégia de expansão na China, a Ford anunciou a sua entrada no negócio de caminhões pesados. A participação da Ford nesse segmento na China se dará por meio de uma aquisição do seu parceiro na região, a Jiangling Motors Corporation, criando uma base forte e já consolidada no mercado que mais cresce no mundo. A Jiangling Motors Corporation (JMC) vai adquirir 100% de participação da Taiyuan Changan Heavy Truck Company. 

O negócio será finalizado após a aprovação de autoridades governamentais chinesas. Para a Ford, a aquisição da JMC representa uma grande oportunidade de continuar a expansão dos negócios de veículos comerciais na China. Além dessa aquisição, a Ford vai lançar 15 novos veículos e 20 avançados motores na China até 2015 para acelerar o seu crescimento naquele mercado.

CAMINHÕES PESADOS E SEMIPESADOS VOLVO SÃO EXCELENTE OPÇÃO PARA O TRANSPORTE DOS PRODUTOS DE SUPERMERCADOS. OS POSSANTES DA VOLVO ESTÃO EXPOSTO NO RIOCENTRO ATÉ DIA 9



Líder no fornecimento de veículos comerciais, a Volvo tem uma oferta de caminhões pesados e semipesados que atendem com excelência a todas as necessidades do setor supermercadista. “Temos configurações do FH e do VM que são as melhores opções de transporte de produtos para supermercados”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo do Brasil.

As ofertas da marca para o setor podem ser conhecidas no estande da Volvo e de sua concessionária Treviso na Abad 2012, 32ª Convenção Anual do Atacadista Distribuir que está sendo realizada no Rio de Janeiro, de 6 a 9 deste mês, de agosto, no RioCentro.


Da indústria para os CDs (Centros de Distribuição), por exemplo, a Volvo tem uma excelente opção: o cavalo mecânico FH, com motor de 420cv, na configuração 6x2. “Com uma carreta furgão de três eixos, o FH é a combinação ideal para transportar este tipo de mercadoria, com rapidez e precisão necessários nos atuais esquemas logísticos”, diz Deonir Gasperin, engenheiro de vendas da Volvo do Brasil.

Esta é uma combinação indicada para fazer o transporte da fábrica para o CD porque oferece uma excelente relação volume-peso. “O FH é um caminhão consagrado no mercado brasileiro”, observa Daniel Mello, gerente de marketing da Volvo do Brasil. Disponibilidade, motores potentes que permitem cumprir os rígidos horários do setor, baixo consumo de combustível, conforto e segurança são alguns dos atributos deste caminhão.

Transporte fracionado
Para o transporte entre os CDs e as lojas ou para supermercados de menor porte, a Volvo oferece o VM 270cv 6x2, rígido. “Este caminhão tem tido uma grande aceitação no segmento supermercadista para transportar cargas industrializadas e de densidade variável, resultante do fracionamento que ocorre nestes trechos”, observa Gasperin. 


O VM é reconhecido no mercado também por sua excelente manobrabilidade e conforto e grande visibilidade. “Além do baixo consumo de combustível, que contribui decisivamente para diminuir o custo operacional da operação”, destaca o gerente.

“A logística do setor precisa de agilidade para garantir a entrega de milhares de diferentes itens com qualidade e segurança. Os caminhões Volvo FH e VM têm todos os atributos que o transportador de produtos de supermercado precisa. Temos uma linha bastante ampla de caminhões. Sempre teremos o produto correto para ofertar, independente das particularidades do setor”, conclui.


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