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sexta-feira, 12 de abril de 2013

BRASIL SE ARMA PELA METADE PARA A COPA: POLÍCIAS MILITAR E CIVIL DO RIO DE JANEIRO TERÃO "CAVEIRÕES" MAIS MODERNOS E MUITO MAIS RESISTENTES QUE OS BLINDADOS ATUAIS. EXÉRCITO COMPRA BLINDADO COM ARMAS ANTIAÉREAS USADAS, DA ALEMANHA, E NÃO ATENDE A EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA DA FIFA



 BOPE e do CORE receberão novos blindados para reforçar  segurança na Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos.
O grupo sul africano Paramont venceu a licitação para fornecimento de carros blindados para as Polícias Militar e Civil do Estado do Rio de Janeiro. 
Os novos ISV (sigla em inglês dos Veículos de Segurança Interna) ou caveirões como são conhecidos no Rio de Janeiro, são o modelo Maverick e serão usados no reforço da segurança na Copa do Mundo e na Olimpíada

O Exército adquiriu também um sistema de artilharia antiaérea alemão, composto por 34 carros de combate Gepard 
1A2 que pesam 47,5 toneladas, possuem 7,7 metros de altura e 3,7 de comprimento. 

Esses blindados são equipados com dois canhões Oerlikon de 35 mm, que trabalham em conjunto com um sistema de radares com campo de visão de até 15 km de raio e podem derrubar mísseis, aviões, helicópteros ou drones (aviões não tripulados) a até 15 km de distância e 3 km de altitude. 

“Pretendo estar com toda a tropa preparada e treinada para atuar com o novo sistema na abertura e no encerramento da Copa das Confederações e na visita do Papa, para garantir a segurança de quem estiver nos estádios”, disse o general Márcio Heise, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea.

A compra ao exército alemão inclui peças de reposição, suporte técnico, treinamento e transferência de tecnologia. 

Durante a Copa das Confederações e a visita do Papa, os blindados serão colocados em locais estratégicos em que possam ter visão de possíveis alvos e não ficarão "à vista do público.

Armas antiaéreas na Copa
É preciso deixar claro que a aquisição dos blindados antiaéreos não supre a necessidade do Brasil para a Copa. Os canhões não têm capacidade dara atingir alvos a até 15 km de altitude, uma das exigências da Fifa e as forças armadas brasileiras não possuem esse tipo de armamento.

Exceto o Brasil, todos os países que integram a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) têm armas para abater alvos a 15 km de altura, o que dá
 uma ideia da importância da artilharia de médio alcance. Na América Latina, nenhum país possui essas armas.


Caveirões com nome de automóvel
A escolha do Maverick deveu-se à sua alta mobilidade e resistência a ataques de armas de grosso calibre e de bombas. 

O Estado do Rio de Janeiro receberá esses veículos para uso das unidades especiais do BOPE (Batalhão de Operações Especiais), do Batalhão de Choque da Polícia Militar e do CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais), da Polícia Civil.

Os carros fabricados a partir de plataformas próprias - os atuais são adaptados de veículos comuns - possuem equipamentos modernos de transmissão que incluem rádios nos capacetes dos militares, os pneus são auto-infláveis e possuem ar condicionado.



PEUGEOT INICIA A VENDA DE SEU NOVÍSSIMO MODELO 208, NO BRASIL, AMANHÃ (13/4). QUEM DESEJAR COMPRAR UM CARRO NESTE FIM DE SEMANA DEVE PASSAR NUMA CONCESSIONÁRIA DA MARCA FRANCESA PARA CONHECER O HATCH QUE CHEGA AO PAÍS UM ANO DEPOIS DE LANÇADO NA FRANÇA. O PREÇO OSCILA ENTRE R$ 40 MIL E MENOS DE R$ 55 MIL, DEPENDENDO DA VERSÃO ESCOLHIDA. OS MOTORES OFERECIDOS SÃO 1.5 E 1.6 FLEX E ESTE ÚLTIMO SEM A CHATICE DO TANQUINHO PARA A PARTIDA A FRIO.


O Peugeot 208, veículo global e fabricado no Centro de Produção de Porto Real (RJ), do Grupo PSA Peugeot Citroën, chega, sábado, dia 13 de abril à rede de concessionários como um dos veículos mais modernos de seu segmento, oferecendo três anos de garantia e posto à venda de R$ 39.990,00 a R$ 54.690,00


Com o motor 1.5 L Flex, o 208 conquista a classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular”, do Inmetro. O modelo também é oferecido com o propulsor 1.6 L Flex Start, que dispensa o uso do tanquinho de gasolina para partida a frio. 


Disponível em três versões de acabamento e duas opções de motorização, o novo modelo dispõe de uma série de atributos para se destacar frente aos concorrentes. 


Classificado no segmento B Premium, o 208 traz de série itens como ar condicionado, vidros e travas elétricas, direção elétrica progressiva, air bag duplo, freios ABS, computador de bordo e lanternas com LEDs, desde sua versão de entrada de gama.



Um ponto de destaque é o volante de dimensões reduzidas (10% menor comparado ao do 207, que tem 37 cm de altura), com base achatada e em posição mais baixo.

Outro é um novo conceito de posto de condução do veículo, que coloca o motorista em uma posição diferente daquela usualmente conhecida: o painel de instrumentos elevado permite que a leitura das informações seja feita por cima do volante.


A partir da versão intermediária, o 208 já oferece itens exclusivos como a central multimídia toutchscreen, que permite uma conectividade intuitiva e integra sistema de navegação GPS, o teto panorâmico de vidro, que amplia a luminosidade e a sensação de espaço no interior do veículo, além de faróis de neblina e volante em couro. 


A versão topo de gama inclui, ainda, luz diurna com LEDs, ar condicionado bi-zone, rodas de liga leve 16” e sensores de estacionamento, de chuva e crepuscular (à versão equipada com câmbio automático, adicionou-se paddle shifters).

Os preços partem de R$ 39.990, na versão Active, a intermediária, Allure, custa R$ 45.990. A versão Griffe, topo de gama, tem dois preços: R$ 50.690, do carro com câmbio manual, e R$ 54.690, com câmbio automático. A garantia total é de três anos e a marca oferece revisões 
durante esse período, a cada 10 mil quilômetros rodados ou 1 ano de uso, o que ocorrer primeiro.



No caso das versões equipadas com o motor 1.5l Flex (Active e Allure), que garantiu ao modelo a classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, do Inmetro, o custo total das três primeiras revisões é de R$ 810 (R$ 220 a primeira, R$ 370 a segunda e R$ 220 a terceira), o mais baixo da categoria.



Na versão Griffe, que recebe o propulsor 1.6l Flex Start (dispensa o uso do tanquinho de gasolina para partida a frio), a primeira revisão sai por R$ 250, a segunda por R$ 390 e a terceira por R$ 250, totalizando somente R$ 890. 


Assim, também nesse caso, o 208 se posiciona entre os mais baratos quando o assunto é custo de manutenção. Vale destacar, ainda, que os preços das revisões são fixos.

Os benefícios agregados ao novo modelo avançam com o Peugeot Assistance. No decorrer do período de garantia do modelo, o cliente dispõe de assistência gratuita, 24 horas por dia, sete dias na semana.




Para completar, o Peugeot 208 está posicionado entre os três melhores índices de reparabilidade de sua categoria no CAR Group, o estudo promovido pelo CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) que classifica modelos de uma mesma categoria a partir da realização de crash-tests dianteiro e traseiro, afim de indicar os veículos que apresentam menor tempo e o mais baixo custo para reparo.


Baseado numa proposta inovadora, o 208 reinterpreta o prazer de condução apoiado em três eixos: design que combina dinamismo e elegância, experiência de condução, marcada por uma arquitetura interior totalmente repensada, e tecnologia, expressada pela oferta de equipamentos antes encontrada somente em segmentos superiores. 



Para criar um automóvel capaz de seduzir uma grande variedade de clientes em todo o mundo com expectativas em constante mudança, não bastava uma simples remodelação. 

Dessa forma, o projeto de concepção do hatchback 208 recebeu, desde o início, a especificação mais ousada já estabelecida pela Peugeot para desenvolver um veículo que deve representar um salto de geração no segmento B (carros compactos). 


A marca não hesitou, contudo, em reconsiderar diferentes princípios estabelecidos com o propósito de reinventar os códigos nos quais os ícones 205, 206 e 207, por exemplo, se baseiam para criar este que é agora o herdeiro natural da série 200, que vendeu mais de 15 milhões de unidades no mundo em 30 anos, sendo quase 600 mil no Brasil desde 1999.


Apoiada na estratégia de internacionalização cada vez maior de suas operações, a Marca decidiu pelo desenvolvimento e produção do 208 no Centro de Produção de Porto Real (CPPR), no Sul Fluminense, apenas um ano após seu lançamento mundial na Europa. 

As unidades fabricadas no Rio de Janeiro irão abastecer o mercado nacional e a Argentina de forma prioritária, além de parte da região da América Latina. Como um veículo global, o Peugeot 208 sai também das linhas e montagem de Poissy (França) e Trnava (Eslováquia). 


A concepção do 208 durou três anos e foi realizada em paralelo com a França. Foram consideradas as necessidades do mercado e dos clientes brasileiros desde o início do desenvolvimento na Europa.


Cerca de 780 colaboradores do País participaram do projeto, que contou com o investimento de R$ 800 milhões, parte dos R$ 3,7 bilhões injetados no país pelo Grupo PSA Peugeot Citröen entre 2010 e 2015. 


Com o 208, a Peugeot completa a renovação de sua gama de veículos no Brasil, que em 2010 iniciou uma forte ofensiva comercial que contabiliza nada menos que oito lançamentos (3008, 408, RCZ, 408 THP, 308, 508, 308 CC e 308 THP).


Baseada em quatro eixos da gama de produtos – Compactos, Médios, Premium e Utilitários – o 208 se apresenta como uma dos mais importantes peças da estratégia de atuação da marca.

PREÇOS
208 ACTIVE: R$ 39.990,00
208 ALLURE: R$ 45.990,00
208 GRIFFE (manual): R$ 50.690,00
208 GRIFFE (automático) R$ 54.690,00.




LUIZ FACCO E VINÍCUS CASTRO VENCEM ETAPA DO RN 1500 E COLOCAM A EQUIPE ACELERA SIRIEMA NA LIDERANÇA


O piloto Luiz Facco (SP) e o navegador Vinícius Castro (BA), da Equipe Acelera Siriema, foram os vencedores da segunda etapa do RN 1500, que nesta quinta-feira, 11, largou de Currais Novos e chegou a Mossoró, no Rio Grande do Norte. 



A dupla cravou o melhor tempo na geral, quando completou o trecho cronometrado de 155 quilômetros em 2h09m16s, e ainda, assumiu a liderança da categoria Pró Brasil.

O desafio do dia foi enfrentar um total de 263 quilômetros. E não foi um dia nada fácil. As duplas tiveram um percurso de trilhas seletivas, com trechos de trial no Seridó (Sertão de Pedras) e uma navegação que confundiu os competidores.

"Andamos bem forte hoje e esta Especial do segundo dia muito me agrada, tanto que é o terceiro ano consecutivo que estamos vencendo esta etapa no RN. Foi importante chegar na frente e, ainda, assumir a liderança da categoria", diz o piloto Facco.


O navegador Castro descreve a dificuldade do dia: "Eram muitas referências na planilha e, isto confundiu vários competidores, teve também estradinhas, descampados, mas superamos o desafio de mais uma etapa. A vitória do dia foi mérito do Facco."

Na primeira etapa (10/4), a dupla precisou driblar um pneu furado e, ainda, o macaco quebrou na hora da troca, quando Facco e Castro perderam preciosos minutos e chegaram em segundo lugar na categoria. 


O objetivo desta quarta-feira foi fazer uma corrida de recuperação e a dupla conseguiu, agora enfrenta mais duas etapas, até sábado (13), quando rali termina na capital potiguar.

Nesta sexta-feira (12), a caravana do RN 1500 parte rumo a São Miguel do Gostoso, com percurso total de 301 quilômetros, sendo 137 de trechos cronometrados. 



Na terceira etapa as duplas seguem em direção às praias, com trechos bem rápidos, trilhas de areia e belas paisagens no percurso. 

A 16ª edição do RN 1500 é composta por quatros etapas com um total de mil quilômetros e cerca de 600 de Especiais. Participam da competição motos, quadriciclos, UTV´s e carros.

A Equipe Acelera Siriema tem o patrocínio da Gonçalves S/A Indústria Gráfica, Yokohama e apoio da Victoria Qualidade, Fontoura Dias e Acelera Siriema Rally.
Resultado 2ª etapa - Cinco primeiros Geral (11/4/2013)
1) Luiz Facco/Vinícius Castro, 2h09min16seg (Pró Brasil)
2) Davison José/Glauber Fontoura, 2h11min00seg (T1)
3) Regis Braga/Ana Carolina Braga, 2h11min42seg (SProduction)
4) Gunter Hinkelmann/Weidner Moreira, 2h12min05seg (SProduction)
5) Mauro Guedes/Neurivan Calado, 2h12min17seg (Pró Brasil)

Programação 12/04/13 - 3ª Etapa
7h. - largada - Mossoró - São Miguel do Gostoso
Dia - 301,57 km - Prova Especial - 137,70 km
20h. - Briefing.



ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL É UM DOS ITENS QUE O COMPRADOR DE UM CARRO LEVA EM CONTA, EM FUNÇÃO DO ALTO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS. SEIS MODELOS RENAULT APRESENTAM NOTA A NO PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM VEICULAR

Os modelos da Renault saem de fábrica com o adesivo do PBEV comprovando a classificação A.
Novo Clio, Logan, Sandero, Duster, Fluence e Kangoo Express saem de fábrica co m nota “A” avaliados pelo “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular” (PBEV), elaborado pelo Inmetro, com a parceria do Conpet - programa do Governo Federal, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, executado com apoio técnico e administrativo da Petrobras.

O luxuoso Fluence, apesar do motor de 140 cv, atinge a média de consumo cidade/estrada de 12,25 km/l. 

A Renault se destaca entre as marcas de veículos nacionais com seis modelos classificados no menor nível de consumo de combustível. 

A exemplo do que ocorre com os eletrodomésticos no consumo de energia elétrica, os consumidores também podem ficar informados sobre o nível de consumo de combustível de cada veículo e podem comparar com outros modelos da mesma categoria. 

As versões que obtiveram nota máxima no “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular” são: 
Novo Clio - Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Power (categoria “Sub Compacto”), 

Sandero - Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex (categoria “Compacto”), 

Logan – Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex (categoria “Médio”), 

Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex – câmbio manual - (categoria “Grande”), 

Duster Dynamique 4x4 2.0 16V Hi-Flex (“Fora-de-Estrada”) e 

Kangoo Express 1.6 16V Hi-Flex (“Comercial Leve”).

O trabalho da equipe do Renault Tecnologia Américas (RTA) - moderno centro de engenharia certificado pelo Inmetro, o qual conta com mais de 600 profissionais, para desenvolvimento de produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano – em projetos de veículos mais econômicos e menos poluentes, está sendo evidenciado com o ótimo desempenho da marca no “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular”.


O Novo Clio foi lançado no Rio de Janeiro, evento que o Blog cobriu. O carro agradou de primeira. E a economia foi um dos itens que chamou a atenção.

Novo Clio Authentique e Expression
1.0 16V Hi-Power
O modelo obteve nota “A” na categoria Subcompacto, tanto na versão de entrada como na equipada com ar-condicionado e direção hidráulica, se posicionando como o mais econômico do seu segmento.

Novo Clio 
Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Power
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
9,5
10,7
Gasolina (km/l)
14,3
15,8
*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada sem acionamento do ar condicionado.

Sandero - Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex - O hatch compacto moderno, com design, dinamismo e robustez está ainda mais seguro. A linha 2013 conta com freios ABS e airbags duplos de série nos na versão Expression.

Sandero - Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
8,4
9,2
Gasolina (km/l)
12,9
13,8
*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada com modelo sem ar condicionado.

Logan – Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex
Reconhecido pelo amplo espaço interno e porta-malas com capacidade para 510 litros, o Logan foi classificado com nota “A” no PBEV entre os modelos da categoria médio.

Logan - Authentique e Expression - 1.0 16V Hi-Flex
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
8,4
9,2
Gasolina (km/l)
12,9
13,8
*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada com modelo sem ar condicionado.

Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex – câmbio manual
É mais um modelo que traz na bagagem o objetivo da Renault de reduzir os níveis de consumo de combustível e de emissões.

Fluence Dynamique 2.0 16V Hi-Flex – câmbio manual
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
6,8
9,2
Gasolina (km/l)
10,2
14,1

*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada com acionamento do ar condicionado.

Duster Dynamique 4x4 2.0 16V Hi-Flex
O modelo se destaca entre poucos SUVs classificados com nota A. O Duster  Dynamique reúne conforto, espaço, sofisticação e a valentia de um verdadeiro 4x4.

Duster Dynamique 4x4 2.0 16V Hi-Flex
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
6,1
7,2
Gasolina (km/l)
8,9
10,2
*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada com acionamento do ar condicionado.

Kangoo Express 1.6 16V Hi-Flex
O utilitário comercial leve não apenas atende as necessidades nos afazeres do dia a dia, mas também se apresenta como ótima opção de transporte e redução de custos para as empresas.

Kangoo 
Express 1.6 16V Hi-Flex
cidade
estrada
Etanol (Km/l)
6,1
7,4
Gasolina (km/l)
9,0
10,9
*Dados segundo tabela do Inmetro. Medição realizada com modelo sem ar condicionado.


Programa
Coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), em parceria com o Conpet, o “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular”, do qual a Renault participa voluntariamente desde o início em 2009, permite que os consumidores conheçam a eficiência energética dos carros comercializados no Brasil.

Essa identificação é feita  pela etiqueta afixada nos veículos, que classificam os resultados obtidos, com notas que variam de “A” (melhor classificação) até “E” (menor eficiência energética). Existem 10 categorias em função do tamanho (área projetada no solo) e do tipo do veículo (características de utilização).

De acordo com as regras atuais do Inmetro, no mínimo 50% dos MMMT (Marca, Modelo, Motor e Transmissão) dos modelos de cada marca deve participar do Programa. Os critérios de avaliação variam e levam em conta peso, cilindrada ou tamanho do veículo.

Mais informações sobre o “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular”, elaborado pelo Inmetro, com a parceria do Conpet, assim como, os valores de eficiência energética e as respectivas classificações dos modelos, de acordo com as suas respectivas categorias, podem ser obtidos no site: http://www.conpet.gov.br/consultacarros/

quinta-feira, 11 de abril de 2013

UM DOS ASSUNTOS QUE SEMPRE VOLTA À BAILA NA IMPRENSA É O DOS LUCROS DAS FÁBRICAS DE AUTOMÓVEIS. NA VERDADE, É UM GRANDE NEGÓCIO VENDER CARROS NO BRASIL E A ENTRADA DE NOVOS FABRICANTES MOSTRA ISSO. MAS, A CONCORRÊNCIA "ESTRANGEIRA" JÁ CAUSOU UMA REDUÇÃO DAS VENDAS DAS CHAMADAS FÁBRICAS BRASILEIRAS. O TEMA É TRATADO PELO NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON

Alta Roda 

Nº 728 —  10/4/13 

Fernando Calmon

GANHA-SE MUITO OU POUCO? 

Conhecidos os resultados consolidados da indústria automobilística, em março, que a Anfavea divulga todos os meses, poucos atentaram a um pormenor estatístico. 

Pela primeira vez, as quatro maiores marcas – Fiat, Ford, GM e VW – alcançaram 68,6% dos automóveis e comerciais leves comercializados. 

Ou seja, ainda representam pouco mais de dois terços das vendas, mas pela primeira vez abaixo de 70%.

Não é tão incomum, em outros países, as quatro maiores marcas dominarem cerca de dois terços do comércio interno, ao contrário do que muitos pensam. 

Japão e Índia são dois exemplos. Ou seja, a concorrência aqui é feroz e as quatro maiores tendem a perder participação de forma mais acelerada.

Esse surto de novas marcas vem em razão do rápido crescimento das vendas no Brasil, quarto maior mercado mundial e quase quatro milhões de unidades (com caminhões e ônibus) ao fim de 2013. Isso significou lucros crescentes, mas desalinhados do resto do mundo?

Segundo Carlos Gomes, presidente da PSA Peugeot Citroën Brasil e América Latina, cerca de 70 milhões de veículos leves produzidos no mundo, em 2012, deixaram lucro aproximado de US$ 50 bilhões. 

Desse total, US$ 18 bi foram ganhos na América do Norte; US$ 17 bi, na China; US$ 4 bi, na América Latina; US$ 2 bi, na Europa e US$ 9 bi no resto do mundo. 

Nossa região representou 8% das vendas e 8% dos lucros. América do Norte, 22% e 36%, respectivamente. Quem está mal mesmo é a Europa: 22% e apenas 4%.

Nos EUA há grandes distorções. Picapes e SUVs (45% das vendas) lá são considerados caminhões leves. 

Mas as margens são até quatro vezes maiores do que as de automóveis, o que não se considerou em pesquisa atribuída à consultoria IHS e ao Sindipeças. 

Pormenor: nos EUA não há importação de picapes, pois, o imposto tem alíquota de 25%, cerca de 10 vezes superior ao de automóveis, desproporcionalidade única no mundo. Em carros ganha-se um tantinho e em picapes/SUVs, um tantão...

Outro estudo recente, do Instituto de Planejamento Tributário, comparou preços com e sem impostos de algumas mercadorias nos EUA, Itália e Brasil. 

Claro, aqui tudo muito mais caro. Escolheram o Corolla entre os automóveis, mas só o confrontaram com os EUA, alegando ser modelo indisponível na Itália. 

Poderiam ter elegido o Focus, vendido nos três continentes. Será porque, sem impostos, a diferença de preço é pequena, ao contrário dos itens pesquisados?

De qualquer forma o cenário obrigará a diminuir a defasagem dos lançamentos, com impactos sobre rentabilidade. 

O site inglês just-auto chama a atenção de que mercados emergentes desejam comprar logo os carros expostos todos os dias na internet. 

E citou o caso da Honda, que decidiu descentralizar desenvolvimento e compras já a partir do novo Fit, abreviando seu lançamento aqui, em 2014. Até afirmou que a filial duplicará o número de engenheiros no País.

É o caso também da Fiat. Em Pernambuco, produzirá crossover utilitário e picape média dele derivado, já em 2015. 

Em 2016, versão utilitária para a marca Jeep e sedã médio baseado no Dodge Dart/Fiat Viaggio. Para Minas Gerais, ficará o subcompacto sucessor do Mille, em 2015. Tudo com forte participação técnica de brasileiros para agilizar.

RODA VIVA 

DIMINUIÇÃO de importações e recuperação de estoques fizeram do mês passado o melhor março da história: 319 mil unidades, de todos os tipos, produzidas. 

No primeiro trimestre a recuperação da produção, em relação a 2012, foi de 12%. Até dezembro, Anfavea espera que as fábricas produzam mais 4,5% sobre 2012, apesar de exportações fracas.

QUANTO às vendas, o presidente da associação (em fim de mandato), Cledorvino Belini, acredita que o ano será bom. Mas preferiu manter, por enquanto, previsão de crescimento de 3,5% a 4,5%, mesmo com dois aumentos de IPI cancelados até o fim do ano. Chegou a admitir 5% de avanço em 2013. Comportamento do PIB será decisivo para os resultados.

MERCEDES-BENZ deu uma guinada com novo Classe A, em versões de R$ 99.900 e R$ 109.900. 

De pequeno monovolume passou a hatch de estilo arrojado e coeficiente aerodinâmico dos melhores (Cx de 0,27). Interior cresceu: entre-eixos generoso de 2,69 m. 

Bancos dianteiros de encosto alto e alavanca seletora de câmbio na coluna de direção agradam.

MOTOR turbo 1,6 L/156 cv tem ótimo torque de 25,5 kgf∙m, entre 1.250 e 4.000 rpm. Casa à perfeição com câmbio automatizado de dupla embreagem, sete marchas. Interessante função aciona o freio de estacionamento ao se pisar com firmeza o pedal de freio, quando em marcha-lenta. Faltam GPS e faróis de neblina, justo na versão mais cara (de série, na de entrada).

UNIÃO Europeia deve rever ciclos de teste de consumo de combustível em laboratório. Números otimistas demais e difíceis de reproduzir na prática, em especial modelos híbridos. 

Provavelmente vão optar por correção linear dos valores, como aconteceu nos EUA e no Brasil, pois novo ciclo foi adotado há pouco mais de quatro anos. ____________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

VOCÊ SABIA QUE ....

... A VOLVO GANHOU ESTE ANO DOIS PRÊMIOS LÓTUS: FOI ELEITA A "MARCA DO ANO" DE CAMINHÕES PESADOS E O VOLVO FH CONQUISTOU O PRÊMIO DE "CAMINHÃO PESADO DO ANO", PELA QUARTA VEZ


A Volvo foi reconhecida pela segunda vez consecutiva como a “Marca do Ano” em caminhões pesados no Prêmio Lótus, tradicional premiação na área de transportes comerciais realizada pela Editora Frota, grupo editorial que publica a revista Frota&Cia. O Volvo FH 460cv 6x2 foi o ganhador da categoria “Caminhão pesado do ano”.


O modelo foi o caminhão pesado mais vendido no Brasil no ano passado, registrando 4.518 unidades, de acordo com levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), adotado pelos organizadores do Prêmio. É a quarta vez consecutiva que o FH lidera a venda de pesados no País.

“Nosso compromisso é oferecer caminhões robustos, de baixo consumo de combustível e alta tecnologia, que ofereça mais eficiência e o que há de mais inovador no mercado de transportes comerciais”, declara Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.

“O FH 460 é líder em seu segmento e conquistou o transportador brasileiro por seu baixo consumo de combustível, alta performance e grande disponibilidade”,afirma Bernardo Fedalto, diretor de Caminhões, no Brasil.

O antecessor do FH 460cv, o FH 440cv, já havia ganho o Prêmio Lótus na categoria “O Caminhão Pesado do Ano” nos três anos anteriores. 


O FH 460 é produzido no complexo industrial da Volvo em Curitiba, no Paraná, Sul do Brasil. É o mesmo veículo fabricado nas unidades fabris da Europa, um dos mais exigentes mercados do mundo. “A Volvo sempre se preocupou em trazer para o Brasil o que há de melhor em caminhões”, diz Fedalto.

O Prêmio Lótus é a mais antiga premiação brasileira do transporte comercial, completando este ano 20 edições ininterruptas.



MECÂNICOS DE TODA A AMÉRICA LATINA CUMPRIRAM A PRIMEIRA ETAPA CONTINENTAL VISTA 2013, COMPETIÇÃO DE PÓS-VENDA DA VOLVO. A FINAL SERÁ EM JUNHO, NA SUÉCIA




Cerca de 80 mecânicos e mecatrônicos de concessionárias de caminhões e ônibus da Volvo do Brasil e de vários países da América Latina participaram hoje, 10 de abril, em Curitiba, da etapa continental do Vista 2013, a maior competição mundial de pós-venda do Grupo Volvo. 

Maratona global da marca que já soma mais de 50 anos, o Vista é o maior programa de treinamento de seu gênero no mundo. Seu principal objetivo é aprimorar, por meio de provas práticas e teóricas, a capacidade técnica dos mecânicos, bem como do pessoal das áreas de peças de reposição, garantia e administradores.

Nesta etapa latino-americana, 12 equipes brasileiras e sete da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela disputarão durante dois dias esta semifinal da competição. 

Os vencedores disputarão a final, de 24 a 28 de junho, em Gotemburgo, na Suécia, sede mundial do Grupo Volvo. Neste ano, 16 mil participantes de 85 países formaram 4.396 equipes, um número recorde em toda a história da competição. 


O Brasil é o país com maior número de funcionários, com 2.219 pessoas distribuídas em 586 equipes. Os países hispânicos da América Latina participam com 148 equipes e 531 funcionários.

“O Vista proporciona aos nossos mecatrônicos e funcionários da rede de concessionários uma grande oportunidade para melhorar ainda mais suas competências e demonstrá-las em um cenário global. Quem ganha é o transportador, que tem à disposição técnicos cada vez mais atualizados, eficientes e ágeis”, diz Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.

O Vista (Volvo International Service Technical Association) é realizado atualmente em uma série de etapas em cinco continentes. Os técnicos e mecânicos participam de provas para resolver problemas teóricos e práticos e reparar eventuais defeitos que ocorrem nos veículos. 

“Já temos um alto nível de competência na área de serviços. O Vista contribui decisivamente para os mecânicos e os funcionários de serviços se atualizarem e se aperfeiçoarem”, destaca Rogério Rôa, gerente de desenvolvimento de concessionárias da Volvo na América Latina e responsável pela etapa latino-americana da maratona.

Na edição passada, a equipe da concessionária Dicave, de Araquari, em Santa Catarina, e duas equipes do Chile e do México representaram a América Latina na final, na Suécia.

O ABS QUE O BRASIL SÓ EXIGIRÁ NOS CARROS EM 2014, A EUROPA ESTÁ DETERMINANDO SUA OBRIGATORIEDADE EM MOTOCICLETAS, EM 2016

O ABS, um sistema que impede o bloqueio das rodas durante uma frenagem e inclusive permite que se faça uma curva freando, elevando a segurança do veículo, será equipamento obrigatório nas motos, a partir de 2016, na Europa, por determinação do congresso europeu.

No Brasil, essa exigência - que na Europa está em vigor há anos, para carros e caminhões - só em 2014, será aplicada em carros e caminhões. 

Ou seja, vai morrer ainda muita gente até que o Congresso Nacional estenda o uso do ABS aos veículos motorizados de duas rodas, o que devia ter feito quando aplicou essa exigência para os carros. Aqui, apenas 1% das motocicletas estão equipadas com o ABS. 


Uma lei promulgada pela União Europeias  partir de 2016, os sistemas antibloqueio de frenagem (ABS) serão incluídos como equipamento original para um número maior de motos na União Europeia. 

No início de março, a Europa aprovou visando reduzir o número de acidentes de trânsito. Só em 2011, cerca de 5 mil motociclistas morreram nas estradas europeias. 

"A utilização do ABS pode impedir mais de um quarto dos acidentes de moto com danos pessoais", revelou Gerhard Steiger, presidente da Divisão Chassis Systems Control da Bosch, baseado num estudo sobre acidentes realizado pela empresa.

A Bosch fabrica o sistema antibloqueio de frenagem para motos desde 1994 e já vendeu cerca de 750 mil sistemas, até hoje. 

Em 2010, a empresa lançou uma geração de ABS projetado especificamente para motos e, desde então, vem trabalhando no desenvolvimento continuo de funções adicionais que visam melhorar o desempenho do sistema. 


Também em 2010, a Associação Automobilística da Alemanha (ADAC) concedeu o prêmio "Yellow Angel" para a Bosch, na categoria "Inovação e Meio Ambiente" pela contribuição do sistema ao aumentar a segurança dos motociclistas.

Mais segurança 
De acordo com a nova legislação da UE, será obrigatório instalar um sistema antibloqueio de frenagem em todas as motos que tenham motorização superior a 125 cc. 

A partir de 1° de janeiro de 2016, a lei será aplicada em motos que tenham recebido a consequente homologação e, a partir de 2017, em todos os modelos.


Além disso, será exigido que veículos de duas rodas, com motorização de acima de 50 cc até 125 cc, tenham ABS ou pelo menos sistema de frenagem combinado (CBS - Combined Brake System). 

Esse sistema trabalha com os freios dianteiro e traseiro mecanicamente, que desacelera ambas as rodas durante a frenagem. 

Essa solução, todavia, não regula a pressão do freio - o que significa que as rodas ainda podem travar. Após a ratificação pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho de Ministros da União Europeia, a norma já foi publicada no Diário Oficial e está oficialmente em vigor.

Solução para todas as motocicletas
Desde 2010, a Bosch tem fabricado o que, até agora, é o menor e mais leve sistema antibloqueio de frenagem para motocicletas do mundo. 

Essa versão do ABS geração 9 está disponível para diversos modelos de motos graças ao seu projeto modular padronizado, que possibilita oferecer soluções sob medida para as necessidades de cada fabricante.

O ABS 9 light é a versão de entrada, que garante o controle de frenagem antibloqueio da roda dianteira, tornando-o ideal para motos de baixo custo que têm apenas um canal de frenagem hidráulica, muito comum nos mercados em desenvolvimento.

A família de produtos também inclui o ABS 9 base, que oferece funcionalidade ABS em ambas as rodas, o ABS 9 plus e o ABS 9 enhanced com a função eCBS (CBS eletrônico) adicional. 

Com essa opção, o motociclista aciona o freio dianteiro ou o traseiro e o ABS 9 enhanced ativa automaticamente o segundo freio sem qualquer necessidade de ajuste da alavanca de freio ou pressão.


O ABS reduz o espaço de frenagem, evitando muitas vezes acidentes graves.

Mercado brasileiro
Segundo pesquisa realizada pela Bosch, com base em estatísticas de vendas, no Brasil apenas 1% das novas motocicletas vendidas entre janeiro e dezembro de 2012 saíram de fábrica equipadas com os freios ABS. 

Entre essas, nenhuma moto com menos de 250cc, que representa mais de 90% de participação de mercado possui ABS. Porém, em 2012, 41% dos carros novos registrados já contavam com ABS.

Segundo estudo realizado pelo Banco de Dados de Acidentes da Alemanha, o GIDAS, 47% dos acidentes com motos são causados por frenagem equivocada ou hesitante. 

O ABS resolve este problema e permite uma frenagem mais segura e eficiente. Diversos estudos científicos comprovam que o ABS é o sistema com mais alto potencial de segurança.

O Brasil é o maior mercado de motos na América Latina e também líder em termos de tecnologia automotiva e de motocicleta, mas nem por isso esse sistema foi obrigatoriamente integrado aos equipamentos de série desses veículos.



FIAT CONQUISTA TRÊS CATEGORIAS DO PRÊMIO LÓTUS 2013, FIORINO E DUCATO GANHAM PRÊMIOS


Na edição 2013 do conceituado Prêmio Lótus, a Fiat Automóveis venceu em três categorias. O Fiat Fiorino levou o título de campeão em “Furgão Leve do Ano”, enquanto o Fiat Ducato venceu nas categorias “Furgão do Ano” e “Van do Ano”. 


Referência no setor há 20 anos, o Prêmio Lótus, realizado pela editora Frota, da revista Frota & Cia, destaca anualmente as marcas e veículos mais vendidos do País.

Com 14.318 unidades comercializadas durante o ano de 2012, o Fiat Fiorino chegou em primeiro lugar em sua categoria pelo 20º ano consecutivo. 

Sua versatilidade nas aplicações do pequeno comércio, dos estabelecimentos de serviço e na frota de grandes empresas garantem ao modelo mais um ano na liderança de vendas no seu segmento. 

Além disso, o baixo custo de manutenção do Fiorino e o seu valor de mercado contribuem para o seu excelente custo-benefício.

Com muito conforto e segurança, o Fiat Ducato conta com uma ampla gama de versões para atender tanto o transporte de cargas como de passageiros. 

Entre as versões de carga, o Ducato foi premiado pela 11ª vez como o “Furgão do Ano”. Já as versões de passageiros garantiram ao Ducato o 7ª título de “Van do Ano”.

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