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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

FORD MOSTRA AS NOVAS TECNOLOGIAS DO FUSION EM VÍDEO DESCONTRAÍDO COM O ATOR BENTO RIBEIRO


A Ford iniciou um projeto de vídeos em um formato descontraído e explicativo que facilita o conhecimento das novas tecnologias lançadas em sua linha de veículos 2017. Essa série tem uma nova produção que apresenta o Fusion 2017 – veja aqui.

Ele é estrelado pelo apresentador Bento Ribeiro, da nova geração de atores oriundos da MTV. Na gravação ele conversa sobre o carro com a jornalista automotiva Cecília Ribeiro, enquanto rodam com o novo Fusion no campo de provas da Ford em Tatui, no interior de São Paulo.


Em tom descontraído, deixando de lado o formato tutorial e filmado no ritmo da internet, no vídeo a especialista explica ao ator, totalmente leigo no assunto, as tecnologias semiautônomas e as mudanças do design do Fusion, carro líder do segmento de sedãs médios/grandes de luxo.

Durante dois minutos, a descrição do automóvel começa pela grade dianteira, que chama a atenção pelo novo desenho e pelo sistema de controle ativo para otimizar a aerodinâmica e economia de combustível.


No interior, ao entrar no veículo, Bento Ribeiro dá suas impressões sobre o botão de partida. 

Fica admirado com os bancos refrigerados com novo acabamento em couro, além do E-shifter, controle rotativo de marchas que substitui a alavanca de câmbio tradicional. 

Também chama a atenção do ator o sistema SYNC 3 com tela de 8 polegadas, que conecta com o celular, tem GPS, música e aplicativos, além de interface com Apple CarPlay e Android Auto com comandos de voz.

Depois de conhecer os vários recursos do Fusion, Bento Ribeiro dispara: “Quando eu posso dirigir este carro?".


Tecnologias semiautônomas

O vídeo narra de forma simples e de fácil compreensão as chamadas tecnologias semiautônomas do Fusion, como o assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestre, que freia sozinho, e o sistema Auto Start-Stop, que desliga e liga o carro automaticamente quando ele está parado para economizar combustível. E, por fim, o piloto automático adaptativo com sistema “stop and go”, que acelera e freia o carro no trânsito.


FIAT ARRUMA A CASA. MERCEDES LANÇA PICAPE EM PARIS PSA TAMBÉM FAZ ACORDO COM A DIVERGENTE 3D. CRETA SERÁ O NOME DO HYUNDAI QUE SERÁ VENDIDO NO BRASIL.QUEM QUISER VENDER E ASSISTIR PORSCHES PODE SE HABILITAR. DE 7 A 9 DE OUTUBRO ACONTECE O BRASIL MOTORCYCLE SHOW, EM CURITIBA



Coluna nº 3916 22 de Setembro de 2016
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Arrumando a casa. Novos Uno 1.0 e 1.3
Não é novidade aos leitores da Coluna. Os novos Uno foram por ela descritos tanto nas modificações quanto na postura mercadológica, de portar novidades estéticas, de composição no conteúdo – chegando ao controle de tração -, marcados por novos motores, o GSM publicitariamente ditos Firefly.

Fiat tem problemas internos com leque de produtos sob o peso dos anos, supressão de alguns, e as vendas do Mobi, expectativo de ser o mais vendido da marca, sem sê-lo. 

O Uno, mais vendido e agora visualmente mais careta, inicia processo de renovação com alterações estéticas, incremento ao conteúdo, e novos motores.

Para entender, todas as marcas devem substituir motores em função das novas regras europeias e norte americanas de consumo e emissões. 

Sua mescla permeia ao Brasil e a globalização exibe padrão. Assim, os GSM são os Fire dos atuais dias, e sobre ele, com expansão de cilindrada, aposição de um turbo ou dois -, será unidade de força da maioria dos Fiat nacionais nas próximas duas décadas.

Uma olhada percebe liberdade conceitual. Desde as folgas mínimas internas nos motores concedendo utilizar óleo lubrificante 0W20, o uso de corrente sem manutenção acionando o comando de válvulas; sua capacidade de atrasá-lo em até 50 graus quando a velocidade está estabilizada; bombas de óleo e água funcionando sob demanda; alternador sem operar quando a bateria está carregada; sistema stop/start; bielas longas.

Vê-se, mudou o objetivo. Não se persegue potência mas torque, dado verdadeiramente influente em 90% do uso do automóvel.

Motores com bloco e cabeçote em alumínio e duas válvulas por cilindro para aumentar torque em baixas rotações e reduzir custo de produção. 

Família é modular, as peças internas – bielas, pistões, pinos, anéis, válvulas et coetera, são iguais, e o motor de quatro cilindros 1.3 é um três 1.0 com um terço a mais. Direção elétrica para economizar combustível. 

No conjunto, o motor 1.0 faz 10.4 ou 10,9 m.kgf de torque com gasácool ou álcool, maior dentre os 1.0 disponíveis no Brasil. Não buscando potencia, esta ficou entre 72 a 77 cv com os dois combustíveis. 1.3 gerando 13,7 a 14,2 m.kgf de torque e potência de 101 a 107 cv.

Pesando pouco mais de uma tonelada, a fórmula promete bons resultados dinâmicos em capacidade de acelerar.

Preços entre R$ 42.970 e R$ 53.690 para o 1.3 com transmissão automatizada Dualogic. Considerando o Mobi inicial oferecido a R$ 29.900, vê-se, a Fiat criou espaço para separar os produtos por aplicação e conteúdo. O Mobi mantém o motor Fire em última geração de quatro cilindros, fim do ciclo.


Uno mudou por fora, dentro e embaixo


Sem incentivos, mas com projetos
Nos últimos 50 anos de operação, a atividade de fazer veículos a cada crise juntava seus agentes e aplicava fórmula desequilibrada. 

Empregados e empregadores iam ao governo e pediam soluções para impedir demissões. Como a maioria dos governos não tem projetos, não utiliza a atividade alheia para alicerçar seu crescimento, resolvia de maneira prática: reduzia impostos. 

A opção satisfazia três partes e era confortável, pois jogava nas costas de um quarto participante, o contribuinte, sem consultá-lo sobre a redução da arrecadação em nome de favorecer um segmento – e desfavorecer os outros.

Nunca se saberá, efetivamente, a verdade da fórmula e dos números apresentados. Era mais elaborada quando de sua primeira edição, em 1965. 

Ao tempo, ao governo militar foi apresentada a primeira queda de vendas nos quase 10 anos de indústria nacional. Revendedores deram a sugestão, e governo complementou. Deu no Carro Econômico.

A fórmula se repetiu sem o componente de caráter popular, no governo Itamar Franco e os carros 1.0. 

Os Econômicos eram desequipados, pelados, desconto de 75% nos 25% do IVC, o imposto de então, e financiados em 90% pela Caixa Econômica Federal. Nos 1.0 IPI quase a Zero %. Ambos reengataram vendas.

As soluções mais recentes são superficiais, apenas reduzindo o IPI de algumas faixas de cilindrada do motor.

Agora, com queda monumental, a fórmula estressada não dá mais resultado. Phillip Schiemer, 52, presidente da Mercedes-Benz, o fabricante mais tradicional do país e quem anota 60% de queda de vendas 60% e as maiores dificuldades para reduzir o pessoal ocioso, foi o primeiro a dar o recado nas Páginas Amarelas da revista Veja: Subsídio é um modelo falido e com ele a indústria brasileira poderá sumir.

Empresas pensam em décadas, governos apenas na próxima eleição, a cada 2 anos. Empresas tem que vender e fazer lucros para pagar contas ao final do mês. 

Governo nem sempre paga as dívidas, emite precatórios, vende títulos, e rola as contas para os próximos. Indústrias são tocadas por executivos treinados por décadas. 

Ao interlocutor oficial não há exigências de preparo. Listados alguns recentes titulares do Ministério que mais troca de nome na Esplanada, serão lembrados como ativos apenas Luiz Fernando Furlan e Armando Monteiro. Os demais, sem conhecimento, vivência ou respeitabilidade, não se impuseram.

Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação das montadoras, entrou na mesma trilha com objetividade de engenheiro: para ele indústria quer projeto para saber para onde e como vai o país. 

Stephen Ketter, brasileiro, apesar do nome, presidente da FCA, gerindo queda da liderança para terceiro lugar em vendas, autor da mais moderna das fábricas nacionais, endossa a tese.

Agora resta ao governo mostrar o caminho. Talvez ocorra. Marcos Pereita, bispo, ministro do Desenvolvimento, de quem os ajustes políticos caparam o comércio exterior, não foi aos EUA vender esperanças e projetos. Terá tempo para fazer o dever de casa.

Surpresa, Picape 
Mercedes, no Salão de Paris
Mercedes-Benz em corrida para mostrar no Salão de Paris, final do mês, picape a ser produzido na Argentina, sobre base do Nissan Navara - foi antecipado mundialmente pela Coluna.

Morfologia conhecida, chassi por longarinas e travessas, cabine dupla, tração nas 4 rodas, transmissão automática de nove marchas e, para o mercado brasileiro, um dos bons clientes, motor diesel de sua produção.

Fase de definição, nome oscila entre GL-T Class e X-Class. Pelo insólito, produto surpreendeu quando anunciado, mas o conceito depurou e a MB dos EUA agora quer produzi-lo, onde picape é o carro mais vendido. Vendas demoram – agosto de 2017. 

Motores a gasolina, diesel, e versão híbrida, caminho natural destes tempos. Quer ter uma noção? Enfeite e equipe um Amarok.


Mercedes picape. GL-T ou X-Class?



Roda-a-Roda


Tecnologia – Ganhos tecnológicos em projeto, desenvolvimento e construção levam fabricantes de automóveis a se aproximar da tecnologia de impressão 3D. 

Difícil imaginar automóveis feitos com painéis produzidos por impressora chique, mas é o caso.

PSA – Após Ford e Opel entrar no negócio, fabricante de Peugeots e Citroëns fez acordo com a californiana Divergent 3D, desenvolvedora de processo para impressão de peças complexas. 

Busca-se construir veículos mais leves por processos reduzindo custos, poluição, consumo.

Lei - Promessa nunca efetivada pelo governo de Christina Kirchner, aprovar projeto da Câmara dos Deputados legalizando as pequenas fábricas de automóveis na Argentina, deve se tornar a lei de Autos Artesanales Argentinos. Permitirá patentear, construir, vender a mercados interno e exportar.

ACIARA – Associação de Construtores Independente de Automóveis da República Argentina, é o nome da entidade, já acordou protocolo com o governo para circulação dos veículos após homologação.

Produto – Argentina tem talento no setor, obrigado a mágicas e firulas para sobreviver. Mais conhecido dos veículos, o Pur Sang, cópia de Bugatti type 35, incluindo mecânica e motor.

Gentileza – Associação participará ativamente da restauração do Cadillac ’55 conversível, ex-Perón, desejo do presidente Mauricio Macri em tê-lo no Museu da Casa Rosada. Macri é do ramo: construiu Peugeots.

Pur Sang, cópia de Bugatti, made in Argentina

Creta – Nome do utilitário esportivo, próximo da Hyundai do Brasil suscitou dúvidas. Porque não outro, identificado com o Brasil, como o faz na pequena República Dominicana, onde é chamado Cantus?

Fica – Diz Cassio Pagliarini, diretor de marketing: “O nome Creta já é aplicado nos mercados próximos ao Brasil e teve grande sucesso na Índia e Rússia, com vendas muito expressivas já no seu primeiro ano de vida. A nomenclatura ix25 é válida apenas para a China. Aqui no Brasil, o nome Creta foi testado sem rejeições pelos potenciais clientes e vai colaborar na construção da marca global do produto, mesmo que existam diferenças específicas de país para país. Naturalmente, eu acho a nossa versão a melhor delas!”

Mercado – Maior segmento no mercado nacional é o de SAVs, os Sport Activity Vehicles, detentores de aparência e valentia pela posição superior para dirigir e maior distância livre do solo. Usam motores de tamanho e potência contidos e tração apenas em duas rodas.

Padrão - No Creta Brasil, inicialmente, motor L4, 1,6 litro e 123 cv, 15,4 m.kgf de torque, transmissão mecânica e automática de 6 velocidades. Preço deve ser abaixo dos pouco críveis pedidos por Honda HR-V e Nissan Kicks.

Renascer – Chegando ao fim do problema e iniciando a solução para motores diesel leves acusados de emitir poluentes acima da lei. 

VW caminhões e ônibus, um dos 12 braços do império VW AG, fez festa de abertura do IAA, maior salão de transporte no mundo.

Evidência – Estava reclusa, quieta em divulgação, e o melhor sinal da volta é retomar oportuna tradição por ela aberta em recepcionar convidados e jornalistas de todo o mundo em avant première. 

Nome ajuda a imagem, foi Start up Night, tipo voltamos com tudo. Comando pelo brasileiro Roberto Cortes, apresentação do sistema Volksnet, de monitoramento, desenvolvido no Brasil, e do caminhão Constelation 25.420.

Fechou – Quem quiser entrar no negócio de vender e assistir Porsches, deve esperar. Stuttgart Veículos, uma das duas redes do País, completou plano de expansão com loja em Florianópolis, a sétima em seis cidades: S. Paulo, Rio, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Recife. Stuttgart detém 25% da Porsche Brasil, representante nacional.

Marca – Porsche Brasil resolveu auditar todos os recall da marca. Quantidade pequena, 139 veículos. 

Chamou os proprietários por telefone e convenceu-os aos reparos gratuitos. Moral da história, 100% de atendimento – média nacional é a metade.

Outro – Ministro das Cidades – onde se alojam os assuntos do trânsito -, e diretor do Denatran, anunciaram formação do Comitê Empresarial de Segurança Viária. 

Querem ouvir sugestões para implementar medidas capazes de deter a ascensão de acidentes e perdas no trânsito.

Faróis – Aproveitando a Semana Nacional do Trânsito Bosch destaca a importância do sistema de iluminação como item de segurança. 

Sugere sejam verificados periodicamente para garantir boa visibilidade aos condutores e não ofuscar visão de outros motoristas.

Moto – Moras no Paraná? Vais passar em Curitiba entre 7 a 9 de outubro? Gosta de motos? Vá ao Brasil Motorcycle Show. Será no Espaço Renault, dentro do Parque Birigui. Boa parte das presentes no mercado, e atrações como personalizadores. Aproveite e visite o museu do automóvel nas proximidades.

Paulistanidades – És antigomobilista? Votas na capital de S. Paulo? Duas chapas não têm passado recomendável quanto à atividade. Se o conceito pesa para ganhar seu voto, considere. Por cronologia.

Erundina - Quando o Ministério das Relações Exteriores colocou dois Itamaraty Executivos à venda, o Museu Nacional do Automóvel foi ao chefe de Gabinete de Luíza Erundina, então Ministra da Administração, ponderar sobre a venda de automóveis raros, ligados à história do País, por quantia rala. 

Resposta foi de ser questão inexpressível – e que o Museu, privado, preocupado com patrimônio público, comprasse os automóveis.

Mais – Quando prefeita da capital paulista foi inflexível em questão com o Veteran Car Club, levando-o a fechamento.

Matarazzo – Andrea, antes candidato e agora vice na chapa Marta Suplicy, era secretário de Cultura em São Paulo, e o mesmo Museu denunciou vandalismo e sumiço do acervo tombado do Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, o Museu Lee em Caçapava, SP, sob sua jurisdição.

… 2 - Em vez de fazer auditoria e apurar responsabilidades, como requerido, acertou-se com sua prima, a responsável pelo Museu, para doação à Prefeitura de Caçapava, apagando o passado, os danos, a lesão ao patrimônio cultural, pois os veículos estavam tombados por sua Secretaria.

Marta – Querendo o prédio para finalidade menor, Ministério dos Transportes conseguiu lacração do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília. 

A então senadora foi nomeada ministra da Cultura, e imediatamente a entidade solicitou audiência, buscando apoio para solver a questão diretamente com o Ministério dos Transportes. 

Nunca a ministra teve interesse ou agenda, omitindo-se a salvar o Museu na Capital Federal. De falsas culturas e interesses sociais o País – e agora as prisões – estão cheios.


Foto do Maverick tombado, vandalizado dentro do MPAM


Há 60 anos Mercedes 
começava o diesel no Brasil
Última semana de setembro de 1956, a Mercedes-Benz fez profunda e pioneira marca na história da indústria automobilística brasileira. 

Superou o esquema consentido à época, a montagem de partes importadas – onde se incluía o motor - e apresentou o caminhão 312, com motor feito no Brasil. 

O evento dividia a história e indicava, o fabricante com origem na criação do automóvel dava o aval para o futuro da atividade no Brasil.

A empresa havia quebrado o estigma do sub desenvolvimento da América Latina – onde não se fabricavam motores sob a alegação técnica norte-americana de ser impossível garantir estabilidade dinâmica aos blocos vasados sob calor tropical. 

Em dezembro do ano anterior, através da Sofunge, depois adquirida, mesclando sonhos, utopias, as esperanças para o chegante governo JK, e o conhecimento de engenheiros alemães da Mercedes e brasileiros, havia fundido, usinado e dado como operacional o primeiro motor feito no Brasil.

Era um seis cilindros em linha, diesel, em ferro fundido, produzindo pelas medidas de época 110 hp, com ignição por vela térmica e pré câmara de combustão – o pico de tecnologia para melhorar a queima do combustível e expelir menos fumaça preta.

Pioneiro L-312, apelidado Torpedo, Pescocinho, com referência ao motor projetado fora da cabine, transportava entre 5 e 6 toneladas de carga bruta, surgiu apoiado em campanha publicitária e pintada no para choques dianteiro a frase O que é bom já nasce diesel, alusão ao caminho que iniciava abrir – então apenas 2% da frota utilizava variadas marcas importadas e os montados localmente, Ford, Chevrolet, International, Studebaker, operava a gasolina,.

Do pioneiro L-312 Torpedo foram produzidos 6.054 unidades até 1958, quando substituído pelo 321, com cabine avançada. Até hoje, a Mercedes-Benz produziu 1.450.000 caminhões no Brasil.



Motor OM-312 do Caminhão “Torpedo” L-312.


O 312, hoje objeto de coleção, embora ainda trabalhe
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

FERNANDO CALMON FALA DA SÉRIE DE CARROS QUE A FIAT POSSUI NA MESMA ÁREA DE INTERESSES. O MERCEDES C180 FEITA NO BRASIL TEM BOM ACABAMENTO MAS FALTAM-LHE ACESSÓRIOS BÁSICOS, COMO SENSORES DE OBSTÁCULOS



Alta Roda 

Nº 907 — 22/9/16

Fernando Calmon


AVANÇAR CUSTA CARO

A Fiat começou a destrinchar o quebra-cabeça em que se envolveu com várias opções na faixa de compactos hatches, ainda o segmento mais importante do mercado brasileiro. 

A chegada do subcompacto Mobi provocou um conflito de preços entre o Uno e a versão antiga do Palio, conhecida como Fire. 

Esta última, segundo o fabricante, agora é destinada “apenas a frotistas”. É possível certa flexibilidade até o modelo ser descontinuado.

Em compensação, o Uno 2017 recebeu modificações estéticas – nova frente que o aproximou do estilo do Panda italiano, com novos faróis, grade e para-choque – e mecânicas. 
O foco foi em moderna família de motores e avanços em eficiência energética. 

A marca italiana estava atrás dos concorrentes, mas não perderá o prazo fatal para comprovar, a partir do próximo mês, redução de consumo de combustível, na média de todos os seus produtos à venda, em no mínimo 12%, em relação a 2011. 

A estratégia incluiu direção eletroassistida, nova geração de pneus “verdes”, spoiler dianteiro, convergedor de ar do radiador e revestimentos aerodinâmicos na parte inferior da carroceria. 

Os inteiramente novos motores flex de 1 L, de 3 cilindros e 1,3 L, de quatro cilindros, ambos com bloco de alumínio, estão entre os melhores do mercado. 

Formam uma família batizada de Firefly (vagalume, em português) e o Brasil tem primazia no lançamento.

Uma das características é a opção por um cabeçote monocomando de apenas duas válvulas por cilindro, ao contrário de outros motores modernos com quatro válvulas e duplo comando. 

Mas o resultado final pode ser considerado muito bom, pois a engenharia aproveitou ao máximo as características dos nossos combustíveis ao elevar a taxa de compressão para 13,2:1. 

Também trabalhou novos conceitos de balanceamento do motor para reduzir vibração e aspereza do 3-cilindros. Isso fica nítido logo ao ligar o motor pela boa marcha-lenta e retomadas convincentes graças ao alto torque com gasolina (10,4 kgfm) e etanol (10,9 kgfm).

O torque específico é o maior entre os motores aspirados de 1 L no Brasil, mas a potência limita-se a 72/77 cv (gasolina/etanol), longe, por exemplo, do motor equivalente mais sofisticado, de 80/85 cv, da Ford. 

Trata-se de compensação típica entre elevar torque e baixar potência (e vice-versa), quando não se usa superalimentação (turbo ou compressor). 

Em estrada, principalmente com lotação completa e bagagem, o motorista sentirá alguma dificuldade nas ultrapassagens. Se for esse o caso, a melhor opção é o 1,3-L que oferece 101/109 cv e 13,7/14,2 kgfm.

O ganho em eficiência energética foi notável, de 14,4% no motor de menor cilindrada e de 16,7%, no maior. 

Nesse último, o sistema desliga-liga o motor em paradas tornou-se item de série tanto no câmbio automatizado (que recebeu aperfeiçoamentos), quanto no manual (ainda um ponto fraco do Uno). 

Consumo menor em trânsito pesado é garantido, mas quem quiser pode inibir esse recurso ao aperto de um botão. Nas versões de topo há controle eletrônico de trajetória e de partida em aclives. 

Os preços aumentaram bem e não poderia ser diferente pelo que oferece: R$ 41.840 a R$ 53.690. Está aberto espaço ao Mobi e também aos concorrentes...

RODA VIVA

HYUNDAI confirmou o que se esperava. Um crossover compacto será produzido no Brasil, no próximo ano e exibido antes no Salão do Automóvel de São Paulo, agora em novembro. 

Creta utilizará a base modificada do HB20 com estilo específico para o mercado nacional. 

Motor não foi informado pela marca, mas poderá ser o atual flex 1,6 L com injeção direta e 140 cv.

PRESIDENTE da Ford América do Sul, Lyle Watters, atuou anteriormente na subsidiária europeia e teve de enfrentar a recente fase de profunda crise de vendas. 

A recuperação do mercado lá foi mais rápida do que o esperado. Para ele, tudo indica que acontecerá algo semelhante aqui. Quando o mercado começar a reagir, também deve surpreender pela velocidade.

VERSÃO de entrada do Mercedes-Benz C180, produzida no Brasil, tem acabamento e materiais de primeira qualidade, embora faltem alguns acessórios básicos em um modelo premium como sensores de obstáculos. 

Motor turboflex de 1,6 L e 156 cv não aproveita todo o potencial de desempenho do etanol. Dá conta dos 1.400 kg de peso (vazio), sofrendo um pouco com carga total.

GOVERNO federal não conseguiu derrubar a liminar que obriga a sinalização de todas as rodovias, antes de aplicar multas em quem deixar de ligar farol baixo durante o dia. 

A lei, mal discutida e pior implantada, merece revogação. Ideal seria estabelecer um cronograma para luzes diurnas específicas de acendimento automático, tanto em estradas como em cidades.

VAZAMENTO de óleo lubrificante e outros fluidos originados de veículos são fontes de poluição não atmosférica pouco controladas no Brasil. 

Inspeção veicular séria parece distante e assim maior cuidado com a manutenção poderia amenizar o problema. 

Como referência, apenas um litro de óleo tem potencial de contaminar um milhão de litros de água.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


terça-feira, 20 de setembro de 2016

A GRANDE E BOA NOVIDADE AUTOMOTIVA NO BRASIL VEM SENDO A ADOÇÃO DOS MOTORES DE TRÊS CILINDROS QUE COMBINAM AGILIDADE, ECONOMIA E EFICIÊNCIA


COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

20 | SETEMBRO | 2016 |

Tarcisio Dias



Motor com três cilindros 
combina agilidade com eficiência



Você saberia dizer quais modelos ou até mesmo, fabricantes, oferecem aos seus consumidores motores 1,0 litro com apenas três cilindros? 

Acredite. Desde 2011/2012 que o Hyundai HB20 e o Kia Picanto já utilizam esse desenvolvimento, mas o consumidor brasileiro só agora começa a observar que estamos seguindo num caminho sem volta pela busca da eficiência energética, mas sem perder na agilidade da condução.

A perda de um cilindro e recursos tecnológicos inovadores estão permitindo que a potência produzida de 48 cavalos no Mille em 1990, alcance a marca de 85 cavalos nos motores atuais, e com média de consumo próxima dos 20 km/l. 

Observamos motores mais potentes e econômicos atualmente que os “antigos” quatro cilindros de 1.0 litro.


Ford, Volkswagen, Nissan, Peugeot, Citroën e mais recentemente a Fiat disponibilizam a motorização que oferece muito mais por menos. Renault e Chevrolet também estão próximas de apresentar suas soluções.

A Volkswagen é a marca que oferece a maior quantidade de modelos com esse conceito de motorização no mercado nacional. 

Assim como toda a linha up!, os modelos Novo Gol, Novo Voyage e Fox estão disponíveis no mercado brasileiro com seu moderno motor aspirado EA211 1.0l R3 de três cilindros Flex. Ao todo são cinco modelos: up!, cross up!, Novo Gol, Novo Voyage e Fox.

O motor EA211 1.0l R3 tem potência de 82 cv quando abastecido com 100% de etanol e de 75 cv com 100% de gasolina no tanque. 

O torque máximo é de 10,4 kgfm a 3.000 rpm com etanol e de 9,7 kgfm à mesma rotação, quando abastecido com gasolina.

Já a partir de apenas 2.000 rpm 85% do torque máximo está disponível, o que lhe confere grande agilidade no uso urbano e retomadas de velocidade seguras na estrada. Possui bloco e cabeçote feitos de alumínio, o que colabora para reduzir o peso do conjunto.

Com quatro válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e duas para escape, o cabeçote tem comando de admissão variável – a variação é contínua, o que reduz consumo de combustível e emissões e melhora sensivelmente a resposta do motor em baixos regimes de rotação.


O grupo PSA Peugeot Citroën também uma opção muito interessante quando falamos de motorização com três cilindros. 

Na linha 2017 do Novo 208, o modelo estreia o novíssimo Puretech 1.2 litro de três cilindros, que já chega sendo o mais econômico do Brasil e ainda substitui o atual 1.5 litro com inúmeras vantagens:
Arquitetura de 3 cilindros permite dimensões compactas e peso reduzido;
Redução de perdas mecânicas por atrito:
· Uso de materiais de baixa fricção nos pistões (DLC) e de tecnologias adaptadas, como bomba de óleo controlada ou correia de distribuição banhada em óleo;
· Dimensionamento otimizado de cada componente.
Tecnologia de combustão adaptada (otimização das propriedades aerodinâmicas da câmara, ajuste variável da admissão e escape, cabeça do cilindro com 4 válvulas por cilindro);
Injeção de combustível com aquecimento no bico injetor, dispensando a utilização do tanque auxiliar de partida a frio;
Sistema GSI, que indica ao condutor o melhor momento da mudança de marchas, visando a condição mais econômica de quanto ao consumo de combustível. 


Uma seta indicadora localizada no painel de instrumentos mostrará o melhor momento de o condutor mudar para a marcha superior ou inferior.



O propulsor de 3 cilindros passou por mais de 400 mil quilômetros rodados para sua validação e adaptação ao veículo. 

Foram necessárias também 5.400 horas de validação em bancada de teste (dinamômetro de motor) e uma série de adaptações em relação ao motor europeu:
Sistema de ignição com aquecimento dos injetores, para eliminação do reservatório de combustível de partida a frio;
Pistões reforçados para utilização de etanol;
Anéis de 1,2 mm de espessura que favorecem a redução de atrito e, consequentemente, a redução do consumo de combustível;
Bloco com mancais reforçados e com sistema de arrefecimento de pistões (jato de óleo no fundo dos pistões);
Bronzinas reforçadas;
Cabeçotes com sedes de válvulas reforçadas para utilização de etanol;
Válvulas de admissão reforçadas;
Eletroválvula do canister adaptada para uso com etanol;
Chicote específico para o motor bicombustível, adaptado para o sistema de partida a frio.

O novo motor produz 90 cavalos de potência máxima a 5.750 rpm, utilizando etanol (127 Nm de torque a 2.750 rpm). 

Na gasolina são 84 cavalos de potência máxima e 120 Nm de torque, nas mesmas rotações. 

Sempre associado a um câmbio manual de cinco velocidades, o propulsor equipa as versões iniciais do veículo.



Nova família global de motores FIREFLY - O novo Uno 2017 é o primeiro modelo em escala global da FCA a receber a nova família mundial de motores FIREFLY. 

Ela foi desenvolvida para atender às mais rígidas normas e padrões de eficiência energética, emissões e durabilidade em todo o mundo. 

Os novos motores não só atendem às resoluções Euro 6 e Proconve L6 como já estão preparados para as próximas etapas destes programas, e foram aprovados nos rigorosos testes do mercado norte-americano, que prevê durabilidade mínima de 150 mil milhas ou 240 mil quilômetros.

Os inéditos motores 1.0 três cilindros e 1.3 quatro cilindros que equipam o Uno 2017 adotam a arquitetura de 2 válvulas por cilindro com geometria do conjunto otimizada – pela primeira vez usada em motores 1.0 três cilindros. 

Essa arquitetura resulta em potência elevada, o maior torque em baixas rotações de suas respectivas categorias e baixo consumo de combustível.


O avançado sistema de combustão dos novos motores Flex permite maior eficiência tanto com etanol quanto com gasolina, representando o novo estado-da-arte para motores de duas válvulas por cilindro: o 1.0 alcança potência de 72 cv e torque de 10,4 kgfm (gasolina) e 77 cv e 10,9 kgfm (etanol), enquanto o 1.3 chega a 101 cv e 13,7 kgfm (gasolina) e 109 cv e 14,2 kgfm (etanol).

De construção modular, com bloco em alumínio, esta nova família engloba variantes de três e quatro cilindros com uma única dimensão de pistão e de cilindro nos dois casos. 

Essa concepção permite que vários componentes sejam compartilhados, racionalizando a produção e facilitando a manutenção, pois um mesmo componente pode servir aos dois motores, 1.0 e 1.3.

Seu desenvolvimento foi pautado por dois conceitos primordiais para sua categoria:
Eficiência: ser referência em baixo consumo aliada a excelente desempenho.
Confiabilidade: construção sólida e robusta, resultando em alta durabilidade.

A moderna concepção da nova família também deu a estes motores a maior taxa de compressão da categoria (13,2:1), acima da maioria dos motores com quatro válvulas por cilindro e injeção direta existentes no mercado global.


Turbo - O HB20 1.0 litro Turbo veio para ocupar uma faixa de mercado entre o HB20 1.0 litro aspirado e o HB20 1.6, tanto em custo quanto em performance. 

O motor é novo, diferente do atual 1.0. Desenvolve 105 CV @6000 RPM e 15,0 kgfm @1550 RPM quando abastecido com etanol.

Mantém a arquitetura de 3 cilindros com novo bloco, cabeçote e pistões todos redesenhados e reforçados para receber a carga a que serão expostos. 


O motor e sua calibração foram desenvolvidos na Coréia do Sul e conta com uma turbina de 1,9 bar da Honeywell, intercooler ar/ar, injeção indireta de combustível com pressão de trabalho de 3.8 bar e taxa de compressão de 9,5:1. 

Ele é diferente do modelo Europeu que é equipado com injeção direta e tem potência na faixa dos 120 CV (com gasolina).

O up! TSI foi lançado no Brasil em julho de 2015, trazendo o novo motor 1.0 TSI Total Flex. O modelo chegou para revolucionar o mercado brasileiro em termos de desempenho, economia de combustível e prazer ao dirigir.

O novo motor 1.0 TSI Total Flex é o mais avançado da Volkswagen no Brasil e o primeiro motor com injeção direta, turbocompressor e tecnologia flexível produzido no País.

O mercado brasileiro é o primeiro no mundo a oferecer o up! com o novo motor 1.0 TSI Total Flex, que está disponível exclusivamente com a carroceria de quatro portas, nas versões move up!, high up!, black up!, red up!, white up!, cross up! e speed up!.

Produzido na fábrica da Volkswagen em São Carlos (SP), esse motor tem potência máxima de 101 cv (74 kW) a 5.000 rpm, quando abastecido com gasolina, e de 105 cv (77 kW) à mesma rotação, com etanol.

Seu torque máximo é de excelentes 16,8 kgfm, com gasolina ou etanol, disponíveis já a partir de apenas 1.500 rpm. O valor é próximo do entregue por motores maiores.

Tecnologia EcoBoost – Disponível com potência de 100 cv, 125 cv e 140 cv, até 180 cv no Ford Fiesta R2 de rali, o EcoBoost 1.0 está disponível em 72 países do mundo. 

Para o Brasil, a versão definida foi a de 125 cv, potência superior à de muitos 1.6 e com grande economia de combustível.

Na versão de 140 cv, por exemplo, ele entrega uma potência por litro maior que um Bugatti Veyron. 

Um Fórmula Ford legalizado para as ruas com uma versão de 205 cv completou o famoso circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7 minutos e 22 segundos, desempenho que o colocou à frente de supercarros como Lamborghini Aventador, Ferrari Enzo e Pagani Zonda, com mais de 600 cv.

Onze modelos estão disponíveis na Europa com o premiado motor, incluindo Fiesta, EcoSport, Focus e Mondeo, além de B-Max, C-Max, Grand C-Max e Transit. Um em cada cinco carros da Ford vendidos na Europa em 2015 foi equipado com o EcoBoost 1.0, e o dobro disso na linha Fiesta.


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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

BMW APRESENTA NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE PARIS, QUE ABRE SUAS PORTAS NO DIA 1º DE, APRESENTARÁ SUA NOVA ESTRELA O SERIE 3 GRAN TURISMO, UM CARRO QUE TEM O REQUINTE COMO UM DOS PONTOS FORTES E TRÊS VERSÕES COM NOVOS MOTORES DE 184 A 326 CV, ALÉM DE CINCO OPÇÕES A DIESEL DE 150 A 313 CV. DIRIGIDO AOS MERCADO ALEMÃO, CHINÊS E ESTADUNIDENSES, O NOVO BMW DEVERÁ CHEGAR AO BRASIL EM 2017



Paris, 19 de setembro de 2016 – O Salão do Automóvel de Paris, uma das mais importantes mostras automotivas do mundo e que neste ano abre suas portas ao público no dia 1º de outubro, será palco de importantes estreias do BMW Group. 

Entre as mais relevantes está o novo BMW Série 3 Gran Turismo, que combina a elegância de um cupê, o espaço de um sedã de alta qualidade e a ampla capacidade do porta-malas. 

Neste caso, o BMW Série 3 Gran Turismo é voltado para mercados como Alemanha, China e Estados Unidos, onde a demanda por este tipo de automóvel é mais intensa. O produto também está previsto para o Brasil e chega no próximo ano. 

A maioria dos consumidores são novos clientes da marca BMW. Com a chegada do novo BMW Série 3 Gran Turismo, o modelo revela uma faceta mais esportiva. 

A gama de motores agrega três opções a gasolina e outras cinco a diesel, oferecendo ganhos de potência e menor consumo de combustível, em comparação ao modelo anterior.

Aspecto dinâmico e 
interior mais requintadoCom um comprimento de 4.824 milímetros, o BMW Série 3 Gran Turismo supera os demais integrantes da família Série 3 em cerca de 200 mm. 

O desenho, por sua vez, ressalta a impressão de se tratar de um modelo de alta qualidade, sendo que a parte frontal e a traseira foram concebidas para irradiar uma aparência mais dinâmica. 

Os novos faróis, com luzes em LED de série, assim como os faróis auxiliares, também em LED, garantem ao novo BMW Série 3 Gran Turismo um perfil mais esportivo, passando a sensação de um modelo de maior porte ao deslocar-se pelas estradas. 

Ao mesmo tempo, a traseira apresenta um aspecto mais vigoroso, com luzes traseiras em LED modificadas e com contornos de definição mais dinâmica.

O interior, por sua vez, ficou mais requintado graças à aplicação de materiais e design atualizados, como acabamento cromado, revestimento de couro e novos elementos feitos de madeira. 
Tudo isso se reflete em detalhes agradáveis ao toque e uma melhor ergonomia. 

A esportividade combinada à elegância de um cupê, o conforto proporcionado pelo acesso facilitado pelas quatro portas e uma gama de posições do assento ampliada e aliada a uma excelente posição elevada de dirigir são destaques do novo Série 3.

Nova família de motores: 
maior potência, menor consumoA nova geração de motores do novo BMW Série 3 Gran Turismo cativa, principalmente, por conta de seu perfil esportivo, ágil e elevada eficiência. 

A gama a gasolina, completamente nova, agrega três versões com potências de 184 cavalos até 326 cv; cinco opções a diesel, entre 150 cv e 313 cv, com a clássica tração traseira ou integral xDrive, associada a uma caixa de câmbio manual, ou automática Setptronic. 

Todos os motores a gasolina, de quatro e seis cilindros, assim como os blocos a diesel, de quatro cilindros, têm como origem a família de motores de desenho recente e estrutura modular BMW EfficientDynamics, e estão equipados com a mais moderna tecnologia BMW TwinPower Turbo. 

Ao todo, são 18 combinações diferentes de combinações de motor, transmissão e tração.

Quatro versões de
equipamento para escolher
Os interessados no novo BMW Série 3 Gran Turismo podem optar entre as versões Advantage, Sport Line, Luxury Line e M Sport, sendo que este último está disponível na exclusiva cor azul Estoril. 

O modelo conta com uma variada gama de equipamentos de série que inclui, entre outros itens, ar condicionado, acionamento do motor sem chave, direção Servotronic, seis airbags, faróis com luzes de LED, painel colorido de alta resolução com seletor iDrive Controller, volante multifuncional revestido de couro e sistema de áudio com Bluetooth.

EM SÃO PAULO, A SHIDA SERVIÇOS AUTOMOTIVOS OFERECE LAVAGEM SUSTENTÁVEL DE VEÍCULO COM SISTEMA A VAPOR



Com uma preocupação constante com o meio ambiente, o Shida Serviços Automotivos inovou nos sistemas de lavagem de veículos e oferece um processo de limpeza sustentável a vapor. 


Esse método proporciona um excelente resultado, além de gerar uma economia de centenas de litros de água – em média, são necessários apenas oito litros para cada lavagem.

O vapor produzido pelo aumento da temperatura da água é utilizado em alta pressão para remover a sujeira do veículo, sem a necessidade de utilização de produtos químicos.


O calor permite degradar a sujeira de maneira suave, remover pó e manchas sem agredir a pintura do carro, aumentando, assim, a durabilidade da lavagem.

Bruno Abdalla, sócio-diretor do Shida Serviços Automotivos, explica que esse sistema é mais eficiente do que o convencional: 
“Procuramos sempre oferecer um diferencial em nossos serviços. No caso da lavagem a vapor, além de ser sustentável pelo baixo consumo de água e por dispensar o uso de produtos químicos, o processo remove a sujeira de cantos que não são acessíveis na lavagem convencional, como partes do interior do veículo, cantos de portas, maçanetas e entrada do tanque de combustível.”

O especialista ainda destaca que as partes pretas de borracha e plástico recebem aplicação de produtos de alta qualidade para revitalização da cor, assim como os pneus e painéis, entre outros acabamentos. 


O serviço é um pouco mais demorado do que a lavagem simples, leva cerca de 1h30min, mas traz várias vantagens, como maior durabilidade. 

Com a aplicação feita da forma correta, por profissionais especializados, esse processo limpa as superfícies e dificulta o acúmulo de sujeira. Para um melhor resultado, o ideal é que seja feita uma vez por mês.

Higienização interna
Para deixar o carro ainda mais impecável, o cliente pode optar pela higienização interna a vapor, que limpa profundamente carpetes, teto e revestimentos de bancos e painéis de porta, seja de tecido ou couro.


A combinação de produtos de alta qualidade e a tecnologia a vapor limpa a sujeira acumulada, além de remover ácaros e bactérias, deixando o interior do veículo livre de odores e também auxiliando na prevenção de reações alérgicas e outros problemas de saúde.

“Quando a limpeza é feita com vapor, não há desgaste do revestimento de tecido ou de couro, pois a sujeira é removida sem a necessidade de esfregar essas partes. A secagem total ocorre em aproximadamente 3 horas após a realização do serviço, evitando a umidade e garantindo a eficácia da higienização”, finaliza Bruno.

Shida Serviços Automotivos

Fundado na década de 1950, em São Paulo (SP), o Shida Serviços Automotivos iniciou suas atividades com foco em instalação e manutenção de vidros automotivos. 


Ao longo dos anos, foram agregados outros atendimentos especializados, como vidros elétricos, acessórios, ar-condicionado, espelhos retrovisores, funilaria e pintura e estética automotiva, incluindo polimentos, vitrificação de pintura e lavagens a vapor (interna e externa).

Com mais de 60 anos de tradição na capital paulista, a empresa se consolidou no segmento pela alta qualidade na execução de serviços em diversas áreas. 


Um dos grandes diferenciais é o elevado padrão na manutenção de veículos blindados, com alta qualidade em todo o processo, da desmontagem ao acabamento, passando pela utilização de produtos de ponta, garantindo segurança e durabilidade.

O Shida Serviços Automotivos fica na Rua Clodomiro Amazonas, 1.400, Itaim Bibi, São Paulo. O telefone para atendimento ao cliente é (11) 3845-3802.