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sábado, 9 de outubro de 2021

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais 


Jornalista Sérgio Moreira





Minas e a diversidade da gastronomia



A gastronomia mineira é reconhecida como uma das melhores do país pela sua diversidade, com receitas variadas e doces de dar água na boca. Nos dias 2 e 3 de outubro, realizamos a 1ª edição do Festival Gastronômico Serra Rio do Peixe, no Centro Comunitário Santo Antônio, na cidade de Pequi, a 120 Km de Belo Horizonte, na região Centro Oeste do estado.

O evento foi um grande sucesso de público, com presença da população local, das cidades vizinhas e de Belo Horizonte.

O Festival contou com apoio da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação FBHA, da Prefeitura de Pequi, do Circuito Turístico Trilha dos Bandeirantes, da Frente da Gastronomia Mineira - FGM, do Grupo de Gestores da Hotelaria Mineira, do Centro Universitário UNA e do Deputado Estadual Professor Irineu.

O coordenador da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação - FBHA, Marcos Valério Rocha e chefs mostraram a diversidade da culinária mineira. As aulas-show ministradas pelos chefs: Edson Poitai, Flávio Trombina, Danilo Simões, Ricardo 'Peninha', Guilherme Melo, Val Coimbra, Juliana Duarte, Ilmar Antônio e Ana Cristina, dos bartenders Léo Gome e Lucas Tadeu, do astrólogo Victor Quarenta, encantaram o público presente nos dois dias de evento. 

Duas palestras completaram a programação, Rose Ávila, falou sobre 'Noções Básicas de Segurança de Alimentos' e Ariadne Silva, sobre 'Os Novos Protocolos de Limpeza e Higienização'.



O turismo de aventura é um dos atrativos potenciais do município, com a abertura de acesso e construção de um ponto de salto de voo livre, na serra Rio do Peixe, o local vem atraindo o público pela belíssima vista, considerado um dos melhores espaços para a prática do esporte em todo o estado.

As receitas nas aulas show levou o público a anotar cada ingrediente da receita


Em reunião com o coordenador da FBHA, Marcos Valério 
Rocha  e o prefeito de Pequi, André Tavares, 
a 2ª edição já está agendada para o outubro de 2022.


Leiloado o aeroporto da Pampulha

O terminal foi arrematado pelo Grupo CCR. Os investimentos estimados pelo 
governo do estado são de R$ 151 milhões.


O Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, conhecido como Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, vai passar por várias obras de expansão. O terminal foi arrematado no dia 5 de outubro, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

Os investimentos estimados pelo governo de Minas Gerais são de 
R$ 151 milhões. Deste total, cerca de R$ 65 milhões serão investidos nos 
primeiros 36 meses.


O Grupo CCR arrematou o terminal com um lance de R$ 34 milhões de outorga fixa. Ele disputou o aeroporto com o Consórcio ASA, que ofereceu R$ 33 milhões. O lance mínimo era de R$ 9,8 milhões. A arrecadação de impostos está estimada em R$ 99 milhões.

Os investimentos previstos no aeroporto pelo governo do estado são:
construção de um terminal de aviação geral; sistema de pistas de táxi; recuperação parcial do pavimento da pista e preparação para novos hangares

A CEO do Grupo CCR, Cristiane Gomes, disse em entrevista coletiva na B3 que novas rotas serão implementadas no Aeroporto da Pampulha em breve. A partir do ano que vem, a concessionária passa a administrar 16 terminais no país.

Em abril, o grupo arrematou aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS), Bagé (RS), Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palma (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

"Faz parte do plano da CCR tornar cada vez maior essa plataforma. O nosso objetivo é criar novas rotas. Com essa retomada, vamos reorganizar junto a companhias aéreas novos trechos complementares", disse Cristiane.

Aeroporto Aeroporto da Pampulha é um dos principais polos de manutenção de aeronaves, aviação geral e executiva do país. Criado em 1933, ele compreende uma área de 2 milhões de m².

Em 2013, com a privatização do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, o terminal deixou de operar, gradualmente, voos de grande porte. No momento, ele atende o tráfego de aeronaves da aviação executiva e da aviação geral.

Em 2017, houve autorização para retomada de rotas interestaduais, mas moradores do entorno entraram na Justiça para impedir. O ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, chegou a suspender a medida, que foi derrubada dois anos mais tarde. Porém, os voos interestaduais não foram implementados.

Em 2020, a Infraero deixou de administrar o terminal, repassando a responsabilidade para o governo do estado. Quase um ano depois, ele foi agora leiloado e arrematado pela CCR.

O Aeroporto da Pampulha tem quase 30 hangares. Nos últimos cinco anos, a média anual de passageiros no terminal foi de cerca de 325 mil.

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 @sergiomoreira63 

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