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sexta-feira, 24 de abril de 2015

PASSAGEIROS GAÚCHOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE VÃO TER UMA MELHORIA DOS TRANSPORTES PÚBLICOS COM A ENTRADA EM CIRCULAÇÃO DE 21 NOVOS ÔNIBUS IVECO VENDIDOS À TRANSCAL


Recém-chegada ao Brasil, onde fez sua estreia oficial na Fetransrio, em novembro de 2014, a Iveco Bus, divisão de ônibus da CNH Industrial, anuncia a venda de 21 unidades do chassi 170S28 para a Transcal, empresa de transporte de passageiros do Rio Grande do Sul. 

Do total entregue, seis unidades serão para transporte urbano, com carroceria Neobus MegaPlus, e 15 para fretamento, usando carroceria Neobus New Road.

A Transcal já possui 20 veículos Iveco e transporta aproximadamente 50 mil passageiros por dia na Região Metropolitana de Porto Alegre. 

"O fechamento do negócio é a confirmação de que temos um produto de alta qualidade, pronto para atender o setor de transportes. Continuamos investindo para oferecer um veículo moderno, confiável e com a durabilidade comprovada para atuar nesse segmento", afirma Humberto Spinetti, diretor de negócios de Ônibus e Veículos de Defesa da Iveco para a América Latina.


Projetado e fabricado no Complexo Industrial da Iveco, em Sete Lagoas (MG), o modelo de 17 toneladas chega para atender demandas de aplicações para transporte urbano e intermunicipal. 

O veículo passou por mais de 1,2 milhão de quilômetros em testes realizados pela Iveco para validação dos componentes e constatação da disponibilidade de uso do chassi. 

Além disso, o 170S28 rodou, em condições reais de uso, 600 mil quilômetros na fase de testes com transportadoras.

Chassi 170S28
O chassi 170S28U apresenta evoluções tecnológicas para oferecer ao cliente a garantia de um produto robusto. 

Com um reforço estrutural, o projeto foi pensado para dar resistência extra ao veículo nas aplicações urbanas e de fretamento, facilitando a manutenção e diminuindo, por exemplo, o tempo de treinamento dos funcionários que farão a revisão dos ônibus.

A força do modelo da Iveco Bus deve-se ao motor N67, da FPT Industrial, com seis cilindros em linha. 

O propulsor de 6,7 litros, com sistema SCR, atende as normas do Proconve-P7 e é capaz de gerar potência máxima de 280 cv, a maior do segmento. 

O torque chega a 950 Nm, já disponíveis na faixa de 1.250 a 1.950 rpm. 

A curva plana de torque e a grande disponibilidade de força em baixas rotações garante, de uma só vez, mais economia de combustível e mais conforto para o motorista, evitando constantes trocas de marchas.

Desenvolver um veículo de transporte de passageiros envolve tecnologia avançada para garantir conforto e bem-estar a bordo. 

O chassi 170S28 foi projetado também com esse foco. 

A transmissão utilizada é ZF, manual, de seis marchas, com escalonamento compatível com as operações urbanas e rodoviárias. 

O sistema permite uma condução mais suave e melhor desempenho operacional, sem deixar de lado a economia de combustível.

Para mais informações da Iveco, visite www.iveco.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com

ANTIGOMOBILISMO LEVA DEZENAS DE COLECIONADORES A BRASÍLIA. NOVO JETTA JÁ ESTÁ NAS CONCESSIONÁRIAS POR R$ 69.990, NA VERSÃO TRENDLINE. A SEDE DA FCA SAIU DA ITÁLIA PARA A HOLANDA. ATENÇÃO: TROCA INCENTIVADA PELA CAOA DE TUCSONS POR NOVOS HYUNDAIS SÓ VALE SE A SUV FOR 2012 E AUTOMÁTICA.



Coluna nº 1.715 - 24 de Abril de 2015

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Alfa e Dodge, os 
bons eventos monomarca

Encontros antigomobilistas têm vertentes variadas. 

Veículos por origem, como nacionais ou importados; de produção geral; 
mesclando antigos e mais novos; 
outros com participantes originais, nem tanto, ou até hots, street rods

E mono marca reunindo apenas os fabricados sob o mesmo guarda-chuva empresarial. 

Quer dizer, um encontro de GMs pode receber Cadillacs, Oldsmobiles, Pontiacs, como um Chrysler significa abrigar desta linha e mais Dodges, Plymouths, De Sotos, Jeeps ...

Dois bons eventos de marca ocorreram nos últimos dias. 

Em ambos, características comuns: organização correta, superando as expectativas dos esforços de amadores entusiasmados; boa presença com veículos variados e de qualidade superior, filtro natural pelo gosto às marcas e, dado de extrema importância, entrosamento familiar no clima de camaradagem e nas festividades paralelas às exposições. 

Outros pontos comuns, informalidade operacional – os grupos não existem formalmente -, premiação por originalidade, escolha dos presentes, e láureas para esforço, como o participante conduzindo de ponto mais distante, patrocínio de produtores de óleo lubrificante, presença de visitantes referenciais nas marcas, e apoio do Museu Nacional do Automóvel, ao final oferecendo o troféu "Pátina do Tempo", aos veículos com mais de 30 anos de produção e menores intervenções.

Pentastar
A estrela de cinco pontas é o símbolo da Chrysler e seus adeptos em Brasília entenderam fazer um primeiro encontro. 

Coisa corajosa, quase um salto no escuro, do zero ao topo. 

Deu certo, desde o local, o histórico Brasília Palace Hotel – recebendo colecionadores locais e os visitantes; patrocínio dos lubrificantes Mobil; e a concessão da Mopar – divisão de peças e acessórios da Chrysler – permitindo usar sua marca e logo no I Mopar Centro-Oeste.

O amplo leque de produtos envolveu maioria de Dodges fabricados no Brasil, com pioneiro Coupé 1970, primeiro a ser vendido na capital, único dono; rara versão SE – por dois anos a de menor preço; muitos Charger R/T; Sedans, Coupés; os menores Dodge 1800 e Polara; picapes D 100; e presença de importados insólitos como Polara conversível de 1961; Dodge Super Bee; e sedan Chrysler Imperial, colecionadores vindos de Goiânia, Anápolis e a referencial presença do colecionador carioca José Zembrod, possuidor de pinçados modelos e versões de baixa produção.


Presença de 63 veículos. Um observador disse ter contado 1.514 visitantes – 14 na primeira vista e uns 1.500 dispersos, explicou... 



Dodges em Brasília 

Il Biscione
Em italiano, se traduz por cobra grande e faz parte do emblema da Alfa Romeo, mescla das armas de Milão, onde a marca surgiu, e da família Visconti, da mesma cidade. 

A grande cobra engolindo um homem simboliza a vitória dos cristãos sobre os muçulmanos, durante as Cruzadas. 

Biscione é cariocamente dito Dragão-de-Chupeta.

Grupamento mineiro do Alfa Romeo Br, informal clube da marca, realizou o III Encontro. 

Bi-anual, mesma estância hidromineral de Caxambu, MG, com base no Hotel Glória e exposição, com lojinha da marca, dentro do Parque das Águas. 

Presença em torno de 70 Alfas entre novas – algumas pouco conhecidas, pois não vendidas no País, como 159 e Giulietta -, demais largo volume de 145, 155, 156, 164 e 166. 

Dentre as mais antigas, Duetto – também dita Spider 2.000 -; rara Alfetta 1.8; também rara GT1600Junior; sedã 1750; Giulia 1600 – vindo rodando desde Salvador, Ba; GTVs; JK; Alfa 2150; e 2300. 

Simpática presença de quatro caminhões FNM, produto Alfa Romeo, com o colecionador Oswaldo Strada.

É uma grei verdadeiramente apaixonada pela marca, vinda e ida várias vezes, daí as palestras temáticas como o novo cabeçote MultiAir criado pela Fiat; lubrificação dos Alfa; criação de modelo de protótipo; história da marca.

Colecionador e conhecedor de destaque, o cirurgião suíço Axel Marx, desta vez com premiado JK 1961, a caminho da coleção helvética. 


Êxito da forma manteve o modelo. Próximo em 2017, junho, Corpus Christi.



Alfas, em Caxambu.

Novo Jetta, bom de conteúdo e preço
Demorou, mas o Novo Jetta chegou às 600 revendas Volkswagen. 

Mudanças estéticas nas extremidades, três versões, e como importado – é feito no México -, extremamente competitivo em porte, conteúdo e preço. 

Entre tamanho e valor, diferencia-se por oferecer em todas as versões transmissão automática DSG de seis velocidades, suspensão traseira independente Multilink, e sistema Isofix para cadeiras infantis.

Preços largam no número atualmente mítico para o setor: R$ 69.990, com a versão Trendline. 

Quatro mil reais levam o interessado à Confortline, de maior dotação, perceptível pelo volante revestido em couro, multifuncional com as alavanquinhas para mudança de marcha. 

Ambas funcionam com o antigo motor 2.0 gerando modestos 120 cv em versão Flex.

Topo da categoria, o Novo Jetta Highline emprega motor 2.0 TSI – turbo com injeção direta, 211 cv -, controle de estabilidade, a R$ 93.990.

Ainda no primeiro semestre, automóvel será montado na fábrica Anchieta da VW. 

Mas, se você se encanta com performance da versão de topo com o motor 2,0 litros, avie-se. 

Ela não existirá na montagem local, empregando motor menor, o novo 1,4 litro, injetado diretamente, turbo, de produção nacional.


Novo Jetta, concorrente importante.

Roda-a-Roda

Toyota – Vazou, por sítio tailandês de apreciadores dos picapes Toyota, o visual da 8ª. geração dos Hi Lux. Mais imponente, como a atual geração de picapes médios, entre eixos maior para conforto interno, possível mudança de motorização. Os Hi Lux são os menos potentes do segmento.

Mais – Apresentação aos 15 de maio na Tailândia e promessa de exibi-lo no Salão de Buenos Aires, junho. 


O picape será produzido na Argentina. Uma das questões é o nome. 

Será Hi Luxo ou Revo, como apresentado na Tailândia?

Visual se inspira no irmão maior, o Tacoma, mas há inspiração rangeriana.



Novo picape médio Toyota. Hi Lux? Revo?



Nome – Veículo produto da fusão entre VW e Ford, em Portugal, Sharan pela primeira e Galaxy, cumpriu seu ciclo e se foi. 


A segunda reutilizou o nome com morfologia assemelhada, multiuso de luxo, sete lugares, segurança e confortos. 

Motores Diesel 210 cv, Otto 1,5 e 2,0 turbo, 150 e 240 cv.

Itália – Razões tributárias fizeram a FCA – Fiat Chrysler Automobiles -, mudar sede de Turim para a Holanda. 


Não rompeu com a Itália, e fez agrado anunciado por Sergio Marchionne, mito e executivo n° 1.

Alfa - Produzir motores Alfa Romeo na fábrica de Termoli. 


Projeta, ao relançar a marca no próximo 24 de junho, vender 500 mil unidades em 2018. 

Nesta fábrica foram produzidos 20 milhões de motores para os Fiat.

Atraso? – Aparentemente, o anúncio não significa produção imediata, pois gastar-se-á tempo para adaptá-la aos últimos gritos da tecnologia e, sobretudo, treinamento de qualidade à mão-de-obra. 


Plano Alfa é atrevido: competir com a imagem de qualidade e desenvolvimento da Audi.

Paz – Aconteceu o previsto pela Coluna relativamente ao arrepio havido na Volkswagen, ante a manifestação contrária do presidente do Conselho quanto ao natural caminho de ser sucedido pelo atual CEO, Martin Winterkorn.


Tempo – Comunicado do Comitê Executivo do Conselho de Supervisão da VW afirma ser Winterkorn o Melhor Possível sucessor, e apoiando sua gestão.


– Em audiência na Assembleia Nacional francesa, Carlos Tavares, presidente da PSA Peugeot Citroën reafirmou a estratégia implementada para fugir à inviabilidade: três marcas – as citadas mais DS, foco e ações nas regiões com crescimento. 


E, cereja do bolo, fazê-lo com sustentabilidade e disputar a liderança dos serviços conectados. 

França é acionista da PSA.

Adieu – Gosta do cupê Peugeot RCZ? Mexa-se. 


Maxime Picat, CEO da Peugeot declarou, à abertura do Salão de Shangai, não terá reposição. 

Projeto da holding PSA é focar nos produtos principais, cortando os de nicho. 

Mercedes – Seu picape, a ser produzido na Argentina sobre base do picape Nissan NB 300, tem novidades. 


Bom sítio Autoblog.ar deu informações por Volker Mornhinweg, ex nº 1 da AMG e ora encarregado das vans da marca.

E? - Terá motores de quatro e seis cilindros, gasolina e diesel; suspensão traseira articulada e independente, grande diferença no setor, indicando aplicação mais para lazer e menos para carga; e nome: Classe GLT.


Descrição – Sem alarde, a Volkswagen levou aos 600 revendedores sua linha 2016. 


Apostou em implementar conteúdo, equipamentos, e realçar presença com cromados nas linhas Gol e Voyage.

Pinóquio – Revendas Hyundai CAOA anunciam receber pela tabela FIPE Tucson como entrada em Hyundais novos. 


Interessado procura e descobre os poréns, os senões e os entretantos: só veículos de 2012 para cá, automáticos, com todas as manutenções feitas na rede autorizada

De novo – Revenda Ford Konrad Caxias do Sul bisou o prêmio Chairman’s Awards 2014, espécie de Oscar entre concessionários, com votos pelos clientes. 


Opera 17 revendas de caminhões Ford em RS, SC, Pr e SP.

Moto – Inversamente aos automóveis e comerciais leves, contraindo 20% em vendas no primeiro trimestre relativamente ao exercício passado, produção e venda de motocicletas cresceu o mesmo número.


Limpeza – Com promoção Triumph Time, marca inglesa promove quase toda sua linha durante abril: para modelos 2015/14 e 2014/15, entrada, 23 prestações, última no valor de 40%. 


2015 com juros de 0,99%.

Cautela – Comprando carro usado em SP? Detran disponibiliza ferramenta internética para verificar condições, débitos, multa, restrições. 


Em www.detran.sp.gov.br e no aplicativo Consultas Detran.SP.

Salão – Com 70% dos 85 mil m2 de área expositiva vendida, projetados 62 mil compradores visitantes, e 376 marcas expostas, Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga, terá em sua 20ª edição o pico do movimento. S. Paulo, Anhembi, 9 a 13 de novembro.


Hidrovia – Instituto Paulista de Tecnologia desenvolve estudos para hidrovia na Baixada Santista a partir da navegabilidade dos rios das cidades de Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Guarujá e Bertioga. 


População local, 1,5 milhão de habitantes, tem fluxo para garantir o novo caminho de transporte.

Fora – Grupo espanhol Globalia, controlador da Air Europa desistiu de comprar a rentável portuguesa TAP. 


Governo quer vendê-la e aceita propostas.

Rallye – Iniciativa de charme, 1000 Milhas Históricas para motos – até 1978 - e automóveis – até 1980 -, tem inscrições abertas até 12 de junho. Sobram apenas 10. Passa por estradas históricas de SP, RJ e MG. 


Afim? 
secretariamg@terra.com.br

(11)3673-5065, www.1000milhashistoricas.blogspot.com 

Curta: facebook.com/mgclubdobrasil.


Fábrica em Pernambuco. Uma outra Fiat.

O processo de crescimento mundial da Fiat passa por grandes saltos positivos. 

Do assumir a Chrysler, recebendo parte das ações em troca de mudar motores, reduzir consumo e emissões; de comprar a totalidade do restante das cotas; fazer fusão e mudar de nome para Fiat Chrysler Automobiles; internacionalizar-se ao participar do mercado norte americano: aumentar vendas globais do grupo; ver seus planos concretizados com relação ao renascimento da Maserati; vender ações da Ferrari... enfim, muitos passos corajosos em pouco tempo.

Um dos mais importantes, após o surgimento da FCA, será a inauguração da fábrica, nascida Fiat e agora sob a sigla, no município de Goiana, extremo norte de Pernambuco. 


Entre, projeto como Fiat e inauguração como FCA, unidade erigida em meio a um canavial, já passou por alterações de projeto, de produtos, expansão de área construída e capacidade industrial. 

É inaugurada com projeto importante, o Jeep Renegade, mescla entre conceito e engenharia Fiat com as demandas dos clientes de Jeep, e nesta família será o primeiro degrau mundial. 

Outro Jeep, segundo degrau, está em projeto nos EUA.

Fazer instalação industrial deste porte, implantar parque de fornecedores - e as consequências socialmente benignas de mudar horizonte e perspectivas da população com novos empregos e melhor renda e assistência social -, irrigar a prefeitura com impostos, por si só constituem-se em dados positivos. 


Porém, comparativamente com a antiga Fiat, é um novo retrato, de maior e mais ampla inserção no cenário econômico no Brasil e na América Latina. 

O novo polo industrial tem como segundo objetivo ser base de produção e exportação para o continente e mercados fornidos pela antiga Fiat, o F da FCA.

Jeep Renegade. De Pernambuco para a América Latina.


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JEEP® RENEGADE TEM PRIMEIRO EMPLACAMENTO EM MACEIÓ: FOI PRESENTE PARA UMA FELIZ ESPOSA DE UM MARIDO APAIXONADO. VALE A PENA FAZER UM TEST-DRIVE



Casal retira o Renegade da concessionária. Foto: Wellington Charles/Gazeta de Alagoas.


“Dei o carro de presente para minha esposa, Gabriela, que sempre quis ter um SUV pequeno”, contou o comerciante Rodrigo Sampaio de Melo Nogueira, que comprou um Jeep Renegade Sport, na concessionária Auto Premium, de Maceió, Alagoas, no último dia 11 de abril.

Gabriela, confessou sua felicidade e brincou: “Estou aproveitando para desfilar com algo que ainda é exclusivo e sem colocar a habitual película escura nos vidros”. 

Rodrigo Nogueira contou que um motorista, de Maceió, quase causou um acidente de trânsito: "Ele ficou namorando tanto o Renegade que se esqueceu de olhar para frente".

“Comecei a pensar na compra há uns seis meses e escolhemos o Renegade porque é o que tem mais equipamentos na categoria, além de ser o mais robusto”, ressaltou Nogueira. 

Para o comerciante alagoano "só temos elogios a fazer ao carro, mas o que mais me impressionou foi a suspensão: o carro simplesmente ignora os buracos e é muito confortável, ao contrário de outro carro parecido que já tivemos".

Nogueira também faz questão de destacar entre os pontos positivos o espaço interno, perfeito para a cadeirinha do filho Miguel, de 10 meses, além da visibilidade.

Para Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler Brasil e da Jeep para a América Latina, a família Nogueira entra para a história da marca. 


“Há muito simbolismo neste primeiro Renegade emplacado por um cliente brasileiro, após quatro anos de gestação desse projeto", frisou.

"Ele marca a volta da Jeep como fabricante nacional após mais de três décadas, com um dos polos automotivos mais modernos do mundo. E marca o início das vendas de um carro autêntico e revolucionário, que em poucos meses assumirá a liderança de seu segmento", previu Sérgio Ferreira. 

"Nós, da Jeep, desejamos uma bela história para essa família alagoana a bordo do Renegade, que, sem dúvida, puxará uma imensa fila de Renegades que irão ajudar a construir novas histórias no Brasil e na América Latina", frisou. 

O melhor é testar



Disponível nas versões Sport, Longitude e Trailhawk, o Renegade entrega uma combinação sem igual de porte compacto para o trânsito urbano, melhor desempenho on-road e off-road, design de personalidade, cabine espaçosa, prática e refinada, ótimo comportamento dinâmico no asfalto, dois câmbios automáticos – um deles o primeiro de nove marchas do segmento –, dois motores modernos e eficientes (incluindo o mais forte da categoria, o exclusivo 2.0 MultiJet II turbodiesel), e uma enorme lista de equipamentos de conforto, segurança e tecnologia. 



O resultado é um veículo atraente e eficiente, criado para conquistar novos clientes, de alma jovem e aventureira.



quinta-feira, 23 de abril de 2015

GENERAL MOTORS E PSA PEUGEOT CITROËN CONCENTRARÃO A PRODUÇÃO DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE SEUS VEÍCULOS COMERCIAIS, EM VEÍCULOS COMERCIAIS, EM VIGO, NA ESPANHA

A PSA Peugeot Citroën (PSA) e a General Motors (GM) anunciaram hoje que, como parte de sua cooperação estratégica, a próxima geração de veículos comerciais leves do segmento B (B-VUL) das duas montadoras será produzida no Centro de Produção da PSA em Vigo, na Espanha.

Os veículos vão substituir o Citroën Berlingo, Peugeot Partner e Opel/Vauxhall Combo. Eles serão desenvolvidos na mais recente plataforma de utilitários da PSA. 


Os primeiros veículos chegarão ao mercado em 2018.

A cooperação entre a PSA e a GM é baseada em uma estratégia equilibrada. 


Os veículos de ambas as montadoras serão diferenciados e coerentes com a identidade de cada uma das marcas.

Este programa é o terceiro dos três projetos comuns definidos e assinados em Dezembro de 2013 pelas montadoras. 


Os outros projetos incluem a produção de um B-MPV (monospace do segmento B) na fábrica da GM em Zaragoza, Espanha, e um C-CUV (crossover do segmento C) na fábrica da PSA em Sochaux, França.

CAOA DISPONIBILIZA UMA VISITA VIRTUAL DE SUA FÁBRICA EM PARCERIA COM O GOOGLE QUE PERMITE ACOMPANHAR CADA ETAPA DA PRODUÇÃO. FORAM NECESSÁRIAS MAIS DE DUAS MIL FOTOS PARA COMPOR A VISUALIZAÇÃO 360° DE TODA A ÁREA INTERNA DA UNIDADE

São Paulo, 23 de abril de 2015 – A Hyundai CAOA, através de uma parceria com o Google, lança um projeto inédito na América Latina, uma ferramenta interativa que permite que o usuário navegue por toda a fábrica da CAOA Montadora em Anápolis (GO).

Para proporcionar essa visita virtual, a CAOA utiliza a tecnologia streetview indoor, que permite ao internauta conhecer o interior da montadora com uma visão espacial completa e ver de perto cada etapa da linha de produção.

“É uma experiência diferenciada que oferecemos aos usuários da web: a ferramenta de visualização 360º proporciona uma imersão na fábrica que, além do tour, traz galeria de fotos e vídeos de todos os setores, aumentando ainda mais a sensação de estar lá dentro” explica Juliana Pompeia, diretora de Marketing da CAOA.

A visita virtual da fábrica (http://fabricahyundaicaoa.com.br) reúne mais de duas mil fotos panorâmicas e o mapeamento de um roteiro de navegação guiada pela latitude e longitude usando a API (Interface de Programação de Aplicativos) do Google Maps.

"A internet desempenha um papel muito importante no processo de consideração e decisão de compra de um automóvel, e iniciativas como essa criam uma relação de proximidade entre as montadoras e os consumidores", explica 
Guilhermo Bressane, Head of Industry do setor automotivo do Google.

Além da plataforma, foi desenvolvido um site exclusivo que traz informações sobre a fábrica, os produtos, galeria de fotos e making of do projeto.

CAOA Montadora
A fábrica da CAOA, que neste mês de abril, completa oito anos de produção foi o resultado de um investimento próprio num total de R$ 1,8 bilhão.

A unidade conta, atualmente com 1.600 colaboradores responsáveis pela produção dos caminhões Hyundai HR e HD78, além dos utilitários Tucson Flex e ix35 Flex.

VAMOS DISCUTIR CONSUMO DE COMBUSTÍVEL? FERNANDO CALMON ABORDA O TEMA E APRESENTA NOVIDADES. E ANUNCIA A CHEGADA COM FORÇA DOS MOTORES TURBO AO MERCADO.


Alta Roda 

Nº 833 — 23/4/15

Fernando Calmon



ORDEM NA CASA



Discutir consumo de combustível em automóveis sempre traz dúvidas, não raro calorosas discussões. 

Trata-se de um tema espinhoso e, de certa forma, difícil de explicar. 

Há vários critérios de medição, inclusive os das publicações especializadas em automóveis ao redor do mundo. 

Fator mais importante, por qualquer método, é a repetibilidade: comparar dados exatamente sob os mesmos parâmetros e que possam ser repetidos de modo a aferir um mesmo veículo depois de melhorias técnicas ou em relação a um concorrente.

Esse assunto se tornou ainda mais importante porque o único meio de reduzir emissões de CO2 – um dos gases do efeito estufa e suas mudanças climáticas – é diminuir o consumo, no caso de combustíveis fósseis: gasolina, diesel e gás natural (etanol, quase neutro no ciclo fechado produção-consumo).

Referências confiáveis, só em laboratórios sobre rolos dinamométricos. 

Os ciclos de medição em cidade e estrada são regulamentados pelos governos. Critérios, porém, não são universais. 

Há metodologias diferentes na Europa, Japão e EUA.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), executado pelo Inmetro, segue a norma americana, inclusive no rigor técnico, embora a Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês) dos EUA disponha de muito mais recursos. 

O Brasil adotou, inclusive, o fator de correção introduzido pela EPA há três anos para acabar, praticamente, com as diferenças entre laboratório e uso no mundo real. 

O PBEV ainda não abrange todos os modelos à venda porque é voluntário, mas se acredita que em 2018 se torne obrigatório. 

Alguns fabricantes discordam do enquadramento nas categorias e outros pormenores, mas terão que se adaptar.

Em 1996, foi criado o Novo Ciclo Europeu de Condução (NEDC, em inglês) considerado muito brando e, portanto, com números de consumo bem atraentes. 

Independentemente das diferenças entre os combustíveis lá e aqui e do nível tecnológico dos motores e dos carros, não existe fator de correção.

Assim, é incorreto compará-lo ao PBEV ou ao EPA.

A União Europeia diz que seu ciclo se aproxima do uso médio no continente, mas as acelerações de simulação são bem camaradas, talvez por refletir motores de menor cilindrada. 

Em plena era dos turbocompressores isso não faz tanto sentido.

As regras, porém, são para todos os fabricantes. 

A Volkswagen, por exemplo, desenvolveu o híbrido diesel-elétrico plugável em tomada XL1 que, pelo critério NEDC, pode atingir consumo médio de 111 km/l. 

Na prática, como ocorre também em modelos comuns, não consegue reproduzir e isso vem sendo cada vez mais questionado por organizações independentes.

Agora, há o esforço de uma comissão das Nações Unidas para tentar achar uma metodologia que coloque ordem na casa. 

Discute-se o WLTP (em inglês, Procedimento Mundial Harmonizado de Teste para Veículos Leves) e os europeus prometem adotá-lo em 2017.

Os ciclos não seriam mais divididos em cidade/estrada e sim em velocidades: baixa (57 km/h), média (77), alta (97) e extra-alta (133). 

O tempo total do teste de 26m40s e a distância de 22,7 km continuarão em laboratórios e sob condições controladas. Falta decidir o critério para acelerar.



RODA VIVA



FINALMENTE a era do motor turbo chega com força ao mercado mesmo nos modelos de marcas de massa aqui fabricados, fora do tradicional apelo esportivo. 

Além do Citroën C4 e do novo Peugeot 2008, VW up! terá o primeiro três-cilindros turbo. Golf, A3 sedã, também ainda este ano, e novas gerações do Cruze (argentino) e do Civic, ambos em 2016, receberão motores turbo. 

Ford prepara EcoBoost três-cilindros.

MENOS notado esse pormenor, em um veículo inteiramente novo e com algumas primazias, Jeep Renegade avançou também no plano de manutenção. 

Agora, o motorista só precisa de um ano ou 12.000 km, em uso normal, para troca de óleo e revisão. 

Em média, o brasileiro roda 1.000 km/mês ou algo além, com gasolina menos cara.

CHERY aposta na relação custo-benefício no primeiro produto nacional: Celer hatch (R$ 38.990 a 40.990) e sedã (R$ 39.990 a 41.900). 

Esses preços não atraem tanto como antes. Motor de 1,5L/114 cv/15,5 kgfm (etanol) é bem dimensionado, porém para melhorar consumo o câmbio foi alongado demais. 

Painel e quadro de instrumento têm linhas desnecessariamente rebuscadas.

MESMA aposta de preço competitivo faz a JAC com o T6: R$ 69.900 a 75.670, ou seja, SUV médio a custo de compacto. 

Chama atenção pelo estilo. Interior bem desenhado, apesar de parafusos à mostra. 

Suspensões independentes nas quatro rodas destacam-se. 

Engates do câmbio manual poderiam ser mais silenciosos. 

Motor flex de 2 litros/160 cv é bom, porém, sem elasticidade desejável. 

Interessante é usar aplicativo de navegação Waze (só celular Android) na tela multimídia.

ACESSÓRIO batizado de Smart Light Evolucar é uma lanterna extra com sensor de última geração que detecta movimentos do veículo. 

Ativa automaticamente luz própria direcional, de freio e de ré independentemente da ação do motorista. 

Custa de R$ 120 a R$ 140. 

Para ver como funciona, há um filme em: http://evolucaracessorios.com.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

SCANIA REDUZ EM 70% CUSTO DE TRANSPORTE DA RIUMA MINERAÇÃO.


As soluções Scania para o segmento de caminhões off-road vem tornando a operação da Riuma Mineraçãocada vez mais rentável.

A frota de 36 modelos comprados a partir de 2012, quando foi iniciada a parceria entre as empresas, oferece mais disponibilidade, produtividade e menos custos de manutenção do que a antiga geração de caminhões da concorrência que ela mantinha.

Para ampliar ainda mais suas vantagens, a Riuma contratou o Serviço Dedicado da Casa Scania Codema, em que o concessionário possui uma estrutura de serviços dentro das instalações do cliente.

“Com os caminhões fora de estrada da Scania já chegamos a uma economia de 70% no custo do transporte e a uma redução no gasto de combustível de 50% na frota interna e de 16% na externa”, afirma Carlos Barbosa, engenheiro técnico da Riuma Mineração. 

“Com a frota antiga, que operou por 10 anos, transportávamos, para cada litro de diesel, 7,5 toneladas de minério. Agora com os caminhões Scania transportamos 14 toneladas para cada litro, ou seja, quase o dobro”, revelou.

Após os estudos e o apoio da Scania e da Casa Codema, a Riuma adquiriu para sua frota externa 20 caminhões P 310 8X4 (com implemento caçamba para o transporte de brita até os clientes por rodovias), para a frota interna, oito G 440 8X4 (com caçamba para levar o minério coletado até o britador), além de oito P 310 8X4 (betoneira).



O G 440, aliás, foi escolhido como a melhor opção na potência mais alta, para a frota interna, quando a Scania disponibilizou um modelo para demonstração. 

“Antes, nosso operador demorava para alinhar e despejar o material no caminhão. Após a personalização do implemento – aumento de 10 centímetros de largura – a operação ganhou tempo e produtividade. De sete minutos, o carregamento da caçamba passou a apenas três minutos”, conta Barbosa.

Mais vantagens



A Riuma também foi um dos primeiros clientes do segmento de mineração a utilizar o Scania Driver Support Off-Road no treinamento e na reciclagem dos motoristas. 

A tecnologia exclusiva no Brasil funciona como um “professor” em tempo real no painel, orientando o motorista com dicas e notas para a melhoria contínua da direção. 

“O Full Potential, disponibilizado pela Codema, é outra ferramenta importante nesse processo. Seus relatórios mensais contêm informações importantes para a análise da performance da frota e têm sido um dos segredos de sua maior produtividade e rentabilidade”, diz Mendonça.

Mensalmente, cada operador recebe uma meta: trabalhar o próprio ponto fraco na condução. 

Com a ajuda do Scania Driver Support, atualmente, o último motorista do ranking proposto tem nota 95 (máxima de 100). 

Somadas a pontuação e as avaliações individuais, o condutor recebe uma premiação, que depende da nota final. “Estamos motivando o quadro a alcançar os 100%”, afirma Barbosa.

Dedicação
Para agilizar a manutenção e reduzir os custos da Riuma, a Codema instalou um box de serviço dentro da empresa com um mecânico em tempo integral. 

Os resultados positivos estão fazendo a diferença. 

Houve ganho de tempo na oficina, pois a manutenção passou a ser realizada com ferramentas e mão de obra especializada, e o estoque ficou mais enxuto e funciona de acordo com a demanda de peças providas das revisões.

FCA ANUNCIA PUBLICAÇÃO DO RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2014


A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) anunciou a publicação do Relatório de Sustentabilidade 2014, que abrange um ano de criação formal da FCA e a conclusão da integração da Fiat e da Chrysler, que teve início em 2009. 

Trata-se de um documento global, que consolida as informações do grupo em todos os mercados em que atua.

"A combinação dos dois grupos criou a sétima maior fabricante de automóveis do mundo, uma empresa que abraçou a sustentabilidade como o melhor caminho para garantir o mérito e a dignidade dos resultados obtidos", declarou Sergio Marchionne, CEO da FCA.

"Apesar de a criação da FCA ter alterado nosso destino, o que não mudou é o nosso compromisso com o desenvolvimento responsável e sustentável", confirmou John Elkann, presidente do Conselho da FCA.

O relatório reflete um ano de progresso significativo rumo à realização das metas de longo prazo do grupo:

• O Plano de Negócio Quinquenal apresentado em maio de 2014 teve como base uma estratégia de crescimento responsável;


• € 2,3 bilhões investidos nas plantas mais sustentáveis (Pernambuco, no Brasil, e Melfi, na Itália), para a produção do novo Jeep Renagade e do Fiat 500X;


• Patrocinadora global oficial e parceira de mobilidade da Expo Milano 2015, contribuindo com o tema do evento "Alimentando o Planeta, Energia para a Vida";

• Ampla liderança como pioneira em veículos movidos a gás natural na Europa há mais de 15 anos;

• Foco contínuo em segurança, qualidade e eficiência dos veículos;

• O programa World Class Manufacturing (WCM) em 122 plantas da FCA apresentou resultados significativos nas áreas ambientais e de segurança, incluindo o oitavo ano consecutivo de redução do índice de frequência de acidentes;

• Eventos de relacionamento com os principais players em três continentes, promovendo maior compreensão dos principais temas da sustentabilidade;

• Confirmação da FCA pelo sexto ano consecutivo nos índices Dow Jones Sustainability World (DJSI), e classificada entre as líderes no índice Carbon Disclosure Leadership Index (CDLI) Italy 100, e Carbon Performance Leadership Index (CPLI) Italy 100.

A FCA publicou suas iniciativas de sustentabilidade nas dimensões econômica, social e ambiental, de acordo com as normas da Global Reporting Initiative (GRI) – opção G4 Abrangente. 

A estrutura da GRI é o padrão internacional usado pelas empresas para publicar iniciativas de sustentabilidade. 

O relatório passou por uma auditoria de garantia feita pela SGS Nederlands B.V., um instituto de certificação independente, em conformidade com o procedimento de Garantia de Reporte de Sustentabilidade, com as Diretrizes GRI-G4 e com a norma AA1000 APS (2008).

Destaques
A planta mais moderna e sustentável do grupo está no Brasil. Localizado em Goiana, em Pernambuco, o Polo Automotivo Jeep foi idealizado e construído seguindo os conceitos mais inovadores de fábrica de baixo impacto ambiental, com capacidade de recírculo de 98% de água em um sistema próprio de reúso, alto índice de reciclagem de resíduos, focado na meta de Aterro Zero, e soluções de eficiência energética.

O relatório também cita os 10 anos do programa Árvore da Vida. 

A iniciativa já atendeu mais de 21 mil moradores da região do Jardim Teresópolis, na vizinhança da fábrica da Fiat, em Betim (MG), com projetos voltados para geração de trabalho e renda, fortalecimento da comunidade e ações socioeducativas. 

Entre as conquistas alcançadas estão a melhora de renda e da performance educacional dos beneficiados e o desenvolvimento da região.

O engajamento da FCA na área de sustentabilidade vai além de suas fábricas. 

Em 2013, o grupo criou o Programa de Sustentabilidade para as Concessionárias Fiat, para incentivar a economia de energia e de água, além da gestão dos resíduos gerados e ações sociais. 

A iniciativa é realizada em parceria com a Associação Brasileira dos Concessionários de Automóveis Fiat (Abracaf) e utiliza indicadores de desenvolvimento de performance.

O Relatório de Sustentabilidade também destaca a liderança do grupo em veículos biocombustíveis. 

No ano passado, 98% dos veículos vendidos no Brasil foram flexfuel e tetrafuel. 

Com 39 veículos inscritos em 2014 no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), que monitora o consumo de combustível, a FCA foi a fabricante que participou com o maior número de modelos.

A inovação aliada à sustentabilidade também pode ser percebida no uso de materiais verdes nos veículos. 

O Fiat Novo Uno 2015 possui painel feito com material renovável, como a fibra de juta, que reduz o peso do carro e contribui para a eficiência energética.

O Relatório de Sustentabilidade 2014 da FCA está disponível em:
http://2014sustainabilityreport.fcagroup.com

DEPOIS DE UMA CARREIRA VITORIOSA, BASEADA NA COMPETÊNCIA PROFISSIONAL E NO SEU TALENTO NO RELACIONAMENTO, INICIADA COMO ESTAGIÁRIO DE RELAÇÕES PÚBLICAS, EM 1978, PEDRO LUIZ DIAS, DIRETOR DE COMUNICAÇÃO DA GENERAL MOTORS DO BRASIL, DECIDIU SE APOSENTAR APÓS 37 ANOS DE TRABALHO. EM SEU LUGAR FICARÁ O GERENTE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA GM DO BRASIL, NÉLSON SILVEIRA - A QUEM O BLOG DESEJA UMA GESTÃO DE SUCESSO.


São Caetano do Sul – O diretor de Comunicação da General Motors do Brasil, Pedro Luiz Dias, decidiu se aposentar após uma carreira de 37 anos na empresa. 

De estagiário de Relações Públicas a diretor, Pedro galgou todos os degraus corporativos sempre com sucesso, sustentado por sua competência e raro talento na arte do relacionamento, além de uma vocação prolífica para a filantropia.

Pedro iniciou sua carreira na GM em 1978, como estagiário no complexo industrial de São José dos Campos. 

Sua expertise e eficiência na área o levaram a uma rápida ascensão, sendo apenas dois anos depois, em 1980, promovido a gerente de Relações Públicas. 

Em 1986, foi transferido para a sede da GM do Brasil em São Caetano do Sul, ainda como gerente de Relações Públicas.

Identificado como um talento a ser desenvolvido, a companhia decidiu investir em sua carreira com o objetivo de prepara-lo para um cargo executivo. 

Assim, em 1989, foi transferido para a General Motors Corporation, em Detroit, USA, onde assumiu a função de assistente sênior da Diretoria Internacional de Comunicações.

Retornando ao Brasil em maio de 1992, foi designado como gerente do Departamento de Relações Empresariais. 

Em 1996, foi promovido a diretor de Relações Governamentais e Públicas no escritório da empresa em Brasília-DF.

Em outubro de 2001, assumiu a Diretoria de Comunicação Social na sede da GM do Brasil em São Caetano do Sul, onde liderou o processo de renovação da área, colaborando de forma decisiva para alavancar a imagem da GM e de sua marca Chevrolet no mercado, transformando o time em referência no mercado brasileiro.

Paralelamente, Pedro exercitou de forma prolífica sua vocação para a filantropia, tendo assumido a vice-presidência e mais recentemente, em setembro de 2013, a presidência do Instituto General Motors, braço social da empresa e que gera recursos financeiros com foco em projetos educacionais e voluntariado nas comunidades onde a GM tem atividades industriais. 

Em sua gestão, Pedro modernizou o Instituto GM, criando as bases para a ampliação da atividades filantrópicas e transformação da entidade em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OCIP), processo que está em fase final e que ampliará os horizontes possibilitando o estabelecimento de parcerias e o recebimento de doações.


No processo de transição para a aposentadoria, Pedro será suportado pelo gerente de Comunicação, Nelson Silveira, que posteriormente assumirá a liderança do Departamento de Comunicação Social da GM do Brasil.

PSA PEUGEOT CITROËN AUMENTA SUA PRODUÇÃO EM MAIS DE 60 MIL CARROS PARA ATENDER À DEMANDA NA EUROPA


Para se beneficiar do crescimento dos mercados na Europa e atender a demanda de seus clientes, a PSA Peugeot Citroën anunciou um aumento de produção na maioria de suas fábricas europeias.

Mais de 60 mil veículos suplementares serão produzidos até o final de agosto de 2015, ou seja, um aumento de 10% em relação aos volumes inicialmente previstos para o período.

As três marcas - Peugeot, Citroën e DS – serão beneficiadas por este aumento dos volumes.



Por exemplo, a produção do Citroën C4 Cactus, fabricado em Madri, que totaliza mais de 30 mil pedidos desde o mês de janeiro, terá um aumento de nove mil veículos no período.

Os veículos da Peugeot também terão um aumento em seu volume de produção, especialmente os modelos 208, 2008 e 308 – incluindo a versão SW.


Os volumes do DS 3, produzido em Poissy, também serão revistos para mais, assim como toda a linha de veículos utilitários do Grupo – um segmento no qual a Peugeot é líder.

Este aumento da produção provoca igualmente um crescimento da atividade nas fábricas francesas de motores e de caixas de câmbio do grupo, assim como nas fundições e nas redes comerciais.

Os fornecedores e todo o setor automotivo também serão beneficiados por essa conjuntura promissora.


Nas unidades industriais europeias da PSA Peugeot Citroën implicadas no processo, o aumento da produção vai requerer uma mudança das horas trabalhadas, ou mesmo, em alguns casos, a criação pontual de turnos suplementares e a contratação de trabalhadores temporários.

A flexibilidade prevista nos acordos assinados pela PSA Peugeot Citroën com seus parceiros sociais, na França (Novo Contrato Social assinado em 2013) e nos outros países da Europa, oferece a possibilidade de adaptar-se rapidamente às variações da demanda.


Esses acordos permitem conciliar imperativos de competitividade das unidades industriais e preservar os principais interesses dos funcionários.




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