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sábado, 10 de dezembro de 2016

A Ford comemora a produção de seis milhões de transmissões na fábrica de Taubaté, que equipam os modelos Ka, New Fiesta, Focus e EcoSport produzidos na América do Sul, além de veículos produzidos no México. Em duas décadas de operação, a fábrica de Taubaté também teve parte de sua produção de transmissões destinada para os Estados Unidos, China e África do Sul.



A Ford registrou o marco de produção de 6 milhões de transmissões em sua unidade fabril de Taubaté, no interior paulista. 

“A fabrica de transmissões da Ford em Taubaté é reconhecida internacionalmente pelo alto padrão de qualidade e manufatura. 
Chegar a 6 milhões de unidades produzidas é resultado de investimentos em tecnologia e em treinamento das equipes”, comemora Sílvio Aguiar, gerente da fábrica de Transmissões da Ford.

Essa transmissão é chamada IB5 e tem padrão global de qualidade e excelência tecnológica, equipando veículos da marca no mercado doméstico e de exportação. 

É disponível nos modelos Ka, New Fiesta, Focus e EcoSport produzidos na América do Sul, além de veículos produzidos no México.

Em duas décadas de operação, a fábrica de Taubaté também teve parte de sua produção de transmissões destinada para os Estados Unidos, China e África do Sul.

Com comando manual e cinco velocidades, a transmissão IB5 é de concepção robusta. Ela foi desenvolvida para equipar os veículos mais vendidos da atual linha Ford, com relações de marcha escalonadas para o aproveitamento máximo do rendimento de cada motor.

Qualidade e sustentabilidade
A fábrica de transmissões nesse complexo industrial da Ford no Vale do Paraíba foi inaugurada em 1996 com capacidade inicial para 450 mil unidades por ano, que foi ampliada para 520 mil unidades em 2013. 

As primeiras transmissões IB5 foram desenvolvidas para operar com os motores 1.0 e 1.6. Em 2002, a linha passou a produzir também a versão IB5 Plus para a motorização 2.0.

A fábrica de transmissões da Ford opera com os sistemas mais avançados de produção, em linha com o que existe de mais moderno no mundo. 

Ela conta com linhas de usinagem automatizadas de última geração, que operam com baixo volume de óleo, e linha de montagem dotada de rígido controle de qualidade em todas as etapas.

Em 2014, ela tornou-se a primeira fábrica da Ford na América do Sul a atingir o nível de geração zero de resíduo para aterro sanitário. 

Essa conquista faz parte de um amplo programa ambiental que inclui coleta seletiva e reciclagem de materiais, tratamento de efluentes, recomposição florestal e a manutenção de um lago artificial que fornece alimentação e abrigo para espécies de aves nativas.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mercado automotivo brasileiro em 2017 nasce inundado de novos SUV de diversas marcas - fora as novidades da Audi -, modelo que caiu nas graças dos consumidores, entre eles o chinês JAC T5 CVT que chega carregado de tecnologia por um preço muito menor que os concorrentes: mais ou menos R$ 70 mil. E a PSA marca pontos com suas picapes de luxo... e lucro



Coluna nº 5.016 - 09 de Dezembro de 2016

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Creta, Vitara, New Tucson, 
J5 CVT, Captur, os novos SUV

Há 15 anos mercado sinaliza o futuro imediato: utilitários esportivos, com aparência ou capacidade de vencer dificuldades em mau asfalto ou na falta de estradas. 


O Ford EcoSport, primeira geração, trafegou sozinho, seguido pelo Renault Duster. 

Agora, apesar da continuada queda geral de vendas, quase todos os fabricantes apostam nesta configuração para retomar vendas, participação de mercado, manter empregos, sorrir. 

Coluna foca em cinco novidades:
Creta
– Veja como surpresa na não menos surpreendente Hyundai. Nome se refere à marca coreana instalada industrialmente em Piracicaba, SP. 


Produto é inesperado quando se imaginava vê-la limitada a criar versões sobre plataforma de seu mono produto HB20.

Motorização quatro cilindros em linha, posição transversal, em 1,6 litro e 130 cv e 2,0 e 166 cv, transmissão mecânica e automática com seis velocidades. Meados de Janeiro, entre R$ 73 mil e R$ 99.500.

Vitara
– Coisas do mercado, era o maior da marca e, ao contrário da tendência mundial, em vez de crescer, reduziu-se. 


Exibe a atual filosofia da Suzuki, regime de peso para manter-se hábil a ser deslocada pela conhecida motorização de 1.6 L4, aspirada, 126 cv. Ou pelo novo motor da família, 1.4 turbo, gerando 146 cv.

Produto importado, pequena em porte no Brasil, ágil, sua representante SVB trabalhou com a rede de revendedores oferecendo possibilidade de personalização. 


Não apenas por acessórios, como também pela combinação de cores na carroceria – grade frontal, moldura do extrator de ar, aerofólio, retrovisores, materiais no interior, revestimento do painel, etccc.

Maior agora é menor

New Tucson – Herdeiro distante do Tucson, mantido em produção pela CAOA Hyundai, é outro veículo, com as atualizações e desenvolvimento. 

Emprega novo motor 1.6, injeção direta, turbo compressor. Faz 177 cv, 27 kg de torque, levados às rodas por transmissão de duas embreagens e 7 marchas. 

Inteiramente novo, construção por aços especiais aumenta rigidez da carroceria diminuindo transmissão de vibrações, cuidados internos, mais espaço aos passageiros, versões GL e GLS. Preços a partir de R$ 138 mil.

Credenciada, Hyundai produz antigo e novo Tucson e o iX35.



New Tucson


Captur – Versão brasileira, elegante, construída sobre plataforma do Logan, duas motorizações, 1.6 e 2.0, transmissões mecânica e automática com 4 velocidades, e preços competitivos, de R$ 80 mil a R$ 95 mil, o Renault Captur tem tudo para ser estrela de vendas. Agora, pelo sítio, por encomenda. Em fevereiro nas lojas.


JAC T5 CVT – Se você identifica carro chinês como o mais equipado e a menor preço, terá no T5 CVT o mais chinês dentre os chineses. 


É a nova bandeira da JAC no Brasil com promessa de montagem na Bahia. É um SAV, utilitário esportivo sem as habilidades de andar em lugares fora de estrada, contendo equipamentos apenas usuais em veículos superiores, controle de cruzeiro, ar condicionado digital, kit multimedia, tela de 20 cm, câmera de ré, ESP, transmissão automática, demanda de 75% das vendas no segmento, e menor preço para desenhar sua pretensão de mercado: mais por menos.

Rodou 600 mil km em testes no País para sintonia fina ante condições nacionais e porta transmissão continuamente variável com seis marchas virtuais e três programas Drive, Sport – elevando a faixa de rotações do motor para a troca de marchas -, ou pelo motorista. 


Emprega o motor comum à versão T5 mecânica: 4 cilindros em linha, 1,5 litro de deslocamento, 16 válvulas, comando variável na admissão. 

Flex, faz 125/127 cv de potência e 152/154 Nm, uns 15 m.kgf de torque a 4.000 rpm. Menor preço da categoria, provisórios R$ 69.990.

JAC T5 CVT, chinês mais chinês

Roda-a-Roda

Arteon – Volkswagen anunciou o substituto de seu sedã CC – antigo Passat CC. Será o Arteon, maior e mais aerodinâmico, factibilização do conceito mostrado no Salão de Genebra, de 2015. 

Cidade suíça será a primeira a vê-lo, em março próximo. Razão da troca, substituição pela plataforma MQB.

Mais – Sedã com apelo esportivo, seguindo nova moda de perfil em 2 e ½ volumes, tampa traseira inclui o vidro posterior. 


Gostas do CC? VW no Brasil ainda tem unidades, significando margem para desconto.

Traços do Arteon


Jogo duro - Projeto de novo picape Peugeot, antecipado pela Coluna, a ser desenvolvido com a sócia chinesa Dongfeng, bifurcou-se. 

Primeiro caminho, picape jogo duro, rústico, para o mercado africano, com produção na Tunísia.

Conforto – Outro ramo será para produto ao gosto do mercado sul-americano: enfeitado, imponente e poderoso. 

Linha de picapes da Dongfeng foi criada sobre Nissans. Brasil e Argentina disputam sediar a produção no Mercosul.

Razão – Nada de simpatia, mas a PSA desenvolve o mais atrevido plano de retomar mercado e, em sua história, dominou alguns mercados africanos. 


No Mercosul, a presença de picapes de luxo não é apenas característica. É lucro.

Fidel – Com a morte de Fidel Castro sítio Autoblog resgata história interessante: o protesto do General/Presidente Ernesto Geisel contra a venda pela Argentina de sensível quantidade de veículos a Cuba, rompendo o acordo com os EUA de
impor bloqueio econômico à ilha. 


Mandou Ford Falcon, Dodge 1500, Fiat 125, Renault 12, Citroëns Ami, caminhões, picapes e tratores.

Tecnologia – Troller recebeu prêmio de melhor produto pela Society of Plastics Engineers, SPE. 


Razão, no fabricar seus jipes deixou a tradicional laminação de compósito de fibra de vidro, adotando processo de compressão a quente. 

Razão – Ford, dona da empresa, mudou o produto e adotou processo industrial à altura, reduzindo a feição artesanal. 


Garante resistência e, para alegria de usuários e revendedores, padroniza dimensões das peças.

Desenvolvimento – Mercedes aproveitou o IAA, maior salão de veículos comerciais, Alemanha, e anunciou ao mundo fazer pista de testes para caminhões no Brasil. Complementa o Centro de Desenvolvimento Tecnológico.


Como é – Área de 1,3 milhão de m2 – 54 alqueires paulistas ou 27 goianos –, 25 km de extensão, 18 pistas de asfalto, 7 de terra e concreto. 


Investimento de R$ 70 milhões – fica na antiga fazenda de cana, em Iracemápolis, SP, fábrica dos automóveis -, pronta no 2º semestre.


Mercado – Philipp Schiemer, presidente da marca no Brasil, prestígio: vendas da Mercedes caíram 60%, despesas crescem junto com o prejuízo, conseguiu autorização da matriz para ampliar investimentos com a pista. 


… II - Pista e Centro colocarão a Mercedes em posição de única marca de caminhões íntima da realidade das dificuldades viárias e seu entorno no Terceiro Mundo, apta a desenvolver soluções para estas desafiantes agruras.




Projeto pista Mercedes



Negócio – Localiza disse ao Valor Econômico estar aberta a fusões e aquisições. 


Na prática, é reação à evolução da locadora Movida, já a segunda do mercado. Terceira, a Unida deve abrir o capital. 

Pelo visto, há exceções na queda no negócio com automóveis. Localiza e Movida focam mesma operação: aluguel de novos e venda de seminovos comprados a preços irreais.

Início – BMW Motorrad, braço de motocicletas da marca alemã, criou novo modelo para ser primeiro degrau em sua escala de preços no mercado nacional. 


É o F 700 GS, Big Trail, hábil no uso diário e fora de estrada. R$ 40 mil.

Mais – Grosso modo é simplificação do modelo 800 GS com mudanças caracterizadoras, como o menor volume, perceptível pelo banco mais baixo – 82 cm – relativamente ao modelo inspirador. 


Mecânica idêntica, motor bicilíndrico, 8V, 798 cm3, 75 cv a 7300 rpm, injeção direta, câmbio de 6 marchas.

Mercado – Italiana Ducati, empresa Volkswagen, bateu recorde de crescimento em novembro: 5,1% do mercado. 


Na média, em 2016, vendeu 100 unidades mensais. Vê como responsável lançamento modelo Xdiavel: em seis meses vendeu ¼ do volume da marca. Revista Duas Rodas elegeu-a Moto do Ano.

Preparo – Disposta às conquistas em provas de resistência, Porsche construiu versão do mítico 911 para ser referencia. 


É o GT RSR. Inteiramente novo em projeto, plataforma, baixo peso, motor entre eixos traseiro, seis cilindros opostos, 4,0 litros de cilindrada, 510 cv, caixa de magnésio, 6 velocidades.

Pacote – É continuidade ao desenvolvimento da geração de motores de seis cilindros com a novidade de não utilizar Turbo. 


Conteúdo para otimizar resultados e, como bons carros de corrida, servir de laboratório aos de produção. 

Banco preso ao chassi, e pedais ajustáveis. Estreia em Daytona, EUA, janeiro.

Fórmula 1 - A inesperada saída de Nico Rosberg após ter ganho o título da Fórmula 1 gera ociosas especulações sobre razões alheias. 


Certa, é a dificuldade da Mercedes para preencher o lugar em seu time. Além dos pilotos de teste Pascal Wehrlein, Esteban Ocon há candidatos assumidos, como brincou pelo Tweeter Max Werstapen, da Red Bull, e propostas não conhecidas.

Demora - Decisão será esportiva e empresarial. Afinal, equipe é iniciativa muito cara e a definição passará por competência ao volante e capacidade de convívio com o outro piloto, Lewis Hamilton. Tal situação exclui Fernando Alonso.


Gente - Luís Carlos dos Santos, 31, baiano, Melhor Motorista do Mundo. 


OOOO Ganhou o mundial Scania Driver Competitions, promovido pela marca - e um caminhão Scania Streamline R 440, 0 km. 

OOOO. Fernando Siqueira, 72, jornalista, festa. 

OOOO Comemora 40 anos na especialidade com bem cuidada revista para marcar o feito. 

OOOO Ventos chineses se aproximam da presidência da Toyota. OOOO


Mais do melhor

Motor TSI, novo caminho na VW



Após a boa surpresa do motor 1.0 3-cilindros, Volkswagen inovou apresentando versão turbo, dita TSI. 


O pequeno engenho saltou 62 % em torque e 28 % em potencia, produzindo respectivos 20 m-kgf e 105 cv.

VW aplicou-o no up! e sabiamente não agregou sigla de identificação esportiva como GT ou RS, mas acróstico com característica técnica: TSI, Turbocharged Stratifeid Injection, indicando o turbo e a injeção de combustível, diretamente na cabeça dos pistões. 


E o motor turbo passou a ser versão, a preço razoável, fazendo crescer vendas à aproximada metade do volume da produção. 

Não apenas a boa formulação comercial, mas os entusiasmantes resultados oferecidos pelo conjunto. O pequeno automóvel tornou-se performático e extremamente econômico. Dirigi-lo é perceber a mudança conceitual. 

Até há pouco turbo indicava um adjutório de produção de potência em elevadas rotações, com falhas incômodas nos giros inferiores, provocando vazios nas respostas ao motor.

Nos atuais TSI foco é aumentar o torque em baixas rotações, sem exigir mudanças no jeito de dirigir, fazê-lo confortavelmente com menor necessidade de mudança de marcha e, se caso ou vontade, pedir insuspeita disposição do motor. Como disse a Coluna, TSI é um 1.0 que anda como 1.8 e bebe como 0.9.


Se no up! TSI a Volkswagen parecia ter atingido o nirvana mecânico, empresa deu passo à frente em extenso trabalho para elevar a potência a 125 cv e o torque de 20,4 m-kgf. 


E o aplicou ao Golf gerando surpresa: com o pequeno TSI mantém-se esperto, indo de 0 a 100 km/h em menos de 10s e reduzido consumo.
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Motores de três cilindros são a saída encontrada pelas montadoras para reduzir o consumo dos seus carros, o que passou a ser exigido pelo programa Inovar-Auto, mas ainda há muito a fazer até conseguir consumos menores e consequente redução de emissões de CO2 - lembrando que Paris está há dias sob intensa camada de poluição - que vêm acompanhados de melhores desempenhos dos motores


Alta Roda 

Nº 918 — 9/12/16

Fernando Calmon


MOTORES: CENTRO DO PALCO

A forte guinada dos fabricantes de veículos em direção aos motores de três cilindros é reflexo direto das exigências de diminuição de consumo de combustível do programa Inovar-Auto (2013-2017). 

Considera-se como certa nova rodada de metas de eficiência energética a partir de 2018.

Entre as quatro marcas veteranas do mercado apenas a Chevrolet (ainda) não optou por essa alternativa. 


Kia Picanto (importado) e Hyundai HB20 (nacional, mas com motor importado) foram os pioneiros, em 2011 e 2012. 

Depois vieram VW, Ford, Nissan, PSA (motor importado) e Fiat. Renault renova agora sua família de motores flex de 1 litro, 3-cilindros e 1,6 litro, 4-cilindros.

O motor de 1 litro todo novo tem bloco de alumínio e pesa 20 kg menos que o anterior de quatro cilindros. 


Nada há em comum com o atual da Nissan, segundo a Renault. Batizado de SCe (Smart Control efficiency) é a primeira aplicação em um veículo, antes mesmo da França. 

Traz soluções atuais como duplo comando variável, quatro válvulas por cilindro e revestimento de baixo atrito em tuchos, pistões e polias do cabeçote. 

Para diminuir custo de manutenção a correia dentada de distribuição foi substituída por corrente.

Potência e torque alcançam 79/82 cv e 10,2/10,5 kgfm (gasolina/etanol). O ganho de potência em relação à unidade motriz anterior foi de apenas 2 cv. 


O torque não aumentou, embora apresente valores até 15% maiores em rotações baixas. 

Consumo com gasolina de 14,2 e 11,9 km/l (estrada/cidade) do Sandero é o melhor na categoria dos hatches compactos, no programa oficial de etiquetagem. 

No entanto, ao usar etanol não se destaca: 9,5 e 8,1 km/l (estrada/cidade). No sedã Logan os números de consumo são semelhantes, pois há diferença de apenas 8 kg no peso em ordem de marcha, pela ficha técnica do fabricante.

Direção assistida eletro-hidráulica, pneus “verdes” e gerenciamento de recuperação de energia ajudaram para que os dois compactos anabolizados ficassem até 19% mais econômicos. 


Um senão é manter o arcaico sistema de partida auxiliar com gasolina, quando há etanol no tanque em dias frios.

Em circuito de uma hora de duração, no entorno de Curitiba, o 3-cilindros. mesmo sem coxim hidráulico, mostrou nível de vibração um pouco menor que a média dos motores atuais nessa configuração.


Porém, diminuição de ruído dependeria de material fonoabsorvente adicional. Consumo foi o esperado, pelo computador de bordo. 

Comando do câmbio manual ficou bem melhor: finalmente, a Renault adotou o sistema por cabo.

Embora estivesse indisponível para avaliação inicial, houve grande melhora no motor de 1,6 litro de quatro cilindros e 16 válvulas (origem Nissan). 


O ganho de peso foi ainda maior (30 kg) graças ao bloco de alumínio. Valores de potência subiram bastante: 115/118 cv (gasolina/etanol). 

Torque cresceu para bons 16 kgfm, estranhamente com ambos os combustíveis. Consumo em relação à antiga unidade de oito válvulas melhorou até 21%, com ajuda do sistema desliga-liga o motor (possibilidade de inibir por botão no painel).

Sandero vai de R$ 42.700 a 47.100 (1 litro; 70% do mix previsto) e R$ 49.790 a 54.620 (1,6 litro). 


No Logan, de R$ 46.300 a 48.200 (1 litro; 30% do mix) e R$ 52.770 a 56.400 (1,6 litro).

RODA VIVA

SEGUNDO o fabricante de processadores Intel, os primeiros carros autônomos em circulação, por volta de 2021, exigirão nada menos de 4.000 gigabytes (GB) de fluxo de dados diariamente. 


Essa quantidade colossal para plena conectividade estará distribuída entre cinco fontes: GPS, radar, sonar, lidar e câmeras de vários tipos.

ESPECIALISTAS acreditam que essa quantidade de dados para tráfego pela internet móvel não é algo trivial. 


Até mesmo a quinta geração (5 G), já em teste em países avançados, seria insuficiente. 

No caso do Brasil, se o atual ritmo lento de expansão de redes móveis rápidas continuar, teríamos de esperar até 20 anos pela direção autônoma.

EVOLUÇÃO mecânica do Cobalt é bem clara, tanto no tráfego de cidade como em estrada. Chevrolet optou por não apenas melhorar o consumo de combustível (agora nota A) do veteraníssimo motor de 1,8 litro. 


Torque de 17,7 kgfm (etanol), câmbio manual de seis marchas, diminuição de massa e melhora aerodinâmica o destacam entre sedãs compactos de maior porte.

CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária, da MAPFRE) anunciou resultados de sua pesquisa em 90% dos veículos de passageiros à venda no País, em 2015. 


Centrou-se em itens de série quanto à segurança ativa, passiva e de proteção ao pedestre, além de assistência ao condutor. Focus, Renegade, Ranger, Civic, EcoSport e Golf ocuparam as primeiras posições.

SEGURO de automóveis por quilometragem rodada, hoje disponível para caminhões no Brasil, parece pouco atraente para automóveis, segundo Eduardo Dal Ri, vice-presidente da SulAmérica. 


No entanto, ele acredita que o amadurecimento do motorista poderá levar à criação de apólices mais em conta para quem aceitar aplicativos de monitoramento da forma de dirigir.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

VW Golf foi eleito Melhor Carro Nacional, além de ter sido distinguido com o Prêmio Imprensa Automotiva de 2016 e recebido ainda o prêmio de Melhor Motor 1.0 TSI 3 cilindros pela ABIAUTO, que comemorou 18 anos de fundação. No 18º Prêmio Imprensa Automotiva foram ainda eleitos como Melhor Compacto, o Chevrolet Onix, Melhor importado, o Audi A4, Melhor Picape, o Fiat Toro, Carro Verde, o Ford Fusion Hybrid. Veja a lista completa, que pode servir de guia a quem desejar adquirir um veículo




A Associação Brasileira da Imprensa Automotiva (Abiauto) distinguiu o Volkswagen Golf com o Prêmio Imprensa Automotiva 2016, uma das mais tradicionais e avalizadas premiações anuais da indústria automobilística nacional. 


A solenidade aconteceu na quinta-feira (08/12), durante almoço de comemoração de 18 anos da entidade que congrega jornalistas especializados no segmento.

"Estamos muito orgulhosos do reconhecimento que a indústria automotiva dá ao nosso prêmio e à nossa entidade, que está cada vez mais forte, coesa e com grande credibilidade. Interessante foi notar a diversidade de montadoras premiadas, o que demonstra a vasta diversidade de excelentes modelos que os nossos consumidores têm à disposição. Como formadores de opinião, acreditamos que estamos colaborando com a seletividade que o mercado exige", afirmou a jornalista Célia Murgel, presidente da ABIAUTO.

Júri
O colegiado responsável pela definição dos vencedores foi formado por mais de 30 jornalistas especializados de jornais, revistas, rádios, programas de tv e portais da internet: Adalberto Vieira, 
Ana Célia Aragão, 
Antônio Fraga, 
Carolina Vilanova, 
Célia Murgel, 
Chico Lelis, 
Édison Ragassi, 
Eduardo Abbas, 
Emílio Camanzi, 
Ernesto Zanon Júnior, 
Evandro Magnussem Filho, 
Fábio Amorim, 
Fábio Doyle, 
Giuliene Brandão, 
Isabel Reis, 
João Alberto Otazú, 
João Euclides Salgado, 
João Mendes, 
Jorge Meditsch, 
Josias Silveira, 
Licinaira Barroso, 
Luís César Sousa Pinto, 
Luís Perez, 
Marcondes Viana, 
Norton Ferreira, 
Paulo Brandão, 
Ricardo Vasconcelos,
Roberto Nasser, 
Selma Morais, Sílvio Porto e 
Wanderley Faria.

Na primeira fase da eleição, depois de testarem os veículos durante todo o ano, os jornalistas indicaram os finalistas 18º Prêmio Imprensa Automotiva. 

Na segunda fase, cada especialista apontou o seu modelo preferido e os vencedores do Prêmio Imprensa Automotiva e das demais categorias foram:
PRÊMIO IMPRENSA AUTOMOTIVA 2016: Volkswagen Golf
MELHOR NACIONAL: VW Golf
TECNOLOGIA: Motor VW 1.0 TSI 3 cilindros

"É com muita satisfação e emoção que a Volkswagen recebe o prêmio concedido pelos jornalistas da Abiauto ao Golf, como o melhor dos melhores carros do Brasil", comemorou José Loureiro, gerente executivo de Desenvolvimento do Veículo Completo da Volkswagen.

DESIGN: Honda Civic

CARRO VERDE: Ford Fusion Hybrid

MELHOR COMPACTO: Chevrolet Onix

MELHOR MINIVAN: Subaru Outback

MELHOR SUV: Jeep Compass

MELHOR ESPORTIVO: Audi TTS
MELHOR IMPORTADO: Audi A4

MELHOR PICAPE: Fiat Toro

O Prêmio ABIAUTO 2016 teve o apoio das marcas Audi, Fiat, Ford, Mercedes-Benz, Volkswagen, TSO Brasil e CRJ Eventos.

Para atrair clientela às rentáveis versões com maior conteúdo, a Volkswagen reviu a aparência frontal da Amarok, mudando desenho de faróis auxiliares, grade e para choques, aplicou rodas leves em tamanhos opcionais entre 16 e 20”.



Coluna Nº 4916 



Um tapa no Amarok


Seis anos após seu surgimento o picape Amarok Volkswagen passa pela primeira atualização instigada pelo mercado. 


Há 30 anos a antiga SR, construtora de cabines duplas, retirou os picapes da posição de veículo de trabalho, carro de entregas e lavradores, e conseguiu inseri-los na relação de itens de desejo, competindo com automóveis caros ou importados usados. 

Modesta, bem sucedida, criou nova faixa de compradores, os Macho Man, trocando automóveis confortáveis por picapes duros, ásperos, camionais, trepidantes por seus adaptados motores diesel de trator. 

A abertura das importações não mudou o foco destes compradores, exigindo equipamentos e confortos, colocando-os na linha direta de disputa com automóveis de relevo. 

Leitor sabe, um picape com o mesmo nível de equipamento, custa acima das referências premium do mercado, como Mercedes C, Audi e BMW 3.

Para atrair clientela às rentáveis versões com maior conteúdo, reviu aparência frontal, mudando desenho de faróis auxiliares, grade e para choques, aplicou rodas leves em tamanhos opcionais entre 16 e 20”.


Exceto placa de proteção para cárter do motor e caixa de marchas, mecânica se manteve intocada, liderada por motor diesel de 4 cilindros, 2,0 litros de cilindrada, potência variando por versão e aplicação: carros de trabalho, frotas, um turbo compressor e 140 cv; aplicações automobilísticas, não picapeanas, 180 cv obtidos por dupla de sopradores. 


Mecânica de bom comportamento, transmissão mecânica de seis velocidades nas versões de menor preço, e automática com oito marchas para as superiores. 

Em todas a tração é permanente nas 4 rodas, e não há caixa para marcha reduzida: a primeira velocidade é extremamente curta para cumprir eventual demanda.

No foco para clientes com ilógico ponto de vista de picapes como grandes carros de luxo e com enorme porta malas, interior foi cuidado, em extensas mudanças. 


É automobilístico em confortos, e nas versões superiores, Highline, regulagens elétricas para os bancos frontais, materiais cuidados, de bom tato, e os oferecimentos atuais de conectividade, como sistema multimídia com espelhamento de celulares com as plataformas MirrorLink, Google Android Auto e Apple Carplay. 

Outros, comando da transmissão automática sob o volante e introdução de sistema de frenagem automática pós-colisão.

Visão
Interior supera parte externa. Exceto derivados de automóveis, Volkswagen era jejuna em picapes até decidir-se pelo Amarok. 


Seis anos após, conteve o orçamento, manteve as linhas criadas por lápis do século passado. 

Mudanças intentam melhorar sua performance no mercado – 5o. em vendas, abaixo de Chevrolet S10; Toyota Hi Lux; Ford Ranger e Mitsubishi Triton -, entretanto permitir-se-á destacar pelo grande argumento para o segundo semestre: motor V6 3.0, para performance acima de todos os demais.


Quanto

Versão
R$
S cabine simples
113.990
S cabine dupla
126.990
SE
130.990
Trendline
148.990
Highline
167.990
Highline Série Extreme
177.990


Amarok, retoques na frente, mudança no interior

Acordo Mercosul UE mudará mercado?
No quase anda marcando relacionamento de 18 anos entre União Europeia e Mercosul, este apresentou proposta densa para vários setores, incluindo o automobilístico. 


Pela oferta, o bloco econômico do sul reduziria impostos de importação à razão de 2,6% anuais, zerando-o em 15 anos.

Indústria automobilística não gostou, contrapôs oito anos na situação atual e cota de importação de 35 mil veículos/ano. 


Alega, precisa prazo para se organizar, e avisa: matrizes se desinteressarão de investir na área. Governo parece pouco sensível.

História antiga e de maus resultados. À abertura no governo Collor, propôs-se imposto em 20%, mas pressões internas elevaram a 35%. 


Sob o ponto de vista oficial, era proteção de mercado e empregos. Mas na prática incentivou manter carros, motores e transmissões antigos em produção e, sem competitividade com produtos externos, empacou o desenvolvimento e garroteou a produtividade. Criou uma barreira para proteger o atraso e a incompetência.

Proposta do Mercosul tem tudo para dar certo, embora vá enfrentar dificuldades pelo grupo europeu no campo da agricultura e da pecuária. 


Súbita eleição de Donald Trump e toda a insegurança de suas propostas, incluindo resumir o comércio internacional em nome de manter empregos nos EUA, pode dinamizar os negócios intercontinentais, como por exemplo, livre comércio com o México.

Definições concretas somente as eleições de 2017 na França e na Alemanha.

Carro elétrico é p’ra valer
Dúvidas a respeito de carros movidos por combustíveis fósseis não devem existir. Nada de receio do fim das reservas, como sempre alardeado, mas pela simplória razão de ser poluentes e contra o meio ambiente, incluindo a saúde dos votantes e contribuintes. 


Opções várias vê
m sendo testadas, mas entendimento entre grandes fabricantes alemães, uma das líderes na aplicação destas tecnologias, mostra a eletricidade como o caminho mais provável.

Audi e Porsche, do grupo VW; BMW; Daimler; e Ford assinaram carta de intenções para trocar sinergias, conhecimentos, - e economizar - com o criar rede de estações de recarga capaz de receber veículos de todas as marcas. 


Rede capilarizada dará autonomia aos elétricos permitindo recarga por todo o país – a Alemanha tem, a grosso modo, o tamanho do estado de SP.

Outra novidade é a padronização de carga para até 350 kW e adoção do Sistema de Carga Combinado, CCS, utilizando um conector – tomada – compatível com as atuais marcas e regra para as próximas gerações. 


Com tecnologia em comum além de reduzir custos para a rede inicial de 400 estações, provará a factibilização do elétrico.

História se repete na mesma Alemanha. Há 130 anos o automóvel deixou de ser coisa estranha e passou a ser visto como veículo confiável, todos sabem, quando dona Berta Benz tirou da estrebaria o sacolejante triciclo criado por seu marido e dirigiu 140 km pela Floresta Negra até à casa de sua mãe.


Negócio deve evoluir para uma joint-venture, permitindo adesão de outros fabricantes e permear a estrutura para a Europa e a ideia para o mundo.


Rede de recarga como negócio paralelo e tomada padrão 



Roda-a-Roda

Recorde – Circuitos de autódromos tem sido usados por fábricas de automóveis para registrar tempos de volta – e recordes. Inglês Anglesey Coastal, no país de Gales, GB, é um desses, vendo cair o recorde do McLaren P1 GTR.

Novo
– Autor o Mono, monoposto carenado, autorizado a andar em ruas e estradas. Leve, 580 kg, performático ao combiná-lo com motor de 2,5 litros, 305 cv, câmbio sequencial seis marchas – é Fórmula 3 carenado, rodou em 1” abaixo do McLaren.

Curiosidade
– Briggs Automotive Company (BAC), montadora, tem sócio brasileiro, publicitário Alexandre Gama, dono do único exemplar no Brasil. Há dois anos anunciou fabricá-lo - mas levou o capital para Grã-Bretanha.


Mono superou McLaren em circuito inglês.


Quebra galho – Descumprindo a promessa aos revendedores de oferecer versão automática para o Troller, Ford resumirá atrativos a séries especiais. Primeira é a Bold,em 180 unidades.

E? – Carroceria pintada em dois tons, com sempre presente Cinza Londres Escuro, combinado com Amarelo Dakkar, Vermelho Arizona ou Branco Diamante II. 


Dentro, revestimento mais escuro e o Cinza Londres generosamente aplicado no painel de instrumentos, painéis de porta, console, alavanca de marchas.

Menos – Caiu a previsão de carros importados em 2016. De 39 mil unidades, deverá arranhar 36 mil. Representam apenas 1,7% no mercado nacional.

Razões - Carros importados enfrentam três barreiras: preço do dólar, 35% de imposto de importação e adicional de 30 pontos sobre o IPI. 


Abeifa, associação de classe, pede ao governo a remoção dos questionáveis 30 pontos sobre o IPI criados na gestão do hoje policialmente questionado Fernando Pimentel.

Otimismo – Em entrevista à Autodata, Carlos Zarlenga presidente da GM vê futuro com otimismo: crescimento de 12 a 15% em 2017, com início de decolagem ao primeiro trimestre. 


Superou previsão de Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação dos fabricantes, entre 6 e 8%.

Investimento - Ao presidente Michel Temer Toyota anunciou investimentos de R$ 600 milhões na fábrica de Porto Feliz, SP. 


Boa notícia em meio a cenário econômico negativo, aporte permitirá produção de novos propulsores para o sucessor do atual Corolla, sedã a ser lançado nos próximos meses.

Depois - Novos motores não seguirão a tendência de downsizing, redução em tamanho e peso, nem iniciará o caminho do uso do turbo alimentador para a marca no Brasil. 2.000 cm3 de cilindrada, 16 válvulas, construído em alumínio, inicia nova geração para o Corolla e futuros produtos. 


Primeiro Toyota nacional com injeção direta de combustíveis, apto a receber turbo alimentador, e unidade de força para outros futuros produtos na América Latina.

Mais
– Após conquistar o rótulo de Líder em Segurança como primeiro veículo nacional com nota máxima de proteção para adultos e crianças, Renegade viu seis de suas versões nos Top 10 em segurança. 


Levantamento feito pelo Cesvi/Brasil entre 293 versões de 58 modelos e 14 marcas, o jovem Jeep foi apontado como melhor nacional, com seis entre os 10 primeiros colocados.

Consequência – Resultado de bom projeto e seu reconhecimento pelo mercado pelas vendas, Agencia AutoInforme aferiu, em novembro ficou em segundo lugar em desvalorização, com perda modesta de 6,4% em um ano de uso.

Fim
– Juiz de São Bernardo do Campo, SP, decretou a falência da Karmann-Ghia. Antes pioneira alemã pioneira vinda com a indústria automobilística, passou de mão em mão. Última sequer pagou salários e energia.

Acerto – Representantes da Paccar – dos EUA, proprietária das marcas de caminhões Kenworth, Peterbilt e DAF – reuniram executivos da DAF, operando no Brasil e da fornecedora Randon Autopeças. 


Explicar filosofia, exigências, visões para enfrentar o crescimento da concorrência no mercado. No Brasil DAF monta caminhões desde 2013 em Ponta Grossa, Pr.

Crença – Volkswagen Caminhões e Ônibus investirá 1,5B entre 2017 e 2021. Fará novos produtos e aplicará em conteúdo de digitalização, conectividade e, campo prolífico, expansão internacional da marca. 


Recursos virão da própria operação, e foi a segunda boa notícia automobilística para o governo Temer.

Negócio – Aproveitando dívida líquida de 1/3 do patrimônio, Dana de autopeças adquiriu negócios de transmissão de forças e fluidos da italiana Brevini. Comprou 80% das ações, com opção para as restantes. Rolou a dívida.

Futuro – Acredita fortalecer suas capacidades nos crescentes mercados de veículos híbridos, de fora de estrada, e para as grandes mudanças em estrutura industrial e de produto. 


Raul Germany, CEO da Dana no Brasil entende, compra dará diferencial para expandir base de clientes regionais.

Mudança
– Pirelli apresentou novos pneus para a temporada 2017 na Fórmula 1. Basicamente mantiveram o aro de 13” e cresceram 25% na área de apoio com o solo. Dianteiros são 305 mm/670 e traseiros 405 mm/670.

Futuro - Valem para os três tipos, chuva, intermediário e piso seco. Equipes participaram intensamente dos testes, provendo mudanças necessárias nos monopostos. Um sofrimento, pois carros 2015 buscando se acertar para 2017.

Retífica RN – Coluna passada atrapalhou-se com nome do designer do renascer do Willys Interlagos no Brasil. É João Paulo Melo.

Fidel - Foi-se e é cantado como sonhador democrático, coerente, socialista preocupado com seu povo. 


De outro lado, ditador comunista preocupado em fazer fortuna pessoal em regime anti democrático, rotulando 12.000 assassinatos dos eventuais opositores, incluindo companheiros de armas como Justiçamento, apropriador dos bons números de saúde e educação de Cuba como conquista de seu regime duro – e agora sem rumo.

Igual – Gente é igual automóvel. Depois da morte são louvados por qualidades não demonstradas em vida. Por isto não há cemitérios para os malvados.

Gente – Lapo Elkann, 39, inventador de modas, neto e herdeiro de Gianni Agnelli, ex-top da Fiat, preso. 


OOOO Criou história de auto sequestro, família não acreditou, e polícia de Nova Yk localizou-o em festa. 

OOOO Diz a força policial, quantia seria para manter o clima. 

OOOO Que festa ... 

OOOO FCA não comenta. OOOO

Revitalizando o Renegade

Para não perder o pique de vendas, manter a disputa no segmento dos SUVs, e a sequencia de prêmios pela imprensa, Jeep incrementou o Renegade 2017, já nos revendedores. 


Novidade maior está nas versões mais vendidas, utilizando motores 1,8 litro de cilindrada, flex.

Realizou desenvolvimento sobre o propulsor, identificando a etapa como Evo flex, para torná-lo mais ágil, potente e econômico – na prática melhorar as sensações do motorista. 


Mudanças geraram 7 cv a mais, indo a 139 cavalos de força, mas o foco mais centrado da Jeep era dar melhores sensações ao condutor. 

Para isto privilegiou o funcionamento ao aplicar coletor de admissão variável – o percurso varia para maior ou menor distância dependendo da demanda comandada pelo acelerador -; aplicou bomba de combustível inteligente, mudando a pressão de acordo com a exigência; e, epicurismo mecânico, aplicou óleos lubrificantes de menor atrito para motor e transmissão.

Resultado obtido, maiores maneabilidade e respostas em baixas rotações, menor necessidade de mudança de marchas – e até 10% na redução de consumo.


Outros melhoramentos foram monitoramento indireto da pressão dos pneus – menor pressão aumenta o consumo -, indicador de troca de marchas, pneus ditos verdes, com menor atrito na rolagem com o solo, alternador inteligente – só gera energia sob demanda, reduzindo o auxílio do motor. Criou versão Limited assinalando o topo no segmento com motor 1.8 flex.

Na linha mantém a exclusividade do motor diesel 2.0 e transmissão automática de nove velocidades. O Renegade é o único dentre os utilitários esportivos não derivado de carro de passeio.




Renegade 1,8, revisto e melhorado, melhor dirigibilidade, menor consumo.

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