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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Recém chegado às concessionárias da marca, o Renault Captur já está à disposição do público para test-drive, depois de ter rodado mais de 1 milhão de quilômetros nas rodovias e cidades brasileiras, o que permitiu desenvolver novas suspensão, carroceria e arquitetura eletrônica de acordo com as condições brasileiras. O SUV tem motor 1.6 de 120 cv e versão 2.0 de 148 cv, controle de estabilidade e quatro airbags de série



O Captur, novo SUV da Renault, já tem campanha de test-drive nas concessionárias da marca. 

E o convite para um passeio no carro que é referência em design, conforto e espaço interno é feito por ninguém menos que a atriz Marina Ruy Barbosa. 

A campanha está na mídia impressa, TV a cabo, internet e nas redes sociais até o dia 10 de março. 

A partir daí, a Renault estreará uma nova fase dos comerciais do veículo, já com a rede de concessionárias totalmente abastecidas com o Captur para a venda ao público.

Mais informações sobre o novo SUV também podem ser obtidas no site captur.renault.com.br

No endereço, o interessado encontra dados técnicos, configurações do veículo, opções de personalização com pintura biton e outras informações.

Além disso, o site traz também a programação do Captur Experience, projeto cultural realizado pela Renault na avenida Oscar Freire, em um espaço criado especialmente para o lançamento do veículo, chamado La Maison Renault.

Renault Captur
O novo Renault Captur impressiona à primeira vista graças a seu design sensual e elegante. 

O modelo oferece maiores altura do solo, posição de direção, comprimento e entre-eixos de sua categoria. 

Fabricado no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, o Captur traz o conforto e espaço interno do universo SUV, com alta oferta de conectividade, tecnologia e segurança.

As linhas do novo Captur seguem a nova identidade visual da Renault e são assinadas pelo Technocentre da Renault, na França, em parceria com o Renault Design América Latina (RDAL), o único estúdio de desenho e estilo da marca no continente americano, localizado em São Paulo. 

No quesito design, destaque para a pintura biton, ou seja, a possibilidade de ter o teto em uma cor diferente do restante do veículo.

Projeto mundial liderado pela Renault Tecnologia Américas (RTA), que tem o objetivo de desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano, o Captur rodou mais de 1.000.000 de quilômetros apenas no Brasil. 

Com a intensa rodagem, foi possível desenvolver novas suspensão, carroceria e arquitetura eletrônica, entre outros.

O Captur terá uma gama completa no mercado brasileiro. Há duas opções de motorização: o recém-lançado 1.6 SCe (120 cv), que oferece economia e prazer ao dirigir; além do 2.0 16V (148 cv), opção para quem busca ainda mais desempenho. 

Os dois motores trazem tecnologias que a Renault desenvolveu na pista de Fórmula 1, categoria na qual a marca já conquistou 12 títulos mundiais. 

Em matéria de segurança, todas as versões saem de fábrica com quatro airbags e controle de estabilidade (ESP).

domingo, 26 de fevereiro de 2017

BMW registra crescimento de mais de 400% nas redes sociais no Brasil. Número de seguidores do perfil da BMW do Brasil no Instagram atingiu alta surpreendente de 421% em 2016.


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São Paulo, 26 de fevereiro de 2017 – A BMW vem registrando um aumento significativo de seguidores brasileiros em seus perfis nas principais redes sociais. 

No Facebook, a maior rede social do planeta, que conta com mais de 1,6 bilhão de usuários, por exemplo, o perfil da BMW do Brasil fechou 2016 com 1,73 milhão de seguidores. 


No Twitter, que tem atualmente cerca de 320 milhões de usuários globalmente, a empresa soma mais de 30 mil seguidores. 

No entanto, foi no Instagram que a marca assinalou seu maior crescimento. O perfil da companhia adicionou, no ano passado, 119.210 novos seguidores, atingindo um crescimento surpreendente de 421% em relação ao ano anterior. O número de usuários do Instagram gira em torno de 600 milhões no mundo.


E a evolução expressiva da BMW do Brasil, que é a líder premium alemã nas redes sociais brasileiras (Facebook, Instagram e Twitter), está em sintonia com o progresso que o BMW Group vem alcançando na internet, um reflexo dos investimentos e iniciativas que a companhia vem empreendendo nos campos da conectividade e digitalização.

“Nossa estratégia para as redes sociais visa reforçar os valores da BMW, como o prazer de dirigir, a constante inovação e a alta tecnologia, compartilhando com nossos seguidores um estilo de vida relacionado à marca, que os incentiva a aproveitar a vida, além de instigar o desejo por nossos produtos“, comenta Nina Dragone, diretora de Marketing e Produto da BMW do Brasil.


Redes sociais globais
Para se ter uma ideia da amplitude e do engajamento da BMW em âmbito global, no último dia 9 de fevereiro, o perfil internacional da marca no Instagram superou a casa dos 10 milhões de seguidores, tornando-se a fabricante de automóveis mais bem sucedida nesta rede social. 

A conquista é resultado do envolvimento da empresa nas mídias sociais. O departamento de Marketing da BMW considera o Instagram mais que apenas um canal de comunicação digital. 


Em seu perfil, mais que seus produtos, a marca compartilha o estilo de vida da marca com seus seguidores, por meio de postagens sobre seus mais recentes modelos, menções à sua própria história ou vislumbrando o futuro da mobilidade.

Com foco claro em imagens marcantes e uma comunidade altamente interativa, o Instagram é o canal ideal para informar os valores da marca referentes ao prazer de dirigir, ao apelo estético e à inovação. 


Sua atenção está voltada para a cobertura de uma variedade ampla de temas com conteúdo relevante e que agrade aos usuários, expandindo seu envolvimento na forma de curtidas e comentários. 

O perfil da BMW no Instagram impressiona por sua gestão segmentada, duradoura e de publicações regulares, de conteúdo emocionalmente envolvente.


Além do marketing influenciador e eficaz, a BMW também comemora o envolvimento e o entusiasmo dos fãs individualmente. 

Sob a hashtag #BMWrepost, a BMW compartilha as imagens clicadas por entusiastas e fotógrafos amadores no próprio perfil para que elas sejam apreciadas ao redor do mundo. 


E o engajamento do seguidor, por meio da hashtag #BMWrepost, tem alcançado um sucesso retumbante. 

Não é por acaso que a hashtag #BMW foi utilizada mais de 19 milhões de vezes tornando a hashtag mais popular do setor automotivo mundial.


"O objetivo da nossa estratégia em mídias sociais é aperfeiçoar a forma como usamos as características especiais de canais específicos e disponíveis para nós", explica Jörg Poggenpohl, diretor de Marketing Digital da BMW. 

"O Instagram serve para iniciar o diálogo autêntico com seguidores em todo o mundo. É importante não apenas celebrar as nossas próprias conquistas, mas, acima de tudo, para compartilhar a emoção e o entusiasmo de nossos fãs e clientes com uma audiência de milhões", explicou.

A BMW reconheceu rápido o enorme potencial do Instagram. A empresa publicou sua primeira imagem na rede social, uma foto do BMW 650i Coupé, com pintura em acabamento high-gloss, no dia 30 de maio de 2012. 

Dois anos depois, a BMW alcançava seu primeiro milhão de seguidores. Desde então, a comunidade de fãs no Instagram cresceu exponencialmente, saltando de dois milhões de seguidores no início de 2015 para praticamente o dobro meses depois. 

Em setembro do ano passado, a BMW já havia superado a marca de oito milhões de seguidores.

A popularidade da BMW no Instagram confirma o sucesso da estratégia de mídias sociais da marca, que tem como atributos os parâmetros personalizados, o conteúdo individualizado, a edição profissional e a autenticidade. 

Além do Instagram, o Marketing da BMW também utiliza com sucesso os canais do Facebook, Twitter e YouTube.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:
www.bmw.com.br

Motor de três cilindros pode tornar-se mais econômico ainda se derem certas as pesquisas que a Ford está realizando no motor 1.0 EcoBoost de desativação de um cilindro sempre que o carro atingir velocidade de cruzeiro ou estiver em posto morto. A nova tecnologia é capaz de desabilitar ou habilitar um cilindro em 14 milissegundos - 20 vezes mais rápido que um piscar de olhos -, gerando 6% de economia de combustível. A melhor solução, no entanto, para o consumidor em termos de consumo e desempenho seria a aplicação de um turbo nesse motor




A Ford anunciou que sua engenharia vem trabalhando no desenvolvimento de uma nova tecnologia de desativação de cilindro para o motor 1.0 EcoBoost, sendo o primeiro do setor automotivo que contará com essa inovação. 


O objetivo é lançar no mercado já a partir de 2018, possibilitando ampliar ainda mais a eficiência nessa cilindrada, com mais economia de combustível e redução de emissões de CO2.

Esse refinamento tecnológico contraria a ideia comum de que um motor com essa configuração seria incapaz de oferecer o refinamento exigido por um carro de passageiros. 




No seu funcionamento, o sistema para automaticamente de injetar combustível e também a operação das válvulas de um dos cilindros quando a capacidade máxima do motor não é exigida, como em ponto morto ou em velocidade de cruzeiro, reduzindo o consumo.

Desenvolvido pelos engenheiros da Ford em Aachen e Colônia, na Alemanha, em Dagenham e Dunton, no Reino Unido, e em Dearborn, nos Estados Unidos, em colaboração com engenheiros do Schaeffler Group, a nova tecnologia é capaz de desabilitar ou habilitar um cilindro em 14 milissegundos – 20 vezes mais rápido que um piscar de olhos. 


Combinada com soluções avançadas para contrabalançar vibrações, essa desativação é imperceptível para o motorista em termos de desempenho do motor, reduzindo o atrito e a necessidade de bombeamento do motor.

“A Ford avança nos limites da engenharia mais uma vez para melhorar ainda mais a eficiência do motor EcoBoost 1.0 e provar que ainda há potencial a ser explorado até mesmo nos melhores motores a combustão para entregar mais economia aos consumidores”, diz Bob Fascetti, vice-presidente de Engenharia de Powertrain da Ford Europa.



Software sofisticado
Simples no conceito, mas com engenharia avançada, esse sistema permite a operação em velocidades de até 4.500 rpm – quando as válvulas se abrem e fecham quase 40 vezes por segundo. 


Ele usa a pressão de óleo do motor para ativar uma válvula especial e interromper a conexão entre o eixo de comando e as válvulas do cilindro número 1.

Um software sofisticado determina o momento ideal de desativação do cilindro com base na velocidade, posição do acelerador e carga do motor. 




Por sua vez, um novo módulo de comando do eixo, similar ao lançado no início do ano no novo motor diesel Ford EcoBlue, libera espaço no cabeçote para os novos circuitos de óleo e componentes do interruptor de válvulas.

“Por ter capacidade variável, o sistema de desativação de cilindro dá ao motorista toda a potência do motor quando ele quer e a economia de um motor menor quando ela não é necessária”, diz Dennis Gorman, engenheiro de Powertrain da Ford Europa.


“Nossa pesquisa mostra que na maioria das situações de rodagem o sistema fica ativo por apenas alguns segundos de cada vez, agindo de forma rápida e imperceptível, e pode melhorar a economia de combustível em até 6%”, disse.

Menor complexidade

O sistema de desativação de um único cilindro criado pela Ford tem complexidade reduzida para viabilizar a produção em volume. 


Mas também traz inovações para manter o conhecido refinamento do motor 1.0 EcoBoost, incluindo uma nova configuração do virabrequim com volante e polia propositalmente “desbalanceados” para neutralizar a vibração.

A adoção de um novo volante de dupla massa e disco de embreagem com amortecimento de vibrações ajuda a neutralizar as oscilações do motor quando ele opera com dois cilindros, especialmente em rotações mais baixas. 

As válvulas de admissão e exaustão se fecham quando o sistema está ativo, prendendo os gases para criar um efeito de mola que ajuda a balancear as forças entre os três cilindros, além de conservar a temperatura dentro do cilindro para manter a eficiência da queima quando ele é reativado.

Novos suportes do motor, eixos de transmissão e buchas de suspensão contribuem para o seu refinamento. 


Ele tem também componentes reforçados para suportar as variações de carga resultantes da desativação do cilindro, incluindo uma nova corrente do eixo de comando e osciladores de válvula produzidos com sistema avançado de metal injetado.

“A desativação de cilindro ajusta a capacidade do motor para otimizar a economia de combustível. E, para trazer o maior benefício aos consumidores, precisa ser ativada nas mais diversas situações de direção”, diz Carsten Weber, gerente de Pesquisa e Engenharia Avançada de Powertrain da Ford Europa. 


“Nós estamos testando intensamente o sistema em condições reais usando várias estratégias de desativação para desenvolver um sistema que maximiza a economia de combustível sem comprometer o conforto de dirigir”, acrescentou.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Apesar de gastarem mais combustível, de terem um desempenho menor e um centro de gravidade desfavorável os SUVs continuam sendo a preferência mundial. Afinal, têm uma dirigibilidade mais elevada, maior capacidade de porta-malas. A Renault, depois do Duster lançou a Captur que entra nesse vigoroso mercado




Alta Roda 

Nº 929 — 23/2/17

Fernando Calmon


APOSTA DUPLA

A suvinização, neologismo para a crescente aceitação de modelos do tipo SUV ou mesmo de crossovers inspirados neles, continua sacudindo o mercado brasileiro. 

De pouco adianta argumentar que são veículos pesados, gastam mais combustível, têm menor desempenho e centro de gravidade desfavorável. 

As projeções, no entanto, apontam crescimento, nos próximos três anos, de 15% para 20% na preferência do consumidor. 

E o fenômeno se repete até na Europa, onde alcançaram 25% das vendas totais.
Renault resolveu apostar duplamente nesse segmento: primeiro com o Duster, de desenho mais rústico, e agora com o Captur, ambos partilhando a plataforma mecânica. 

O segundo foi desenvolvido no Brasil e seu estilo vai inspirar a atualização de meia geração do homônimo francês (menor e derivado do Clio IV) já nesse ano. 

O Captur tem linhas suaves, atuais e dispensou o indefectível rack de teto. Há luzes diurnas em LED. 

A pintura em duas tonalidades, opcional de R$ 1.400, é uma aposta do fabricante, que prevê procura superior a 80%.

Certas características do novo modelo – vão livre, 21 cm; ângulos de entrada e saída, 23° e 31°, respectivamente – sugerem um visual para agradar quem aprecia posição elevada ao volante. 

O interior tem projeto atualizado, plásticos bons só na versão de topo Intense e novo quadro de instrumentos (velocímetro digital). 

Mas o volante só dispõe de regulagem de altura e continua a cair pesadamente ao ser destravado. 

Alguns botões no assoalho são de acesso e visualização ruins. Porta-malas de 437 litros está entre os melhores do segmento (Duster, 475 litros, mas acesso é menos fácil).

A versão de entrada Zen (R$ 78.990) recebeu o novo motor SCe de 1,6 L/120 cv (etanol), com 2 cv a mais do que outros Renault. 

Câmbio automático do tipo CVT será opcional daqui a três meses. Com câmbio manual de cinco marchas tem desempenho aceitável, porém menos ágil que o Duster, 60 kg mais leve. 

Essa diferença é perceptível tanto em cidade quanto em estrada, apesar de o fabricante ter tentado compensar com relação de quinta marcha mais curta. Internamente é espaçoso graças à distância entre eixos de 2,67 m.

A versão mais cara (R$ 88.490) oferece para os novos bancos mais anatômicos um revestimento parcial em couro. 

São pormenores desse tipo que ajudam a mantê-lo acessível, nem sempre fácil de perceber. Pelo menos oferece rodas de liga leve de 17 pol. que ajudam o compor bem o seu perfil. 

Dispõe do motor de 2 L/148 cv (etanol) e apenas câmbio automático convencional de quatro marchas. 

Mesmo sendo um projeto antigo, houve nítida evolução tanto em uso normal, quanto no modo de seleção manual. 

O conjunto motriz, de fato, não é o melhor do segmento, sem chegar a decepcionar.
SUV de linhas atraentes a preço competitivo, o Captur deve conquistar espaço logo que disponibilizar todas as opções. 

Terá de enfrentar, pelo menos, seis rivais diretos: Hyundai Creta, Suzuki Vitara, Jeep Renegade, Honda HR-V, Nissan Kicks e Chevrolet Tracker, entre outros. 

O Jeep Compass, de entrada, seria o sétimo competidor pelo critério puramente monetário. 

E ainda sem contar o novo EcoSport, que promete endurecer o jogo, a partir de junho próximo.

RODA VIVA

POR APENAS 25.000 unidades o Brasil não caiu para décima colocação no ranking mundial de vendas de automóveis e comerciais leves. 

Ficou em nono, em 2016, com o Canadá logo atrás. Se acrescentados caminhões e ônibus, a classificação sobe para oitavo. Ainda assim distante da quarta colocação que já ocupou antes da atual crise iniciada em 2013.

RENOVAÇÃO estilística da segunda geração do Porsche Panamera chega ao Brasil, pouco mais de 6 meses depois da Europa. 

Inspiração no 911 é clara, enquanto o interior agora passa uma sensação melhor de acomodação para os quatro passageiros do sedã-cupê de quatro portas. 

As três versões têm tração 4x4 e preços básicos vão de R$ 758.000 (V-6) a 981.000 (V-8).

SOLUÇÃO mecânica interessante do Panamera é a modularidade dos motores V-8 (4 litros) e V-6 (2,9 litros), ambos com diâmetro e curso iguais e turbocompressor. V-8 entrega 550 cv e 78,5 kgfm. 

Ignora as quase 2 t de peso para acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 s. 

Câmbio automatizado de oito marchas também está no V-6 (440 cv/56,1 kgfm) e 0 a 100 km/h em 4,2 s.

HYUNDAI CRETA, na versão de topo Prestige 2 L/166 cv (etanol), deixa boas impressões quanto à dirigibilidade, espaço interno e bom porta-malas de 431 litros. 

Banco do motorista tem providencial ventilação no assento para dias de calor. 

Consumo, principalmente em cidade, é alto. Pacote de segurança inclui controle de estabilidade (ESC) e bolsas de ar laterais.

APLICATIVO para telefones, de início Android e depois iOS, facilita avaliação de carro usado no ato da compra. 

Com sugestivo nome Auto Vistoria Evita Mico, permite identificar sinais de adulteração. 

Gratuito para avaliação interna e externa do veículo; R$ 59,00 para cruzar seu histórico e analisar ruído de motor (usando microfone do aparelho).
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Em breve, os carros da Ford terão sensores que avisarão o motorista da presença dos famigerados buracos nas ruas e estradas que destroem suspensões. A montadora está realizando estudos e testes em Campo de Provas de Lommel, na Bélgica, inclusive de sistemas de suspensão ativa



A Ford Europa está projetando um sistema avançado de mapeamento que avisa o motorista da presença de buracos nas ruas e estradas. 


A tecnologia, que está em desenvolvimento no continente europeu, permitirá a detecção em tempo real e o envio de um alerta no painel de instrumentos do veículo.

A Ford já está fazendo os testes do sistema no Campo de Provas de Lommel, na Bélgica, onde há uma pista de 1,9 quilômetro com réplicas dos piores buracos do mundo. 

Também faz parte da pesquisa a avaliação do uso de sistemas de suspensão ativa para reduzir ao máximo a severidade dos solavancos e os danos causados por essas imperfeições no carro.

Para essas análises, os engenheiros do Centro de Pesquisa e Inovação da Ford em Aachen, na Alemanha, contam com o uso de câmeras e modens



Essas tecnologias são combinadas para reunir informações detalhadas sobre os buracos e enviá-las para a nuvem, onde ficarão disponíveis em tempo real para uso de outros motoristas.

Mapeamento

“O mapa poderá mostrar um novo buraco no momento em que ele aparecer e alertar os motoristas quase que imediatamente sobre o perigo à frente. 
Nossos carros já possuem sensores que detectam buracos e agora queremos levar essa tecnologia a outro nível”, afirma Uwe Hoffmann, engenheiro de pesquisa de tecnologias avançadas de controle de chassis da Ford Europa.

Na Europa, por exemplo, o gelo e a neve são um fator de deterioração das pistas. Quando o gelo derrete, o asfalto fica em péssimo estado, que se agrava ainda mais com a chegada das chuvas na primavera.

Modelos como o Galaxy, S-Max e Mondeo (nome que o Fusion recebe no mercado europeu) já dispõem de sensores de controle dos amortecedores com mitigação de buracos, que detectam falhas na pista e ajustam a suspensão para reduzir possíveis danos no veículo.



A Nissan aposta todas as fichas em sua nova picape Frontier NP300 que será produzido na fábrica da Renault, na Argentina, a partir de maio de 2018. Terá motor de 2,3 litros, com 190 cv, tração 4 x 4, e chegará ao Brasil a partir de julho, em outras versões. e deverá custar em torno de R$ 160 mil. Os japoneses têm outra novidade: a Toyota, daqui a uns dias, em março, apresenta o novo Corolla com motores 1.8, de 140/144 cv e 2.0, com 150/153 cv, com algumas alterações de perfumaria



Coluna nº 0717 - 24 de Fevereiro de 2017

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Novo Nissan NP300 Frontier 
custará uns R$ 160 mil

Nissan apresentará, dia 15, sua picape mexicana NP300. Para o mercado brasileiro acrescentará o indicativo Frontier.

Importação antecipa o modelo a ser produzido, a partir de maio de 2018, no espaço Nissan dentro da fábrica da aliada Renault em Córdoba, Argentina. 

Projeto amplo, divulgado, em primeira mão mundial pela Coluna, terá base mecânica e muitos componentes comuns, permitindo fazê-lo com identificação para três marcas, Nissan, Renault e Mercedes.

Configuração mecânica tem como base chassi em longarinas com reforços transversais, motor diesel reduzido em tamanho, peso e cilindrada, indo de 2,9 litros para 2,3 litros, entretanto mantendo as medidas de potência e torque do motor antigo, respectivos 190 cv e 450 Nm. 

Nissan ainda vende os picapes da geração anterior fabricados até o final de dezembro nas beiradas de Curitiba, PR.

A primeira fornada para 2017 disponibilizará apenas a versão topo de linha, XE, decoração implementada, cabine dupla, tração nas 4 rodas, transmissão automática com sete velocidades, rodas em liga leve, controle de estabilidade, freios com ABS e EBD, diferencial de deslizamento limitado – hoje só encontrável nos Ford Ranger –, trio elétrico, ar condicionado, câmera de ré, tela com várias funções incluindo GPS. 

Picapes destinadas ao Brasil sofrerão mudanças de suspensão e direção aplicadas na linha de produção mexicana.

Nissan no Brasil se dedicou a adequar o produto às exigências caracterizadoras do mercado nacional, seus buracos, desnível nas ruas, tipo de condução do motorista e suas curiosas exigências de fazer produto grosseiro e rústico, como são os picapes em geral, oferecer noção de status social.

A partir de julho de 2018, quando iniciar ser importada da Argentina a gama crescerá com versões de menor preço, os carros de trabalho, SE de tração simples nas rodas traseiras e XE nas quatro rodas, e caixa de marchas de operação mecânica e 6 velocidades.

Restante, é comum: suspensão frontal independente, e traseira com eixo rígido e feixes semielípticos de molas. 

Garantia? Até quando os cinco anos oferecidos para o Ranger instigarão a Nissan a copiar? Ou manter os três anos para o mercado mexicano?

Quanto custa?
Pergunta difícil pois não existe regra, parcela ou delta padrão a ser aplicado sobre o preço de custo + impostos + transporte + lucros para atingir número final a ser apresentado aos imaginados clientes. 

A regra definidora do preço final está ligada a condicionamentos de mercado, e é apenas o valor máximo suportável pelo comprador.

Um exercício aritmético permite projetar a versão inicial, única e completa, a tomar como referência o número 166,630. 

Ele considera o preço do mesmo produto na Argentina, e o alvo comum na categoria, o picape Toyota Hi Lux em pacote completo. 

No vizinho país, o Nissan NP300 Frontier custará $ 744.000 pesos, contra $ 840.000 pedidos pelo Toyota. 

Ou seja, aproximados 9% a menos. Reduzido tal percentual dos R$ 184.000 de preço sugerido pela Toyota para o mercado brasileiro chega-se à referência numérica.

Nissan NP300 Frontier. Começa importado do México, em 2018 produzido na Argentina.



Em março, o novo Corolla
Em curto prazo, durante o mês de março, Toyota apresentará versão atualizada do Corolla. 

Mudanças contidas, de meio de ciclo, não passarão pela plataforma nem pelo habitáculo ou motorização, mantida em motores de quatro cilindros, 1,8 e 2,0 litros de cilindrada, sem alteração de potência, 140/144 e 150/153 cv. 

Apenas recalibrações nestes tempos de xerifia impondo melhor consumo e menores emissões. Transmissão CVT com etéreas sete velocidades.

Mudanças externas contidas. Na dianteira a composição para lamas, grade e faróis será alterada. 

Os faróis se alongarão rumo à Coluna A da carroceria. No painel posterior trato assemelhado, com mudança das lanternas.

Internamente, aplicação de conquistas eletrônicas e de comunicação, a infodiversão. 

Não haverá versão turbo com injeção direta, como o faz a Honda com o Civic Touring, responsável por 15% das vendas e pelas filas de espera, apesar de impensável concorrência com Mercedes, Audi, BMW e custar muito acima do VW Jetta, todos com motores turbo e injeção direta.

Maior mudança será incorporar o sistema de estabilidade e tração, de criticada ausência. 

Fonte acreditada informou ter a Toyota acatado sugestão dos Wise Boys. Expressão antagônica, pois, em tradução livre, o Wise é visto como Sabido, e o formar de conhecimento e temperança os distancia da idade dos Boys. 

Fórmula interessante a Toyota uniu informal e gracioso grupo de consultores, os Wise Boys, meia dúzia de jornalistas na melhor (?) idade e os instiga a opinar sobre temas de seu interesse. 

Solução deu certo para passar a limpo e Etios e levá-lo ao patamar de vendas projetado.

No rol dos jornalistas especializados são chamados Amigos do Rei, alusão à amizade desenvolvida com Mark Hogan, então presidente da GM no Brasil e hoje membro do Conselho na matriz Toyota, tendo sob suas funções administrar a marca em ambiência tropical.



Roda-a-Roda

Sedã GT
– Quatro portas, quatro passageiros e performance esportiva, é o novo Porsche Panamera 2018. 

Mudou quase tudo relativamente ao modelo anterior, alterando formas para enfatizar a identificação de performance.

Como – Motor dita versões: 4S V6 2.9 turbo, 440 cv e Turbo V8, 4.0, 550 cv, dois turbos. Em performance, 4S faz 0 a 100 km/h em 4,3s, Turbo 3,6s.

Com chofer - Opção de carroceria com extras 15 cm em distância entre eixos para mais conforto aos passageiros do banco posterior. 

É a versão Executive. Os Panamera segunda série têm câmbio automático de 8 marchas e tração total.

Quanto - 4S – R$ 758 mil; Turbo – R$ 981 mil. Carroceria Executive R$ 50 mil.


No Salão de Genebra, pós Carnaval, apresentará versão Station Wagon.

Novo Porsche Panamera.


Negócio – Entre a GM negar vender, e a PSA - Peugeot Citroën declarar estar comprando, o IG Metall, sindicato alemão dos metalúrgicos, o Conselho Empresarial da Opel e o Grupo PSA, em reunião deram seguimento ao interesse da PSA em assumir a Opel e sua controlada inglesa Vauxhall.

Mais um – Land Rover terá 4º produto em linha, entre Evoque e Range Rover Sport, novo SUV será o Velar. 

Quer concorrer com Porsche Macan e ser o mais vendido da linha como produto avant garde, o LR mais avançado.

LR Velar


Ford – Ka 2018 criou referência no mercado. Não se identifica por mudanças estéticas, de conteúdo ou mecânica, mas por simplórias e fugazes propostas de comercialização, preço, juros, prazo.

Reflexo – Preço a partir de R$ 41.490 e financiamento em 30x com juro dito 0% para versões SE Plus e SEL. 

SE tem juro dito zero em até 24x. Motores 1.0 três cilindros 85 cv, e 1.5, quatro cilindros, 16 válvulas, 110 cv. Até março.

Futuro – Ausentes os atrativos para diferenciação, automóvel perdeu o charme como produto, nega sua origem, e fabricante fomenta a noção de ser apenas bem sem personalidade, mera commodity.

Boutique – Vanguard Roadster, moto Premium, proposta do designer Edward Jacobs, ex-Confederate Motorcycles, fábrica de contadas unidades. Pacote completo, de motor a chassis, com preocupação de função sobre forma.


Vai? – Racional – cinco parafusos juntam a mecânica formando a estrutura -, motor próprio, V2, tubos, cabos, escapamento embutidos. 

Quase artesanal, preço estimado em US$ 30 mil, uns R$ 100 mil. Deve ser nova categoria, a Moto Boutique.

Vanguard Roadster. Moto Boutique?


Mercado – Após evoluir o modelo 700 GS transformando-o em 800 GS, BMW voltará a produzi-lo. 

Muda e simplifica a 800 para ter a nova 700 como moto de entrada na marca. Aguarda dar fim ao estoque remanescente.

Semi novos – Peugeot mundial amplia sua atenção no mercado de usados, investindo na também francesa autobiz SA. 

Empresa gere aquisições de clientes e revendedores, planos de recompra garantida de Peugeots e Citroëns.

Negócio - Mercado de usados supera o de novos 10x. Opera na Europa, mas deve permear à América Latina, ponto de apoio ao crescimento mundial da marca.

Mito - Filmete empolgante, Rendez-Vous, ou O Encontro, pelo diretor Claude Lelouch, é passado na Paris dos anos ’60 com direito a câmera respondendo às vibrações de um Ferrari conduzido com maestria, com direito aos urros do motor acelerando até o ponto onde moça aguarda o intrépido condutor.

De novo – Ford fez nova produção com o Mustang. Sem o som áspero do motor Ferrari, sem cantar pneus apesar de andar rápido. 

Ao final, à chegada, é um rapaz quem espera a condutora – daí o rodar mais contido.



Amarrado – Relatório anual de congestionamentos de trânsito no Brasil feito pela TonTon, Rio de Janeiro lidera ao consumir entre 47 e 81% mais do tempo de deslocamento. 

Na prática, 164 horas/ano parado no trânsito. Salvador, Recife, Fortaleza seguem a capital carioca. 

São Paulo engole 30% de adicional de tempo, e Brasília, sempre festejada pelo bom trânsito, aparece em 8º lugar.

Limpadores
– Para resolver um dos maiores problemas dos motoristas, ultrapassar caminhões sob chuva, Semcon de tecnologia desenvolveu os PAW – Pro Active Wipers, limpadores pró-ativos.


Solução - Reconhece quando ocorrerá borrifada repentina acionando os limpadores com antecedência. 

Funciona com software localizando veículos grandes nas proximidades e informações sobre rodovias molhadas.

Tecnologia – Jurid, de freios, lança novo fluido para automóveis e veículos comerciais. Novidade é a classificação DOT 5.1. 

Não usa líquidos higroscópicos, mas silicone. Tem vantagens de suportar maior pressão de frenagem, durar mais e de não atacar borrachas, exigência de donos de veículos antigos.

Razão – Fluido de freios é o responsável por levar a pressão exercida pelo motorista sobre o pedal de freios ao elemento frenante, as lonas ou pastilhas. É fundamental ter resistência a não ferver sob pressão.

Mudança – Pé na Tábua, corrida de Calhambeques, adiada. Reacertos na pista em Franca, SP, para reparos e incremento em segurança. 

Segundo semestre, mantidas as provas para motos antigas, 15 a 18 junho, e Kombis 1º e 2 julho.

Amnésia
- Antigomobilismo no Brasil é assunto de interesse apenas para seus muito apaixonados. 

Fabricantes não se preocupam com suas histórias, tantas vezes cheias de glória no passado. 

Lembrança - Última semana o único jornalista brasileiro a lembrar dos 50 anos do veterano Ford Galaxie (maior e mais luxuoso veículo nacional, jamais igualado em conforto e charme) foi o alagoano Fábio Amorim, publicando matéria na Gazeta de Alagoas e no seu portal www.acelerandoporaí.com.br Estivesse em linha, Galaxie teria completado cinco décadas em 16 de fevereiro.

Gente
– Edson Orikassa, engenheiro, missão. OOOO 


Presidente da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. OOOO Muito a discutir e defender: políticas industriais, última fase do Inovar-Auto e possível renovação, manufatura avançadas, a 4.0, Programa Brasileiro de Combustíveis, Tecnologias, Veículos e Emissões. 

OOOO Hiroto Saikawa, japonês, executivo, promovido. 

OOOO Novo CEO – o executivo nº 1 – da Nissan, substitui Carlos Ghosn, agora presidente do Conselho. 

OOOO Ghosn conduz Renault e agora a recém-assumida Mitsubishi e a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi OOOO

Caminhões e ônibus. 
Mercedes liderou em 2016

Mercedes encerrou as comemorações de seus 60 anos de Brasil com resultados de crescimento em cenário negativo, mantendo liderança de vendas de caminhões e ônibus. 

Números são creditados aos produtos, à rede concessionária, à empresa, mas principalmente ao entrosamento entre tais agentes em torno de um rótulo feliz: As estradas falam, a Mercedes-Benz ouve.

Roberto Leoncini, Vice Presidente de Marketing, Vendas, Peças e Serviços, explica a liderança pelo fato de a empresa, apesar da queda de vendas à metade, manteve novidades, aperfeiçoamentos e lançamentos, produtos e serviços, cumprindo o ouvido de operadores e transportadores a respeito de melhorias nos veículos. 

Empresa mantém crescimento. Em caminhões, de 26,7% em 2015 para 29,6% em 2016. 

Nos ônibus acima de 8t, de 52,4% para 58,4%. No total, foram 19.982 Mercedes entregues.

Produto de destaque foi o caminhão Actros de aplicação rodoviária – há versão off road – mais que dobrando os números de vendas. 

Considerado totais, para aplicação em estrada e fora delas os números de crescimento chegaram a 75%. 

Em números, 903 unidades ante as 504 vendidas em 2016, traduzindo crescente aprovação pelos clientes. 

O Actros tem qualidades reconhecidas nas operações do agronegócio, cargas frigorificadas, tanques de combustíveis e produtos químicos, transporte de grãos, de containers e como caminhão cegonha. 

Característica importante para a definição por sua escolha é a conformação mecânica mix road, com capacidade para opera vários tipos de estrada – asfalto, terra ou qualquer outro tipo de pavimento, exigências do agronegócio brasileiro.

Actros, recordista, topa tudo
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A Ford não perdeu tempo e já anunciou o aumento de R$ 3.100 no KA SE 2018, que no dia 16/2 custava R$ 41.490 e passou para R$ 44.590, apesar de revelar que as condições promocionais são válidas até o dia 7 de março. O KA+ SE 1.5 é vendido agora por R$ 49.490,00, com entrada de R$ 29.694 e saldo em 30 parcelas de R$ 700



A Ford iniciou a venda da linha 2018 do Ka+ com uma oferta especial de lançamento que inclui financiamento em até 30 meses com taxa zero. 

O sedã compacto, que já vem completo de série, é oferecido a partir de R$ 44.590 à vista na versão 1.0 SE, ou financiado com entrada de R$ 26.754 e 24 parcelas de R$ 790, com taxa zero.

O forte e eficiente motor 1.0 TiVCT, de 85 cv, é um dos fatores que contribuem para o desempenho e alto nível de satisfação do Ka+. 

Mas se preferir levar o motor Sigma 1.5, de 110 cv, o cliente também conta com uma condição diferenciada. 

O Ka+ SE 1.5 sai por R$ 49.490 à vista, ou com uma entrada de R$ 29.694 e o saldo em 30 parcelas de R$ 700, com taxa zero. As condições são válidas até 7 de março.

Além do bom espaço interno e porta-malas com capacidade de 445 litros, o sedã da Ford é equipado com direção elétrica, ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, travas com controle remoto, faróis de neblina e som com comandos de voz, Bluetooth e entradas USB, além do compartimento My Ford Dock para smartphone no painel. 

Também oferece controle de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa como opcionais.

Outro ponto forte do Ka+ é a manutenção econômica, reforçada pela garantia de três anos e pelos baixos valores de revisão e seguro.

“Na linha 2018 o Ka+ chega ainda mais forte, somando qualidade e excelente custo-benefício para quem deseja um sedã moderno e econômico”, diz Pedro Resende, gerente de Marketing de Varejo da Ford.

Temos também outras opções de financiamento, como o plano com entrada de R$ 25.000 e 48 prestações de R$ 545 para o Ka+ 1.0 SE. E por apenas mais R$ 109 na parcela o cliente leva o motor 1.5.”