sexta-feira, 7 de maio de 2021

Barraqueiros das praias do Rio de Janeiro podem se tornar Patrimônio Cultural e de Natureza Imaterial. Projeto de lei nesse sentido tramita na Câmara de Vereadores carioca



Rio de Janeiro, Maio de 2021Os barraqueiros das praias do Rio de Janeiro poderão ser considerados Patrimônio Cultural e de Natureza Imaterial dos cariocas se a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovar o projeto de lei 257/2021, do vereador Márcio Ribeiro, do Avante e o prefeito Eduardo Paes o sancionar. Os barraqueiros de praia têm uma função social, que possui importância não só econômica, mas também cultural.

As restrições impostas na cidade como forma de combate ao covid-19 afastaram os cariocas das praias do Rio de Janeiro. A cena das praias vazias apertam não apenas o coração dos cariocas, mas principalmente, o bolso dos barraqueiros fixos que tiravam seu sustento diário das vendas na areia. Quem frequenta as praias do Rio de Janeiro sabe a importância dos barraqueiros, que estão integrados à população e realizam um trabalho que vai bem além do comércio informal.

“Os barraqueiros se tornaram uma tradição cultural, são importantes no relacionamento com os turistas e frequentadores da praia, além de serem utilizados como ponto de referência, como por exemplo a barraca do Uruguai, no posto 9 ou a barraca PQD, no posto 8 em Copacabana. Além disso, eles estimulam atividades de educação ambiental e de preservação do meio ambiente, conscientizando os banhistas a recolher seu lixo, disponibilizando lixeiras em suas barracas e incentivando práticas de reciclagem”, conclui Marcio Ribeiro.


A comercialização de bens e serviços é  em muitas das vezes a única fonte de renda das famílias dos barraqueiros. Segundo dados da prefeitura, existem hoje 1.019 ambulantes em pontos fixos (barraqueiros) cadastrados. 

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