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sábado, 22 de abril de 2017

Veículos Volare agora contam contam com financiamento de 100%, com o objetivo de facilitar a compra dos 10 modelos da marca, inclusive os ônibus escolares


A Volare, unidade de negócios da Marcopolo S.A. e montadora líder brasileira na produção de veículos leves para o transporte de passageiros, e o Banco Moneo fecharam parceria para ampliar ainda mais as facilidades para os clientes da marca na aquisição de veículos 0 KM. 

A partir deste mês, o Moneo Soluções Financeiras para a oferecer a opção de financiamento de 100% do valor dos veículos, com até 60 meses para quitação.


“Com esta nova opção de financiamento, pretendemos ampliar as vendas dos veículos Volare e proporcionar mais vantagens para os nossos clientes” destaca Sidnei Vargas, gerente comercial da Volare. A parceria com o Banco Moneo tem se intensificado nos últimos anos para que possamos tornar mais rápido e direto o relacionamento com a rede e com os proprietários, assim como todo o processo de aprovação dos pedidos de financiamento, encurtando o tempo entre o início da consulta e a liberação da aprovação”, enfatiza Sidnei Vargas

Segundo Oliver Markus D’Haese, diretor superintendente do Banco Moneo, o atendimento à Volare é muito importante. Nos últimos três anos, saltamos de cerca de 5% de participação nas vendas de veículos da marca no mercado brasileiro para quase 40%. E quem ganha com isso é a rede e os clientes”, destaca.


Para poder oferecer o financiamento de 100% do valor do bem, o Moneo vai utilizar as linhas de crédito do Finame (entre 70% e 80% do valor) e os restantes 30% ou 20% serão incluídos como garantia adicional de veículo usado. 

Além disso, o banco tem como diferenciais atendimento comercial personalizado, única plataforma para aprovação do crédito, carência de 90 dias, “one stop shop” e boleto único.

Para poder atender melhor ainda os negócios da Volare, o Banco Moneo criou uma área dedicada, com estreita relação com a rede de representantes e concessionárias 

“Por sermos especializados no segmento de transportes e entendermos as necessidades e demandas dos profissionais, somos mais eficientes na análise de cada processo e mais rápidos e consistentes na sua aprovação”, explica Oliver D´Haese.


Este suporte do Banco Moneo tem sido fundamental para melhor atender os proprietários de veículos Volare. “Estamos trabalhando para que, num futuro próximo também possamos, através de parcerias, oferecer soluções para financiamento de veículos usados”, finaliza Sidnei Vargas.

A Volare possui a linha mais completa de veículos do mercado nacional. São 10 diferentes modelos V6L, V8L, W6, W7, W8, W9, DW9, W-L e Access disponíveis nas versões Limousine, Executivo, Urbano, Auto-Escola, Rural, 4x4 e Escolarbus. 

A fabricante oferece também o recém-lançado Volare Cinco, veículo inédito no mercado brasileiro e o menor produzido pela montadora.
   
          
Crédito da imagem: Agência Original 

CAOA vende Ford Ranger XLS cabine dupla Diesel, 4x4 por R$ 119.096,00, até o final deste mês de Abril. também está comercializando até o final deste mês, e a linha Ford Ka com preço de Nota Fiscal de Fábrica, licenciamento grátis e taxa 0% de juros


Os clientes que querem viver toda a emoção e performance que somente uma pick-up “Raça Forte” pode proporcionar, precisam aproveitar os últimos dias do 1º OUTLET CAOA para comprarem a Nova Ford Ranger com descontos de até R$ 24 mil.

Além do bônus sobre o preço sugerido de tabela, a Rede de Concessionárias Ford CAOA também oferece condições especiais de financiamento, com destaque para os planos com entrada facilitada e parcelamento pelo cartão de crédito.

Durante o 1º OUTLET CAOA, a pick-up Nova Ford Ranger XLS cabine dupla, equipada com o potente e econômico motor 2.2 Diesel Duratorq e sistema de tração 4x4, ano/modelo 2016/2017, está sendo vendida por R$ 119.096,00, o que representa um desconto de R$ 24.394,00 sobre o valor sugerido de fábrica.

Já os clientes interessados em comprarem a Nova Ford Ranger XLT cabine dupla, com motorização 3.2 Diesel Duratorq de 200 cv de potência, câmbio automático de 6 velocidades e tração 4x4, ano/modelo 2016, poderão adquirir o modelo por R$ 138.990,00, à vista, ou seja, R$ 15 mil abaixo do valor de tabela. Esta versão da Nova Ranger poderá ser adquirida no plano com entrada facilitada também pelo cartão de crédito.

Ford KA com preço de Nota Fiscal de Fábrica e licenciamento grátis

As Concessionárias Ford CAOA de todo o Brasil também estão com uma oferta especial para toda a linha Ford Ka, disponível nas carrocerias hatch e sedan.

Até o final deste mês, a Rede Ford CAOA comercializará a gama Ford Ka com preço de Nota Fiscal de Fábrica e licenciamento grátis, além de disponibilizar condições de financiamento com taxa zero de juros, como, por exemplo, nos planos com 60% de entrada e saldo em 24 parcelas mensais.

Mais informações sobre a Rede Ford CAOA, a localização da Concessionária mais próxima e das promoções podem ser obtidas no site: www.caoa.com.br/ford.

TMD Friction participará da Automec, que acontecerá de 25 a 29 de Abril, com toda a linha lonas, sapatas, pastilhas de freio para todos os veículos, incluindo Audi, Porsche, Mercedes-Benz e BMW e motos


Nesta 13ª edição da Automec (Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços), que acontecerá de 25 a 29 de abril, no São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes Km 1,5), a TMD Friction estará expondo sua vasta linha de lonas, sapatas e pastilhas de freio abrangendo veículos as linhas leve, pesada e de motos.

Em seu estande de 150 m2 (localização E.110), estande que faz alusão à nova unidade fabril da TMD na cidade de Salto (SP) e que será oficialmente inaugurada no mês de outubro deste ano, os maiores destaques serão os lançamentos de discos de freio para toda a frota de motocicletas nacionais até 400cc e fluídos de freio para os segmentos leve, pesado e moto.

A TMD também vai expor as pastilhas de freio Textar, importadas de suas unidades na Europa, para várias linhas de veículos, como os alemães Porsche, Mercedes-Benz, BMW e Audi.

Estarão expostos, além de recentes lançamentos, itens de pastilhas automotivas, de sapatas automotivas, de lonas para veículos comerciais e de pastilhas para motos de baixa e alta cilindradas; e kits de embreagens/cabos de comando para motos do segmento Street e discos de freio – todos estes itens já contando com as novas embalagens Cobreq.

Também em seu estande, onde a TMD recepcionará seus clientes e aplicadores, estarão expostos produtos originais fornecidos às principais montadoras brasileiras, além de importantes itens fabricados e comercializados para o mercado de exportação.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O Ford Fusion é o primeiro carro híbrido a serviço da polícia dos Estados Unidos. Serão lançados ainda um novo carro híbrido de polícia, um SUV compacto totalmente elétrico (2020), um carro autônomo híbrido para uso comercial e compartilhado (2021), uma picape F-150 híbrida (2020), um Mustang híbrido (2020) e uma van Transit Custom híbrida “plug-in” (2019).Quando chegará ao Brasil?


A Ford apresentou nos Estados Unidos o primeiro carro híbrido desenvolvido especialmente para perseguições policiais, o Fusion Police Responder.


Veja o vídeo

O modelo faz parte do plano da marca de ser líder global em veículos elétricos, mantendo ao mesmo tempo a sua posição como principal fornecedora de carros para a polícia nos EUA, com 63% do mercado.


Apresentado nas cidades de Los Angeles e Nova York, o Fusion Híbrido Police Responder tem como principais vantagens a redução de emissões e a economia de combustível. 

Com consumo equivalente a 16 km/l, ele é duas vezes mais econômico que o modelo usado atualmente pela polícia, o Police Interceptor 3.7 V6.

Com o carro em ponto morto, a bateria de íons de lítio ajuda a fornecer a alta carga elétrica consumida pelos equipamentos usados na atividade policial, reduzindo o consumo de combustível.


Primeiro sedã híbrido certificado para perseguições policiais, o veículo tem capacidade de rodar por períodos longos em diferentes velocidades e de transpor obstáculos como guias e alagamentos. 

Ele é equipado com um motor 2.0 de ciclo Atkinson a gasolina e um motor elétrico com bateria avançada de íons de lítio, calibrado para acelerar até 96 km/h no modo elétrico. 


Quando necessário, ele muda automaticamente para o modo de desempenho máximo, com o motor e a bateria trabalhando no pico de aceleração.

Futuros lançamentos
O novo Fusion Police Responder faz parte da meta da Ford de lançar 13 novos veículos elétricos nos próximos cinco anos, com um investimento de R$ 4,5 bilhões para oferecer mais autonomia, desempenho e economia aos consumidores. 

Está integrado também ao plano da Ford de expandir sua atuação como empresa de automóveis e de mobilidade, incluindo a liderança em veículos elétricos e autônomos.


“Eletrificar nossa nova geração de veículos é uma parte central do nosso compromisso inabalável com a sustentabilidade”, diz Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas. 

“Como líderes em veículos elétricos, temos o compromisso de entregar carros, picapes e utilitários esportivos que sejam os melhores não só para os consumidores, mas também para o meio ambiente e a sociedade”, acrescentou.

Os futuros lançamentos da Ford nessa área incluem: um novo carro híbrido de polícia, um SUV compacto totalmente elétrico (2020), um carro autônomo híbrido para uso comercial e compartilhado (2021), uma picape F-150 híbrida (2020), um Mustang híbrido (2020) e uma van Transit Custom híbrida “plug-in” (2019).

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Para quem quer comprar um carro agora, persiste a dúvida se chegou a hora. Resta a esperança de a classe política decidir trabalhar e aprovar uma agenda reformista de que o País tanto necessita.



Alta Roda            

Nº 937 —  20/4/17

Fernando Calmon


RECUPERAR SEM ARTIFICIALISMO



Esse agitado ano de 2017 no âmbito político, que ameaça atrapalhar a fundamental agenda de reformas econômicas do País, pode explicar certa dispersão entre apresentações e conclusões dos palestrantes do VIII Fórum da Indústria Automobilística, organizado pela Automotive Business, no último dia 17, em São Paulo. 

Deve-se reconhecer que fazer previsões de curto e médio prazo, em meio a tantas incertezas, é exercício difícil e sujeito a erros. 

Mas não deixou de atrair uma plateia maior que a do ano passado, ávida por saber se vai demorar a aparecer pelo menos uma luz no fim do túnel. Mesmo tênue.

Para quem quer comprar um carro agora, persiste a dúvida se chegou a hora. Resta a esperança de a classe política decidir trabalhar e aprovar uma agenda reformista de que o País tanto necessita. Se acontecer, a capacidade de reação do mercado pode ser maior do que se espera.

Guido Vildozo, da IHS Markit, pensa diferente. Indicou crescimento quase simbólico de vendas no mercado interno de veículos este ano: apenas 0,4%, ou seja, alinhado ao crescimento previsto do PIB do País pela pesquisa Focus entre cerca de 100 analistas de mercado. 

Está muito distante das previsões da Anfavea: em janeiro último esperava crescimento de 4%, em 2017 ante 2016. 

Quanto à produção, que inclui exportações, há também visões diferentes. Enquanto a associação dos fabricantes de veículos prevê alta de quase 12%, o Sindipeças acredita numa alta de apenas 3%.

Outro complicador é o fim do programa Inovar-Auto, em 31 de dezembro próximo. Novas diretrizes terão que ser implantadas pelo Governo Federal. 

Três premissas corretas, pelo que se sabe até o momento, estariam confirmadas: programa mudará de nome, perderá viés protecionista e lançará bases para 2030.

Sempre com visão crítica sobre a política quinquenal vigente, Letícia Costa, da Prada Assessoria, destacou dois importantes vetores em que o País ainda não se posicionou: carro elétrico e condução autônoma. 

“Definitivamente, precisa existir uma abertura para o mundo. É impossível o Brasil ser bom em tudo o que produz. Necessitamos de uma integração bem feita com foco sobre o que podemos fazer de forma competitiva e aquilo que não dá mesmo”, enfatizou.

Antônio Megale, presidente da Anfavea, foi mais longe: “Vamos produzir para 3,6 milhões de consumidores do mercado interno quando nos recuperarmos ou devemos atentar também para os 90 milhões que compram automóveis no mundo todos os anos?”

Entre os problemas de curto prazo terá de se encontrar uma solução para os fabricantes de modelos de maior preço e baixa produção que investiram em instalações industriais em território brasileiro. 

Será que vale a pena importar componentes e montá-los aqui sem agregar outras operações fabris? Com a escala atual de produção a conta não fecha.

E, no final, o economista Octavio de Barros, do Instituto República, reafirmou sua visão construtiva. 

Não arriscou números de recuperação mais rápida do mercado de veículos, porém chamou atenção para a queda da inflação, já evidenciada, e da taxa básica de juros (Selic) em patamares inéditos de baixa, sem artificialismo, até o final do ano. Bonança perfeita.
RODA VIVA

COMPARAR preços de veículos agora com os de 2013 obriga a considerar três variáveis. Valor médio do dólar em torno de R$ 2,00 (agora 50% mais), IPI rebaixado naquele período e, claro, a inflação acumulada. 

Há ainda um fator adicional: queda de produção e perda de escala. Na ponta do lápis houve aumento real, sem contar bônus atuais, inferior ao esperado.

VOLKSWAGEN alinhou o up! 2018 ao modelo alemão e acrescentou equipamentos. Novos para-choques aumentaram comprimento em 8,4 cm. 

Interior ganhou novo volante, instrumentos e, em versões mais caras, até filete de LEDs. Smartphone pode ter funções de computador de bordo. 

Para identidade frontal, TSI ganhou friso vermelho na grade e para-choque preto. Preços: R$ 37.900 a 57.100.

SEXTA geração do BMW Série 5 avançou nos recursos de direção semiautônoma, herdados do topo de linha Série 7. 

Alívio de 100 kg de peso, novo motor de 4 cilindros turbo (2 L/252 cv), além do 6-cilindros (3 L/340 cv) e aerodinâmica refinada (Cx 0,22) corroboram o lema da marca: prazer ao dirigir. Agora há estepe temporário. Preços entre R$ 314.950 e 399.950.

APESAR de mecânica e dimensionalmente não se afastar do Fit, Honda WR-V proporciona sensações parecidas às de um SUV compacto pela altura de rodagem e estilo próprio. 

Quase não toma conhecimento de buracos, quebra-molas e valetas. Aumento de peso impactou pouco no desempenho. Oferece alternativa ao HR-V, maior e mais refinado, em segmento importante.

MERCADO chinês é tão relevante para marcas premium, como a Mercedes-Benz, que o Salão do Automóvel de Xangai (18 a 27 de abril) marcará não apenas a estreia mundial do novo Classe S, topo de linha da marca alemã. 

Também está lá o sucessor do atual Classe A sedã ainda na forma de conceito, mas com linhas – bem ousadas – praticamente definidas.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Caminhões Scania percorrem as estradas no Brasi há 60 anos




Coluna 

Mecânica Online® 


20/04/2017 



Scania comemora 60 anos 
nas estradas brasileiras

Desde que nascemos estamos em constante evolução, buscando compreender o mundo e estarmos preparados para os desafios que surgem a cada novo dia. 


Este mesmo conceito é aplicável quando consideramos o nascimento de uma empresa: inovação, pioneirismo e evolução.

Essa é a história da Scania, fabricante sueca que chegou pelo Brasil em 1957, inicialmente chamada Scania-Vabis do Brasil S/A – Motores Diesel, no dia 02 de julho, com escritório na Líbero Badaró, depois seguiu para São Bernardo do Campo e escreve até hoje sua trajetória através de uma engenharia de ponta, qualidade dos produtos, força da rede de concessionárias e foco na necessidade do cliente.

Duas palavras traduzem bem a linha do tempo da Scania em seus 60 anos de Brasil: inovação e pioneirismo.

A revolução do L 75, em 1958, mudou o conceito do que era oferecido de caminhão no país; a introdução da direção hidráulica, em 1963, no ônibus B76; suspensão pneumática no eixo traseiro dos ônibus, em 1968; a nova revolução com a chegada dos “Jacarés”; o primeiro ônibus com motor traseiro (BR115) no ano de 1972; em 1974 com a inauguração da cabina “cara-chata” com o LK 140; primeiro articulado do país (B111 RS), em 1977; lançamento do intercooler, em 1983; a transformação do que era um caminhão com a chegada da Série 3, em 1991, até hoje uma das mais lembradas.

O ano de 1995 marca a apresentação do chassi 8x2; Em 1998 temos outras duas novidades no mercado: o freio auxiliar Retarder e a injeção de combustível totalmente eletrônica; L94 UB: primeiro ônibus urbano de piso baixo (1999); em 2001 dois pioneirismos: a caixa automatizada Opticruise e o ônibus de 15 metros; no mesmo período, um novo jeito de pensar e fazer Serviços é implantado, sem precedentes na indústria; a nova elevação do patamar de um caminhão, em 2007, com a chegada da família P, G e R, e de ônibus com a Série K, no ano seguinte; apresentação do Driver Support em 2010.

Em 2011, importantes contribuições ao meio ambiente: pioneira marca a comercializar os motores Euro 5, e venda dos primeiros ônibus e lançamento do caminhão, ambos a etanol e inaugurais na América Latina; ainda em 2011, elevação ao patamar premium nos semipesados com o P 310 euro 5, inovador ao trazer tração 8x2, caixa automatizada Opticruise opcional, cabine leito e suspensão pneumática; em 2013, chega ao mercado o Streamline, que oferece um caminhão 4% mais econômico que o Euro 5 tradicional.

Vamos para janeiro de 2014, quando foi a vez de inovar e tornar o câmbio Opticruise de série nos semipesados; em 2015 lançamentos do caminhão rodoviário 8x2 com quarto eixo original e do biarticulado, o primeiro com motor dianteiro; o ano de 2016 marcou a chegada do primeiro ônibus nacional movido a GNV/biometano.

No início de 2017 tivemos a apresentação dos Serviços Conectados Scania. Em março foi a vez do lançamento da Edição Especial comemorativa de 60 anos, que homenageia o lendário T113 com os modelos R 440 e R 480.

“Nossa história é baseada em confiança e relacionamento com o cliente para entregar rentabilidade. Nós investimos ao longo das últimas décadas para ajudar a transformar o transporte nacional. E, vamos continuar aportando recursos nessas próximas. Agora, assumimos uma jornada com os clientes em direção a sermos parceiros para a transição para um sistema de transporte sustentável”, afirma Roberto Barral, diretor-geral da Scania no Brasil.
Seis décadas de muitas conquistas e surge o desafio de pensar como serão os próximos 60 anos. 

Qual o sistema de transporte? Robôs, serviços conectados, caixa automatizada Opticruise, motor a etanol, ônibus wi-fi, indústria 4.0? A lista de coisas que não existiam em 1957 é imensa.

Para celebrar as conquistas de sua trajetória, a fabricante sueca escolheu como protagonista o futuro. “A gente aprende com o ‘ontem’ e trabalha no ‘hoje’ com olhar sobre o ‘amanhã’”, diz Barral, fazendo referência à campanha que a Scania produziu para seu aniversário.

Mas e como será o amanhã? “O futuro na Scania é sempre escrito em tempo real. Apoiado em três pilares: eficiência energética, combustíveis alternativos e eletrificação e transporte seguro e inteligente. Nós nos preparamos para enfrentar desafios globais postos pelo crescimento das populações e pela demanda por transporte de pessoas e cargas que causam impacto ambiental e econômico na sociedade”, destaca Rogério Rezende, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da Scania Latin America. “Não há uma única solução.”

É partindo de uma base sólida que a Scania avança em cada um desses três campos. Apresentou na Europa seu caminhão autônomo e colocou para rodar nas vias de Estocolmo veículos movidos a eletricidade, sem falar no ônibus abastecido via wireless e outras soluções que já fazem parte do presente em muitos lugares do mundo.

Segundo Barral, no futuro bem próximo teremos uma matriz de combustíveis mista. “Aqui já temos disponíveis produtos movidos a combustíveis alternativos, como biometano, gás natural, biodiesel e etanol.” 

A Scania é a montadora que tem o maior portfólio de motores movidos a combustível alternativo do mercado. Algumas combinações podem chegar a até 90% em redução de emissão de CO2.

No campo da conectividade, as oportunidades de aumento de eficiência são evidentes. 

“Comprometida com geração de valor para o cliente, a Scania investe em transformar dados em inteligência e faz da conectividade sua aliada na oferta de soluções de transporte sustentáveis e completas”, diz o diretor-geral da Scania Brasil.

“São sempre as mudanças na vida das pessoas que impulsionam a inovação. No sistema de transporte não é diferente. Nosso negócio deriva das necessidades da sociedade, mas principalmente da capacidade de enxergar o presente e vislumbrar o futuro. Há tempos deixamos de vender apenas ônibus ou caminhões. Transformamos nossos produtos e serviços em soluções para os clientes. Agora, soluções para um transporte sustentável. Esse é o tom do novo capítulo que a Scania começa a escrever no Brasil”, afirma Rogério.

A continuidade da trajetória da Scania no Brasil já podemos adiantar até 2020, por meio do anúncio do aporte de R$ 2,6 bilhões em suas operações no mercado brasileiro. 

Até lá os novos recursos serão destinados ao desenvolvimento de novos produtos, atualização e modernização do parque industrial de São Bernardo do Campo, bem como à rede de concessionárias.

2017 com certeza será um ano de merecidas comemorações para a Scania, que não perdeu tempo e já realizou a primeira. Foi uma emocionante homenagem com os principais veículos de comunicação da imprensa especializada, que foram agraciados um a um com uma placa de agradecimento por fazerem parte dessa história. 

Fico feliz por ter participado deste momento único, ampliando o desejo de ainda mais sucesso para a fabricante e seus segmentos.

Vídeo relacionado | https://youtu.be/ftkSAGC7-Rw

quarta-feira, 19 de abril de 2017

VW Amarok versão sete anos com algumas alterações e preço em torno de R$ 225 mil, preço acima da Toyota Hilux. conheça bem o novo Dodge Demon, que a marca preparou para as arrancadas e para as ruas: 0 a 225 km/h em 9,6s. O terceiro ano do Encontro Nacional de Águas de Lindóia espera 500 mil visitantes



Coluna nº 1.617 - 19 de Abril de 2017
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Amarok V6, R$255.000?




Quanto custará o Amarok V6? 
Marque R$ 225.000

Quase estreante no produzir picapes, Volkswagen chega aos sete anos de seu Amarok sem atualizá-lo esteticamente, como o fizeram os concorrentes, resumindo novidades com a opção de motor V6 diesel, 3,0 litros, potência fixada em 224 cv, torque em 56,1 m-kgf, e reestilo de ordem automobilística no interior. 

Há característica adicional, o Overboost, regulagem eletrônica no Brasil já empregado por picape Mitsubishi, mudança no funcionamento gerando mais 20 cv por pequenos períodos de tempo quando o acelerador é pressionado a mais de 70% de seu curso.

Empresa abriu livro de inscrições, forma de instigar, garantir vendas, ter o nome em circulação, para entrega em julho. 

Chamá-lo livro é generosidade publicitária, pois o magro conteúdo relacionará apenas 400 nomes marcando a série de lançamento. 

Mês anterior, como Coluna informou, irá expô-lo no Salão de Buenos Aires. Do tema, os veículos para a América do Sul, produzidos na Argentina, o motor V6 não será sucessor do atual L4 2.0, mas apenas opcional nas versões mais elevadas em conteúdo, mantido o básico: cabine dupla, tração nas 4 rodas, transmissão automática. 

Inicialmente, na pista das novidades, motor V6 virá em versões superiores, uma apenas V6 TDI e outra nominada Extreme, ambas com refinamentos aos usuários, revestimento interno em couro, bancos frontais com regulagem elétrica, interconectividade, ambas com tela. 

Diferença será no exterior, com enfeites típicos de quem não o aplicará em trabalho, como a barra de proteção aplicada na caçamba, logo após a cabine, para minorar danos a eventual capotagem, o Santo Antônio, e estribos. 

Lado extremo da listagem de versões, as destinadas a trabalho, em cabine e decoração simples, motor L4 2.0 com apenas um turbo e potência detida em 140 cv.

Preço o coloca no topo do mercado, acima do Toyota Hilux, líder.

Quanto?
Pelo informado pela VW Argentina, a aplicação do motor V6 3.0 turbo gerou salto de 25% sobre a versão até então de topo. 

Tomando como base a similaridade de mercados, repetindo a conta com valores locais, válida a aritmética será em torno de R$ 225.000. Preço o coloca no topo do mercado, acima do Toyota Hilux, líder.

Demon, um Dodge nada discretoDifícil classificar, mas a meu ver está mais para um cala-boca no mercado norte-americano. 

Lá o elétrico Tesla SP 1000D se intromete como de grande aceleração, criando nova referência no mercado; as arrancadas dos Dragsters integram o universo do país densamente motorizado. 

Creio mais em bandeira de tecnologia e performance para a FCA, como o fez com o Alfa Romeo 8C, esportivo, performático e de produção reduzida, tipo lenda urbana.

Se é difícil entender o porquê, um pouco de luz se faz a partir do nome de batismo no novo Dodge apresentado no Salão de Nova Iorque: Demon – Demônio. 

É o tipo de produto cujo ruído de funcionamento alimenta sonhos dos admiradores – em queda – de porcas, parafusos e automóveis. 

E, ao contrário, é fácil entender o excelente trabalho de mecânica realizado para transformá-lo em carro de dupla aptidão, para rodar quase normalmente e participar de arrancadas sem os medos e os riscos mecânicos dos carros preparados. 

Para essa aplicação, acionando-se chave no painel para performance máxima, o motor V8, 6,2 litros, Hemi – indicando câmaras de combustão hemisféricas, consumindo gasolina de corridas, com 100 octanas, produz 840 hp - 850 cv ou 626 kW – capaz de acelerar suas quase 2 toneladas em tempos pouco críveis: 0 a 48 km/h em 1 segundo!; a 97 km/h em 2,3s; chegar a 225 km/h em 9,6s. 

Com a mudança da regulagem para utilizar gasolina de posto de serviço, com 95 octanas, como as nacionais, a programação eletrônica se altera, sensor muda os parâmetros da ignição para evitar auto detonação, a potência cai a 808 hp - 819 cv e 603 kW. O torque se retrai: 1.044 para 972 Nm.

Nestes tempos de elétricos e/ou híbridos, sem caminho definido, foi ótimo trabalho de engenharia em mecânica secularmente tradicional, no caso sobre o modelo Challenger, em versão Hellcat, até agora o mais bravo dos Dodges, ao produzir então insuperados 707 hp - 716 cv. 

Mas para cumprir ordens superiores de arrancar potência confiável e resultados mensuráveis, os técnicos da Chrysler focaram no otimizar o motor, transmissão, suspensão, freios. 

Na carroceria, caso o dono intente alinhá-lo nas provas de arrancada, remoção do banco do passageiro; sistema de som, o emagrece 105 kg ante o Hellcat. 

Ao fim da dieta ainda marcou 1.941 kg aferidos formalmente pela NHRA –National Hot Rot Association.


O fogo do inferno: 840 hp (divulgação)


No motor substituiu-se o SuperCharger, compressor tocado pelo eixo do virabrequim, por outro, de capacidade aumentada de 2,4 para 2,7 litros, gerando 14,5 psi – uma atmosfera de pressão do ar entrante nas câmaras de combustão. 

E há epicurismo tecnológico: nos momentos de demanda o ar condicionado da cabine muda a direção e sopra diretamente sobre o radiador ar/ar, o intercooler, para aumentar a densidade da mistura nas câmaras de combustão. 

Idem, o sistema dito Torque Reserve, fecha a válvula by-pass do super compressor para aumentar a pressão do sopro, e avança a ignição do motor. 

A faixa vermelha dos giros do motor, ao contrário de imaginada redução pró-cautela, foi elevada a 6.400 rpm.

Transmissão automática com 8 velocidades à frente, em caso de aplicar o Demon em arrancadas, permite ao piloto, à linha de largada, frear o carro com o pé esquerdo – a maneira correta de conduzir um automático -, e acelerar o motor com o carro imobilizado. 

O câmbio não sofre pressão interna gerada pelo motor, e apenas quando atinge 2.350 rpm ele se engata e faz o carro arrancar forte, muito forte. O sistema recebeu o nome de TransBrake e permeará a outros produtos da marca.

Bom trabalho de suspensão e pneus Nitto na curiosa medida 315x40 em rodas em aro de liga leve em 18”. 

Amortecedores especiais Billstein, molas mais macias para, nas arrancadas, deslocar o peso para a traseira, ajudando a dar mais tração. 

Para-lamas alargados para recebê-los, e no capô a maior tomada de ar da indústria automobilística – insuficiente para resfriar o radiador de ar, e auxiliada por captação no farol esquerdo.

Num olhar ao cenário, trata-se de um dinossauro mecânico à procura de fiéis frequentadores da Paróquia de Nossa Senhora da Santa Octana. 

Sem preço definido, o Demon será vendido – pelo menos se anuncia – em contadas 3.300 unidades – deveriam ser 6.660 para seguir o entendimento bíblico associando o número 666 ao Diabo -, e seus proprietários, mandatoriamente, deverão estagiar na Bob Bondurant Racing School para entender um pouco do que fazer, e muito do que não fazer ao seu comando.

Aura de charme se completa com atestado pela NHRA da performance em arrancada e registro de recorde como V8 mais potente do mundo pelo Guiness.


O Demon trabalhando (Divulgação)


Lindóia, a grande 
festa do antigomobilismoTerceiro ano sob nova administração, foco correto em promoção de vendas de peças, acessórios e serviços, e o encontro nacional na paulista Águas de Lindóia assume a cara de ser o mais importante do País, em seu segmento.

Anteriormente, Lindóia, como chamado sinteticamente, buscava assinalar volumosa presença de veículos para utilizar tal número como referência de relevo. 

Resultado, baixa qualidade média, espraiada distribuição de troféus, desvalorizando os agraciados.

Há três anos, a Prefeitura rompeu entendimento com o antigo organizador, e contatou os promotores de evento próximo, encontro de picapes na vizinha Lindóia. 

Domingos, Mingo, Abonante e seu filho Júnior assumiram o negócio, promoveram entendimentos com expositores, e tomaram o caminho natural de ser uma grande feira de peças, acessórios, serviços e negócios com automóveis. 

Deixaram o conceito de concorrer com o bienal evento de Araxá, assumindo a óbvia vocação moldada pelos frequentadores.

Complementando, criaram um vínculo com antigos pilotos Bird Clemente e Wilson Fittipaldi Jr., organizando palestra e bate-papo, implementam entendimentos com os expositores, e o ponteiro da bússola do negócio se firmou.

Neste ano, de quinta, 20, a domingo 23, as previsões são impactantes: 500 veículos expostos; 700 indo à venda; 450 barracas de expositores de partes, peças e serviços, 80 mil metros quadrados de área expositiva, e a expectativa sólida, porém preocupante, de 500 mil visitantes no período. 

É o maior fluxo de presença no calendário turístico da cidade, devendo preparar-se para tal quantidade. 

Há deficiência de vagas de hotel, estacionamento, lugares em restaurantes. A omissão da cidade na melhoria de estrutura não tolda o interesse de Lindóia, um ótimo programa.


Peças e serviços, a vocação assumida de Lindóia (Teresa Gago)



Roda-a-Roda

De casa – F-Type, esportivo Jaguar, ganha opção de motor L4, 2.0, na versão de entrada. 

Novo engenho é projeto da empresa indiana e se chama Ingenium. Produz 300 cv de potência.

Mais - Outras versões, V6 3.0 Supercharged faz 340 cv e de topo, V8 5,0 litros com compressor gerando 550 e 575 cv são motores Ford. 

Ingenium utiliza novos conceitos, como o fato de o bloco servir para motores Otto e Diesel.

Desordem – Justiça bolivariana da Venezuela interviu na fábrica da General Motors, em ação tocada por ex-concessionário, demandando indenização milionária por cancelamento de concessão. 

Dadas condições econômicas do país, fábrica está fechada desde final de 2015, apesar da empresa manter salário de trabalhadores. Ação deve bloquear as contas da empresa.

Negócio – Governos da Argentina e Colômbia firmaram acordo de intercâmbio automotor, na prática remessa de veículos 0 Km de um país a outro sem incidência de impostos. 

Colômbia possui fábrica de utilitários Hino/Toyota, GM e Renault, montados com partes da Ásia e Brasil.

... II - Argentina projeta exportar 100 mil veículos nos 4 anos da avença.

Conversas iniciaram há 12 anos, mas a agilidade de seu presidente Mauricio Macri, vindo da iniciativa privada, e o empurrão dado por Donald Trump ameaçando as bases do comércio internacional, aceleraram resultados. Celebrou acordo com o Chile nas mesmas bases.

Aqui – Caminho também pode ser trilhado pelo Brasil, mas a Anfavea, entidade dos industriais dos veículos projeta 60 dias para entendimentos entre governos.

Brinquedo – Brincadeira é negócio sério e grande. Porsche e Microsoft assinaram parceria para seis anos em jogos de corridas, para maior destaque aos automóveis alemães nas séries Forza Motorsport e Forza Horizon no crescente mercado dos eSports.

$$ 1 - FCA, Fiat-Chrysler mudarão os escritórios de comando da Maserati e criarão espaço ao comando da marca Alfa Romeo em Auburn Hills, 40 km ao norte de Detroit, Michigan, USA. 

Antes, as operações Fiat funcionaram por décadas em Englewood Cliffs, New Jersey.

Razão – Questões maiores, finanças e produtividade, pois os executivos Maserati e Alfa ficavam longe do comando da FCA, na antiga sede da Chrysler, com gastos de manutenção e deslocamentos.

Cultura 0 – Área é do antigo Walter P Chrysler Museum, montado por esta marca em homenagem ao seu fundador, agregando exemplares da história, alguns bons representantes de corridas, e o muito atrativo Chrysler Turbine.

Projeto – Museu não era lucrativo e ninguém na empresa quis aplicar fórmula de viabilizá-lo, optando pelo fechamento. 

FCA quer dinamizar marcas Maserati e Alfa no mandatório mercado norte-americano. Rede revendedores das marcas é mínima. Maserati tem 20 e 108 franchises; Alfa 9 e 155.

Virtual – Mercedes-Benz inaugurou loja virtual com catálogo on line na seção Acessórios e Collection. 

Mais de 600 itens exclusivos, incluindo miniaturas, vestuário, acessórios para apreciadores de Mercedes e AMG.

Expansão – Apesar da contração do mercado brasileiro, a grosso modo, metade do sul-americano, Volvo Construction Equipment expandiu negócios em 2,2%. Informa empresa, graças a suas duas marcas: Volvo e a desconhecida SDLG.

Em 2017, intenta lançar novos modelos de caminhões articulados, escavadeiras e vibro acabadoras Volvo e máquinas SDLG.

Para organizar – 3ª Câmara Criminal da Justiça, RS, julgando traficante de drogas por estar armado sem porte de arma, absolveu-o da acusação. 

Considerou o uso necessário para proteger seu negócio. Processo 70057362683.

Futuro – Pelo visto, País está a caminho da organização, protegendo os trabalhadores, mesmo sejam traficantes. 

Próximo passo deve permitir aos cidadãos andar armados para se defender de políticos, funcionários públicos por eles indicados e empreiteiros formando quadrilhas para assaltar o cidadão através do tesouro público.

... II – Quais são as chances do País melhorar? Mínimas. 

Atual parlamento nunca votará medidas saneadoras ou protetoras à sociedade, atrapalhando seus negócios. 

Esperança está nas próximas eleições, sem votar em qualquer um dos citados. A sociedade não precisa de bandido, muito menos com proteção legal.

Simples – Fórmula saneadora partirá de premissa básica de administração: profissionalismo. 

Para ocupar os cargos de mando, apenas os funcionários de carreira, concursados. 

Mesmo mantida a fórmula atual, inspirada na administração pirata para dividir o butim dos saques, os danos seriam menores.

Razão – Tendo apenas o posto máximo nos 
ministérios e órgãos, ministro, presidente de estatais, diretor-geral teriam ações predatórias limitadas, sem levar amigos e correligionários para formar o time – ou quadrilha.

Cliente – Localiza, maior locadora de veículos no País, incorporou à sua frota exemplares do Toyota Prius, híbrido elétrico/Otto. Por enquanto, apenas em Rio, S.Paulo e Belo Horizonte. É pioneira no oferecimento.

Argentina, os bons 
negócios com MercedesMarca alemã voltou a liderar vendas em todos os segmentos de caminhões na Argentina. 

Empresa tem operação industrial no vizinho país há mais de 60 anos, e hoje é a base sul-americana de produção das vans Sprinter e Vito.

Na prática, dos números, no primeiro trimestre, a Mercedes vendeu 883 caminhões pesados, e 432 entre médios e leves. 

Na soma, as 1.315 unidades garantem liderança, sinalizando manutenção deste patamar com vendas crescentes mês a mês. 

Na divisão de mercado por produto entre as atividades da Mercedes, a operação Brasil se dedica aos caminhões enquanto a Argentina centra na fabricação de vans, realizando trocas. 

A demanda dos compradores por configuração de produtos é muito assemelhada, permitindo atender os dois maiores mercados sul-americanos com veículos praticamente idênticos. A Mercedes é a maior exportadora de caminhões e ônibus do Brasil.

Em ônibus, a supremacia é maior, representando 72,4% das vendas. Em campo inteiramente diverso, a dos automóveis de luxo, Mercedes continua sendo a maior, dominando 37,5% do mercado. 

Triunfo da Mercedes-Benz Argentina é exponencial: foi maior vendedora de caminhões, de ônibus, de vans e de automóveis.

Bons negócios instigaram a matriz a liberar investimentos reunidos para aumentar a capacidade de produção na Argentina, buscando-se 50% de estrutura para produção e vendas, em especial do novo Sprinter e do Vito.

Mercedes na Argentina, liderança em todos os segmentos.

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