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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Carros de rua se beneficiam do avançam tecnológico obtido nas pistas de corrida. Por exemplo, o primeiro freio a disco que estreou na corrida das 24 Horas de Le Mans dois anos depois estava em modelo de rua. Até o espelho retrovisor saiu, em 1911, das pistas para as ruas


Alta Roda 

Nº 946 — 22/6/17 

Fernando Calmon



INFLUÊNCIAS DO PASSADO

Automobilismo de competição tem demonstrado longo histórico de contribuições aos automóveis convencionais utilizados em ruas e estradas de todo o mundo. 

Claro que categorias de ponta como Fórmula 1, protótipos do WEC (em inglês, Campeonato Mundial de Resistência) e de Rali desenvolvem projetos sofisticados cujas inovações são bastante caras e dificultam a migração direta para carros do dia a dia.

Porém, não invalida as pesquisas e os esforços técnicos que as corridas exigem sem parar. Os regulamentos mudam de tempos em tempos e renovam os desafios. 

Por fim, se nem tudo pode migrar diretamente das pistas para as ruas, a relação de componentes utilizados em pistas e depois nos automóveis comuns é, de fato, extensa.

Em 1990, a FIA (Federação Internacional do Automóvel) fez um primeiro levantamento de inovações originadas nas pistas desde o início das competições no final do Século 19. 

Foram 87 itens que entraram em produção em curto prazo, geralmente nos automóveis mais caros, e depois em modelos de alta produção em prazos variáveis.

Para começar, os chassis desenhados para carros, sem inspiração nas carruagens, surgiram com a primeira corrida oficial entre Paris e Rouen, em 1894. 

Nos motores, dezenas de novidades, como os de altas rotações a partir de 1908, os compressores (1907), duplo comando e multiválvulas (1912). 

Caixas de câmbio de cinco marchas desde 1911. Tração 4x4 começou em 1906, mas levou 60 anos até chegar a um carro esporte. 

Primeiro freio a disco, estreou na 24 Horas de Le Mans de 1953 e apenas dois anos depois já estava em modelo de produção. Até o simplório espelho retrovisor começou nas corridas em 1911.


A prova de 24 Horas de Le Mans, etapa principal do WEC no fim de semana passado, levou este colunista de volta ao circuito 47 anos depois de transmitir a prova em boletins ao vivo para a extinta TV Tupi. 

A infraestrutura atual é tremendamente melhor, desde o paddock, boxes, edifícios de apoio e até aeroporto a menos de um quilômetro da pista.

Em 1970, um Porsche, o emblemático 917, venceu pela primeira vez na classificação geral e este ano a marca conseguiu sua 19ª vitória. 

Quando decidiu retornar a Le Mans, em 2014, desenvolveu o 919 Híbrido que utiliza um motor V-4 turbo, gasolina para tracionar as rodas traseiras e um motor elétrico, para as rodas dianteiras. 

O mais interessante: duplo sistema de recuperação de energia por meio dos freios e dos gases de escapamento. Armazenamento é numa bateria de íon de lítio. Curiosamente, solução que veio das ruas – do supercarro 918 – para as pistas.

Quanto ao motor V-4 não é mais utilizado em carros de rua (por enquanto...). Mas, antes de chegar a alguns modelos Ford, Matra e Saab em 1962, esse configuração estreou em corridas em 1898. Que mundo pequeno...

RODA VIVA

NOVO Polo, de sexta geração, apresentado de forma estática, semana passada em Berlim, chegará ao Brasil em outubro (poucas semanas depois da Alemanha). Apenas em dezembro atingirá capacidade total de produção. 

Estilo é evolucionário nos conceitos da marca alemã, mas o interior agrega painel e quadro de instrumentos de grande impacto visual.

COMPARADO ao Polo IV que saiu de linha aqui há menos de três anos, em dezembro de 2014, diferenças são marcantes: comprimento, 4,05 m (mais 16 cm); largura, 1,75 m (mais 10 cm); entre-eixos, 2,56 m (mais 10 cm); porta-malas, 351 L (mais 101 L). Nenhum dos compactos atuais poderá rivalizar em termos de espaço, equivalente ao do antigo Golf IV.

PLATAFORMA do Polo vai gerar mais três produtos: sedã Virtua (fevereiro 2019), produzido em S. Bernardo (SP); SUV T-Cross (maio 2019) e picape Saveiro (dezembro 2019), fabricados em S. José dos Pinhais (PR) ao lado do Fox e do Golf. 

Para conviver com o Polo a VW abaixará os preços do Fox, que continua em produção até o final de 2021, juntamente com SpaceFox argentino.

CHEVROLET Tracker coloca-se bem no segmento de SUVs compactos especialmente pelo desempenho do motor turbo de 1,4 L/153 cv (etanol). 

Embora tenha potência menor que o 2-litros do Creta, torque maior garante desempenho superior no uso cotidiano. Espaço interno é razoável, mas porta-malas de 306 litros só ganha do Renegade. Muito boa a direção eletroassistida.

FALTAVA ao Captur um câmbio automático para o motor de 1,6 L a fim de atender a crescente procura de maior comodidade no uso urbano. 

Nessa faixa de preço, representa em média mais de metade das vendas. Renault oferece agora um CVT, de seis marchas virtuais, origem Nissan, que limita discretamente o desempenho do modelo. Preços de R$ 84.900 (versão Zen) a R$ 88.400 (Intense).

CONTINUAM as discussões nos EUA sobre regulamentação de carros autoguiados. Fabricantes estão apreensivos em razão de a tecnologia avançar mais rápido que o esperado. 

Ainda há dúvidas se vão prevalecer as legislações estaduais ou a federal. Indústria quer ter voz ativa no processo, pois desenvolvimento de inteligência artificial vem resolver muitos problemas.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Rolls-Royce Motor Cars celebrates the largest gathering of Rolls-Royces in the world at the Rolls-Royce Enthusiasts’ Club Annual Concours and Rally, in the Club’s Diamond Jubilee year. The spectacular setting of Burghley House in Stamford, Lincolnshire, will provide the perfect backdrop for a record number of motor cars, with over 1000 heritage and contemporary Rolls-Royces attending for the first time in the Club’s history.




Rolls-Royce Motor Cars will honour the occasion with a significant display of Goodwood-built Ghost, Wraith, and Dawn motor cars. The collection will include Wraith Black Badge and several highly Bespoke models. 

The motor cars will be hosted by a team, including apprentices, from the Home of Rolls-Royce at Goodwood. In previous years the display has drawn large crowds throughout all three days of the event with their passion for the marque, particularly the latest models, evident amongst fans, enthusiasts and owners alike.

Andrew Ball, Global Corporate Communications Manager, Rolls-Royce Motor Cars, said, “We are delighted to be presenting contemporary Rolls-Royce motor cars at this spectacular event.

The Rolls‑Royce Enthusiasts’ Club is a vital custodian of our marque’s remarkable history, and events such as the Annual Concours and Rally serve to give the wider public close access to some of the most important and rare motor cars in automotive history.

An increasing number of enthusiasts are choosing to acquire a Rolls-Royce to complement their heritage collections, either commissioning a new motor car or purchasing through the company’s Provenance Programme. 

This is reflected by the recently launched ‘Goodwood Rolls-Royce Motor Cars Register’, which is now one of the fastest-growing sections of the Club.

The Rolls-Royce Enthusiasts’ Club caters for anyone with an interest in the motor car products of Rolls-Royce. From just 11 people at the inaugural meeting in 1957, membership is now approaching 10,000, making it the largest club of its kind in the world. 

Membership is open to owners and non-owners alike and members are drawn from all walks of life and from most countries of the world. Details can be found at www.rrec.org.uk.

Chevrolet Cobalt reforça pacote de segurança. Sedã médio-compacto mais vendido do país ganha, na linha 2018, sistemas específicos de ancoragem para cadeirinha infantil, luz traseira de neblina e nova opção de cor para a carroceria. Modelo se destaca no segmento pela conectividade, maior espaço para bagagem e por ter o motor 1.8 Flex mais econômico do mercado. Direção elétrica, MyLink com Android Auto e Apple Car Play, OnStar com sistema de navegação, transmissão de seis marchas e acabamento premium são itens de série das versões LTZ e Elite





São Caetano do Sul – Está chegando às concessionárias Chevrolet a linha 2018 do Cobalt. O sedã médio-compacto mais emplacado do país reforça seu conteúdo de segurança ao incorporar luz de neblina na base do para-choque traseiro e os sistemas Isofix e Top Tether de ancoragem para cadeirinha infantil.

Prático e eficiente, o Isofix permite a fixação de cadeirinha compatível diretamente em engates soldados à carroceria, posicionados na base dos assentos laterais traseiros.


A tecnologia também diminui o risco de má instalação da cadeirinha e permite montagem mais rápida que o processo convencional, que utiliza o cinto de segurança do veículo para a amarração.

Já o Top Tether funciona como ponto adicional de ancoragem na parte superior, aumentando a eficiência do conjunto.


“Sistemas mais modernos de ancoragem de cadeirinhas estão ganhando relevância entre consumidores do Cobalt, composto predominantemente por famílias que buscam um sedã espaçoso e acessível, porém completo”, justifica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet na América do Sul.

O Isofix e o Top Tether chegam para complementar a gama de itens de segurança do Cobalt, entre os mais relevantes estão: alerta de baixa pressão dos pneus, airbag duplo, freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem), além do serviço de resposta automática em caso de acidente e do botão de emergência (SOS) do sistema OnStar.

A linha 2018 do Cobalt ganha ainda nova opção de cor metálica para a carroceria, o Cinza Satin Steel, completando o leque formado pelo Branco Summit, Prata Switchblade, Marrom Mogno Brown, Cinza Graphite, Azul Blue Eyes e Preto Ouro Negro.

O sedã da Chevrolet traz também novo posicionamento dos logos de identificação do nome do carro e da versão na base da tampa traseira.


A partir de agora, o nome do carro fica na esquerda, e o da versão, na direita. Essa mudança segue o padrão global da Chevrolet.

Conforto, espaço e tecnologia

acima da média do segmentoO Cobalt se destaca ainda pelo design refinado e pelo excelente aproveitamento do espaço interno. O entre-eixos de 2,62 m é similar ao de carros de categoria superior, enquanto o porta-malas de 563 litros é o maior entre os sedãs à venda no mercado nacional.

Outro diferencial competitivo do médio-compacto da Chevrolet está no motor ECO de até 111 cv de potência e 17,7 mkgf de torque.

Além de desempenhar acelerações e retomadas de forma vigorosa, esse é o propulsor 1.8 Flex mais econômico do país, de acordo com dados do Inmetro, superando inclusive rivais equipados com motores menores.

Com gasolina, a configuração MT6 roda, em média, 15,1 km/l na estrada e 12,1 km/l na cidade. Com etanol no tanque, os números são 10,4 km/l e 8,3 km/l, respectivamente, garantindo nota duplo A em eficiência energética pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem veicular.

Já a aceleração de 0-100 km/h é feita em até 10,5 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 170 km/h.
Contribui para isso a transmissão manual de seis marchas. Para quem busca mais praticidade, há ainda opção de transmissão automática (AT6) de funcionamento suave e linear.


O Cobalt caracteriza-se também pelo conforto e sofisticação acima da média em sua categoria, com uma ampla gama de equipamentos.

Oferece os itens mais valorizados pelo consumidor do segmento, como direção elétrica progressiva; ar-condicionado; conjunto elétrico das travas, vidros e retrovisores externos; chave tipo canivete com controle remoto de abertura inclusive da tampa do porta-malas; painel com velocímetro digital e alerta de baixa pressão dos pneus e troca de marcha; freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e airbag duplo.

Sensor de estacionamento com gráficos; faróis auxiliares; computador de bordo; volante com controle das funções do rádio, telefone e do controlador da velocidade de cruzeiro; acabamento premium dos assentos e volante; banco do motorista e volante com regulagem de altura; além de rodas de alumínio de 15 polegadas também estão presentes na versão de luxo LTZ.

Já a versão Elite (topo de linha) conta ainda com câmera de ré, sensor de chuva, sistema de acendimento automático dos faróis, rodas de 16 polegadas com desenho exclusivo e encosto do banco traseiro bipartido, entre outros.

Em relação à conectividade, o Cobalt também é o mais completo do segmento. Oferece a central multimídia MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay e o sistema de telemática avançado OnStar com diversos serviços, entre eles o de recuperação veicular em caso de roubo, concierge, resposta automática em caso de acidente, navegação por setas e aplicativo para smartphone com dispositivo de diagnóstico remoto.

Líder absoluta na venda de sedãs no Brasil, a Chevrolet posiciona o Cobalt entre o compacto Prisma e o médio Cruze Turbo.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Foram divulgados os motores vencedores do Engime of the Year 2017. Pelo segundo ano consecutivo, a Ferrari leva o prêmio principal, com o seu 3,9 litros Twin-Turbo V8, de 661 cv. A Honda também faturou o prêmio New Engine, com o propulsor híbrido biturbo V6 e de 3,5 l. Tesla acumulou quatro títulos, com o deste ano.A BMW levou para casa a vitória na categoria entre 1.4 e 1.8, com o seu 1,55 l de propulsão híbrida. Porsche venceu na classe de 1.8 a 2.0 e 2.5 e 30 e a Audi pela oitava vez consecutiva conquistou o prêmio na categoria 2.0 a 2.5


COLUNA
MECÂNICA ONLINE®


21 | JUNHO | 2017

Engine of the year 
Os melhores motores de 2017

Excepcionalmente a coluna Mecânica Online® atrasou um dia para destacar os motores vencedores do Engine of the Year 2017

Uma premiação mundial que reúne o que há de mais moderno em inovação e tecnologia quando o assunto é motorização, e claro, não poderíamos ficar de fora do seleto grupo de 58 representantes mundiais entre os jurados. Junto comigo, apenas mais dois representantes brasileiros.


Mas vamos então ao que interessa! Pelo segundo ano consecutivo, ou seja, bicampeão, temos o motor Ferrari 3,9 litros Twin-turbo V8 que conquista o prêmio principal da premiação, ou seja, é Motor Internacional do Ano 2017!  Este motor é oferecido na Ferrari 488 GTB e Spider.

Os vencedores do 19º Prêmio Internacional do Motor do Ano foram anunciados em uma cerimônia na Engine Expo 2017, importante feira que acontece em Stuttgart, na Alemanha. 


E foi o Ferrari V8 denominado F154CB que triunfou mais uma vez, se juntando a uma lista exclusiva de apenas quatro outros motores na história do prêmio a conquistar o título por dois anos consecutivos.

O poder explosivo de 661 cavalos de potência entregues a 8.000 rpm e 760 Nm de torque a partir de 3.000 rpm em sétima marcha, juntamente com um tempo de resposta de aceleração de apenas 0,8 segundos a 2.000 rpm na terceira marcha, impressionou o painel de 58 juízes internacionais de 31 países, novamente.

Dean Slavnich, co-presidente do International Engine of the Year Awards, disse que é esse o nível de louvor universal do painel de julgamento independente de prêmios que coloca o Ferrari V8 como um verdadeiro powertrain.

"É apropriado que, provavelmente, temos o melhor motor com turboalimentação já desenvolvido e que garantiu os títulos do Prêmio Internacional do Motor do Ano. É uma mistura de desempenho “cardíaco” tanto na estrada como na pista, com um glorioso V8 Maranello e um design ultra-sofisticado que é carregado com tecnologias avançadas que torna o Ferrari V8 imbatível por mais um ano", explicou.


Já o prêmio de New Engine, muito representativo também e disputado, foi vencido pelo híbrido biturbo V6 de 3,5 litros da Honda, que pode ser encontrado no novo Acura-NS e outros modelos da Honda. Depois de 11 anos, a Honda volta a vencer em uma categoria da premiação.

Entre as opções de eficiência cada vez maior nos combutíveis alternativos, a categoria Engine Green (melhor motor verde) ampliou o leque de gasolina e diesel, para modelos híbridos e o motor vencedor foi o mesmo também na mais nova categoria do prêmio criada este ano – Melhor motor elétrico.

Assim, a disputa esperada entre Volkswagen, Renault /Nissan, GM e BMW entre outras marcas, terminou com a vitória da Tesla. 


Levou os dois prêmios – Motor Verde e Motor Elétrico, mostrando a força do Modelo S e do Modelo X, ambos amplamente considerados como os veículos de referência no setor de EV.

Não é estranho que a Tesla tenha conquistado seus prêmios, por quatro vezes. A marca já conquistou o título de Motor Verde, ultrapassando modelos como BMW i3 e GM Chevrolet Bolt.

A categoria de 1 litro para 1,4 litro manteve também o vencedor do ano passado com o eficiente PSA Peugeot Citroën de 1,2 litro turbo de três cilindros, deixando para trás a concorrência da Volkswagen, Fiat Chrysler e BMW.

Mas foi a BMW quem conquistou a categoria entre 1,4 e 1,8 litro, por seu grupo de propulsão híbrida elétrica de três cilindros de 1,55 litro, oferecido no i8.

A Porsche não tem o que reclamar. A marca conquistou com os melhores motores nas categorias de 1,8 a 2,0 litros com o motor turbo de 2 litros do 718 Boxster e Cayman e ganhou também na categoria de 2,5 a 3,0 litros com o Porsche 3,0 litros turbo de seis cilindros, em um campo difícil, incluindo Alfa Romeo, Mercedes-AMG e BMW.

Já a Audi conquistou a vitória entre os motores de 2,0 a 2,5 litros, com seu motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros. É a oitava vitória seguida dessa motorização e a 13ª conquista geral para a Audi na premiação.

“O cinco-cilindros vem sendo indelevelmente ligado a Audi por mais de 40 anos, e continuamos a desenvolvê-lo e refiná-lo”, afirmou Peter Mertens, Membro do Conselho Administrativo para Desenvolvimento Técnico da AUDI AG. 

“No ano passado, apresentamos o TT RS, modelo no qual o redesenvolvido motor de alumínio fez sua estreia”, lembrou o executivo.

O 2.5 TFSI está disponível nos TT RS Coupé e Roadster e nos RS 3 Sportback e Sedan. Com 400 cv de potência e 400 Nm de torque, é o motor de cinco-cilindros mais potente em produção no mercado global. 


Com essa unidade, o RS 3 Sportback acelera de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e a velocidade máxima é de 250 km/h, limitada eletronicamente. 

Opcionalmente, pode chegar a 280 km/h.
As marcas de peso pesado estiveram no lugar mais alto nas categorias de maior capacidade. 

A começar pela Ferrari, com a terceira vitória para o V8 twin-turbo de 3,9 litros ganhando entre os motores de 3,0 a 4,0 litros.

Acima de 4,0 litros o motor naturalmente aspirado V12, de 6,3 litros da Ferrari foi o vencedor, na frente de BMW, Jaguar Land Rover, Mercedes-AMG, Fiat Chrysler e Aston Martin.

Do outro lado da balança, quando o assunto são os motores abaixo de 1,0 litro, pelo sexto ano consecutivo temos a vitória do Ford 1,0 litro EcoBoost a gasolina. 

Compacto e potente, esse motor já ganhou 10 prêmios internacionais de Motor do Ano desde o lançamento em 2012 e está presente em um a cada cinco veículos da Ford vendido na Europa. 

Para 2018, a Ford reserva a implementação da tecnologia inovadora de desativação de cilindros para reduzir as emissões de CO2 e melhorar ainda mais a eficiência de combustível.


O prêmio “Motor Internacional do Ano” é apresentado anualmente desde 1999. Um painel internacional de 58 jornalistas automotivos, com três representantes brasileiros, entre eles, Tarcisio Dias, do Mecânica Online®, selecionam os melhores motores do ano em diferentes categorias.

Para mais informações sobre os prêmios, clique aqui

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

Renault Captur, equipada com a nova transmissão X-Tronic CVT, a menina dos olhos da Renault chega às concessionárias em julho, em quatro versões. Os preços começam em R$ 78.900,na versão de entrada, Zen 1.6 e vai até R$ 91.800,00, preço da topo de gama Intense 2.0





A Renault apresentou ontem, à noite, à Imprensa automotiva, em Niterói, as quatro versões de seu novo SUV Captur:  Zen 1.6com transmissão manual de cinco velocidades que custa a partir de R$ 78.900,00, de entrada; Zen 1.6, com câmbio X-Tronic CVT, a partir de R$ 84.900,00: Intense 1.6, com o mesmo câmbio X´Tronic CVT, a partir de R$ 88.400,00 e a topo de gama Intense 2.0, com transmissão automática, a partir de R$ 91.800,00.


A grande novidade do Captur, que é líder vendas na Europa, é o novo câmbio X-Tronic CVT (Continuously Variable Transmission). Ao contrário das tradicionais transmissões, a CVT não possui engrenagens, adota um sistema de marchas simuladas, por correia que oferece relações de marcha continuamente variáveis, ou seja, tem "marchas infinitas". 


O sistema é usado pela maioria dos carros da categoria premium e pela Aliança Renault-Nissan em todo o mundo, pela sua eficiência.

Câmbio manual da versão Zen 1.6 tem cinco velocidades

Como este câmbio não tem trocas de marchas, a condução é sempre suave e o consumo de combustível é 21% menor do que nos carros com câmbio automático tradicional. 
O motorista pode ainda fazer a troca de marchas manualmente, na manopla de câmbio.


Depois de andar com carro alguns quilômetros na estrada e na área urbana,  sobressaíram outros pontos positivos. A dirigibilidade é muito agradável, tanto pela altura bem elevada do banco do motorista, como pela boa visibilidade e acesso aos instrumentos de comando no volante. É eficiente também o isolamento acústico realizado no Captur.


A altura elevada, de mais de 21 cm do chão, é importante para um carro que circula no Brasil, transpondo os chamados quebra-molas, ou redutores de velocidade, alguns excessivamente altos.


A posição elevada do banco do motorista é um item da preferência, principalmente, das motoristas, pela visibilidade que proporciona do trânsito e é uma característica dos SUV e da Captur.


A suspensão do novo SUV absorve com eficiência as irregularidades da estradas, garantindo uma boa estabilidade ao Captur e se evidencia nas curvas fechadas, que consegui fazer sem aquele receio do carro sair de sua trajetória. esse item positivo se une o conforto exposto nos bancos tanto dianteiros quanto traseiros confortáveis, a altura na cabine alta privilegiando os passageiros mais altos, mesmo no banco traseiro.


O Captur CVT, além do sucesso de vendas na Europa, foi testado no Brasil, onde rodou mais de 1,5 milhão de quilômetros e tem três anos de garantia fábrica ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. 


Clientes que optarem pelas facilidades de financiamento via Banco Renault têm cinco anos de garantia total. O plano de manutenção do modelo prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10.000 quilômetros ou a cada ano de uso.



Ficha Técnica Renault Captur
Zen
1.6 16V SCe Manual
Zen
1.6 16V Sce X-TRONIC CVT
Intense
1.6 16V SCe X-TRONIC CVT
Intense
2.0 16V AT
Arquitetura Carroceria monobloco, monovolume, 5 passageiros, 4 portas.
Motor Quatro tempos, bicombustível (etanol e/ou gasolina), quatro cilindros em linha, 16 válvulas e refrigeração por circuito de água sob pressão
Potência máxima (ABNT) 118 cv (gasolina) @ 5.500 rpm / 120 cv (etanol) @ 5.500 rpm 143 cv (gasolina) @ 5.750 rpm /
148 cv (etanol) @ 5.750 rpm
Torque máximo (ABNT) 16,2 kgfm @ 4.000 (gasolina) / 16,2 kgfmf @ 4.000 (etanol) 20,2 kgfm @ 4.000 (gasolina) /
20,9 kgfm @ 4.000 (etanol)
Cilindrada 1.597 cm³ 1.998 cm³
Pneus/rodas  Roda Alumínio / Pneu 215/60 R17
Suspensão dianteira Tipo MacPherson, triângulos inferiores, amortecedores hidráulicos telescópicos e molas helicoidais.
Suspensão traseira Suspensão traseira semi-independente com barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais.
Freios Sistema ABS, com discos ventilados na dianteira e freios traseiros com tambores; ESP (controle eletrônico de estabilidade); HSA (assistente de partida em rampas) 
Direção Eletro-hidráulica, com diâmetro giro de 10,7 m
Câmbio Manual 5 velocidades Automático CVT X-Tronic, com
opção de troca sequencial de 6 velocidades
Automático 4 velocidades
Relações de marcha 1º......... 3,727:1 Máx..........3,874:1 1º......... 3,511:1
2º......... 2,048:1 Mín...........0,532:1 2º......... 1,932:1
3º..........1,321:1 3º..........1,288:1
4º..........0,935:1 4º..........0,916:1
5º..........0,756:1
Tanque de combustível 50 litros
Porta-malas   437 litros
Carga útil 449 kg
Peso (em ordem de marcha) 1.273 kg 1.286 kg 1.352 kg
Entre-eixos 2.673 mm
Comprimento 4.329 mm
Altura 1.619 mm
Largura (sem retrovisores) 1.813 mm 
Aceleração 0 a 100 km/h 13,4s (gasolina)/ 11,9s (etanol) 14,5s (gasolina)/ 13,1s (etanol) 12,0s (gasolina)/ 11,1s (etanol)
Velocidade máxima 168 km/h (gasolina)/ 169 km/h (etanol) 174 km/h (gasolina)/ 179 km/h (etanol)
Consumo urbano 7,6 km/l (etanol); 10,9 km/l (gasolina) 7,3 km/l (etanol); 10,5 km/l (gasolina) 6,2 km/l (etanol); 8,8 km/l (gasolina)
Consumo rodoviário 8,0 km/l (etanol); 11,3 km/l (gasolina) 8,1 km/l (etanol); 11,7 km/l (gasolina) 7,3 km/l (etanol); 10,8 km/l (gasolina)